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Ricardo Callado22/06/20183min

As festas juninas caíram no gosto popular também nas grandes cidades e é neste clima que centenas de jovens dançarinos de quadrilha de Distrito Federal, Entorno e vários estados brasileiros devem ocupar nesta sexta-feira (22), a partir das 15h, o Plenário Ulysses Guimarães da Câmara Federal.

A festa junina é considerada a segunda maior manifestação cultural do Brasil, perdendo apenas para o carnaval. As celebrações são realizadas ao longo dos meses de maio, junho, julho e agosto nas diversas regiões do Brasil. Além disso, as festas, com suas músicas, danças, fogueira e comidas típicas, movimentam a economia das cidades, gerando emprego e renda.

Segundo o deputado federal Izalci Lucas (PSDB-DF), autor da sessão pelo terceiro ano consecutivo, a homenagem é para os milhares de brasileiros que preservam essa cultura tão rica e trabalham o ano inteiro para o sucesso da festa. “O Movimento Junino é uma das mais importantes manifestações culturais do Brasil e é com muita honra e respeito que sempre apoiarei os quadrilheiros juninos”.

Em 2015, após a apresentação de emendas de Izalci Lucas, o Governo do Distrito Federal decidiu considerar as festas juninas como Política de Estado para tornar o incentivo permanente. “É importante defender a consolidação do arranjo produtivo das festas e dos grupos de quadrilha para desenvolver a economia local. Além disso, precisamos continuar fomentando a cultura entre os jovens para integrá-los e distanciá-los de problemas sociais e da violência”, disse Izalci.

Histórico

As festas juninas chegaram ao Brasil com a vinda da Corte Portuguesa. Inicialmente era uma festa restrita aos palácios, mas pouco tempo depois se tornou popular, com a união dos rituais indígenas. Alguns estudiosos afirmam que as festas juninas trazem grande influência da cultura dos portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Segundo eles, a quadrilha veio da França, a cultura dos fogos de artifícios da China e as danças com as fitas teriam vindo de Portugal e da Espanha.

“Queremos que as festas juninas tenham seu valor reconhecido tanto no Brasil como no exterior. É uma manifestação cultural que os brasileiros deixaram mais rica e temos condições de transformar a festa em um produto turístico tão importante quanto o carnaval”, finalizou Izalci Lucas.


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Ricardo Callado20/06/20183min
Jofran Frejat lidera a disputa ao GDF

Registrada no TSE, sob o número DF-04198/2018, a pesquisa O&P Brasil mostra um retrato de momento da disputa pela Governo do Distrito Federal. O pré-candidato Jofran Frejat (PR) é o favorito nas intenções de votos com 17,3%. O governador Rodrigo Rollemberg (PSB), que vai disputar a reeleição, surge com 9,5%. A ex-deputada Eliana Pedrosa (Pros) é a terceira, com 6%.

A pesquisa foi foi realizada entre três e oito de junho, com mil entrevistas. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

A quarta colocação é do deputado federal Izalci Lucas (PSDB), com 4,7%. Em seguida, vêm o General Paulo Chagas (PRP), com 4,6%. Fátima Sousa, do PSol, tem 3,1%, e o empresário Alexandre Guerra (Novo), com 3%. A sindicalista Rosilene Corrêa (PT) aparece com 2,2% das intenções de votos.

O elevado número de brasilienses que não votariam em nenhum dos candidatos é relevante: 40,1%. Esse percentual, somado aos que não sabem ou não responderam, atinge o patamar de 49,5%.

