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Arquivos Saúde - Blog do Callado


Ricardo Callado19/06/20183min

A tensão pré-menstrual (TPM) ainda gera muitas dúvidas para o universo feminino. Durante este período, mudanças físicas e psicológicas acontecem, em diferentes intensidades, o organismo das mulheres. Muitas vezes tratada como “frescura”, o tema ainda é muito controverso.

De acordo com a ginecologista e obstetra, Dra. Érica Mantelli, a TPM não só existe, como atinge sete em cada dez mulheres. “São mais de 200 sintomas e 90% das mulheres podem apresentar ou manifestar pelo menos um deles. Alterações de humor, entre irritabilidade, agressividade e choro fácil, além de sonolência, insônia, aumento ou diminuição do apetite e inchaço, são os mais comuns”, explica.

A médica reforça que o tempo de duração da TPM varia de 7 a 10 dias antes da menstruação, e segue até o fim dela. Todavia, se a mulher apresentar os sintomas frequentemente após o término, possivelmente é um problema mais sério e o recomendável é buscar ajuda. Além disso, muitos desconfiam que a libido diminui durante este tempo, mas essa informação não procede. Quando ocorrem as oscilações de humor, a mulher pode ficar com a autoestima baixa e, desse modo, sentir-se irritada, o que ocasiona menos vontade para as relações sexuais”, comenta a especialista.

O uso excessivo de bebidas alcoólicas podem intensificar em até 80% os sintomas durante o período pré-menstrual. No entanto, a TPM tem tratamento. “A tensão pré-menstrual pode atingir graus mais severos e isso pode comprometer a qualidade de vida, o ambiente familiar, social e profissional. Em alguns casos mais graves, a TPM é tratada com medicamentos. Já nos casos mais simples, é tratada com uma rotina de atividades físicas e uma boa alimentação. Isso ameniza bastante os sintomas”, completa Érica.

Dra. Erica Mantelli

Graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro, com título de especialista em Ginecologia e Obstetrícia, Dra Erica Mantelli tem pós-graduação em Medicina Legal e Perícias Médicas e Sexologia/Sexualidade Humana pela Universidade de São Paulo (USP). É formada também em Programação Neurolinguística, por Mateusz Grzesiak (Elsever Institute).


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Ricardo Callado18/06/20189min

O período de férias está chegando e muita gente acaba comprometendo a dieta e ganhando alguns quilos indesejados. Saiba como manter-se em forma, sem perder o prazer do período de descanso 

Para muita gente, mais difícil do que fazer dieta é mantê-la no período de férias. Tudo porque a disciplina está diretamente relacionada à rotina do indivíduo. Sair da rotina, portanto, implica, quase sempre, em exagero. E exagero leva ganho de peso e, em muitos casos, frustração por ter que recomeçar tudo de novo.

Segundo a nutricionista Enaile Arrais, da NutriCoaching, com a falta de rotina e de tarefas diárias, ocorre a ausência do planejamento de deveres a serem cumpridos, e nessa lista está a rotina alimentar e da atividade física. “Nas férias, deixamos de nos preocupar com o dia seguinte. Então, relaxamos com a preparação e organização de tudo o que faremos no outro dia. Como consequência disso, também não nos programamos para o que vamos comer e acabamos ingerindo o que tem em casa ou no lugar em que estaremos, o que na maioria das vezes não são opções muito adequadas e nem tampouco saudáveis”, afirma.

Como manter a dieta saindo da rotina – Para algumas pessoas é extremamente difícil seguir dietas em qualquer circunstância. Na Nutricoaching, trabalha-se com a implementação de hábitos saudáveis dentro do panorama geral e rotineiro de cada um. “Quando damos foco nesses hábitos comuns de alimentação, eles dificilmente sairão da rotina da pessoa, pois podem ser executados de qualquer lugar. Afinal, eles seguem um padrão já comum da vida de cada um”, contextualiza a nutricionista.

No entanto, para aqueles que seguem um plano alimentar mais restrito e específico, seja por vários motivos (atletas, modelos, pessoas com alguma doença ou desordem física), cabe ao profissional ajustar as opções de alimentos para que nestas situações não aconteça o descontrole da dieta. “Para isso trabalhamos com substituições de alimentos característicos das férias, porém com adaptações. Além disso, os ajustes de horários também se fazem extremamente necessários. Por exemplo, nas férias as pessoas costumam acordar mais tarde. Então, o que ela irá comer deve ser uma refeição mais leve ou em alguns casos, a primeira refeição não será realizada, isso depende bastante de cada caso. Outro exemplo é fazer com que as refeições sigam um caráter mais simples e prático, no caso de viagens”, pontua a profissional da NutriCoaching.

