Saúde


Ricardo Callado30/01/20185min

Temporada de Carnaval e, também, de excessos. Os foliões passam várias horas em pé, curtindo as festas, na maioria das vezes, sob muito sol e calor. E por que não garantir que este momento, tão esperado, seja aproveitado da melhor maneira possível? Para que a folia seja pura diversão, vale seguir algumas dicas de saúde! Veja as orientações do dermatologista Erasmo Tokarski e do nutricionista Daniel Novais.

Pele

Para quem deseja curtir os blocos de rua, é essencial se proteger da radiação solar. “No Carnaval, as pessoas costumam passar várias horas expostas ao sol. O protetor solar é indispensável para evitar insolação e outros danos a longo prazo, como o envelhecimento precoce e o câncer de pele”, indica o dermatologista Erasmo Tokarski.

Também é importante ter precaução com as pinturas de rosto, que fazem muito sucesso nos bailes infantis. Neste caso, é fundamental usar tintas específicas para a pele. “Uma tinta guache, por exemplo, tem componentes que ressecam a pele. À medida que vai secando, ela provoca, no mínimo, uma sensação de desconforto e coceira”, descreve o especialista.

Ele recomenda fazer um teste com a tinta em uma pequena parte do braço, por exemplo, e aguardar algumas horas. Se houver alguma reação, a aplicação deve ser suspensa. Em relação à maquiagem, o ideal é que, ao menos para as crianças, ela seja hipoalergênica. Além disso, não se deve compartilhar rímel, lápis de olho e sombras. Isso pode acabar espalhando vírus e bactérias, causadoras de conjuntivite e alergias.

Outro item que merece atenção são os sprays de espuma. Caso a criança tenha alguma reação, como vermelhidão e ardência, a área atingida deve ser lavada com água corrente. Se os sintomas persistirem, procure um médico.

Alimentação

Um dos erros comuns no Carnaval é passar longos períodos sem comer, consumindo apenas bebidas alcóolicas. Depois, quando a festa acaba e bate aquela fome, as pessoas costumam recorrer a opção mais rápida e gordurosa que encontram pela frente. “Às vezes, em poucos dias, se boicota parte do esforço de meses de dieta, com bebidas e alimentos muito calóricos. A cerveja, por exemplo, é praticamente um pão líquido”, adverte o nutricionista. “Além disso, o processo de digestão do álcool utiliza muita glicose. O folião acaba ficando com bastante fome e exagera na quantidade, sem se importar com a qualidade da comida”, observa Daniel.

O profissional ainda alerta que há o risco de se passar mal devido à baixa glicemia. “Uma dica é levar na bolsa alguns alimentos de emergência. Pode ser um mix de castanhas, frutas desidratadas, barrinhas de cereal, biscoitos integrais e, até chocolate, de preferência o amargo”, orienta.

Os fãs de energéticos devem ter cautela quanto à quantidade. “Não tem problema uma pessoa saudável tomar energético, eles realmente ajudam a dar um gás extra. Mas são bebidas que aceleram os batimentos cardíacos e, em excesso, podem chegar a prejudicar um pouco o funcionamento desse órgão, provocando arritmias, por exemplo”, explica o especialista.

Ele recomenda não ir à folia de estômago vazio. “Para dar energia, é importante consumir fontes de carboidrato, como macarrão, tapioca, cuscuz, arroz. São alimentos que a gente deve ingerir com muita moderação no dia a dia, mas, nesse caso, eles são indicados. Os melhores são os de baixo índice glicêmico, que liberam a glicose lentamente no sangue, como a batata-doce. E o ideal é que estejam acompanhados de fontes de proteínas”, recomenda.

Outra dica importante é beber água entre uma latinha e outra. “Muita gente se esquece de beber água porque já está consumindo outros líquidos. Mas isso é um grande engano, o álcool desidrata o organismo. Beber água ajuda muito a reduzir os efeitos de uma possível ressaca.”

