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Arquivos Eleições 2018 - Blog do Callado

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Ricardo Callado22/06/20184min

Segunda edição do “MUDOU!”, talk show organizado pelo Coletivo Conversa, será realizada em 10 de julho

O jornalista George Marques, eleito o segundo perfil de política mais influente do país, e o advogado Antônio Rodrigo Machado, especialista em Direito Público, serão os convidados da segunda edição do MUDOU!, evento organizado pelo Conversa Coletivo de Comunicação Criativa para discutir as principais transformações na Comunicação.

O encontro vai abordar as mudanças anunciadas pelo Tribunal Superior Eleitoral para a campanha eleitoral na internet a partir de 2018, como também o impacto que as redes sociais terão na eleições deste ano. O evento será realizado no Manifesto Coworking (206 Norte) a partir das 19h30 do dia 10 de julho e as inscrições gratuitas podem ser feitas pelo link bit.ly/ConversaMUDOU2.

O jornalista Rodrigo Rocha, especialista em Gestão da Comunicação nas Organizações e sócio do Conversa, será o mediador do debate e também contribuirá com informações sobre o impacto dos tópicos na comunicação corporativa.

“Ferramentas como Google, Facebook, Instagram, WhatsApp e Twitter possuem hoje um peso hoje muito maior do que há quatro anos e não podemos negar que elas podem ser canais decisivos na hora do eleitor escolher o seu candidato. De olho nisso, vamos debater as mudanças feitas pelo TSE nas campanhas digitais e discutir como essas ferramentas podem ser usadas para tanto informar quanto para confundir o eleitor. Temos certeza de que será um debate muito rico e produtivo para os interessados no assunto”, explica Rodrigo Rocha.

O MUDOU! tem vagas limitadas e a inscrição é efetivada com a doação sugerida de dois quilos de alimentos não-perecíveis seja feita na chegada ao evento.

 

SERVIÇO

O quê: Mudou! – Edição Eleições e Redes Sociais

Quando: 10 de julho (terça-feira), 19h30

Onde: Manifesto Coworking (206 Norte)

Quanto: dois quilos de alimentos não-perecíveis

Inscrição: bit.ly/ConversaMUDOU2

 


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Ricardo Callado20/06/20183min
Jofran Frejat lidera a disputa ao GDF

Registrada no TSE, sob o número DF-04198/2018, a pesquisa O&P Brasil mostra um retrato de momento da disputa pela Governo do Distrito Federal. O pré-candidato Jofran Frejat (PR) é o favorito nas intenções de votos com 17,3%. O governador Rodrigo Rollemberg (PSB), que vai disputar a reeleição, surge com 9,5%. A ex-deputada Eliana Pedrosa (Pros) é a terceira, com 6%.

A pesquisa foi foi realizada entre três e oito de junho, com mil entrevistas. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

A quarta colocação é do deputado federal Izalci Lucas (PSDB), com 4,7%. Em seguida, vêm o General Paulo Chagas (PRP), com 4,6%. Fátima Sousa, do PSol, tem 3,1%, e o empresário Alexandre Guerra (Novo), com 3%. A sindicalista Rosilene Corrêa (PT) aparece com 2,2% das intenções de votos.

O elevado número de brasilienses que não votariam em nenhum dos candidatos é relevante: 40,1%. Esse percentual, somado aos que não sabem ou não responderam, atinge o patamar de 49,5%.

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) aparece em primeiro lugar no DF, com 23,4% das intenções de votos. Marina Silva (Rede) é a segunda colocada, com 10,8%. Ciro Gomes (PDT) é o terceiro, com 7,9%. Em seguida, vêm Álvaro Dias (Podemos), com 2,4%; Fernando Haddad (PT), com 1,8%; Manuela D’Ávila (PCdoB), com 1,5%, empatada com Henrique Meireles (MDB) e Geraldo Alckmin (PSDB). Levy Fidelix (PRTB) tem 0,7%; Guilherme Boulos (PSol), 0,6% e Rodrigo Maia (DEM), 0,5%. O número de eleitores que não optaram por nenhum dos candidatos listados atinge 39,1%. Outros 8,4% não souberam quem é o melhor ou não responderam. Sinal de que quase metade dos brasilienses (47,5%) também não escolheu ainda um nome para representá-los no Palácio do Planalto.

Quando incluído na pesquisa, o ex-presidente Lula fica em segundo atras de Bolsonaro que lideraria. O ex-presidente preso e inelegível aparece com 16,8% dos votos, enquanto o capitão da reserva do Exército soma, neste caso, 22,8%.


