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Arquivos Tecnologia - Blog do Callado

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Ricardo Callado12/04/20193min

Por Jonas Valente

Pessoas, empresas e associações que tenham dívidas junto ao governo federal poderão quitar os débitos pela internet. A ferramenta foi disponibilizada pela Advocacia-Geral da União e anunciada hoje (11) pelo órgão. Ela está disponível como uma das funcionalidades da plataforma Sapiens, hospedada no site da AGU.
O sistema permitirá a consulta dos débitos na dívida ativa e a realização de simulações sobre formas de pagamento, como parcelamentos. O devedor poderá optar pela modalidade de quitação e efetuá-la por meio da plataforma Sapiens.

São passíveis dessas operações as dívidas sob a responsabilidade da Procuradoria-Geral da União (PGU) e Procuradoria-Geral Federal (PGF). O devedor que quiser fazer uso do serviço deve consultar se seu débito se enquadra nessa condição.

Para acessar o sistema, a pessoa física ou jurídica deve ter um certificado digital. Este é uma espécie de identificador adotado para fazer transações ou assinar documentos pela Internet. O certificado é adquirido por meio de entidades que prestam este serviço. O Instituto de Tecnologia da Informação (ITI) traz uma lista de entidades deste tipo.

A AGU argumenta que o serviço vai facilitar tanto a conferência quanto o pagamento dos débitos. A expectativa do órgão é que essa ferramenta facilite os pagamentos, revertendo na arrecadação do governo junto a seus devedores.

O órgão elaborou uma cartilha para dar apoio a quem desejar fazer uso da plataforma. O material explica o passo a passo e o que fazer para conseguir utilizar o recurso.


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Ricardo Callado10/04/20194min

Parceria entre as secretarias de Ciência e de Educação amplia qualificação na área tecnológica para alunos do ensino público

Por Lúcio Flávio

Foi assinado nesta terça-feira (9) um acordo de intenções entre o governo do Distrito Federal – por meio das secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação e de Educação – e a Microsoft que permitirá que alunos e professores do ensino público tenham acesso, de graça, aos programas da empresa. O objetivo é qualificar desde cedo os alunos e promover o aprendizado tecnológico, ao mesmo tempo em que os prepara com vistas ao mercado.

Na prática, o pacote, que ficará na nuvem, poderá ser acessado de qualquer computador por cada aluno, mediante uma senha particular. São mais de 600 mil plataformas Microsoft Office – disponíveis dentro de 30 dias –, que vão oferecer serviços como e-mail e calendário (Outlook), conferências online e mensagens instantâneas (Skype), além de editor de textos (Word) e outra infinidade de recursos.

Aluna do 2º ano do Centro Educacional Stella Dos Cherubins Guimarães Trois, de Planaltina, Linda Ellen de Paula Oliveira, 15 anos, disse que ter acessos a essas ferramentas de graça será bastante proveitoso no dia a dia escolar. “Vai beneficiar de uma maneira extraordinária porque nas escolas públicas os recursos podem ser escassos, e uma pareceria como essa pode desenvolver muito o nosso aprendizado na área de tecnologia”, defendeu.

“Queremos levar tecnologias para essas crianças e transformar suas vidas e a única forma que temos de transformar a vida de uma pessoa é por meio dos estudos, da educação”, afirmou o governador Ibaneis Rocha. Feliz com a presença de mais de 50 estudantes de cinco administrações regionais que prestigiaram a cerimônia, o governador enfatizou: “A educação hoje mudou, estamos cada vez mais num ambiente tecnológico e a partir de agora essa realidade estará ao alcance dos nossos alunos”.

Com um olho no futuro

Segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Gilvan Máximo, o benefício financeiro dessa parceria é incalculável. “Essa parceria é um marco, um divisor de águas para as tecnologias e inovações das escolas no DF. É um marco em termos de valor porque implica numa economia de R$ 70 milhões do governo nesta área”, avaliou.

Para o secretário de Educação, Rafael Parente, a iniciativa irá colocar alunos e professores na idade de ouro da tecnologia, preparando uma geração para o futuro. “A gente sabe que os alunos já são nativos digitais, aprendem de forma diferente, 65% dos alunos que estão na escola hoje vão ter profissões que hoje serão extintas no futuro, segundo o Fórum Econômico Mundial, e eles precisam ter acesso às novas ferramentas tecnológicas, porque senão for assim, chegarão defasados no mercado de trabalho”, destacou.

