GDF

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Ricardo Callado22/02/20183min

Os interessados em qualificação profissional terão do dia 17 a 26 de fevereiro para se inscreverem no processo seletivo da Fábrica Social, unidade da Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (Sedestmidh). O Edital de Chamada Pública foi divulgado no Diário Oficial do Distrito Federal na quarta-feira (14).

Serão ofertadas duas mil vagas e mais cadastro reserva em seis cursos gratuitos: Confecção Industrial e Malharia (1.000 vagas); Confecção Industrial em Máquina Reta (800 vagas); Instalação e Manutenção de Sistemas Fotovoltaicos (Painéis Solares com 50 vagas); Produção e Cultivo de Alimentos Saudáveis (Hortas com 50 vagas); Marcenaria Criativa (com materiais recicláveis e 50 vagas) e Construção Civil (com 50 vagas).

Para participar do processo seletivo é necessário estar inscrito no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal, residir no DF, ter familiar de R$ 170,00, possuir idade mínima de 16 anos e não ter participado de nenhum curso ofertado pela Fábrica. As inscrições podem ser feitas pela internet, www.trabalho.df.gov/fabrica-social.html, preencher o formulário, ou por telefone, pelo número ‪0800 645 9445, nos dias úteis das 7h ‪às 19h, e aos sábados domingos e feriados no horário das 8h ‪às 18h.

Os dois mil novos alunos serão selecionados via sorteio, por meio de sistema informatizado, no próximo dia 27. Os ganhadores serão informados por telefone, entre os dias 28 e ‪2 de março, para que seja agendada a efetivação da matrícula, que será feita pessoalmente na Fábrica. A lista dos selecionados será divulgada por este site.

As vagas serão destinadas da seguinte forma: 85% para cadastro geral; 5% para pessoas com deficiência – PCD; 5% para idosos PI (60 anos completos ou a completar até ‪01/03/2018) e 5% para adolescentes em conflito com a lei – ACL, a partir de 14 (quatorze) anos completos e 18 (dezoito) anos incompletos, ambos até ‪01/03/2018, que já cumpriram medida socioeducativa ou que a estejam cumprindo, em regime semiaberto ou aberto.


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Ricardo Callado21/02/20183min

Ato na tarde desta quarta (21) teve a participação de representantes de todos os órgãos do Executivo local

Com o objetivo de pactuar as ações de todos os órgãos do governo de Brasília para 2018, o governador Rodrigo Rollemberg e a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, assinaram um termo simbólico em solenidade no Palácio do Buriti na tarde desta quarta-feira (21).

O governador Rollemberg e a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos assinaram o termo nesta quarta-feira (21), no Palácio do Buriti.
O governador Rodrigo Rollemberg e a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, assinaram o termo nesta quarta-feira (21), no Palácio do Buriti. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

Participaram do evento titulares ou representantes de todas as secretarias de Estado e das outras pastas do Executivo local, como fundações e autarquias.

“Todos aqui são fundamentais para o funcionamento do nosso governo. Sem o investimento na gestão de vocês, não seríamos capazes de apresentar os resultados dos últimos três anos”, agradeceu o governador.

Leany explicou que a gestão atual se fundamenta em contratos, chamados de acordos de resultados. “Os documentos são feitos com base em objetivos específicos estabelecidos para a administração de Brasília.”

Ela ressaltou que o cumprimento das metas aumentou anualmente. Em 2016, 44% delas foram alcançadas. Em 2017, 57%. A estimativa é que 70% sejam efetuadas até o fim deste ano.

A assinatura teve caráter simbólico porque os acordos com cada órgão foram firmados em ocasiões diferentes. Segundo a secretária Leany Lemos, 21 documentos com 221 indicadores de desempenho fazem parte das metas para 2018.


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Ricardo Callado16/02/20186min

Autoridades do Distrito Federal vistoriaram, na manhã desta sexta-feira (16), a Ponte do Bragueto, que liga a Asa Norte ao Lago Norte e desemboca na rodovia BR-020 (Brasília-Fortaleza). Após constatar que veículos de mais de 4 metros de altura têm se chocado com a superfície da ponte, o governo local decidiu acoplar pórticos à estrutura, que devem estar prontos até a próxima terça-feira (20), e intensificar a sinalização, para que desviem da via de teto mais baixo.

Outra mudança deverá ser o aumento do limite de peso suportado pela ponte e por duas novas que serão erigidas.

“Viemos ver o que está sendo feito. O laudo do DER [Departamento de Estradas de Rodagem] mostra que a estrutura da ponte está preservada. De qualquer forma, estão melhorando os drenos, reforçando as lajes”, disse o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg.