Para a nutricionista, é muito comum o paciente voltar mais gordo depois das férias. Por isso é tão importante o foco na educação e no comportamento alimentar no período que antecede as férias, para que nesse período o desequilíbrio promovido pelas férias não seja tão intenso a ponto de aumentar muito o peso corporal do indivíduo. “Se o paciente voltar das férias mantendo o mesmo peso de antes, já será um resultado excelente, pois ele não perdeu nenhum peso, mas também não terá aumentado, indicando que seus hábitos alimentares permaneceram iguais no período. E isso é bastante positivo para uma futura evolução nutricional”, finaliza.

Dê 10 dicas para quem vai sair de férias:

1- Procure estabelecer uma adaptação na sua rotina alimentar por meio de uma educação alimentar adequada;

2- Não faça dietas muito restritivas se você não necessitar por algum motivo específico de saúde, pois quanto mais restritiva é a dieta, mais difícil será segui-la em suas férias e quando não estiver na rotina que está habituado;

3- Busque receitas que lhe agradem e compartilhe com seu nutricionista para fazer as substituições necessárias e assim poder ser consumida nas férias;

4- Para que nas férias a rotina alimentar não seja deixada de lado, planeje e estabeleça antecipadamente como serão as suas refeições e os horários específicos de cada uma delas;

5- Beba muito líquido (incluindo água, chás, sucos), quanto mais hidratado estiver o nosso corpo, melhor funcionamento terão as nossas células;

6- Não pule as refeições intermediárias, como o lanche da manhã e o lanche da tarde, para que não chegue as refeições principais com muita fome e coma além da conta;

7- Uma estratégia interessante no período da tarde é ingerir opções ricas em gorduras boas para maior saciedade, como castanhas, abacate, ovos para esperar o jantar, que costuma ser mais tarde nessa época;

8- Não deixe de realizar atividade física, mesmo que seja em outro horário que o de costume. Para isso, fique atento as mudanças na alimentação e quantidade de antes e depois da atividade;

9- Normalmente, as pessoas acordam mais tarde no período das férias e se isso acontecer não deixe de se alimentar ao acordar, mesmo que seja um shake ou vitamina com um tipo de fruta e proteína (suplemento, quinoa e aveia em flocos ou iogurtes),

10- Mesmo que vá dormir mais tarde, busque refeições mais leves, como chás, pipoca, castanhas, lascas de coco, vitamina de abacate, para que o corpo não fique sem nenhuma ou pouca fonte e reserva de energia.

Dicas de 3 opções de refeições saudáveis durante as viagens:

Para viagens é adequado ingerirmos opções mais leves e que ao mesmo tempo promovam uma alta saciedade para evitar interromper a viagem e seguir com energia e disposição. Existem muitas opções leves, práticas e saborosas para quem vai viajar, só é preciso planejamento e organização para separá-las:

– Castanhas, oleaginosas em geral e coco em lascas (essa opção é muito bem vinda nesse período de viagens pois promove bastante saciedade);

– Bolinhos assados de frango, ovo e aveia (além de serem muito saborosos, fornecem bastante saciedade através da proteína do frango e do ovo e das fibras da aveia);

– Frutas diversas: uvas, banana, laranja com bagaço, abacate (o mais apropriado seria picar essas frutas e armazenar; fornecem saciedade e energia pelas fibras e gorduras boas).


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Ricardo Callado12/06/20184min

É comum que em algumas regiões do país, como no Distrito Federal, o inverno coincida com o período de seca. A combinação da baixa temperatura com a diminuição da umidade do ar facilita a proliferação de doenças respiratórias. Dados da Secretaria de Saúde estimam que os atendimentos nos hospitais aumentem cerca de 40% no período, em função das infecções via aérea. Para ajudar na prevenção, especialista  reforça os cuidados necessários para evitar as doenças mais comuns do período, como gripe, rinite alérgica, asma e meningite.