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) aparece em primeiro lugar no DF, com 23,4% das intenções de votos. Marina Silva (Rede) é a segunda colocada, com 10,8%. Ciro Gomes (PDT) é o terceiro, com 7,9%. Em seguida, vêm Álvaro Dias (Podemos), com 2,4%; Fernando Haddad (PT), com 1,8%; Manuela D’Ávila (PCdoB), com 1,5%, empatada com Henrique Meireles (MDB) e Geraldo Alckmin (PSDB). Levy Fidelix (PRTB) tem 0,7%; Guilherme Boulos (PSol), 0,6% e Rodrigo Maia (DEM), 0,5%. O número de eleitores que não optaram por nenhum dos candidatos listados atinge 39,1%. Outros 8,4% não souberam quem é o melhor ou não responderam. Sinal de que quase metade dos brasilienses (47,5%) também não escolheu ainda um nome para representá-los no Palácio do Planalto.

Quando incluído na pesquisa, o ex-presidente Lula fica em segundo atras de Bolsonaro que lideraria. O ex-presidente preso e inelegível aparece com 16,8% dos votos, enquanto o capitão da reserva do Exército soma, neste caso, 22,8%.


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Ricardo Callado18/06/20184min

Presidenciável tucano se reúne com Saulo Batista,  seu aliado mais próximo no PSDB-DF, e reafirma apoio à candidatura própria do partido ao Buriti

Geraldo Alckmin: “Izalci continua a frente do partido e será nosso candidato, isso está consolidado”

Em meio ao acirramento da disputa entre o pré-candidato ao governo, deputado Izalci Lucas, e o grupo dissidente do partido, que se opõe à sua permanência à frente da legenda no DF, o ex-governador Geraldo Alckmin, presidente nacional do PSDB, recebeu, neste sábado (16), em São Paulo, aquele que dentre os tucanos de Brasília é considerado seu aliado mais próximo: Saulo Batista, do Secretariado Nacional de Relações Trabalhistas e Sindical do PSDB. Na pauta, os rumos do partido na Capital Federal.

Alckmin foi direto ao questionar “qual o cenário?”, no que ouviu do correligionário ponderações sobre a necessidade de assegurar aos aliados que Izalci é, sim, o candidato do PSDB ao GDF. “A aliança é bem consistente, ampla, garante tempo de TV e nominatas que tornam a candidatura de Izalci bastante competitiva, mas, tem esses ataques constantes, de grupos aliados do governador Rollemberg, que tentam passar a percepção de insegurança jurídica e assim buscar enfraquecer nossa candidatura”, respondeu Saulo Batista.

O comandante tucano minimizou os impactos das movimentações dos dissidentes e reafirmou a definição sobre a candidatura de Izalci ao governo. “Essas tentativas de desestabilizar não tem nenhum efeito, isso só gera notícia, notinhas nos jornais. Não existe insegurança jurídica e nem qualquer indefinição. Izalci continua a frente do partido em Brasília e será o nosso candidato, isso está consolidado. Ele tem muito espaço pra crescer e, nessa aliança com Cristovam, tem tudo pra ser o próximo governador”.

“A aliança é bem consistente, ampla, garante tempo de TV e nominatas que tornam a candidatura de Izalci bastante competitiva, mas, tem esses ataques constantes, de grupos aliados do governador Rollemberg, que tentam passar a percepção de insegurança jurídica e assim buscar enfraquecer nossa candidatura”

Saulo Batista

Saulo Batista sugeriu uma resposta rápida, como forma de evitar quaisquer danos ao projeto eleitoral do partido no Distrito Federal. “Em que pese a boa relação que o senhor sempre manteve com o governador Rollemberg, é preciso preservar a autoridade do Diretório Regional frente a essas intervenções vindas de um governador de outro partido, fora de nosso arco de aliados”, destacou.

Durante a reunião, foram disparadas ligações tanto para o deputado Izalci quanto para Cristovam. Ficou acertado um encontro entre o senador e o presidente nacional do PSDB, ainda esta semana. “Faço muito gosto nessa aliança e eu vou ajudar a fortalecer essa costura”, encerrou Alckmin.


