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Ricardo Callado19/07/20182min
Dirigentes do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) estiveram nesta quarta, 18, com Jofran Frejat, ex-secretário de Saúde e médico legista aposentado.
Na última terça, 17, Frejat anunciou a desistência de se candidatar ao Governo do DF (GDF). Os diretores do Sinpol-DF foram lhe demonstrar apoio e solidariedade.
Estiveram com ele o presidente do sindicato, Rodrigo Franco Gaúcho; o vice-presidente Paulo Roberto Sousa e os diretores José Carlos Saraiva e Alex Galvão.
Ao grupo, Frejat manifestou preocupação com os rumos que Brasília e seus cidadãos, bem como a Polícia Civil do DF (PCDF), têm tomado.
Ele afirmou, ainda, que a desistência da candidatura está sendo reavaliada diante do amor que tem pela capital federal e pelo projeto de melhorar a vida de todos os brasilienses e os serviços públicos prestados à população.
Ao se solidarizar com Frejat, a diretoria do Sinpol-DF disse, por  nota, que torce para que, ao refletir sobre a decisão, ele considere a esperança dos policiais civis e da população da capital federal em um futuro melhor

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Ricardo Callado17/07/20182min

O presidente do Partido da República (PR) no Distrito Federal, Salvador Bispo, divulgou na tarde desta terça-feira nota oficial lamentando a saída de Jofran Frejat da disputa ao Palácio do Buriti.

A nota enaltece as qualidades humanas e políticas de Frejat e diz que o partido agora busca um “novo ponto de equilíbrio político que possa unir a todos num projeto para o resgaste de Brasília”. Veja a nota na íntegra:

NOTA OFICIAL DO PR-DF

O PR-DF lamenta a decisão do seu pré-candidato a Governador, Jofran Frejat, face às dificuldades de composição da Chapa Majoritária, e agradece as unânimes manifestações de solidariedade ao seu pré-candidato a Governador, cujas qualidades humanas e políticas são reconhecidas por todos, inclusive pelos partidos adversários.

O PR-DF, através do diálogo com todos os partidos de oposição ao GDF, espera encontrar um novo ponto de equilíbrio político que possa unir a todos num projeto para o resgaste de Brasília.

E nesse novo quadro, sem imposições de qualquer ordem, espera poder contar com a valiosa contribuição de Frejat ao Distrito Federal.

Salvador Bispo
Presidente do PR/DF


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Ricardo Callado14/07/20184min

Por Ricardo Callado

A sexta-feira, 13, foi movimentada na política brasiliense. Duas notícias agitaram os bastidores. A primeira, publicada pelo Estado de S.Paulo, fala de um acordo em entre os presidentes nacionais do PSDB e PSD, Geraldo Alckmin e Gilberto Kassab, respectivamente.

Nesse acordo, Alckmin aceitaria rifar a candidato do deputado Izalci Lucas (PSDB) ao Palácio do Buriti, para apoiar o também deputado Rogério Rosso (PSD) ao GDF.

Em troca, Alckmin ganharia o apoio do PSD a sua candidatura ao Palácio do Planalto. A barganha política também afetaria disputas no Rio Grande do Norte e no Rio de Janeiro.

Izalci negou a informação. Afirma que sua candidatura está mantida. E tenta reverter a situação. O desgaste foi imediato. Adversários políticos de Izalci cairam em cima. O tucano é o candidato que mais vem sofrendo ataques desde do início. Para qualquer lado que siga, sempre tem alguém puxando o seu tapete. Dentro e fora do partido. Pobre Izalci.

A segunda polêmica foi a notícia de que Jofran Frejat (PR) estaria desistindo de sua candidatura. Líder disparado nas pesquisas, Frejat é um homem honrado, na política há muitas décadas e sem nódoa de irregularidades.

Como no primeiro caso, surgiram versões diversas sobre a sua decisão (ou indecisão). O ataque especulativo vai desde que ele seria honesto demais para está com algumas companhias até que seria corrupto e que uma investigação da Polícia Federal atingiria a sua imagem. No caso, não é oito nem oitenta.

