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Ricardo Callado25/08/20163min

A segurança na Esplanada dos Ministérios durante o julgamento da presidente afastada, Dilma Rousseff, no processo de impeachment instalado no Senado Federal, a partir de hoje (25), contará com até 1.332 policiais militares, segundo informou nesta quarta-feira (24) a secretária de Segurança Pública do Distrito Federal, Márcia de Alencar.

Enquanto durar o julgamento, a segurança contará também com 100 bombeiros e 100 policiais legislativos, além da Polícia Civil. A partir de zero hora de segunda-feira (29), o trânsito será bloqueado na Esplanada até o término da votação do impeachment. Caso haja um fluxo maior de pessoas nos primeiros dias, o trânsito será interrompido. O Congresso Nacional, Palácio do Itamaraty e o Ministério da Justiça serão isolados. Não haverá passagem entre a Câmara dos Deputados e Senado Federal, durante o julgamento.

Os movimentos populares contra e a favor do impeachment, ficarão separados na Esplanada por uma divisória de placas de metal construída pelo governo do Distrito Federal, com uma distância de 80 metros de um lado para o outro. A estrutura é mesma que foi usada com idêntica finalidade durante a votação da Câmara dos Deputados, na primeira fase do processo.

Do lado do Teatro Nacional, ficarão os manifestantes contra o impeachment e, no lado da Catedral, estarão os que apoiam o impeachment. As forças de segurança ocuparão uma área exclusiva, num corredor de 1km de extensão.

Os manifestantes que forem em caravana se concentrarão no Ginásio Nilson Nelson. De acordo com a secretária Márcia de Alencar, a expectativa de público nos dias 29, 30 e 31 de agosto é de que haja, pelo menos, 10 mil pessoas dos dois lados do muro da esplanada durante o julgamento, podendo chegar a 30 mil o número de manifestantes.

O público não poderá portar objetos pontiagudos e não será permitido o uso de qualquer tipo de símbolo abusivo, de bonecos infláveis ou qualquer outro elemento que comprometa a segurança dos espectadores.


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Ricardo Callado09/05/20166min
Preparativos na Esplanada para receber manifestantes favoráveis e contrários ao impeachment, durante votação do relatório do senador Antonio Anastasia no plenário do Senado Wilson Dias/Agência Brasil
Preparativos na Esplanada para receber manifestantes favoráveis e contrários ao impeachment, durante votação do relatório do senador Antonio Anastasia no plenário do Senado Wilson Dias/Agência Brasil

Presidente interino da Câmara anulou votação da Casa do dia 17 de abril. Esquema de segurança separou manifestantes pró e contra impeachment

Do G1 DF – Mesmo com a anulação da sessão do impeachment na Câmara, o governo do Distrito Federal decidiu manter o esquema de segurança montado para evitar confrontos durante a votação do Senado sobre o afastamento temporário da presidente Dilma Rousseff. O GDF informou que vai aguardar uma decisão do Senado sobre um possível adiamento das votações, previstas para começar nesta quarta-feira (11).

Nesta segunda-feira (9), o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu monocraticamente anular a votação do impeachment da presidente – realizada na Casa no dia 17 de abril. Ele acolheu pedido feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Um dos argumentos era o fato de partidos terem orientado deputados sobre como deveriam votar.

Responsável pelo pagamento do muro que separa manifestantes pró e contra impeachment, o Senado não se posicionou até a publicação desta reportagem sobre a estrutura na Esplanada dos Ministérios. Com 1 km de extensão e cerca de 500 grandes placas de ferro, o alambrado também foi montado durante a votação do impeachment na Câmara.

Segundo um dos donos da empresa contratada para montar a separação, Agnaldo Costa, são necessários três dias para instalar o muro e dois para retirá-lo. “Nós devemos concluir [a instalação] ainda hoje, por volta das 20h”, disse o empresário. Foram deslocados 15 funcionários para realizar a montagem.

Mapa mostra divisão de grupos contra e favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff durante votação do processo (Foto: Secretaria de Segurança Pública do DF/Divulgação)
Mapa mostra divisão de grupos contra e favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff durante votação do processo (Foto: Secretaria de Segurança Pública do DF/Divulgação)

Esquema de segurança
O governo do DF informou que não vai mudar o esquema de segurança aplicado durante a votação da Câmara, caso o Senado mantenha o crongrama de votação. Na ocasião, manifestantes pró-impeachment ficaram do “lado Sul” do Eixo Monumental. Já o grupo favorável à manutenção do governo ficou no “lado norte”.

O trânsito foi fechado na Esplanada no dia 17 de abril. O GDF determinou que a área em frente ao Congresso Nacional ficasse isolada e restrita apenas a policiais, bombeiros e militares da Força Nacional.