O aumento dos casos se deve, principalmente, ao fato de que o ar seco torna mais difícil a umidificação das vias aéreas. Além disso, o aumento da poeira e do número de partículas suspensas no ar também colabora para a maior vulnerabilidade aos agentes físicos e infecciosos do ambiente. “Com a baixa na umidade e na temperatura é comum que as pessoas passem mais tempo em ambientes fechados e aglomerados, o que favorece a exposição a vírus e bactérias”, lembra o infectologista e professor do Curso de Medicina da Universidade Católica de Brasília (UCB), Vitor Laerte.

As crianças e idosos constituem grupo mais susceptível à ocorrência de complicações das infecções respiratórias. O Influenza vírus (vírus da gripe) apresenta-se em maior frequência nesta altura do ano e é causador de complicações como rinite, otite, sinusite, pneumonia, conjuntivite. “Mesmo assim, as doenças impactam a população de uma forma geral e todos devem se atentar para os cuidados”, alerta infectologista.

Segundo o especialista, cuidados básicos são os mais eficazes para poder prevenir e evitar as infecções. É altamente recomendada a constante higienização das mãos, o uso do álcool em gel, além das etiquetas respiratórias, caso haja necessidade. “A maneira de tossir e espirrar também ajuda no controle da proliferação. O correto é tampar as vias aéreas com o antebraço, e não com as mãos, que usamos constantemente no contado do dia a dia, favorecendo a proliferação dos vírus e bactérias”, explica. O infectologista também chama a atenção para o cuidado em locais públicos, no contato com as superfícies de elevadores, maçanetas e corrimões, por exemplo.

H1N1

A vacinação continua sendo uma das melhores maneiras de se prevenir as doenças de transmissão respiratória e garantir a imunização, especialmente contra gripe, sendo importante a consulta com o médico assistente para complementação do cartão de vacinação. Os tipos mais graves da doença, como H1N1, H3N2 e os de influenza B, tendem a circular mais e afetar a população no período de seca e frio. “É importante estar atento para esses casos e buscar a vacinação, especialmente aqueles que costumam estar em locais muito aglomerados, como alunos, professores e profissionais da saúde”, reforça Vitor.


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Ricardo Callado08/06/20182min

A partir desta sexta-feira (8), 12 operadoras de saúde suplementar estão proibidas de comercializar 31 planos de saúde. A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com base em reclamações recebidas pelo Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento da agência reguladora, durante o primeiro trimestre deste ano.

Os planos atendem a 115,9 mil beneficiários, que não serão afetados pela medida, uma vez que os planos são obrigados a manter a assistência aos clientes. A decisão da ANS proíbe apenas a venda para novos clientes.

A suspensão é temporária e pode ser revertida se as operadoras comprovarem melhoria no atendimento. Trinta e três planos de 16 operadoras, que haviam sido suspensos anteriormente, por exemplo, serão reativados a partir de sexta-feira.

A ANS analisou aproximadamente 14 mil reclamações, das quais a maioria (39,53%) de queixas por questões gerenciais, como autorização prévia, franquia e coparticipação.

Houve ainda reclamações de problemas relacionados ao rol de procedimentos e coberturas (15,85%) e prazos máximos para atendimento (15,04%).

Veja a lista dos planos de saúde com venda suspensa.


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Ricardo Callado07/06/20183min

Procuradora de Justiça concorda com efeito suspensivo pedido pela Icipe contra sentença que proíbe a organização social de firmar contratos com o poder público

A gestão atual do Hospital da Criança de Brasília José Alencar ganhou mais um aliado. Esse é o entendimento da Secretaria de Saúde em relação à posição do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) de apoiar o pedido de efeito suspensivo do Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe).

Caso o pedido da organização social responsável pela gestão do Hospital da Criança seja aceito, será suspensa a sentença que a proibiu de firmar contratos com o poder público por três anos. Pela decisão, a entidade não pode continuar à frente da unidade de saúde.

A manifestação, assinada pela procuradora de Justiça do MPDFT Ruth Kicis Torrents Pereira, reconhece que a gestão do Icipe é de excelência e aponta que o instituto e a Secretaria de Saúde têm cumprido as cinco determinações da Justiça para que o atendimento seja continuado.

Para o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, o texto mostra uma “posição institucional do MP em defesa da saúde do DF”. “[O Ministério Público] reconhece que o Icipe e a Secretaria de Saúde tomaram medidas para melhorar a gestão do contrato”, afirma.

