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Ricardo Callado13/05/201910min

Ferramenta gratuita busca o valor máximo permitido, o valor justo e as colaborações de outros usuários da região. Plataforma nasceu em Brasília há um ano e já tem mais de meio milhão de usuários ativos

O reajuste de 4,33% no valor dos medicamentos, anunciado pelo governo federal no fim de março,  acendeu um alerta vermelho aos consumidores, que gastam, em média, R$ 138 na compra de remédios segundo a pesquisa da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL). Para driblar os farmacêuticos com cifras abusivas, empreendedores de Brasília desenvolveram um aplicativo gratuito para os smartphones. É o MediPreço, que auxilia na busca e comparação de preços nas principais farmácias do país. Desde a sua ativação, a ferramenta já gerou quase 3 milhões de reais de economia ao bolso dos brasileiros.

Com mais de 800 mil pesquisas realizadas e 600 mil usuários ativos em 427 municípios, o aplicativo tem se tornado um sucesso por funcionar de forma simples e objetiva. Para usá-lo é simples: basta fotografar o código de barras ou pesquisar o nome do medicamento e compartilhar por quanto comprou com a comunidade. O sistema  busca o valor máximo permitido, o valor justo (algoritmo que realiza a média dos preços informados) e as colaborações de outros usuários da região, já que possui a geolocalização. Também é possível realizar a busca por meio do nome do remédio de referência ou genérico.

“A comunidade virtual e colaborativa chegou para auxiliar os brasileiros que precisam de medicamentos com preços acessíveis e muitas vezes se encontram em uma situação de fragilidade, seja por sua doença ou pela dificuldade em comprar o remédio que precisa. Por isso, a ferramenta é gratuita e está disponível na palma da mão para auxiliar de forma ágil e eficiente na hora da compra”, explica o CEO da empresa, Alexandre Máximo.

A pesquisa da CNDL revela ainda que a maioria dos consumidores (62,2%) tem o hábito de fazer pesquisa de preço, sendo que 28,6% fazem diretamente nas farmácias. “Acreditamos que todos deveriam fazer pesquisa de preço, mas talvez não façam porque não era algo simples. Agora, com a possibilidade de fazer pelo celular, a tendência é que mais pessoas criem o hábito, afirma o criador do MediPreço. Além das pesquisas nos estabelecimentos, 17,2% fazem pesquisas online ― com maior frequência entre os jovens de 18 a 34 anos (23,3%) e respondentes das classes A e B (26,4%) ― e 11,2% buscam por menores preços em folhetos de propaganda.

Benefícios e inovação- Uma outra modalidade do app contempla descontos de até 99% nas drogarias da Drogafuji do Distrito Federal. Para isso, o usuário precisa aderir à versão paga da ferramenta. Os beneficiários dos convênios podem adquirir, por exemplo, descontos em um remédio para gastrite. Nesse caso, o Omeprazol sairia a R$ 2,68 sendo que o preço justo seria R$ 6,47 e o preço máximo de R$ 113,44.

Até o final do ano, estão previstas melhorias na comunidade virtual com a criação de uma rede social entre os usuários e a possibilidade da compra de medicamentos direto com entrega em domicílio. Com  mais de 90 mil avaliações e 250 mil preços consultados, o MediPreço está disponível, gratuitamente, no Google Play ou na App Store.

Dados

De acordo com a pesquisa da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, o gasto médio com medicamentos de uso regular é de R$ 138 por mês e a maioria dos brasileiros optam por medicamentos genéricos. Esta média aumenta para R$ 194,97 entre pessoas acima de 55 anos. A pesquisa revela ainda que mais de um quarto da população (26,6%) faz uso de remédios contínuos ou periódicos ― com maior frequência entre as classes A e B (31,8%) e à medida que aumenta a idade do entrevistado. Entre essas pessoas, a maioria paga pelo próprio medicamento (51,3%) ― principalmente aqueles com idade entre 18 e 34 anos (64,0%) e das classes A e B (68,1%) ―, outros 42,9% recebem o medicamento pelo SUS ― sobretudo entre as classes C, D e E (48,6%) ― e 5,9% têm o medicamento pago por terceiros.

Passo a passo

1° Baixe o App Medipreço, no Google Play ou na App Store

Crie uma conta gratuita

2° Pesquise pelo nome do seu remédio ou pelo código de barras

Digite no campo de busca o nome do remédio desejado

3° O melhor preço

Veja o melhor preço do seu remédio

4° Ajude a comunidade

Ajude a comunidade a economizar informando o preço que você encontrou e em que farmácia

Mais informações em: https://www.medipreco.com.br/app/store.html


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Ricardo Callado09/05/201911min

O novo SSD WD BLACK SN750 NVMe chega ao mercado com velocidades extremas na transferência de dados, potência otimizada e uma versão com dissipador de calor

Western Digital Corp. (NASDAQ: WDC)  lança no Brasil o SSD WD Black® SN750 NVMe com capacidades que variam de 500GB a 1TB no formato M.2 unilateral para sistemas desktop ou plataformas de games customizadas. São dois modelos, um SSD de segunda geração, com taxas de transferência aprimoradas, e um novo produto com dissipador de calor integrado, que ajuda a manter a velocidade e a temperatura. Estes drives de tecnologia avançada permitem que os profissionais ou entusiastas de jogos e de hardware tenham excelente desempenho durante uma partida de jogo em um PC.

