Arquivos Tecnologia - Blog do Callado

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Ricardo Callado07/03/20184min

Programa lançado pela PCDF tem objetivo de coibir comércio ilegal de celulares. De outubro de 2017 a fevereiro deste ano, 1.100 aparelhos foram bloqueados

A população do Distrito Federal já pode bloquear celulares que tenham sido roubados ou furtados por meio do site da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Desde outubro de 2017, o programa Fora da Rede vem passando por testes. A partir desta semana, ele entra plenamente em vigor, permitindo que usuários possam inutilizar os aparelhos. Dessa forma outros chips não poderão ser habilitados nos telefones, desestimulando assim a prática criminosa.

Somente será possível o bloqueio de celulares habilitados a partir do dia 22 de fevereiro, quando a Anatel firmou parceria com o Distrito Federal e Goiás. A medida começa efetivamente em nove de maio. Até lá, os usuários com celulares irregulares serão comunicados sobre a inutilização dos aparelhos por mensagem de texto (SMS).

Para que o bloqueio seja possível é necessário que a vítima faça o registro de ocorrência do roubo ou furto na delegacia mais próxima ou por meio da Delegacia Eletrônica. Para isso, é necessário informar o número da linha, o nome e o CPF do titular da linha (caso não seja a própria vítima) e o número do IMEI.

O número do IMEI não é obrigatório no caso de registro presencial em uma das Delegacias de Polícia, mas ele facilita a validação das informações, garantindo o efetivo bloqueio. Aparelhos celulares com mais de um chip possuem mais de um número de IMEI.

Um levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social (SSP/DF) em 2017, mostrou que em 70% dos roubos cometidos contra a pedestres, o alvo dos bandidos era o aparelho celular.

Vale ressaltar que o cidadão pode denunciar o comércio ilegal de aparelhos por meio do site da Polícia Civil, pelo disque denúncia no telefone 197, opção 0. Outra opção é mandar uma e-mail para denuncia197@pcdf.df.gov.br ou ainda pelo WhatsApp (61) 98626-1197.


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Ricardo Callado01/02/20182min

Com abertura prevista para abril, parque tecnológico vai concentrar 1,2 mil empresas dos ramos da tecnologia da informação e da comunicação e da biotecnologia

Na tarde desta quarta-feira (31), o governador Rodrigo Rollemberg discutiu com representantes de empresas e de órgãos do governo medidas relacionadas à abertura do Biotic — Parque Tecnológico.

Planejado para impulsionar as atividades do mercado de biotecnologia no Distrito Federal, o projeto já teve as etapas de liberação e uso do espaço físico definidas pelo Executivo. A inauguração está prevista para abril.

Nesta quarta, também foi aprovada na Junta Comercial do DF a Biotic S.A, entidade criada para facilitar os trâmites jurídicos do parque.

O que é o Biotic

Instituído em janeiro de 2017, o Biotic — Parque Tecnológico vai concentrar cerca de 1,2 mil empresas dos ramos da tecnologia da informação e da comunicação e da biotecnologia, com potencial para criar mais de 25 mil empregos diretos.

Sancionada pelo governador Rodrigo Rollemberg, a Lei Complementar nº 923, de 2017, alterou outra, publicada em 2002, que previa a instalação apenas de empresas ligadas às áreas de tecnologia da informação e de telecomunicações, e dava o nome ao complexo de Capital Digital.


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Ricardo Callado26/12/20174min

Já está em vigor a Lei 13.543, que traz novas exigências para a disponibilização de informações sobre produtos em sites de comércio eletrônico,. Pela norma, sancionada na semana passada pelo presidente Michel Temer, o preço dos produtos postos à venda nos sites têm de ser colocados à vista, de maneira ostensiva, junto à imagem dos artigos ou descrição dos serviços. Segundo a lei, as fontes devem ser legíveis e não inferiores ao tamanho 12.

A norma inclui essas exigências relativas às vendas online na Lei 10.962, de 2004, que disciplina as formas de afixação de preço de comerciantes e prestadores de serviços. Entre as obrigações gerais de empresas estão a cobrança de valor menor, se houver anúncio de dois preços diferentes, e a necessidade de informar de maneira clara ao consumidor eventuais descontos.

