Categoria: Saúde

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Callado27 de janeiro de 20203min

Desde sua criação, em abril de 2018, o hospital atende em média 50 animais por dia

Com atendimento junto aos moradores dos estados do Distrito Federal, de Goiás, de Tocantins e até da Bahia, o Hospital Veterinário Público (Hvep) se tornou referência na consulta de animais domésticos no Centro-Oeste. Administrado pelo Brasília Ambiental, o hospital está localizado no Parque Lago do Cortado, em Taguatinga, e já recebeu, desde sua criação, mais de 23 mil cães e gatos.

A operadora de caixa Ana Luísa Sampaio esteve pela primeira vez no HVEP, onde foi levar sua cadela Amore que apresentava quadro clínico de doença de carrapato.  Residente em Samambaia, ela aprovou o serviço“O acolhimento por parte dos funcionários e veterinários é ótimo, a equipe é completa e tratam os animais com paciência e atenção”, disse.

Para a moradora de São Sebastião e tutora frequente do Hospital Veterinário, Ana Cláudia, a possibilidade de resgatar animais abandonados, que necessitam de cuidados e, principalmente, ter um hospital público que os acolhe gratuitamente é muito gratificante. “Recolho animais e alguns estão muito doentes, não tenho condições para levá-los ao veterinário particular e aqui no Hvep a equipe e o atendimento são melhores”.

Desde sua criação, em abril de 2018, o hospital atende em média 50 animais por dia, realizando mais de 150 mil procedimentos veterinários, entre exames de imagem, administração de medicamentos, cirurgias e serviços laboratoriais.

Segundo o diretor de Conservação do Brasília Ambiental (Dicon), Alexandre Rocha dos Santos, o trabalho desenvolvido pela equipe do Hospital Veterinário e dos servidores do Instituto vem mostrando resultados bastante positivos, ressaltando sempre o atendimento às pessoas mais carentes. “A cada ano estamos superando nossas metas com qualidade no serviço”, completou.

Serviço:

Hospital Veterinário Público (Hvep)

Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas.

Endereço: Parque Lago do Cortado, em Taguatinga Norte. O acesso pode ser feito pela QNF 14, ao lado do SESI.


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Callado24 de janeiro de 20207min
Balanço da Saúde reuniu no Buriti subsecretarias, representantes de órgãos e institutos vinculados |Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde

Construção de um hospital oncológico e de sete UPAs estão entre os principais objetivos

A Secretaria de Saúde apresentou nesta quinta-feira (23), no Palácio do Buriti, as metas da pasta para 2020. O evento foi realizado em conjunto com subsecretarias, representantes de órgãos e institutos vinculados. Entre as principais metas está a construção do Hospital Oncológico, de quatro novas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e de sete novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

“É uma satisfação apresentar o trabalho realizado e a programação das ações que serão desenvolvidas nos próximos anos. É muito importante a integração de todos e a vontade de fazer acontecer. É um empenho em conjunto. Todos os feitos e os projetos elaborados são sempre para oferecer o melhor para a população”, destaca o secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto.

Os projetos também foram apresentados pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), pelo Instituto de Cardiologia do DF (ICDF), pelo Hospital da Criança de Brasília (HCB) e pela Fundação Hemocentro de Brasília (FHB). As iniciativas contribuem com a assistência e com os serviços da Secretaria de Saúde do Distrito Federal.

“Precisamos unir e integrar, todos juntos, em um só objetivo, que é prestar assistência digna e humanizada para a população do Distrito Federal”, ressaltou o diretor-presidente do Iges-DF, Francisco Araújo.

O conjunto de metas estruturantes inclui ações planejadas entre as subsecretarias de Saúde e demais instituições que integram a rede.

