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Ricardo Callado04/06/20187min

Idade avançada, tabagismo, sobrepeso, distúrbios hormonais, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, estresse, DST’s, endometriose, varicocele e muitos outros fatores podem ser responsáveis pela infertilidade conjugal, que atinge 15% dos casais brasileiros em idade reprodutiva. É cada dia mais comum a busca de ajuda médica especializada por casais que estão tentando ter filhos. Levantamento feito pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) revela que o número de tratamentos para engravidar aumentou 149,79% em cinco anos.

De acordo com os especialistas em Reprodução Humana, Jean Pierre Barguil Brasileiro e Vinicius Medina Lopes, diretores do Instituto Verhum, cerca de 30% dos casos de infertilidade de um casal são atribuídos à mulher, 30 % aos homens e em 20% dos casos o problema está presente em ambos os parceiros. Os 20% restantes representam a chamada infertilidade sem causa aparente, que requer uma investigação maior do casal infértil por parte do especialista.

A infertilidade conjugal é caracterizada pela ausência de gravidez em um casal com vida sexual ativa e relações sexuais regulares sem uso de medidas anticonceptivas por um período de um ou mais anos. investigação da infertilidade deve ser sempre feita com o casal. “É preciso avaliar as condições reprodutivas do homem e da mulher para fazer um diagnóstico preciso das causas da infertilidade e indicar o tratamento mais adequado”, ressalta o médico Jean Pierre Barguil Brasileiro.

“Um jovem casal com vida sexual ativa pode esperar até dois anos para que a gravidez aconteça naturalmente. No entanto, quando a mulher já tem mais de 30 anos e a gravidez não acontece, a busca de ajuda médica especializada não deve esperar mais que um ano. Nos casos em que a mulher atingiu 35 anos, recomenda-se que o casal busque um especialista com no máximo seis meses de tentativa”, esclarece, Vinicius Medina Lopes. 

É cada dia mais comum a mulher resolver ter filhos com uma idade mais avançada, justamente quando sua fertilidade começa a entrar em declínio. “A mulher que pretende adiar sua maternidade deve dobrar a atenção para os cuidados com a sua saúde e sua condição de fertilidade”, afirma Vinicius Medina Lopes. “O congelamento de óvulos é uma alternativa para preservar a fertilidade da mulher que deseja ser mãe, mas precisa adiar a gravidez pelos mais variados motivos. É importante, porém, que o congelamento seja feito até os 35 anos de idade, pois a partir dessa idade a quantidade e qualidade dos óvulos caem consideravelmente”, acrescenta Jean Pierre Barguil Brasileiro.

Para que a gravidez aconteça de forma espontânea, os especialistas recomendam uma vida sexual saudável com uma frequência de três relações por semana. Dormir bem, ter uma alimentação equilibrada, manter-se no peso adequado, evitar bebidas alcoólicas em excesso, não fumar e controlar o estresse também são hábitos que contribuem para a saúde reprodutiva do casal.

Sobre o Instituto Verhum

Referência nacional na área de Reprodução Assistida, o Instituto é dirigido pelos médicos Jean Pierre Barguil Brasileiro e Vinicius Medina Lopes. Para garantir atendimento integral aos casais inférteis, o serviço conta com uma equipe médica altamente qualificada nas especialidades de reprodução assistida, andrologia, ginecologia geral e obstetrícia, genética, ginecologia oncológica,  psicologia, ultrassonografia e endoscopia ginecológica. Desde sua fundação, há 11 anos, o Instituto já tem registrado centenas de bebês nascidos através de procedimentos de reprodução assistida, como a inseminação e a fertilização in vitro.

Com sede localizada no Lago Sul, em Brasília, o Instituto Verhum  tem unidades de atendimento também na Asa Norte e Asa Sul e aposta no atendimento humanizado através de um ambiente acolhedor e uma equipe multidisciplinar atenta a todos os detalhes, para transmitir confiança, segurança e discrição. O serviço investe no que existe de mais atual e seguro nos tratamentos de reprodução humana, com equipamentos de última geração, aliando os conceitos de modernidade e inovação.