O que o Ministério Público diz em defesa do Hospital da Criança

Na manifestação, a procuradora de Justiça do MPDFT Ruth Kicis Torrents Pereira aponta que:

  • “Os agentes participantes dos atos questionados na ação de improbidade administrativa estão se movendo no intuito de regularizar as pendências relativas à qualificação do requerente enquanto organização social, bem como para fazer cumprir os comandos legais relativos aos contratos de gestão firmados”
  • “A concessão do efeito suspensivo também se justifica se for considerado que a ação de improbidade administrativa em curso mira contrato de gestão já findo, sendo certo que o requerente já se submeteu a novo processo de requalificação, ocasião em que se manteve como organização social, o que possibilitou a celebração de novo contrato de gestão para continuar administrando – com excelência, vale frisar – o Hospital da Criança de Brasília”

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Ricardo Callado06/06/20186min

Muito além de evitar uma gravidez não planejada, os anticoncepcionais orais auxiliam as mulheres a lidar melhor com o seu ciclo menstrual

A menstruação faz parte da vida das mulheres a partir da adolescência até os 50 anos de idade, em média. Entretanto, diferentemente do que ocorria em décadas passadas, quando o ciclo menstrual começava mais tarde e as mulheres engravidavam com mais frequência, a mulher moderna, além de apresentar a menarca mais cedo, tem menos filhos, o que resulta em um tempo maior de convívio com a menstruação e alguns dos seus sintomas mais incômodos, como a TPM e as cólicas.

Pesquisa recente feita pelo Datafolha em conjunto com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) com mulheres de 18 a 35 anos de idade de oito capitais brasileiras mostrou que a maioria das entrevistadas não gosta de menstruar. “Mesmo sendo natural, a menstruação nem sempre se apresenta de forma simples para todas as jovens. Os sintomas que a acompanham podem prejudicar a qualidade de vida, tornando o processo muito incômodo” explica Dr. José Bento, ginecologista e obstetra dos hospitais São Luiz e Albert Einstein.

Dentre os sintomas que mais incomodam as brasileiras estão o desconforto (52%) e a presença de cólicas (46%). Além disso, 20% relatam ficar muito irritadas, 7% apontam que o sangramento é excessivo e 4%, que atrapalha a rotina.

Alguns desses fatores fazem parte da chamada Tensão Pré-Menstrual, a TPM. Já as cólicas menstruais se dão pelas contrações que ocorrem no útero para a eliminação dofluxo menstrual. Em algumas mulheres este sintoma não causa grandes mudanças na qualidade de vida; já em outras pode impedir as atividades do dia-a-dia”, relata o especialista.

Histórico da contracepção oral

Para minimizar esses problemas, a mulher conta com o contraceptivo oral – ou pílula anticoncepcional – que surgiu no início dos anos 60 e revolucionou a maneira pela qual a sociedade ocidental encararia a vida reprodutiva e a sexualidade dali por diante. Inicialmente, a pílula foi comercializada para aliviar os sintomas da menstruação. Porém,  tinha como “efeito colateral” a suspensão temporária da ovulação, trazendo, portanto, mais autonomia e liberdade para as mulheres.

De lá para cá, quase 50 anos se passaram e os métodos contraceptivos  foram continuamente aprimorados. “Hoje em dia existe um método contraceptivo para cada perfil de mulher, com a possibilidade, inclusive, de controle sobre quando menstruar. Além disso, muitos contraceptivos, tais como os contraceptivos orais combinados   propiciam benefícios adicionais para a pele e o cabelo”, complementa Dr. José Bento.

De  acordo com a pesquisa Datafolha, a pílula é o método mais comum entre as mulheres e metade delas declarou que já emendou uma cartela na outra como forma de controlar o ciclo menstrual  e poder aproveitar mais os momentos de férias e lazer, já que a menstruação pode atrapalhar esses períodos.

Nova opção para as mulheres

Como forma de atender às mulheres que desejam ter mais controle não apenas sobre a decisão de engravidar ou não, mas também sobre o momento mais propício para menstruar, o contraceptivo hormonal oral de baixa dose com ciclo flexível é uma opção cada vez mais conhecida no meio médico e entre as usuárias de pílula. Trata-se de um método que permite que a mulher escolha quando menstruar, com redução da frequência das menstruações para até três vezes ao ano.

