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Ricardo Callado26/07/20184min
Paula Belmonte é o nome do partido na disputa e conta com apoio do senador Cristovam Buarque e a simpatia do senador Reguffe

O PPS tem hoje condições reais de ocupar uma das 8 vagas do Distrito Federal em disputa para a Câmara dos Deputados. A administradora de empresa Paula Belmonte é a aposta do partido. Além de propostas renovadoras, imagem limpa, ela tem o apoio do senador Cristovam Buarque (PPS) e a simpatia do senador José Antônio Reguffe (sem partido)

A admiração de Reguffe por Paula foi demonstrada em uma reunião com apoiadores na casa da pré-candidata à Câmara Federal. Paula e Reguffe compartilham ideias semelhantes com relação a vida pública. Ambom criticam à reeleição de parlamentares, a regalias para políticos com mandato e defendem uma maior fiscalização do dinheiro público.

“Acredito que o número de vezes que um parlamentar pode ser reeleito para o mesmo cargo tem que ser delimitado”, defende Paula Belmonte. Essa também é uma das bandeira de Reguffe.

Para Paula, “a falta de renovação faz com que os projetos de lei que interessam a população sejam esquecidos. Os mesmos no poder perpetuam a corrupção e trazem danos enormes à democracia. O modelo ideal seria que cada deputado pudesse se reeleger apenas uma vez”.

Sobre as regalias para deputados e senadores, Paula afirma que, além de um salário altíssimo, os políticos têm auxílio moradia, carro e celular funcionais, cota de passagens aéreas e inúmeros benefícios.

“Cada parlamentar possui ainda uma verba indenizatória que significa mais desperdício de dinheiro público. Vivemos em um país onde muitas pessoas sobrevivem com um salário mínimo. Não é justo que uma pequena parcela da sociedade seja privilegiada. Os gabinetes estão lotados de assessores, muitos deles sem função. Se cada deputado diminuísse o número de comissionados, a economia faria uma diferença enorme”, ressalta Paula.

A proximidade e o apoio de Cristovam vem das ideias de Paula Belmonte na área da Educação. Entre as propostas, está a qualidade da Educação Pública. “Não adianta ter vagas para todos se o ensino for ruim. Mais qualidade na educação significa fazer investimentos conscientes e que gerem retornos reais para estudantes e professores. Além da contribuição do Estado, a educação pública pode ser abraçada pelas comunidades e pela iniciativa privada. Afinal, quanto melhor for a educação, melhor será o Brasil que construiremos”, destaca Paula.

É a primeira vez que Paula Belmonte vai disputar uma eleição. O sentimento de renovação política da sociedade e a seriedade exigida com o dinheiro público, fizeram Paula tomar a decisão de concorrer e somar, junto com Cristovam e Reguffe, em um novo modelo de fazer política.


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Ricardo Callado25/07/20183min

Durante toda a terça-feira (24), integrantes da terceira via cogitaram possibilidades para encabeçar a chapa após Frejat (PR) deixar disputa

 Por Manoela Alcântara e Isadora Teixeira

O deputado federal Rogério Rosso (PSD) não será candidato ao Palácio do Buriti em outubro. Durante reunião ao longo desta terça-feira (24/7) que avançou noite adentro, a terceira via decidiu voltar à formação original da coalizão. Assim, Izalci Lucas (PSDB) se mantém como o cabeça de chapa, a vaga de vice deve ficar para o PRB, e os postulantes ao Senado – até o momento – são Rosso e Cristovam Buarque (PPS). A composição conserva juntos PPS, PSDB, PSD, PRB, PSC e DC.

Logo após ser cogitada a desistência de Jofran Frejat (PR) à disputa pelo Governo do Distrito Federal (GDF), no último dia 13, Rosso foi indicado por aliados para representar o grupo. No entanto, com a confirmação de que o médico estará fora do páreo, também nesta terça, a intenção não se manteve: Rosso não quis concorrer ao posto de governador.

“Vamos continuar conversando com todo mundo, ver quais outros partidos podem vir com a gente, mas a majoritária está definida”, afirmou Izalci Lucas. Mesmo após a maior parte da aliança defender a troca do deputado pelo colega de Congresso Rogério Rosso, Izalci se manteve irredutível e declarou a intenção de ser candidato, ainda que precisasse sair sozinho ou com, no máximo, mais três siglas.

