Arquivos Saúde - Página 2 de 33 - Blog do Callado

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Ricardo Callado18/05/20193min

Com o remanejamento de farmacêuticos, UBS do Lago Norte, Vila Planalto, Cruzeiro e Asa Sul passam a distribuir essa medicação específica

Desde o início de maio, mais quatro unidades básicas de saúde (UBS) deram início ao processo de distribuição de medicamentos controlados. As farmácias foram abertas na UBS 1 do Lago Norte, na UBS 3 da Asa Norte, na Rua Piauí (Vila Planalto), na UBS 1 do Cruzeiro Novo e na UBS 1 da Asa Sul.
“A medida foi possível depois de terem sido feitos o remanejamento de farmacêuticos para essas unidades e a estruturação física dos locais, colocando armários e instalando o sistema de dispensação de medicamentos”, informa a diretora de assistência farmacêutica da Secretaria de Saúde (SES-DF), Lydiana Marcolino.

De acordo com ela, a equipe de assistência farmacêutica tem trabalhado para que outras duas unidades básicas de saúde também consigam, até o próximo mês, distribuir medicamentos controlados. Atualmente, 43 UBS oferecem esse tipo de atendimento em todo o DF.

Adolescentro

Como a distribuição de medicamentos controlados no Adolescentro, na 605 Sul teve o fluxo alterado em abril, pacientes que recebem os insumos no local devem se dirigir à UBS 1 da Asa Sul, que se tornou a referência para o Adolescentro.

A exceção do processo de dispensa será o medicamento Oxcarbazepina, indicado para o tratamento da epilepsia. Pacientes que precisam desse insumo devem se dirigir, exclusivamente, a uma das três farmácias do componente especializado, conhecidas como farmácias de alto custo, localizadas na Estação 102 Sul do Metrô, em Ceilândia e no Gama.

Confira aqui a lista completa dos medicamentos a serem distribuídos pelas UBS. A distribuição ocorre no horário de atendimento dos farmacêuticos de cada unidade inscrita no processo.

Com informações da Secretaria de Saúde


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Ricardo Callado18/05/20195min

Quarenta e cinco deles são médicos, que vão para áreas como a Pediatria, que recebeu 21 nomeações

Para reforçar o atendimento na rede pública de saúde, foram nomeados, nesta sexta-feira (17), 81 profissionais de diversas especialidades, sendo 45 deles médicos. O reforço de pessoal é mais uma das medidas do Governo do Distrito Federal para aumentar o quadro de servidores e garantir assistência de qualidade à população. As nomeações foram publicadas na página 19 do Diário Oficial do Distrito Federal(DODF) desta sexta-feira.

Entre os nomeados, a Pediatria foi a área mais priorizada, com 21 nomeações, devido à alta demanda por esta especialidade no período de sazonalidade dos vírus respiratórios, geralmente entre os meses de abril e junho. Outras duas áreas que receberam especial atenção foram os pronto-socorros, com dez emergencistas, e a anestesiologia, com dez médicos.

Farmacêuticos (4), técnicos em laboratório (6), enfermeiros (5) e outras categorias também foram contempladas. O Fundo de Saúde, área responsável pelo financeiro da pasta, receberá reforço de 19 técnicos em Contabilidade, que atuarão, dentre outras áreas, na contagem de aposentadoria e na Diretoria de Pagamento.

“A contratação de mais servidores é fundamental para reforçar o trabalho das equipes nas unidades de saúde pública. Ao mesmo tempo, estamos investindo na organização dos serviços e no redimensionamento de pessoal, de forma planejada, para que tenhamos um quadro real da necessidade de profissionais no sistema”, afirmou o secretário de Saúde, Osnei Okumoto.

De acordo com a subsecretária de Gestão de Pessoas, Silene Almeida, essa nomeação é o pontapé inicial para a reorganização dos serviços. “Após isso, vamos contratando e convocando mais profissionais”, comentou.