Até o seu adversário e candidato à reeleição, governador Rodrigo Rollemberg (PSB), ligou para Frejat e tirou uma casquinha do caso. Claro que a ligação vazou para a imprensa e se criou o “fato solidário”.

Frejat deu um freio de arrrumação. Mostrou que o rumo da campanha deve ser a sua maneira, e que concessões podem ser feitas, até porque ninguém governa sozinho. Mas que tudo tem um limite. E Frejat precisaria tomar uma decisão firma para estancar esse processo. A repercussão está sendo muito ruim para a sua candidatura, devido as inumeras versões, algumas para lá de fantasiosas. Mas que não deve afetar suas intenções de voto.

Se o recado de Frejat não foi entendido, ele liga o botão de foda-se, e vai para casa. No auge dos seus 81 anos de idade, ele tem todo o direito de tomar a decisão que lhe for afeita. Pobre Frejat.

Pobre, também, a política brasiliense que, de tão provinciana, ainda vive e sobrevive no esgoto e na desonestidade intelectual.

Frejat e Izalci são bons candidatos. Mas esbarram na velha política.


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Ricardo Callado20/06/20183min
Jofran Frejat lidera a disputa ao GDF

Registrada no TSE, sob o número DF-04198/2018, a pesquisa O&P Brasil mostra um retrato de momento da disputa pela Governo do Distrito Federal. O pré-candidato Jofran Frejat (PR) é o favorito nas intenções de votos com 17,3%. O governador Rodrigo Rollemberg (PSB), que vai disputar a reeleição, surge com 9,5%. A ex-deputada Eliana Pedrosa (Pros) é a terceira, com 6%.

A pesquisa foi foi realizada entre três e oito de junho, com mil entrevistas. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

A quarta colocação é do deputado federal Izalci Lucas (PSDB), com 4,7%. Em seguida, vêm o General Paulo Chagas (PRP), com 4,6%. Fátima Sousa, do PSol, tem 3,1%, e o empresário Alexandre Guerra (Novo), com 3%. A sindicalista Rosilene Corrêa (PT) aparece com 2,2% das intenções de votos.

O elevado número de brasilienses que não votariam em nenhum dos candidatos é relevante: 40,1%. Esse percentual, somado aos que não sabem ou não responderam, atinge o patamar de 49,5%.

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) aparece em primeiro lugar no DF, com 23,4% das intenções de votos. Marina Silva (Rede) é a segunda colocada, com 10,8%. Ciro Gomes (PDT) é o terceiro, com 7,9%. Em seguida, vêm Álvaro Dias (Podemos), com 2,4%; Fernando Haddad (PT), com 1,8%; Manuela D’Ávila (PCdoB), com 1,5%, empatada com Henrique Meireles (MDB) e Geraldo Alckmin (PSDB). Levy Fidelix (PRTB) tem 0,7%; Guilherme Boulos (PSol), 0,6% e Rodrigo Maia (DEM), 0,5%. O número de eleitores que não optaram por nenhum dos candidatos listados atinge 39,1%. Outros 8,4% não souberam quem é o melhor ou não responderam. Sinal de que quase metade dos brasilienses (47,5%) também não escolheu ainda um nome para representá-los no Palácio do Planalto.

Quando incluído na pesquisa, o ex-presidente Lula fica em segundo atras de Bolsonaro que lideraria. O ex-presidente preso e inelegível aparece com 16,8% dos votos, enquanto o capitão da reserva do Exército soma, neste caso, 22,8%.