O Yaz Flex é o primeiro e único contraceptivo hormonal oral de baixa dose que permite à mulher escolher quando menstruar. Para auxiliar a evitar falhas no processo de tomada da pílula, este contraceptivo é acompanhado de  um  aplicativo exclusivo chamado “Yaz Flex” que auxilia de forma segura e orienta a tomanda da pílula, informando por exemplo o que fazer em caso de esquecimento, o dia da pausa e mostrando  quantas pílulas restam na cartela, além de outras funcionalidades. O aplicativo está disponível para download nas principais lojas Google Play e App Store.

Para saber mais sobre o ciclo flexível as mulheres poderão acessar o site www.soueunocontrole.com.br ou conversar diretamente com seus ginecologistas.


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Ricardo Callado06/06/20184min

A osteoporose é uma patologia que acelera a perda de massa óssea, deixando os ossos mais frágeis e porosos. Ela costuma surgir na terceira idade e provoca a diminuição da absorção de minerais e de cálcio. Com isso, os riscos de fraturas aumentam, principalmente no quadril, costela e colo do fêmur. De acordo com a Fundação Internacional da Osteoporose, a doença atinge 10 milhões de brasileiros e deve crescer 32% até 2050 no país.

 

Há muitas dúvidas sobre as causas e tratamentos da doença. Por isso, convidamos o Dr. Levi Jales Neto, reumatologista na Rede de Hospitais São Camilo de SP, para esclarecer o que é MITO e o que é VERDADE. Confira:

 

  1. MITO ou VERDADE: apenas as mulheres desenvolvem a patologia.

MITO. Homens também têm osteoporose, sendo prevalente após os 70 anos. Segundo a Fundação Internacional da Osteoporose, uma em cada três mulheres acima de 50 anos terá osteoporose. Entre os homens, o índice é de um em cinco. A chance entre as mulheres é maior por causa da diminuição de alguns hormônios após menopausa.

 

  1. MITO ou VERDADE: apenas os laticínios são fontes boas de cálcio.

MITO. Existe cálcio também de origem vegetal.  Como nozes, sementes, alho e vegetais de folha verde escura. É importante a consulta com o nutricionista para adaptar fontes variadas de cálcio no cardápio.

 

  1. MITO ou VERDADE: hábitos alimentares ruins na infância podem influenciar no surgimento da doença.

VERDADE. A massa óssea é formada na infância e adolescência e necessita do cálcio e da vitamina D para sua formação, geralmente proveniente de uma dieta equilibrada e exposição solar.

 

  1. MITO ou VERDADE: é arriscado praticar atividades físicas quando há o diagnóstico da doença.

MITO. Somente as atividades de elevado impacto e atividades com flexão da coluna podem aumentar a incidência de fratura.

 

  1. MITO ou VERDADE: osteoporose pode ser uma doença silenciosa.

VERDADE. A maioria dos casos de osteoporose só é diagnosticada após a fratura, porque não apresentam sintomas. Por isso, é necessária a investigação com densitometria óssea durante os exames anuais para tratarmos preventivamente.

 

  1. MITO ou VERDADE: osteoporose não possui cura e tratamento.

MITO. Apesar de não haver cura, existem diversos tratamentos incluindo medicamentos e medidas não medicamentosas. O tratamento depende de cada paciente, por isso é fundamental acompanhamento médico.

 

  1. MITO ou VERDADE: a principal forma de prevenção é ter uma alimentação equilibrada e praticar exercícios físicos

VERDADE. Diversos estudos comprovam essas medidas como prevenção. Por isso é fundamental a inclusão de alimentos ricos em cálcio na dieta, além de manter uma alimentação equilibrada. Já a atividade física exerce pressão sob o tecido ósseo, estimulando sua formação e rigidez. Sem contar o desenvolvimento do reflexo e equilíbrio, prevenindo quedas.


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Ricardo Callado05/06/20183min

Você sabia que o sistema imunológico feminino pode rejeitar a implantação do embrião causando um aborto natural? A vitamina D, nutriente que age no sistema imunológico, pode ajudar a solucionar esse problema.

Além de ser importante para que a mulher consiga engravidar, ela também é crucial no momento da gestação, uma vez que, na ausência da vitamina, a grávida pode desenvolver hipertensão, diabete gestacional, restrição de crescimento intra-uterino e má formação do cérebro da criança, aumentando as chances de acarretar em problemas neurológicos, como o autismo, até mesmo antecipar o parto.