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Ricardo Callado23/04/201811min

Uma simples informação pode resolver alguns problemas de infertilidade. Cerca de 60% dos casos são revertidos com tratamentos simples sem precisar recorrer a uma técnica mais complexa de reprodução assistida. O projeto “Ser Mãe ao Alcance de Toda Mulher”, promovido pelo Instituto Verhum, tem como proposta ajudar casais inférteis de baixa renda através de consulta e aconselhamento reprodutivo. Os casais interessados podem agendar uma consulta gratuita através do telefone (61) 3365-4545. 

Em homenagem ao Dia das Mães, o Projeto Ser Mãe ao Alcance de Toda Mulher vai realizar o atendimento gratuito de 100 casais inférteis no mês de maio. As consultas serão realizadas nos sábados, dias 5, 12, 19 e 26 de maiodas 8 às 12 horas. O projeto, mantido pelo Instituto Verhum, tem como objetivo oferecer consulta gratuita para casais inférteis de baixa renda e aconselhamento reprodutivo para que eles aumentem suas chances de uma gravidez natural. Os casais interessados em participar podem obter mais informações e agendar o atendimento através do telefone (61) 3365-4545. O atendimento será realizado na sede do Instituto Verhum, no Edifício Medical Plaza, QI 3, Lago Sul, mediante inscrição prévia por telefone e dentro do limite das vagas.

As pacientes inscritas no projeto devem levar seus exames mais atuais e comparecer acompanhadas de seus parceiros no dia marcado para o atendimento. A investigação da infertilidade deve ser feita sempre com o casal.

Projeto Ser Mãe

Idealizado em 2006 pelos médicos Jean Pierre Barguil Brasileiro e Vinicius Medina Lopes, diretores do Instituto Verhum, o projeto de responsabilidade social já realizou mais de  mil  consultas gratuitas para casais com infertilidade, além de centenas de exames como o espermograma e ecografia.

A proposta do projeto “Ser Mãe ao Alcance de Toda Mulher” é ajudar casais que não têm acesso ao tratamento na rede pública e que podem aumentar as chances de uma gravidez com um aconselhamento reprodutivo ou tratamentos mais simples. “Muitas mulheres podem ser tratadas com recursos simples, como medicamentos que corrigem um distúrbio de ovulação, por exemplo”, esclarece o ginecologista Vinicius Medina Lopes, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum. “Uma simples informação pode solucionar alguns casos de infertilidade conjugal e trazer a gravidez tão esperada”, acrescenta o ginecologista Jean Pierre Barguil Brasileiroespecialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum.

Infertilidade

A infertilidade conjugal acomete cerca de 15¨% dos casais brasileiros e é caracterizada pela ausência de gravidez em um casal com vida sexual ativa e que não usa medidas anticonceptivas por um período de um ou mais anos. Cerca de 60% dos casos de infertilidade são revertidos com tratamentos simples sem precisar recorrer a uma técnica mais complexa de reprodução assistida, como fertilização in vitro ou a inseminação artificial, para ter um filho.

Do total, cerca de 30% dos casos de infertilidade de um casal são atribuídos à mulher, 30 % aos homens e em 20% dos casos o problema está presente em ambos os parceiros. Os 20% restantes representam a chamada infertilidade sem causa aparente, que requer uma investigação maior do casal infértil por parte do especialista.

Várias são as causas que podem levar à infertilidade na mulher, dentre elas as doenças sexualmente transmissíveis (DST’s), os distúrbios hormonais, obstrução nas trompas, problemas de malformação ou tumores no útero, endometriose e ovários policísticos.