Realidade

Segundo a subsecretária, devido à suspensão feita pela Justiça do Distrito Federal nas contratações do concurso público de 2014, a Secretaria de Saúde conta apenas com o cadastro reserva do concurso de 2018 para chamar, que engloba médicos e farmacêuticos, entre outros profissionais.

“Por exemplo, técnico administrativo e de enfermagem são categorias que não temos mais no cadastro reserva. Então, teremos de fazer um novo concurso”, conta Silene Almeida.

Conforme a gestora, já está em trâmite na Saúde o processo para realizar um novo concurso público e, dessa forma, suprir as vagas do cadastro reserva de 2014 que foram suspensas. “Esse processo já tramita na Saúde para, então, encaminharmos à Secretaria de Fazenda”, ressaltou.

Iges

Enquanto isso, a Secretaria de Saúde aguarda a conclusão do processo seletivo do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) para chamar novos profissionais de saúde para os hospitais de Santa Maria e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

“Estamos aguardando concluir a transição do Iges-DF na Santa Maria e nas UPAs, porque alguns servidores pedirão para retornar à Secretaria de Saúde. Quando recebermos eles, vamos poder distribuí-los na rede, de acordo com o nosso déficit real”, explicou a subsecretária de Gestão de Pessoas.

*Com informações da Secretaria de Saúde


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Ricardo Callado16/05/20195min

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, 4,3% dos brasileiros sabem que são hipertensos e não se tratam

A hipertensão, ou pressão alta, como é popularmente conhecida, chega a atingir aproximadamente 32% da população brasileira, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia. Os idosos são os mais afetados pela doença, uma vez que com o passar dos anos, acontece o processo de envelhecimento que pode resultar no endurecimento dos vasos sanguíneos.

Para os profissionais da saúde, a regularidade das consultas médicas é a melhor forma de prevenir qualquer doença. Fazer check ups todos os anos, ter uma alimentação saudável e balanceada e praticar exercícios físicos reduzem diversas doenças e melhoram a qualidade de vida. Doenças comuns aos brasileiros, como a hipertensão, assim como diabetes e obesidade, podem ser identificadas de maneira precoce e gerar um tratamento mais certeiro e competente.

De acordo com a cardiologista do dr.consulta Claudia Scalisse, a falta de tratamento da hipertensão pode prejudicar a qualidade de vida do paciente. “A longo prazo podem ocorrer desdobramentos graves, como insuficiência cardíaca, acidente vascular encefálico, insuficiência renal, entre outros tantos que podem levar à morte”.

Os sintomas da pressão arterial alta variam para cada paciente. Alguns podem sentir dores de cabeça, tonturas, náuseas e outros apresentam sintomas inespecíficos, como mal-estar generalizado, cansaço e indisposição. “É importante ressaltar que existem pessoas que não apresentam sintomas mesmo quando a pressão está elevada, o que aumenta o risco de complicações. Por isso a prevenção e consultas regulares com o médico são essenciais”, explica a cardiologista.

Existe também a possibilidade de diagnosticar a hipertensão em gestantes durante a gravidez, trazendo risco tanto para a mãe quanto para o bebê. Isso pode levar à restrição de crescimento intrauterino, parto prematuro e em quadros não controlados pode causar morte materna e fetal. Obstetra e Cardiologista precisam trabalhar juntos em prol da mãe e do bebê, visto que algumas medicações utilizadas no controle da pressão arterial são contraindicadas na gestação e no período da amamentação.

A primeira medida a ser tomada quando se descobre a doença é mudar seu estilo de vida: diminuir o consumo de sal, adotar uma dieta rica em frutas e vegetais, controlar melhor o peso, iniciar a prática de exercícios físicos, além de usar medicações prescritas. O paciente precisa estar ciente de que, apesar de ser uma doença crônica, pode ser controlada, portanto é altamente contraindicado que as medicações sejam descontinuadas sem orientação médica. “É essencial a conscientização doa brasileiros para a importância do diagnóstico precoce e a necessidade de tratamento correto, uma vez que a doença contribui direta ou indiretamente com 50% das mortes por causa cardiovascular”, finaliza a especialista.