A Lei é um detalhamento do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078, de 1990), que também versa sobre requisitos a serem seguidos pelos vendedores, como a disponibilização de informações corretas e claras quanto aos produtos, incluindo preço e características.

Benefícios

O Ministério da Justiça argumenta que a lei será um importante instrumento para facilitar a busca de informações pelos consumidores nesse tipo de comércio. “Hoje em dia temos dificuldades de conseguir essas informações porque há produtos em sites ou plataformas sem preço. Isso já era vedado pelo Código de Defesa do Consumidor, e essa lei veio para deixar tais obrigações mais claras, garantindo o direito à informação de quem compra”, afirmou a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do ministério, Ana Carolina Caram.

Para a supervisora do Procon de São Paulo, Patrícia Alvares Dias, a Lei é positiva. “Os consumidores estão tendo dificuldade, porque, em sites de comércio eletrônico, em geral, há as características do produto, mas dados sobre o preço não são apresentados com tanto destaque.”

Expansão

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), 25,5 milhões de pessoas fizeram compras pela internet no primeiro semestre deste ano. Apesar do número representativo, a entidade ressalta que as transações são concentradas nos dois principais centros urbanos do país: São Paulo foi responsável por 35,5% das vendas e o Rio de Janeiro, por 27,6%.

De acordo com a consultoria Ebit, o comércio eletrônico no Brasil no primeiro semestre do ano cresceu 7,5% em comparação com o mesmo período no ano anterior, com faturamento total de R$ 21 bilhões.

Reclamações

O consumidor que encontrar uma situação em que o preço do produto não está apresentado de maneira clara e em destaque, ou que a fonte seja menor do que o tamanho 12, deve acionar órgãos de proteção e defesa como os Procons, o Ministério Público e a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça. Os sites que estiverem violando artigos da lei podem ser multadosm, ou até suspensos.


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Ricardo Callado08/11/20177min

Por Ricardo Caldas

Em contraponto a diversas propostas absurdas que pretendiam limitar o uso da internet como ferramenta de liberdade de expressão e de transparência política, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou Projeto de Emenda à Constituição que coloca o acesso à web entre os direitos fundamentais do cidadão.

A decisão não foi unânime, pois deu início ao debate sobre a gravidade dessa medida. Entre os prós, está o argumento de que a internet já é fundamental para todos os aspectos do desenvolvimento humano – econômico, intelectual, segurança, democracia, comunicação, trabalho, lazer, saúde e outros. A inclusão desse direito entre os mais importantes da Constituição seria uma forma de proteger o cidadão contra qualquer tentativa de exclusão ou limitação.

Por outro lado, houve quem atentou justamente para a relevância do rol dos direitos fundamentais. De fato, a lista do 5º artigo é a mais restrita entre os direitos – defendendo questões como liberdade, a vida, a sucessão de bens, o direito às crenças religiosas, a propriedade e assim por diante.

Na teoria, os direitos fundamentais são aqueles sobre os quais o Estado deve apenas proteger, mas não deve agir. É como se o Poder Público tivesse a obrigação de ter postura negativa, apenas deixando que o indivíduo possa viver de forma livre, autônoma, sem repressão ou intervenção. É o rol mais protegido, cujas alterações são mais raras e cautelosas.

No caso das garantias sociais (artigo 6), sim, o Estado é obrigado a prover. Nesse rol, estão: moradia, alimentação, educação, transporte, segurança, previdência social e muito mais. São os direitos de segunda geração, nos quais o Estado deve ter ação positiva, ativa. O Poder Público é o responsável por disponibilizar meios para que esses direitos sejam cumpridos.

A partir desse conceito, surgiu a segunda parte do debate: a ideia de que o Estado deveria fornecer a internet aos cidadãos. Pois, se bem analisado, isso já ocorre. Porém, por meio de uma das modalidades previstas, também na Constituição Federal, que é a concessão. Esse artifício foi criado exatamente para não sobrecarregar a Administração Pública e oferecer o serviço por quem tem competência para fazê-lo com qualidade.