A iniciativa faz parte do compromisso da Microsoft em contribuir com o desenvolvimento do país, por meio do apoio à educação e à atividade empreendedora, disponibilizando tecnologia de ponta e capacitação para alunos, professores e profissionais de instituições de ensino. “Essa parceria coloca em evidência a bandeira da democratização à tecnologia da nossa empresa”, reforçou Ronan Damasco, diretor de Competitividade Nacional da Microsoft.

 


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Ricardo Callado01/04/201921min

Cristina Boner explica o significado de Google e a história dos mecanismos de busca

Por Cristina Boner

O Google foi fundado pelos graduandos da Universidade de Stanford, Larry Page e Sergey Brin. Eles criaram um algoritmo de busca em 1996 e o chamaram de BackRub. Tornou-se a base do mecanismo de busca que foi oficialmente chamado Google quando foi lançado dois anos depois explica Cristina Boner. Google é atualmente a principal filial da sua empresa-mãe do alfabeto Inc. e é o maior motor de busca do mundo.

Origem do nome Google

O Google é derivado do googol. Na verdade, é um erro de ortografia do googol. A palavra googol é basicamente um número. O número é dez para o poder de cem. Está escrito como o número um seguido por cem zeros. Tanto Page quanto Brin queriam usar um termo que sugerisse números grandes. Eles criaram um artigo original para o PageRank, onde afirmam que seu mecanismo de busca foi chamado Google, uma maneira comum de soletrar o googol, e que isso implicava a grande escala de seu mecanismo de busca como previsto por eles.

A palavra googol foi usada pela primeira vez em 1919 para um personagem cômico conhecido como Barney Google contou Cristina Boner. Enid Mary Blyton mais tarde usou o Google Bun como uma frase em 1941, ” The Magic Faraway Tree ” e 1946 ” The Folk of the Faraway Tree ” . Ela também desenvolveu um personagem de palhaço para ‘ Circus Days Again ‘, conhecido como Google. O livro foi publicado em 1942. Há um Googleplex Star Thinker em ” O Guia do Mochileiro das Galáxias ” de Douglas Adams. Por volta da época em que Brin e Page estavam trabalhando no BackRub em 1996 e ainda não haviam nomeado seu mecanismo de busca Google, uma empresa conhecida como Groove Track Productions solicitou uma marca nos Estados Unidos. A marca registrada Google foi criada para ser usada em diferentes tipos de produtos, incluindo roupas, jogos de tabuleiro, brinquedos de pelúcia e chocolates. A empresa não seguiu e abandonou o aplicativo em 1997.

O Google é agora um substantivo e um verbo. É um substantivo pela razão óbvia de ser o nome de um mecanismo de pesquisa. O Google também era o nome da empresa que agora é conhecida como Alfabeto. O Google também é um verbo mencionado no Oxford English Dictionary e Merriam Webster Collegiate Dictionary. Significa usar o mecanismo de busca do Google para obter informações da internet.

História dos motores de busca

Os motores de busca são agora o quadro integral para sites hospedados em todo o mundo. Segundo Cristina Boner, eles se tornaram a interface para os usuários da Internet acessarem o conteúdo. Procuramos informações usando palavras-chave para procurar fontes relevantes. Não apenas obtemos informações, mas também verificamos e confiamos na indexação dos mecanismos de busca para obter uma fonte enciclopédica imediata. Os mecanismos de pesquisa não são mais apenas interfaces. Eles se tornaram meios de marketing. Os motores de busca são um tipo de negócio e uma indústria por si só.

Os mecanismos de pesquisa são alimentados por algoritmos e usam rastreadores para pesquisar conteúdos relevantes com base em palavras-chave escolhidas ou fornecidas disse Cristina Boner. Os rastreadores dos mecanismos de pesquisa verificam efetivamente toda a Web indexada e encontram informações relevantes. Todos os mecanismos de pesquisa têm um sistema de classificação que facilita uma ordem sistemática na qual os resultados relevantes são exibidos.

