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Arquivos Saúde - Blog do Callado

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Ricardo Callado17/04/20195min
Os conselheiros também acataram na reunião a proposta de continuidade do SOS DF, em um outro formato, até o final de 2019/Foto: Renato Alves / Agência Brasília

GDF avalia ainda proposta para estender o programa até o final de 2019

Por Eduardo Soares

O Conselho Permanente de Políticas Públicas e Gestão Governamental do DF (CPPGG/DF) decidiu prorrogar até o final de abril a atuação do SOS DF. A extensão do prazo foi aprovada hoje (16) durante a apresentação do relatório final das ações do programa.

De acordo com o secretário Executivo do CPPGG/DF, José Humberto Pires, a ampliação do período de ação deve-se à frequência de chuvas fortes verificada em várias regiões do Distrito Federal. “Diante disso nós vamos mobilizar novamente todos os órgãos envolvidos, sobretudo os do SOS DF Cidades e Rural, para que eles possam funcionar plenamente até o dia 30 de abril”, explicou.

Os conselheiros também acataram na reunião a proposta de continuidade do SOS DF, em um outro formato, até o final de 2019. A sugestão apresentada pelo secretário Executivo do CPPGG/DF consiste em dividir o Distrito Federal em sete grandes regiões, criando patrulhas avançadas com equipamentos e pessoal, para atender a população com intervenções mais efetivas nas áreas que não foram plenamente contempladas.

“É importante que o governo continue pensando no zelo pela cidade porque nós teremos um período de estiagem, ideal para recuperar a malha viária que está muito prejudicada, e no final do ano um novo período de chuva,” comentou José Humberto.

Segundo ele, a situação de abandono do DF contribuiu muito para dificultar o trabalho de recuperação: “Além da chuva rigorosa, nós tivemos um descaso muito grande com questões de infraestrutura, de cuidado com a cidade.”

A decisão, no entanto, ainda precisa ser validada com a publicação de um decreto por parte do GDF. A ação, até o final do ano, vai custar cerca de R$ 9,7 milhões e precisamos de orçamento para que ela seja efetivada.

Na avaliação do vice-governador Paco Britto, o projeto é viável, diante de tudo o que está sendo feito. “Nós vemos nas ruas a aceitação das pessoas. Todas as regiões administrativas estão sendo beneficiadas com as ações. É difícil esse projeto não ser aprovado quando vemos os números do SOS DF”, afirmou.

Nós vemos nas ruas a aceitação das pessoas. Todas as regiões administrativas estão sendo beneficiadas com as ações. É difícil esse projeto não ser aprovado quando vemos os números do SOS DFPaco Britto, vice-governador

No entendimento do secretário-chefe da Casa Civil no governo do Distrito Federal, Eumar Novacki, a continuidade do programa contribuirá inclusive para dar mais poder às administrações regionais que concentravam todos os problemas.

Para Novacki, o caminho é esse, mas antes é preciso ajustar o orçamento: “Nós vamos ajustar com a (Secretaria de) Fazenda para verificar de onde tirar, mas são políticas prioritárias e nós vamos ter que avançar”, indicou. “Estamos dando um novo rumo à gestão do GDF com o empoderamento das administrações regionais. Sou completamente favorável”.

Sobre o SOS DF

O SOS DF foi criado pelo GDF para revitalizar as cidades e registra 46.481 ações emergenciais, como podas de árvores, recolhimento de lixo, trocas de lâmpadas, manutenção de bocas de lobo e operação tapa-buraco.

Realizadas por uma força conjunta que inclui Novacap, CEB, Detran, Caesb, DF Legal, SLU e DER, para atender demandas pontuais das administrações regionais, o SOS DF concluiu suas atividades no dia 10 de abril, data em que o governo Ibaneis completou 100 dias de gestão.


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Ricardo Callado17/04/20191min

Direito de assistência à saúde e ao parto de qualidade

A cobertura considerada satisfatória na assistência pré-natal tem contribuído para a redução de mortes de bebês após ou durante o parto. A taxa de mortalidade infantil em Brasília é de 10,6 óbitos para cada 1 mil nascidos vivos, no restante do país é de 13,82, segundo a Secretaria de Saúde do DF.

Nessa segunda-feira (15) foi sancionada a Lei 6.287/2019, de autoria do vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (PRB), que institui a Política Distrital de Atendimento à Gestante. A Lei assegura o direito à assistência à saúde e ao parto de qualidade.