O tema precisa ser tratado como direito. Independente de onde for enquadrado, é preciso parar com as tentativas de censura, de discriminação social, de diferenças no acesso ao aprendizado, de estabelecer castas por meio do ensino. O acesso à internet não é um luxo, é necessidade primária.

Não fosse pelo grande poder desse instrumento, não haveria tanto interesse em limitá-lo. Nos países onde as pessoas são mais reprimidas é impensável o uso da web, ainda que para assuntos supérfluos. Há o desenvolvimento, mas ele ocorre no interesse do governante e não da nação.

A popularização das Redes Sociais – com a possibilidade de interatividade proveniente, da participação ativa e em tempo real do cidadão – também intimidou as castas políticas do Brasil. Durante algum tempo, houve certa polidez, sorrisos amarelos e tentativas de utilização da ferramenta para publicidade boba, mas logo se viu que o propósito iria além. Transcenderia para a transparência, a cobrança ferrenha e a prestação de contas sem o faz de conta de sempre.

Há alguns anos estamos sendo bombardeados pelo mantra de que evolução vem da Educação, que essa seria prioridade de governo e assim vai. Mas, na prática, os políticos não se envolvem e, ainda há aqueles que tentam barrar o aceso. Os estudantes se aquietaram. Não vimos mais os grupos de universitários nas ruas lutando por melhorias. Os docentes são chicoteados sempre que arriscam alguma manifestação.

Quem ficou responsável por prover? Quem será o defensor que irá brigar por melhorias? Não temos mais essa figura.

A inclusão do cidadão nas políticas públicas e a Educação são apenas alguns dos benefícios da internet. O próprio criador do protocolo TCP/IP, Vint Cerf, veio recentemente ao Brasil e declarou que sua invenção não está nem 20% concluída. Ou seja, não conhecemos ainda o potencial da Internet. Enquanto todos os cérebros não estiverem voltados à exploração dessa ferramenta, ela será um tesouro obsoleto, um diamante não lapidado.

A internet significa a independência real dos povos. É por meio dela que iremos nos proporcionar todo o conhecimento possível para fazer as transformações. É o único instrumento que nos permite a democracia em sua forma mais clara e precisa. É, sim, um direito. Caso não absorva isso, a Constituição ficará, mais uma vez, estacionada na década de 80.


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Ricardo Callado24/10/20174min

A importância de ampliar a pesquisa e a produção científica locais foi defendida, nesta terça-feira (24), na cerimônia de abertura da 14ª Semana Distrital de Ciência e Tecnologia (veja programação dos próximos dias). O evento ocorre, até domingo (29), no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, com entrada gratuita.

Integração, compartilhamento de informações e o compromisso social da pesquisa foram destacados no ato. Na ocasião, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, assinou decreto que cria a comissão coordenadora da Rede Distrital de Educação e Divulgação Científica no Distrito Federal (RedeCiência).

O decreto prevê, por exemplo, que órgãos do Executivo local, como o Zoológico de Brasília e o Jardim Botânico, compartilhem os resultados de pesquisas com entidades federais, como o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Agência Aeroespacial Brasileira.

Segundo o governador, todos ganham com a parceria. “Os órgãos (públicos) vão trabalhar cada vez mais integrados, produzindo conhecimento em benefício da população de Brasília”, afirmou Rollemberg.

Em um momento de restrição orçamentária, o DF, segundo ele, optou por manter os investimentos no setor. “Em 2016, foram executados R$ 90 milhões, e este ano queremos superar a marca”, celebrou o governador.

A programação distrital transcorre articulada com a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, organizada pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. O tema deste ano é A matemática está em tudo e tem como objetivo reforçar o interesse de crianças e jovens pela área.

A feira de ciência, que ocorre dentro da programação, tem o compromisso de estimular o intercâmbio de produções científicas por meio de atividades interativas. “A participação nos estandes e o entendimento do que é apresentado resultam no aprendizado que desejamos para os nossos alunos”, defendeu o secretário de Educação, Júlio Gregório Filho.