Rosso já tinha propostas

Anunciado por aliados como como pré-candidato ao Senado, Rogério Rosso ressaltou a necessidade de “fazer um exercício gigantesco de desprendimento e serenidade, pois estão em primeiro lugar os interesses da população e o resgate do DF”, disse. As mudanças na composição da coalizão foram confirmadas pelo coordenador da terceira via, senador Cristovam Buarque.

Na última sexta-feira (20/7), Rosso declarou o desejo de validar propostas com os apoiadores antes de decidir se aceitava a indicação da terceira via. Entre os temas tratados, estavam a retomada da gestão pública do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), com a extinção do instituto criado pelo atual chefe do Executivo local, Rodrigo Rollemberg (PSB), e a reabertura de delegacias.

Da Redação com informações do Metrópoles


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Ricardo Callado28/06/20182min

O grupo político liderado pelo senador Cristovam Buarque (PPS) reafirmou, na noite desta quinta-feira (28), que Izalci Lucas (PSDB) será o pré-candidato ao Governo do Distrito Federal. Em contato com o blog, Izalci disse todas as questões foram pacificadas. “Meu nome foi escolhido pelo grupo para disputar o governo do DF e Cristovam será nosso pré-candidato ao Senado. Ainda temos duas vagas abertas na majoritária”, disse o Izalci.

O pré-candidato ao Palácio do Buriti disse ainda que estão superadas as dúvidas jurídicas. Izalci também afirmou que outros partidos estão buscando entrar na coalização conhecida como Terceira Via ou Via Alternativa. “Temos uma vaga de vice-governador e outra ao Senado, além das suplência de senador”.

A frente é integrada por PRB, PSDB, PPS, Patriota, PSC, DC e PSD.

Em nota, os partidos declararam que esperam “a rápida aprovação destas pré-candidaturas pelas direções regionais e nacionais, levando em conta os interesses das pré-candidaturas proporcionais, com o que serão definidas as pré-candidaturas aos demais cargos majoritários”.

As convenções partidárias acontecem entre 20 de julho e 5 de agosto. “Como todas as dúvidas foram sanadas, logo decidiremos a composição. Inclusive, como os nomes dos suplentes”, afirmou Izalci.

Izalci disse que o presidente do PRB, Wanderley Tavares, pode ser o candidato a a vice. Rogério Rosso (PSD) é lembrado para concorrer na outra vaga ao Senado.


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Ricardo Callado05/06/20184min

Depois de 40 livros escritos, mais de mil artigos publicados, centenas de discursos proferidos na tribuna do Senado, agora, algumas frases de Cristovam Buarque, reunidas numa única publicação, vão servir de inspiração aos leitores. “Provocações de Cristovam Buarque”, com organização da jornalista Martha von Dollinger Régnier, será lançado nesta terça, 5, em Brasília, no restaurante Carpe Diem.

Por dever do ofício, Martha precisou se debruçar sobre a vasta obra de Cristovam Buarque. E logo percebeu a inquestionável disposição de Cristovam em construir narrativas oportunas não só aos homens e mulheres do presente mas também aos do futuro. Estimulada por essa característica visionária e pelo teor reflexivo dos pensamentos do senador e professor, Martha usou as horas vagas para destacar algumas frases dos livros dele e anotá-las num caderninho.

Ao todo, foram separados 204 pensamentos impactantes. A ideia de reuni-las em um livro veio da percepção de que muitas frases fazem parte de temas recorrentes na produção de Cristovam – ética, democracia, educação política, terrorismo, economia, globalização, meio ambiente. Cada um desses temas – e outros mais – formam os 17 capítulos do livro.

Provocações e reflexões

Algumas frases de Cristovam são provocações curtas. “Ciência e tecnologia: como subordiná-las a valores éticos?”, do capítulo Ciência e Tecnologia. Outras convidam a uma profunda reflexão, quase fatalista: “O que levará a civilização ao seu colapso final?”, do capítulo Civilização.  No tema Globalização uma incitação: “Reaja ao mundo dividido por fronteiras políticas artificiais que separam seres humanos. A globalização exige solidariedade internacional: globalizar a mente e os corações, não apenas os bolsos e as contas”.

No prefácio de “Provocações de Cristovam Buarque”, o acadêmico Joaquim Falcão resume: “ler ou conversar com Cristovam é passear no futuro. Passear no futuro a partir do Brasil”. O livro não trata apenas de pensamentos do professor, do escritor do polemista. São questões globais que atingem diversos públicos. “É um livro pra deixar na cabeceira e ler devagar, porque cada frase sugere uma reflexão que vai acabar impactando o leitor de alguma forma”, recomenda a jornalista Martha. “É o essencial de Cristovam Buarque. Não o político apenas, mas o escritor, o professor, o pesquisador, o pensador, o polemista”, finaliza.