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Ricardo Callado16/06/20184min

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou hoje (15) que o montante total do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) será de R$ 1,716 bilhão. Criado no ano passado para regulamentar o repasse de recursos públicos entre as legendas, o fundo será repartido entre os diretórios nacionais dos 35 partidos com registro no TSE, em conformidade com as regras de distribuição estabelecidas na Resolução nº 23.568/2018, aprovada pela Corte Eleitoral no fim de maio.

Pelas regras, 98% do montante serão divididos de forma proporcional entre os partidos, levando em conta o número de representantes no Congresso Nacional (Câmara e Senado). Isso significa que as siglas que elegeram o maior número de parlamentares em 2014 e aquelas que seguem mantendo o maior número de cadeiras legislativas receberão mais recursos, com destaque para PMDB, PT e PSDB, que vão contar com cotas de R$ 234,2 milhões, R$ 212,2 milhões e R$ 185,8 milhões, respectivamente. Em seguida, aparecem o PP (R$ 131 milhões) e o PSB (R$ 118 milhões) entre as legendas beneficiadas com as maiores fatias.

Apenas os 2% restantes (R$ 34,2 milhões) serão repartidos igualmente entre os partidos com registro no TSE, independentemente de haver ou não representação no Congresso. Nesse caso, os partidos que não contam com nenhum parlamentar no Legislativo federal receberão a quantia de mínima de R$ 980,6 mil do fundo eleitoral.

Essas serão as primeiras eleições gerais do país na vigência da proibição de doação financeira de empresas a candidatos e partidos políticos, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), tomada em 2015. Por causa disso, os recursos do Fundo Eleitoral representam a principal fonte de financiamento da campanha.

De acordo como o TSE, os recursos do fundo somente serão disponibilizados às legendas após a definição dos critérios para a sua distribuição interna dentro dos partidos, que devem ser aprovados, em reunião, pela maioria absoluta dos membros dos diretórios nacionais. Tais critérios devem prever a obrigação de aplicação mínima de 30% do total recebido do fundo para o custeio da campanha eleitoral de mulheres candidatas  pelo partido ou coligação. Os maiores partidos ainda não definiram de que forma vão dividir os recursos do fundo eleitoral entre os seus candidatos.

Em seguida, os órgãos nacionais das legendas devem encaminhar ofício ao TSE indicando os critérios fixados para a distribuição do fundo. O documento deve estar acompanhado da ata da reunião que definiu os parâmetros, com reconhecimento de firma em cartório, de prova material de ampla divulgação dos critérios de distribuição, e da indicação dos dados bancários da conta corrente aberta exclusivamente para a movimentação dos recursos.


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Ricardo Callado13/06/20183min

O Blog do Callado vai iniciar a cobertura das Eleições 2018

A disputa ao Palácio do Buriti está em aberto. Ainda não tem um favorito. Nenhum dos candidatos consegue se descolar e abrir uma vantagem mais larga. Quem está na frente, segundo as últimas pesquisas é o ex-deputado Jofran Frejat (PR), segundo colocado ao governo do Distrito Federal em 2018.

O deputado federal Izalci Lucas (PSDB) está conseguindo se posicionar e formar uma aliança que pode alavancar a sua candidatura. Tem a vantagem de ter uma baixa rejeição

Outros nomes tentam consolidar suas candidaturas, mas perderam o tempo de largada. As alianças estão cada vez mais difíceis de serem fechadas para quem chegou agora.

O governador Rodrigo Rollemberg (PSB), candidato à reeleição, deve ser a grande decepção da campanha. A trajetória de afastar aliados e criar inimigos pode coloca-lo no mesmo patamar do ex-governador Agnelo Queiroz (PT).

Rollemberg flerta com o limbo eleitoral, assim como Agnelo. A sua não presença em um segundo turno está bem cotada nas apostas de analistas políticos.

A rejeição e desaprovação população de administração devem encerrar precocemente a carreira política de Rollemberg.

Quando iniciar a campanha eleitoral, e a população começar a avaliar os candidatos, será um massacre para Rollemberg, que por falta de apoio, habilidade política e uma má administração, deve repensar os seus erros e vê que ser acertos foram poucos e pífios.

A oportunidade de renovação foi desperdiçada por um governo com personalidade duvidosa. Só sobrou o oportunismo que cerca os fracos.

O Distrito Federal voltará a velhas disputas políticas. Rollemberg ressuscitou as antigas raposas e, assim como Agnelo, será esquecido e desprezado, sobrando um exílio forçado. A Geração Brasília fracassou.

 


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Ricardo Callado12/06/20182min
“O Democratas não tem nada, nada a ver com Ciro Gomes. O Ciro é um louco. Eu prefiro a loucura do [Jair] Bolsonaro, que, pelo menos, é previsível.”
Por Diego Amorim, do Antagonista – Alberto Fraga, deputado pelo DEM do Distrito Federal, diz que, claro, não pode falar em nome do partido, mas não concorda nem com a ideia de aproximação com Ciro Gomes.