O compartilhamento de informações é fundamental para o avanço social, de acordo com o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Tiago Coelho. “A transmissão de conhecimentos é uma das maiores virtudes do ser humano”, disse.

A preocupação em não retirar investimentos da área foi lembrada pela reitora da Universidade de Brasília (UnB), Márcia Abrahão. “Com a ciência, vamos mudar a realidade do País”, destacou.

O compromisso social da pesquisa científica também foi a tônica do discurso do presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ildeu de Castro Moreira. “A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é a maior do mundo. Isso demonstra a capacidade que nós temos de mudar o Brasil”, disse.


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Ricardo Callado17/10/20177min

A reforma eleitoral, aprovada no Congresso Nacional e sancionada recentemente pelo presidente Michel Temer, traz mudanças importantes nas campanhas realizadas nos meios de comunicação. Uma delas é a liberação parcial de propaganda paga na internet. O tema levanta reflexões de especialistas na área de tecnologia e comunicação.

Conforme a reforma, é “vedada a veiculação de qualquer propaganda paga na internet, excetuado o impulsionamento de conteúdos”. Essa alternativa é permitida apenas quando o autor for identificado e se o serviço for contratado por partidos, coligações, candidatos e representantes. O uso deste recurso, contudo, não pode ser feito em dia de votação.

Ainda de acordo com o texto, é proibido usar ferramentas que não aquelas disponibilizadas pelo provedor “para alterar o teor ou a repercussão de propaganda eleitoral, tanto próprios quanto de terceiros”.

O provedor deve manter canal de comunicação com os usuários e pode ser responsabilizado por danos causados pela publicação impulsionada se houver decisão judicial pela retirada e ela não for cumprida.

Essa novidade amplia os instrumentos de divulgação para as campanhas em relação aos existentes hoje. Pela legislação atual, um candidato pode manter um site, desde que com endereço eletrônico informado à Justiça Eleitoral e hospedado em provedor estabelecido no Brasil. Também é permitido o envio de mensagens eletrônicas, como e-mails ou mensagens no Whatsapp, além de publicações nas redes sociais.

Redes Sociais e eleições

Segundo a pesquisa TIC Domicílios, do Comitê Gestor da Internet, 58% dos brasileiros estão conectados à internet. De acordo com a Pesquisa Brasileira de Mídia 2016, realizada pelo Ibope a pedido do governo federal, metade dos pesquisados afirmou se informar pela internet. O meio é o segundo mais popular para a busca de notícias, ficando atrás apenas da TV, mencionada por 89% dos entrevistados. A principal rede social usada pelos brasileiros, o Whatsapp, informou em maio deste ano ter cerca de 120 milhões de usuários no Brasil.

Para o professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic), Fábio Malini, as redes sociais vêm sendo elemento relevante nas eleições em diversos países (como Espanha, Reino Unido e Estados Unidos) e não será diferente no Brasil em 2018. Com a possibilidade de impulsionamento de conteúdo aberta pela reforma eleitoral, os candidatos poderão manter estratégias de propaganda mais sofisticadas.

“O papel mais central das redes sociais será a direção exata da propaganda política que não se tinha antes. Mesmo com ambiente digital, se partia do pressuposto de que o usuário tinha que ir até a página, fazer a busca. Pela primeira vez vai se poder trabalhar uma propaganda para um território, faixa etária, profissão. Essa experiência de ir no foco publicitário é algo que a gente vai ter de forma forte nas próximas eleições”, destaca Malini.

Riscos

Na avaliação do professor da Universidade Federal do ABC, Sérgio Amadeu, a medida é problemática porque beneficia candidaturas com mais recursos. Para além do impulsionamento implicar gastos, estes vão se tornar cada vez maiores, aumentando o obstáculo financeiro dos candidatos com menos estrutura. Isso porque o impulsionamento se dá pela forma de “leilão”. Ou seja, o preço para conseguir ampliar o alcance de um “post” aumenta conforme a demanda. Em uma eleição, com diversos candidatos tendo apenas o Facebook como canal pago na internet, a tendência é que esse custo seja cada vez maior.