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Ricardo Callado08/06/20184min
Dirigentes do Sindicato os Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF), representantes das associações da Polícia Civil do DF (PCDF) e representantes sindicais de base estiveram reunidos na tarde desta quinta, 7, com o pré-candidato ao Governo do DF (GDF) Jofran Frejat (PR) e com o deputado federal Laerte Bessa (PR).
A reunião foi convocada pelo sindicato. Na pauta, a conjuntura atual da PCDF e a pauta de reivindicações da categoria, além do cenário que se desenha para as eleições no Distrito Federal.
O presidente do Sinpol-DF, Rodrigo Franco “Gaúcho”, apresentou a Frejat um panorama dos pleitos da categoria, sobretudo a paridade com a Polícia Federal. “Estamos com uma perda salarial de 53%, acumulada ao longo dos últimos dez anos. No atual governo nós não vimos vontade política alguma: Rollemberg escolheu o servidor público como inimigo e os policiais civis como bode expiatório”, sentenciou.
A Frejat, que é perito médico-legista aposentado da PCDF, Gaúcho afirmou que é preciso resgatar a Polícia Civil, uma vez que ela vem sendo sucateada e desprestigiada, sendo que quem mais devia protege-la, deixa a desejar.
Nesse posicionamento, ele foi acompanhado pelo deputado federal Laerte Bessa. Delegado aposentado, o parlamentar assegurou que o principal pleito da categoria não avançou por causa do atual governador. “Trabalhamos diuturnamente para conseguir isso, mas faltou boa vontade”, ponderou.
Na condição de pré-candidato, Frejat assegurou que trabalhar para que Brasília “volte a ser a capital da esperança”. “Meu objetivo não é brincar e nem fazer promessa política. Mas o canal de diálogo comigo está aberto”, garantiu.
“Estou à disposição para contar com a contribuição de vocês na construção do nosso plano de governo”, acrescentou Frejat.
Ao fim do encontro, tanto ele quanto Bessa receberam uma camiseta e um boné do Sinpol-DF. Ambos vestiram os itens numa clara alusão de empatia com a categoria.
Além dos dirigentes do Sinpol-DF e dos representantes sindicais, participaram da reunião, ainda, os presidentes das associações  dos Peritos Papiloscopistas (Asbrapp), Alceu Mattos, dos Médicos Legistas (ABRML), Arthur Trindade, a diretora da Associação dos Agentes Policiais de Custódia (AAPC), Adriana Silva, o diretor da Associação dos Escrivães (AESP) Francisco Mello, o o diretor da Agepol, Félix Antônio, diretor da Associação Geral dos Policiais Civis AGEPOL) e o diretor da Associação dos Aposentados e Pensionistas da PCDF (APCAP), Ernani Lucena.
As impressões sobre a reunião serão repassadas pelos representantes sindicais nas suas bases. Outras reuniões estão programas para acontecer até as eleições.

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Ricardo Callado07/06/20182min
Atual deputado federal fechou acordo com Jofran Frejat, pré-candidato do PR ao governo de Brasília
Da Redação do Diário do Poder – O deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF) vai lançar na próxima sexta (15) sua pré-candidatura ao Senado Federal. Até então cotado como pré-candidato ao governo de Brasília, Fraga fechou acordo com Jofran Frejat (PR-DF), candidato ao GDF.

Durante a janela partidária deste ano, prazo para os políticos mudarem de legenda sem perderem o mandato, houve a especulação de que Fraga mudaria para de partido para concorrer ao governo do DF. No entanto, o deputado permaneceu no DEM.

Por enquanto, Alberto Fraga — presidente do Democratas no Distrito Federal — é o único que assumiu e declarou a candidatura ao Senado. Atualmente, o coronel da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal está no quarto mandato como deputado federal. Na eleição de 2014, foi o deputado mais votado no Distrito Federal.

Em maio deste ano, após decisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a restrição do foro privilegiado, um processo contra Fraga por porte ilegal de arma de fogo foi enviado à Justiça do Distrito Federal pelo ministro Dias Toffoli. O caso estava sob análise do STF desde 2015. Fraga chegou a ser condenado pelo crime em primeira instância em 2013 e em segunda instância em 2014. Porém, a defesa do político apresentou embargos de declaração.