O diretor-geral do DER-DF, Márcio Buzar, reiterou a fala de Rollemberg e explicou que, de fato, o concreto não está vergastado por desplacamento, isto é, corrosão. “Vamos fazer uma barreira anterior, sinalizada, para que o caminhão pare e saia dessa via inferior na L4. Caso [a colisão] persista, vamos fazer uma barreira mecânica, porque aí o veículo não passa de jeito nenhum. Mas a ideia é aumentar a sinalização”, afirmou.

Na reestruturação, iniciada no último domingo (11), equipes do DER e da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) planejam, além de construir os pórticos de proteção, erguer as fundações de duas pontes alternativas, serpenteando a ponte principal já existente. Segundo o governador, a expectativa é que sejam inauguradas até o final do ano e que, até maio, estejam liberados todos os viadutos da Asa Norte.

Limite de peso

Brasília - O governador Rodrigo Rollemberg, vistoria intervenções na Ponte do Bragueto (Tony Winston/Agência Brasília)
Ponte foi construída para suportar até 36 toneladas; limite passa para 45 toneladas (Foto Tony Winston/Agência Brasília)
 

O trabalho exigirá muito cuidado, já que, de um dos lados, há uma rede de alta tensão. Conforme esclarecimento de Buzar, pretende-se aumentar, no caso da Ponte do Bragueto, o chamado trem-tipo, ou seja, a capacidade de tráfego suportada. Construída em 1960, a estrutura foi projetada para aguentar até 36 toneladas, mas deverá ter o limite de carga expandido para 45 toneladas, como as duas novas pontes.

“De qualquer forma, a gente vai precisar melhorar a parte interna. No Eixão, o tráfego de caminhões pesados é proibido. Vamos elevar o trem-tipo para permitir sua circulação”, reconheceu Buzar.

Ele acrescentou que uma eventual interdição no trecho poderá ocorrer, mas ficará condicionada à conclusão das duas pontes. De acordo com Buzar, a vibração sentida no local é normal em vãos dessa dimensão, que, no caso da Ponte do Bragueto, é de 60 metros. A vibração é mais fortemente percebida quanto maior a estrutura, como é o caso da Ponte Honestino Guimarães.

“O que é importante aqui são 11 vigas contínuas que existem nessa ponte. Quando o caminhão passa, vem com uma alta velocidade, há o que a gente chama na física de quantidade de movimento, que é transferida para a ponte.”

Ele não informou qual o valor aplicado à obra, limitando-se a destacar que o governo está “fazendo com obra direta, material da Novacap e do DER”.

O governador, por sua vez, disse que somente as obras feitas pela Novacap totalizam R$ 117 milhões, entre edificações de infraestrutura, de recuperação e de reforço de estrutura, ao longo dos últimos três anos. “[Os recursos] foram de várias outras fontes, inclusive de financiamento do Banco do Brasil.

Gastamos em torno de R$ 42 milhões na infraestrutura da rodoviária de Brasília, quatro viadutos na S1 e na N1, R$ 15 milhões para a recuperação de uma barragem no córrego do Gama, na Vargem Bonita, que estava quase desmoronando, fizemos a recuperação de um viaduto em Ceilândia, onde morreram duas crianças afogadas. Fizemos a recuperação do Córrego Cortado, na Avenida Elmo Serejo [Taguatinga], e também perto do Parque [Distrital do Gama] da Prainha, na DF-290”, ressaltou.

O diretor-geral do DER disse ainda que a Ponte das Garças, que fica sobre o Lago Paranoá, na região do Lago Sul, deverá ser vistoriada ainda no decorrer desta semana.


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Ricardo Callado10/02/20182min

Com equipamentos, DER-DF terá informações detalhadas do tráfego de veículos e da dinâmica da estrutura, que passou por inspeção no vão interior neste sábado (10)

O governo instala, neste sábado (10), sensores para monitorar toda a movimentação na Ponte do Bragueto. Técnicos do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), com o apoio do Corpo de Bombeiros Militar, inspecionaram o vão no interior da estrutura.

Em nova vistoria hoje, o diretor-geral do departamento, Márcio Buzar, afirmou que a construção é segura. “Quando foi elaborado o projeto das duas pontes laterais (do Trevo de Triagem Norte), foi feito um laudo pelo calculista, que aponta que a ponte não tem qualquer risco de desmoronar.”

Com os equipamentos instalados hoje, o departamento terá informações detalhadas de todo o tráfego de veículos da ponte, que já é monitorada permanentemente pelo órgão com equipamento topográfico.

Instalação de barreiras físicas

Para impedir que veículos continuem desrespeitando o gabarito da ponte, que é de quatro metros, e batam na parte inferior, causando buracos na estrutura, o DER vai instalar semi-pórticos que obstruam a passagem de carros mais altos que o permitido.

Por causa da vistoria e instalação dos sensores, parte do trânsito embaixo da ponte, no sentido Asa Norte, está sendo interditado à medida que o trabalho exige.