A Política atenderá os seguintes princípios: respeito à dignidade humana da gestante, a autonomia da vontade das gestantes e das famílias, a humanização na atenção obstétrica, dentre outros. “A Lei garante que as grávidas tenham um parto com dignidade”, disse Delmasso.


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Ricardo Callado16/04/201910min

Os pacientes do Distrito Federal diagnosticados com Diabetes Tipo 2 (DMT2) têm uma nova chance de tratamento da doença. Regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), a cirurgia metabólica –  uma variação da cirurgia bariátrica usada na obesidade –  passou a ser indicada como opção no tratamento da DMT2 para pacientes que possuem Índice de Massa Corporal entre 30 Kg/m2 a 35 Kg/m2.

Dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2016 estimam que 8,9% da população acima dos 18 anos no Distrito Federal são acometidas pelo diabetes, o que equivalente a 260 mil brasilienses. Desses, aproximadamente 70% recebem assistência da Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal (SES/DF).

O objetivo é a identificação precoce da doença e a intervenção adequada, por meio do incentivo à alimentação saudável, prática de atividade física, automonitorização do açúcar no sangue, além da prescrição de medicamentos e insulinas, para que os sintomas que interferem na qualidade de vida e as complicações de longo prazo sejam minimizados.

No entanto, apesar do acompanhamento periódico dos médicos e o uso de novas medicações, mais da metade dos doentes não conseguem o controle da doença, mesmo tomando uma boa medicação.

“A cirurgia metabólica deve ser considerada como uma opção para tratar o Diabetes Tipo 2 em pacientes com obesidade grau 1, com a doença mal controlada apesar do tratamento médico”, afirmou o presidente do Capítulo do Distrito Federal da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), Luiz Fernando Córdova.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) acaba de lançar uma campanha inédita no Brasil. Com o slogan “Cirurgia Metabólica, uma Nova Vida para pacientes com Diabetes Tipo 2”, o objetivo é informar a população sobre as causas, riscos e tratamentos para a Diabetes Tipo 2 (DMT2). O site da campanha já está no ar. Acessando www.vidanovametabolica.org.br  é possível encontrar todas as informações à respeito da doença.

EFEITOS DA CIRURGIA METABÓLICA

Um estudo recente feito no Brasil mostrou que a cirurgia pode auxiliar o combate a este tipo de diabete em pessoas com obesidade leve.  O trabalho, publicado na revista Diabetes Care, da Associação Americana de Diabete, avaliou 66 pacientes com obesidade moderada (índice de massa corporal entre 30 e 35 kg/m²).

Cerca de 88% dos participantes tiveram remissão do diabetes – os médicos não costumam falar em cura. Depois de um período que variou de 3 a 26 semanas, eles deixaram de utilizar remédios orais e, desde a cirurgia, os sintomas não retornaram. Nos demais pacientes, mais de 11% registraram melhora no controle de açúcar no sangue. Todos os pacientes avaliados passaram por uma cirurgia conhecida como bypass gástrico, o mais popular tipo de cirurgia bariátrica no mundo.

CASOS DE SUCESSO

O casal Francimar Ferreira de Lima, 44 anos, e Ana Cristina Bezerra Lima, 45 anos, conviveram com o diabetes e medicamentos por muitos anos e encontraram no método cirúrgico a qualidade de vida.

Francimar foi diagnosticado com diabetes há 12 anos e só descobriu a doença após ser hospitalizado. A crise de glicemia no sangue atingiu o pico de 700 mg/dl, quando o valor considerado normal é menor que 99 mg/dl. Ele chegou a ser internado outras duas vezes e já sofria com retinopatia diabética, uma das consequências da diabetes que pode levar à cegueira. O pâncreas já quase não produzia insulina. Ele convivia com duas aplicações diárias de insulina injetável e medicamentos para controlar o diabetes antes do procedimento.

Ana Cristina, que chegou a pesar 129 quilos, enfrentava o descontrole da glicemia e outros doenças associadas ao excesso de peso a pelo menos 2 anos. O ganho de peso, no caso dela, aconteceu após a terceira gravidez a cerca de 20 anos. Seu nível de glicemia no sangue registrava, em média, 160 mg/dl. Ela foi submetida à cirurgia metabólica há um ano e seis meses, hoje pesa 69 quilos e está no estágio de remissão do diabetes em que nenhum medicamento é necessário para controlar a glicemia.

