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Ricardo Callado03/04/20184min

Três grupos devem ocupar a área que vai da altura da Catedral até a Alameda das Bandeiras. Intervenções começam à zero hora

Para garantir a segurança dos manifestantes que ocuparão a Esplanada dos Ministérios nesta quarta-feira (4), as forças de segurança do Distrito Federal farão alterações no trânsito.

A partir da zero hora, o Batalhão de Policiamento de Trânsito da Polícia Militar interditará o fluxo de veículos na zona central do Plano Piloto, que receberá manifestantes para o julgamento do habeas corpus do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva no Supremo Tribunal Federal.

As alterações ocorrerão na altura do Buraco do Tatuí (ligação entre a L2 Sul e a L2 Norte). Quem vier do Eixo Monumental sentido Museu Nacional, pela via S1, terá o acesso interrompido logo antes da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, podendo acessar a L2 Sul.

No sentido contrário, quem vier da L2 Norte poderá acessar a N1 na direção do Teatro Nacional. Já o acesso ao Eixo Monumental via L4 Norte estará interditado.

As alterações seguem o protocolo de operações da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social.

A divisão de lados dos grupos será feita por meio de um corredor de policiamento ostensivo e uma grade de 1,20 metro de altura. Os que são contra a concessão do habeas corpus deverão ficar à direita da Esplanada, com concentração no Museu Nacional.  Os que são favoráveis à decisão ficarão à esquerda, com o Teatro Nacional como ponto de apoio. 

Um grupo de ruralistas também estava com a manifestação marcada para a data. Eles estarão concentrados no estacionamento do Ginásio Nilson Nelson.

De acordo com os organizadores, são esperadas pelo menos 10 mil manifestantes de cada movimento.

“Nosso objetivo é atender da melhor forma aos três públicos, respeitando o direito de manifestação de todos”, reforçou o subsecretário de Operações Integradas da Secretaria da Segurança Pública, Julian Rocha Pontes, em reunião nesta segunda (2) com representantes dos movimentos e das forças de segurança.

Ficou acordado que o limite de acesso dos manifestantes será a Alameda das Bandeiras e que itens como balões e bonecos infláveis não poderão entrar na área da Esplanada.


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Ricardo Callado06/02/20181min

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou hoje (6) a Operação Delivery. A ação, segundo a corporação, acontece após um ano de investigação que apura o tráfico de drogas na região central de Brasília.

“Conforme apurado, os traficantes vendiam drogas, principalmente cocaína, para servidores públicos e pessoas de alta renda que trabalham na Esplanada dos Ministérios. A entrega de drogas era realizada, inclusive, em órgãos públicos federais e do Distrito Federal”, informou a PCDF por meio de nota.

Ainda de acordo com o comunicado, além do cumprimento de mandados, foram apreendidas porções de droga e dinheiro nesta primeira fase da operação. Uma coletiva de imprensa está prevista para as 10h15.


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Ricardo Callado25/05/20173min

A Esplanada dos Ministérios amanheceu hoje (25) com militares protegendo os prédios públicos. A medida atende decreto do presidente Michel Temer publicado ontem (24) em edição extra do Diário Oficial da União, que “autoriza o emprego da Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Distrito Federal”. O objetivo da medida é garantir a segurança dos servidores que trabalham nos ministérios e outras autarquias no centro da cidade.

A determinação foi tomada depois que um grupo de cerca de 50 pessoas usando máscaras no rosto promoveu um quebra-quebra em meio à manifestação Ocupa Brasília – contra o governo do presidente Michel Temer e as propostas de reformas apresentadas pelo governo.

O grupo destruiu persianas e vidraças de pelo menos cinco ministérios, entre eles o da Integração Nacional, o do Trabalho e o da Agricultura. Este último havia sido cercado por tapumes, mas, mesmo assim, teve os vidros quebrados. Também foram depredados paradas de ônibus, placas de trânsito, orelhões, holofotes que iluminam os letreiros dos ministérios e até banheiros químicos instalados para a manifestação.

Diante desse cenário, Michel Temer se reúne hoje às 9h com os ministros Raul Jungmman, da Defesa; Eliseu Padilha, da Casa Civil; Moreira Franco, da Secretaria-Geral da Presidência da República; Antônio Imbassahy, da Secretaria de Governo e com o general Sérgio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

A atuação militar na esplanada está restrita à área dos prédios dos ministérios e palácios.