Construções e demais obras

A elaboração de projetos de engenharia para construção e melhoria de equipamentos de saúde estão entre as principais metas. O início das obras do Hospital de Oncologia, com valor estimado em R$ 122 milhões; a construção de sete UPAs; a conclusão, ampliação, reformas e construção de UBSs; e a ampliação, reforma e licitação de novos hospitais são algumas das grandes obras de infraestrutura programadas para 2020.

“Todos os feitos e os projetos elaborados são sempre para oferecer o melhor para a população”Osnei Okumoto, secretário de Saúde

Na pasta de Vigilância à Saúde estão programadas ações que integram vigilância e assistência. Com isso, a subsecretaria visa garantir a aquisição de insumos estratégicos para os programas de saúde pública, informatizar a subsecretaria e suas diretorias, tratar 2 milhões de imóveis para controle de vetores e atingir a meta de cobertura vacinal preconizada pelo Ministério de Saúde – entre 80 e 95%, de acordo com o agravo.

Na busca de mais controle e redução de despesas, a Subsecretaria de Administração Geral tem entre as principais metas: extinção de despesas indenizatórias, pareceres referenciais para editais e contratos, revisão das portarias de contratação e execução contratual, reequilíbrio dos contratos, promover treinamentos para os servidores, mais publicidade em licitações e contratos e conclusão de licitações estratégicas como a do Sistema de Gestão Hospitalar.

Dentro das ações para reestruturar a secretaria, foram estipuladas metas como o credenciamento de mais 19 serviços, como o de fenda palatina e das UPAs 24 horas, no valor estimado de R$ 2,7 milhões. Também está prevista a criação de um ambiente na plataforma digital para o cidadão ter acesso aos serviços de regulação, marcação de consultas e monitoramento diário das filas. A ferramenta servirá também para que o gestor ou técnico da pasta tenham melhor controle de painéis de monitoramento e informações.

Na área da Logística a principal meta é a licitação, contratação e implementação do Operador Logístico, sistema que vai modernizar e otimizar processos de gerenciamento, armazenamento e distribuição de insumos para o atendimento à saúde no DF. Uma cooperação com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) para a melhoria no atendimento da Atenção Primária é outra importante meta da assistência.

Órgãos e institutos vinculados

O Iges-DF colocou a construção de sete UPAs, a reforma da sala de manipulação de quimioterápicos, a abertura de mais uma sala cirúrgica e a reativação do décimo andar do Hospital de Base entre as principais ações a serem executadas em 2020.

No Hospital da Criança de Brasília a meta é credenciar 30 leitos de UTI junto ao Ministério da Saúde, o credenciamento para execução de transplante de medula óssea e a abertura de mais 54 leitos.

Já o ICDF visa implementar três programas, entre eles o “Coração Valente”, com o objetivo de criar uma linha de cuidado para melhorar o acolhimento das mães desde o diagnóstico fetal. O Hemocentro, por sua vez, vai nomear 50 novos servidores concursados e iniciar o programa de certificação junto à American Association of Blood Banks (AABB).

A Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) vai transferir a Escola de Enfermagem para o Campus da Asa Norte e aumentar a oferta de residência em 10%, em 2020, além de aumentar os recursos de fomento para pesquisa em 20%.


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Callado23 de janeiro de 20203min
Serviço gratuito está disponível nas áreas de acolhimento, triagem e internação do pronto-socorro

Foram instaladas duas antenas de distribuição de sinal Wi-Fi com capacidade de 200 acessos simultâneos na área da Emergência do Hospital Regional de Taguatinga. A partir desta terça-feira (21), os pacientes e acompanhantes que buscam atendimento no pronto-socorro passam a ter acesso ao Wi-Fi Social, instalado no local.

O sinal está disponível nas áreas de acolhimento, triagem e internação do PS. O benefício é uma parceria da direção do HRT com a secretaria de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal.