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Ricardo Callado07/02/20186min

Verba é oriunda da reserva de contingência, e aplicação prioritária será nos trabalhos do Eixão Sul. Medida foi anunciada nesta quarta (7) pelo governador Rodrigo Rollemberg e faz parte de um conjunto de ações, como a contratação de empresas para monitorar esse tipo de estrutura e elaborar projetos de recuperação

O governo de Brasília destinará R$ 50 milhões da reserva de contingência para obras necessárias em viadutos e pontes, com prioridade para as intervenções na Galeria dos Estados, onde parte do viaduto caiu na manhã dessa terça (6).

A verba se soma a outras rubricas já disponíveis no orçamento. O anúncio foi feito pelo governador Rodrigo Rollemberg, no Palácio do Buriti, na tarde desta quarta-feira (7), em entrevista coletiva.

Na ocasião, ele também informou mudança no comando do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF). Henrique Luduvice será substituído por Márcio Buzar, atual diretor de Edificações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap).

Além disso, o chefe do Executivo determinou:

  • Que a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) vistorie até sexta-feira (9) os viadutos e pontes listados em relatório do Tribunal de Contas do DF
  • A contratação emergencial de empresa especializada para monitorar permanentemente viadutos, passarelas e pontes
  • A contratação de empresa para, com os diagnósticos, elaborar projetos de recuperação de viadutos e pontes no menor prazo possível

O governador agradeceu o apoio de entidades e especialistas que se colocaram à disposição para ajudar a minimizar os problemas decorrentes da queda do viaduto e repudiou a tentativa de uso político da situação diante da gravidade.

“Há muitos anos, várias entidades, como o Crea [Conselho Regional de Engenharia e Agronomia] e a UnB [Universidade de Brasília], alertavam sucessivos governos das condições inadequadas dessas obras, e nenhuma providência foi tomada”, destacou Rollemberg, antes de pontuar as medidas tomadas desde o início da atual gestão, em 2015.

De 13 intervenções necessárias apontadas em relatório do Tribunal de Contas do DF de 2011, quatro foram feitas e uma está em andamento.

Além disso, o chefe do Executivo citou reparos de equipamentos que não constam do documento do órgão, como a drenagem de viaduto em Ceilândia e a recuperação de barragem no Park Way.

“Nós não apenas devolveremos o viaduto novo e seguro, mas daremos tranquilidade total à população em relação a todos os equipamentos públicos”, afirmou. No total, desde 2015, foram investidos R$ 67,7 milhões em obras nesse tipo de estrutura.

Reserva de contingência é previsão legal da LDO

A reserva de contingência, de onde sairão os R$ 50 milhões anunciados, é uma previsão legal da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Segundo a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, 3% do orçamento é destinado à reserva.

Do montante, 2% são para emendas parlamentares e 1% para emergências. “É uma medida para dar celeridade. Os recursos não precisam ser solicitados, já estarão disponíveis para a Novacap”, explicou.

Trabalhos no viaduto da Galeria dos Estados

Coordenado pela Casa Civil, o grupo responsável pela avaliação técnica no viaduto danificado já iniciou os trabalhos com a participação de especialistas. Ainda não foi definido se a estrutura precisará ser totalmente demolida.

De qualquer maneira, há consenso sobre a necessidade de escoramento (sistema para sustentar a parte que não desabou). “Ele é fundamental em qualquer tomada de decisão, mas só pode ser feito com segurança”, avaliou Buzar, que assumirá o DER-DF.

O engenheiro disse que, hoje, a maior dificuldade da equipe é acessar o local e que isso só ocorrerá com garantia de segurança. Um projeto para o escoramento está em andamento. Quando isso ocorrer, será colhido material, como aço e concreto. De acordo com ele, está acordado que a UnB fará as análises.

Duas equipes da Novacap atuam em projetos. Enquanto uma trabalha na proposta de escoramento, outra se dedica a alternativas para o trânsito da região. “Nós vamos fazer duas alças para permitir o fluxo do trânsito. A obra será feita diretamente pela Novacap”, adiantou Buzar.

A mudança na direção-geral do DER-DF foi uma escolha técnica, segundo o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio. “Nós agradecemos o engenheiro Henrique Luduvice pela participação no governo. Mas, neste momento, entendemos que o Buzar, por ser um especialista da área, para essa situação emergencial, nos atenderá melhor.”

Além da comissão técnica para reparo da estrutura, há órgãos empenhados na criação de um plano de mobilidade e na definição de prioridades de investimentos para reparos e manutenção de viadutos.


