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Ricardo Callado15/05/20182min

Por Isadora Teixeira

O Progressistas, antigo PP, reuniu pré-candidatos e assessores para anunciar apoio à pré-candidatura de Jofran Frejat (PR) para o Governo do Distrito Federal (GDF). O partido, que já havia manifestado interesse em formar alianças com a oposição ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB), se une oficialmente a outros no bloco formado por siglas como MDB, Avante e DEM.

A manifestação pública a favor de Frejat ocorreu na Associação dos Servidores da Câmara dos Deputados (Ascade). Na plateia, estavam em torno de 320 pessoas, de acordo com o presidente do Progressistas-DF e deputado federal, Rôney Nemer.

O parlamentar explicou o motivo de ter escolhido a chapa encabeçada pelo republicano: “Ele diz que quer resgatar Brasília. Aos 81 anos, mantém uma história limpa e não é agora que vai fazer diferente”, disse Nemer.

Rôney Nemer, porém, ainda esconde o jogo sobre seu próprio futuro político: não fala se tem pretensão de concorrer em outubro nem qual seria o cargo. O deputado federal tornou-se inelegível desde que foi condenado como possível beneficiário do esquema que ficou conhecido como Caixa de Pandora. Atualmente, o parlamentar tenta reverter a situação na Justiça.

Da Redação com informações do Metrópoles


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Ricardo Callado14/05/201827min

Alberto Fraga, Erika Kokay, Izalci Lucas, Rogério Rosso e Rôney Nemer seriam julgados pelo Supremo. Veja quais processos já ‘desceram’ para o TJDFT

Por Marília Marques, G1 DF – Um levantamento do G1 mostra que pelo menos cinco dos oito deputados federais eleitos pelo Distrito Federal respondem a inquéritos que estão sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF). Com a restrição do foro privilegiado, algumas ações começaram a ser remetidas a instâncias inferiores da Justiça.

No início de maio, os ministros do STF definiram que o foro privilegiado de deputados federais e senadores só se refere a processos ligados ao mandato atual que também envolvam a atuação política do parlamentar. A aplicação desse entendimento a outros políticos ficará a cargo de cada órgão julgador.

Veja a situação dos deputados federais eleitos pelo DF:

O deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF), durante discurso em março deste ano na Câmara (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
O deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF), durante discurso em março deste ano na Câmara (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

Alberto Fraga

Já na sexta (4), dia seguinte à decisão do STF, o ministro Dias Toffoli enviou à Justiça do DF o processo por porte ilegal de arma de fogo contra o deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF). O caso estava sob análise do Supremo desde 2015, quando o político assumiu mandato na Câmara dos Deputados.

Em nota, Fraga afirma que “sempre foi favorável ao fim do foro privilegiado em todas as esferas, afinal todos devem ser iguais perante a lei”. O deputado diz que a demora na conclusão do caso “gera desgaste de sua honra”, e que acredita “nos homens de bem e em uma justiça séria e imparcial”.

Segundo levantamento do G1, o parlamentar também responde por peculato (crime praticado por servidor público contra a própria administração pública), crime contra a honra e concussão (ato de exigir para si algum tipo de vantagem indevida).

Até esta publlicação, a reportagem não conseguiu contato com a defesa do deputado.

A deputada Érika Kokay (PT-DF), durante audiência pública na Câmara (Foto: Will Shutter/Câmara dos Deputados)
A deputada Érika Kokay (PT-DF), durante audiência pública na Câmara (Foto: Will Shutter/Câmara dos Deputados)

Erika Kokay

O ministro do STF Marco Aurélio Mello foi o responsável pelo envio à Justiça do DF dos inquéritos da deputada federal Erika Kokay (PT-DF), na terça (8). A mudança também é resultado da restrição do foro privilegiado.

Um desses processos se refere a um suposto desvio de recursos do Sindicato dos Bancários de Brasília, em 2003, quando a parlamentar assumiu mandato na Câmara Legislativa do DF. O outro diz respeito ao suposto desvio de parte do salário de uma assessora, também na Câmara do DF.

Em 2011, quando Kokay foi empossada deputada federal, as denúncias passaram a ser analisadas pelo STF.