A paciente Victória Souza Santana (foto) estava aguardando ser chamada para a triagem de classificação de risco quando viu o cartaz do Wi-Fi Social colado na parede. Logo conectou seu aparelho e tranquilizou os familiares sobre sua saúde. “Estou sem internet no telefone. Foi muito bom encontrar wi-fi aqui. Assim consigo responder a minha família que está preocupada perguntando como eu estou”, afirmou a usuária.

Victória buscou a emergência para a especialidade de ortopedia. “Acordei com um estalo no pescoço e meu corpo paralisou. Somente depois das 13 horas os movimentos foram voltando e eu consegui vir no hospital”, relatou a paciente que estava acompanhada da mãe.

Para o diretor do hospital, Wendel Moreira, essa inovação tecnológica ajuda no serviço de saúde. “Muitas vezes, o paciente precisa de uma informação ou se comunicar com alguém e tem uma limitação no seu pacote de dados. Com o Wi-Fi Social ele tem a possibilidade de se comunicar, conforme a sua necessidade. Acredito que esse serviço atenderá especialmente os usuários mais carentes”, declarou o diretor do HRT. Ele ainda agradeceu ao secretário de Ciência e Tecnologia, Gilvan Máximo, pelo atendimento à solicitação.

Outros hospitais que já disponibilizam o serviço são os do Gama e Santa Maria, além das Unidades de Pronto Atendimento (UPAS).


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Callado22 de janeiro de 20206min
Fotos: Davidyson Damasceno/Iges-DF

Iges-DF compra materiais específicos e contrata profissionais para realizar, às sextas e sábados, a operação que auxilia a reduzir mortes e permite o controle da doença

O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) começou a realizar cirurgia metabólica para diabetes do tipo 2 – e essa é uma das técnicas mais inovadoras para controlar a doença e prevenir complicações como a cegueira e insuficiência renal – e, claro, as mortes evitáveis. A oferta do novo serviço só foi possível após a unidade receber investimentos do Instituto de Saúde (Iges-DF) para compra de materiais e contratação de profissionais da saúde, como anestesistas e clínicos médicos.

“A previsão é de operar toda sexta-feira e sábado no HRSM, que tem equipamentos de última geração e acompanhamento diferenciado. O instituto adquiriu todos os materiais necessários para fazer essa cirurgia da maneira mais atual que existe e, nós, somos cirurgiões da rede com capacitação para realizar esse procedimento”, explicou o coordenador do Serviço de Cirurgia Metabólica para Diabetes da Secretaria de Saúde, Renato Alves.

Segundo ele, diversos pacientes já foram beneficiados neste mês. “Eles evoluíram muito bem e estão em pós-operatório já com o diabetes controlado e sendo acompanhados por diversos profissionais”, disse.

O presidente do Iges-DF, Francisco Araújo, ressalta a importância desse investimento para a saúde pública do Distrito Federal, tendo em vista que o índice de mortalidade e de sequelas provocadas pela doença é considerado alto. “O Ministério da Saúde gasta mais de R$ 1 bilhão por ano somente com medicamentos, o que representa um custo muito elevado. Esses recursos, economizados, poderão ser investidos em outras melhorias”, destacou Araújo.

Bypass Gástrico

A cirurgia metabólica, chamada de Bypass Gástrico, modifica a produção de substâncias pelo organismo. “Deixamos o estômago com maior longitude. O procedimento não causa muita restrição; assim, o paciente tem mais facilidade de se alimentar. O tempo médio da duração da operação é de 45 minutos após o paciente ter sido anestesiado”, explicou.

A alta pode ocorrer em um ou dois dias, quando não há complicações. O paciente é preparado por uma equipe multiprofissional composta por psicólogo, fisioterapeuta, psiquiátrica, endocrinologista, cirurgiões e clínicos de forma a garantir um tratamento integral.

“O procedimento ocorre de acordo com a especificidade de cada paciente. Com essa cirurgia, podemos tratar não só diabetes, mas obesidade e refluxo, porém com modificações entre as técnicas cirúrgicas”, ressaltou o médico. O Hospital de Santa Maria está fazendo inicialmente as operações apenas para tratar o diabetes e, em breve, devem começar cirurgias para tratamento de obesidade.

