Arquivos Laerte Bessa - Blog do Callado

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Ricardo Callado14/06/20183min

O deputado Laerte Bessa (PR) rebateu o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), sobre a emenda MP 821 que iria beneficiar a Polícia Civil do DF. Segundo o parlamentar, o governador mente e distorce a verdadeiro teor da emenda. Veja íntegra na nota oficial do deputado:

O governador Rodrigo Rollemberg mente quando diz que a minha emenda à MP 821 que cria o Ministério da Segurança Pública vai retirar recursos da educação e saúde do DF. O que estou propondo é o estrito cumprimento da legislação. O Fundo Constitucional do DF foi criado para organização e manutenção da polícia civil, da polícia militar e do corpo de bombeiros militar do Distrito Federal, e dar assistência financeira para execução de serviços públicos de saúde e educação.

A minha emenda apenas determina que 65% do fundo seja destinado a segurança pública. Não estou tirando recursos de nenhuma outra área.

Segundo uma auditoria do Tribunal de Contas da União, em 2015 e 2016 cerca de 30% do Fundo foi desviado e utilizado para pagamento de aposentados e pensionistas, o que é inconstitucional.

Rollemberg ainda tem coragem de dizer que estou fazendo isso para prejudicar alunos da rede pública e milhões que usam o SUS. Mas parece que ele esquece que em 2015 pediu antecipação da primeira parcela do Fundo para pagar dívidas. Não havia preocupação com investimento e melhorias na qualidade dos serviços prestados.

E o Ministério Público do DF recentemente pediu explicações à Secretaria de Saúde sobre a execução do orçamento a pasta, porque o governador não usou R$ 323 milhões provenientes do SUS. Se ele está tão preocupado com a saúde do DF, porque não investiu esse dinheiro?

Rollemberg, pare de mentir para a população do DF!

Deputado Federal Laerte Bessa (PR-DF)


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Ricardo Callado08/06/20184min
Dirigentes do Sindicato os Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF), representantes das associações da Polícia Civil do DF (PCDF) e representantes sindicais de base estiveram reunidos na tarde desta quinta, 7, com o pré-candidato ao Governo do DF (GDF) Jofran Frejat (PR) e com o deputado federal Laerte Bessa (PR).
A reunião foi convocada pelo sindicato. Na pauta, a conjuntura atual da PCDF e a pauta de reivindicações da categoria, além do cenário que se desenha para as eleições no Distrito Federal.
O presidente do Sinpol-DF, Rodrigo Franco “Gaúcho”, apresentou a Frejat um panorama dos pleitos da categoria, sobretudo a paridade com a Polícia Federal. “Estamos com uma perda salarial de 53%, acumulada ao longo dos últimos dez anos. No atual governo nós não vimos vontade política alguma: Rollemberg escolheu o servidor público como inimigo e os policiais civis como bode expiatório”, sentenciou.
A Frejat, que é perito médico-legista aposentado da PCDF, Gaúcho afirmou que é preciso resgatar a Polícia Civil, uma vez que ela vem sendo sucateada e desprestigiada, sendo que quem mais devia protege-la, deixa a desejar.
Nesse posicionamento, ele foi acompanhado pelo deputado federal Laerte Bessa. Delegado aposentado, o parlamentar assegurou que o principal pleito da categoria não avançou por causa do atual governador. “Trabalhamos diuturnamente para conseguir isso, mas faltou boa vontade”, ponderou.
Na condição de pré-candidato, Frejat assegurou que trabalhar para que Brasília “volte a ser a capital da esperança”. “Meu objetivo não é brincar e nem fazer promessa política. Mas o canal de diálogo comigo está aberto”, garantiu.
“Estou à disposição para contar com a contribuição de vocês na construção do nosso plano de governo”, acrescentou Frejat.
Ao fim do encontro, tanto ele quanto Bessa receberam uma camiseta e um boné do Sinpol-DF. Ambos vestiram os itens numa clara alusão de empatia com a categoria.
Além dos dirigentes do Sinpol-DF e dos representantes sindicais, participaram da reunião, ainda, os presidentes das associações  dos Peritos Papiloscopistas (Asbrapp), Alceu Mattos, dos Médicos Legistas (ABRML), Arthur Trindade, a diretora da Associação dos Agentes Policiais de Custódia (AAPC), Adriana Silva, o diretor da Associação dos Escrivães (AESP) Francisco Mello, o o diretor da Agepol, Félix Antônio, diretor da Associação Geral dos Policiais Civis AGEPOL) e o diretor da Associação dos Aposentados e Pensionistas da PCDF (APCAP), Ernani Lucena.
As impressões sobre a reunião serão repassadas pelos representantes sindicais nas suas bases. Outras reuniões estão programas para acontecer até as eleições.