Procurada pelo G1, Erika Kokay afirmou que é favorável à decisão da Corte em restringir o foro. Para a parlamentar, “não tem que haver diferenciação para qualquer tipo de autoridade”.

Deputado federal Izalci (PSDB-DF) em discurso na Câmara dos Deputados (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados/Divulgação)
Deputado federal Izalci (PSDB-DF) em discurso na Câmara dos Deputados (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados/Divulgação)

Izalci Lucas

Os dois inquéritos e uma ação penal a que o deputado Izalci Lucas (PSDB-DF) responde ainda estão no gabinete da ministra Rosa Weber, do Supremo. Do total de processos, o G1 só teve acesso a um – o que aponta irregularidades na aquisição de bens quando ele era secretário de Ciência e Tecnologia do DF, no governo de José Roberto Arruda (então filiado ao DEM, hoje no PR).

Não foi possível confirmar o conteúdo dos demais documentos. No sistema do STF, eles constam como “segredo de Justiça”.

Em um dos inquéritos, o parlamentar responde pelo crime de peculato. Segundo as investigações, R$ 28 mil em bens doados pela Receita Federal teriam sido “incorporados” à campanha do parlamentar para uma vaga na Câmara Federal. A quantia deveria atender comunidades carentes do DF, no âmbito do programa DF Digital. Izalci nega a denúncia.

Nos autos, o deputado afirmou que sua campanha foi “bem depois da doação”. Negou também a utilização de computadores doados em seu comitê e disse que “nunca deu ordem para que isso acontecesse”. “Acredito que as denúncias, que surgiram em época de eleição, foram feitas por represália política”, diz o documento.

Ao G1, Izalci defendeu que as denúncias que tramitam no STF são “vazias” e as classificou de “retaliações do governo petista do Agnelo (Queiroz), em função das auditorias feitas no (programa) Segundo Tempo, quando ele foi ministro do Esporte”.

O deputado Rogério Rosso (PSD-DF), candidato à presidência da Câmara (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
O deputado Rogério Rosso (PSD-DF), candidato à presidência da Câmara (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

Rogério Rosso

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF, é o responsável pelo inquérito que apura se o deputado federal Rogério Rosso (PSD-DF) atuou em suposto esquema de compra de votos para beneficiar a deputada distrital Liliane Roriz (PTB). As suspeitas são de compra de votos e peculato.

Segundo o inquérito, a suspeita é de que Rogério Rosso tenha nomeado servidores em regime de comissão entre julho e agosto de 2010, quando era governador do Distrito Federal, para que eles trabalhassem, com “dedicação exclusiva”, na campanha de Liliane Roriz.

Durante três dias, o G1 tentou contato com o advogado e a assessoria do deputado, mas não obteve respostas até a publicação desta reportagem.

O processo no STF cita nomeações na região administrativa de Samambaia de pessoas que prestariam serviço no comitê eleitoral de Liliane Roriz. “Nomeações estas que, conjugadas com supostas dispensas ao trabalho, consistiram em dádiva em troca de votos em favor da referida candidata”, afirma o inquérito.

Ainda não há definições sobre quando e se o processo será remetido à Justiça do DF.

Em 2010, o parlamentar do PSD comandou o governo do Distrito Federal por oito meses em um mandato-tampão após a renúncia de Arruda por conta dos desdobramentos da operação Caixa de Pandora.

Deputado Federal Rôney Nemer, em sessão na Câmara dos Deputados (Foto: Divulgação)
Deputado Federal Rôney Nemer, em sessão na Câmara dos Deputados (Foto: Divulgação)

Rôney Nemer

A acusação contra Rôney Nemer (PP), assim como os demais citados no “mensalão do DEM”, é resultado da operação Caixa de Pandora, deflagrada pela Polícia Federal em 2009. O caso foi revelado após delação premiada do ex-secretário de Relações Institucionais do governo do DF Durval Barbosa.

De acordo com a delação, deputados da base aliada, empresários e integrantes da gestão de José Roberto Arruda montaram um esquema de propina para garantir apoio às decisões do governo.