E para se recuperar da dor de cabeça e mal estar do dia seguinte, a recomendação é exatamente essa: se hidratar. A água de coco é uma grande aliada. “Suco de cranberry também é uma ótima pedida, pois auxilia no processo de desintoxicação.”


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Ricardo Callado25/01/20184min

São 293 médicos, 50 técnicos administrativos, 12 enfermeiros, 5 assistentes sociais, 4 terapeutas ocupacionais, entre outros, aprovados em concurso público de 2014

Nomeados nas edições de 27 e 29 de dezembro do Diário Oficial do Distrito Federal tomaram posse como servidores da Secretaria de Saúde na manhã desta quinta-feira (25).

Eles participaram de solenidade no auditório da Imprensa Nacional, no Setor de Indústrias Gráficas, com presença do governador Rodrigo Rollemberg. Ao todo, 405 pessoas tiveram o nome na publicação oficial daqueles dias.

Os novos servidores entregaram a documentação no Núcleo de Admissão da Secretaria de Saúde, na sede da pasta.

“Com as posses de hoje, demos posse no nosso governo a 4,3 mil servidores da saúde”, comemorou o governador. Segundo ele, esse reforço vai garantir mais médicos para a atenção primária e para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (Samu).

“No universo de 32 mil servidores [número total da Secretaria de Saúde], chegar a 4,3 mil nomeações desde 2015 demonstra o esforço em recompor e aumentar o quadro de pessoal da saúde”, observou o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Daniel Seabra.

O chefe do Executivo local adiantou ainda que, em fevereiro, serão nomeados mais profissionais, principalmente técnicos de enfermagem, que possibilitarão a abertura de mais leitos nos hospitais.

A maioria dos nomeados em dezembro, 293, é formada por médicos. A lista ainda conta com 50 técnicos administrativos, 12 enfermeiros, cinco assistentes sociais e quatro terapeutas ocupacionais, entre outros.

Todos foram aprovados em concurso de 2014 da Secretaria de Saúde.

“Estou com muita expectativa em assumir meu cargo na cobertura da atenção primária. É muito importante termos médicos da família, que atuam perto das residências e diminuem as lotações dos hospitais”, disse Carolina Japiassu, de 30 anos, que tomou posse como médica da Estratégia Saúde da Família.

Fernanda Tolentino, de 28 anos, faz residência médica no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Como não estava formada em 2014, solicitou a ida para o fim da fila dos convocados.

Ela será empossada no cargo de clínica médica. “Estou feliz, apesar de ter um pouco de receio por ser algo novo. Como já conheço o trabalho na secretaria, consigo ficar menos ansiosa, mas é o primeiro cargo público que vou assumir”, disse.

Já para a advogada Jéssica Leite Melo, de 28 anos, a posse no cargo de técnica administrativa é uma chance de ter um emprego estável.

“Já tinha vontade de ser servidora pública e estou muito feliz de assumir esse cargo. Tenho advogado na iniciativa privada, mas estava à espera da convocação”, relatou.


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Ricardo Callado24/01/20185min

Balanço divulgado hoje (24) pelo Ministério da Saúde informa que foram confirmados 130 casos de febre amarela no país entre julho de 2017 e janeiro deste ano, sendo 61 em São Paulo, 50 em Minas Gerais, 18 no Rio de Janeiro e um no Distrito Federal. A pasta confirmou ainda 53 óbitos pela doença, sendo 24 em Minas Gerais, 21 em São Paulo, sete no Rio de Janeiro e um no Distrito Federal.

Os números foram apresentados durante videoconferência entre o ministério e representantes estaduais e municipais de São Paulo, do Rio de Janeiro e da Bahia, onde serão realizadas campanhas de vacinação contra a febre amarela com uso de doses fracionadas. Entre julho de 2016 e janeiro do ano passado, mesmo período analisado pelo balanço atual, foram registrados 397 casos e 131 óbitos pela doença.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, destacou que os dados apontam aumento da área de circulação do vírus. “Embora a área exposta este ano seja muito maior e abarque grandes cidades com maior concentração populacional do que no ano passado, esses números demonstram que a situação deste ano é muito mais controlada, se comparada ao ano passado”, explicou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Durante a videoconferência, o ministro pediu empenho dos governos estaduais onde haverá campanha. “Solicito o empenho de todos nesse processo”, reforçou Barros. “Fica o nosso pedido para que vocês façam o melhor esforço possível”, completou.