Com foco no mercado de games, a Western Digital transformou o nome de seu principal produto voltado para esse segmento, o WD_Black, em uma linha especializada de soluções high-end para os PC gamers. Com uma identidade visual própria, a empresa desenhou uma nova embalagem para toda a linha com um logo que poderá ser facilmente identificado pelos consumidores.

O primeiro produto a chegar ao mercado já com a nova marca é o SSD WD BLACK SN750 NVMe. Os avanços das novas tecnologias e gráficos estão mudando o mercado de jogos nos PCs. Para aproveitar as experiências cada vez mais imersivas e responsivas dos games, os jogadores precisam superar vários desafios, incluindo mais desempenho e tamanhos de arquivo maiores, com alguns jogos superando 100 GB. O novo SSD proporciona altas velocidades de transferência o que permite acesso quase instantânea no carregamento dos jogos e arquivos, trazendo-os de volta à ação mais rápido e aumentando a capacidade de resposta geral do sistema.

Para suportar as altas velocidades de leitura e gravação de dados, os SSDs NVMe tradicionais são projetados para limitar o desempenho, de forma a manter a temperatura de operação dentro de parâmetros aceitáveis. Para solucionar essa questão, o SSD WD Black SN750 NVMe oferece, em parceria com a EKWB, líder em tecnologia de resfriamento de PC, um dissipador de calor para todas as suas capacidades. O dissipador é acionado para operações intensas do drive, permitindo que o SSD trabalhe com bom desempenho por períodos mais longos de leitura e gravação.

Para aprimorar ainda mais a experiência dos gamers, a Western Digital também adicionou o recurso Gaming Mode ao novo produto. Se trata de um painel exclusivo do WD Black SSD que permite aos usuários a flexibilidade de desabilitar o modo de baixa energia e manter o SSD funcionando em níveis máximos para sustentar uma execução mais longa quando desejarem um desempenho alto, consistente e ininterrupto.

“Realidade virtual, recursos imersivos e tamanhos maiores de arquivos de games significam tempos de carregamento mais longos para níveis, mapas e outras ações no jogo. Todos eles exigem armazenamento mais rápido e maior capacidade”, disse Alexandre Jannoni, Country Manager da Western Digital no Brasil. “Um jogo mais intenso e mais longo também requer um desempenho térmico bem gerenciado e o novo SSD WD Black SN750 NVMe possui uma performance superior, uma arquitetura desenvolvida para games, resfriamento embutido, Gaming Mode e a possibilidade de incorporar um dissipador de calor. Tudo isso permite um desempenho incomparável”, conclui Jannoni.

 

Suba de nível com o SSD WD Black SN750 NVMe

O SSD NVMe de segunda geração foi construído com base na tecnologia proprietária 3D NAND, com firmware e controlador 3D da Western Digital. O SSD WD Black SN750 NVMe possui uma plataforma SSD integrada, verticalmente projetada para maximizar o desempenho de profissionais e entusiastas de jogos e hardware que desejam construir ou atualizar seu PC. O novo produto oferece leitura sequencial (até 3.470 MB/s¹ para o modelo de 1TB) e desempenho de gravação (até 3.000 MB/s¹ para o modelo de 1TB) excepcionais. Combinado com grande capacidade, o novo drive reduz o tempo necessário para os usuários acessarem seus programas e arquivos, carregar jogos e transferir jogos maiores, vídeos 4K / 8K e outros conteúdos com muitos dados. Além disso, o SSD possui até 515.000 IOPs de leitura aleatória e 560.000 de gravação aleatória (para modelo de 1 TB) para taxa de transferência extrema, permitindo que o SSD gerencie aplicativos de múltiplos processos e ambientes com uso intensivo de dados. Essas características permitem maior capacidade de resposta ao acessar vários arquivos em vários locais para carregar novos níveis ou jogos, com menos tempo necessário para salvar o progresso durante o jogo.

Disponibilidade

O SSD WD Black SN750 NVMe oferece uma garantia limitada de cinco anos com resistência de até 600TBW para o modelo de 1TB. Eles já estão disponíveis no Brasil em duas versões: com dissipador de calor – 500GB e 1TB, com valor a partir de R$ 999; e sem dissipador de calor – 250GB, 500GB e 1TB, com valor a partir de R$ 579.

Os produtos da Western Digital podem ser encontrados em diversos varejistas e sites de comércio eletrônico como KabumPichauTerabyteAmazon e Americanas.com.

A Western Digital oferece o portfólio mais amplo de produtos e soluções do setor para ajudar as pessoas a capturar, preservar, acessar e transformar seu conteúdo. Para mais informações, visite nosso site: Western Digital. 

¹Um megabyte por segundo (MB / s) = um milhão de bytes por segundo. Baseado em testes internos; o desempenho pode variar dependendo do dispositivo host, das condições de uso, da capacidade do drive e de outros fatores.

 

Sobre a Western Digital

A Western Digital cria ambientes para que os dados prosperem. A empresa está impulsionando a inovação necessária para ajudar os clientes a capturar, preservar, acessar e transformar uma diversidade cada vez maior de dados. Em todos os lugares, desde data centers avançados a sensores móveis e dispositivos pessoais, nossas soluções líderes de mercado oferecem as possibilidades de dados. As soluções centradas em dados da Western Digital® são comercializadas sob as marcas G-Technology ™, SanDisk®, Upthere ™ e WD®.


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Ricardo Callado27/04/20192min

Estudantes brasileiros ganharam o torneio de robótica First Championship, realizado em Houston, nos Estados Unidos, sendo finalistas nas três modalidades em disputa: First Lego League, First Tech Challenge e First Robotics Competion. A delegação brasileira foi formada por 10 equipes totalizando 106 estudantes.