O diabetes é uma das maiores causas de morte no mundo, já que ele é fator de surgimento do infarto agudo do miocárdio e de outras doenças. “Com essa cirurgia, não estamos apenas evitando mortes. O diabetes também causa cegueira, insuficiência renal, acidente vascular cerebral, amputação”, alertou Renato Alves.

O supervisor do serviço de cirurgia do aparelho digestivo, da Secretaria de Saúde, Adriano Guimarães Ibiapina, também ressaltou que, muitas vezes, até mesmo quando o paciente com diabetes está sendo acompanhado, tomando todos os remédios, pode sofrer com as consequências da doença.

“Essa cirurgia é um dos recursos para controlar a doença, evitando essas sequelas e morbidade. Por isso, o atendimento que o Iges-DF está oferecendo no Hospital de Santa Maria é como uma vanguarda para o Centro-Oeste e o Brasil, trazendo grande benefício à população”, ressaltou.

No Brasil, a cada mil pessoas com diabetes do tipo 2, um total de 27 morrem, por ano, devido a infarto do miocárdio. Metade das pessoas com diabetes do tipo 2 vão desenvolver doença renal grave.

Aproximadamente, 80% das pessoas em hemodiálise têm diabetes. Além disso, um paciente, a cada dez, terá comprometimento grave da visão. A amputação é 20 vezes mais comum em pacientes com diabetes.


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Callado21 de janeiro de 20204min
Foto Geovana Albuquerque

Carreta, que está no Plano Piloto até sexta-feira (24), vai percorrer 13 regiões administrativas

Até sexta-feira (24), o Consultório Itinerante para prevenção da hanseníase estará atendendo na Rodoviária do Plano Piloto, sempre das 8h às 17h. A carreta da Secretaria de Saúde do Distrito Federal percorrerá 13 regiões administrativas da capital até o dia 10 de março. A iniciativa faz parte da Campanha de Enfrentamento da Hanseníase no DF, que visa aproximar a população das práticas de promoção da saúde para prevenção e diagnóstico precoce da doença.

“A ação tem o objetivo de alertar a população para o problema. Por não ter sintomas dolorosos, alguns não dão a devida importância à doença. Profissionais e pacientes precisam ficar mais atentos aos sinais da hanseníase, que pode ser incapacitante se não for tratada”, destaca a responsável técnica distrital de Dermatologia, Ana Carolina Igreja.

O Consultório Itinerante dispõe de médicos e demais profissionais da Atenção Primária e de especialistas da Universidade de Brasília (UnB). “Esta iniciativa é muito boa, pois tem pessoas com o problema, mas não procuram se informar. A carreta facilita e já é um incentivo. Se a pessoa procura atendimento no início, a situação não se agrava”, ressalta a aposentada Maria do Carmo, 72 anos.

Na Rodoviária do Plano Piloto é possível tirar dúvidas, receber material explicativo sobre os sintomas e sinais da doença, fazer consultas e exames para o diagnóstico da hanseníase.

“Achei muito bom. Estava de passagem e não esperava ser atendida. Aproveitei para esclarecer dúvidas e preocupações. Vou orientar meus conhecidos e vizinhos para procurar a carreta”, pontua a dona de casa Maria de Lourdes Gomes, 66 anos.

Sintomas

A hanseníase é causada por uma bactéria e se manifesta principalmente por meio de lesões na pele e sintomas neurológicos, como dormências e diminuição da força nas mãos e nos pés. O paciente em tratamento ou que já recebeu alta não transmite mais a doença.

As pessoas sem tratamento expelem os bacilos resistente Mycobacterium leprae através das secreções nasais, gotículas de saliva, tosse e espirro.