Sobre o dr.consulta

O dr.consulta é uma rede de centros médicos que tem o objetivo de simplificar o cuidado com a saúde, sendo uma alternativa aos planos de saúde e ao SUS.  É possível agendar, até para o mesmo dia, consultas, exames, dentistas e pequenas cirurgias em poucos minutos pelo site, telefone ou aplicativo. Isso sem contar a acessibilidade, já que há dezenas de centros médicos disponíveis. São 49 unidades em São Paulo e Grande São Paulo, 4 no Rio de Janeiro e 4 em Belo Horizonte.


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Ricardo Callado16/05/20194min

40º Congresso Brasileiro da Anclivepa reunirá 2,5 mil pessoas no Centro de Convenções Ulysses Guimarães

A chegada a Brasília de 1,5 mil turistas que irão participar do 40º Congresso Brasileiro da Anclivepa irá aquecer a economia local. A estimativa da Secretaria de Turismo é que os participantes do evento movimentem na cidade R$ 2,25 milhões, entre os dias 16 e 18 de maio.  O evento, considerado o mais tradicional de medicina veterinária do Brasil, reunirá 2,5 mil pessoas no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

“Um evento desse porte movimenta a nossa economia e gera empregos”, frisou a secretária de Turismo, Vanessa Mendonça. Ela informou que para incentivar ainda mais o consumo e o turismo na cidade, a Setur – DF preparou um clube de vantagens com condições especiais em restaurantes, em eventos paralelos e em pacotes turísticos. “A Setur – DF trabalha o turismo de eventos como importante vetor de desenvolvimento econômico para a cidade, pois impacta diretamente na cadeia produtiva do turismo como hospedagem, alimentação, transporte e entretenimento.

O Turismo impacta cerca de 52 setores da economia contribuindo para o crescimento econômico da cidade, por meio da geração de renda e empregos, além de impactar em outras cadeias produtivas de bens e serviços. O 40º Congresso Brasileiro da Anclivepa gera para a cidade 1.200 empregos diretos, sendo profissionais para montagem da infraestrutura, credenciamento, organização, dentre outras atividades.

Para o presidente da Anclivepa, Marcello Rodrigues, eventos como esse são benéficos para a capacitação dos profissionais e para o incremento da economia local. “Em relação aos veterinários é uma oportunidade deles poderem se reciclar com profissionais renomados do Brasil e de outros países. Para a cidade, significa mais movimento. São mais de mil pessoas de fora e mais de 80 empresas colaborados, sendo que 90% delas são de outros estados”, destacou Marcello Rodrigues.

Eventos

Brasília é a quarta cidade que mais recebeu eventos internacionais, em 2017, de acordo com o ranking do International Congress and Convention Association (ICCA) de 2018. De acordo com esse mesmo levantamento, a capital federal apresentou mais eventos que atendem o critério ICCA que as cidades de Las Vegas e Miami nos Estados Unidos. A Secretaria almeja melhorar a posição da cidade no ranking demonstrando a vocação da capital federal em sediar eventos gerando, consequentemente, empregos e renda para Brasília. na cidade R$ 2,25 milhões, entre os dias 16 e 18 de maio.  O evento, considerado o mais tradicional de medicina veterinária do Brasil, reunirá 2,5 mil pessoas no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.


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Ricardo Callado14/05/20195min

Hipertensão

No mês em que se comemora o Dia Mundial da Hipertensão, especialista faz alerta para os riscos que a pressão alta traz ao coração.

Doenças cardiovasculares estão entre a maior causa de morte entre os brasileiros. Segundo o Ministério da Saúde, por hora morrem 34 pessoas no Brasil vítimas de consequências de doenças relacionadas ao coração. Ao mesmo tempo, um em cada quatro adultos no país sofrem de hipertensão, que é considerado um dos maiores fatores de risco para doenças como infarto, arritmias e AVC. Para alertar sobre os riscos de ser hipertenso, comemora-se no dia 17 de maio o Dia Mundial da Hipertensão.