As equipes do Sesi de Blumenau (SC) e de Americana (SP) conquistaram o primeiro lugar na categoria First Lego League, em Gracious Profissionalism e em Design do Robô, respectivamente. A equipe de Jundiaí conquistou o segundo lugar em Estratégia e Inovação. Nessa categoria competem jovens de 9 a 16 anos do ensino fundamental e médio.

A equipe do Sesi de Goiânia foi uma das seis finalistas do Prêmio Motivação na categoria First Tech Challenge.

Na categoria First Robotics Competition, em que competem jovens de 14 a 18 anos, duas equipes brasileiras, ambas do Sesi/Senai de São Paulo, conquistaram o Rookie All Stars, considerada a maior premiação para os iniciantes na disputa, concorrendo com mais de 60 estreantes.

O torneio First Championship é promovido por uma organização não governamental chamada First, em parceria com a empresa de brinquedos Lego. Além da etapa em Houston, em maio, ocorrerá outra disputa na cidade de Detroit, nos Estados Unidos.

As equipes devem construir robôs e colocá-los para desempenhar determinadas tarefas. Na categoria First Robotics Competition, considerada a mais complexa, por exemplo, os estudantes precisaram projetar robôs industriais de até 56 quilos para executar tarefas como movimentar bolas e discos para reservatórios em uma arena durante um tempo determinado.


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Ricardo Callado23/04/20195min

56% das empresas brasileiras pretendem investir em Inteligência Artificial em operações tributárias, aponta pesquisa

Mais da metade das empresas pretendem inovar usando Inteligência Artificial (I.A) no Brasil em 2019 na área tributária. É o que revelou uma pesquisa realizada pela Thomsom Reuters – empresa multinacional de meios de comunicação e informação – e pela Live University – instituição de ensino e treinamento na área de negócios, situada em São Paulo – que entrevistou mais de 300 líderes e especialistas das principais corporações do país.

Exatos 56% das instituições pretendem utilizar a I.A. para otimizarem a gestão de tributos, afinal, o Brasil conta o sistema tributário mais complexo do mundo. Também verificou-se que 61% dos profissionais do setor tributário apostam na I.A. como a tecnologia mais promissora para o setor e 89% dos entrevistados afirmaram acreditar que as inovações tecnológicas serão muito positivas, tornando os processos mais eficientes, diminuindo os riscos de fraude e reduzindo custos.

“A Inteligência Artificial já é uma realidade no setor contábil e tributário, com resultados surpreendentes em agilidade nos processos e segurança das informações”, afirma Guilherme Kluber Mercurio, Engenheiro de Machine Learning da ROIT Consultoria e Contabilidade, empresa que recentemente lançou o robô contador, um projeto que custou mais de R$ 2 milhões e que utiliza 100% de I.A. em operações contábeis e fiscais.

De acordo com Lucas Ribeiro, sócio-diretor da ROIT, que é advogado tributarista e consultoria empresarial, sem a tecnologia adequada as empresas podem chegar a pagar mais tributos do que devem. “As leis fiscais do Brasil são muito complexas e apresentam inúmeras variáveis. Por isso, muitas vezes os produtos e serviços são tributados de forma errada e benefícios fiscais podem ser esquecidos ou aplicados incorretamente. Com a tecnologia, a Inteligência Artificial aprende e se mantém atualizada sobre a tributação correta de cada operação, reduzindo drasticamente a possibilidade de falhas, pois a I.A. consegue absorver e correlacionar muito mais dados de forma muito mais profunda e rápida que um ser humano”, explica.

Para se ter uma ideia, o robô contador da ROIT chegou a realizar, já nas primeiras semanas de trabalho, 1.800 operações por hora e mais de 8 mil classificações contábeis sem qualquer intervenção humana. E mais de 4 mil documentos foram lançados com aplicação de OCR (Optical Character Recognition) para extração de dados dos documentos fiscais, com um índice de precisão de quase 70%.

“Nossos softwares com Inteligência Artificial realizam todas as etapas do processo de contabilidade. A ferramenta é capaz de ler os documentos enviados, interpretá-los e depois gerenciá-los. Antes do pagamento de um boleto, por exemplo, o robô identifica as regras fiscais relacionadas com a nota fiscal que deu origem, faz a classificação contábil e realiza todas as etapas necessárias. Se estiver tudo certo, faz o agendamento no banco e só nesse momento o empresário vai atuar, com a liberação de pagamento”, explica Lucas Ribeiro.

Lucas complementa que a ferramenta ainda é capaz de gerenciar os setores de Contas a Pagar e Contas a Receber e todas as apurações contábeis, eliminando os departamentos fiscal, contábil e financeiro e todas as tarefas burocráticas do dia a dia empresarial. “A nossa expectativa é de que a ROIT BANK, com tecnologia de Inteligência Artificial, gere uma economia de até 80% nos custos das empresas com gestão contábil, fiscal e de tesouraria”, conclui Ribeiro.


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Ricardo Callado23/04/20195min

Aparelhos da Samsung contam com tecnologia de pontos quânticos, que entregam imagens ideais para os gamers

Ter um bom equipamento pode ser fator determinante para o sucesso dos jogadores profissionais ou amadores. Por isso, a Samsung reúne em seu portfólio no Brasil monitores de 24 e 27 polegadas que se destacam entre usuários que passam mais de 12 horas por semana em frente às telas, ambos com a tecnologia QLED de pontos quânticos.