Sobre a organizadora

Carioca, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, Martha von Dollinger Régnier morou na Inglaterra e na Alemanha onde se dedicou ao estudo do idioma na Universidade de Kiel. Compenetrada e com interesse permanente pela obra de Cristovam Buarque, Martha assina este primeiro livro como organizadora.

Serviço:

Lançamento do livro: “Provocações de Cristovam Buarque”

Editora: intersaberes, 112 páginas

Data: dia 5 de junho, terça

Horário: 19h

Local: Restaurante Carpe Diem – 104 sul


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Ricardo Callado17/05/20187min

Juntos somos mais fortes. Se já existisse um lema para a oposição a Rodrigo Rollemberg (PSB), esse cairia como uma luva

Por Isadora Teixeira, do Metropoles 

Juntos somos mais fortes. Se já existisse um lema para a oposição a Rodrigo Rollemberg (PSB), esse cairia como uma luva. Embora as peças do xadrez político ainda não estejam todas posicionadas para o início da disputa pelos cargos eletivos, o encontro entre o senador Cristovam Buarque (PPS) e o ex-secretário de Saúde e “buritizável” Jofran Frejat (PR) ocorrido nessa quarta-feira (16/5) reforça a tese segundo a qual os grupos precisam chegar a um entendimento para garantir que o socialista não seja reeleito.

O desafio da oposição será convencer o eleitor de que as propostas são as melhores para o Distrito Federal. Rollemberg possui como trunfos, por exemplo, a saída do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) – que tem permitido ao governador investir em obras e na nomeação de servidores – e, principalmente, o fato de não ter seu nome envolvido em escândalos de corrupção. O discurso de um governo pautado pela honestidade, aliás, será uma das bandeiras empunhadas por Rollemberg durante a campanha.

Enquanto, de um lado, a candidatura de Jofran Frejat para o Governo do Distrito Federal (GDF) é dada como certa, do outro, a aliança formada por 12 partidos e capitaneada por Cristovam busca um consenso. Nessa composição, para os três pré-candidatos a governador da possível chapa – Alírio Neto (PTB), Izalci Lucas (PSDB) e Wanderley Tavares (PRB) –, o sonho de comandar o Executivo local tem falado mais alto.

Frejat acredita que não entrar em coalizão neste momento, de pré-candidatura, pode dificultar o caminho de ambos os grupos. “Se nós nos mantivermos unidos, podemos ganhar com facilidade. Se não fecharmos, vamos acabar caminhando para o segundo turno, e isso significa começar a negociar posições. Isso não é bom”, afirmou ao Metrópoles.

Cristovam reforça o coro de que as chances de segundo turno são mais reais se a chapa for definida mais tarde. “Até porque, unidos, haverá só um turno”, declarou. O parlamentar, no entanto, ressalta ser importante, primeiramente, analisar se os princípios e os compromissos são os mesmos. Caso se chegue ao instante de alinhar os objetivos, é possível haver afastamento de algumas pessoas de ambos os blocos, disse o senador. Os dois afirmam que a reunião ocorrida nessa quarta-feira (16/5) não é novidade, pois já haviam se encontrado anteriormente. Inclusive, os mesmos nomes tinham ensaiado aliança em outro momento, mas declarações de Frejat sobre “descumprimento de acordo selado” racharam o grupo. Agora, Jofran Frejat e Cristovam Buarque sinalizam a reabertura do diálogo.

Para o cientista político Aurélio Maduro, isso é uma indicação de que os adversários políticos perceberam fortalecimento de Rollemberg. Ainda assim, segundo Maduro, a população brasiliense estará em busca de uma via alternativa durante a campanha. “A sociedade está cansada da velha política. Ela quer transparência, propostas e objetividade.”

Discurso incoerente

O presidente do PSB-DF, Tiago Coelho, criticou a articulação dos políticos de oposição. O socialista classificou como “impressionante” a movimentação entre pessoas com “ideologias tão distintas”. “Dizem que o governador está com alta rejeição, mas o mais impressionante é todos estarem se unindo para derrotá-lo. Isso mostra um incoerência de discurso”, disparou.