O conceito de motores de busca

O conceito de mecanismos de pesquisa antecede o desenvolvimento da rede mundial. A primeira pessoa a falar sobre o mecanismo de busca foi Vannevar Bush, um cientista e engenheiro americano. Ele escreveu um artigo em 1945 que foi publicado no The Atlantic Monthly. Bush falou sobre a necessidade de ter um índice que pudesse fornecer acesso a todo o conhecimento. Ele descreveu este índice como expansivo.

O objetivo era bem simples. Ele queria que as pessoas tivessem acesso a todas as informações que geralmente estão além da capacidade individual de uma pessoa. De acordo com Cristina Boner, embora o mundo tivesse muito conhecimento para oferecer, não estava prontamente disponível para todos. Bush queria uma forma de registro que pudesse ser verdadeiramente útil e prontamente disponível. Ele defendeu alguma forma de armazenamento e o que pode ser continuamente expandido. Bush também foi um dos primeiros pensadores a destacar a necessidade de ter informações disponíveis por meio da associação e não do método arcaico de indexação.

O primeiro motor não foi desenvolvido por quase quarenta e cinco anos após a publicação do artigo. Engenheiros elétricos e estudantes na faculdade tentaram fazer um índice como previsto por Bush. Isso foi chamado Archie, derivado do arquivo de palavras ou arquivos. Archie tornou-se o primeiro motor de busca do mundo na época de sua criação, em 1990. Archie listagens de diretórios armazenados usando sites de protocolo de transferência de arquivos e tinha um recurso de pesquisa.

Logo depois, muitos outros mecanismos de busca foram desenvolvidos, especialmente o Gopher, que poderia indexar arquivos de texto como Veronica, Jughead e JumpStation. A primeira ferramenta de descoberta a ser usada para recursos da web em todo o mundo foi a JumpStation motrou Cristina Boner. Usava o rastreamento e depois dependia da indexação. O WebCrawler se tornou o primeiro mecanismo de busca a usar o texto completo. Foi desenvolvido por Brian Pinkerton em 1994.

Até que o WebCrawler viesse à tona, os mecanismos de pesquisa só podiam indexar domínios ou nomes de páginas da Web e listá-los em catálogos. Os motores de busca expandiram-se gradualmente à medida que a Internet cresceu e muitas novas plataformas foram desenvolvidas para serem compatíveis com a natureza mutável da rede galáctica.

Linha do tempo dos mecanismos de pesquisa

O primeiro mecanismo de busca totalmente formado e funcional do mundo foi Archie. Foi desenvolvido por Alan Emtage e L. Peter Deutsch em 1990. Eles usaram a indexação e criaram um sistema básico. A dupla estava trabalhando em um projeto da escola, enquanto na Universidade McGill, quando eles desenvolveram Archie. Em 1991, os estudantes da Universidade de Minnesota desenvolveram um protocolo para usar a indexação e pesquisaram documentos on-line. Isso foi chamado Gopher. Usou FTP anônimo. Ambos Archie e Gopher eram sistemas interessantes, mas eles provaram ser primitivos e logo foram abandonados nos anos noventa.

Lycos

Em 1993, um projeto universitário levou à criação da Lycos. Foi o primeiro motor de busca comercial. Foi também o primeiro mecanismo de busca bem-sucedido. Tornou-se disponível em quarenta países e foi amplamente utilizado por usuários e empresas da Internet. O Lycos não é mais um mecanismo de pesquisa. Um ano após o lançamento do Lycos, surgiram dois fenômenos entre os mecanismos de busca.

Yahoo

Em 1994, os graduados da Universidade de Stanford no departamento de engenharia elétrica, Jerry Yang e David Filo, desenvolveram o Yahoo. Ele passou a se tornar um dos mais populares motores de busca e portais da década de noventa e da primeira década do século XXI. Cristina Boner ainda lembra que , na mesma época, Brian Pinkerton criou o WebCrawler. O mecanismo de pesquisa pode digitalizar páginas completas. Ele poderia funcionar on-line e foi o primeiro rastreador eficaz como conhecemos o conceito hoje. O WebCrawler foi adquirido pela AOL. Foi colocado em uso para a rede da AOL. AOL usou o WebCrawler, depois que o último foi comprado pela Excite, para alimentar seu programa NetFind. O WebCrawler se tornou um dos primeiros mecanismos de busca de base.