A hipertensão, popularmente conhecida como pressão alta, é uma doença que se caracteriza pelos altos níveis de pressão sanguínea nas artérias. “Quando o sangue exerce mais força do que deveria contra as paredes das artérias, o coração acaba tendo que exercer mais esforço para que o sangue seja distribuído pelo corpo. A distribuição errada pode desencadear sérios problemas”, explica Dr. Bruno Jardim, cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor).

Tem cura?

Infelizmente, a resposta é não. Porém, mesmo não tendo cura, a hipertensão tem tratamento e pode ser controlada. “O médico é quem vai decidir qual o melhor tratamento para cada paciente, pois cada caso é um caso, mas geralmente é medicamentoso”, aponta. O diagnóstico só pode ser feito por meio da aferição regular da pressão, que é recomenda-se fazer a cada um ano para pessoas com mais de 20 anos. Para indicar hipertensão, os valores devem ser iguais ou maiores que 140/90 mmHg (ou 14 por 9).

Por se tratar de uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas, deve-se tomar cuidado e ficar atento à prevenção. “Às vezes a hipertensão é hereditária, mas em muitos casos a simples adoção de hábitos saudáveis pode diminuir os riscos de ser acometido”, garante Dr. Bruno. Evitar alimentos muito gordurosos e com grandes quantidades de sal, praticar atividades físicas regularmente, para de fumar e moderar na bebida alcoólica são algumas das práticas que facilitam uma vida longe da pressão alta.

Hipertensão e o AVC

O acidente vascular cerebral, popularmente chamado de derrame, é uma resposta às contínuas agressões da pressão alta nas paredes dos vasos. Com o passar do tempo, as artérias da cabeça não conseguem se dilatar e correm o risco de entupimentos. Dentro desse quadro, os picos de hipertensão podem contribuir para que os vasos entupam ou até se rompam, deixando assim de levar suprimentos para os neurônios. Entre as consequências do AVC estão: alto índice de mortalidade, sequelas motoras e cognitivas.

Hipertensão e o Infarto

A hipertensão arterial aumenta o risco de desenvolvimento de diversas doenças cardiovasculares, uma das mais importantes é, sem dúvida, o infarto agudo do miocárdio. Com o aumento da pressão sanguínea dentro das artérias, o coração passa a trabalhar mais, engrossando a parede das artérias e, assim, dificultando a passagem de sangue. Essa falha na irrigação prejudica a oxigenação, sendo assim o músculo começa a trabalhar de forma excessiva para compensar essa “falha na irrigação”. Se o sangue não chega, partes do órgão morrem com a falta de oxigenação. E é assim que acontece o infarto.


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Ricardo Callado13/05/20193min

Médico, enfermeiros e técnicos de enfermagem prestam assistência aos desabrigados pelo incêndio de domingo (12). A equipe avalia a situação de saúde de cerca de 40 pessoas, que estão em um abrigo na Administração Regional

Uma equipe de profissionais de Estratégia Saúde da Família, formada por médico, enfermeiros e técnicos de enfermagem está, nesta segunda-feira (13), na Administração Regional do Recanto das Emas para prestar toda a assistência necessária aos desabrigados pelo incêndio desse domingo (12). A equipe faz atendimentos para avaliar a situação de saúde de cerca de 40 pessoas que se encontram no local, além de expedir as receitas médicas necessárias e fazer a distribuição de medicamentos.

As demais famílias atingidas e que estão em casas de amigos e de parentes também podem receber auxílio no abrigo temporário, organizado na própria sede da administração da cidade, entre as quadras 206/300.

Ainda no domingo, a superintendente da Região de Saúde Sudoeste, Lucilene Florêncio, foi ao local acompanhada do governador Ibaneis Rocha. A superintendente afirmou que a Secretaria fará o que for possível para minimizar os danos à saúde da comunidade afetada.

Assistência
“Essa parcela da população vive em uma situação extremamente vulnerável. É nosso papel, enquanto agentes do Sistema Único de Saúde, levar saúde e um pouco de conforto e humanidade a essas pessoas o mais rápido possível”, disse Lucilene.