“A doença é silenciosa e alguns pacientes só procuram atendimento quando ela já está avançada. O diagnóstico e o tratamento são de fundamental importância. O paciente em tratamento ou que já recebeu alta não transmite mais a doença”, esclarece a dermatologista e gerente da Regulação da Região de Saúde Central, Anna Victoria Sá.

O tratamento é gratuito e oferecido nas unidades básicas de saúde. Em caso de suspeita ou sinais da hanseníase, deve-se procurar o Consultório Itinerante ou a UBS mais próxima da residência. A carreta vai atender em todas as regiões de saúde.


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Callado20 de janeiro de 20204min

Unidade também está de cara nova após passar por uma pintura completa, algo que não ocorria há 17 anos. As mudanças receberam um investimento de R$ 2,8 milhões

Os usuários do Hospital da Região Leste (HRL, antigo Hospital do Paranoá) já perceberam as melhorias na aparência de vários setores da unidade. Agora, locais como Pronto-socorro, Centro Obstétrico, fachada externa, áreas operacionais, corredores e salas de emergência estão de cara nova após a conclusão da pintura, realizada por meio do contrato de manutenção predial.

Em 17 anos de existência, o hospital nunca tinha passado por uma pintura completa. Quem agradece são os usuários do HRL, como o marceneiro Anderson Santana, 25 anos. Enquanto esperava a esposa que estava em consulta, em frente ao centro obstétrico com os dois filhos, o morador do Paranoá notou a revitalização trazida pela pintura. “Antes, parecia que aqui estava abandonado. Agora, o ambiente ficou muito melhor, parecendo novo. É outro visual, que traz um conforto maior para quem está usando”, elogiou Anderson.

Para a superintendente da Região de Saúde Leste, Raquel Bevilaqua, a pintura e a revitalização do hospital foram, principalmente, uma questão de saúde pública. “Apesar de ter sido inaugurado em 2002 e ser relativamente novo, o HRL tinha infiltrações e áreas com mofo e rachaduras. Era uma necessidade corrigir isso e agora foi feito. Conseguimos atender todas as áreas assistenciais, da Sala Vermelha ao Centro Cirúrgico”, detalhou.

Melhorias

O hospital também recebeu a revisão completa do telhado, com impermeabilização das calhas para evitar vazamentos, e a renovação das redes elétrica e hidráulica de locais como Pronto-socorro e centros obstétrico e cirúrgico. Este último recebeu, ainda, uma nova pintura na recepção em tom azulado, o que melhorou o ambiente para os usuários.

Além disso, a Emergência ganhou um balcão de acolhimento, o que dá mais agilidade no encaminhamento dos pacientes para a Sala de Classificação de Risco. Outro local igualmente beneficiado foi o heliponto do hospital, que recebeu nova pintura e sinalização.

Manutenção predial

O contrato de manutenção predial beneficiou toda a rede pública de saúde. As melhorias a Região de Saúde Leste receberam um investimento de R$ 2,8 milhões.

As unidades básicas de saúde (UBS), por exemplo, passaram por adequações para abrir novos espaços de acolhimento, além de receber serviços de manutenção nas instalações elétricas e hidráulicas, esquadrias, pintura e impermeabilização de telhados.


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Callado14 de janeiro de 20204min

Objetivo é conscientizar a população sobre a prevenção ao mosquito, que é também transmissor da zika e da chikungunya

A Secretaria de Saúde, em parceria com a prefeitura de Valparaíso de Goiás, promoverá, nesta quarta-feira (15), uma grande ação de combate ao Aedes aegypti no condomínio Residencial Santa Maria, na divisa do Distrito Federal com Goiás. Chamado de RenegAedes, o evento será realizado das 8h às 12h e o ponto de concentração será no Colégio Polivalente.