Em 1995, o AltaVista foi lançado e rapidamente se tornou um mecanismo de busca popular e confiável. A plataforma era distinta. Usava o Scooter, que era um rastreador multi-thread que podia escanear mais páginas do que se sabia que estavam disponíveis on-line, e o mecanismo de busca tinha hardware avançado como infra-estrutura de back-end. O Yahoo usou o AltaVista para sua ferramenta de busca. A Overture Services Inc. adquiriu a Alta Vista em 2003. O Yahoo adquiriu a Overture Services Inc. alguns meses depois.

Looksmart

Em 1995, a Looksmart foi lançada com o objetivo de desenvolver um diretório de sites. Foi em concorrência direta com o diretório do Yahoo. A Looksmart teve uma oferta pública inicial em 1999. Ela se tornou uma provedora de serviços de pagamento por clique em 2002. A Looksmart perdeu seu valor quando a Microsoft a abandonou e adquiriu o WiseNut.

O WiseNut foi lançado em 2001. Foi introduzido como um mecanismo baseado em rastreadores beta. Foi então propriedade e operado pela Looksmart. O WiseNut se saiu bem, mas por um curto período de tempo. Sua tecnologia de agrupamento automático conhecida como WiseGuide, que se tornou a base para os resultados da pesquisa, não se mostrou útil ao longo do tempo. O WiseNut foi fechado em 2007 contou Cristina Boner.

1995 e 1996 foram os anos mais significativos na história dos mecanismos de busca. Archie e Gopher estavam perdendo importância. O Lycos estava forte e o Yahoo acabara de ser apresentado. AltaVista e Looksmart foram ambos encorajadores. Mas muita coisa estava acontecendo nos dormitórios e no campus da Universidade de Stanford. Diferentes grupos de estudantes na Califórnia estavam desenvolvendo suas próprias versões de mecanismos de busca, mais notavelmente Architext ou Excite e BackRub ou Google.

Excite

O Excite foi apresentado antes do Google e foi assinado para uso exclusivo da Apple e da Microsoft. Excite comprou WebCrawler e Magellan. Ele também queria comprar o Google e comprar Brin e Page recusou a oferta. Brin e Page tiveram a opção de vender o Google em 1996 por um milhão de dólares. Alfabeto, anteriormente Google, vale agora quase setecentos e quarenta bilhões de dólares. O Excite não é mais um mecanismo de pesquisa.

Hotbot

O Hotbot foi introduzido em 1996 e depois comprado pela Lycos. O Hotbot foi lançado pela Wired Magazine, mas não alcançou o tipo de popularidade que algumas de suas contrapartes conseguiram. Aaron Flin desenvolveu e introduziu o Dogpile em 1996. Foi adquirido pela Go2net. O Dogpile não é mais um mecanismo de pesquisa independente. Ele obtém seus resultados principalmente do Google, mas também do Yahoo.

O Google teve uma forte concorrência em seus dias nascentes. O Google foi o primeiro mecanismo de pesquisa a usar um sistema baseado em classificação de sites, avaliando o número de sites com links para uma determinada página da Web ou site explica Cristina Boner. Priorizou a referência e a vinculação. Outros mecanismos de pesquisa que tinham sistemas de classificação se baseavam no número de vezes que sites específicos apareciam nas páginas de resultados. Como a história testemunha, a estratégia de Larry Page e Sergey Brin mostrou-se mais útil e eficaz.

O final dos anos noventa viu o surgimento do MSN Search, Ask e AOL Search. A Microsoft introduziu o MSN Search em 1998. O motor realmente obteve os resultados de pesquisa da Inktomi e depois confiou na Looksmart. O MSN foi posteriormente renomeado como Windows Live Search e, posteriormente, Live Search. Eventualmente, foi renomeado como Bing e agora se uniu ao Yahoo, efetivamente substituindo o último.