Para o dirigente partidário, Cristovam aparenta estar mais preocupado com a reeleição do que com a elaboração de projetos para a cidade. Já em relação a Frejat, “espanta” o fato de a “pré-campanha” estar ancorada em pessoas envolvidas em “todos os escândalos de corrupção da capital da República”.

Uma tonalidade diferente

Para Frejat, contudo, aliar-se a personagens como Cristovam pode ainda representar uma espécie de equilíbrio no bloco em que se posicionam o ex-governador José Roberto Arruda (PR) e o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (MDB).

Ambos têm sido expostos constantemente em desdobramentos da Operação Panatenaico. Eles são acusados de participar do esquema de desvio milionário nas obras do Mané Garrincha e do BRT.

Ao Metrópoles, Frejat disse que não se preocupa com o fato de aliados serem alvos de ações judiciais, e declarou “não julgar ninguém”. “Por que eu vou responder pelos outros? Se fizeram algo de errado, se é que fizeram, cada um que responda às acusações. Não vamos ficar jogando pedras”, disparou.

Um apoio que o ex-secretário de Saúde ainda tenta garantir é o do presidente da Câmara Legislativa (CLDF), Joe Valle (PTD). O problema, porém, é que o partido almeja palanque próprio para a disputa pelo GDF e para apoiar o presidenciável Ciro Gomes.


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Ricardo Callado17/05/20183min

O esfacelamento da chamada terceira via expôs as vísceras de  um caminho sem volta para o presidente do PTB-DF, Alírio Neto, junto a aliança partidária liderada pelo pré-candidato ao Buriti Jofran Frejat (PR). O aceno de Alírio para ocupar o lugar de vice, do ex-secretário de Saúde, foi descartado. A vaga tem dono. Pertence ao MDB

Por Toni Duarte, do Radar-DF

Faltando menos de 60 dias  para o inicio do registro oficial de candidaturas para a eleição de outubro no Tribunal Superior Eleitoral com prazo limite  em 15 de agosto, a aliança partidária liderada pelo médico Jofran Frejat começa a ser redesenhada com o esfacelamento do grupo da terceira via após a implosão provocada pela guerra de egos de seus integrantes.

Cristovam Buarque (PPS) e Rogério Rosso (PSD) e Wanderley Tavares (PRB), foram os primeiros a pular do barco e coube ao senador fazer a ponte para religar a interlocução com Jofran Frejat, líder imbatível em todas as pesquisas de intenções de votos realizada no DF pela corrida ao Buriti.

Dois motivos políticos teriam levado o senador Cristovam Buarque  a pular do  barco furado das madalenas: o primeiro foi a briga pela vaga de governador travada entre Alírio (PTB) e Izalci (PSDB). Ambos não chegaram a um acordo de quem seria o vice de quem.

O outro motivo de Cristovam para procurar Frejat, foi a possibilidade de disputar o Senado na vaga prometida ao empresário Paulo Octávio (PP).

Segundo se informa, o ex-vice-governador do DF pode sair do jogo diante das orientações jurídicas dadas pelos seus advogados. P.O pode até disputar as eleições esse ano, mas em uma situação subjúdice já que é réu em sete processos judiciais.

Essa mesma vaga vem sendo perseguida pelo deputado distrital e presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT). O distrital abandonou a ideia de ser pré-candidato a governador pelo seu partido e trabalha para ter um lugar na majoritária liderada por Frejat.

Depois do racha da terceira via o próprio José Roberto Arruda (PR) deu uma forcinha para Alírio Neto para retornar a trincheira de onde nunca deveria ter saído, na opinião de um cacique político que integra a aliança de Frejat.

Alírio só viria com uma condição: para  ser o vice.

“Sem chance”, reagiu ao Radar um dirigente de partido.


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Ricardo Callado11/05/20181min

Por Ricardo Callado

A chapa da Terceira Vida já foi definida, mas não anunciada oficialmente. O deputado federal Izalci Lucas (PSDB) será o candidato a governador, como o presidente do PRB, Wanderley Tavares, como candidato a vice-governador.

Os candidatos ao Senado serão Cristovam Buarque (PPS) e Rogério Rosso (PSD). A aliança composta por 10 partidos pretende ampliar ainda mais o leque. As conversas continuam com outras legendas, como o PDT do presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle, e a Rede do deputado distrital Chico Leite.

A composição poderia mudar com a chegada de novos integrantes na Terceira Via. Rogério Rosso poderia abrir mão da vaga ao Senado para Joe ou Leite.