GLO

Conhecida como GLO, a Garantira de Lei e da Ordem é regulada pela Constituição Federal e concede provisoriamente aos militares a faculdade de atuar com poder de polícia até o restabelecimento da normalidade.

A decisão do Planalto foi tomada após o acirramento do confronto entre a PM e os manifestantes.


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Ricardo Callado24/05/20173min

Vandalismo e confronto entre a polícia e manifestantes são registrados em protesto de partidos de esquerda e entidades sindicais, nesta quarta-feira (24). A PM atirou balas de borracha e gás lacrimogênio, enquanto manifestantes atiravam pedras e tentavam avançar em direção ao Congresso. Quatro foram detidos e uma pessoa ficou ferida por arma de fogo, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.

Os manifestantes pedem a renúncia do presidente Michel Temer e criticam as reformas trabalhista e da Previdência. Às 15h50, havia cerca de 35 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, segundo a PM. A organização do protesto não informou o número.

Vários atos de vandalismo foram registrados ao longo da via. Houve incêndio no Ministério da Agricultura, e equipes do Corpo de Bombeiros estavam no local por volta das 16h.

Também foram danificados os prédios da Fazenda, Minas e Energia, Planejamento e Turismo, além do Museu da República e Catedral Metropolitana. Fachadas foram pichadas com palavras de ordem como “fora, Temer” e “diretas já”. Grupos também quebraram vidraças e refletores. Pastas e documentos foram retirados dos ministérios da Cultura e do Meio Ambiente, que dividem o mesmo prédio.

Servidores dos ministérios receberam ordens de evacuar os prédios por volta das 15h30.

A confusão começou por volta das 14h, quando ativistas de rostos cobertos tentaram furar o cordão de revista policial, montado pela PM entre a rodoviária do Plano Piloto e a Esplanada dos Ministérios. Houve corre-corre, e os manifestantes conseguiram furar o bloqueio, entrando na área da manifestação com hastes de bandeiras, materiais explosivos e perfurantes. Segundo Polícia Militar, grupos levavam estilingues para atirar pedras contra policiais.


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Ricardo Callado24/05/20172min

Cerca de 1,5 mil profissionais integrarão hoje (24) o esquema de segurança durante a manifestação Ocupa Brasília, organizada por centrais sindicais.

As organizações protestam contra as reformas trabalhista, previdenciária e contra o governo do presidente Michel Temer. Eles também reivindicam eleições diretas. Os grupos estão concentrados no Estádio Mané Garrincha desde as 10h e devem seguir rumo ao Congresso Nacional a partir de meio-dia.

O esquema de segurança abrangerá 1,4 mil agentes da Polícia Militar e 100 policiais civis. As corporações também contarão com a atuação do Corpo de Bombeiros.

Os manifestantes não poderão levar hastes de bandeiras, garrafas de vidros, madeiras e objetos cortantes e/ou perfurantes. Também estão previstas revistas pessoais, que serão feitas em áreas próximas aos ministérios e à Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, as vias S1 e N1 estão fechadas no trecho que liga a Rodoviária do Plano Piloto à Avenida L4 Sul. Os acessos dos ministérios e das vias L2 Sul e Norte à Esplanada também serão impedidos.

A estimativa da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) é de que 100 mil pessoas participem do ato.


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Ricardo Callado14/12/20164min
Segurança Pública apresentou o balanço das prisões durante vandalismo de manifestantes. Foto: Gabriel Jabur

Legislação federal prevê de três a dez anos de reclusão para quem, entre outras coisas, incendiar e depredar por inconformismo político

Trabalho integrado de inteligência com outras unidades da Federação, quebra de sigilo telefônico, análise de vídeos e monitoramento de redes sociais. Esses são alguns dos recursos utilizados pela Polícia Civil do Distrito Federal para individualizar as condutas de cada um dos 88 detidos na manifestação nessa terça-feira (13) contra a Proposta de Emenda à Constituição nº 55, de 2016. A matéria aprovada em segundo turno ontem no Senado Federal limita as despesas primárias da União à inflação do ano anterior.