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Ricardo Callado17/05/20187min

Juntos somos mais fortes. Se já existisse um lema para a oposição a Rodrigo Rollemberg (PSB), esse cairia como uma luva

Por Isadora Teixeira, do Metropoles 

Juntos somos mais fortes. Se já existisse um lema para a oposição a Rodrigo Rollemberg (PSB), esse cairia como uma luva. Embora as peças do xadrez político ainda não estejam todas posicionadas para o início da disputa pelos cargos eletivos, o encontro entre o senador Cristovam Buarque (PPS) e o ex-secretário de Saúde e “buritizável” Jofran Frejat (PR) ocorrido nessa quarta-feira (16/5) reforça a tese segundo a qual os grupos precisam chegar a um entendimento para garantir que o socialista não seja reeleito.

O desafio da oposição será convencer o eleitor de que as propostas são as melhores para o Distrito Federal. Rollemberg possui como trunfos, por exemplo, a saída do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) – que tem permitido ao governador investir em obras e na nomeação de servidores – e, principalmente, o fato de não ter seu nome envolvido em escândalos de corrupção. O discurso de um governo pautado pela honestidade, aliás, será uma das bandeiras empunhadas por Rollemberg durante a campanha.

Enquanto, de um lado, a candidatura de Jofran Frejat para o Governo do Distrito Federal (GDF) é dada como certa, do outro, a aliança formada por 12 partidos e capitaneada por Cristovam busca um consenso. Nessa composição, para os três pré-candidatos a governador da possível chapa – Alírio Neto (PTB), Izalci Lucas (PSDB) e Wanderley Tavares (PRB) –, o sonho de comandar o Executivo local tem falado mais alto.

Frejat acredita que não entrar em coalizão neste momento, de pré-candidatura, pode dificultar o caminho de ambos os grupos. “Se nós nos mantivermos unidos, podemos ganhar com facilidade. Se não fecharmos, vamos acabar caminhando para o segundo turno, e isso significa começar a negociar posições. Isso não é bom”, afirmou ao Metrópoles.

Cristovam reforça o coro de que as chances de segundo turno são mais reais se a chapa for definida mais tarde. “Até porque, unidos, haverá só um turno”, declarou. O parlamentar, no entanto, ressalta ser importante, primeiramente, analisar se os princípios e os compromissos são os mesmos. Caso se chegue ao instante de alinhar os objetivos, é possível haver afastamento de algumas pessoas de ambos os blocos, disse o senador. Os dois afirmam que a reunião ocorrida nessa quarta-feira (16/5) não é novidade, pois já haviam se encontrado anteriormente. Inclusive, os mesmos nomes tinham ensaiado aliança em outro momento, mas declarações de Frejat sobre “descumprimento de acordo selado” racharam o grupo. Agora, Jofran Frejat e Cristovam Buarque sinalizam a reabertura do diálogo.

Para o cientista político Aurélio Maduro, isso é uma indicação de que os adversários políticos perceberam fortalecimento de Rollemberg. Ainda assim, segundo Maduro, a população brasiliense estará em busca de uma via alternativa durante a campanha. “A sociedade está cansada da velha política. Ela quer transparência, propostas e objetividade.”

Discurso incoerente

O presidente do PSB-DF, Tiago Coelho, criticou a articulação dos políticos de oposição. O socialista classificou como “impressionante” a movimentação entre pessoas com “ideologias tão distintas”. “Dizem que o governador está com alta rejeição, mas o mais impressionante é todos estarem se unindo para derrotá-lo. Isso mostra um incoerência de discurso”, disparou.

Para o dirigente partidário, Cristovam aparenta estar mais preocupado com a reeleição do que com a elaboração de projetos para a cidade. Já em relação a Frejat, “espanta” o fato de a “pré-campanha” estar ancorada em pessoas envolvidas em “todos os escândalos de corrupção da capital da República”.

Uma tonalidade diferente

Para Frejat, contudo, aliar-se a personagens como Cristovam pode ainda representar uma espécie de equilíbrio no bloco em que se posicionam o ex-governador José Roberto Arruda (PR) e o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (MDB).

Ambos têm sido expostos constantemente em desdobramentos da Operação Panatenaico. Eles são acusados de participar do esquema de desvio milionário nas obras do Mané Garrincha e do BRT.