Balões aéreos de identificação dos movimentos e bonecos considerados ofensivos e provocativos, independentemente do tamanho, estavam proibidos por poderem “inflar” os ânimos dos grupos antagônicos. O pato inflável de 20 metros de altura montado pela Fiesp e o “placar do impeachment” chegaram a ser retirados da área central por causa disso.

Acampamentos na Esplanada dos Ministérios e nas adjacências foram proibidos. Manifestantes a favor do impeachment ficaram em barracas no Parque Ana Lídia, a cerca de cinco quilômetros de distância do Congresso. Grupos contrários ao afastamento da presidente Dilma Rousseff chegaram a montar estruturas no Teatro Nacional, mas foram remanejados para o estacionamento do ginásio Nilson Nelson – a quatro quilômetros de distância.



Ricardo Callado18/04/20162min

 

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Ricardo Callado

A cerca de contenção colocada na Esplanada dos Ministérios para evitar confrontos e animosidades foi alvo de críticas durante toda a semanada passada. Foi inspiração para memes na internet e movimentos pela paz. Foi criado até o movimento “Mais pontes, menos muros”.

Pessoas se reuniram pregando a paz entre os manifestantes rivais. Um fotógrafo fez um ensaio com dois atores se beijando em cima do muro, cada um posicionado numa escada em um lado do muro, que na verdade é uma cerca.

A cerca foi pichada com protestos e palavras de ordem, e até chamamento pela paz. Foi pintada com grafite, teve cartazes colados com as posições políticas de ambos os lados. Teve frases criativas como “Bora se amar” e “Menos muro, mais Moro”.

Entre os apelidos foi chamado de Portão de Rollemburg, que separava a Esplanada Oriental e a Esplanada Ocidental. E também “Muro da Vergonha” e “Muro do Impeachment”. Teve até panelaço dos que criticaram a instalação da cerca.

No final, a cerca e a área de contenção foram medidas acertadas. E deve-se reconhecer que a estratégia foi correta. Não foi registrada ocorrências graves. E um dos momentos mais importante da história recente do país transcorreu em paz e na normalidade.

 



Ricardo Callado15/04/201613min

esplanada

Em parceria com representantes dos grupos pró e contra, Segurança Pública também definiu o uso de telões e a colocação de trios elétricos

Por Samira Pádua – Por conta da votação do pedido de afastamento da presidente da República, Dilma Rousseff, na Câmara dos Deputados, e das manifestações populares marcadas para a Esplanada dos Ministérios, a retirada de veículos entre a Rodoviária do Plano Piloto e o Balão do Presidente só será permitida até as 9 horas de sexta-feira (15). Depois, os órgãos de trânsito recolherão aqueles que estiverem estacionados em locais irregulares. Os demais, que ficarem parados de forma regular, poderão ser retirados apenas ao término dos eventos, previsto para a noite de domingo (17).

As definições, detalhadas pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, complementam o esquema de segurança divulgado no sábado (9), quando foi anunciado o bloqueio do trânsito de veículos no Eixo Monumental a partir da 0 hora de sexta. A abertura das vias dependerá de avaliações de cenário.

Estacionamentos
Quem trabalha na Esplanada poderá usar os estacionamentos anexos aos ministérios. O acesso a essas áreas deverá ser feito pelas Vias S2 e N2. Os mesmos espaços estarão liberados para os manifestantes que se dirigirem ao local. Nesse caso, os que forem favoráveis ao impeachment terão de parar o carro nos anexos dos prédios do lado direito da Esplanada; os contrários, no lado esquerdo.

Os servidores da Praça dos Três Poderes devem estacionar, preferencialmente, nas imediações da S2 e seguir a pé pelas passagens subterrâneas do Anexo 3 da Câmara dos Deputados.

As escadas de acesso das Vias N2 e S2 para os ministérios estarão liberadas tanto para manifestantes quanto para servidores. Quem chegar de ônibus ou metrô precisará descer na rodoviária e ir a pé.

Aos trabalhadores que forem participar das manifestações após o expediente e estiverem do lado contrário do indicado pelas forças de segurança, a orientação é dar a volta para evitar confrontos. Se estiverem a pé, terão de contornar pela Rodoviária do Plano Piloto; de carro, as opções são as Vias W3 ou L4 e o Eixão.

As duas zonas para manifestantes estão separadas por um corredor de 80 metros de largura por 1 quilômetro de comprimento — da Catedral até o Congresso Nacional. Policiais militares ficarão distribuídos ao longo da extensão para impedir que um grupo invada o lado reservado ao outro.

O acesso para pessoas com deficiência a favor do impeachment que estiverem em veículos estará liberado pela Via S2, por meio do túnel que dá acesso ao estacionamento da Cúria Metropolitana (ao lado da Catedral). Já os que são contra podem estacionar em frente ao Teatro Nacional.