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Ricardo Callado18/06/20183min
Segundo o deputado Izalci Lucas (PSDB/DF), autor do pedido para a instalação do CDR/DF, a capital federal precisa urgente de ações que possam trazer para o DF opções de emprego e renda para os quase 400 mil desempregados hoje na capital federal

Brasília é uma das cinco regiões no Brasil a ser contemplada pelo Centro De Desenvolvimento Regional (CDR). Nesta terça-feira (19), no Centro Tecnológico da Unb (CDT), Campus Universitário Darcy Ribeiro, a partir das 9h, realiza-se a primeira oficina de implantação do CDR Brasília.

Os CDRs são centros de planejamento para encontrar soluções locais de desenvolvimento econômico sustentável nas várias regiões, atuando junto às universidades, poder público e o setor produtivo no sentido de conhecer as vocações locais e, a partir delas, identificar quais são os seus produtos e atividades econômicas com potencial de gerar mais riquezas e, assim, aumentar a renda e os empregos na região. O Distrito Federal foi escolhido como uma das cinco regiões brasileiras a receber o programa piloto de Centro de Desenvolvimento Regional.

Os CDRs são desenvolvidos pelo MEC, por meio do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGE), pela Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação com a colaboração do CNPQ, Capes, FINEP, bem como das Instituições de Ensino Superior no DF, tendo como principais parceiros as administrações regionais e o setor produtivo.

Segundo o deputado Izalci Lucas (PSDB/DF), autor do pedido para a instalação do CDR/DF, a capital federal precisa urgente de ações que possam trazer para o DF opções de emprego e renda para os quase 400 mil desempregados hoje na capital federal. “O que mais nos preocupa é que esse contingente de pessoas desempregadas pode subir se não fizermos algo para capacitá-los para as indústrias, assim como coloca-los como empreendedores”, disse. “Essa é uma situação que vem se arrastando e nenhum de nossos últimos governadores se importou ou sequer pensou a respeito disso”, lamentou o tucano. “São jovens que não têm perspectivas. Não vislumbram nenhum futuro. Para isso é preciso ação e, sobretudo, que essas ações possam mudar a vida desses jovens e dessas famílias”, completou.

Participarão dessa primeira oficina centros federais de Educação públicos e privados como CDT/UnB, IFB, UCB, UniCEub, UDF, IESB e UPIS


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Ricardo Callado12/06/20184min

O deputado federal Izalci Lucas, pré-candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) para disputar o Governo do Distrito Federal (GDF), foi o terceiro pré-candidato ao governo a ser sabatinado no Teatro Católica, na Universidade Católica de Brasília (UCB), por estudantes e professores nesta segunda-feira (11).

Contador, professor e político brasileiro, Izalci Lucas manteve durante todo o tempo do debate suas principais propostas focadas na educação e em oportunidades para a juventude. Segundo o parlamentar, “é preciso resgatar a educação do DF”, enfatizou. Além disso, lembrou que o DF possui 400 mil desempregados. Destes, 150 mil fazem parte da chamada “geração nem-nem”, que não estudam e nem trabalham.

Izalci classificou a pasta da educação como fundamental. “Minha obstinação é a educação. Precisamos de escolas com atração para os alunos, a maioria estão paradas no século XIX. Também é necessário implementar a educação em tempo integral”, disse. Outro ponto defendido foi a valorização e qualificação de professores. Segundo o deputado, o DF tem recurso, mas falta gestão. “Nossos docentes não são valorizados como em outros países. É necessário investir neles, melhor remunerá-los, investir em tecnologia de apoio”, apontou.

Construção Civil

Assim como em outros debates do Ciclo, o setor da Construção Civil foi citado como um dos que mais precisou demitir e foi caracterizado por não ser destravado devido à burocracia. Além de chamar atenção para construtoras que foram embora da cidade, o tempo médio de espera por alvarás e habite-se também foram citados.

Críticas ao Governo atual

O parlamentar teceu algumas críticas ao governo atual de Rodrigo Rollemberg. Além de dizer que as cidades estão abandonadas, Izalci também afirmou que o DF perde milhões de reais, já que muitos dos convênios não são executados. Outro ponto criticado foi a afirmação de que o atual governo não se reuniu, em nenhum momento, com a atual bancada do DF no Congresso Nacional.