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Ricardo Callado05/10/20172min

A 3ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) manteve sentença de 1ª Instância que condenou o deputado federal Laerte Bessa (PR) a pagar R$ 30 mil de indenização, a título de danos morais, ao governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg. Para o colegiado, a imunidade parlamentar não abarca os excessos praticados fora do parlamento, como no caso em questão. Ainda segundo os desembargadores, os xingamentos proferidos pelo deputado feriram os direitos de personalidade do governador, atingindo sua honra e imagem.

Na ação, o autor relatou que em setembro de 2016, em três ocasiões distintas, o réu se referiu a ele com palavras ofensivas, amplamente divulgadas pela mídia. Defendeu que os xingamentos feriram sua reputação e que não estariam acobertados pelo manto da imunidade parlamentar, pois teriam sido proferidos fora do contexto das atividades parlamentares do deputado.

Na 1ª Instância, o juiz da 18ª Vara Cível de Brasília julgou procedente o pedido indenizatório e condenou Laerte Bessa ao pagamento de R$ 30 mil a Rollemberg. Segundo o magistrado, “embora o réu invoque em sua defesa a imunidade parlamentar e o direito a livre manifestação do pensamento, tais garantias não abarcam, evidentemente, os manifestos excessos praticados, decorrentes das expressões injuriosas e difamatórias clarificadas neste processo”.

A defesa de Laerte Bessa recorreu da sentença repisando a tese da imunidade parlamentar e do direito à livre expressão, porém a Turma manteve a decisão de 1º Grau, na íntegra. “As reiteradas designações de cunho pejorativo ditas pelo réu, fora do parlamento, abalaram a honra e a imagem da parte autor e fugiram, de forma evidente, ao contexto dos cargos políticos exercidos por ambos”, concluíram os desembargadores, à unanimidade.

O valor da indenização deverá ser corrigido monetariamente da data da sentença de 1ª Instância até a data do efetivo pagamento.


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Ricardo Callado14/07/20174min

A busca de uma solução para os questionamentos em torno do uso de verbas do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) foi o tema da reunião de audiência pública realizada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC), a pedido dos deputados Izalci Lucas (PSDB-DF) e Laerte Bessa (PR-DF).

Antes de 2002, o governo de Distrito Federal era obrigado a solicitar repasse de verbas da União para cobrir despesas, especialmente na área de segurança pública. A partir de 2002, a transferência de verbas da União para o Distrito Federal ocorre para este Fundo, gerido pela administração do DF.

Segundo o deputado Izalci, um dos principais questionamentos é sobre o uso de recursos do Fundo para pagar pensionistas e aposentados dos setores de Saúde e Educação. Ele explica que essa discussão já ocorre há algum tempo com demandas judiciais e interpretações diferentes dos diferentes órgãos – seja Advocacia-Geral da União (AGU), Tribunal de Contas da União (TCU) ou Controladoria-Geral da União (CGU).

Do ponto de vista jurídico, esse uso dos recursos é equivocado. “Então, precisamos buscar uma solução, seja mudando, seja regulamentando a lei”, afirmou. Enquanto a solução não chega, o TCU concordou que o GDF continue a usar recursos do Fundo para pagar inativos e aposentados da Educação e Saúde. No entanto, diz Izalci, a Lei 10.633/2002, que criou o Fundo, estabelece claramente que “não constituirão despesas com ações de saúde, nem de educação, aquelas decorrentes de pagamento de aposentadoria e pensões”.

Segundo o parlamentar, a composição do FC era suficiente para cobrir 100% da demanda na área de Saúde, Educação e Segurança Pública e ainda havia 10% para investimento. Hoje, há defasagem de recursos, deixando os setores policiais insatisfeitos com a falta de infraestrutura, comprometendo a qualidade dos serviços.

O parlamentar tucano teme uma decisão da parte do TCU impedindo essa destinação para o Fundo, obrigando o GDF a arcar com a despesa. “Não há recurso para isso, então a alternativa é alterar a legislação, definindo a destinação dessa verba”, afirma Izalci.