Os aparelhos entregam imagens fluidas e sem atrasos, graças à taxa de atualização de 144Hz e tempo de resposta de 1 milissegundo. Com a opção de seleção entre 60Hz, 100Hz ou 120Hz para otimizar o frame rate em cada situação de jogo, os equipamentos ainda contam com um conjunto de níveis de iluminação e alta taxa de contraste (3000:1), resultando em áreas escuras mais intensas e áreas iluminadas mais claras.

A experiência de imersão nos jogos se torna ainda melhor por conta da curvatura de 1800R1 e ângulo de visão de até 178 graus das máquinas, o que aumenta a percepção de profundidade e minimiza as percepções periféricas, possibilitando foco total nas atividades. Há ainda recursos especiais como o Eco Saving Plus, Flicker Free, FreeSync e um menu Game construído por quem entende de jogos.

Ambos os modelos (LC24FG73F e LC27FG73F) possuem base em Y pensando na otimização dos espaços, além de articulação dupla para melhor posicionamento da tela, suporte para fones de ouvido, duas entradas HDMI, uma Display Port e conector para fones de ouvido.

“Os gamers são apaixonados por todo o ecossistema de jogos e sempre buscam imersão completa. Atenta a esta necessidade, a Samsung desenvolveu uma linha de produtos com diferenciais para este público, que vão desde a qualidade de imagem, recursos inovadores até a flexibilidade dos modelos”, afirma Kauê Melo, diretor da divisão de Monitores e B2B da Samsung Brasil.

Os QLED Gaming Monitors da Samsung possuem preços sugeridos de R$ 2.149,00 (LC24FG73F) e R$ 2.799,00 (LC27FG73F) e estão à venda no site da marca (https://www.samsung.com/br/) e em estabelecimentos parceiros.

A curvatura da tela de 1800 R permite que os olhos acompanhem facilmente toda a ação enquanto mantém uma distância de visão constante.

Sobre a Samsung Electronics Co., Ltd.

A Samsung inspira o mundo e cria o futuro com ideias e tecnologias inovadoras. A companhia está redefinindo o mundo de TVs, smartphones, wearables, tablets, eletrodomésticos, sistemas de conexão e memória, sistema LSI, fundição de semicondutores e soluções LED. Para saber mais sobre as últimas notícias, por favor, visite a Sala de Imprensa da Samsung em http://news.samsung.com/br


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Ricardo Callado22/04/20194min

Empresa vai liberar seu conhecimento em Inteligência Artificial para criação de cursos online gratuitos para jovens do DF

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e a Microsoft do Brasil assinaram um memorando de entendimento para colaboração mútua no âmbito do fomento da educação e formação de jovens do Distrito Federal em Inteligência Artificial.

Em reunião no Escritório da Microsoft Brasil em Brasília, o presidente da FAPDF, Alexandre Santos, o diretor nacional de Tecnologia da Microsoft, Ronan Damasco, e reitores de instituições de ensino superior do DF, assinaram o documento que marca o início da parceria entre as instituições para a criação da Escola de Inteligência Artificial do Distrito Federal. A Microsoft disponibilizará sua base de conhecimento em Inteligência Artificial (IA) para a elaboração de cursos online gratuitos de capacitação para jovens do DF.

“Esse é um momento de festa e que marca nossa aproximação com a Microsoft para nos ajudar nesse desafio de desenvolver competências e habilidades para o século 21 na nossa juventude, em especial, em inteligência artificial. Vamos fazer isso em conjunto porque nós não conseguimos enfrentar esse desafio sozinhos. É preciso unir governo, setor produtivo e academia e agradecemos a confiança da Microsoft na Fundação ao liberar esse conteúdo para a criação desses cursos”, comemorou Alexandre Santos.

Curto prazo

Após a assinatura do memorando, a previsão é que a FAPDF lance, ainda em abril, edital para selecionar instituições de ensino superior para a formatação dos cursos, o que deve ocorrer ainda no 1º semestre de 2019. A ideia é que já no 2º semestre sejam criadas cerca de 120 vagas em cursos gratuitos.

“A Microsoft está há quase 30 anos no Brasil e temos compromisso forte com a área de educação. Temos oito mil pesquisadores voltados para o estudo de Inteligência Artificial, trabalhamos com a proposta ousada de democratizar a IA e essa ação faz parte desse projeto. Acreditamos na inteligência artificial, desde que ela não seja usada para prejudicar o ser humano, queremos que ela seja um aliado para ampliar nossas capacidades e oportunidades”, afirmou Ronan Damasco.

Popularização da ciência

O vice-presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Fábio Guedes Gomes, destacou que a parceria, resultado da iniciativa da FAPDF, merece ser replicada em outros estados: “Precisamos pensar, no âmbito das FAPs, em um programa amplo de popularização da ciência, tecnologia e inovação e essa iniciativa pode ser e deve ser replicadas pelas demais Fundações”, destacou Gomes, que deixou registrada a intenção de estender ações de parceria com a Microsoft para as outras 26 FAPs do país.

Após a assinatura do acordo de cooperação, o presidente da FAPDF anunciou, ainda, que está em tratativas com a Diretoria de Educação da Microsoft para o desenvolvimento de ações voltadas para outras áreas de conhecimento.