O jeito mais recomendado de encontrar esse nutriente é tomando banho de sol no início ou no final do dia, mas com a rotina corrida, muitas pessoas ficam sem tempo de passar algumas horas debaixo dos raios solares e optam por suplementos.

A vitamina D da Naiak é um micronutriente essencial para o funcionamento saudável do organismo. Formulada para facilitar o consumo e melhorar a aceitabilidade, o produto além de não ser alergênico, tem um sabor agradável de tutti-frutti. É vegano, sem glúten e lactose.

Esse suplemento também traz outros benefícios, como o fortalecimento ósseo, maior absorção de cálcio, redução de marcadores inflamatórios, controle da obesidade e da diabetes.

Informação nutricional: Ingerir uma gota ao dia, ou conforme a orientação de nutricionista ou médico

Preço Sugerido: R$30,00

Onde encontrar: www.naiak.com.br

SAC KOSMEIN: (61) 3380-3131


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Ricardo Callado05/06/20188min

Algumas causas de dor no quadril são bastante comuns, como artrose, necrose, falta de anatomia perfeita do quadril (fato que impede pelo menos 15% da população de praticar exercícios de repetição) e sequelas de traumas – neste caso, atletas profissionais e amadores são as principais vítimas. Mas as estruturas do quadril, em especial a cabeça do fêmur, também são bastante suscetíveis aos efeitos do alcoolismo e ao uso de corticoides (empregados para tratar alergias e doenças autoimunes), podendo facilmente sofrer um infarto – conhecido como osteonecrose da cabeça do fêmur. Com o passar do tempo, a pessoa começa a sentir tanta dor que acaba restringindo seus movimentos e comprometendo sua qualidade de vida. Em grande parte dos casos, a cirurgia é o tratamento mais indicado para aliviar a dor e restaurar funções. O problema é que muitos ortopedistas têm optado pela prótese total de quadril quando, na verdade, poderiam optar por um procedimento menos mutilante e mais conservador: a prótese de Resurfacing.

 De acordo com o médico Lafayette Lage, ortopedista que introduziu a artroscopia do quadril no Brasil e um dos pioneiros na cirurgia de Resurfacing (recobrimento da superfície da cabeça do fêmur com uma coroa de metal), foram necessários vários anos e outros tantos ajustes para evitar problemas eventualmente detectados com a implantação dessa prótese muito preservadora do estoque ósseo – que evita que osso saudável seja ‘jogado fora’, como acontece com as próteses convencionais. Mas, depois dessa fase de correções e o desenvolvimento de técnicas para alcançar o posicionamento ideal dos componentes – evitando que risquem durante a cirurgia –, o procedimento se mostrou bastante benéfico para os pacientes, principalmente jovens e atletas.

 “Não podemos nos esquecer de que houve uma curva de aprendizagem importantíssima. Obviamente, apesar de toda a técnica necessária, é muito mais fácil para um cirurgião ortopedista implantar uma prótese total de quadril do que optar pela cirurgia de Resurfacing, já que ela implica numa expertise que nem todos dominam e pequenos erros de posicionamento podem resultar em prejuízos. Outro motivo para que muitos ortopedistas critiquem a prótese metal-metal é confundir a Resurfacing com outra prótese (Big Head) bastante usada entre 2007 e 2012 e que foi um verdadeiro fracasso – porque envolvia cortar a cabeça do fêmur, apresentando sérios problemas. Evidentemente, essa prótese foi retirada do mercado, mas sua má reputação acabou respingando injustamente sobre a prótese de Resurfacing. É inconcebível, com os conhecimentos que temos hoje, deixar o paciente sofrendo com dor por anos quando a solução é simples. Do ponto de vista do paciente, principalmente quando se trata de um adulto jovem e ativo, é bem melhor preservar a estrutura boa e trocar apenas a parte lesionada da cabeça do fêmur. Mal comparando, é como se optássemos por amputar um dedo necrosado ao invés de extrair todo o pé ou a mão por causa desse problema localizado”, afirma o especialista.