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Ricardo Callado06/02/20183min
O governador Rollemberg esteve na Galeria dos Estados, onde parte do viaduto que passa pelo local desabou após o asfalto do Eixão Sul ceder. Foto: Dênio Simões

Na tarde desta terça (6), Rodrigo Rollemberg esteve no local onde parte do asfalto cedeu. Segundo informações iniciais dos bombeiros, não há vítimas do desabamento

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, compareceu, no começo da tarde desta terça (6), à Galeria dos Estados, onde, no fim da manhã, parte do viaduto que passa pelo local caiu após o asfalto do Eixão Sul ceder.

Segundo inspeção preliminar do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, não há vítimas no acidente.

“As informações iniciais apontam que não há vítimas, e isso é o mais importante neste momento. Agora vamos ver o que é necessário para recuperar esta área”, disse Rollemberg.

“São viadutos antigos. Desde o começo do governo, fizemos manutenção em oito viadutos, e, infezlimente, este não recebeu”, acrescentou o chefe do Executivo.

Além dos bombeiros, a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, a Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil, a Polícia Militar (PMDF), a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) mantêm equipes nos arredores.

O local foi isolado pela PMDF, e os bombeiros vasculham a área para confirmar que não há vítimas ou feridos.

Por meio de um grupo de trabalho, os órgãos responsáveis por obras no DF vão montar plano emergencial para manutenção do viaduto. “O DER, a Novacap e a Secretaria de Infraestrutura vão atuar juntos. Vamos fazer um escoramento desse viaduto, uma análise da estrutura, além de desvio do tráfego na região”, informou o diretor-geral do DER, Henrique Luduvice.


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Ricardo Callado06/02/201817min

Do portal 61Brasilia – O empresário Alexandre Guerra, 37 anos, é o pré-candidato do NOVO ao governo do Distrito Federal nas eleições de 2018. Sem um passado partidário, Alexandre concorre nas próximas eleições com a proposta de mudar a política de “loteamento de cargos” públicos, que é rotina para se conseguir apoio dos antigos caciques políticos.

Com uma longa carreira de sucesso como CEO do Giraffas, ele promete ser a solução de governabilidade do DF ao focar nos princípios administrativos de gestão de recursos, no uso da máquina pública para estimular a “geração de empregos” na iniciativa privada e administrar o DF sem “conchavos e distribuição de cargos”.

 O QUE UM PRÉ-CANDIDATO PODE PROMETER À POPULAÇÃO DO DF?

Alexandre Guerra: Um político normal costuma prometer tudo. Depois, quando vence a eleição, na melhor das hipóteses, ele faz muito pouco do que prometeu. Nós queremos mudar o jeito como se faz política. E para mudar é preciso ser e fazer diferente ainda antes das eleições. Por isso, em vez de promessas, nós assumimos compromissos que já estão sendo colocados em prática no nosso dia a dia. Para mudar a política, é preciso mudar a maneira como se disputam as eleições.

PODERIA DAR ALGUNS EXEMPLOS DE PONTOS A MUDAR?

Alexandre Guerra: Nós somos contra usar dinheiro público para financiar partidos e campanhas eleitorais, como acontece hoje. Por isso, o Novo não gasta um centavo do fundo partidário. Temos 3 milhões de reais em caixa e estamos tentando devolver esse dinheiro para o TSE. Esse dinheiro não é nosso. Esse dinheiro é de quem trabalha e paga imposto. Deveria ser usado para melhorar a qualidade de escolas e hospitais e equipar e treinar a polícia. A mesma postura deve se estender às coligações e alianças nas campanhas e posteriormente para governar, sendo que  troca de favores, cabide de empregos, burocracia, ineficiência, e desperdício devem ser totalmente banidos da vida política. Alguns partidos, principalmente os mais desgastados, estão até mudando de nome para parecer novo. Mas pra ser novo precisa ser diferente. Quem não age com ética e respeito pelo que é de todos jamais vai fazer as mudanças que as pessoas esperam em 2018.

EMPRESÁRIO OU POLÍTICO?

Alexandre Guerra: Brasiliense, aqui nascido e criado, executivo do setor privado. Hoje, eu sou um cidadão indignado com o estrago que os maus políticos fizeram na vida dos brasileiros e dos brasilienses. E quero transformar essa indignação em algo positivo para o DF. Eu quero que os meus filhos vivam em um lugar melhor e com futuro.

VOCÊ É DONO DA REDE GIRAFFAS?

Alexandre Guerra: Nem de longe, mas tenho o orgulho de ter trabalhado na rede por 18 anos, saindo de auxiliar administrativo até a presidência da empresa, fundada pelo meu pai em 1981. A rede tem a minha idade e, antes que me pergunte não vou herdar a rede, sou apenas um pequeno acionista.

As nossas girafinhas fazem parte da minha história assim como são parte da história de Brasília. Afinal, fomos a primeira empresa, de qualquer ramo de atividade, a funcionar em todas as regiões do DF. Hoje são 80 restaurantes, gerando quase 2.000 empregos diretos.