O trabalho iniciou pela triagem, identificando crianças, adultos, diabéticos, hipertensos. Em seguida, começou o atendimento para verificar a situação de saúde de cada um. “Como Região de Saúde, estaremos presentes na vida dessas famílias, de maneira efetiva. A equipe da saúde ficará toda a semana no abrigo”, informou o gerente de Planejamento, Monitoramento e Avaliação da Região de Saúde Sudoeste, Paulo Ricardo dos Ramos Cardoso.

Também serão feitas a atualização do cadastro, por parte dos Agentes Comunitários de Saúde, atualização do Bolsa Família, pesagem das crianças, atualização do cartão de vacinas, entrega de medicação, atualização de receitas médicas, inclusive psicotrópicos, e outras ações que deverão ser desenvolvidas conforme a necessidade.

*Com informações da Secretaria de Saúde


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Ricardo Callado13/05/20198min

Por Robert Goldman

Agir de forma preventiva para tratar a saúde é o resultado de anos de estudos do Dr. Robert Goldman (EUA).  O ex-atleta, cofundador e presidente do Conselho de Administração de Academia Americana de Antienvelhecimento é conhecido por se dedicar, há mais de três décadas, pela detecção precoce de doenças, a regeneração de células e a mudança no estilo de vida. Tudo isso combinado, resulta em maior longevidade com uma saúde plena tanto física quanto mental.

Goldman estará no Brasil entre os dias 31 de maio e 1 de junho para participar do evento World Pro Health Conference (WPHC), evento de padrão internacional sobre inovações em medicina integrativa e de precisão, biotecnologia e genoma. Na ocasião, falará sobre suas experiências e novos tratamentos para prolongar a vida humana. Para aquecer a discussão, ele adiantou cinco dicas de como podemos frear o envelhecimento ou ainda envelhecer de forma mais saudável.

  1. Hidratação e dieta saudável

Segundo Dr. Goldman, é preciso ingerir muita água para manter o corpo saudável. Ela desempenha funções essenciais na vida como: transporte e absorção de nutrientes pelas células; para os processos fisiológicos de digestão, absorção e excreção; regula a temperatura corporal; desempenha papel importante no sistema circulatório já que seu consumo adequado diminui a pressão sanguínea e reduz o risco de ataque cardíaco, além da desintoxicação do corpo. Segundo ele também é fundamental para evitar fadiga precoce durante a realização de atividade física e os músculos são energizados com mais eficiência.

A alimentação é um dos principais fatores para manter a máquina funcionando bem. Evitar gorduras, “fast foods”, reduzir a ingestão de carne vermelha e aumentar a de peixes. Importante também ficar atento ao modo de preparo do alimento. “Quanto mais natural, mais saudável para o corpo”, explica Dr. Goldman.

  1. Atividade física

A atividade física deve ser dividida em dois tipos fundamentais para manter o corpo jovem por mais tempo. O primeiro é o exercício aeróbico. “É preciso treinar o coração. Mantenha-o batendo pelo menos três vezes por semana. Isso melhora o nível cardiorrespiratório, faz com que queime calorias e aumente o ponto de ajuste do funcionamento do corpo, aumentando o termostato interno.”, explica.

Além disso, ele sugere a musculação ou treino de resistência com pesos. “Isso ajuda a manter a massa muscular média e a massa óssea, tornando a pessoa mais forte, fundamental à medida que elas envelhecem.”

  1. Evitar ou reduzir ao máximo o estresse

O especialista explica que o estresse é um verdadeiro assassino. “O trabalho duro nunca matou ninguém, mas o estresse sim. Na verdade, a questão é como as pessoas lidam com ele. Ninguém está imune a uma situação mais difícil para ser resolvida. As pessoas precisam dar um passo atrás quando estão em uma situação realmente estressante e começar a se questionar como pode tornar sua vida mais feliz.” A forma de encarar a vida é de extrema importância para envelhecer bem. “Aproveite os momentos de romance, com a família e amigos para reduzir o estresse e aumentará suas experiências de vida.”, afirma Dr. Goldman.