Vacina

O ministro reforçou à imprensa que a vacina contra a febre amarela, apesar de fracionada, tem “excelente efetividade, ótima qualidade e está produzindo a imunização de forma adequada”.

Ele lembrou ainda que a boa cobertura vacinal contra a febre amarela alcançada no ano passado no Espírito Santo demonstra a eficácia de se apostar em campanhas de imunização, já que o estado não registra problemas com a doença em meio ao surto deste ano.

“Precisamos da população mobilizada porque o modelo de vacinação requer campanha”, disse, ao explicar que a ampola da vacina contra a febre amarela perde a validade depois de apenas seis horas aberta. “Temos vacina para vacinar todos os brasileiros. Basta que haja necessidade”, concluiu.

Campanhas

Os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro iniciam amanhã (25) a imunização contra a febre amarela em municípios pré-selecionados.

Em São Paulo, 54 municípios participam da campanha, com previsão de vacinar 8,3 milhões de pessoas, sendo 6,3 milhões com a dose fracionada e 2 milhões com a dose padrão. Já no Rio de Janeiro, 7,7 milhões de pessoas deverão receber a dose fracionada e 2,4 milhões, a integral, em 15 municípios.

O início da campanha de vacinação no estado da Bahia está previsto para 19 de fevereiro. Na Bahia, 2,5 milhões de pessoas serão vacinadas com a dose fracionada e 813 mil com a dose padrão, em oito municípios, até 9 de março.

O objetivo da campanha, segundo o ministério, é evitar a expansão do vírus para áreas próximas de onde há circulação do vírus atualmente. No total, 21,7 milhões de pessoas destes municípios deverão ser vacinadas durante a campanha, sendo 16,5 milhões com a dose fracionada e outras 5,2 milhões com a dose padrão.

“A adoção do fracionamento das vacinas é uma medida preventiva e recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) quando há aumento de epizootias e casos de febre amarela silvestre de forma intensa, com risco de expansão da doença em cidades com elevado índice populacional”, informou a pasta.


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Ricardo Callado12/01/20185min

A presidência do Tribunal de Contas do DF – TCDF proferiu decisão liminar autorizando a continuidade de licitação da Secretaria de Saúde do Distrito Federal – SES/DF para contratação de empresa que fará a manutenção de equipamentos médicos utilizados em hospitais da rede pública – Processo nº 19088/2017. A liminar foi concedida em ação patrocinada pelo escritório Jacoby Fernandes & Reolon Advogados Associados – JFR/AA na defesa de uma das empresas licitantes.

Assim, a SES fica imediatamente autorizada a assinar contratos com as duas empresas vencedoras do pregão eletrônico e dar início aos serviços. De acordo com a Secretaria, isso resultará em maior rapidez para o desbloqueio de leitos de Unidade de Terapia Intensiva – UTI que estão fechados devido a defeitos em equipamentos.

Orçado em R$ 14,9 milhões, o pregão eletrônico foi aberto em junho para contratação de serviços de manutenção preventiva e corretiva, com reposição de peças, para centenas de equipamentos hospitalares. O pregão foi dividido em cinco lotes e vencido por duas empresas, porém os contratos não chegaram a ser assinados por contestações de uma das vencedoras.

Suspensão do processo

Antes da assinatura dos contratos, a empresa vencedora dos lotes 1, 3 e 5 questionou, por meio de recurso administrativo, a habilitação da outra empresa – Construtora Concreto –, que havia ganhado os lotes 2 e 4 – referentes aos eletrocardiógrafos e ventiladores pulmonares –, com uma proposta de preço inferior em R$ 100 mil. Ela também protocolizou uma representação no TCDF, apontando supostas irregularidades na habilitação técnica da outra vencedora. Com isso, o TCDF determinou a suspensão da licitação e abriu prazo para defesa.