Na quinta (10), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux enviou de volta para a Justiça do Distrito Federal a denúncia contra o parlamentar. Com a restrição do foro privilegiado, o caso agora será julgado pelo tribunal local.

No fim de abril, a TV Globo mostrou que, passados nove anos do escândalo, nenhum citado foi preso após alguma condenação relacionada ao “mensalão do DEM”. No período, 15 pessoas foram condenadas por improbidade – incluindo Rôney Nemer –, e multadas em R$ 9,1 milhões.

Sobre o caso, o advogado de Nemer, José Eduardo Alckmin, disse ao G1 que o retorno do inquérito à primeira instância já era esperado, e que a decisão não deve alterar a estratégia de defesa.

“A instrução corre normalmente, e está demonstrando que a acusação não procede. Agora, com outros processos apreciados em conjunto, vai-se ter certeza de que esse caso é diferente, e que não se pode condenar com base só na fala de um delator”, diz Alckmin.

Foro restrito

No julgamento inicial dos ministros, ficou definido que só permanecerão no STF os processos ligados ao cargo atual de deputados federais e senadores – e que estejam ligados às funções do cargo.

Na última quarta (9), o ministro Dias Toffoli enviou ofício à presidente da Corte, Cármen Lúcia, propondo a aprovação de duas súmulas vinculantes: uma para estender a restrição do foro privilegiado a todas as autoridades do Executivo, Judiciário e Legislativo em nível federal; e a outra para eliminar a prerrogativa de foro privilegiado nas esferas estadual e municipal.


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Ricardo Callado26/09/20173min

Ederson Marques (*)

 

O cenário político do Distrito Federal pode sofrer uma reviravolta nesta segunda-feira (25). O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar o deputado Rôney Nemer (PP) por envolvimento na Caixa de Pandora. E, em caso de condenação, algumas peças serão movidas no tabuleiro das eleições de 2018.

A primeira pedra que avançará casas trata do presidente regional do PTB, Alírio Neto. Com votação expressiva nas eleições de 2014, o suplente da coligação assumiria a cadeira na Câmara dos Deputados pela possível perda de mandato de Nemer.

Alírio tem rodado o DF para angariar apoio em prol de sua candidatura ao GDF no próximo ano. Com mandato, o sonho ganha força. Vale lembrar que a perspectiva de poder é que move a grande roda de apoios a um cargo majoritário. Com mandato, palanque e discurso de oposição ao governador Rodrigo Rollemberg, Alírio avançaria várias casas nesta direção.

Mas alguns vão dizer: a possibilidade de Rôney perder o mandato é mínima. Sim, as chances existem e cresceram com as últimas mudanças no Ministério Público Federal. É bom lembrar que as investigações que culminaram na Caixa de Pandora tiveram participação decisiva da procuradora Raquel Dodge, que hoje é a Procuradora Geral da República. Dodge conhece como poucos os detalhes da maior crise política enfrentada pelo DF. E, neste caso, Rôney não contou com a sorte.

O julgamento está previsto para hoje. No entanto, como tudo no STF, pode se arrastar por mais um bom tempo. Talvez este seja o grande desejo de Rôney Nemer, uma vez que a Justiça possa usar de sua condenação para dar uma resposta à sociedade sobre a Caixa de Pandora. Afinal, já são quase 10 anos do maior escândalo da política brasiliense e até agora ninguém foi condenado, de fato e direito.

* Ederson Marques é jornalista e cientista político.


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Ricardo Callado20/03/20171min

O aniversário do blogueiro e empresário Engênio Piedade, do Portal EG News, neste fim de semana, reuniu políticos, autoridades, lideranças comunitárias e jornalistas. O evento aconteceu no Condomínio Entre Lagos, no sábado (18).

Entre os presente, o assessor especial da presidência da República, Tadeu Filippelli, o senador Hélio José, o superintendente do Ministério da Agricultura no DF, Bernado Sayão Neto, os deputados distritais Agaciel Maia e Liliane Roriz, e os federais Izalci Lucas e Roney Nemer.

As eleições de 2018 e o atual momento político de brasília pautaram as rodas de conversa durante o evento social.