“A postagem de um candidato com menos dinheiro vai atingir menos de 1% dos seus seguidores, enquanto candidatos com muito dinheiro e que já aplicam no Facebook vão poder fazer uma campanha de maior alcance, o que dará uma visão distorcida”, argumenta o professor, que também é membro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI-Br).

“Muitos eleitores terão a falsa impressão de que aquele candidato é relevante, popular e bem visto quando comparado a outros invisíveis, quando na verdade ele só aparece em sua “timeline” porque pagou para que isso acontecesse e grande parte das suas interações positivas podem ser falsas, produzidas por “chatbots”, isto é, perfis artificiais que simulam conversas e interação”, acrescenta Sivaldo Pereira da Silva, professor da Universidade de Brasília e coordenador do Centro de Estudos em Comunicação, Tecnologia e Política (CTPol).

Para Renata Mielli, jornalista e coordenadora do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, a abertura de propaganda privilegia os anúncios em somente uma plataforma, o Facebook, e impede que candidatos optem por outros sites ou canais na internet. “Criar distinção entre esses espaços não é compatível com uma postura mais equilibrada e democrática dentro das regras do jogo eleitoral”, defende.

Mielli acrescenta que há o problema da falta de transparência na disseminação dos conteúdos publicados. “O Facebook seleciona o que as pessoas visualizam na ‘timeline’ por meio de algoritmos e isso não é transparente. Isso pode gerar uma invisibilidade de candidatos com menos recursos enquanto outro serão privilegiados”, alerta.


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Ricardo Callado30/08/20176min

O Magpi, aplicativo que está revolucionando o cenário gastronômico do Distrito Federal por pagar os usuários para visitar restaurantes, foi lançado nesta semana na Apple Store e agora está disponível também para os aparelhos com sistema operacional IOS. A ferramenta, que foi lançada no mercado com o propósito de remunerar as propagandas e indicações que, em geral, são feitas boca a boca, agora está ao alcance de toda a população que possui smartphone.

O aplicativo criado e idealizado por brasilienses tem tido um grande crescimento no número de usuários assim como de estabelecimentos adeptos a ideia. Atualmente já conta com mais de 30 restaurantes que pagam aos usuários para que visitem e indiquem os estabelecimentos, entre eles grandes franquias e marcas já consagradas em Brasília, como Pizza Hut, American Prime, além de restaurantes como Tejo, Bartolomeu, Casero Restaurante & Bistrô, Bla’s Cozinha criativa, o Pub London Street Pub, entre outros. A meta é, até dezembro, chegar a 150 casas cadastradas e expandir o funcionamento para Goiânia e São Paulo.

O idealizador do aplicativo Wellington Braga, está animado e surpreso com a rápida aceitação da plataforma e revela os motivos de tamanho sucesso. “O mercado está excelente, pois a cada dia, com esta crise, as pessoas estão buscando formas ganhar um dinheirinho extra. O Magpi proporciona isso para os usuários e vira uma grande brincadeira, quase uma caça ao Pokémon. Aqui é uma caça ao dinheiro”, afirma. “Podemos dizer que outro fator determinante para a boa aceitação é a facilidade de baixar, a facilidade de uso e a praticidade para navegar”, completa.

Sobre o Magpi – Lançado a menos de dois meses, o aplicativo paga em dinheiro direto na conta bancária de seus usuários para que conheçam e indiquem restaurantes. O sistema é muito simples: o usuário instala o aplicativo em seu celular, faz um login com seu usuário do Facebook e, ao acessar o aplicativo, ele visualizará ícones com os restaurantes mais próximos a ele, mostrando quanto cada restaurante está pagando pela visita. Então, basta entrar no restaurante e validar a visita pelo aplicativo, a validação se dá por meio de um dispositivo instalado no estabelecimento que fará a comunicação com o aplicativo.