De acordo com o advogado Victor Scholze, da JFR/AA, o TCDF entendeu como improcedente a representação e decidiu pela continuidade do pregão. “Conseguimos afastar as alegações de ilegalidade apontadas, demonstrando que a Construtora Concreto tinha plena capacidade para executar o serviço, principalmente porque demonstrou experiência anterior em atividades similares, conforme determina a Lei de Licitações e Contratos”, explicou Victor Scholze.

Pontos contestados

A licitante que entrou com representação no TCDF alegou ainda que os contratos da Construtora Concreto seriam de gestão, e não de manutenção preventiva e corretiva, conforme exigia o edital da Secretaria de Saúde, e, por isso, não teria aptidão para cumprimento de cláusula. “A Concreto tem contratos em outros estados que englobam gestão e manutenção, caindo assim, a alegação de que a empresa não possui experiência em manutenção, conforme exige o edital”, explica o advogado.

De acordo com Victor Scholze, outro ponto alegado pela empresa concorrente foi em relação a uma norma da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa – Resolução RDC n° 16/2013 – que dispõe sobre práticas de fabricação de produtos médicos. “A necessidade de cumprir a norma também foi descartada, pois a Resolução trata especificamente sobre a fabricação dos equipamentos, e não sobre manutenção. O edital pede apenas manutenção dos produtos. Nesse sentido, a própria agência reguladora esclareceu no processo que a Resolução não teria aplicabilidade”, esclarece.

Ainda, foi alegado que a Construtora Concreto não teria relação comercial com uma distribuidora específica. “Não existe exigência editalícia para que as licitantes tivessem relação de exclusividade com uma distribuidora específica. A nossa cliente possui relação comercial com outras distribuidoras do mesmo fabricante, o que também é aceito pela Secretaria. Essa métrica está em favor da ampla competitividade e da seleção da proposta mais vantajosa”, defende Victor Scholze.


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Ricardo Callado29/12/20177min

Outras duas vítimas foram infectadas fora de Brasília. Todas as medidas sanitárias e epidemiológicas foram tomadas no momento da notificação. Situação do paciente se agravou em decorrência de anemia falciforme

Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (29), a Secretaria de Saúde confirmou a primeira morte por febre amarela contraída no Distrito Federal por um residente. A vítima, um homem de 43 anos, morava no Sudoeste. O caso é o primeiro autóctone (em natural da região) dos três registros notificados em 2017.

A investigação epidemiológica foi iniciada em 20 de novembro com a notificação no banco de dados da secretaria. De acordo com a pasta, o paciente procurou atendimento médico em hospital privado em 17 de novembro. Dois dias depois, retornou com o quadro mais grave e foi internado.

No período subsequente, a partir do dia 20, foram feitos os exames laboratoriais no Laboratório Central de Saúde Pública, e a secretaria iniciou as ações ambientais recomendadas, como análise nos cenários de circulação da vítima.

O diagnóstico foi confirmado laboratorialmente em 21 de dezembro. De acordo com os resultados, a evolução para o óbito foi agravada em decorrência de anemia falciforme. A vítima tinha registro de vacinação, que tem eficácia de 95 a 99%.

Todas as medidas sanitárias e epidemiológicas foram tomadas no momento da notificação, de acordo com o subsecretário de Vigilância à Saúde, Marcus Vinícius Quito. “Foram feitas varreduras nas áreas de contato, captura e análise dos vetores”

Para amenizar o risco de propagação da doença no DF, a secretaria desencadeou ações como análise da situação dos residentes das áreas suspeitas e o chamado bloqueio vacinal, com 166 novas doses aplicadas só no fim de semana subsequente ao óbito.

Também foram expedidas orientações aos serviços de saúde e vigilância sobre os casos suspeitos. “Como o DF é caracterizado como região de possível risco de disseminação da doença, agimos prontamente com todas as medidas ambientais e epidemiológicas”, declarou Quito.