“[Após a cirurgia] Quando eu fui ao endócrino ele falou para suspender a medicação. Parei de imediato e o meu nível de glicemia é hoje de 90 [mg/dl]”, conta Ana.

Já Francimar foi submetido à cirurgia metabólica seis meses depois da esposa. Ele chegou a pesar 87 quilos. Hoje está mantém 67 quilos. Além da perda de peso, a cirurgia o deixou livre das aplicações de insulina e o controle da doença hoje é feito apenas com doses menores de medicamentos. O procedimento também colaborou para o controle do índice de triglicérides e a hipertensão. “Eu tenho um único arrependimento muito grande que é não ter feito antes. A minha vida melhorou muito. Eu sou uma pessoa mais disposta, me sinto melhor, consigo fazer exercícios. Se eu tivesse feito antes eu não teria vestígios da diabetes, mas estou satisfeito com os resultados e meus exames mostram os percentuais praticamente de uma pessoa que não tem diabetes”, conta Francimar.

A cirurgia metabólica foi liberada para pacientes com IMC como o dele após portaria publicada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em 2017.

“A medicina não fala de uma cura para o diabetes e sim de um controle dos níveis glicêmicos em que o paciente não sofre as consequências da doença, como a retinopatia diabética de Francimar, problemas vasculares, cardíacos, renais e hepatológicos”, explica Córdova.

A CIRURGIA NA REDE PÚBLICA

A Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal (SES-DF) vai normatizar a realização da cirurgia metabólica – destinada aos pacientes com Diabetes Tipo 2 – para a rede pública do estado. Foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal  uma portaria instituindo o Grupo de Trabalho que será responsável por desenvolver o serviço de cirurgia metabólica na SES-DF.

A portaria publicada considera que o Conselho Federal de Medicina reconheceu, através da resolução 2.172/2017, a cirurgia metabólica como opção terapêutica para pacientes portadores de diabetes mellitus tipo 2 (DM2), com Índice de Massa Corporal (IMC) entre 30 kg/m2 e 34,9 kg/m2, desde que a doença não tenha sido controlada com tratamento clínico.

O governo também informa que a cirurgia é segura e apresenta resultados positivos a curto, médio e longo prazo, diminuindo a mortalidade de origem cardiovascular, entre outros aspectos econômicos e de saúde.


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Ricardo Callado12/04/20196min

Em audiência pública da Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle, nesta quinta-feira (11), o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, anunciou a intenção de construir novas unidades de saúde. O motivo da vinda do secretário à CLDF foi a apresentação do relatório de gestão da Secretaria de Saúde referente ao terceiro quadrimestre de 2018. Ele respondeu aos questionamentos do colegiado e de participantes da audiência, que reuniu sindicalistas, conselheiros e profissionais de saúde no plenário da Casa,

Para o deputado Leandro Grass (Rede), neste momento, ao invés de novas unidades, deveriam ser priorizadas reformas estruturais nos hospitais em situação precária, a exemplo do Hospital do Gama e de Taguatinga, onde, inclusive, ocorreu um incêndio. O secretário respondeu que “estão sendo feitos contratos de manutenção” para os hospitais e defendeu a construção de unidades para atender à demanda da população. Grass cobrou maior compromisso com a atenção primária, além de projetos relacionados ao Plano Plurianual e medidas para suprir a carência de profissionais de saúde.

A presidente do Conselho de Saúde do DF, Lourdes Piantino, se disse insatisfeita com as colocações do secretário, que se mostrou mais propenso, segundo ela, a engendrar esforços para os hospitais em detrimento da atenção primária. Okumoto rebateu as afirmações e assegurou que a Secretaria quer fortalecer a atenção primária.

Execução

O deputado Jorge Vianna (Podemos) citou que recursos na ordem de R$ 264 milhões, oriundos de emendas parlamentares, não foram executados no ano passado. “O dinheiro estava lá e mesmo com tantos hospitais precisando de reforma, o recurso não foi gasto”, protestou. Ele adiantou ter destinado R$7 milhões de sua cota de emenda parlamentar à área de saúde para este ano.