Garret Gruener desenvolveu a ASK junto com David Warthen e eles a introduziram em 1996. Inicialmente, ela era conhecida como AskJeeves.com. Essa foi uma das primeiras plataformas a incentivar os usuários a digitar perguntas, usando linguagem normal do dia-a-dia. Os criadores fatoraram em coloquialismos. A ASK foi adquirida pela IAC em 2005. Cristina Boner conta que outros mecanismos de busca que surgiram no final dos anos noventa e nos primeiros anos da última década foram Infoseek, Teoma, Overture e Alltheweb. Eles foram adquiridos ou desapareceram no esquecimento.

O AOL Search foi introduzido em 1999, mas não era um mecanismo de busca completamente novo. Resultou da aquisição do Web Crawler. A AOL Search juntou-se mais tarde ao Google e foi lançada novamente em 2006. Nos últimos dez anos, o mundo testemunhou o lançamento do Cuil, Ixquick.com, StartPage, DuckDuckGo, Wolfram Alpha, Baidu, Yandex, Yelp e Foursquare.

Cuil

Enquanto o Cuil é mais parecido com os outros mecanismos de busca tradicionais, com o argumento de ter um enorme tesouro de páginas em seu índice, os gostos do Ixquick.com, StartPage e DuckDuckGo são mecanismos de busca seguros. Estes motores de busca estão empenhados em defender a privacidade dos usuários da Internet contou Cristina Boner. Nenhuma informação do usuário é compartilhada com os sites, diretórios ou anunciantes e outras organizações. O Wolfram Alpha é um mecanismo de busca especializado. O mecanismo de conhecimento computacional fornece respostas para perguntas factuais.

O Baidu e o Yandex são mecanismos de busca baseados fora dos Estados Unidos, respectivamente na China e na Rússia. O Yelp é uma versão moderna das Páginas Amarelas. O Foursquare é um mecanismo de pesquisa que usa redes sociais baseadas em localização e é destinado a celulares.

O futuro dos motores de busca

Os mecanismos de pesquisa já passaram de consultas baseadas em texto para entradas de voz. Cristina Boner avisa que Google e Bing continuam a ser os mecanismos de busca mais utilizados e é improvável que sua onipresença seja abalada a qualquer momento no futuro próximo. Qualquer disruptor neste espaço pode ser adquirido ou os gigantes podem evoluir rapidamente para combater tais ameaças. Os mecanismos de pesquisa se tornaram a interface padrão entre os mundos real e virtual.

Veja mais de Cristina Boner:


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Ricardo Callado14/03/20194min

Empresa é a primeira corretora de seguros a desenvolver esse tipo de iniciativa. Inscrições começam em março.

 A Alper, uma das maiores corretoras de seguros do Brasil, acaba de lançar um programa de aceleração de startups. Com isso, a empresa é a primeira grande corretora do Brasil a desenvolver esse tipo de programa. As inscrições começam no início de março.

De acordo com a empresa, será um programa de nove meses e a ideia é gerar valor em negócios e infraestrutura para as startups selecionadas. Segundo Felipe Sigaud, head da Alper Digital, poderão se inscrever startups de oito segmentos que têm relação com os negócios da Alper: Health Techs, Insurtechs, Fintechs, Analytchs, Artificial Intelligence, Geração de Leads, Soluções em PDV, HR Techs.

“Nós estamos buscando startups que estejam em nível de desenvolvimento, mas com um pipeline criado e vendas recorrentes, que possam resolver de forma escalável e que tenham sinergia com a Alper”, explica Felipe.

Para a 1ª turma de startups selecionadas, o  de programa terá nove meses de duração, no qual elas  trabalharão em um espaço exclusivo dentro da sede da Alper, montado para essa iniciativa, e terão os executivos da corretora como mentores, além de desfrutar das oportunidades de networking com os clientes da Alper. A cada três meses será feita uma avaliação com a presença de investidores, mídia especializada e empresários do setor para avaliar as startups.

Felipe Sigaud reforça que a ideia é que ao final do programa de aceleração “essas startups possam atrair bons investidores, como fundos de investimentos interessados nas soluções que elas apresentam e, possam inclusive fazer negócios na rede de relacionamento da Alper”, afirma.