TEM ORGULHO DE SEU TRABALHO NO SETOR PRIVADO? E SE TEVE ÊXITO, POR QUE PENSAR NO SETOR PÚBLICO?

Alexandre Guerra: Certamente tenho orgulho. No setor privado o reconhecimento profissional é baseado nos resultados que você apresenta. É essa experiência que precisa ser levada para a vida publica. O contribuinte precisa ser tratado como um cliente. Nós todos pagamos pesados impostos, comparáveis a alguns dos países mais ricos do mundo, mas recebemos em troca serviços públicos que funcionam muito mal.  Não falta dinheiro. Falta boa gestão. E quem sabe gerir é gestor. Os políticos profissionais estão aí há muito tempo e eles claramente fracassaram nessa missão.

NESSA SUA VIDA DE EMPRESÁRIO, VOCÊ RECEBEU O PRÊMIO FORBES?

Alexandre Guerra: Eu fui eleito, em 2015, pela revista Forbes o melhor executivo do setor de alimentação do Brasil. Eles reconheceram o trabalho de 18 anos de liderança no setor de food service tanto à frente do Giraffas quanto à frente do IFB (Instituto de FoodService Brasil), como presidente, e da ABF (Associação Brasileira de Franchising), na vice-presidência.

FALE UM POUCO DE POLÍTICA

Alexandre Guerra: Sou filiado e militante do NOVO, que quer fazer política de forma independente e sem negociatas de coligações, digamos, não programáticas, que outros partidos parecem estar fazendo. Veja, segundo a mídia noticia e ninguém desmente, grupos de vários partidos estão negociando o rateio, a divisão, o loteamento dos cargos no próximo governo do DF. O NOVO não participa disso. É importante distinguir governabilidade de manutenção no poder.

Não consigo ver o interesse da população do DF como sendo a preocupação ou o conteúdo dos acordos que são feitos, há anos, entre a Câmara Distrital e o governador da vez. O que existe é um acordo para a divisão de nomeações de apadrinhados para cargos e distribuição de poder para gastar os recursos públicos. Isso sempre gera ineficiência e eventualmente corrupção.

Então, não poderíamos governar o DF desta forma, com esse loteamento em nome de velha política e com o foco apenas para se perpetuar poder. Vamos mudar isso ao mudar os acordos no processo pré-eleitoral. Repito: as mudanças precisam começar antes da eleição porque quem faz política do jeito antigo não vai governar de um jeito diferente.

 

QUAL SUA AFINIDADE COM O PARTIDO NOVO? E POR QUE NÃO VÃO FAZER COLIGAÇÃO PARA AS ELEIÇÕES DE 2018?

Alexandre Guerra: O NOVO me atraiu justamente por essa proposta de efetivamente fazer política de forma diferente. Por exemplo, é o único partido que faz processo seletivo, no qual os candidatos precisam passar por diversos filtros relacionados a sua vocação, capacidade e compromissos éticos.

É um partido de pessoas envolvidas com o Brasil, como os exemplos de Paulo Roque, nosso pré-candidato ao Senado no DF, e de João Amoêdo, pré-candidato à Presidência da República. Em dezembro passado, fizemos o lançamento dos pré-candidatos de 2018 em um evento que não custou um único centavo para os contribuintes. Os filiados pagaram todos os custos, que ficaram em cerca de 40 000 reais. Enquanto isso, em dezembro de 2017, um outro partido fez um convenção que custou 1,5 milhão de reais aos cofres públicos, dinheiro de imposto pago pela sociedade e repassado ao tal partido.

A relação com as coligações tem que partir de posicionamento ideológico convergente com a posição do NOVO. Não é proibido fazer coligações, mas não vamos fazê-las em troca de dinheiro, de tempo de propaganda eleitoral na televisão e nem em cima de negociação de cargos.

COMO AVALIA ESSE ORÇAMENTO DE APROXIMADAMENTE 40 BILHÕES DE REAIS PARA O DF E O DISCURSO DO ATUAL GOVERNO QUE NÃO HÁ RECURSO?

Alexandre Guerra: R$ 40 bilhões é muito dinheiro, gerado pelo repasse constitucional do orçamento da União. Esse valor, para um ente federativo do tamanho do DF, é um privilégio que poucos têm.

Parte do problema é falta de gestão mesmo e não a falta de recursos. Se pegar os 6 bilhões de reais destinados à saúde e dividir pelo número usuários desse serviço vai ver que o custo por pessoa no sistema público é superior ao custo individual no sistema privado.

Então, existe espaço para gastar esse 6 bilhões de reais com eficiência para gerar benefício para o cidadão. E a educação apresenta quadro semelhante. Veja, sem uma população bem educada não se gera a igualdade de oportunidades e vemos que, no DF e entorno, a deficiência da educação começa na primeira infância.