Também a deputada Júlia Lucy (Novo) chamou a atenção para a baixa execução do orçamento em 2018. Segundo a parlamentar, é necessário executar aquilo que foi empenhado e “focar em investimento”. Por sua vez, Okumoto garantiu que a Secretaria estará atenta à execução orçamentária e destacou a importância dos recursos vindos de emendas parlamentares. Ele informou que, de acordo com os projetos arquitetônicos em andamento, a construção de uma unidade de saúde gira em torno de R$3 milhões.

Dengue

A preocupação com o crescimento dos casos de dengue no DF motivou a deputada Jaqueline Silva (PTB) a questionar, enfaticamente, o secretário sobre as ações de combate e controle da doença. Segundo a parlamentar, no ano passado houve 3.932 notificações e, neste ano, já ocorreram oito óbitos, situação considerada epidêmica.

O secretário relatou que, desde o ano passado, houve crescimento da dengue, especialmente a do tipo 2, em cidades circunvizinhas, o que pode ter propiciado a entrada desta variação da doença no DF. Entre as providências da Secretaria, adotadas neste ano, ele destacou as salas de adaptação nos hospitais para a detecção e tratamento da dengue tipo 2, além da atuação de quinhentos agentes da vigilância e a ajuda de bombeiros no combate aos criadouros do mosquito. Acrescentou ainda que o governo deve intensificar as campanhas junto à população, mas lembrou que o trabalho de combate é contínuo e não apenas no período das chuvas.

Regionalização

Para evitar a grande demanda de pacientes de outras localidades na rede do DF, uma das saídas é a regionalização da saúde, ponto que pode avançar na atual conjuntura, na avaliação do promotor de Defesa da Saúde do Ministério Público do DF, Jairo Bisol. Ele disse compreender a complexidade da gestão da Secretaria, com 80% do orçamento comprometidos com pagamento de pessoal. “Precisamos nos questionar que governabilidade estamos dando para a pasta da saúde”, afirmou. O promotor foi aplaudido pela audiência ao defender que a saúde exige um corpo eminentemente técnico, área onde não pode haver “empreguismo e perfil político” na ocupação de cargos.

Também participou da audiência o ex-secretário de Saúde, Humberto Fonseca, que rebateu as alegações de baixa execução do orçamento e defendeu a manutenção do programa saúde na família.


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Ricardo Callado09/04/20195min

Médica oncologista fala sobre a importância do diagnóstico precoce e combate ao câncer de mama nos homens

Apesar da incidência do câncer de mama em homens ser rara, a falta de conscientização e esclarecimento da sociedade neste sentido, tem chamado a atenção de profissionais de saúde no Brasil. Especialmente pelo fato de não haver sequer dados oficiais com a incidência do tipo do tumor em homens. Por afetar um apequena parcela da população masculina no Brasil, cerca de 1% em relação às mulheres, a mesma doença que acomete ambos os gêneros, e que pode ser fatal se o diagnóstico não for precoce, não entra nem ao menos nas estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

De acordo com a Médica oncologista Ludmila Thommen, o diagnóstico do câncer de mama nos homens é feito com mamografia, ultrassom e biópsia, da mesma forma que é feito nas mulheres. “O que facilita o diagnóstico de câncer de mama nos homens, é o fato de que eles têm menos tecido mamário. Assim, é mais fácil apalpar o nódulo. Isso já não acontece geralmente com as mulheres, pois dependendo da localização na mama, quando está profundo ou quando é menor que 1,5 cm, não é possível o diagnóstico clínico”, explica Ludmila.

A oncologista conta ainda que entre os principais sintomas da doença, está a saída de secreção, vermelhidão e retração da pele do mamilo e ao redor dele. “É importante salientar que não é possível afirmar se a doença é melhor ou pior na mulher do que no homem. O que temos que nos atentar é para a evolução, já que depende do tipo de câncer e do estágio no momento do diagnóstico”, diz.

Diagnostico, tratamento e cura

Por ser um tema pouco abordado, o combate ao câncer de mama nos homens gera muitas incertezas, uma vez que a maioria das pesquisas sobre a doença são voltadas especialmente para o gênero feminino.  Muitas pessoas não sabem que homens também apresentam tecido mamário. Por isso, o diagnóstico clínico se faz importante se os sintomas sugerir que o paciente tem câncer de mama.  Sendo assim, o médico irá recomendar a realização de exames e biópsias para confirmar o diagnóstico.