“O Democratas não tem nada, nada a ver com Ciro Gomes. O Ciro é um louco. Eu prefiro a loucura do [Jair] Bolsonaro, que, pelo menos, é previsível.”

O parlamentar acrescenta que é preciso aguardar a definição de Rodrigo Maia, presidenciável do partido.

“Se o Rodrigo [Maia] for candidato, eu vou ter que apoiá-lo. Se não, meu candidato é Bolsonaro, todo mundo sabe.”

Fraga sustenta, ainda, que acha muito difícil o DEM se contentar com a vaga de vice em chapa de centro.

“Para ser vice de quem? Do [Geraldo] Alckmin? Para morrer abraçado? Não creio.”


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Ricardo Callado12/06/20182min

No Distrito Federal, Brunny será mais uma a disputar a preferência dos evangélicos

Do Antagonista – A deputada federal Brunny trocou seu domicílio eleitoral de Minas Gerais para Brasília e vai concorrer a uma vaga de deputada distrital pelo PR — quem teve a ideia foi Valdemar Costa Neto, dono do partido.

Bruniele Ferreira Gomes — também apresentadora de TV e ex-estilista — tem 28 anos e chegou ao Congresso incentivada pelo marido, o ex-deputado estadual Hélio Gomes — dono de rede de postos de combustíveis –, que bancou boa parte da campanha da mulher em 2014.

Em entrevista a O Globo quando assumiu o mandato, a deputada polemizou ao dizer ser fã de bolsas Chanel, mas “como lida com pessoas humildes, não dá para ficar ostentando”.

Ao longo do seu mandato, votou contra o impeachment de Dilma Rousseff e contra as denúncias de Rodrigo Janot contra Michel Temer.


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Ricardo Callado12/06/20184min

O deputado federal Izalci Lucas, pré-candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) para disputar o Governo do Distrito Federal (GDF), foi o terceiro pré-candidato ao governo a ser sabatinado no Teatro Católica, na Universidade Católica de Brasília (UCB), por estudantes e professores nesta segunda-feira (11).

Contador, professor e político brasileiro, Izalci Lucas manteve durante todo o tempo do debate suas principais propostas focadas na educação e em oportunidades para a juventude. Segundo o parlamentar, “é preciso resgatar a educação do DF”, enfatizou. Além disso, lembrou que o DF possui 400 mil desempregados. Destes, 150 mil fazem parte da chamada “geração nem-nem”, que não estudam e nem trabalham.

Izalci classificou a pasta da educação como fundamental. “Minha obstinação é a educação. Precisamos de escolas com atração para os alunos, a maioria estão paradas no século XIX. Também é necessário implementar a educação em tempo integral”, disse. Outro ponto defendido foi a valorização e qualificação de professores. Segundo o deputado, o DF tem recurso, mas falta gestão. “Nossos docentes não são valorizados como em outros países. É necessário investir neles, melhor remunerá-los, investir em tecnologia de apoio”, apontou.

Construção Civil

Assim como em outros debates do Ciclo, o setor da Construção Civil foi citado como um dos que mais precisou demitir e foi caracterizado por não ser destravado devido à burocracia. Além de chamar atenção para construtoras que foram embora da cidade, o tempo médio de espera por alvarás e habite-se também foram citados.

Críticas ao Governo atual

O parlamentar teceu algumas críticas ao governo atual de Rodrigo Rollemberg. Além de dizer que as cidades estão abandonadas, Izalci também afirmou que o DF perde milhões de reais, já que muitos dos convênios não são executados. Outro ponto criticado foi a afirmação de que o atual governo não se reuniu, em nenhum momento, com a atual bancada do DF no Congresso Nacional.

Como solução para o DF, Izalci Lucas definiu o “desenvolvimento econômico” como a principal saída.

Ciclo de debates

As sabatinas dos pré-candidatos integram a programação do Ciclo de Debates “Perspectivas para o Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal”, organizado pela UCB.

Entrevistaram Izalci Lucas (PSDB) os professores da UCB Creomar de Souza, professor de Relações Internacionais e chefe de gabinete da Reitoria; Marcelo Estrela Fiche, coordenador do curso de Economia; e o convidado da Universidade de Brasília (UnB), o professor Roberto Ellery.


