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Arquivos professores - Blog do Callado

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Ricardo Callado12/04/20171min

Os professores da rede pública do Distrito Federal decidiram, em assembleia na tarde desta quarta-feira (12), encerrar a greve iniciada há 29 dias. Ficou decidido também que as aulas devem ser retomadas na próxima segunda-feira (17), após a Semana Santa.

O diretor do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), Samuel Fernandes, ressaltou que os trabalhadores “continuarão mobilizados”. O calendário de reposição das aulas ainda será reorganizado.

O acordo firmado com o Governo de Brasília, segundo o Sinpro, não prevê corte de ponto dos dias de paralisação. O desconto que aconteceu na folha salarial de março será pago em folha suplementar.


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Ricardo Callado06/04/20173min

O Governo de Brasília divulgou na noite desta quinta-feira (06) uma nota oficial pedindo que a parcela dos professores remanescente em greve retorne ao trabalho. O Palácio do Buriti também afirma que o Sindicato dos Professores conhece a crítica situação econômico-financeira das contas do Distrito Federal, o que impediria a concessão de reajuste salarial ou outra medida que implique no aumento de despesa.

O Executivo também mantém a proposta de pagamento das pecúnias no valor de R$ 100 milhões e não adotar a Lei da Terceirização na área de Educação do DF. Veja a íntegra da nota do GDF.

NOTA DO GOVERNO DE BRASÍLIA

 

  1. O Governo de Brasília espera que a parcela dos professores remanescente em greve retorne ao trabalho.

 

  1. O Sindicato dos Professores conhece a crítica situação econômico-financeira das contas do Distrito Federal, o que impede a concessão de reajuste salarial ou outra medida que implique no aumento de despesa.

 

  1. O governo continua aberto à nova rodada de negociação para discutir as propostas já colocadas na mesa, a saber:

 

  1. A) Pagamento de R$ 100 milhões de pecúnias a todos os servidores públicos do Distrital Federal, que beneficiará os professores – que representam cerca de um terço do total – de acordo com uma proposta que possa ser executada pela administração pública;

 

  1. B) Compromisso do Governo de Brasília em não adotar a nova lei de terceirização aprovada recentemente pelo Congresso Nacional na atividade fim da educação;

 

  1. C) Compromisso de que não encaminhará qualquer proposta de reforma previdenciária do funcionalismo distrital sem ampla discussão com toda a sociedade brasiliense.

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Ricardo Callado27/03/20176min

Decisão manda toda a categoria voltar às atividades. Sindicato dos Professores diz que vai recorrer

Por Gabriel Luiz e Diego Moraes, G1 DF e TV Globo – O Tribunal de Justiça do Distrito Federal decretou a ilegalidade da greve dos professores nesta segunda-feira (27). Com isso, a Justiça estabelece que toda a categoria deve voltar às atividades imediatamente. A decisão judicial também estabelece o corte dos dias faltados. Em caso de desrespeito, a multa prevista é de R$ 100 mil por dia.

Ao G1, a porta-voz do Sindicato dos Professores, Rosilene Corrêa, disse não ter sido notificada da decisão, mas adiantou que a entidade iria recorrer. O governo tinha entrado com ação por entender que a greve é ilegal.

Pela decisão do desembargador Héctor Valverde Santana, a paralisação não tem justificativa. “A falta de pagamento de reajuste de vencimentos concedido por lei não autoriza, por si só, a greve dos servidores”, justificou.

“A informação presente nos autos é de que 70% (setenta por cento) da categoria aderiu ao movimento, e que estão parados há mais de uma semana. Mostra-se abusiva a paralisação das atividades em questão sem contingenciamento mínimo de pessoal necessário a propiciar a continuidade da prestação do serviço público”, continuou.

Trecho da decisão do TJ que manda professores encerrarem greve (Foto: Reprodução)
Trecho da decisão do TJ que manda professores encerrarem greve (Foto: Reprodução)

Para o desembargador, a permanência da greve “ocasiona transtornos a toda sociedade, principalmente aos alunos”. “A suspensão das aulas põe em risco o ano letivo, além de poder prejudicar a participação em vestibulares.”

Na semana passada, a secretaria publicou uma portaria solicitando aos diretores das escolas o envio de memorandos e e-mails diários com o nome e a matrícula de professores substitutos que aderirem à paralisação. O governo também decidiu cortar o ponto de todos os servidores públicos que participarem de assembleias sindicais em horário de trabalho.

O DF tem, ao todo, 667 escolas públicas. Além das greves dos professores e servidores de limpeza, 87 destas unidades – que não tinham caixas d’água ou estavam com problemas na rede hidráulica – também tiveram o início do ano letivo conturbado por causa da crise hídrica.


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Ricardo Callado27/03/20174min

Buriti pede que seja decretada ilegalidade do movimento. Sindicato da categoria diz que ainda não foi notificado

Do G1 DF – Com doze dias de greve dos professores de escolas públicas do Distrito Federal completados neste domingo (26), o governo do Distrito Federal entrou na Justiça contra a paralisação. Na ação, o GDF pede que seja decretada a ilegalidade do movimento.

Ao G1, a diretora do Sindicato dos Professores (Sinpro-DF) informou que ainda não recebeu a notificação. No entanto, ela disse que espera que a Justiça não acate a solicitação do Executivo. “Quem está em desacordo com a lei é o governador e não os trabalhadores”, apontou.

Segundo o Sinpro, 50% da categoria aderiu à greve. A Secretaria de Educação ainda não têm informações sobre o impacto da paralisação. A pasta explicou que o levantamento “ainda não está pronto, porque não foi concluído”.

Na semana passada, a secretaria publicou uma portaria solicitando aos diretores das escolas o envio de memorandos e e-mails diários com o nome e a matrícula de professores substitutos que aderirem à paralisação. O governo também decidiu cortar o ponto de todos os servidores públicos que participarem de assembleias sindicais em horário de trabalho.

O DF tem, ao todo, 667 escolas públicas. Além das greves dos professores e servidores de limpeza, 87 destas unidades – que não tinham caixas d’água ou estavam com problemas na rede hidráulica – também tiveram o início do ano letivo conturbado por causa da crise hídrica.

Pagamentos atrasados

A paralisação dos professores começou no último dia 15. A categoria reivindica o pagamento da quarta parcela do reajuste salarial, prometida pelo governo Agnelo, que deveria ter sido paga em outubro do ano passado.

Em assembleia na terça-feira (21), a categoria decidiu continuar a greve. Segundo o sindicato, dos 30 mil docentes, 10 mil participaram da reunião que aprovou a continuidade da mobilização. O GDF diz que não tem condições financeiras de arcar com o reajuste reivindicado pelos professores.


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Ricardo Callado13/02/20171min

O Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro) realizou assembleia na manhã de hoje, em frente ao Palácio do Buriti, e decidiu que os professores da rede pública de ensino do DF vão entrar em greve a partir de 15 de março. Na mesma data acontece uma mobilização nacional. Segundo o Sinpro, cerca de dois mil docentes participaram da votação.

Os professores reivindicam o cumprimento legal do pagamento da última parcela do reajuste aprovado na gestão de Agnelo Queiroz, em 2012, e aumento do auxílio alimentação. Com 95% das escolas fechadas no segundo dia letivo do ano, a categoria votou pelo início do movimento grevista em conjunto com o ato Convocado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), decidido em congresso para combater a reforma da Previdência proposta pelo governo Temer e pelo cumprimento integral da Lei do Piso Nacional do Magistério.



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