A oncologista Ludmila Thommen diz que costuma fazer com cada paciente uma avaliação do histórico clínico completo, incluindo informações sobre os sintomas apresentados, possíveis fatores de risco, histórico familiar, e outras condições clínicas. Fora isso, ela diz que indica que o paciente faça um exame físico completo, incluindo uma avaliação cuidadosa da região da mama e axilas para detectar possíveis sinais de câncer de mama ou outros problemas de saúde. “Se depois dessas avaliação os sinais e sintomas apresentados sugerirem que o paciente possa ter câncer de mama, faço a solicita&c cedil;ão de exames de imagem, laboratório e biópsias, para então termos a confirmação diagnóstica e estadiamento da doença”, explica.

Segundo a médica, o tratamento geralmente envolve radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia ou terapia alvo. E com relação a reconstrução mamária, o procedimento só é realizado se houver indicação, e ocorre após a remoção do nódulo maligno. E, atualmente existem diferentes técnicas que restabelecem a aparência do peitoral do homem que passa pelo processo de retirada do câncer.  “Em linhas gerais, o tratamento, nos caso masculino, não difere muito da versão feminina. Entretanto, é dito de forma menos rebuscada”, ressalta.


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Ricardo Callado09/04/20192min
(Foto Tony Winston)

São mais de 500 profissionais da Secretaria de Saúde. Quando necessário, há reforços do Ministério da Saúde e também do Corpo de Bombeiros

Combater a dengue é uma das metas do governo do Distrito Federal. Para isso, o SOS DF Saúde tem trabalhado intensamente para combater o mosquito que transmite a dengue – o Aedes aegypti. Equipes trabalham em várias regiões do DF e, nessa semana, os trabalhos serão intensificados em São Sebastião, Planaltina, Itapoã e Paranoá, regiões onde há mais focos do mosquito. E a ação tem contado com um grande e importante reforço: os moradores.

São mais de 500 profissionais da Secretaria de Saúde trabalhando no combate. Quando necessário, há reforços do Ministério da Saúde e também do Corpo de Bombeiros.

O titular da Diretoria de Vigilância Ambiental (DIVAL), Petrônio da Silva Lopes, explica que o trabalho é focado na conscientização. Os agentes visitam as residências alertando os moradores sobre a importância de descartar objetos que servem de criadouro do mosquito.

A recomendação é que os objetos sejam colocados do lado de fora de casa para serem recolhidos pelas equipes do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), com o apoio da Novacap.  São recolhidos materiais como: pneus, latas, garrafas pet e outros utensílios que possam acumular água. “Nosso objetivo é tirar do quintal das pessoas ovos e larvas, eliminando os criadouros do mosquito”, frisa Petrônio.

Confira o relatório diário com as ações do SOS DF.

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Ricardo Callado08/04/20192min

No dia 04 de maio, o Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor) recebe o renomado cardiologista Dr. Costantino Roberto Costantini Frack, que vem participar do 3º ICTCor Day.

O evento, que acontece no restaurante Coco Bambu e vai reunir futuros cardiologistas, cardiologistas e outros especialistas e traz como tema: Angina Estável.

Para participar, basta que os médicos se inscrevam gratuitamente pelo site www.ictcor.com.br/ictcorday/, estão sendo disponibilizadas 60 vagas.

Na ocasião, além da palestra e um delicioso almoço, os participantes irão poder conferir em primeira mão o lançamento do livro Manual Prático de Intervenção Cardiovascular.

A publicação, feita em comemoração aos 25 anos do Instituto, como o próprio nome sugere é um manual que reúne temas assinados pelo corpo clínico da instituição e traz as experiências ambulatoriais e cirúrgicas desenvolvidas durante todo esse tempo de trabalho, tendo por embasamento o melhor da literatura científica. Um

conteúdo riquíssimo e relevante para os especialistas e estudantes de medicina.


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Ricardo Callado04/04/20195min

A ideia do governador Ibaneis Rocha é fazer o hospital na Ceilândia, em um terreno ao lado da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai assinar um protocolo de intenções com a Organização Mundial da Família, a Wold Family Organization, para a construção de mais uma unidade do Hospital da Criança em Brasília. A ideia do governador Ibaneis Rocha é fazer o hospital na Ceilândia, em um terreno ao lado da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. A nova unidade será especializada em Pediatria Geral e não em Oncologia, como acontece no Hospital da Criança de Brasília José Alencar.