Marcos Couto, Presidente da Alper, diz que a ideia também é fomentar a inovação dentro da companhia e gerar novos negócios. “Estamos criando um programa onde os próprios colaboradores da corretora possam ajudar essas startups de acordo com a área de atuação de cada profissional. Queremos que eles estejam envolvidos com essas inovações, como facilitadores para as startups e possam contribuir com conhecimento técnico. Essa ideia toda é muito nova para o mercado de corretagem de seguros.

As inscrições começam na primeira semana de março e poderão ser feitas no site da Alper em https://www.alperseguros.com.br/digital


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Ricardo Callado08/02/20194min

Cursos de graduação podem ajudar empreendedores e profissionais liberais a criarem forte presença digital

Ter uma forte presença nas redes sociais é fundamental para qualquer negócio, por menor que seja. Fotos bonitas e um conteúdo interessante podem atrair clientes, e a interação feita nos comentários e nas mensagens diretas ajuda a sanar dúvidas e criar fidelidade. Administrar essa presença, porém, não é fácil e requer um profissional capacitado.

“A mudança hoje é neste sentido: qualquer um pode estar nas redes sociais, mas isso não significa que você não precise de um profissional qualificado na sua empresa”, conta Daniella Goulard Rodrigues, coordenadora do novo curso superior de Tecnologia em Mídias Digitais do Centro Universitário IESB. “Não basta ter seguidores. É preciso criar interações, fazer um planejamento, senão não há resultado”, continua.

A graduação será oferecida pela primeira vez em 2019 e pretende formar tecnólogos capazes de gerenciar as redes sociais de uma empresa, produzir conteúdo para diversas plataformas audiovisuais além de formar e ampliar a imagem do cliente na internet.

O curso tem a duração de dois anos e pode ser um investimento importante para pequenos empreendedores, como donos de restaurantes, lojas e profissionais autônomos.

“Essa pessoa será capaz de fazer sua empresa crescer em um local de gigantes, que é a internet”, conta André Imbroisi, professor do curso de Publicidade e Propaganda do IESB. “O profissional precisa saber lidar com a parte gráfica, dimensionamento para vários dispositivos e saber analisar os resultados. Com isso, vem o crescimento do negócio”, completa.

André alerta contra as pessoas que se vendem como conhecedores da área, mas que não possuem o devido treinamento. “O que mais tem no mercado são pessoas que se dizem habilitadas, mas fazem o trabalho por tentativa e erro”, conta o professor.

O curso superior de Tecnologia em Mídias Digitais prepara ainda o estudante para empreender. O profissional sai preparado para montar sua própria empresa de comunicação ou atuar como profissional autônomo, já que exercerá seus conhecimentos na prática desde o primeiro semestre. Para mais informações sobre o curso clique aqui.


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Ricardo Callado05/11/20184min

Por Jonas Valente

Começou em Goiânia o Fórum da Internet no Brasil sobre tecnologias da informação e comunicação e o mundo online no país. Até o próximo dia 7, no Centro de Eventos da Universidade Federal de Goiás, serão debatidos temas como inteligência artificial, proteção de dados, papel das plataformas, desinformação e notícias falsas, acervos digitais, crimes cibernéticos, privacidade, gestão e governança.

A iniciativa é do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI Br), órgão multisetorial responsável pela concessão de domínios na web no país, por estudos na área e pelo debate acerca de diretrizes para políticas relacionadas ao setor. Esta é a oitava edição do evento, realizado anualmente.

Uma das marcas do encontro é a participação de diversos setores nos debates. Todas as palestras contam com representantes do Poder Público, de organizações da sociedade civil, de pesquisadores e docentes de instituições de ensino superior e do segmento empresarial, especialmente da área de tecnologias da informação e comunicação. A participação dos quatro setores espelha a composição do comitê e dos espaços de governança internacionais.

Um dos principais temas é o papel da web, especialmente das redes sociais, nessas eleições. Mesas de debates vão analisar o fenômeno das chamadas notícias falsas, as mensagens discriminatórias e de incitação à violência contra segmentos da sociedade e o uso de recursos online nas campanhas, como o impulsionamento de conteúdos.