A criança de 0 ao 6 anos fica longe da creche, fica longe do aprendizado, fica abandonada em casa e já está em desvantagem com a outra criança que teve ensino desde cedo. Temos um deficit de creches gigantescos no DF e isso afeta também a rotina de trabalho dos pais. São 77 mil crianças que precisariam estar nas creches sendo que hoje o sistema só possibilita o atendimento de 59 mil crianças.

Quer ver um exemplo marcante de falta de gestão? Parte das crianças que estão nas creches estão em escolas públicas e outras nas escolas conveniadas. O custo para o governo por criança nas creches conveniadas é de cerca de R$ 900 por mês e o custo por crianças nas creches públicas é de cerca de R$ 1.300 por mês.

SOBRE A SAÚDE, COMO ADMINISTRAR OS 6 BILHÕES DE REAIS PARA ESSA ÁREA SE QUASE 80% É PARA PAGAR A FOLHA DE FUNCIONÁRIOS?

Alexandre Guerra: O NOVO está preparando um diagnóstico profundo das questões do DF e do entorno. Reunimos os melhores especialistas em cada área, dos setores público e privado, com capacidade e com vontade de mudar a atual situação e planejar um melhor futuro para a cidade. Então, as soluções já estão aqui na cidade e, certamente, muitas delas são conhecidas pelo atual governo do DF, mas não são implementadas.

EXISTE ALGUM PROJETO PARA AS PESSOAS DO ENTORNO DO DF?

Alexandre Guerra: O GDF tem que atender toda a população e obviamente há carência mais profunda no entorno do Distrito Federal. Vamos olhar com bastante cuidado para os cidadãos moradores de Goiás que trabalham na Capital Federal e utilizam os serviços básicos oferecidos aqui. Essa população é responsabilidade nossa também, principalmente em áreas mais sensíveis para as famílias, como a saúde e educação. Mas, qualquer política nessa região, dependerá de conversas, negociações e compartilhamento das decisões com o Governador de Goiás.

Agora, um ponto dramático é segurança pública no DF e no entorno. Os índices de violência são absurdo e tem piorado. Hoje, temos 22 mortes por 100 mil habitantes, muito acima da média nacional, uma realidade crítica, assustadora, e quando analisamos a violência nas regiões administrativas ainda aparece enorme disparidade: São Sebastião e Fercal têm índices alarmantes acima de 40 mortes por 100 mil habitantes.

São indicadores de violência no nível de conflitos militares espalhados pelo mundo e, vergonhosamente, está no dia a dia do cidadão brasiliense e do entorno. Precisamos equipar e treinar ainda mais a nossa polícia. E governo tem de parar de atrapalhar quem quer trabalhar, empreender e gerar emprego.  Violência está ligada principalmente à pobreza e miséria e temos de ajudar as pessoas a crescer.  Só vamos mudar isso quando um jovem que está sendo aliciado pelo crime tiver certeza de que livro na mão produz muito mais riqueza do que um revólver.

QUAL É O PROGRAMA DO NOVO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DO DF?

Alexandre Guerra: A nossa pauta principal é a geração de empregos e há dezenas de projetos ligados à investimentos e à infraestrutura que estão simplesmente esquecidos, parados, dentro da burocracia do estado ou por falta de vontade política do atual governo do DF.

Nossa visão é que precisamos dar movimento para essas iniciativas e liberar a vida do cidadão. Hoje, o empreendedor, e sei dizer isso com conhecimento de causa, tem dificuldades imensas para trabalhar. São diversas barreiras, a burocracia é infindável e há altos impostos para serem pagos. Por isso, o novo tem a visão que é necessário liberar a vida do cidadão desses entraves para que ele invista, crie riqueza, gere emprego e renda para que todos possam viver melhor.

 


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Ricardo Callado05/02/20185min

Das 31 administrações regionais do DF, sete vão adotar o sistema a partir de 20 de fevereiro

Em 20 meses de implementação do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) no governo de Brasília, mais de 3 milhões de documentos eletrônicos e 835 mil processos já foram criados pelos 44 órgãos que tramitam documentos, em parte ou em 100% dos processos das unidades administrativas.

Dos 44 órgãos que adotaram o SEI, 34 tramitam eletronicamente 100% dos processos. O documento que completou os 3 milhões é da Secretaria de Fazenda, que introduziu o sistema em março de 2017.

Em julho, o Executivo local alcançou a marca de 1 milhão, nesse caso, assinado pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram). Também coube ao órgão, que adotou o SEI em setembro de 2016, assinar o documento de número 2 milhões.

O SEI é uma ferramenta de inovação para gerir documentos e processos eletrônicos.