A partir do momento que a visita foi validada o usuário poderá indicar os estabelecimentos a seus amigos pelo próprio aplicativo, e cada vez que seus amigos indicados visitarem o local indicado, este usuário também ganha em dinheiro. Outra formar de receber pelo aplicativo e consumindo nos locais cadastrados, basta pedir a nota fiscal com o CPF, fazer a leitura da nota pelo aplicativo e usuário receberá um percentual pelo consumo. Tudo isso em dinheiro, na conta bancária do usuário.

Já do ponto de vista do empresário, o aplicativo funciona como uma ferramenta a mais para que ele possa fidelizar o cliente e ver o resultado do valor investido em Marketing. Por meio da ferramenta, os donos de restaurantes tem como mensurar o alcance de seu investimento. Por meio de um painel de gestão, o Magpi permite que o empresário veja o resultado de cada real investido, visualizar online quantas visitas, quantas notas fiscais, indicações foram feitas efetivamente, ou seja, Magpi é uma ferramenta 100% mensurável. “Nossa missão é entregar cada vez mais resultados mensuráveis para os restaurantes que estão conosco, e claro, tratar cada vez melhor nossos usuários, pagando muito dinheiro em sua conta corrente, para que eles visitem e indiquem os restaurantes que eles frequentam”, afirma o diretor comercial Eduardo Ferrari.


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Ricardo Callado13/07/20175min

Consultoria global de tecnologia busca pessoas desenvolvedoras da região Centro-Oeste. Inscrições vão até o dia 30 de julho

Nos dias 25 e 26 de agosto (sexta e sábado), a consultoria global de tecnologia ThoughtWorks vai realizar, em Brasília (DF), um Recrutamento Expresso de pessoas desenvolvedoras de software. As vagas disponíveis são para os escritórios de Belo Horizonte e Porto Alegre.

Para os candidatos, essa é uma excelente oportunidade de conhecer mais sobre a cultura da empresa. “Buscamos pessoas que querem fazer parte de uma comunidade de apaixonados por tecnologia, que buscam fazer a diferença trazendo mais inovação e diversidade para o mercado de trabalho”, diz Augusto Ferreira, recrutador da ThoughtWorks Brasil. Para se inscrever, basta se cadastrar no site https://www.thoughtworks.com/jobs/747804 até o dia 30 de julho (domingo). O processo seletivo inclui avaliação dos currículos, entrevista e exercício. As pessoas aprovadas nessas etapas passarão por entrevistas presenciais em Brasília.

Na ThoughtWorks, os profissionais têm a oportunidade de:

  • Fazer parte de uma consultoria global de tecnologia que quer mudar o mundo;

  • Apresentar, utilizar e melhorar práticas de desenvolvimento ágil, incluindo Integração Contínua (Go, Jenkins etc) e Desenvolvimento Orientado a Testes (TDD – Test Driven Development);

  • Trabalhar em aplicações de negócios em multicamadas e com design personalizado, que utilizam as mais recentes tecnologias para a construção de sistemas críticos e escaláveis;

  • Contribuir e colaborar com a equipe e os clientes durante todo o processo de desenvolvimento de software;

  • Atuar como coach e disseminar o conhecimento das melhores práticas no desenvolvimento de software dentro e fora da ThoughtWorks;

  • Ser parte de um ambiente aberto e não hierárquico onde se espera que todos colaborem dentro do projeto e nas direções da organização.

A empresa procura pessoas que:

  • Gostem de programar.

  • Divirtam-se programando uma aplicação para web 2.0 ou um framework para facilitar suas atividades diárias;

  • Tenham experiência com desenvolvimento em Java, JavaScript, C#, .NET, Python e/ou Ruby;

  • Tenham experiência com análise, design, codificação e implementação de aplicações OO corporativas personalizadas;

  • Tenham capacidade de trabalhar em equipe, em um ambiente colaborativo;

  • Conhecimento de métodos ágeis – incluindo XP, Scrum e desenvolvimento iterativo;

  • Tenham boa capacidade de comunicação, com habilidade de trabalhar e construir um relacionamento com o cliente dentro de um ambiente de consultoria.