O presidente do PTB, ex-deputado Alírio Neto, será um dos principais nomes a ser lançado pela aliança para a Câmara dos Deputados, cargo que ele tentou em 2014 e ficou na suplência.


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Ricardo Callado12/04/20185min

Por Cristiano Carlos

A Lei que estabelece as diretrizes para o saneamento básico no país foi publicada em 2007. A norma prevê que os gestores dos recursos hídricos adotem medidas que assegurem o abastecimento de água à toda população e para determinar os deveres dos consumidores como forma de proteger o recurso.

No Distrito Federal, o consumo de água nas regiões de maior poder aquisitivo é até seis vezes maior do que os gastos nas localidades consideradas mais pobres. No Lago Sul, o consumo médio de água por pessoa é de 366 litros, por dia.

O gasto é quase sete vezes maior se comparado com o consumo dos moradores do Itapoã, com média de 54 litros de água por pessoa ao dia, por exemplo. Os dados são da Companhia de Água e Esgoto de Brasília, a CAESB.

O senador Cristovam Buarque, do PPS brasiliense, é a favor do pagamento proporcional ao consumo de água, ou seja, quem consome mais deveria pagar mais pela água. Para ele, o método poderia ajudar a garantir o abastecimento de todos.“Nós temos que garantir o direito de cada casa ter água. Mas nós temos que exigir a responsabilidade de cada pessoa usar a água com parcimônia, com austeridade. E quem gasta muito tem que pagar muito. Para ter responsabilidade é preciso ter consciência. Para ter consciência é preciso ter clareza do custo”, ponderou.

Organização Mundial da Saúde

O consumo médio de água por pessoa recomendado pela Organização Mundial de Saúde é de 110 litros por dia. No DF, o uso médio do recurso caiu de 153 litros por pessoa ao dia, em 2015, para 129 litros, em 2017. Mesmo assim, o consumo médio de água no Distrito Federal por pessoa ainda está 19 litros/dia acima do recomendado pela OMS.

O especialista em Hidrosedimentologia da UnB, Henrique Leite Chaves, lembra que a responsabilidade de cuidar dos recursos hídricos não pode ser apenas dos governos. Para ele, a população precisa saber dos riscos que o desperdício de água pode gerar para também buscar zelar e não sofrer com a falta do recurso.“O manejo dos recursos hídricos no Brasil, a despeito da nossa legislação hídrica ser bastante avançada, ainda merece muita atenção de todos, dos gestores e da população em geral. Porque não adianta, apenas, governos ou setores técnicos estarem buscando avançar com essa agenda, mas toda a sociedade deve estar participando também porque ela, em última análise, é que pode sofrer as consequências de uma má gestão da água”, defende o especialista.

Regiões que mais consomem água

Além do Lago Sul, as asas Norte e Sul, Lago Norte e Águas Claras estão entre as regiões que mais consomem água no DF. Fercal, Varjão e Recanto das Emas são as localidades com menor consumo por pessoa. Riacho Fundo dois e Paranoá foram as únicas cidades do Distrito Federal que registram aumento de consumo de água entre os anos de 2016 e 2017, de acordo com a CAESB.


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Ricardo Callado21/11/20171min

O senador Cristovam Buarque (PPS-DF), designado relator do projeto (PLS 193/2016) que prevê a inclusão na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) do Programa Escola Sem Partido, entregou relatório pela rejeição da proposta.

A matéria estava na pauta da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) desta terça-feira (21), mas foi retirada a pedido do próprio autor, senador Magno Malta (PR-ES).

Ele encaminhou requerimento à Mesa solicitando a retirada de tramitação em definitivo da proposta no Senado.


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Ricardo Callado13/11/20171min

O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) explicou em Plenário nesta segunda-feira (13) a decisão de afastar-se do Senado por 120 dias, período que considera necessário para defender diante do partido a candidatura dele à Presidência da República. Ele ressaltou que é preciso o tempo necessário para convencer os militantes do PPS e ouvir a voz do povo, e os quatro meses de licença sem vencimentos coincidem com um período de baixa atividade no Senado.

Para Cristovam, cada um dos pré-candidatos deve mostrar sua disposição a pleitear ao cargo. O senador, que já foi candidato a presidente em 2006, espera que, seja quem for o escolhido pelo partido, deve enfrentar a situação de “desagregação social” da população e definir um rumo para o futuro do país.

— Quando olho ao redor, me sinto preparado. Quando comparo com as outras alternativas que temos hoje, me sinto preparado. Quando comparo com as propostas dos outros, eu creio que eu estou na linha correta.



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