*Com informações da FAPDF


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Ricardo Callado22/04/20195min

Inovações presentes na Europa asseguram performance nas transações e capturas de pagamento online e offline

A Worldline, líder europeia em meios de pagamentos com atuação no mercado brasileiro como processadora de pagamento (gateway) global, apresenta novas soluções que permitem aumentar a performance e a experiência de pagamento dos consumidores.

A primeira delas é a One Commerce Hub plataforma de pagamento omnichannel. A tecnologia leva mais eficiência para transações, sejam elas no varejo físico ou online, porque captura transações off-line como online e vice-versa, o que impacta em uma melhor gestão dos processos e gestão no varejo. Para o consumidor final, a experiência permite, por exemplo, que a loja física use os dados do cartão de crédito já cadastrados no e-commerce para efetuar o pagamento sem a necessidade de tirar o plástico da carteira ou smartphone.

A nova tecnologia permite também que os comerciantes desenvolvam suas estratégias de pagamento e expandam seus negócios para novos países e canais. A One Commerce Hub também tem a vantagem de se adaptar aos ambientes existentes dos clientes e aos hábitos de compra, pois é compatível com os terminais existentes e aceita em todos os métodos de pagamento em diferentes países.

A plataforma fez parte de uma série de lançamentos que a Worldline apresentou durante a NRF (National Retail Federation) reconhecido como o maior evento do mercado varejista global e que sinaliza as principais tendências para o setor.

Outro destaque do ano é o dispositivo de pagamento interativo ominichannel YUMI. O novo dispositivo multifuncional inteligente da Wordline aprimora a experiência do varejo e permite mais interação entre clientes e varejistas e amplia as funcionalidades de pagamento permitindo, por exemplo, fechar pedidos em restaurante até doações para instituições. Mais informações

Vincent Roland, Managing Director Global da Worldline, viu a NRF como excelente ocasião para apresentar ao varejo as novas tecnologias da companhia. “O YUMI marca um ponto de virada para as interações entre o consumidor e atende à crescente demanda dos varejistas e seus clientes por interações eficazes e intuitivas. Nosso dispositivo é amigável e proporciona um ponto de interação omnichannel intuitivamente projetado. Com seu design moderno, o YUMI levará a experiência do varejista e do consumidor a um nível totalmente novo”, explica.

Para Thais Fischberg, head das operações Brasil e América Latina da Worldline, as novas tecnologias simplificam e aprimoram a gestão de processos do varejo e elevam a experiência do consumidor. “Estas iniciativas apresentadas na Europa são aprendizados importantes e que contribuem para elevar a inserção dos meios eletrônicos de pagamento no dia a dia da sociedade.

Sobre Worldline: líder europeia no setor de processamento de pagamento e serviços transacionais no e-commerce. Com 45 anos de experiência e presença em mais de 29 países, a Worldline cria e opera sistemas de pagamento transacional em tempo real para permitir que comerciantes, bancos, governos e outras organizações possam emitir, aceitar, liquidar e gerenciar todos os tipos de transações digitais com seus clientes além dos pagamentos como pedidos, compensação e liquidações, sinistros, bilhetes pré-pagos e prêmios de fidelidade.


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Ricardo Callado12/04/20193min

Por Jonas Valente

Pessoas, empresas e associações que tenham dívidas junto ao governo federal poderão quitar os débitos pela internet. A ferramenta foi disponibilizada pela Advocacia-Geral da União e anunciada hoje (11) pelo órgão. Ela está disponível como uma das funcionalidades da plataforma Sapiens, hospedada no site da AGU.
O sistema permitirá a consulta dos débitos na dívida ativa e a realização de simulações sobre formas de pagamento, como parcelamentos. O devedor poderá optar pela modalidade de quitação e efetuá-la por meio da plataforma Sapiens.

São passíveis dessas operações as dívidas sob a responsabilidade da Procuradoria-Geral da União (PGU) e Procuradoria-Geral Federal (PGF). O devedor que quiser fazer uso do serviço deve consultar se seu débito se enquadra nessa condição.

Para acessar o sistema, a pessoa física ou jurídica deve ter um certificado digital. Este é uma espécie de identificador adotado para fazer transações ou assinar documentos pela Internet. O certificado é adquirido por meio de entidades que prestam este serviço. O Instituto de Tecnologia da Informação (ITI) traz uma lista de entidades deste tipo.

A AGU argumenta que o serviço vai facilitar tanto a conferência quanto o pagamento dos débitos. A expectativa do órgão é que essa ferramenta facilite os pagamentos, revertendo na arrecadação do governo junto a seus devedores.

O órgão elaborou uma cartilha para dar apoio a quem desejar fazer uso da plataforma. O material explica o passo a passo e o que fazer para conseguir utilizar o recurso.


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Ricardo Callado10/04/20194min

Parceria entre as secretarias de Ciência e de Educação amplia qualificação na área tecnológica para alunos do ensino público

Por Lúcio Flávio

Foi assinado nesta terça-feira (9) um acordo de intenções entre o governo do Distrito Federal – por meio das secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação e de Educação – e a Microsoft que permitirá que alunos e professores do ensino público tenham acesso, de graça, aos programas da empresa. O objetivo é qualificar desde cedo os alunos e promover o aprendizado tecnológico, ao mesmo tempo em que os prepara com vistas ao mercado.

Na prática, o pacote, que ficará na nuvem, poderá ser acessado de qualquer computador por cada aluno, mediante uma senha particular. São mais de 600 mil plataformas Microsoft Office – disponíveis dentro de 30 dias –, que vão oferecer serviços como e-mail e calendário (Outlook), conferências online e mensagens instantâneas (Skype), além de editor de textos (Word) e outra infinidade de recursos.