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Ricardo Callado11/12/20163min

Autoridades e lideranças comunitárias prestaram contas à comunidade e ouviram demandas da população de Ceilândia, neste sábado (10). Em frente à feira permanente da região administrativa, moradores – de grupo criado em outubro com o objetivo de levar demandas aos representantes do Legislativo e do Executivo – organizaram o Ceilândia Sempre Viva.

“Temos um olhar especial para Ceilândia e aqui estão nossas maiores benfeitorias”, destacou o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg. Ele citou, por exemplo, obras de drenagem, de recapeamento e de infraestrutura nos Setores Habitacionais Por do Sol e Sol Nascente.

Além disso, listou a entrega de dois terminais rodoviários na região administrativa (um na QNR e outro no P Sul), a reforma do Centro Educacional 7, a construção de duas unidades básicas de saúde e o início das obras do trecho de ligação da Avenida Hélio Prates com o Sol Nascente. “Também inauguramos o restaurante comunitário do Sol Nascente, de grande valia para aquela população. Em janeiro vamos entregar 800 escrituras para os moradores de Ceilândia”, contou.

Uma das lideranças do grupo organizador, João Paulo de Souza Serafim, de 35 anos, reforçou que a intenção é defender os interesses dos ceilandeses, independentemente de ideologias políticas. “Estamos preocupados com as casas que estão fora da poligonal, pedimos sensibilidade dos órgãos competentes para nossa situação”, disse o morador do Setor Habitacional Sol Nascente.

Rollemberg reforçou que a intenção do governo é manter o diálogo aberto com a sociedade e que as sugestões da população são bem-vindas. “Vamos nos esforçar ao máximo para fazer o que pudermos, seja por meio de emendas parlamentares ou da ajuda popular. Os interesses da cidade devem estar acima de qualquer coisa”, defendeu. Após o encontro, o governador visitou a Feira Permanente de Ceilândia.

Participaram do bate-papo com a comunidade o vice-governador do DF, Renato Santana; o administrador regional de Ceilândia, Vilson José de Oliveira; o diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab), Gilson Paranhos; a ex-governadora do DF Maria de Lourdes Abadia; os deputados distritais Celina Leão (PPS), Chico Vigilante (PT), Luzia de Paula (PSB), Raimundo Ribeiro (PPS); os deputados federais do DF Érika Kokay (PT), Izalci Lucas (PSDB), Ronaldo Fonseca (Pros) e Rôney Nemer (PP); e o senador Hélio José (PMDB).


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Ricardo Callado23/10/20165min
Fotos Thyago Arruda

Filha de Roriz, criador da cidade, aproveitou para pedir que governador Rollemberg execute emenda de autoria dela, no valor de R$ 12 milhões, para reconstrução da cidade

A deputada distrital Liliane Roriz (PTB) e o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB) estiveram juntos na tarde deste domingo (23), em Samambaia. Um churrasco, que aconteceu na Chácara Canaã, reuniu centenas de moradores e líderes comunitários da cidade para festejar os 27 anos de Samambaia.

Com direito a discursos e presenças de políticos, o evento teve como ponto alto um vídeo do ex-governador Joaquim Roriz, que emocionou os presentes. Liliane Roriz aproveitou e pediu ao governador Rodrigo Rollemberg que use a verba que ela destinou de suas emendas – R$ 12 milhões – para benfeitorias em Samambaia, começando pela reconstrução das casas atingidas pelo temporal na semana passada, que danificou mais de 1.200 casas.

Exibindo TAR_4859_1.jpgLiliane e Filippelli chegaram juntos ao evento por volta de meio-dia. Ambos foram homenageados pelos líderes comunitários, organizadores da festa. A filha caçula de Joaquim Roriz agradeceu a todos pelo carinho com sua família e lembrou: “Samambaia não seria nada do que é hoje se não fossem vocês. Aproveito para anunciar que R$ 12 milhões de minhas emendas estão destinadas para esta cidade”. Liliane aproveitou a passagem rápida de Rollemberg pelo evento para cobrar que o governador execute as emendas e o dinheiro não se perca. “Temos que começar reconstruindo o que o temporal destruiu, governador. São R$ 12 milhões. Não da pra dizer que falta dinheiro”, reforçou. Rollemberg prometeu atenção e uso dos recursos destinados pela distrital na cidade.