Características diferenciais:

  • Bons conhecimentos de padrões de projeto, refatoração e testes unitários;

  • Experiência de trabalho com métodos ágeis, XP, Scrum e/ou Kanban;

  • Experiência na escolha e aplicação de boas práticas de software como Test Driven Development (TDD), integração e entrega contínua;

  • Participação ativa dentro da comunidade de TI como palestrante, autor ou colaborador;

  • Inglês e/ou Espanhol.


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Ricardo Callado19/06/20174min

O Banco de Brasília está lançando nesta semana a nova versão de seu internet banking, o Banknet.  “A nova plataforma traz recursos adicionais de segurança, além de um layout mais moderno e com menus laterais de fácil acesso. O canal também permite ao cliente personalizar sua página inicial e oferece diversas outras funcionalidades. Essa nova versão é um passo importante para seguirmos com a modernização do Banco e priorizarmos o atendimento de excelência aos nossos clientes”, pontuou o presidente do BRB, Vasco Gonçalves.

O Diretor de Rede e Canais do Banco, Dario Oswaldo, explica, porém, que para utilizar a nova versão o cliente deverá migrar seu contrato de acesso: “Os clientes que já acessavam a versão antiga do Banknet e possuem cartão habilitado, deverão acessar a opção “Migrar seu Acesso” na página inicial do novo Banknet. Nessa opção, serão solicitados os seguintes dados: CPF, credenciais do Banknet antigo (usuário, conta e senha), os quatro últimos dígitos do cartão e a senha da conta. Em seguida, é solicitada a criação da senha de acesso ao novo Banknet”, ressaltou.

Acesso

Semelhante ao BRB Mobile, o acesso ao Banknet agora será por meio do CPF e da senha, o que permitirá a visualização de todas as contas do correntista de uma só vez. No entanto, cada conta deve ter seu contrato liberado/migrado para ser visualizada no BRB Banknet.

Outra opção de acesso será por meio do e-CPF. Basta que o dispositivo esteja conectado ao computador do cliente. Assim, quando o login for feito com e-CPF, as transações financeiras serão autorizadas com a senha eletrônica do BRB Banknet, ou seja, dispensando o Token ou o BRB Code.

Facilidades na autorização de transações

Na versão anterior do Banknet, o BRB utilizava o Token, enviado por SMS, como dispositivo de segurança. A nova versão, porém, permitirá a autorização de transações financeiras com uso do BRB Code.

Ao acessar o Banknet, na tela de confirmação de transação será exibido um QR Code. O cliente deve abrir o aplicativo Mobile, acessar a opção “BRB Code” e, em seguida, a opção “Ler BRB Code” para ativação da câmera de seu celular. Logo após, o cliente deve direcionar a câmera ao QR Code exibido na tela e digitar o código apresentado pelo Mobile na transação do Banknet.

O cliente que já utiliza o BRB Mobile e deseja utilizar o BRB Code, poderá cadastrar seu dispositivo Smartphone ou Tablet na funcionalidade “Minha Conta”. Já os clientes que não utilizam o Mobile ou utilizam apenas para consulta (não possuem dispositivos liberados para movimentação financeira) devem dirigir-se à sua agência para habilitação de seu dispositivo para leitura de BRB Code.

Além desses novos serviços, o novo Banknet oferecerá outras facilidades como: cadastramento/pagamento de vários documentos, de uma única vez e utilizando o mesmo Token ou BRB Code; pagamento de multas, seguro DPVAT e licenciamento utilizando o número do Renavam do veículo; e extrato detalhado de conta-corrente, contendo os dados de locais de compras e saques.


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Ricardo Callado18/06/20171min

Brasília receberá mais uma edição da Campus Party em 2018. O anúncio foi feito na noite deste sábado (17), durante a cerimônia de encerramento da maratona tecnológica.

Quem confirmou a segunda edição da Campus na capital do País foi o secretário adjunto do Trabalho, Thiago Jarjour, acompanhado do deputado distrital Joe Valle (PDT).

“Nós sentamos há uma hora atrás e decidimos pela realização da Campus Party Brasília 2018. Vai ter ano que vem de novo. Está certo”, avisou o secretário adjunto, no palco principal da Arena.



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