Aluna do 2º ano do Centro Educacional Stella Dos Cherubins Guimarães Trois, de Planaltina, Linda Ellen de Paula Oliveira, 15 anos, disse que ter acessos a essas ferramentas de graça será bastante proveitoso no dia a dia escolar. “Vai beneficiar de uma maneira extraordinária porque nas escolas públicas os recursos podem ser escassos, e uma pareceria como essa pode desenvolver muito o nosso aprendizado na área de tecnologia”, defendeu.

“Queremos levar tecnologias para essas crianças e transformar suas vidas e a única forma que temos de transformar a vida de uma pessoa é por meio dos estudos, da educação”, afirmou o governador Ibaneis Rocha. Feliz com a presença de mais de 50 estudantes de cinco administrações regionais que prestigiaram a cerimônia, o governador enfatizou: “A educação hoje mudou, estamos cada vez mais num ambiente tecnológico e a partir de agora essa realidade estará ao alcance dos nossos alunos”.

Com um olho no futuro

Segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Gilvan Máximo, o benefício financeiro dessa parceria é incalculável. “Essa parceria é um marco, um divisor de águas para as tecnologias e inovações das escolas no DF. É um marco em termos de valor porque implica numa economia de R$ 70 milhões do governo nesta área”, avaliou.

Para o secretário de Educação, Rafael Parente, a iniciativa irá colocar alunos e professores na idade de ouro da tecnologia, preparando uma geração para o futuro. “A gente sabe que os alunos já são nativos digitais, aprendem de forma diferente, 65% dos alunos que estão na escola hoje vão ter profissões que hoje serão extintas no futuro, segundo o Fórum Econômico Mundial, e eles precisam ter acesso às novas ferramentas tecnológicas, porque senão for assim, chegarão defasados no mercado de trabalho”, destacou.

A iniciativa faz parte do compromisso da Microsoft em contribuir com o desenvolvimento do país, por meio do apoio à educação e à atividade empreendedora, disponibilizando tecnologia de ponta e capacitação para alunos, professores e profissionais de instituições de ensino. “Essa parceria coloca em evidência a bandeira da democratização à tecnologia da nossa empresa”, reforçou Ronan Damasco, diretor de Competitividade Nacional da Microsoft.

 


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Ricardo Callado01/04/201921min

Cristina Boner explica o significado de Google e a história dos mecanismos de busca

Por Cristina Boner

O Google foi fundado pelos graduandos da Universidade de Stanford, Larry Page e Sergey Brin. Eles criaram um algoritmo de busca em 1996 e o chamaram de BackRub. Tornou-se a base do mecanismo de busca que foi oficialmente chamado Google quando foi lançado dois anos depois explica Cristina Boner. Google é atualmente a principal filial da sua empresa-mãe do alfabeto Inc. e é o maior motor de busca do mundo.

Origem do nome Google

O Google é derivado do googol. Na verdade, é um erro de ortografia do googol. A palavra googol é basicamente um número. O número é dez para o poder de cem. Está escrito como o número um seguido por cem zeros. Tanto Page quanto Brin queriam usar um termo que sugerisse números grandes. Eles criaram um artigo original para o PageRank, onde afirmam que seu mecanismo de busca foi chamado Google, uma maneira comum de soletrar o googol, e que isso implicava a grande escala de seu mecanismo de busca como previsto por eles.

A palavra googol foi usada pela primeira vez em 1919 para um personagem cômico conhecido como Barney Google contou Cristina Boner. Enid Mary Blyton mais tarde usou o Google Bun como uma frase em 1941, ” The Magic Faraway Tree ” e 1946 ” The Folk of the Faraway Tree ” . Ela também desenvolveu um personagem de palhaço para ‘ Circus Days Again ‘, conhecido como Google. O livro foi publicado em 1942. Há um Googleplex Star Thinker em ” O Guia do Mochileiro das Galáxias ” de Douglas Adams. Por volta da época em que Brin e Page estavam trabalhando no BackRub em 1996 e ainda não haviam nomeado seu mecanismo de busca Google, uma empresa conhecida como Groove Track Productions solicitou uma marca nos Estados Unidos. A marca registrada Google foi criada para ser usada em diferentes tipos de produtos, incluindo roupas, jogos de tabuleiro, brinquedos de pelúcia e chocolates. A empresa não seguiu e abandonou o aplicativo em 1997.

O Google é agora um substantivo e um verbo. É um substantivo pela razão óbvia de ser o nome de um mecanismo de pesquisa. O Google também era o nome da empresa que agora é conhecida como Alfabeto. O Google também é um verbo mencionado no Oxford English Dictionary e Merriam Webster Collegiate Dictionary. Significa usar o mecanismo de busca do Google para obter informações da internet.

História dos motores de busca

Os motores de busca são agora o quadro integral para sites hospedados em todo o mundo. Segundo Cristina Boner, eles se tornaram a interface para os usuários da Internet acessarem o conteúdo. Procuramos informações usando palavras-chave para procurar fontes relevantes. Não apenas obtemos informações, mas também verificamos e confiamos na indexação dos mecanismos de busca para obter uma fonte enciclopédica imediata. Os mecanismos de pesquisa não são mais apenas interfaces. Eles se tornaram meios de marketing. Os motores de busca são um tipo de negócio e uma indústria por si só.