Ao Metrópoles, Frejat disse que não se preocupa com o fato de aliados serem alvos de ações judiciais, e declarou “não julgar ninguém”. “Por que eu vou responder pelos outros? Se fizeram algo de errado, se é que fizeram, cada um que responda às acusações. Não vamos ficar jogando pedras”, disparou.

Um apoio que o ex-secretário de Saúde ainda tenta garantir é o do presidente da Câmara Legislativa (CLDF), Joe Valle (PTD). O problema, porém, é que o partido almeja palanque próprio para a disputa pelo GDF e para apoiar o presidenciável Ciro Gomes.


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Ricardo Callado17/05/20183min

O esfacelamento da chamada terceira via expôs as vísceras de  um caminho sem volta para o presidente do PTB-DF, Alírio Neto, junto a aliança partidária liderada pelo pré-candidato ao Buriti Jofran Frejat (PR). O aceno de Alírio para ocupar o lugar de vice, do ex-secretário de Saúde, foi descartado. A vaga tem dono. Pertence ao MDB

Por Toni Duarte, do Radar-DF

Faltando menos de 60 dias  para o inicio do registro oficial de candidaturas para a eleição de outubro no Tribunal Superior Eleitoral com prazo limite  em 15 de agosto, a aliança partidária liderada pelo médico Jofran Frejat começa a ser redesenhada com o esfacelamento do grupo da terceira via após a implosão provocada pela guerra de egos de seus integrantes.

Cristovam Buarque (PPS) e Rogério Rosso (PSD) e Wanderley Tavares (PRB), foram os primeiros a pular do barco e coube ao senador fazer a ponte para religar a interlocução com Jofran Frejat, líder imbatível em todas as pesquisas de intenções de votos realizada no DF pela corrida ao Buriti.

Dois motivos políticos teriam levado o senador Cristovam Buarque  a pular do  barco furado das madalenas: o primeiro foi a briga pela vaga de governador travada entre Alírio (PTB) e Izalci (PSDB). Ambos não chegaram a um acordo de quem seria o vice de quem.

O outro motivo de Cristovam para procurar Frejat, foi a possibilidade de disputar o Senado na vaga prometida ao empresário Paulo Octávio (PP).

Segundo se informa, o ex-vice-governador do DF pode sair do jogo diante das orientações jurídicas dadas pelos seus advogados. P.O pode até disputar as eleições esse ano, mas em uma situação subjúdice já que é réu em sete processos judiciais.

Essa mesma vaga vem sendo perseguida pelo deputado distrital e presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT). O distrital abandonou a ideia de ser pré-candidato a governador pelo seu partido e trabalha para ter um lugar na majoritária liderada por Frejat.

Depois do racha da terceira via o próprio José Roberto Arruda (PR) deu uma forcinha para Alírio Neto para retornar a trincheira de onde nunca deveria ter saído, na opinião de um cacique político que integra a aliança de Frejat.

Alírio só viria com uma condição: para  ser o vice.

“Sem chance”, reagiu ao Radar um dirigente de partido.


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Ricardo Callado15/05/20185min

Com disputa interna de terceira via e estratégias equivocadas de Rollemberg PR explora favoritismo de Frejat

Por Por Kleber Karpov – Politica Distrital

No fim de semana, o senador Cristovam Buarque (PPS) publicou um vídeo para anunciar que embora a terceira via para a disputa ao cargo do governado do DF tivesse um nome, deixaria para o ‘anunciar’ em um segundo momento. Enquanto isso, no sábado (12/Mai), o Partido da República (PR) realizou a posse da comissão provisória zonal de Santa Maria. Quase espalhadas pelo DF.

No vídeo, ao lado de nomes como os deputados federais Izalci Lucas (PSDB), Rogério Rosso (PSD), o vice-governador do DF, Renato Santana, do mesmo partido e Wanderley Tavares (PRB), o anúncio de Cristovam foi recebido com críticas. Afinal, a mensagem foi recebida como uma espécie de ‘estou anunciando que não vou anunciar’.