A correção monetária do Fundo Constitucional segue a receita corrente líquida, não acompanha o crescimento populacional. Brasília hoje é a terceira maior cidade do país, com 3 milhões de habitantes. “Se não criarmos soluções em prol do desenvolvimento econômico, teremos muitas dificuldades”, disse.

Os representantes de órgãos federais, distritais e de entidades de classe admitiram a necessidade de haver uma solução política que regulamente o uso dos recursos e garanta maior transparência na gestão do Fundo Constitucional.

Participaram da reunião o secretário interino da Fazenda, Wilson José de Paula; o representante da Polícia Civil, Kleber Luiz Silva Júnior; procurador do DF, Marcelo Cama Proença Fernandes; secretário de Controle Externo da Fazenda Nacional, Tiago Dutra; o diretor de Orçamento e Finanças, tenente-coronel Cláudio Faria Barcelos e o subsecretário da Administração Geral, Álvaro Henrique Ferreira dos Santos. Também se manifestaram presidentes de sindicatos e associações representativas da área de segurança pública.


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Ricardo Callado13/07/20173min

A pedido dos deputados Izalci Lucas (PSDB-DF) e Laerte Bessa (PR-DF), a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle realiza nesta quinta-feira (13), às 14h, no Auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados, Audiência Pública para debater a forma como o GDF tem aplicado os recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF). Para Izalci, a postura do GDF em relação à verba do Fundo “não está alinhada com os preceitos de transparência das contas públicas”. O tucano afirma que “os resultados contábeis do GDF não condizem com a realidade das aplicações efetivadas”.

No ano passado, o tucano já havia aprovado requerimento para que o Tribunal de Contas da União (TCU) realizasse auditoria em todos os recursos públicos da União, repassados às Secretarias de Saúde, Educação e Segurança Pública no período de 2008 a 2016. Izalci solicitou ainda que o TCU audite todos os convênios, contratos ou demais modalidades de repasse dos recursos públicos do Orçamento da União para o Governo do Distrito Federal no mesmo período.

Para o parlamentar, “o elevado aporte de recursos destinado ao Fundo Constitucional do DF (FCDF) já justifica a realização de auditoria”, entretanto, segundo Izalci Lucas e Laerte Bessa, que é autor do Projeto de Fiscalização Financeira (PFC), há suspeita de que parte dos recursos do FCDF esteja sendo usada indevidamente para pagamentos de aposentados e pensionistas.

O deputado Laerte Bessa não tem dúvida que o houve crime de responsabilidade. “O fundo tem a finalidade de prover recursos necessários para as policias civil e militar e bombeiros do DF e não há autorização para pagamento de aposentados e pensionistas, como apontou uma auditoria do próprio TCU”.

Foram convidados para o encontro, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, do Tribunal de Contas da União, José Múcio Monteiro e do Tribunal de Contas do DF, Anilcéia Machado, além dos secretários de Planejamento do DF, Leany Lemos, de Fazenda, Wilson José de Paula, de Segurança Pública, Edval Novaes Junior, de Saúde, Humberto Fonseca e de Educação, Júlio Gregório Filho, dentre outros.

A Audiência começa às 14h no Auditório Nereu Ramos, localizado no Anexo II da Câmara dos Deputados.


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Ricardo Callado26/04/20179min

Foi aprovado na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) do Senado o projeto que trata do abuso de autoridade. Quanto ao foro por função, ficou apenas os presidentes dos três poderes e o procurador geral. Alguns parlamentares criticaram a decisão sobre qual seria a razão razoável para o procurador geral ter essa salvaguarda. Eles questionaram que o Ministério Público é uma instituição, fundamental para o estado democrático de direito, mas ainda assim apenas uma instituição. Não é poder da República

 

Câmara capacita

parlamentares e assessores

para o debate da Luos

A Câmara Legislativa realiza nesta quarta-feira (26), debate técnico sobre os princípios e diretrizes da Lei Complementar de Uso e Ocupação do Solo (Luos). O evento, que dá início ao projeto “Comissões em Debate”, tem por objetivo a capacitação de parlamentares e assessores e teve como debatedor o secretário de Gestão do Território e Habitação, Thiago de Andrade. A Luos trata, entre outras coisas, sobre o licenciamento de atividades e de obras no DF. No governo passado, dois projetos foram remetidos à Casa sobre o assunto e ainda subsistem dúvidas entre aqueles que analisam a matéria diretamente.