Para ônibus de grupos pró-impeachment que chegarem a Brasília, estarão disponíveis os Estacionamentos 1 e 2 do Parque da Cidade, ao lado do Pavilhão de Exposições. Àqueles contrários ao impedimento da presidente Dilma está reservado o do Ginásio Nilson Nelson.

Outras vias fechadas
Também a partir da 0 hora de amanhã, os quatro túneis ao longo da Esplanada que ligam as Vias S2 e N2 às Vias S1 e N1 estarão fechados e só serão liberados após o fim da votação na Câmara dos Deputados ou conforme avaliação do comando da operação. As Vias N2, N3, S2 e S3 poderão ser interditadas de acordo com a necessidade, no período dos eventos.

No domingo, o Eixão ficará bloqueado normalmente para a passagem de veículos e aberto para o Eixão do Lazer, das 6 às 18 horas. Se necessário, o fechamento poderá ser estendido.

A partir da 0 hora de sexta (15), oito painéis do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) serão posicionados ao longo da Esplanada dos Ministérios com informativos sobre questões de segurança e de trânsito, por exemplo.

Segurança e atendimento médico
A Secretaria da Segurança Pública detalhou também procedimentos relativos a segurança e a atendimento médico. Haverá reforço do policiamento em todas as estações de metrô e na Rodoviária do Plano Piloto. Além disso, vistorias foram iniciadas na terça-feira (12) na Esplanada e seguirão até o término da operação. O objetivo é retirar objetos que sejam potenciais ameaças durante as manifestações, como pedaços de madeira e entulhos.

A varredura é feita pelo Departamento de Trânsito (Detran-DF), pelo DER-DF, pela Polícia Militar, pelo Corpo de Bombeiros, pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU), pela Agência de Fiscalização (Agefis) e pela Companhia Energética de Brasília (CEB).

Militares do Corpo de Bombeiros e funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estarão em toda a área. Além disso, próximo ao Ministério da Justiça, haverá base de triagem médica, para onde serão levadas pessoas socorridas. Perto do mesmo ministério, ficará o comando móvel da PM.

Ocorrências relacionadas às manifestações ficarão concentradas no Departamento de Polícia Especializada, no Parque da Cidade. As demais — sem ligação com a manifestação, como extravio de documento —, na 5ª Delegacia de Polícia, próximo à Torre de TV.

De acordo com o esquema divulgado no sábado (9), todo o efetivo da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros está de sobreaviso para atuar nos dias de votação do impeachment. Só na Esplanada, está prevista a presença de cerca de 3 mil PMs e de 500 bombeiros, de sexta (15) até o término da operação. Se necessário, a quantidade pode ser aumentada. A Polícia Civil terá 700 agentes por dia atuando nas manifestações e em ações ordinárias (aquelas sem relação com os eventos). O controle das vias ficará a cargo de 50 agentes do Detran. A segurança das outras regiões de Brasília será mantida.

Metrô e ônibus
Na sexta (15) e no sábado (16), o metrô funcionará normalmente, das 6 horas às 23h30. Amanhã, com 16 ou 24 trens — a maior capacidade é nos horários de pico, das 6 às 9 horas e das 17 às 20 horas. No dia seguinte, haverá 16 trens durante todo o dia, podendo aumentar se necessário.

No domingo (17), o funcionamento será das 11 às 23 horas, sendo que, das 11 às 20 horas, será permitido o embarque e o desembarque em todas as estações. Das 20 às 23 horas, o embarque ocorrerá somente na Estação Central. O número de trens será definido de acordo com a necessidade.

De acordo com o Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), nos dias 15, 16 e 17 as linhas que passariam nas Vias S1 e N1 deverão ser desviadas para as Vias S2 e N2. A tabela dos ônibus será a correspondente ao dia, e as empresas estão autorizadas a aumentar o número de veículos se houver demanda.

Na rodoviária, caso necessário, a plataforma inferior pode ser fechada, e a operação dos ônibus, transferida para a plataforma superior.

Trios e telões
Em reunião nesta quinta-feira (14) com representantes dos dois grupos, ficou autorizada a colocação, na sexta e no sábado, de um trio elétrico de cada lado, que deve estar entre a primeira via de ligação após a Alameda das Bandeiras até o ponto de concentração de cada um dos lados. No domingo, serão permitidos três trios elétricos por grupo, que podem ficar no mesmo local determinado. Os trios podem transmitir falas dos integrantes ou o som da sessão disponibilizado pela TV Câmara. Músicas não serão permitidas.

As falas nos trios serão controladas por participantes das manifestações cadastrados na secretaria. Elas devem estar de acordo com o que foi pactuado com a pasta da Segurança, ou seja, não podem incitar a violência nem ser ofensivas.