Levadas para a 5ª Delegacia de Polícia, na área central do Plano Piloto, e para a Delegacia de Polícia Especializada (DPE), algumas das pessoas foram autuadas por dano, lesão corporal, desacato, entre outros delitos menores. A punição, porém, pode ser maior. Estuda-se a possibilidade de enquadrá-los no Artigo 20 da Lei de Segurança Nacional, que prevê de três a dez anos de reclusão para quem, entre outras coisas, incendiar e depredar por inconformismo político.

A pena é estudada após as confusões serem alastradas para além da Esplanada dos Ministérios, onde a Polícia Militar revistou os manifestantes. “Um grupo não quis passar pela revista. Os integrantes estavam armados com paus, pedras e até botijão de gás”, relatou o comandante-geral da Polícia Militar, Marcos Antônio Nunes. Um ônibus e entulho foram incendiados, houve confrontos no Setor Comercial Sul e na W3 Norte. Oito policiais militares ficaram feridos, seis deles levados para o Hospital de Base. Todos tiveram alta.

Questionada em coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira (14) se não seria uma aplicação muito rigorosa da lei, a secretária da Segurança Pública e da Paz Social, Márcia de Alencar Araújo, destacou que, por ser a capital do País, Brasília é diferente. “Esta é uma cidade com dois chefes de Estado: o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, e o presidente da República, Michel Temer. Há assuntos de segurança pública ordinária, mas também de soberania nacional”, disse.

Na mesma sabatina, o diretor-geral da Polícia Civil, Eric Seba, classificou a legislação como “um remédio jurídico adequado”. “Identificamos pessoas das manifestações de 29 de novembro deste ano e de junho de 2013. Gente que vem de Goiás, da Paraíba, de Santa Catarina, do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Paraná com o intuito de depredar. E devemos, com as investigações, chegar até os organizadores”, afirmou.

O efetivo contou com 600 policiais militares inicialmente e 2,5 mil ao final, reforço de 250 policiais civis na 1ª, na 2ª e na 5ª Delegacias de Polícia e no Departamento de Polícia Especializada (DPE). Os manifestantes foram levados para essas duas últimas unidades. Sete adolescentes foram encaminhados para a Delegacia da Criança e do Adolescente, inclusive o paranaense de 17 anos filmado ao atear fogo a um ônibus. O jovem está no Núcleo de Atendimento Integrado, sob responsabilidade da Justiça. Cem bombeiros militares completaram a equipe.

 


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Ricardo Callado12/12/20164min

Protestos terão revistas pessoais para evitar entrada de objetos cortantes ou inflamáveis e madeiras

Atos populares estão previstos para acontecer nesta terça-feira (13), na Esplanada dos Ministérios. Para garantir a segurança dos patrimônios público e privado, de manifestantes e de quem passa pela área central, os dois sentidos do Eixo Monumental, da alça leste da Rodoviária do Plano Piloto até a altura da L4 Sul, serão bloqueados para o trânsito de veículos a partir de 0h de amanhã. Haverá reforço de revistas pessoais e de policiamento em todo centro de Brasília.

O esquema de segurança e trânsito será semelhante ao empregado no dia 4 de dezembro. A Polícia Militar vai mobilizar inicialmente 600 policiais, podendo chegar até 2 mil. O Corpo de Bombeiros deixará de prontidão 60 homens, e o Detran, um total de 20 agentes de trânsito. A Polícia Civil também vai reforçar a 5ª Delegacia de Polícia Civil onde possíveis flagrantes serão centralizados.

Os manifestantes poderão ocupar apenas o gramado central da Esplanada. Já nas vias S1 e N1 ficarão viaturas e profissionais de segurança pública. O Eixo Monumental só será liberado duas horas depois do fim do protesto, o que deve ocorrer ao término da votação da Proposta de Emenda à Constituição 55, que estabelece um limite para os gastos públicos pelos próximos 20 anos, no Senado Federal. Dessa forma, os motoristas têm a alternativa de passar pelas vias S2 e N2, que ficam atrás dos ministérios.

Policiais militares farão revistas pessoais no local e em ônibus que vão levar os manifestantes à Esplanada. A Polícia Rodoviária Federal também foi acionada pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social para vistorias. O objetivo é evitar a entrada de objetos cortantes e inflamáveis, pedaços de madeira e pedras, além de máscaras, no palco da manifestação.