Com diversos recursos, o software permite a tramitação de processos em um meio totalmente virtual, acessível por qualquer dispositivo que esteja conectado à internet. Isso facilita o acompanhamento dos processos e reduz o uso de recursos materiais.

Até junho de 2018, todas as 31 administrações regionais do DF deverão ter adotado o SEI. Segundo o cronograma, as sete primeiras, a partir de 20 de fevereiro, serão:

  • Brazlândia
  • Lago Norte
  • Samambaia
  • Santa Maria
  • São Sebastião
  • Taguatinga
  • Varjão

Economia com papel e combustível

No Corpo de Bombeiros Militar do DF, projeto-piloto na introdução do SEI no governo de Brasília, o consumo de papel caiu 80%. A redução no Ibram foi de 67%, seguida por uma economia de 52% no consumo da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão e de 40% na de Fazenda.

A economia alcançada com a ferramenta eletrônica vai muito além do papel que deixa de ser impresso. Ao tramitar em meio eletrônico, o Estado reduz as despesas postais e gastos com combustível, uma vez que os documentos não precisam mais ser transportados por veículos oficiais entre as unidades.

Na Secretaria de Saúde, por exemplo, o controle de malotes recebeu 13.026 documentos e processos em dezembro de 2016 — número que caiu para 5.290 no mesmo mês do ano passado, após a implementação do SEI na pasta.

Até mesmo itens de escritório, como carimbo, tinta, grampos e capas de processo, passam a ser cada vez menos solicitados.

O acesso às informações em tempo real otimiza o fluxo documental, aumenta a produtividade e a rapidez na tomada de decisão, além de dar transparência aos procedimentos.

Todos esses fatores fizeram com que o tempo de espera para cadastro de condutores do Ibram caísse de cinco para apenas um dia. A conclusão do julgamento de auto de infração reduziu o trâmite de sete para três meses.

No Corpo de Bombeiros, o pedido de transferência para a reserva remunerada foi de 90 para menos de 30 dias.

Até junho de 2018, o SEI estará em 90 órgãos, o que significará 100% dos servidores com acesso à ferramenta — 86% já a utilizam.

O sistema permite produzir, receber, assinar, editar, tramitar e armazenar documentos e processos de forma eletrônica.

Eles podem ser acessados de forma simultânea pelos órgãos públicos, usuários devidamente cadastrados e pelos cidadãos — por meio externo — mesmo que estejam distantes fisicamente do local de trabalho ou fora do Distrito Federal.


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Ricardo Callado04/02/20182min

O Movimento Democrático Brasileiro anunciou neste domingo (04) a retirada da pré-candidatura do advogado Ibaneis Rocha ao governo do Distrito Federal. A saída fortalece a pré-candidatura de Jofran Frejat (PR), segundo colocado nas eleições de 2014. A nota é assinada pelo presidente da legenda no DF, Tadeu Filippelli e pelo próprio Ibaneis Rocha. Veja integra da nota:

NOTA

O Movimento Democrático Brasileiro está retirando a pré-candidatura do advogado Ibaneis Rocha ao Governo do Distrito Federal.
A decisão foi tomada como forma de facilitar o diálogo entre as forças políticas que se opõem à atual e desastrosa administração do DF e visa abrir espaço para que a discussão em nome de um nome comum seja mais proveitosa e democrática.
Ibaneis Rocha continua filiado ao MDB e vai participar ativamente da campanha eleitoral deste ano, reafirmando sua preocupação com os destinos do Distrito Federal e mantendo os compromissos assumidos.
O partido agradece o empenho demonstrado por Ibaneis Rocha nesta caminhada e reconhece que ele contribuiu para arejar o ambiente político do Distrito Federal, trazendo novas ideias e comprometido com um futuro melhor para toda a população.
Desta forma, o MDB, como acordado desde o princípio da formação de uma ampla oposição ao atual governo, vai cumprir o compromisso de apoiar o candidato que reunir as melhores condições de representar este grupo, incluindo a busca de novas alianças.
O apoio do partido ao candidato de consenso será definido em tempo oportuno e de acordo com as demais correntes políticas que compõem esta frente.

Tadeu Filippelli                              Ibaneis Rocha


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Ricardo Callado02/02/20188min

Discurso do governador Rollemberg foi lido pelo chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, nesta quinta-feira (1º), na abertura dos trabalhos legislativos de 2018

Para marcar o início das atividades de 2018, a Câmara Legislativa do Distrito Federal teve sessão solene na tarde desta quinta-feira (1º). O chefe da Casa Civil do Distrito Federal, Sérgio Sampaio, leu o discurso de abertura, como representante do governador Rodrigo Rollemberg.

Além de destacar a relevância dos trabalhos dos deputados para a qualidade de vida em Brasília, o governador agradeceu o apoio dos parlamentares aos projetos do Executivo, elencou as medidas de ajuste adotadas e revelou otimismo em relação a este ano.