 

Twitter do TJDFT

O twitter oficial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) recebeu selo azul de verificação, o que certifica que a conta de interesse público é autêntica. Agora, está mais fácil identificar as duas principais redes sociais do tribunal (Twitter e Facebook) uma vez que, em fevereiro deste ano, o Facebook do TJDFT também recebeu o selo azul de verificação de autenticidade. O TJDFT foi o primeiro entre os tribunais estaduais a receber o selo azul de verificação tanto do Twitter como do Facebook.

 

Adeus ao mestre Carlos Chagas

Morreu nesta quarta-feira (26) o jornalista, professor e advogado Carlos Chagas, pai da ex-ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Helena Chagas. Nascido em Três Pontas, em Minas Gerais, e morador de Brasília, ele iria completar 80 anos no próximo dia 20 de maio. O velório do jornalista está previsto para as 10h desta quinta (27), na capela 7 do cemitério Campo da Esperança da Asa Sul. O corpo deve ser sepultado às 16h, no mesmo local.

 

Bessa x Rollemberg

A Justiça do Distrito Federal condenou o deputado federal Laerte Bessa (PR-DF) a pagar indenização de R$ 30 mil por danos morais ao governador Rodrigo Rollemberg. Em discurso no plenário da Câmara, em outubro de 2016, o parlamentar usou termos como “safado”, “bandido maconheiro”, “frouxo” e “cagão” para se referir a Rollemberg. Cabe recurso.

 

Câmara abre inscrições

para VIII Jornada de 

Pesquisa e Extensão

Os interessados em participar da VIII Jornada de Pesquisa e Extensão da Câmara dos Deputados, que acontece nos dias 18 e 19 de setembro, já podem inscrever os seus trabalhos. O tema este ano é “Legislativo, Executivo e Sociedade na construção da Governança Pública”. O prazo para submissão dos resumos vai até o dia 26 de maio. Já para os que querem participar sem apresentar trabalhos, as inscrições serão de 7 de agosto a 6 de setembro.

 

Programa de Pós-Graduação

Promovida por meio do programa de Pós-Graduação do Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento da Câmara (Cefor), a jornada irá reunir especialistas e personalidades do atual cenário da Administração Pública brasileira. Será uma oportunidade para a troca de experiências e conhecimentos sobre iniciativas e tendências da governança pública no âmbito dos poderes Legislativo e Executivo. A programação será realizada no próprio Cefor (Complexo Avançado da Câmara, Setor de Garagens Ministeriais Norte).


ENQUANTO ISSO…

# Laboratório Central | Responsável pela análise laboratorial de média e alta complexidades de pacientes de Brasília, o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen) completa nesta quarta-feira (26) 39 anos desde a inauguração. Para celebrar a data, foi entregue hoje para a população parte da estrutura reformada, com redes hidráulica e elétrica, piso, forro e bancadas de trabalho novos.

 

# Hospital da Criança | Quem não conseguiu ver a exposição Hospital da Criança: Patrimônio de Brasília tem até a sexta-feira (28) para apreciar as 12 fotografias de João Campello de construções da cidade. Elas estão no hall do Hospital da Criança de Brasília José Alencar desde 17 de abril.

 

# Supersalários na Caesb | O Tribunal de Contas do DF apura se os altos salários pagos pela Caesb têm impacto na tarifa de água cobradas dos consumidores. A Corte pediu que a empresa enviasse documentação para mostrar se as remunerações estão de acordo com “princípios de eficiência e economicidade”. Em nota, a assessoria da Caesb informou que foi notificada e irá responder ao tribunal. A companhia tem até esta quinta-feira (27) para enviar as respostas, quando se encerra o prazo de 15 dias para entregar os documentos.

 

# Leis inconstitucionais | Levantamento da Câmara Legislativa mostra que 14,7% de todas as leis aprovadas entre 2011 e 2017 foram questionadas na Justiça. De todas as 1.863 leis sancionadas nesse período, 274 foram alvo de recursos de órgão como o próprio governo ou o Ministério Público por suspeita de inconstitucionalidade. Na maior parte dos casos, as ações judiciais apontavam que os textos feriam leis anteriores, ou geravam aumento de gastos sem dizer de onde viria o dinheiro.