Ele também destacou a necessidade de administração da vacina, sobretudo em crianças. O subsecretário informou que a pasta dispõe de estoque suficiente para cobrir a população e que, caso faltem doses, o Ministério de Saúde poderá ser acionado para o repasse.

“Não há cenário para pânico. A orientação à população é: monitorar os reservatórios de reprodução do vetor Aedes aegypti, além de manter a vacinação em dia”, reforçou o subsecretario.

Caso haja algum foco que a pessoa não consiga combater, deve acionar a Vigilância Ambiental em Saúde pelo número da ouvidoria 160 ou pelo número 99287-6635.

De acordo com a pasta, a situação no DF continua controlada devido à ampla cobertura vacinal. A orientação do governo é que a população receba duas aplicações ao longo da vida.

Crianças devem tomar uma dose aos 9 meses e um reforço aos quatro anos de idade. Para os adultos, é recomendada uma injeção de reforço dez anos após a primeira. A repetição desnecessária de aplicações pode prejudicar o organismo.

Gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pessoas com imunossupressão e aquelas com mais de 60 anos só devem se vacinar mediante avaliação médica criteriosa.

Em caso de dúvida, o cidadão pode ser orientado por um profissional de saúde nas salas de vacina espalhadas no DF.

Casos de febre amarela no DF

De acordo com a Secretaria de Saúde, em 2000, houve o surto mais grave de febre amarela na região, com 40 registros — 38 deles de moradores de outras unidades federativas, mas diagnosticados no DF.

Em 2008, foram 13 diagnósticos da enfermidade na capital. Após esse período, o DF não teve mais infecção por febre amarela em residentes. Em 2015, as regiões administrativas anotaram três pacientes procedentes de outras localidades, dos quais dois morreram.

Características e sintomas da doença

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, transmitida somente pela picada de mosquitos. É comum em macacos, os principais hospedeiros do vírus.

A infecção é dividida em silvestre ou urbana. No primeiro tipo, o vírus passa do macaco para o mosquito e depois para o homem, em ambientes de matas e vegetações.

á a urbana ocorre nas cidades, podendo ser transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, mesmo transmissor da dengue, do zika vírus e da febre chikungunya.

Os sintomas da doença incluem febre alta, dores no corpo e nas articulações, náuseas e vômito. Em alguns casos, a doença pode evoluir após um breve período de melhora.

Surgem então sintomas como icterícia (coloração amarelada da pele), hemorragia, choque e insuficiência de múltiplos órgãos, podendo levar à morte do paciente.

Já nos primeiros sinais de manifestação da doença, deve-se procurar ajuda médica. Não há nenhum tratamento específico, só os sintomas são tratados.


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Ricardo Callado28/12/20175min

Médicos de várias especialidades e profissionais de outras categorias foram chamados para atuar em áreas estratégicas para a população do DF

Mais 219 profissionais foram chamados para compor o quadro de servidores da Secretaria de Saúde do DF. A nomeação dos aprovados em concurso público foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal desta quarta-feira (27).

Entre os nomeados estão médicos de várias especialidades e outros profissionais de nível médio e superior. A previsão é que seja feita mais uma convocação, até o fim deste ano, de 186 médicos de família e clínicos. Dessa forma, serão nomeados, no total, 405 novos servidores em dezembro.

O secretário de Saúde, Humberto Fonseca, destaca o fortalecimento em setores estratégicos da pasta. “Vamos reforçar o pessoal em várias unidades, chegar perto de 70% de cobertura da Estratégia Saúde da Família e colocar para rodar plenamente seis ambulâncias avançadas do Samu”, informa.

Os profissionais têm 30 dias para tomar posse, contados a partir de hoje. Carteira de identidade, cadastro de pessoas físicas (CPF), título de eleitor e comprovante de votação da última eleição são alguns dos documentos exigidos. Veja a lista completa.