 Lage explica que, depois de remover a cartilagem danificada, a prótese é encaixada sobre a parte preservada da cabeça do fêmur, restabelecendo exatamente a biomecânica original do fêmur proximal. A outra parte, encaixada no acetábulo como se fosse a casca de uma meia laranja, é fixada na bacia sob pressão. As duas peças são feitas de uma liga de cromo-cobalto e molibdênio extremamente resistentes ao desgaste e a fortes impactos. Com isso, a prótese tem mostrado uma sobrevivência superior a 95% após 20 anos de uso. “Além de preservar a maior parte da articulação e ser bastante resistente – compatível com maiores níveis de atividades físicas do que as próteses convencionais – outra vantagem é a facilidade de uma eventual cirurgia de revisão para a substituição da prótese, diferentemente da prótese convencional. E tem mais um ponto importante: a redução dos casos de luxação e de infecção. A prótese de Resurfacing, aliás, permite maior estabilidade e mostrou um índice de infecção menor, provavelmente por ser menos invasiva no osso”.

 Apesar de o Resurfacing ser mais indicado em pacientes jovens e ativos, o especialista revela que – dependendo do perfil do indivíduo – ele pode ser uma ótima opção de tratamento de dor no quadril para pessoas de meia-idade. É o caso do ator Jean Claude Van Damme. “Nós avaliamos a idade biológica do paciente, não a cronológica. Esse ator, que é mestre em artes marciais e uma pessoa bastante ativa, fez uma cirurgia de recobrimento da cabeça do fêmur em 2013, aos 53 anos, e oito meses depois da operação gravou um comercial para uma marca de caminhões em que abria as pernas num espacate impressionante – demonstrando sua flexibilidade e alongamento mesmo depois de operado. Uma alegria para cirurgiões que preferem tratamentos mais conservadores”, diz Lage.

 Fontes: Dr. Lafayette Lage, médico ortopedista, pioneiro em artroscopia do quadril e especialista em cirurgia de Resurfacing (recobrimento da cabeça do fêmur). www.clinicalage.com.br


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Ricardo Callado05/06/20183min

Médicos, dentistas, biomédicos, técnicos de enfermagem e farmacêuticos estão entre as especialidades convocadas. Novos servidores têm 30 dias para tomar posse 

O governo de Brasília nomeou nesta terça-feira (5) 1.052 profissionais para trabalhar na rede pública de saúde. A convocação foi publicada no Diário Oficial do DF de hoje.

Médicos, dentistas, técnicos de enfermagem, farmacêuticos aprovados em concurso público de 2014 estão entre as especialidades nomeadas.

  • 283 médicos
  • 146 técnicos administrativos
  • 131 auxiliares operacionais
  • 115 técnicos de enfermagem
  • 91 técnicos de higiene bucal
  • 91 cirurgiões dentistas
  • 33 enfermeiros
  • 33 biomédicos
  • 27 fisioterapeutas
  • 25 técnico laboratório patologia clínica
  • 15 técnicos laboratório de anatomia patológica
  • 10 técnicos de nutrição
  • 10 técnicos de radiologia
  • 10 nutricionistas
  • 10 psicólogos
  • 10 terapeutas ocupacionais
  • 5 assistentes sociais
  • 4 farmacêuticos – bioquímico laboratório
  • 2 biólogos
  • 1 enfermeiro do trabalho

Os 283 médicos estão divididos em:

  • 130 pediatras
  • 62 anestesistas
  • 26 radiologistas
  • 15 neonatologistas
  • 12 médicos do trabalho
  • 10 psiquiatras
  • 10 médicos especialistas em anatomia patológica
  • 4 clínicas médicas
  • 4 de medicina intensiva adulto
  • 4 gastroenterologistas
  • 2 otorrinolaringologistas
  • 2 urologistas
  • 1 cirurgião plástico
  • 1 oftalmologista

Os concursados vão ocupar vagas dos aprovados que não tomaram posse (nomeação tornada sem efeito), de aposentados e de servidores exonerados.

De acordo com a Secretaria de Saúde, foram convocados, desde 2015, cerca de 8 mil aprovados em concursos públicos na área.

Os profissionais convocados têm 30 dias para tomar posse do cargo. A lista de documentos exigidos e mais informações estão no site da pasta.



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Aos 14 anos, o Blog do Callado é um veículo consolidado, admirado por seus leitores e em sintonia com o público alvo: a população brasiliense. O blog é um site de opiniões e notícias com atualização diária, sem cunho ideológico. Dedica-se a oferecer aprimoramento da informação, com uma audiência qualificada.


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