Outro assunto previsto na programação é o futuro da política de proteção de dados no país. Em julho, foi aprovada a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709), sancionada com vetos a alguns pontos pelo presidente Michel Temer. O principal veto diz respeito à criação de um órgão regulador denominado Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Pela redação aprovada no Senado, o órgão ficaria responsável pela edição de normas complementares e pela fiscalização das obrigações previstas na lei. O desafio agora é definir como será a transição até a sua entrada em vigor, o que só ocorrerá em fevereiro de 2020.

As discussões durante o encontro servirão de base para reflexão coletiva sobre temas relacionados à web, políticas públicas e polêmicas do mundo digital, bem como à atuação do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI-Br).

*Enviado especial a convite do Fórum da Internet no Brasil


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Ricardo Callado22/09/20184min

Por Jonas Valente

Foto Marcello Casal Jr.

O Facebook divulgou nesta semana nota com novas medidas para evitar abusos na plataforma relacionados ao debate eleitoral. Ao longo do ano, a empresa já havia anunciado diversas iniciativas para o pleito de outubro relacionadas à propaganda eleitoral paga, a contas “não autênticas” e à disseminação de desinformação, como as chamadas notícias falsas.

Segundo comunicado divulgado pela companhia, foram removidas páginas inicialmente criadas para reunir pessoas com interesses diversos (como esportes e música) e que tiveram seus nomes e propósitos alterados para apoiar um candidato ou tomar partido na disputa eleitoral.“Removemos essas páginas porque nossas políticas não permitem mudanças de nome de páginas que resultem em conexões falsas ou não intencionais, e que alterem substancialmente o assunto das páginas”, justificou o informe. A empresa, contudo, não divulgou o nome das páginas.

A plataforma também derrubou o que chamou de contas impostoras. Perfis que se faziam passar por candidatos disputando as eleições. Essa violação foi enquadrada no que a companhia chama de “comportamento não autêntico”, conduta que foi usada para remover 186 páginas e 97 perfis ligados ao Movimento Brasil Livre em julho.

Aplicativos e santinhos

No comunicado, o Facebook relatou ter retirado aplicativos que convidavam pessoas a votar pela internet. Esses programas “poderiam levar eleitores a acreditar que tinham efetivamente votado, ferindo nossas políticas que impedem apoio a fraude”, pontuou a nota. Pessoas que usaram esses aplicativos estão sendo notificadas.

A companhia está removendo também fotos nas quais o número não corresponde ao candidato, bem como molduras com números trocados. “Nossas políticas não permitem declarações de intenção ou apoio a fraude, por isso a remoção dessas imagens”, reiterou a empresa no comunicado divulgado.

Verificação de fotos e vídeos

No dia 13 de setembro, em outro comunicado,  o Facebook anunciou ter iniciado a verificação de desinformação também em fotos e vídeos. Até então, o monitoramento era focado apenas em textos. A partir deste mês, os sistemas automatizados da plataforma passarão a fiscalizar fotos e vídeos em busca de indícios de problemas, como manipulações.

Essa análise é complementada pela realizada por agências de checagem parcerias do Facebook. No Brasil, realizam este trabalho Lupa, Aos Fatos e Agência France Press. Conteúdos identificados como enganosos por essas agências têm seu alcance reduzido na plataforma.


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Ricardo Callado03/09/20185min

Estão abertas as inscrições para o Business Internship Program 2019, a oitava edição do programa de estágio do Google. Voltado para estudantes de ensino superior com graduação prevista para dezembro de 2019, o programa de 6 meses é uma oportunidade para que os estagiários possam conhecer e vivenciar o Google, além de desenvolver competências técnicas e comportamentais.

Turma 2018 do Google Business Internship

Olá, O Google abre hoje as inscrições para o programa de estágios 2019. Podem se inscrever alunos de todos os cursos, universidades e regiões do Brasil, com graduação prevista para dezembro de 2019. Seguem mais informações aqui ou abaixo. Abraços,Paulo  Venha ser nosso estagiário: as inscrições estão abertas! Estão abertas as inscrições para o Business Internship Program 2019, a oitava edição do programa de estágio do Google. Voltado para estudantes de ensino superior com graduação prevista para dezembro de 2019, o programa de 6 meses é uma oportunidade para que os estagiários possam conhecer e vivenciar o Google, além de desenvolver competências técnicas e comportamentais.