Ampliação da carga horária

Também foi publicado no DODF, na edição de terça-feira (26), a partir da página 23, a ampliação da carga horária de 594 servidores da Secretaria de Saúde, em diversas categorias.

Apesar do aumento, não haverá impacto financeiro para a Saúde, já que as horas a mais servirão para recompor o trabalho de profissionais que já saíram da secretaria por aposentadorias, exonerações e vacâncias.

Com isso, será aumentada a força de trabalho em setores estratégicos, como as unidades de pronto atendimento (UPAs), os Centros de Atenção Psicossocial (CAPs), os centros cirúrgicos e as unidades de terapia intensiva (UTIs).

“As ampliações foram feitas dentro de um estudo para recompor o trabalho dos profissionais, que, desde 2015, saíram por diversos motivos”, explicou a diretora de Planejamento, Monitoramento e Avaliação do Trabalho, Bárbara Rocha.

Dados da Subsecretaria de Gestão de Pessoas, da Secretaria de Saúde, apontam que desde 2015 foram nomeados 5.957 servidores para a pasta. Desses, 1.119 foram admitidos em 2015; outros 2.768 em 2016; e 2.070 entre janeiro e outubro de 2017.

Lista de profissionais nomeados nesta quarta (27):

  • Patologia clínica: 7
  • Técnico de laboratório: 11
  • Técnico em nutrição: 2
  • Técnico administrativo: 50
  • Técnico em enfermagem: 12
  • Enfermeiro: 12
  • Nutricionista: 4
  • Biólogo: 3
  • Biomédico: 1
  • Assistente Social: 5
  • Terapeuta Ocupacional: 4
  • Fisioterapeuta: 1
  • Médico – Acupuntura: 3
  • Médico – Alergia e imunologia: 2
  • Médico –  Biometria e perícia médica: 3
  • Médico – Broncoesofagologia: 1
  • Médico – Cirurgia cardiovascular: 1
  • Médico – Cirurgia plástica: 1
  • Médico – Cirurgia torácica: 2
  • Médico – Clínica Médica: 21
  • Médico – Dermatologia: 3
  • Médico – Gastroenterologia: 4
  • Médico – Genética: 1
  • Médico – Mastologista: 2
  • Médico de família e comunidade: 20
  • Médico do trabalho: 6
  • Médico – Nefrologista: 4
  • Médico – Oftalmologista: 2
  • Médico – Ortopedia e traumatologia: 4
  • Médico – Otorrinolaringologia: 4
  • Médico – Patologia clínica: 3
  • Médico – Psiquiatra: 6
  • Médico – Radiologia: 10
  • Médico – Radioterapia: 1
  • Médico – Urologia: 3

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Ricardo Callado22/12/20174min
A Presidência do Tribunal de Contas do Distrito Federal concedeu liminar nesta quarta-feira (20), permitindo à Secretaria de Saúde do DF dar continuidade à licitação para contratação de empresa que fará a manutenção de equipamentos médicos utilizados em hospitais da rede pública de saúde.

Com a Decisão, a SES/DF fica imediatamente autorizada a assinar contratos com as duas empresas vencedoras do Pregão Eletrônico e dar início aos serviços, o que resultará em maior rapidez para o desbloqueio de leitos de UTI que estão fechados devido a defeitos em equipamentos.

Auditorias do próprio TCDF revelaram que a oferta de leitos de UTI na rede pública de saúde diminuiu nos últimos três anos, e que a maioria dos equipamentos hospitalares utilizados nas unidades não era coberta por contrato de manutenção preventiva e corretiva, o que resultava no bloqueio prolongado de dezenas de leitos.

Orçado em R$ 14,9 milhões, o Pregão Eletrônico foi aberto em junho pela SES/DF, para contratação de serviços de manutenção preventiva e corretiva, com reposição de peças, para centenas de equipamentos hospitalares, como eletrocardiógrafos, monitores multiparamétricos, monitores de sinal vital, monitores de pressão não invasiva, ventiladores pulmonares, oxicapnógrafos e oxímetros de pulso pertencentes à rede pública de saúde. O Pregão foi dividido em cinco lotes e vencido por duas empresas, porém os contratos não chegaram a ser assinados.