  1. Colocar o cérebro para treinar também

Você sabia que o cérebro é como um músculo que você usa ou perde? Sendo assim, o Dr. Goldman recomenda o treinamento dele como se fosse um músculo. “Antes, pensávamos que ele era muito parecido com um hardware de um computador. No entanto, ele é muito plástico, móvel e, por isso, quanto mais for usado, mais forte ele fica e, consequentemente, a pessoa também.”

  1. Suplementação nutricional

O especialista defende que devemos combinar a dieta nutricional com atividade física, estilo de vida, controle do estresse e, finalmente, incluir a suplementação nutricional. “Sou um grande fã de suplementos nutricionais, porque é muito eficiente para complementar o que a pessoa consegue por meio somente da alimentação. Podemos suplementar desde a vitamina C, uma vez que a ingestão de frutas não será suficiente para a recomendação diária da mesma até mesmo de proteína, no qual é possível constituir músculos adicionais. Assim é possível aumentar a resistência imunológica e mudar o jeito em que está vivendo, prologando sua vida de forma saudável e sustentável”, finaliza  Goldman.

Robert Goldman é ex-atleta, recordista mundial por mais de 20 vezes e listado no Guinness Book. Cofundador e presidente do Conselho de Administração da Academia Americana Antienvelhecimento, se dedica, há mais de 30 anos a obter uma detecção precoce de doenças e aumentar eficácia no tratamento, regeneração e mudança de estilos de vida.

Serviço

World Pro Health Conference (WPHC)

Programação: https://www.wphc.com.br/

Datas: 31 de maio e 1º de junho de 2019

Local: World Trade Center – Av. das Nações Unidas, 12551, 17º andar, Brooklin Novo, São Paulo (SP)


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Ricardo Callado13/05/20194min

Por Luiz Monteiro

Anúncios recentes do fechamento de multinacionais farmacêuticas no Brasil, que planejam investir na produção de medicamentos mais inovadores ao invés da produção em escala de produtos considerados mais simples e baratos, alertam para um problema que a área da saúde enfrenta no país: falta de incentivo do governo. Os altos impostos para os trabalhos de pesquisa e desenvolvimento de drogas inovadoras recolhidos pelo governo brasileiro das multinacionais, tornando a produção extremamente onerosa e inviabilizando o processo, está entre a principal razão para a fuga dessas indústrias para países onde o custo é bem menor.

A atual situação expõe uma situação que se arrasta há tempos. O Brasil passa por um longo período de crise na saúde pública, falta iniciativas capazes de gerar saltos de qualidade na sua gestão. É urgente nossos governantes buscarem meios de aprimorá-la e otimizar os recursos dispensados para a área, promovendo uma reforma da estrutura do financiamento do sistema para que se alcance a necessária universalização do atendimento e da qualidade dos serviços de saúde prestados à população.

É indispensável que se aumente a capacidade do investimento estatal, mas o investimento público pode e deve estar acompanhado da iniciativa privada. Para isso, é necessário que sejam criados atrativos para tal. Esse quesito, há tempos, deveria fazer parte de qualquer programa de governo. É necessário que se pense, por exemplo, em um modelo de incentivo fiscal às empresas que queiram oferecer benefícios de custeio das prescrições médicas a seus colaboradores e dependentes, para garantir a possibilidade de um tratamento adequado.

Segundo dados da PNAD – Pesquisa Nacional do Amostra de Domicílios, do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a maior despesa das famílias brasileiras em saúde é com acesso a medicamentos. De acordo com o órgão, os gastos com farmácia se aproximam de 80% dos gastos com saúde. Infelizmente, a falta de condição em custear o remédio prescrito pelo especialista muitas vezes leva a pessoa a interromper o tratamento. Além de colocar a própria vida em risco, essa situação agrava ainda mais os custos que se tem com os cuidados com a saúde.

Para melhorar o quadro da saúde no Brasil basta uma boa gestão. Mas, principalmente, da boa vontade dos nossos governantes.