Até o fechamento deste texto, os movimentos populares não haviam comunicado à SSP-DF sobre o protesto. Este protocolo é importante pois, a partir dele, as forças de segurança planejam, por exemplo, a quantidade de policiais suficiente para o evento.

Desde janeiro, a Esplanada dos Ministérios recebeu 143 manifestações que foram previamente comunicadas à SSP-DF. Somente uma não foi pacífica, a do dia 29 de novembro, com a depredação de prédios públicos e carros particulares. O número de protestos, entretanto, pode chegar ao dobro se contar com as situações não protocoladas na pasta.

Vale destacar que toda a Esplanada dos Ministérios será monitorada em tempo real pelas câmeras de segurança conectadas no Centro Integrado de Comando e Controle Regional, da SSP-DF, que reúne representantes de todos os órgãos envolvidos na operação.

Orientações

Para evitar qualquer incidente, a SSP-DF recomenda uma série de dicas aos manifestantes: não levar objetos cortantes, fogos de artifício ou materiais inflamáveis e hastes de bandeiras; não usar máscaras ou cobrir o rosto com outro material; não levar crianças, mas, se forem, elas devem ser identificadas; e evitar a exposição de celular ou objetos de valor.

Se alguém identificar qualquer atitude suspeita, deve avisar imediatamente o policial mais próximo.


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Ricardo Callado30/11/20166min

A Secretaria da Segurança Pública e Paz Social divulga informações sobre as manifestações ocorridas ontem (29), na Esplanada dos Ministérios:

1 – Prédios dos ministérios sofreram danos, como vidros e refletores quebrados e paredes pichadas:

  •      Ministério da Educação:

Pichado, com várias vidraças quebradas, as duas entradas destruídas, luminárias, lixeiras, orelhões e placas derrubadas e danificadas.

  •      Ministério do Desenvolvimento, Ministério do Esporte, Controladoria Geral da União e Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade:

Pichado, com várias vidraças quebradas, luminárias, lixeiras, orelhões e placas derrubadas e danificadas.

  •      Ministério da Cultura e Ministério do Meio Ambiente:

Pichado, com várias vidraças quebradas, luminárias, lixeiras, orelhões e placas derrubadas e danificadas, bem como a parada de ônibus em frente e o bicicletário destruídos.

  •      Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome:

Pichado, com várias vidraças quebradas, luminárias, lixeiras, orelhões e placas derrubadas e danificadas.

  •      Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento:

Pichado, com várias vidraças quebradas, luminárias, lixeiras, orelhões e placas derrubadas e danificadas.

  •      Ministério da Integração Social e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação:

Pichado, com várias vidraças quebradas, luminárias, lixeiras, orelhões e placas derrubadas e danificadas.

  •      Ministério das Comunicações e Ministério dos Transportes:

Pichado, com várias vidraças quebradas, luminárias, lixeiras, orelhões e placas derrubadas e danificadas.

Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços:

Paredes e calçadas dos fundos pichadas.

  •      Ministério da Aeronáutica:

Paredes e calçadas dos fundos pichadas.

  •      Avenida das Bandeiras:

Calçada pichada, todas as bandeiras arrancadas e alguns mastros danificados ou arrancados.

Na Praça da República:

  •      Biblioteca Nacional:

Pichada, várias placas de sinalização e orientação derrubadas e danificadas, assim como a parada de ônibus localizada em frente.

  •      Catedral de Brasília:

Pichada, orelhões, placas de sinalização e orientação derrubados e danificados; no estacionamento, um contêiner virado, um carro incendiado e o bicicletário destruído.

  •      Museu Nacional:

Pichado, placas de sinalização e orientação derrubadas e danificadas; no estacionamento um contêiner virado e um carro incendiado.

No total, foram 27 placas de sinalização arrancadas e amassadas, cinco paradas de ônibus quebradas, diversos cones e cavaletes queimados, um controlador de velocidade danificado e dois veículos queimados. Foram quebradas ainda as vidraças de uma agência do BRB no Setor Bancário Sul.