O assunto foi tratado na manhã desta quarta-feira pelo governador e a presidente da Organização, Deisi Kusztra. Na reunião, Ibaneis explicou que o Hospital Materno Infantil (HMIB) e o Hospital da Criança não são suficientes para atender toda a demanda do DF. “A população que atendemos não é só do Distrito Federal. Somos procurados pela população do Norte, Nordeste e do Entorno. Em Ceilândia a gente pega toda a população de Águas Lindas, Santo Antônio do Descoberto, Padre Bernardo. Seria um hospital para atender a região toda”, disse.

A Organização Mundial da Família vai elaborar o projeto arquitetônico do hospital e o governador vai buscar verbas junto ao Ministério da Saúde e de emendas parlamentares, tanto de deputados do DF quanto de Goiás. O terreno onde o governador pretende construir o hospital pertence à Terracap e seria doado ao GDF. “Esse terreno fica perto do Sol Nascente, o bairro mais pobre dessa cidade. Vamos atender a comunidade carente, quem de fato precisa”, afirmou o governador.

A intenção é fazer um hospital nos moldes do Hospital da Criança de Maringá, que está sendo construído no município paranaense graças a uma parceria da Organização Mundial da Família, a Prefeitura de Maringá, o Governo do Paraná e o Ministério da Saúde. Com 24,2 mil m² de área construída, o hospital custará R$ 125 milhões e terá 164 leitos de internação, UTI Neonatal e Infantil, Hospital Dia, Centro de Especialidades, Centro de Imagem, Laboratório, Farmácia, Centro de Esterilização de Materiais, Administração, Serviço de Nutrição, Serviço de Hotelaria Hospitalar, Centro de Ensino e Pesquisas de Doenças Raras da Criança e Casas de Apoio à Sistemas.

A construção do Hospital da Criança de Maringá está prevista para durar apenas 11 meses. O sistema de construção será baseado em blocos prontos, modelo usado nos Estados Unidos. Para isto, a Organização Mundial da Família faz a importação, nacionalização e transporte, montagem da superestrutura física com todos os seus acabamentos e estruturas de apoio. Segundo Deisi Kusztra, além de rápido, o modelo custa um terço do valor do metro quadrado do sistema convencional de construção.

O governador Ibaneis também pretende fazer parceria com a Organização Mundial da Família para a construção de cinco creches no DF ano que vem para atender 180 crianças cada uma. As creches seriam construídas na Estrutural, São Sebastião, Paranoá, Itapoã e Sol Nascente.

Com informações da Agência Brasília)


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Ricardo Callado03/04/20193min

São Sebastião é região com mais casos prováveis da doença

Por Andreia Verdélio

Sete pessoas morreram de dengue este ano no Distrito Federal (DF). De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do DF, além das mortes, 5.759 casos da doença foram notificados desde janeiro, sendo 4.971 considerados casos prováveis de dengue. O levantamento aponta ainda que ocorreram cinco casos graves e 78 com sinais de alarme para a doença.
No mesmo período do ano passado, até a 12ª semana epidemiológica, foram registrados uma morte causada pela doença e 603 casos prováveis.

De acordo com o boletim, todas as regiões de saúde têm expressivo incremento do número de casos na última semana, entretanto, houve desaceleração em relação ao aumento verificado anteriormente. São Sebastião é a região administrativa com o maior número de registros da doença, seguida de Planaltina e Ceilândia.

“Observa-se no mês de março que houve desaceleração no incremento nas sete regiões administrativas destacadas no informativo anterior, muito expressiva em São Sebastião, Brazlândia e na Cidade Estrutural. Por outro lado, as regiões administrativas da Fercal, Recanto das Emas, Sobradinho II e Candangolândia têm dados que sugerem transmissão persistente com aceleração”, diz o boletim.

Segundo a Secretaria de Saúde, a desaceleração nos registros está atribuída às ações de combate ao Aedes aegypti. Em caso de identificação de focos do mosquito, os moradores podem acionar a Vigilância Ambiental pelo telefone 160 para que as equipes intensifiquem o trabalho no local.