* Presidente da PBMA – Associação Brasileira das Empresas Operadoras de PBM (Programa de Benefício em Medicamentos), formada pelas empresas ePharma, Funcional, Orizon e Vidalink


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Ricardo Callado09/05/20197min

Por Camila Boehm

Fiscalização realizada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em 506 hospitais públicos, no ano passado, encontrou inconformidades nas unidades desde a falta de materiais e medicamentos básicos até centros cirúrgicos que não tinham área para higienização.
Os dados, divulgados hoje (9), em São Paulo, fazem parte do primeiro levantamento feito pelo conselho após a entrada em vigor do novo Manual de Vistoria e Fiscalização da entidade, em 2016, que estabelece critérios para a fiscalização em centros cirúrgicos, unidades de terapias intensivas, salas de recuperação pós-anestésica e unidades de internação, avaliando as condições estruturais, físicas e de equipamentos.

Na pesquisa, foram analisados 102 centros cirúrgicos, dos quais 3% não contavam com área para higienização das mãos, o que foi classificado como falta grave, “já que essa falha é fonte certa de infecção hospitalar”, de acordo com o CFM.

Nas 102 salas cirúrgicas, 33% não tinham foco cirúrgico com bateria; 22% não tinham negatoscópio para a leitura de imagens; 16% também não contavam com carro para anestesia ou monitor de pressão não invasivo; e 12% não dispunham de equipamentos básicos como fio guia e pinça condutora.

Já 44% não possuíam fonte fixa de óxido nitroso, usado em procedimentos anestésicos, e em 21% também faltava a fonte de oxigênio. Em 43% dos centros cirúrgicos, não havia capnógrafo, aparelho que monitora o dióxido de carbono exalado pelo paciente durante cirurgias, e em 28% faltavam dispositivos para a realização de traqueotomia.

Nas salas de recuperação pós-anestésica, o CFM avaliou que a situação também é de grande precariedade: 28% dos centros cirúrgicos não tinham salas de recuperação pós-anestésica, sendo que em 18% faltavam oxímetros e em 19% não havia carrinhos de emergência. Faltavam ainda medicamentos básicos, como brometo de ipratrópio (15%), escopolamina (15%), diclofenaco de sódio (13%) e haloperidol (12%).

Para o coordenador do Departamento de Fiscalização do CFM (Defis), Emmanuel Fortes, os primeiros resultados das fiscalizações realizadas a partir do Manual de Vistoria e Fiscalização em hospitais, mostram que o CFM, ao ampliar seu arsenal fiscalizatório, pode fazer “um diagnóstico preciso das inconformidades para exigir soluções dos administradores e gestores”.

Ressaltou que, ao fortalecer a fiscalização dos ambientes médicos, o CFM cumpre sua previsão legal e “atende às expectativas dos médicos e da população”.

UTI

A fiscalização também avaliou as condições de permanência dos pacientes em quartos e Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Em 63% das 131 unidades de internação visitadas, foram encontradas camas sem lençóis, superlotação em mais da metade dos quartos (53%), falta de grades nas camas em 21% e de cama regulável em 17%.

Os quartos também não dispunham de biombos ou cortinas para separar um leito de outro (26%), nem de poltrona para acompanhante (15%).

Dos 506 hospitais fiscalizados, 68 tinham UTI, sendo que 32 dessas unidades (47%) não apresentavam monitor de pressão intracraniana (PIC). Em 41% faltava monitor de débitos cardíacos, em 37% inexistia oftalmoscópio e em 31% não havia capnógrafo.

Segundo o conselho, as UTIs fiscalizadas também não estavam preparadas para transportar os pacientes em caso de piora do quadro clínico. Em 35% faltava ventilador mecânico para transporte com bateria, 29% não dispunham de monitor cardíaco para transporte e 21% não dispunham de maca com suporte de cilindro de oxigênio.

Até equipamentos considerados baratos, como relógios e calendários posicionados de forma a permitir a visualização, estavam ausentes em 21% das UTIs.