No homem, a varicocele (varizes na bolsa escrotal) é uma das causas mais comuns da infertilidade e consiste na dilatação anormal das veias que drenam o sangue na região dos testículos. A baixa produção de espermatozoides pelo testículo, causada por alterações hormonais, a mobilidade dos espermatozoides e a qualidade do sêmen são alguns dos fatores que influenciam na fertilidade masculina. Há também causas genéticas em pacientes que não têm espermatozoides (azoospermia) ou que apresentam uma concentração inferior a cinco milhões de espermatozoides por mililitro de sêmen (oligozoospermia severa).

As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s), o uso de cigarro e o consumo de álcool também podem comprometer a fertilidade.

Hábitos podem ajudar a fertilidade

A mudança de hábitos pode colaborar com a fertilidade do casal. “Ter uma alimentação saudável, manter-se no peso adequado, praticar atividade física regular, não fumar, evitar bebidas alcoólicas em excesso e dormir bem são medidas que aumentam a capacidade reprodutiva”,  explica Vinicius Medina Lopes. “Para aumentar as chances de uma gravidez natural, é importante que o casal controle o estresse e a ansiedade, saiba o período fértil da mulher e tenha uma vida sexual saudável com uma frequência de três relações por semana,” acrescenta Jean Pierre Barguil Brasileiro.  

Sobre o Instituto Verhum

Referência nacional na área de Reprodução Assistida, o Instituto é dirigido pelos médicos Jean Pierre Barguil Brasileiro e Vinicius Medina Lopes. Para garantir atendimento integral aos casais inférteis, o serviço conta com uma equipe médica altamente qualificada nas especialidades de reprodução assistida, andrologia, ginecologia geral e obstetrícia, genética, ginecologia oncológica,  psicologia, ultrassonografia e endoscopia ginecológica. Desde sua fundação, há 11 anos, o Instituto já tem registrado centenas de bebês nascidos através de procedimentos de reprodução assistida, como a inseminação e a fertilização in vitro.

Com sede localizada no Lago Sul, em Brasília, o Instituto Verhum  tem unidades de atendimento também na Asa Norte e Asa Sul e aposta no atendimento humanizado através de um ambiente acolhedor e uma equipe multidisciplinar atenta a todos os detalhes, para transmitir confiança, segurança e discrição. O serviço investe no que existe de mais atual e seguro nos tratamentos de reprodução humana, com equipamentos de última geração, aliando os conceitos de modernidade e inovação.



Ricardo Callado29/01/20187min

De acordo com os especialistas, a prevenção vai além do uso do preservativo nas relações sexuais. É preciso evitar comportamentos de risco. Os casos de DST’s têm aumentado, consideravelmente, nos últimos anos, no Brasil e no mundo, a população precisa se conscientizar e voltar a tomar cuidados, e as campanhas educativas deveriam acontecer o ano inteiro, não apenas no verão e no Carnaval.

Adotar um comportamento sexual responsável pode reduzir significamente o risco de infecção por Doenças Sexualmente Transmissíveis. Grave problema de saúde pública, as DST’s estão entre as principais causas da infertilidade, além de desencadearem outras complicações sérias como aborto, doenças neonatais e até mesmo o câncer do colo do útero devido à infecção pelo HPV, podendo levar à morte. Além de prevenir várias doenças, o sexo seguro evita a gravidez indesejada.

“Usar preservativo em todas as relações sexuais ainda é a principal forma de prevenção, mas não é a única. É preciso evitar contato sexual com pessoas desconhecidas e sob efeito de álcool e drogas, evitar ter vários parceiros, observar sinais de DST’s no parceiro (lesões, verrugas, secreções) e não ter relação sexual caso, qualquer dos parceiros, esteja com alguma infecção nos órgãos genitais. Esses são cuidados que minimizam o risco de ser infectado por uma DST”, adverte o ginecologista Vinicius Medina Lopes, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum. “Antes de iniciar um relacionamento é importante conversar com o parceiro e tomar todos os cuidados para uma relação sexualmente segura. O casal deve levar em conta o histórico sexual e possíveis doenças que cada um dos parceiros possa ter”, acrescenta o médico Jean Pierre Barguil Brasileiro, especialista em Reprodução Assistida e diretor do Instituto Verhum. Os dois especialistas compartilham da mesma opinião: “As pessoas voltaram se descuidar nos últimos anos, a população precisa ser conscientizada e as campanhas educativas devem acontecer o ano inteiro e não apenas no verão”.