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Ricardo Callado02/04/20197min

Levantamento feito por cientista de dados mostra que a inteligência artificial auxiliou equipe médica a salvar mais de 9 mil pessoas em 822 dias de funcionamento

A tecnologia que revoluciona o setor da saúde: a Laura, primeiro robô gerenciador de riscos do mundo, já é responsável por ajudar a salvar dez vidas por dia. São mais de 9 mil pessoas que, desde 2016, ganharam a oportunidade de um recomeço com o uso da inteligência artificial na governança dos atendimentos hospitalares.

O projeto nasceu da dor de um pai que perdeu a filha para a sepse aos 18 dias de vida e tem no nome a homenagem a ela. “A Laura, com toda a vida que tinha naqueles 28 centímetros de altura e 440 gramas, deixou a inspiração para que eu tivesse, mesmo nas piores condições, força para impactar a vida de outras pessoas. Nossa equipe leva hoje pra casa o saldo de dez vidas salvas todos os dias”, diz o arquiteto de sistemas Jacson Fressatto, pai e CEO da Laura.

Graças à Laura, a história da pequena Bianca teve um final diferente. Em 2018, ela veio ao mundo quando a mãe ainda estava com 27 semanas de gestação. Com a saúde frágil, a recém-nascida teve hemorragia pulmonar e sepse tardia (quando a infecção manifesta-se após 72 horas de vida). “Foi uma situação bem difícil porque ela teve várias apneias, além de pneumonia. O que me dava segurança era saber que o hospital tinha o monitoramento do Robô Laura, que gerou alertas para que a equipe de enfermagem checasse o estado da minha filha”, conta a mãe Jéssica Amaral. Bianca recebeu alta depois de 77 dias e hoje esbanja saúde. “É muito bom saber que a tecnologia está sendo usada para salvar vidas, ainda mais porque o Robô Laura foi criado a partir de uma história com a qual eu me identifiquei muito”, afirma Jéssica.

 

O levantamento  

Para calcular o número de dez vidas salvas por dia foram necessárias três etapas. Primeiro, foram selecionados os pacientes monitorados pela Laura em cinco hospitais, de outubro de 2016 (quando começou a funcionar) a dezembro de 2018. A partir desse levantamento, foram identificados os pacientes que receberam, pelo menos, um alerta gerado pelo Robô Laura que tenha resultado em abertura de protocolo de sepse e/ou prescrição de antibiótico. Desses pacientes, os que receberam alta foram considerados salvos com a ajuda da Laura. Em todo o período analisado (822 dias), 9.029 pessoas foram salvas, ou, em média, dez vidas por dia.

O levantamento foi feito pelo cientista de dados da Laura, Felipe Barletta, que é estatístico e mestre em Bioestatística pela Universidade Estadual de Maringá (UEM).  “Esse é um avanço na análise de inteligência artificial no setor hospitalar. Com a expansão da Laura para outras instituições, nossa expertise e capacidade de gerar informações só vai aumentar”, comenta Barletta. Hoje, a tecnologia da Laura funciona em seis hospitais do Paraná e de Minas Gerais. Também está em fase de implantação na Santa Casa de Porto Alegre (RS) e no hospital A.C.Camargo, em São Paulo.

“O hospital é um ambiente complexo e as informações essenciais para a tomada de decisão encontram-se, geralmente, dispersas e desconectadas. O que esses números demonstram é que o Robô Laura conseguiu conectar os dados e transformá-los em ações por meio do uso de inteligência artificial. O Robô Laura empodera a equipe assistencial e melhora os fluxos de atendimento do paciente hospitalizado, resultando em vidas salvas. Quanto mais precoce o tratamento, maiores são as chances de melhora do paciente”, esclarece o diretor médico da Laura, Hugo Morales.

Sobre a Laura

A Laura é uma tecnologia inovadora implantada nos hospitais para identificação precoce dos riscos de infecção grave, a Sepse. O recurso, criado pelo arquiteto de sistemas Jac Fressatto após a morte de sua filha, usa a inteligência artificial e a tecnologia cognitiva para fazer o gerenciamento de dados da rotina do hospital e emitir alertas. Ativa desde 2016, a Laura já teve cerca de 1,2 milhão de pacientes conectados e reduziu em 25% a taxa de mortalidade hospitalar. Além de salvar vidas, a tecnologia é um instrumento para otimização de tempo e recursos em saúde.


Mais informações em: www.laura-br.com/



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