Em seu discurso, Filippelli afirmou que Liliane, como filha de Joaquim Roriz, representa parte da história de Samambaia. “Enquanto muitos criticavam, Roriz plantava a semente. Enquanto muitos criticavam, Roriz fazia metrô, Corumbá IV, criava cidades. Roriz teve coragem, enfrentou os problemas e não tínhamos, no nosso governo, cenas como essas que vemos hoje, de casas sendo derrubadas, de famílias desabrigadas”, alfinetou o ex-vice-governador. “Tanto que hoje, Joaquim Roriz é lembrado pelo melhor governo da história do Distrito Federal”, completou.

Pelo evento passaram os deputados federais Roney Nemer (PP) e Izalci Lucas (PSDB), além do neto de Roriz, Joaquim Roriz Neto e da ex-governador Maria de Lourdes Abadia. Em um telão, o ex-governador Roriz também marcou presença na festa ao parabenizar, em um vídeo de 3 minutos, a cidade criada por ele. “Eu tenho muito orgulho de Samambaia. Serviu para que outras 8 cidades fossem criadas e de lar para as pessoas humildes, os pobres, que não tinham onde morar. Samambaia ‘querida’ é um exemplo, para mim é importantíssima. Não só para o Brasil, mas para o mundo, que reconheceu o trabalho que fizemos aqui”, disse Roriz.

Emocionada, ao ver seu nome citado por Roriz, a líder comunitária Selma de Samambaia falou em nome dos presentes. “Hoje, graças a Joaquim Roriz, sua família, e Filippelli, que esteve ao lado de Roriz, nós não somos mais favelados. Somos moradores de Samambaia”.

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Ricardo Callado10/08/20165min

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Por Elton Santos, do Guardian DF


Tão logo foi aprovado pela Câmara dos Deputados o PLP 257 já se tornou objeto de uma guerra política. Os parlamentares da bancada do DF que votaram a favor do substitutivo apresentado pelo relator da matéria, deputado Esperidião Amim (PP-SC), estão sendo atacados nas redes sociais.

A informação disseminada dá conta de que os deputados Rogério Rosso (PSD), Rôney Nemer (PP), Laerte Bessa (PR), Izalci Lucas (PSDB) e Ronaldo Fonseca (PROS) teriam votado a favor do projeto que trata da renegociação da dívida dos estados incluindo pontos que prejudicavam os servidores públicos.

Indignados, os parlamentares acusaram grupos ligados ao PT de espalharem mentiras e terem memória curta, já que o projeto original, que continha inúmeras tentavas de retirar direitos dos servidores públicos, foi encaminhado pela presidente Dilma Rousseff. A proposta foi aprovada na madrugada de hoje após longa negociação que resultou na retirada dos pontos que eram considerados prejudiciais aos trabalhadores do serviço público.

“Trabalhamos muito para retirar do projeto os ataques contra os servidores. O substitutivo foi uma conquista. Agora somos vítimas de ataques covardes de quem ficou em silêncio durante a tramitação do projeto”, afirmou o deputado Rôney Nemer (PP-DF), um dos principais articuladores para a retirada dos pontos que afetavam os servidores públicos.

“Dialogamos com os sindicatos, centrais, associações e servidores para convencer o governo de que o servidor público é fundamental para o Estado. É vergonhoso que tenham a coragem de tentar ludibriar a categoria”, criticou.

Nemer lembrou ainda que a proposta encaminhada pelo governo Dilma previa demissão de concursados, aumento da contribuição previdenciária e congelamento dos salários.

A CUT criticou a aprovação da proposta alegando que a limitação do crescimento anual das despesas primárias correntes à variação do IPCA do ano anterior prejudicaria o serviço público.

“Travam o desenvolvimento do Brasil e, cínicos, vão para TV dizer que são medidas para tirar país da crise. Vão só afundar nosso país. O aumento do IPCA não cobre sequer aumento vegetativo da folha, ou seja, o que está programado, como licença, promoção, gratificação que passa por tempo de serviço ou aumento anual”, avalia a secretária nacional de Relações de Trabalho da CUT, Graça Costa, em matéria veiculada no site da central.