Os mecanismos de pesquisa são alimentados por algoritmos e usam rastreadores para pesquisar conteúdos relevantes com base em palavras-chave escolhidas ou fornecidas disse Cristina Boner. Os rastreadores dos mecanismos de pesquisa verificam efetivamente toda a Web indexada e encontram informações relevantes. Todos os mecanismos de pesquisa têm um sistema de classificação que facilita uma ordem sistemática na qual os resultados relevantes são exibidos.

O conceito de motores de busca

O conceito de mecanismos de pesquisa antecede o desenvolvimento da rede mundial. A primeira pessoa a falar sobre o mecanismo de busca foi Vannevar Bush, um cientista e engenheiro americano. Ele escreveu um artigo em 1945 que foi publicado no The Atlantic Monthly. Bush falou sobre a necessidade de ter um índice que pudesse fornecer acesso a todo o conhecimento. Ele descreveu este índice como expansivo.

O objetivo era bem simples. Ele queria que as pessoas tivessem acesso a todas as informações que geralmente estão além da capacidade individual de uma pessoa. De acordo com Cristina Boner, embora o mundo tivesse muito conhecimento para oferecer, não estava prontamente disponível para todos. Bush queria uma forma de registro que pudesse ser verdadeiramente útil e prontamente disponível. Ele defendeu alguma forma de armazenamento e o que pode ser continuamente expandido. Bush também foi um dos primeiros pensadores a destacar a necessidade de ter informações disponíveis por meio da associação e não do método arcaico de indexação.

O primeiro motor não foi desenvolvido por quase quarenta e cinco anos após a publicação do artigo. Engenheiros elétricos e estudantes na faculdade tentaram fazer um índice como previsto por Bush. Isso foi chamado Archie, derivado do arquivo de palavras ou arquivos. Archie tornou-se o primeiro motor de busca do mundo na época de sua criação, em 1990. Archie listagens de diretórios armazenados usando sites de protocolo de transferência de arquivos e tinha um recurso de pesquisa.

Logo depois, muitos outros mecanismos de busca foram desenvolvidos, especialmente o Gopher, que poderia indexar arquivos de texto como Veronica, Jughead e JumpStation. A primeira ferramenta de descoberta a ser usada para recursos da web em todo o mundo foi a JumpStation motrou Cristina Boner. Usava o rastreamento e depois dependia da indexação. O WebCrawler se tornou o primeiro mecanismo de busca a usar o texto completo. Foi desenvolvido por Brian Pinkerton em 1994.

Até que o WebCrawler viesse à tona, os mecanismos de pesquisa só podiam indexar domínios ou nomes de páginas da Web e listá-los em catálogos. Os motores de busca expandiram-se gradualmente à medida que a Internet cresceu e muitas novas plataformas foram desenvolvidas para serem compatíveis com a natureza mutável da rede galáctica.

Linha do tempo dos mecanismos de pesquisa

O primeiro mecanismo de busca totalmente formado e funcional do mundo foi Archie. Foi desenvolvido por Alan Emtage e L. Peter Deutsch em 1990. Eles usaram a indexação e criaram um sistema básico. A dupla estava trabalhando em um projeto da escola, enquanto na Universidade McGill, quando eles desenvolveram Archie. Em 1991, os estudantes da Universidade de Minnesota desenvolveram um protocolo para usar a indexação e pesquisaram documentos on-line. Isso foi chamado Gopher. Usou FTP anônimo. Ambos Archie e Gopher eram sistemas interessantes, mas eles provaram ser primitivos e logo foram abandonados nos anos noventa.

Lycos

Em 1993, um projeto universitário levou à criação da Lycos. Foi o primeiro motor de busca comercial. Foi também o primeiro mecanismo de busca bem-sucedido. Tornou-se disponível em quarenta países e foi amplamente utilizado por usuários e empresas da Internet. O Lycos não é mais um mecanismo de pesquisa. Um ano após o lançamento do Lycos, surgiram dois fenômenos entre os mecanismos de busca.

Yahoo

Em 1994, os graduados da Universidade de Stanford no departamento de engenharia elétrica, Jerry Yang e David Filo, desenvolveram o Yahoo. Ele passou a se tornar um dos mais populares motores de busca e portais da década de noventa e da primeira década do século XXI. Cristina Boner ainda lembra que , na mesma época, Brian Pinkerton criou o WebCrawler. O mecanismo de pesquisa pode digitalizar páginas completas. Ele poderia funcionar on-line e foi o primeiro rastreador eficaz como conhecemos o conceito hoje. O WebCrawler foi adquirido pela AOL. Foi colocado em uso para a rede da AOL. AOL usou o WebCrawler, depois que o último foi comprado pela Excite, para alimentar seu programa NetFind. O WebCrawler se tornou um dos primeiros mecanismos de busca de base.

Em 1995, o AltaVista foi lançado e rapidamente se tornou um mecanismo de busca popular e confiável. A plataforma era distinta. Usava o Scooter, que era um rastreador multi-thread que podia escanear mais páginas do que se sabia que estavam disponíveis on-line, e o mecanismo de busca tinha hardware avançado como infra-estrutura de back-end. O Yahoo usou o AltaVista para sua ferramenta de busca. A Overture Services Inc. adquiriu a Alta Vista em 2003. O Yahoo adquiriu a Overture Services Inc. alguns meses depois.

Looksmart

Em 1995, a Looksmart foi lançada com o objetivo de desenvolver um diretório de sites. Foi em concorrência direta com o diretório do Yahoo. A Looksmart teve uma oferta pública inicial em 1999. Ela se tornou uma provedora de serviços de pagamento por clique em 2002. A Looksmart perdeu seu valor quando a Microsoft a abandonou e adquiriu o WiseNut.