Suspensão – Antes da assinatura dos contratos, a empresa vencedora dos lotes 1, 3 e 5 do Pregão Eletrônico questionou, por meio de recurso administrativo à SES/DF, a habilitação da outra empresa, que havia ganhado os lotes 2 e 4 – referentes aos eletrocardiógrafos e ventiladores pulmonares – com uma proposta de preço R$ 100 mil inferior. Ela também protocolou uma Representação no TCDF, apontando possíveis irregularidades na habilitação técnica da outra vencedora.

Em virtude dessa Representação, no dia 16 de novembro, o TCDF determinou que a SES/DF se abstivesse de assinar os contratos decorrentes do Pregão e abriu prazo para defesa da Secretaria e da empresa denunciada. A última documentação deu entrada no TCDF no início de dezembro e, após análise, a Presidência da Corte entendeu improcedente a Representação e decidiu pela continuidade do Pregão.

A íntegra da Decisão Liminar pode ser acessada em: http://bit.ly/2kASRY9

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Ricardo Callado27/11/20173min

Justiça derrubou apelação que suspendia três artigos do estatuto e proibia a contratação sem licitação e convocação de pessoal sem concurso público

O último entrave que poderia afetar a transformação do Hospital de Base para instituto em forma de serviço social autônomo foi derrubado na sexta-feira (24) pelo desembargador do Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT) e relator Robson Barbosa de Azevedo.

Ele deferiu efeito suspensivo da apelação que suspendia três artigos do estatuto e proibia a contratação sem licitação e convocação de pessoal sem concurso público.

Com a decisão favorável para o DF, o Instituto Hospital de Base fica autorizado a ter seus próprios manuais de compra e de contratação.

“Essa foi uma decisão muito importante, porque tínhamos convicção de que o fundamento jurídico dessa proposta era muito sólido. Faltava essa decisão do Judiciário para dar segurança ainda maior para o Instituto Hospital de Base”, diz o secretário de Saúde, Humberto Fonseca.

Para ele, o resultado representa ainda a participação do Estado em todos os seus poderes no reconhecimento de que é necessário avançar em um modelo de gestão mais moderno e eficiente.

“A decisão unânime do Tribunal de Justiça demonstra que o Poder Judiciário também faz parte dessa construção, que é tão importante para a saúde pública de Brasília”, concluiu, ao citar a Câmara Legislativa, que aprovou a lei, e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, que também se manifestou a favor da constitucionalidade da matéria.

O Instituto Hospital de Base funcionará com regimento interno e com regulamento próprio de compras e contratação e de admissão de pessoas, que serão pautados pelo princípio de impessoalidade, publicidade, moralidade.

“A diferença é que agora teremos regras mais modernas, pensadas para a saúde, que permitirão que o hospital compre e contrate com mais eficiência, tenha autonomia administrativa e funcione com base em resultados”, explica o secretário de Saúde, Humberto Fonseca.

A previsão é que o Instituto do Hospital de Base passe a funcionar em janeiro de 2018. O estatuto já está aprovado e registrado.


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Ricardo Callado22/11/20173min

Empossada nesta quarta-feira (22) como cirurgiã-dentista da Secretaria de Saúde, Tatiana Souza, de 36 anos, conta que as emoções variaram enquanto não era chamada para o cargo desde que foi aprovada no concurso, em 2014.

“Fui da euforia, quando descobri que tinha passado, até a calma de vir tomar posse. Esse é mais um passo importante para assumir”, disse a nova servidora.

Tatiana é um dos 140 nomeados para a Saúde que tomaram posse em cerimônia na tarde desta quarta-feira (22), no auditório da Imprensa Nacional, no Setor de Indústrias Gráficas.