 

# Regina Lacerda | Presidente do Conselho do Trabalho do DF e prefeita do Setor Comercial Norte, Regina Lacerda destacou durante Sessão Solene aos 57 anos de Brasília, na Câmara dos Deputados, que a cidade sofre com várias crises. Ela citou a crise hídrica; da segurança pública; na saúde pública, com falta de médicos e remédios e postos de atendimento fechados; e, no transporte público que é ruim e caro. Lacerda também citou o problema da falta estacionamento e citou que Brasília tem hoje 1 milhão 654 mil carros, 55 carros para cada 100 habitantes. “A proposta da Zona Azul nas regiões centrais de Brasília carece de mais transparência e discussão com a sociedade”, destacou.

 


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Ricardo Callado21/11/20161min

O deputado federal Laerte Bessa (PR) realiza audiência, nesta terça-feira (22), na Comissão de Segurança da Câmara, às 11h, para discutir a federalização da segurança pública do DF.  O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, confirmou presença após convite do deputado.

Bessa defende que a União assuma o comando da segurança pública do DF, retirando do governo local o comando das Forças.  Ele ressalta que o governador Rollemberg vem fazendo mau uso do fundo constitucional, que deveria ser aplicado na segurança pública e vem sendo direcionado para outras áreas.

A proposta de federalização já foi inclusive apresentada ao presidente da República, Michel Temer, e ao ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, em uma reunião no Palácio do Planalto. Policiais e bombeiros do DF gostaram da proposta. A reunião será no plenário 6, da Câmara dos Deputados.


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Ricardo Callado25/08/20162min

A bancada do DF no Congresso Nacional decidiu intensificar os contatos com membros do Governo Federal com o intuito de encontrar uma saída para a crise na segurança pública do DF a partir do impasse nas negociações entre o GDF e os Policiais Civis, que buscam manter a paridade salarial com a Polícia Federal.

Em reunião na tarde desta quarta com a participação de seis dos oito deputados federais do DF – nenhum dos três senadores compareceu – foi decidida a solicitação de audiências com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles e, em seguida, com o presidente em exercício, Michel Temer. “A tomada de decisões da bancada é suprapartidária e queremos ajudar a tirar o DF desse impasse que fragiliza a nossa segurança pública”, disse o coordenador da bancada, deputado Izalci (PSDB).

Participaram ainda da reunião os deputados Laerte Bessa (PR), Augusto Carvalho (SD), Rogério Rosso (PSD), Ronaldo Fonseca (PROS) e Erika Kokay (PT). Rogério Rosso salientou a importância dos recursos do Fundo Constitucional para o custeio da segurança pública do DF e a necessidade de que a aplicação desses recursos seja acompanhada pela bancada.

A questão das derrubadas de casas em condomínios também foi abordada na reunião.  Os parlamentares lembraram que na campanha de 2014 o então candidato Rodrigo Rollemberg participou de diversas reuniões com moradores de condomínios e prometeu regularizar esses locais. “O governador precisa urgentemente criar uma força tarefa para evitar novas construções, mas , também é urgente que comece a regularizar os condomínios”, sugeriu Augusto Carvalho.


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Ricardo Callado10/08/20165min

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Por Elton Santos, do Guardian DF


Tão logo foi aprovado pela Câmara dos Deputados o PLP 257 já se tornou objeto de uma guerra política. Os parlamentares da bancada do DF que votaram a favor do substitutivo apresentado pelo relator da matéria, deputado Esperidião Amim (PP-SC), estão sendo atacados nas redes sociais.

A informação disseminada dá conta de que os deputados Rogério Rosso (PSD), Rôney Nemer (PP), Laerte Bessa (PR), Izalci Lucas (PSDB) e Ronaldo Fonseca (PROS) teriam votado a favor do projeto que trata da renegociação da dívida dos estados incluindo pontos que prejudicavam os servidores públicos.

Indignados, os parlamentares acusaram grupos ligados ao PT de espalharem mentiras e terem memória curta, já que o projeto original, que continha inúmeras tentavas de retirar direitos dos servidores públicos, foi encaminhado pela presidente Dilma Rousseff. A proposta foi aprovada na madrugada de hoje após longa negociação que resultou na retirada dos pontos que eram considerados prejudiciais aos trabalhadores do serviço público.