Perto dos ministérios, haverá quatro telões ao longo do Eixo Monumental, de responsabilidade dos manifestantes. Eles exibirão exclusivamente imagens da votação transmitidas pela TV Câmara.

Até as 18 horas de sexta (15), os integrantes devem enviar à Secretaria da Segurança o dia e o horário em que pretendem levar os trios e os telões para montagem, além da placa, da marca e do modelo dos veículos que acessarão a área para essa finalidade.

Ainda no encontro de hoje, as lideranças dos movimentos contrários e favoráveis ao impeachment decidiram abrir mão do uso de qualquer objeto inflável durante as manifestações, atendendo à recomendação das forças de segurança, que alertaram para o perigo de acidentes. Quanto a banheiros químicos, eles podem ser instalados pelos dois grupos nas calçadas entre os ministérios e as Vias N1 e S1.

Resultado
Os que tiverem os interesses atendidos pela Câmara dos Deputados podem permanecer no local, sem movimentação dos trios, enquanto o grupo antagônico se dispersa.



Ricardo Callado15/04/20165min

 

muro

A ideia é reunir quem pensa igual e quem pensa diferente sobre o momento político do país para mandar um recado maior: o Brasil precisa dialogar. Movimento independente convida ao diálogo e à criatividade

Nesta sexta-feira, a partir das 17h, o ponto de encontro é o muro erguido pelo Governo do Distrito Federal (GDF), na Esplanada do Ministérios. A ideia é reunir quem pensa igual e quem pensa diferente sobre o momento político do país para mandar um recado maior: o Brasil precisa dialogar.

No domingo (17), acontece a votação sobre o processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff. O ato pede que um outro caminho atravesse o muro: o caminho do diálogo.

A iniciativa é apartidária e autogestionada. O grupo responsável solicitou autorização do GDF para se manifestar de forma pacífica nas proximidades do muro. No evento criado nas redes sociais quase duas mil pessoas já foram mobilizadas e novas participações são confirmadas a todo momento.

O grupo organizador propõe uma série de intervenções livres – pinturas, grafites, estêncil, performances circenses, cartoons, esquetes de humor, colagem de cartazes e adesivos, entre outros – para dar outro sentido às chapas de aço que dividem o gramado da Esplanada dos Ministérios. Quem quiser, pode deixar a sua mensagem ao longo da extensão de um quilômetro da estrutura, que tem dois metros de altura.

 

O convite-manifesto #MaisPontesMenosMuros divulgado na internet diz:

Pode participar da intervenção qualquer pessoa que acredite que nossa democracia precisa de mais pontes e menos muros. Esta é uma mobilização pela transformação, concreta e simbólica, dos muros em pontes, a partir do que já temos, com as escadas que podemos. Este é um ato pacífico e simbólico em prol dos diálogos. Haverá também uma Roda de Conversa.

Brasília, a capital modernista, é conhecida pela arquitetura que separa as áreas urbanas. O evento também chama a atenção para a necessidade de espaços de expressão que criem pontes de diálogo entre as pessoas das diferentes regiões do DF. Na cidade que tem a forma de um avião, outros voos criativos são possíveis.

O muro na Esplanada pode ser compreendido como uma medida administrativa responsável que visa garantir a segurança das pessoas. Pode ser visto também como uma separação violenta entre supostos “vencedores” e “perdedores”. O grupo acredita que a intervenção criativa coletiva pode revelar outras percepções, além dessas, mais próximas da troca de ideias pacificas em uma sociedade democráticas.

Se a divisória erguida tem o objetivo de proteger o direito à legítima expressão, conforme declarou o Governador do Distrito Federal, faz-se necessário também resguardar o espaço daquelas expressões que não se identificam com nenhum dos lados, mas se mobilizam por outras causas e querem estar presentes.

O movimento declara: “Somos alguns dos muitos brasileiros que entendem que uma pauta não exclui a outra, que os anseios de ambos os “lados” podem ter pontos de convergência. Reconhecemos que o rumo necessário ao país é a democracia sem corrupção, balizada pela justiça e com participação responsável dos cidadãos.”

 

Para confirmar presença no evento, acesse: http://bit.ly/1NbGV9C

Leia o manifesto na íntegra: http://bit.ly/1SaCwRm

Saiba mais em: vempraroda.com.br

 

O QUE – Intervenções livres – #MaisPontesMenosMuros

ONDE – No “muro” da Esplanada

QUANDO – Sexta (15), das 17h às 19h – Participação gratuita



Sobre o Blog

Com 15 de existência, o Blog do Callado é um veículo consolidado, admirado por seus leitores e em sintonia com o público alvo: a população brasiliense. O blog é um site de opiniões e notícias com atualização diária, sem cunho ideológico. Dedica-se a oferecer aprimoramento da informação, com uma audiência qualificada.


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