“Muitas das UTIs fiscalizadas não ofereciam os serviços diagnósticos que se dispunham a oferecer”, concluiu o CFM. Em 34 das unidades que ofereciam o apoio diagnóstico, 44% não dispunham de radiologia intervencionista, 35% não ofereciam ressonância magnética e 29% não tinham exame comprobatório de fluxo sanguíneo encefálico.

Ministério da Saúde diz que repassa recursos

Procurado pela Agência Brasil, o Ministério da Saúde disse, em nota, que repassa mensalmente recursos para custeio de serviços de média e alta complexidade aos fundos estaduais e municipais, cabendo aos gestores locais a melhor gestão e distribuição desses recursos aos estabelecimentos de saúde vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o ministério, os gestores locais também recebem verbas federais de investimento, de programas e por meio de emendas parlamentares, para aquisição de equipamentos, realização de obras de construção e reforma dos serviços de saúde. Esclarece, ainda, que é de competência do gestor local fiscalizar e fazer a manutenção dos serviços locais.

“Por fim, cabe informar que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece padrões para o funcionamento dos serviços de saúde por meio das RDC [Resolução da Diretoria Colegiada] e que estas servem de parâmetros para normatização dos procedimentos referente à vigilância sanitária”, finaliza o Ministério da Saúde.


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Ricardo Callado08/05/20194min

Hospitais realizam quase 178 procedimentos por dia

A mobilização dos profissionais da rede pública, aliada às ações da força-tarefa SOS DF Saúde, que permite, dentre outras coisas, maior abastecimento e reorganização de escalas, fez com que a Secretaria de Saúde atingisse, em 125 dias, a marca de 22.147 cirurgias realizadas – o que corresponde a quase 178 operações a cada 24 horas.

O secretário de Saúde do Distrito Federal, Osnei Okumoto, destaca que esse processo só está ocorrendo graças à determinação do governador Ibaneis Rocha em decretar situação de emergência na saúde pública e criar a força-tarefa para cirurgias. “Com isso, estamos conseguindo trazer alívio para milhares de pessoas que esperavam há meses, até mesmo há anos, na fila de cirurgias eletivas, que estão sendo realizadas além das emergenciais”, acrescenta Okumoto.

Em um ranking, o Hospital de Base foi a unidade de saúde que mais realizou intervenções. Por lá, as equipes fizeram 3.550 procedimentos. O centro cirúrgico do Hospital Regional de Sobradinho foi o segundo que mais produziu na rede, com 2.550 cirurgias – 1 mil a menos que o Base. A terceira unidade mais produtiva foi o Hospital Regional de Taguatinga, com 2.490 operações.

Uma das recém beneficiadas foi a moradora de Taguatinga e comerciante Fabiane Vilar, 44 anos, que passou por uma cirurgia bariátrica nesta segunda-feira (6), no Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Ela esperou pelo procedimento por quatro anos e meio na fila. “Eu estava com obesidade mórbida, então fui avaliada para fazer a cirurgia. Agora, me sinto realizada. Sei que não é uma solução, mas é um paliativo que vai me ajudar a ter o bem-estar que sempre quis”, comentou.

O quantitativo total corresponde ao resultado do trabalho desempenhado em 14 hospitais, dos 17 existentes na rede pública de saúde. As unidades que não fizeram parte deste compilado – Guará, São Vicente de Paulo e Apoio – não realizam procedimentos cirúrgicos.

Outra paciente que também passou por uma cirurgia recente no Hran foi Shirley Moreira, 38 anos. Ela foi diagnosticada em fevereiro com um cisto benigno entre o abdômen até sua área pélvica. “Os próprios médicos falaram que nunca tinham visto um cisto tão grande. Acabei ficando com a barriga enorme por causa dele. Foram oito horas na mesa de cirurgia e quase seis litros de líquido retirados de mim. Mas agora, graças a Deus, estou me sentindo melhor”, ressaltou.

Com a evolução da força-tarefa, a Secretaria de Saúde passará a divulgar o balanço de cirurgias mensalmente.

*Com informações da Secretaria de Saúde



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