Por outro lado, membros do próprio grupo patrocinam, o ‘fogo amigo’ para consumir, ou melhor, desgastar de modo a ver quem sobrevive para disputar o Buriti, se Izalci e Alírio.  Se soma a isso, a estratégia do governador, Rodrigo Rollemberg (PSB), de tentar associar as imagens dos rivais, à práticas de corrupção, para se contrapor aos aproximadamente 90% de rejeição na disputa eleitoral.

Estratégia que podem ser consideradas um ‘tiro no pé’, como analisa o ex-chefe da Casa Civil, Hélio Doyle (PDT), que também pode ser lançado, nos próximos dias. Em entrevista ao Panorama Político (PD)(10/Mai), Doyle condenou a estratégia adotada por Rollemberg, “Acho que não é isso o tom que se deve ter na campanha. O tom que se deve ter é o seguinte, o que vai ser feito para melhorar a vida dos brasilienses. Essa é a questão.”, disse.

Porém, para blindar uma chance real de emplacar o próximo governador, com o ex-deputado federal e ex-secretário de Saúde, o médico, Jofran Frejat (PR), o Partido da República (PR) que trabalha para desvincular os nomes do ex-deputado federal e ex-secretário de Saúde, o médico, Jofran Frejat, das sombras do ex-governador do DF, José Roberto Arruda e do ex-vice-governador, Tadeu Filippelli.

Esses, juntamente, com o ex-governador do DF, Agnelo Queiroz (PT), e outro nomes ligados a política do DF, de acordo com fontes de Política Distrital (PD) podem ser retirados de cena. Pois além de denúncias de desvio de dinheiro do Estádio Nacional Mané Garrincha, também devem responder por ações provenientes da segunda fase da Operação Panatenaico da Polícia Federal (PF), que investiga suspeitas de fraudes no processo licitatório das obras do BRT Sul, além do pagamento de vantagens financeiras indevidas a autoridades públicas.

Nesse contexto, a militância de Rollemberg e demais rivais tentam colar Frejat ao aliados políticos, réus em esquemas de corrupção, ao sugerir que esses devem ser responsáveis pela indicação do vice-governador.

Porém, com a resposta na ponta da língua, Frejat, faz questão de deixar claro que, mesmo na condição de secretário de saúde, em nenhum momento cedeu a pressão do ex-governador Joaquim Roriz, em permitir nomeações políticas naquela pasta. O postulante ao GDF deixa claro que a escolha do vice-governador será realizada, sem pressa e com muito critério.

Nesse contexto, o PR sob condução do economista, Alexandre Bispo, mesmo sobre terreno árido, aproveita o charminho da ‘terceira via’ e mais uma sequência de atrapalhadas de Rollemberg e cia para pavimentar a corrida de Frejat rumo ao Buriti.


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Ricardo Callado15/05/20182min

Por Isadora Teixeira

O Progressistas, antigo PP, reuniu pré-candidatos e assessores para anunciar apoio à pré-candidatura de Jofran Frejat (PR) para o Governo do Distrito Federal (GDF). O partido, que já havia manifestado interesse em formar alianças com a oposição ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB), se une oficialmente a outros no bloco formado por siglas como MDB, Avante e DEM.

A manifestação pública a favor de Frejat ocorreu na Associação dos Servidores da Câmara dos Deputados (Ascade). Na plateia, estavam em torno de 320 pessoas, de acordo com o presidente do Progressistas-DF e deputado federal, Rôney Nemer.

O parlamentar explicou o motivo de ter escolhido a chapa encabeçada pelo republicano: “Ele diz que quer resgatar Brasília. Aos 81 anos, mantém uma história limpa e não é agora que vai fazer diferente”, disse Nemer.

Rôney Nemer, porém, ainda esconde o jogo sobre seu próprio futuro político: não fala se tem pretensão de concorrer em outubro nem qual seria o cargo. O deputado federal tornou-se inelegível desde que foi condenado como possível beneficiário do esquema que ficou conhecido como Caixa de Pandora. Atualmente, o parlamentar tenta reverter a situação na Justiça.

Da Redação com informações do Metrópoles



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