Representante dos colegas cirurgiões-dentistas, ela recebeu o documento de posse diretamente das mãos do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

Tatiana de Souza, de 36 anos, teve o termo de posse assinado pelo governador Rollemberg. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília
Em solenidade na tarde desta quarta (22), a cirurgiã-dentista Tatiana Souza recebeu o termo das mãos do governador de Brasília, em solenidade na Imprensa Nacional. Aprovada em concurso de 2014, ela está entre os 513 nomeados desde outubro

“Quando assumimos o governo, Brasília tinha ultrapassado os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal [LRF]. Isso nos obrigava a contratar apenas em casos de morte ou de aposentadoria para saúde, educação e segurança”, lembrou o governador na solenidade.

Rollemberg destacou também o que considerou outra vitória nesta semana para o atendimento na área de saúde: o entendimento do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios de que a criação do Instituto Hospital de Base do DF é constitucional.

A decisão foi unânime entre os 20 desembargadores, em sessão do Conselho Especial nessa terça (21).

O secretário de Saúde, Humberto Fonseca, ressaltou a importância da contratação dos médicos de família, uma das especialidades empossadas hoje.

“Temos um projeto para aprimorar a atenção primária. O modelo tradicional foi útil para Brasília, mas hoje é ultrapassado, e esses cargos são fundamentais para essa mudança.”

De manhã, outros 259 servidores já haviam tomado posse diretamente na secretaria.

Com os desta tarde, eles fazem parte dos 513 nomeados:

  • 269 técnicos de enfermagem
  • 70 médicos de família
  • 39 cirurgiões-dentistas
  • 39 técnicos de higiene dental
  • 28 clínicos gerais
  • 15 assistentes sociais
  • 14 psicólogos
  • 12 biomédicos
  • 11 técnicos administrativos
  • 8 técnicos de laboratório de patologias
  • 6 terapeutas ocupacionais
  • 2 fisioterapeutas

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Ricardo Callado20/11/20173min

Tecnologia garante mais qualidade de vida aos pacientes renais crônicos

Os tratamentos, de modo geral, realizados com equipamentos avançados permitem que o paciente tenha mais disposição e saúde para desempenhar as suas atividades do dia a dia. No caso do renais crônicos, aliar inovação tecnológica aos procedimentos de rotina garante bons resultados que influenciam diretamente no bem-estar dos pacientes.

Um sistema de tratamento que traduz toda essa modernidade é a hemodiafiltração. Os filtros especiais, utilizados durante as sessões, removem as toxinas do organismo com mais eficácia do que uma hemodiálise convencional. “A hemodifiltração combina duas técnicas, a difusão e a convecção, que promovem com mais eficiência a retirada de toxinas do nosso corpo”, explica a nefrologista Isabela Novais Medeiros, responsável pelas unidades do Ineb Ceilândia e Águas Claras que oferecem essa tecnologia.

Além dos benefícios citados, constata-se uma diminuição no número de complicações já que os resultados apontam menores índices de inflamação, desnutrição e anemia. “Sem dúvida, é promovido um salto na qualidade de vida do paciente que demonstra mais energia e disposição para enfrentar o tratamento. Os resultados têm sido animadores, inclusive com a redução de adoecimentos e internações hospitalares”, completa a nefrologista.

O Instituto de Nefrologia de Brasília (Ineb) nasceu da fusão do Instituto de Nefrologia e da Renal Vida. Com a experiência de há três anos ser o responsável pelo Serviço de Nefrologia do Instituto de Cardiologia do Distrito Federal, o Ineb está num momento de expansão de serviço de saúde que une tecnologia de ponta, humanização e individualização do tratamento. Neste projeto de ampliação, além de duas clínicas em Brasília – uma em Águas Claras e outra em Ceilândia – já conta com três clínicas em funcionamento no Estado de São Paulo e mais duas em construção. O Ineb Ceilândia fica no QCNM 1, Bloco 1, Lote 03, Loja 1, telefone (61) 3797-1340. E o Ineb Águas Claras está localizado na Avenida Sibipiruna, Lote 14, telefone (61) 3578-3379.



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