2 – Após detidos e encaminhados a delegacias da Polícia Civil, foram assinados os Termos Circunstanciados e posteriormente liberados seis manifestantes por injúria, desacato, resistência e dano, além de lesão corporal. Outras cinco ocorrências de dano foram registradas pela Polícia Federal.

3 – O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) informa que, até o momento, retirou dois caminhões de objetos quebrados e jogados nas vias. Dois caminhões pipas foram utilizados para limpeza dos locais onde foi ateado fogo. Na noite de ontem (29), trabalharam equipes com 50 garis. Hoje são 41 profissionais atuando na região da Esplanada dos Ministérios. Ainda não há um balanço final da quantidade de lixo recolhido.

4 – Foram realizados atendimentos médicos:

  •      Onze pacientes foram atendidos no Hospital de Base (HBB) com ferimentos leves;
  •      Um paciente foi atendido no Hospital de Base (HBB) com um corte profundo na perna, que necessitou de sutura;
  •      Cinco pacientes foram atendidos no Hospital da Asa Norte (HRAN) por intoxicação por gás lacrimogêneo;
  •      Um paciente foi atendido no Hospital da Asa Norte (HRAN) com um corte no dedo. Após o atendimento, foi conduzido à 5ª DP;
  •      Dois policiais militares foram atendidos Hospital de Base (HBB), um com perfuração de faca nas costas e o outro atingido na cabeça. Ambos necessitaram de sutura.

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Ricardo Callado29/11/20161min
Manifestantes entram em confronto com a polícia  na Esplanada dos Ministérios (Wilson Dias/Agência Brasil)

Manifestantes que protestam contra a PEC do Teto de Gastos nesta terça-feira (29), em Brasília viraram dois carros em direção a policiais. Um deles é da Record TV e outro pertence à família de um integrante da Polícia Legislativa.

Os veículos tiveram vidros quebrados e partes externas danificadas.

O protesto reúne cerca de 10 mil pessoas e terminou em confronto entre manifestantes e

policiais. Para tentar conter os manifestantes, a polícia usa bombas de efeito moral e gás. A cavalaria também foi utilizada para dispersá-los. Além deste efetivo, um helicóptero da polícia do Distrito Federal sobrevoa a área.


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Ricardo Callado25/08/20163min

A segurança na Esplanada dos Ministérios durante o julgamento da presidente afastada, Dilma Rousseff, no processo de impeachment instalado no Senado Federal, a partir de hoje (25), contará com até 1.332 policiais militares, segundo informou nesta quarta-feira (24) a secretária de Segurança Pública do Distrito Federal, Márcia de Alencar.

Enquanto durar o julgamento, a segurança contará também com 100 bombeiros e 100 policiais legislativos, além da Polícia Civil. A partir de zero hora de segunda-feira (29), o trânsito será bloqueado na Esplanada até o término da votação do impeachment. Caso haja um fluxo maior de pessoas nos primeiros dias, o trânsito será interrompido. O Congresso Nacional, Palácio do Itamaraty e o Ministério da Justiça serão isolados. Não haverá passagem entre a Câmara dos Deputados e Senado Federal, durante o julgamento.

Os movimentos populares contra e a favor do impeachment, ficarão separados na Esplanada por uma divisória de placas de metal construída pelo governo do Distrito Federal, com uma distância de 80 metros de um lado para o outro. A estrutura é mesma que foi usada com idêntica finalidade durante a votação da Câmara dos Deputados, na primeira fase do processo.

Do lado do Teatro Nacional, ficarão os manifestantes contra o impeachment e, no lado da Catedral, estarão os que apoiam o impeachment. As forças de segurança ocuparão uma área exclusiva, num corredor de 1km de extensão.

Os manifestantes que forem em caravana se concentrarão no Ginásio Nilson Nelson. De acordo com a secretária Márcia de Alencar, a expectativa de público nos dias 29, 30 e 31 de agosto é de que haja, pelo menos, 10 mil pessoas dos dois lados do muro da esplanada durante o julgamento, podendo chegar a 30 mil o número de manifestantes.

O público não poderá portar objetos pontiagudos e não será permitido o uso de qualquer tipo de símbolo abusivo, de bonecos infláveis ou qualquer outro elemento que comprometa a segurança dos espectadores.



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