O objetivo do trabalho é mobilizar e conscientizar a população sobre a importância da contribuição de cada um na prevenção das doenças causadas pelo mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

A ação de combate ao Aedes aegypti é promovida pelo grupo de gestão de prevenção (o Geiplandengue) da Região de Saúde Sul, Vigilância Ambiental da Região Sul e Governo do Distrito Federal (GDF), em parceria com o governo do município de Valparaíso de Goiás, por meio de sua Secretaria de Saúde.

O evento terá atividades de entretenimento, palestras, busca ativa, visitas às residências da região, recolhimento de inservíveis, orientação para a comunidade, atendimento médico e da equipe de Enfermagem, dentre outros serviços de saúde.

“O enfrentamento ao Aedes não é um problema apenas do setor saúde, mas de todos. As ações futuras devem ser pactuadas em conjunto, pois a maior beneficiária dessas ações será a população”, destacou o subsecretário de Vigilância à Saúde do DF, Divino Valero.

Segundo a coordenadora do Geiplandengue da Região de Saúde Sul, Maria Aparecida Ribeiro, as ações pactuadas entre o DF e os municípios do Entorno Sul são de suma importância para o enfrentamento ao Aedes. “A atividade tem como finalidade a articulação de ações entre Goiás e DF para uma abordagem mais efetiva em áreas como a do Entorno”, ressaltou.

A região é composta por 19 municípios e é considerada prioritária no combate ao mosquito devido à densidade populacional, o que facilita a dispersão dos casos de dengue e a proliferação do vetor.


Serviço

Evento: RenegAedes

Data: 15 de janeiro de 2020

Horário: das 8h ao meio-dia

Local: Colégio Polivalente, no condomínio Residencial Santa Maria, Módulo I, Rodovia DF 290, Km 1, Valparaíso de Goiás


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Callado13 de janeiro de 20203min
Foto: Breno Esaki/SES

Equipe comemorou os 100 dias sem esse tipo de acidente no local

A queda de pacientes no ambiente hospitalar é um dos eventos adversos mais frequentes e difíceis de serem evitados, pois a maior parte desses acidentes ocorre pela falta de equilíbrio da pessoa. Mas, com as medidas adotadas pela equipe de saúde da unidade de cirurgia-geral do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), foi possível alcançar 100 dias sem esse tipo de acidente no local, completados a sexta-feira (10) e comemorados pelos profissionais.

“As quedas podem causar diversos danos ao paciente – desde físicos, como fraturas e escoriações, a psicológicos, como a perda da confiança”, explica a chefe do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente do Hran, Janine Montefusco. “Ter 100 dias sem esse tipo de evento adverso comum significa muito, pois foi evitado um agravo do quadro clínico deles, o que contribui na recuperação.”

Prevenção e monitoramento

Uma das medidas adotadas na unidade para prevenir as quedas, conta a gestora, foi colocar pulseiras de cor laranja nos pacientes com chances mais altas de sofrer acidentes. Assim, os profissionais de saúde ficam cientes de quem precisa de atenção redobrada.

“Utilizamos uma escala para avaliar quais pacientes têm mais riscos de sofrer quedas”, destalha Janine. “Assim, desencadeamos medidas preventivas, como calçados antiderrapantes, orientações para os familiares tomarem cuidado redobrado e grades mais elevadas nas macas. Qualquer risco na beira do leito também sinalizávamos no prontuário, para alertar a equipe.”

Agora, a meta é bater o recorde de 135 dias sem quedas de pacientes, atingidos no ano passado. “Vamos orientar mais ainda os pacientes e seus acompanhantes, fazendo reuniões semanais com os familiares para ajudarem a prevenir”, ressalta a gestora.

Projeto Paciente Seguro

 As medidas adotadas pela unidade fazem parte do projeto Paciente Seguro, desenvolvido pelo Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre (RS), em parceria com o Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional (Proadi), da rede de saúde pública.

A iniciativa pretende melhorar a segurança do paciente em hospitais públicos localizados em 15 unidades da federação, com base no Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP).