A transmissão das DST’s pode acontecer pelo contato sexual oral, vaginal ou anal e o contágio pode ocorrer mesmo que o ato sexual não seja consumado. Transmitidas, principalmente, por contato sexual sem proteção com uma pessoa que esteja infectada, as DST’s são causadas por vários agentes etiológicos (infecciosos) como vírus, fungos, protozoários e bactérias. A transmissão também pode acontecer de mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto, através do compartilhamento de agulhas e seringas e nas transfusões de sangue. A gonorreia, a clamídia, o HPV, a tricomoníase, a sífilis, cancro mole, herpes genital, hepatite B e a Aids são as DST’s mais conhecidas. O Papilomavírus Humano (HPV) é considerado uma das doenças sexualmente transmissíveis de maior incidência no mundo. O câncer do colo do útero, conhecido como cervical, é causado pela infecção persistente de alguns tipos de HPV.

Pelo menos 25% dos casos de infertilidade são atribuídos às Doenças Sexualmente Transmissíveis. “A fertilidade de ambos os sexos pode ser comprometida por essas doenças. Essas infecções, quando não são tratadas logo e adequadamente, podem causar danos irreversíveis ao aparelho reprodutor”, afirma o médico Jean Pierre Barguil Brasileiro.

Nas mulheres, doenças como a gonorreia e a clamídia, por exemplo, causam inflamação das trompas, provocam a obstrução das mesmas, impedindo a gravidez pelo processo natural ou causando a gestação ectópica. Nos homens, essas patologias obstruem os condutos deferentes, os canais por onde passam os espermatozoides. Segundo os especialistas, evitar infecções é fundamental para preservar a fertilidade. .

Feridas (úlceras) dolorosas ou não, verrugas e bolhas nos órgãos genitais, corrimento, mau cheiro, dor pélvica, ardência ou coceira, sentidas principalmente no ato de urinar ou durante as relações sexuais podem ser sinais de DST. “Ao perceber qualquer um desses sintomas, é importante procurar imediatamente o médico e fazer com que o parceiro faça o mesmo. Se diagnosticada alguma doença sexual, o tratamento deve ser feito pelo casal. Se só um dos parceiros tratar, o problema persistirá e poderá evoluir causando complicações graves,” esclarece o médico Vinicius Medina Lopes. Os exames preventivos anuais também são indispensáveis, uma vez que essas doenças podem evoluir de forma assintomática.

Sobre o Instituto Verhum

Referência nacional na área de Reprodução Assistida, o Instituto é dirigido pelos médicos Jean Pierre Barguil Brasileiro e Vinicius Medina Lopes. Para garantir atendimento integral aos casais inférteis, o serviço conta com uma equipe médica altamente qualificada nas especialidades de reprodução assistida, andrologia, ginecologia geral e obstetrícia, genética, ginecologia oncológica, psicologia, ultrassonografia e endoscopia ginecológica. Desde sua fundação, há 11 anos, o Instituto já tem registrado centenas de bebês nascidos através de procedimentos de reprodução assistida, como a inseminação e a fertilização in vitro.

Com sede localizada no Lago Sul, em Brasília, o Instituto Verhum tem unidades de atendimento também na Asa Norte e Asa Sul e aposta no atendimento humanizado através de um ambiente acolhedor e uma equipe multidisciplinar atenta a todos os detalhes, para transmitir confiança, segurança e discrição. O serviço investe no que existe de mais atual e seguro nos tratamentos de reprodução humana, com equipamentos de última geração, aliando os conceitos de modernidade e inovação.



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