Cursos técnicos passam a adotar método semipresencial

Ricardo Callado15/08/20194min
Implementação da modalidade tem crescido e ajudado os jovens a conquistar colocação no mercado de trabalho

Os cursos técnicos têm se tornado tendência mundial e uma alternativa cada vez mais procurada pelos estudantes. De acordo com a diretora da Escola de Saúde Unyleya, Kedma Villar, eles democratizam a educação de qualidade. “O curso técnico dá oportunidades para alunos que ainda estejam cursando o Ensino Médio ou que tenham acabado de sair dele a se especializar e ter um espaço no mercado de trabalho” explica.

Para facilitar ainda mais a vida do estudante, o método semipresencial, união do presencial com o EaD, tem sido implementado nesses cursos. Isso possibilita que pessoas que não conseguiriam fazer o presencial sigam em áreas que não seriam possíveis no 100% online. “Na Unyleya, por exemplo, estamos oferecendo cursos na área de saúde bucal, estética, enfermagem e farmácia. São áreas que exigem disciplinas práticas, e o semipresencial torna isso possível”, relata Kedma.

Por mês, acontecem de um a quatro encontros presenciais com datas previamente divulgadas, o que dá tempo para que o aluno se programe. Nestes encontros, os estudantes têm aulas de todas as disciplinas do curso, além de poderem tirar dúvidas com os professores. Na parte online, são disponibilizados, além das aulas teóricas, diversos materiais didáticos, como vídeo-aulas, biblioteca virtual, testes de autoavaliação, fórum de debates e exercícios de fixação.

Para a diretora, o método semipresencial é ótimo pelo fato de incentivar a aprendizagem ativa no aluno, já que ele próprio é o maior responsável por seu aprendizado. Sem contar que é também uma forma de tornar a educação mais acessível a todos. “Muita gente não tem tempo de frequentar aulas presenciais, ou mesmo dinheiro para deslocamento e alimentação. O semipresencial abre muitas portas”, garante Kedma.

Certificação intermediária

As certificações intermediárias são uma grande vantagem dos cursos técnicos. Essas certificações são dadas ao aluno durante o curso e o torna apto a desempenhar uma função da área antes mesmo de finalizar os dois anos e se tornar técnico. “Por exemplo, quem está cursando técnico em enfermagem recebe, depois de cursar o Módulo 1 e fazer um período de estágio, a certificação de cuidador de idosos”, explica e diretora.

Por se tratar de um grande facilitador para entrar no mercado de trabalho, muita gente opta pelos cursos técnicos por conta de certificação intermediária. Para estas pessoas, Kedma garante que não há com o que se preocupar: a vantagem não é exclusiva do presencial. “Os cursos técnicos semipresenciais também dão certificações intermediárias durante o curso. Nunca foi tão acessível conseguir o tão sonhado emprego”, finaliza.

Ricardo Callado

Jornalista, blogueiro, escritor e consultor político. Exerceu a função de secretário de Comunicação Social do Governo do Distrito Federal. Foi Diretor de Redação do Grupo Comunidade de Comunicação – responsável pelos jornais da Comunidade e O Coletivo. É autor do livro PANDORA – e outros fatos que abalaram a política de Brasília.


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