As inscrições vão até o dia 5 de outubro de 2018 e podem se candidatar estudantes de qualquer curso, universidade e região do Brasil. Para participar, é necessário apenas cumprir os seguintes requisitos: estar cursando o último semestre da graduação no período do programa, ter um nível de inglês que permita leitura de e-mails e conversação com colegas de trabalho, e estar disponível para trabalhar no escritório do Google em São Paulo de julho a dezembro de 2019.

O processo seletivo é composto por entrevistas com o time de recrutamento e com as futuras equipes, e ocorre inteiramente via Google Hangouts ou telefone, não sendo necessário viajar até São Paulo. Mais do que diplomas, o que vale para o Google são talentos e habilidades, por isso os candidatos podem ser selecionados para trabalhar em áreas diferentes do curso de formação, desenvolvendo e aprimorando competências técnicas e comportamentais.

Desde o início do programa, os estagiários são tratados como funcionários da empresa e chamados para solucionar problemas, impulsionar negócios, desenvolver pessoas e colocar os usuários acima de tudo.

Inscreva-se aqui!

Postado por Larissa Armani, coordenadora do programa de estágio do Google para América Latina


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Ricardo Callado11/08/20183min

Por Jonas Valente

O Facebook anunciou hoje (10) um novo sistema de autorização para os responsáveis por páginas de grandes audiências. A novidade faz parte de medidas adotadas pela plataforma nos últimos meses com o intuito de dar resposta às críticas pela difusão de desinformação e multiplicação de discurso de ódio no interior da rede.

A exigência será implementada inicialmente nos Estados Unidos e deve depois ser expandida para outros países. Mas não há previsão de quando ela passará a valer no Brasil. O objetivo é tornar “mais difícil para que contas falsas possam administrar uma página”, explicou a empresa em comunicado anunciando as ferramentas.

Para seguir publicando, os responsáveis pelas páginas terão de fazer um tipo de acesso mais seguro denominado “autenticação de dois fatores”. Além disso, a pessoa deverá confirmar o local de residência dela.

Informações

Outra medida anunciada foi a inclusão de mais dados sobre as páginas na seção “Informações e Anúncios”. O Facebook já havia anunciado que disponibilizaria registros sobre as páginas para que os usuários pudessem conhecê-la, como a data de criação. No comunicado divulgado hoje, a empresa informou que vai identificar também se uma página foi mesclada com outra.

Também será incluída uma seção denominada “Pessoas que gerenciam esta página”. Nela, diz a nota da companhia, será informado o país dos responsáveis. O mecanismo é uma resposta às acusações que o Facebook teria permitido a atuação de pessoas e organizações russas no debate das eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2016.

A preocupação com a possível influência decorrente dessa atuação motivou a abertura de uma investigação no Congresso americano no ano passado. Também foi alvo de questionamentos durante o depoimento que o presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, deu ao parlamento do país em maio deste ano.


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Ricardo Callado31/07/20182min

O aplicativo WhatsApp acaba de liberar as chamadas de vídeo ou de áudio em grupo para usuários brasileiros. A partir de agora, é possível fazer chamadas simultâneas para até quatro pessoas.

Anunciada em maio, a funcionalidade chega ao Brasil e vale para os sistemas operacionais IOS ou Android. A função chamada de vídeo existia no aplicativo desde 2016, mas, até então, era possível apenas a conversação entre duas pessoas.

WhatsApp
Para realizar a ligação, smartphone precisa ter a versão mais atual do aplicativo – Arquivo/Agência Brasil

Como fazer

O primeiro passo é iniciar a chamada de áudio ou de vídeo com uma pessoa. Assim que a pessoa aceitar a conexão, aparecerá um sinal de + no alto à direta da tela. Ao clicar no sinal de +, será aberta automaticamente a lista de contatos do usuário. Basta clicar em cima de um nome e a tela será dividida em três. A operação pode ser repetida mais uma vez para a inclusão de um quarto usuário, assim que o terceiro tiver aceito a conexão.

Entretanto, apenas quem iniciou a ligação pode convidar para a conversação. Ou seja, o sinal de + não aparece na tela de quem recebeu a ligação.

Para tornar possível a operação, é preciso atualizar o smartphone com a versão mais atual do aplicativo.



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