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Callado11 de janeiro de 20203min
Com o reforço no atendimento, muitos pacientes terão condições de se tratar em tempo menor | Foto: Davidyson Damasceno / Iges-DF

Ação, que contou com 14 médicos especializados, agilizou bastante o atendimento

Neste sábado (11), 120 pacientes que aguardavam pela primeira consulta de oncologia estão sendo atendidos no ambulatório do Hospital de Base (HB). No total, 14 médicos oncologistas atuam na força-tarefa para acelerar o atendimento e, assim, possibilitar o início do tratamento com mais rapidez.

“Esta é uma ação que faz a diferença, porque o paciente, além de ter acesso à primeira consulta, terá a sequência do tratamento com consultas de retorno, diagnóstico por imagem, análise clínica, realização de biópsia, cirurgia, quimioterapia, radioterapia e demais procedimentos”, explica o vice-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF), Sérgio Costa.

Atendimento qualificado

Os pacientes convocados estavam na fila da central de regulação da Secretaria de Saúde (SES) há meses. Além do atendimento médico, recebem orientações, participam de palestras e recebem material informativo de fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, nutricionistas, fonoaudiólogos, psicólogos, farmacêuticos, assistentes sociais e nutricionistas.

Laboratório e equipamentos de raio-X também estão de prontidão para realizar exames na hora do atendimento ou agendar de imediato, a depender de cada caso.

“É uma iniciativa muito boa”, comemora a paciente Isabel Lacerda, 36 anos, moradora da Ceilândia. “Gosto muito do atendimento daqui. Espero que o hospital continue realizando essas ações, porque muitas pessoas estão aguardando, assim como eu estava, e graças a Deus eu fui chamada.”

O chefe da oncologia do HB, Allan Pereira, endossa a importância da ação: “Sabemos da longa batalha dos pacientes com câncer. Nosso trabalho aqui é acelerar o tratamento. Em um único dia, vamos atender um número maior de pacientes do que atendemos normalmente em um mês. Nossa média de oferta mensal é de 110 consultas de primeira vez; hoje, estão sendo 120”.

Os números

Neste mês, a média das vagas ofertadas para a primeira consulta oncológica subirá de 110 para 215. No total, o HB conta com 32 oncologistas, bem como uma enfermaria grande que interna até 35 pacientes. Na quimioterapia, são feitas aproximadamente 45 sessões diariamente. Já na radioterapia, 50 pacientes são tratados.


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Callado7 de janeiro de 20203min

Municípios terão R$ 250 milhões a mais para procedimentos

Por Kamilla Cerbino

O Ministério da Saúde reservou R$ 250 milhões a mais para aumentar o número de cirurgias eletivas a serem realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os repasses começam a ser feitos já em janeiro para diminuir as filas para 53 tipos de procedimentos que incluem catarata, varizes, hérnia, vasectomia e laqueadura, além de cirurgia de astroplastia de quadril e joelho, entre outras com grande demanda.Os procedimentos com maior demanda são os oftalmológicas, para tratamento de catarata e de suas consequências, e para tratamento de doenças da retina, seguida de cirurgia para correção de hérnias e retirada da vesícula biliar.

De acordo com o Ministério da Saúde a expectativa é zerar a fila de espera de pacientes que aguardam por esses procedimentos, que não têm caráter de urgência e são de média complexidade.

As cirurgias eletivas, fazem parte do atendimento diário oferecido à população em hospitais de todo o país. Dados registrados no sistema de informação do SUS mostram que ao longo de 2018 foram realizadas 2,4 milhões de cirurgias eletivas em todo país. Até outubro de 2019, foram 2 milhões de procedimentos realizados em todos os estados brasileiros.

Os gestores estaduais, municipais e do Distrito Federal, responsáveis pela organização e a definição dos critérios que garantam o acesso do paciente aos procedimentos cirúrgicos eletivos, podem se programar para utilização os recursos de acordo com as demandas da população de cada estado. Confira o valor do repasse por estado.



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