Como solução para o DF, Izalci Lucas definiu o “desenvolvimento econômico” como a principal saída.

Ciclo de debates

As sabatinas dos pré-candidatos integram a programação do Ciclo de Debates “Perspectivas para o Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal”, organizado pela UCB.

Entrevistaram Izalci Lucas (PSDB) os professores da UCB Creomar de Souza, professor de Relações Internacionais e chefe de gabinete da Reitoria; Marcelo Estrela Fiche, coordenador do curso de Economia; e o convidado da Universidade de Brasília (UnB), o professor Roberto Ellery.


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Ricardo Callado08/06/20182min
A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (6) relatório do deputado federal Izalci Lucas (PSDB/DF) ao Projeto de Lei 463/15 que destina 20% dos recursos arrecadados com as loterias federais para a Educação Básica.
Segundo o parlamentar tucano, a Educação Superior já recebe recursos da mesma fonte, mas os ensinos fundamental e médio não têm sido contemplados.
“O projeto vem corrigir essa distorção priorizando o financiamento da Educação Básica”, explicou Izalci. “A formação inicial não pode ser deficitária como é hoje”, lamentou o tucano.
O projeto, de autoria do deputado Marx Beltrão (PSD/AL), segue agora para as Comissões   Finanças e Tributação, e de Constituição, Justiça e Cidadania.
Para Izalci Lucas, a proposta que tramita em caráter conclusivo nas comissões, deve ser aprovada e passa a valer logo em seguida.

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Ricardo Callado07/06/20181min

Geraldo Alckmin e Izalci Lucas estiveram juntos nessa quarta-feira (6) para acertarem as agendas e discutir os principais pontos das campanhas à Presidência da República e ao Governo do Distrito Federal.

Para o cacique tucano, o PSDB/DF fez uma forte aliança (PSD,PPS,PSC,PRB,PSDC, Patriota e PSL) e o Izalci Lucas reúne todas as condições de uma candidatura vitoriosa: “Izalci é uma pessoa que ama o Distrito Federal, ama o povo, tem serviço prestado e se identifica com a população. Nós ficamos muito felizes, muito honrados de termos Izalci como nosso pré-candidato ao Governo do Distrito Federal”, afirmou. Alckmin. Confira o vídeo!


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Ricardo Callado05/06/20185min

Promulgada e publicada em 9 de abril, a Lei Complementar 162/18 institui o refinanciamento para micro e pequenas empresas em todo o país. Conhecido popularmente como refis das MPE’s, o programa oferece melhores condições de parcelamento para o pagamento das dívidas. A nova lei abrange débitos vencidos até novembro de 2017.

O projeto foi aprovado pelo Senado no final de 2017 e vetado na íntegra pelo presidente da República, Michel Temer. Porém, o Congresso Nacional derrubou o veto no início de abril, após reivindicação de setores ligados ao empreendedorismo.

Segundo a Receita Federal, até fevereiro deste ano, mais de 30 mil micro e pequenas empresas estavam inadimplentes no Distrito Federal. Os débitos totalizavam mais de R$ 560 milhões. Para o diretor superintendente do Sebrae do Distrito Federal, Rodrigo Sá, o refinanciamento colabora para que os micro e pequenos empresários se mantenham no mercado. “Essas empresas não tinham condição de arcar com essa despesa. E agora, eles vão poder refinanciar isso com prazo de até 175 parcelas que dá condição de que o pequeno se mantenha no mercado e seja, também, legal com o Simples Nacional”, diz.

O refis das micro e pequenas empresas prevê o pagamento de, no mínimo, 5% do valor total da dívida, durante as primeiras cinco parcelas. Caso isso não seja feito, o parcelamento será automaticamente cancelado. O restante da dívida poderá ser quitado da seguinte forma: em parcela única, com redução de 90% dos juros, 70% das multas de mora e 100% dos encargos legais. Para parcelamentos em 145 prestações, os benefícios serão de 80% dos juros, 50% das multas e 100% dos encargos legais. Pagamentos em 175 parcelas terão redução de 50% dos juros, 25% das multas e 100% dos encargos.