O WiseNut foi lançado em 2001. Foi introduzido como um mecanismo baseado em rastreadores beta. Foi então propriedade e operado pela Looksmart. O WiseNut se saiu bem, mas por um curto período de tempo. Sua tecnologia de agrupamento automático conhecida como WiseGuide, que se tornou a base para os resultados da pesquisa, não se mostrou útil ao longo do tempo. O WiseNut foi fechado em 2007 contou Cristina Boner.

1995 e 1996 foram os anos mais significativos na história dos mecanismos de busca. Archie e Gopher estavam perdendo importância. O Lycos estava forte e o Yahoo acabara de ser apresentado. AltaVista e Looksmart foram ambos encorajadores. Mas muita coisa estava acontecendo nos dormitórios e no campus da Universidade de Stanford. Diferentes grupos de estudantes na Califórnia estavam desenvolvendo suas próprias versões de mecanismos de busca, mais notavelmente Architext ou Excite e BackRub ou Google.

Excite

O Excite foi apresentado antes do Google e foi assinado para uso exclusivo da Apple e da Microsoft. Excite comprou WebCrawler e Magellan. Ele também queria comprar o Google e comprar Brin e Page recusou a oferta. Brin e Page tiveram a opção de vender o Google em 1996 por um milhão de dólares. Alfabeto, anteriormente Google, vale agora quase setecentos e quarenta bilhões de dólares. O Excite não é mais um mecanismo de pesquisa.

Hotbot

O Hotbot foi introduzido em 1996 e depois comprado pela Lycos. O Hotbot foi lançado pela Wired Magazine, mas não alcançou o tipo de popularidade que algumas de suas contrapartes conseguiram. Aaron Flin desenvolveu e introduziu o Dogpile em 1996. Foi adquirido pela Go2net. O Dogpile não é mais um mecanismo de pesquisa independente. Ele obtém seus resultados principalmente do Google, mas também do Yahoo.

O Google teve uma forte concorrência em seus dias nascentes. O Google foi o primeiro mecanismo de pesquisa a usar um sistema baseado em classificação de sites, avaliando o número de sites com links para uma determinada página da Web ou site explica Cristina Boner. Priorizou a referência e a vinculação. Outros mecanismos de pesquisa que tinham sistemas de classificação se baseavam no número de vezes que sites específicos apareciam nas páginas de resultados. Como a história testemunha, a estratégia de Larry Page e Sergey Brin mostrou-se mais útil e eficaz.

O final dos anos noventa viu o surgimento do MSN Search, Ask e AOL Search. A Microsoft introduziu o MSN Search em 1998. O motor realmente obteve os resultados de pesquisa da Inktomi e depois confiou na Looksmart. O MSN foi posteriormente renomeado como Windows Live Search e, posteriormente, Live Search. Eventualmente, foi renomeado como Bing e agora se uniu ao Yahoo, efetivamente substituindo o último.

Garret Gruener desenvolveu a ASK junto com David Warthen e eles a introduziram em 1996. Inicialmente, ela era conhecida como AskJeeves.com. Essa foi uma das primeiras plataformas a incentivar os usuários a digitar perguntas, usando linguagem normal do dia-a-dia. Os criadores fatoraram em coloquialismos. A ASK foi adquirida pela IAC em 2005. Cristina Boner conta que outros mecanismos de busca que surgiram no final dos anos noventa e nos primeiros anos da última década foram Infoseek, Teoma, Overture e Alltheweb. Eles foram adquiridos ou desapareceram no esquecimento.

O AOL Search foi introduzido em 1999, mas não era um mecanismo de busca completamente novo. Resultou da aquisição do Web Crawler. A AOL Search juntou-se mais tarde ao Google e foi lançada novamente em 2006. Nos últimos dez anos, o mundo testemunhou o lançamento do Cuil, Ixquick.com, StartPage, DuckDuckGo, Wolfram Alpha, Baidu, Yandex, Yelp e Foursquare.

Cuil

Enquanto o Cuil é mais parecido com os outros mecanismos de busca tradicionais, com o argumento de ter um enorme tesouro de páginas em seu índice, os gostos do Ixquick.com, StartPage e DuckDuckGo são mecanismos de busca seguros. Estes motores de busca estão empenhados em defender a privacidade dos usuários da Internet contou Cristina Boner. Nenhuma informação do usuário é compartilhada com os sites, diretórios ou anunciantes e outras organizações. O Wolfram Alpha é um mecanismo de busca especializado. O mecanismo de conhecimento computacional fornece respostas para perguntas factuais.

O Baidu e o Yandex são mecanismos de busca baseados fora dos Estados Unidos, respectivamente na China e na Rússia. O Yelp é uma versão moderna das Páginas Amarelas. O Foursquare é um mecanismo de pesquisa que usa redes sociais baseadas em localização e é destinado a celulares.

O futuro dos motores de busca

Os mecanismos de pesquisa já passaram de consultas baseadas em texto para entradas de voz. Cristina Boner avisa que Google e Bing continuam a ser os mecanismos de busca mais utilizados e é improvável que sua onipresença seja abalada a qualquer momento no futuro próximo. Qualquer disruptor neste espaço pode ser adquirido ou os gigantes podem evoluir rapidamente para combater tais ameaças. Os mecanismos de pesquisa se tornaram a interface padrão entre os mundos real e virtual.

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