“Trabalhamos muito para retirar do projeto os ataques contra os servidores. O substitutivo foi uma conquista. Agora somos vítimas de ataques covardes de quem ficou em silêncio durante a tramitação do projeto”, afirmou o deputado Rôney Nemer (PP-DF), um dos principais articuladores para a retirada dos pontos que afetavam os servidores públicos.

“Dialogamos com os sindicatos, centrais, associações e servidores para convencer o governo de que o servidor público é fundamental para o Estado. É vergonhoso que tenham a coragem de tentar ludibriar a categoria”, criticou.

Nemer lembrou ainda que a proposta encaminhada pelo governo Dilma previa demissão de concursados, aumento da contribuição previdenciária e congelamento dos salários.

A CUT criticou a aprovação da proposta alegando que a limitação do crescimento anual das despesas primárias correntes à variação do IPCA do ano anterior prejudicaria o serviço público.

“Travam o desenvolvimento do Brasil e, cínicos, vão para TV dizer que são medidas para tirar país da crise. Vão só afundar nosso país. O aumento do IPCA não cobre sequer aumento vegetativo da folha, ou seja, o que está programado, como licença, promoção, gratificação que passa por tempo de serviço ou aumento anual”, avalia a secretária nacional de Relações de Trabalho da CUT, Graça Costa, em matéria veiculada no site da central.

Sem querer criticar A ou B pela disseminação dos ataques, Rosso argumentou que sua atuação foi justamente antagônica ao que estão falando. Lembrou que foi dele uma emenda (veja abaixo) de supressão evitando a retirada dos reajustes. “Nosso foco é trabalhar muito pelo DF, por nossas cidades e especialmente por nossa população. O resto é secundário”, disse ao Guardian DF.

supressão


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Ricardo Callado13/07/20164min
Laerte Bessa

Por Celson Bianchi, do Alô Brasília


Celson Bianchi- Qual tem sido o papel do senhor na busca por melhorias salariais para as forças de segurança do DF?

Laerte Bessa: Tomei  iniciativa pessoalmente de procurar o governo federal na pessoa do presidente Temer, com quem dialoguei e mostrei a necessidade de reajustar os salários das três corporações da Segurança Pública do DF. Importante salientar que procurei o presidente que este exclusivo e único objetivo. Procurei também com a participação de [Tadeu] Filippelli e [Alberto] Fraga o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e ainda o ministro Dyogo Oliveira do Planejamento com este único objetivo, ressaltando que todos foram favoráveis às reivindicações dos policiais, mesmo porque o governo federal deu aumento a todos os poderes e nós fazemos parte do Poder Executivo federal.

Será possível conceder reajuste salarial mesmo diante da situação financeira da União?

Os aumentos concedidos pelo governo federal, já estavam contabilizado no orçamento e estão divididos em três parcelas: 2017, 2018 e 2019. Os nossos vêm do Fundo Constitucional, que pertence a Polícia Civil,Polícia Militar e Corpo de Bombeiros e apenas para dar assistência eventual à Saúde e Educação. Este incompetentemente e preguiçoso governador anda desviando, mentindo para o povo de Brasília.

Em relação à sucessão na Câmara dos Deputados, acredita que haverá consenso na base governista?

Não, a disputa ficará entre Rosso (PSD) e Giacobo (PR).

A saída de Eduardo Cunha da presidência da Casa foi acertada?

Sim, estava passando  da hora. Ele perdeu no Conselho de Ética, que é soberano… e sua recusa estava sufocando a Câmara dos Deputados, que estava praticamente parada.

O senhor teme algum desgaste na imagem por conta do apoio explícito que deu a Eduardo Cunha?

De forma alguma, estávamos votando apenas uma representação do PSOL por quebra de decoro, e Cunha não havia mentido na CPI da Petrobras quando disse que não tinha conta corrente no exterior. O que ele tinha era Trust… e que ficou provado que Trust não é Conta Corrente e sim um contrato particular. Votei consciente!

Na sua avaliação, se o pedido de cassação do mandato de Eduardo Cunha for a Plenário, qual será o resultado?

Derrota esmagadora. Ele foi esmagado pela imprensa. Está certo que ele roubou muito, mas Dilma, Lula, Renan, Sarney e Collor, que deveriam estar presos, roubaram muito mais, sem contar o grande bem que ele proporcionou ao país ao extirpar Dilma/PT da nossas vidas.


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