Na opinião do deputado federal Izalci Lucas, do PSDB do Distrito Federal, após aprovar o refinanciamento para outros setores, o Congresso deveria aprovar o refis para as micro e pequenas empresas. “Na prática, o Congresso aprovou o refis para o sistema financeiro, que foi uma mãe com o sistema financeiro. Depois aprovamos para as grandes empresas. Não tinha sentido não aprovar para as pequenas e micro empresas”, defende o parlamentar.

No caso dos microempreendedores individuais, a prestação mensal deverá ser de, no mínimo, R$ 50. Para micro e pequenas empresas, o valor da parcela não poderá ser inferior a R$ 300. Segundo o Sebrae, cerca de 600 mil micro e pequenas empresas estão inadimplentes com a Receita Federal em todo o país. Os débitos chegam a aproximadamente R$ 20 bilhões.

Débitos

De acordo com estudo da Serasa Experian, em dezembro de 2017, o número de micro e pequenas empresas inadimplentes chegou a 4,937 milhões. Trata-se do maior número de inadimplência já apurado pela empresa desde março de 2016, quando o levantamento passou a ser feito. A quantidade de micro e pequenas empresas com dívidas atrasadas em dezembro de 2017 é 10,8% superior ao registrado em dezembro de 2016, quando o número era de 4,455 milhões.

Congresso

Para aprovar o Refis, o Congresso Nacional precisou derrubar o veto do presidente Michel Temer ao Projeto de Lei Complementar 171/15, do deputado Geraldo Resende, do PSDB do Mato Grosso do Sul. O projeto havia sido aprovado pelo Congresso em dezembro, mas foi barrado pelo presidente da república em janeiro por limitações orçamentárias. Entre os deputados, o veto foi derrubado por 346 votos a um. No senado, o placar foi de 53 votos a zero. Todas as empresas incluídas no Simples Nacional podem aderir ao Refis.


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Ricardo Callado31/05/20181min

CB – Ligado a Cristovam há mais de 20 anos e ex-secretário de Educação por três vezes, Marcelo Aguiar aceitou o convite para escrever e coordenar o programa de governo na área da educação de Izalci Lucas (PSDB), caso o tucano mantenha a aliança com o PPS.

Aguiar vai concorrer pela primeira vez a uma vaga de deputado federal. O brasiliense foi secretário de Educação nos governos de Rogério Rosso e Agnelo Queiroz, e uma vez de Ensino Integral, na gestão de José Roberto Arruda.

Ele também foi secretário executivo do Ministério do Trabalho e secretário Nacional do Bolsa Escola no MEC. Consultor do BID e do Banco Mundial, trabalhou na África e América Latina, na implantação de programas de educação e combate à pobreza pela ONG Missão Criança, de Cristovam.


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Ricardo Callado29/05/20182min
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4361/12, que destina, por até cinco anos, 20% dos recursos arrecadados com multas aplicadas por órgãos integrantes do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama) para políticas públicas e ações de educação ambiental.
O texto – apresentado em conjunto pelos deputados Sarney Filho (PV-MA) e Izalci Lucas (PSDB-DF), além da ex-deputada Telma Pinheiro – altera a Lei 9.795/99, que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental. Também foi aprovado o PL 4472/12, de Sarney Filho, que tramita apensado e tem o mesmo objetivo.
O relator na Comissão de Finanças, deputado Renato Molling (PP-RS), votou pela adequação orçamentária e financeira da proposta e do apensado, este com emendas para permitir a vinculação dos recursos por no máximo cinco anos. Esse prazo é uma imposição da atual Lei de Diretrizes Orçamentárias (13.473/17).

Tramitação

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, já havia sido aprovada pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.


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