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Ricardo Callado08/06/20184min
Dirigentes do Sindicato os Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF), representantes das associações da Polícia Civil do DF (PCDF) e representantes sindicais de base estiveram reunidos na tarde desta quinta, 7, com o pré-candidato ao Governo do DF (GDF) Jofran Frejat (PR) e com o deputado federal Laerte Bessa (PR).
A reunião foi convocada pelo sindicato. Na pauta, a conjuntura atual da PCDF e a pauta de reivindicações da categoria, além do cenário que se desenha para as eleições no Distrito Federal.
O presidente do Sinpol-DF, Rodrigo Franco “Gaúcho”, apresentou a Frejat um panorama dos pleitos da categoria, sobretudo a paridade com a Polícia Federal. “Estamos com uma perda salarial de 53%, acumulada ao longo dos últimos dez anos. No atual governo nós não vimos vontade política alguma: Rollemberg escolheu o servidor público como inimigo e os policiais civis como bode expiatório”, sentenciou.
A Frejat, que é perito médico-legista aposentado da PCDF, Gaúcho afirmou que é preciso resgatar a Polícia Civil, uma vez que ela vem sendo sucateada e desprestigiada, sendo que quem mais devia protege-la, deixa a desejar.
Nesse posicionamento, ele foi acompanhado pelo deputado federal Laerte Bessa. Delegado aposentado, o parlamentar assegurou que o principal pleito da categoria não avançou por causa do atual governador. “Trabalhamos diuturnamente para conseguir isso, mas faltou boa vontade”, ponderou.
Na condição de pré-candidato, Frejat assegurou que trabalhar para que Brasília “volte a ser a capital da esperança”. “Meu objetivo não é brincar e nem fazer promessa política. Mas o canal de diálogo comigo está aberto”, garantiu.
“Estou à disposição para contar com a contribuição de vocês na construção do nosso plano de governo”, acrescentou Frejat.
Ao fim do encontro, tanto ele quanto Bessa receberam uma camiseta e um boné do Sinpol-DF. Ambos vestiram os itens numa clara alusão de empatia com a categoria.
Além dos dirigentes do Sinpol-DF e dos representantes sindicais, participaram da reunião, ainda, os presidentes das associações  dos Peritos Papiloscopistas (Asbrapp), Alceu Mattos, dos Médicos Legistas (ABRML), Arthur Trindade, a diretora da Associação dos Agentes Policiais de Custódia (AAPC), Adriana Silva, o diretor da Associação dos Escrivães (AESP) Francisco Mello, o o diretor da Agepol, Félix Antônio, diretor da Associação Geral dos Policiais Civis AGEPOL) e o diretor da Associação dos Aposentados e Pensionistas da PCDF (APCAP), Ernani Lucena.
As impressões sobre a reunião serão repassadas pelos representantes sindicais nas suas bases. Outras reuniões estão programas para acontecer até as eleições.

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Ricardo Callado07/06/20181min

Geraldo Alckmin e Izalci Lucas estiveram juntos nessa quarta-feira (6) para acertarem as agendas e discutir os principais pontos das campanhas à Presidência da República e ao Governo do Distrito Federal.

Para o cacique tucano, o PSDB/DF fez uma forte aliança (PSD,PPS,PSC,PRB,PSDC, Patriota e PSL) e o Izalci Lucas reúne todas as condições de uma candidatura vitoriosa: “Izalci é uma pessoa que ama o Distrito Federal, ama o povo, tem serviço prestado e se identifica com a população. Nós ficamos muito felizes, muito honrados de termos Izalci como nosso pré-candidato ao Governo do Distrito Federal”, afirmou. Alckmin. Confira o vídeo!


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Ricardo Callado07/06/20182min
Atual deputado federal fechou acordo com Jofran Frejat, pré-candidato do PR ao governo de Brasília
Da Redação do Diário do Poder – O deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF) vai lançar na próxima sexta (15) sua pré-candidatura ao Senado Federal. Até então cotado como pré-candidato ao governo de Brasília, Fraga fechou acordo com Jofran Frejat (PR-DF), candidato ao GDF.

Durante a janela partidária deste ano, prazo para os políticos mudarem de legenda sem perderem o mandato, houve a especulação de que Fraga mudaria para de partido para concorrer ao governo do DF. No entanto, o deputado permaneceu no DEM.

Por enquanto, Alberto Fraga — presidente do Democratas no Distrito Federal — é o único que assumiu e declarou a candidatura ao Senado. Atualmente, o coronel da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal está no quarto mandato como deputado federal. Na eleição de 2014, foi o deputado mais votado no Distrito Federal.

Em maio deste ano, após decisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a restrição do foro privilegiado, um processo contra Fraga por porte ilegal de arma de fogo foi enviado à Justiça do Distrito Federal pelo ministro Dias Toffoli. O caso estava sob análise do STF desde 2015. Fraga chegou a ser condenado pelo crime em primeira instância em 2013 e em segunda instância em 2014. Porém, a defesa do político apresentou embargos de declaração.



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