Sem querer criticar A ou B pela disseminação dos ataques, Rosso argumentou que sua atuação foi justamente antagônica ao que estão falando. Lembrou que foi dele uma emenda (veja abaixo) de supressão evitando a retirada dos reajustes. “Nosso foco é trabalhar muito pelo DF, por nossas cidades e especialmente por nossa população. O resto é secundário”, disse ao Guardian DF.

supressão


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Ricardo Callado03/05/20164min

Sindical

Projeto segue na casa, mas é preciso uma reformulação que não prejudique os servidores públicos de todas as esferas

O PLP 257/16, de autoria do Poder Executivo Federal, que foi enviado à Câmara dos Deputados no final de março, espera pela votação que deve acontecer nos próximos dias. Denominado com o pomposo nome de “auxílio aos Estados e ao Distrito Federal e estímulo ao reequilíbrio fiscal”, terá um efeito devastador sobre os servidores das três esferas do governo. O projeto prevê alterações na Lei de Responsabilidade Fiscal que aprofundam as restrições em relação aos servidores dos estados e do DF e municípios e impõe ainda uma série de exigências fiscais, como condição para adesão ao plano de auxílio aos estados e ao Distrito Federal.

O presidente do Sindical, Jeizon Silvério (entidade que representa os servidores da CLDF e TCDF) esteve empenhado na última semana, buscando apoio político com os parlamentares na Câmara Federal. “Sabemos da premência dos governos estaduais em renegociarem suas dívidas com a União. Isso não tem absolutamente nada a ver com alterações descabidas na Lei de Responsabilidade Fiscal nem com condicionantes que malfiram o pacto federativo”.

Os deputados federais Rôney Nemer (PP-DF), Alberto Fraga (DEM-DF), Ronaldo Fonseca (PROS-DF) e Erika Kokay (PT-DF), manifestaram apoio à diretoria do Sindical.

Para Fraga o Sindical pode contar seu apoio e posicionamento contrário à aprovação da proposta “na forma apresentada pelo governo, pois isso prejudicará milhões de servidores, civis e militares, de todo o país”.

Rôney Nemer afirmou que tem conversado com o Relator do projeto, deputado Espiridião Amim (PP-SC), e que as conversações caminham no sentido de deixar a salvo as questões referentes ao servidor público.

Erika Kokay também se posicionou contra a proposta, aduzindo que a bancada do PT é integralmente contra a proposição, informando ainda que diversos partidos, da base do governo e da oposição, são contra a redação do PLP 256\2016: “foi feito um amplo acordo entre diversos partidos, do PT e PDT até DEM e PSDB, no sentido não permitirmos que a proposta seja aprovada na forma como apresentada”. disse.

O deputado Ronaldo Fonseca, que discorda do mérito do PLP 257/2016 e não acredita que ele seja aprovado em prejuízo do servidor, já que isso, além do mais, seria “muito impopular”. contou.

Ainda aconteceu  um encontro com o ex-vice-governador Tadeu Filipelli, os deputados federais Leonardo Picciani (PMDB-RJ) e Roney Nemer (PP-DF) e representantes de entidades de servidores locais e nacionais.


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Ricardo Callado07/12/20151min

Cristovam rosso nemer

Movimentos de apoio a saída da presidente Dilma Rousseff fazem pressão nas redes sociais. Cristovam Buarque, Rogério Rosso e Roney Nemer são os primeiros alvos

Os movimentos Vem Pra Rua e Avança Brasil Mudança Já estão fazendo campanha nas redes sociais para conseguir apoio dos parlamentares ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. A ação atinge deputados e senadores de todo o país, principalmente aqueles que se manifestaram contra o impedimento de Dilma e ou que ainda não declararam de forma clara a sua posição com relação ao impeachment.

No Distrito Federal, os alvos são o senador Cristovam Buarque (PDT), o líder do PSD na Câmara dos Deputados, Rogério Rosso, e o deputado federal Roney Nemer (PMDB). A campanha pede que a população não vote mais neles, caso eles apoiem a presidente Dilma Rousseff.



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