Segundo Rollemberg, os avanços obtidos desde 2015 são uma base para pensar em 2018 como “um ano promissor”. Principalmente em relação ao que pode ser feito com o reequilíbrio das contas públicas após receber o caixa com rombo de cerca de R$ 6,5 bilhões.

Com a superação do desafio fiscal, o governador citou a queda da taxa de desemprego, a nomeação de servidores públicos, novos concursos públicos e melhoria nos serviços prestados à população como novas conquistas possíveis.

“A labuta contínua dos últimos três anos nos retirou do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal e permitiu a adoção de medidas que resultam na recuperação da nossa economia”, leu Sampaio.

A explicação para essas melhorias, conforme a mensagem do chefe do Executivo, está nos seguintes fatores:

  • Redução de 40% no número de secretarias
  • Redução de 4 mil cargos comissionados
  • Redução de contratos e de convênios
  • Quitação de débitos atrasados com fornecedores
  • Aumento de investimentos em licitações
  • Injeção de R$ 2,5 bilhões em infraestrutura

Esforços para combater a crise hídrica no DF

O governador também lembrou os esforços para combater a crise hídrica em Brasília. “Adotamos diversas medidas voltadas à ampliação da produção de água.”

Entre essas medidas, ele elencou o combate à grilagem de terras, à ocupação desordenada do solo, ao aterramento de nascentes e à perfuração não autorizada de poços artesianos.

Obras paradas há décadas, como o Subsistema Produtor de Águas Bananal e a captação do Lago Paranoá, elevaram a capacidade de abastecimento. O Sistema Produtor Corumbá, previsto para entrar em operação no fim de 2018, virá coroar esses esforços.

Outra ação que fez diferença, conforme destacou a mensagem, foi a adesão da população ao consumo consciente. Rollemberg lembrou que o gasto de água foi diminuído em 15% com o racionamento.

Infraestrutura

A democratização da Orla do Lago Paranoá foi uma questão prioritária do governo, assim como o fechamento do lixão da Estrutural, de forma dialogada com a população. Foram oferecidos cinco novos galpões de triagem para que os catadores trabalhem sem perder renda com o encerramento das atividades.

Os trabalhadores também passaram a receber uma bolsa de R$ 360 por pessoa e de R$ 300 por tonelada de resíduo processada. Isso, segundo Rollemberg, garantiu que o fechamento fosse o único feito no Brasil sem violência.

Saúde

A grande referência na área de saúde foi a criação do Instituto Hospital de Base de Brasília, mas também houve a mudança do sistema público para enfoque na atenção primária, mediante novos modelos de gestão com a implantação do programa Estratégia Saúde da Família.

Rollemberg citou a fila de mamografias na rede pública, que foi zerada, e a fundação do bloco 2 do Hospital da Criança nos próximos meses, o que permitirá a abertura de 200 novos leitos para o atendimento de pediatria em Brasília.

Segurança

Na segurança pública, foi autorizado um concurso para a contratação de 2 mil policiais militares. A frota foi reforçada com mais carros e coletes. Mas o governador chamou a atenção para a diminuição da taxa de homicídios.

Brasília registrou 16,3 mortes a cada 100 mil habitantes em 2017, o menor índice em 29 anos. Além disso, alcançou 23% de diminuição nos roubos em comércio e 14,3% em roubos em coletivos.

Educação

Crianças de 4 a 5 anos tiveram o acesso à escola universalizado em 2017. Em números, os alunos no ensino infantil aumentaram de 37,85 mil, em 2016, para 40.595 no ano passado.

Já no ensino fundamental, o aumento foi de 262.831 para 270.749 no mesmo período. No ensino médio, o avanço foi de 77.805 para 87.865. Na Educação de Jovens e Adultos (EJA), passou de 45.659 para 46.191.

Mobilidade

Com o Bilhete Único, o passageiro pode usar até três ônibus no período de três horas ao custo de R$ 5. Ainda em mobilidade, o governador falou do Trevo de Triagem Norte, com 26 pontes, viadutos e acessos em construção. A obra beneficiará cerca de 200 mil pessoas.

Cultura

Artistas e formadores de opinião receberam uma frente permanente de conversa com o governo. Além disso, a gestão participou diretamente do fomento do carnaval local.

A Lei Orgânica da Cultura foi sancionada com consulta pública aberta. Enquanto o Fundo de Apoio à Cultura recebeu ampliação de investimento, com R$ 44,4 milhões apenas em 2017.

Biotic

Parque Tecnológico destinado ao apoio de criação de empresas de tecnologia da informação em Brasília, o Biotic será inaugurado em abril de 2018. A previsão é que concentre 1,2 mil iniciativas no complexo, com 25 mil empregos.



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