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Ricardo Callado15/05/20192min
Servidores, comissionados e efetivos, terão acesso a outros benefícios
O Banco de Brasília oferece, a partir de hoje (15), novas taxas de juros de empréstimo consignado para servidores, comissionados ou efetivos, da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). As taxas variam agora de 1,15% a 1,80% ao mês. Outros benefícios, como dez dias sem juros no cheque especial e 10% de desconto no seguro auto, fazem parte do pacote.
Em novembro, os servidores da CLDF também vão poder contar um uma nova agência do BRB no local. Ela vai ter padrão de acabamento e personalização, nos moldes de atendimento Millenium Capital, segmento Premium.
“Nosso objetivo é de ser um banco público sólido, moderno, ágil, eficiente e competitivo, protagonista do estímulo à atividade econômica”, afirmou o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, ao apresentar o novo pacote de benefícios para os servidores.
No encontro com parlamentares distritais ontem, o deputado Robério Negreiros (PSD), segundo secretário da Casa, anunciou a retirada do Projeto de Emenda à Lei Orgânica (Pelo) que objetivava desobrigar os servidores da CLDF a receberem seus salários pelo BRB. Segundo ele, a nova gestão do Banco trabalhou, efetivamente, para oferecer melhorias aos servidores.

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Ricardo Callado15/05/20192min

Por Yara Aquino

Hoje (5) é o último dia para renovar os contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do primeiro semestre de 2019. Para a renovação, os estudantes precisam validar as informações prestadas pelas instituições de ensino no Sistema Informatizado do Fundo de Financiamento Estudantil (SisFies).
Os contratos do Fies precisam ser renovados a cada semestre. O pedido de aditamento é feito inicialmente pelas instituições de ensino para depois ter as informações validadas pelos estudantes, no sistema.

Também encerra hoje o prazo para os estudantes estenderem o prazo de utilização do financiamento e pedirem a transferência integral de curso ou de instituição.

Caso a renovação tenha alguma alteração nas cláusulas do contrato, o estudante precisa levar a nova documentação ao agente financeiro (Banco do Brasil ou Caixa Econômica), para finalizar o processo.

Nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.

A estimativa do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação é de que neste semestre, cerca de 600 mil contratos sejam renovados.

O Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação.


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Ricardo Callado14/05/20195min

Hipertensão

No mês em que se comemora o Dia Mundial da Hipertensão, especialista faz alerta para os riscos que a pressão alta traz ao coração.

Doenças cardiovasculares estão entre a maior causa de morte entre os brasileiros. Segundo o Ministério da Saúde, por hora morrem 34 pessoas no Brasil vítimas de consequências de doenças relacionadas ao coração. Ao mesmo tempo, um em cada quatro adultos no país sofrem de hipertensão, que é considerado um dos maiores fatores de risco para doenças como infarto, arritmias e AVC. Para alertar sobre os riscos de ser hipertenso, comemora-se no dia 17 de maio o Dia Mundial da Hipertensão.

A hipertensão, popularmente conhecida como pressão alta, é uma doença que se caracteriza pelos altos níveis de pressão sanguínea nas artérias. “Quando o sangue exerce mais força do que deveria contra as paredes das artérias, o coração acaba tendo que exercer mais esforço para que o sangue seja distribuído pelo corpo. A distribuição errada pode desencadear sérios problemas”, explica Dr. Bruno Jardim, cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor).

Tem cura?

Infelizmente, a resposta é não. Porém, mesmo não tendo cura, a hipertensão tem tratamento e pode ser controlada. “O médico é quem vai decidir qual o melhor tratamento para cada paciente, pois cada caso é um caso, mas geralmente é medicamentoso”, aponta. O diagnóstico só pode ser feito por meio da aferição regular da pressão, que é recomenda-se fazer a cada um ano para pessoas com mais de 20 anos. Para indicar hipertensão, os valores devem ser iguais ou maiores que 140/90 mmHg (ou 14 por 9).

Por se tratar de uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas, deve-se tomar cuidado e ficar atento à prevenção. “Às vezes a hipertensão é hereditária, mas em muitos casos a simples adoção de hábitos saudáveis pode diminuir os riscos de ser acometido”, garante Dr. Bruno. Evitar alimentos muito gordurosos e com grandes quantidades de sal, praticar atividades físicas regularmente, para de fumar e moderar na bebida alcoólica são algumas das práticas que facilitam uma vida longe da pressão alta.

Hipertensão e o AVC

O acidente vascular cerebral, popularmente chamado de derrame, é uma resposta às contínuas agressões da pressão alta nas paredes dos vasos. Com o passar do tempo, as artérias da cabeça não conseguem se dilatar e correm o risco de entupimentos. Dentro desse quadro, os picos de hipertensão podem contribuir para que os vasos entupam ou até se rompam, deixando assim de levar suprimentos para os neurônios. Entre as consequências do AVC estão: alto índice de mortalidade, sequelas motoras e cognitivas.

Hipertensão e o Infarto

A hipertensão arterial aumenta o risco de desenvolvimento de diversas doenças cardiovasculares, uma das mais importantes é, sem dúvida, o infarto agudo do miocárdio. Com o aumento da pressão sanguínea dentro das artérias, o coração passa a trabalhar mais, engrossando a parede das artérias e, assim, dificultando a passagem de sangue. Essa falha na irrigação prejudica a oxigenação, sendo assim o músculo começa a trabalhar de forma excessiva para compensar essa “falha na irrigação”. Se o sangue não chega, partes do órgão morrem com a falta de oxigenação. E é assim que acontece o infarto.


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Ricardo Callado14/05/20194min

O chefe do Executivo visitou o recém-inaugurado Potiguar Caldos, em Planaltina. A rede emprega diretamente 850 pessoas

Por Jéssica Antunes 

O governador Ibaneis Rocha visitou o recém-inaugurado Potiguar Caldos de Planaltina na noite desta segunda-feira (13) acompanhado da equipe econômica do Governo do Distrito Federal (GDF). A rede brasiliense, que conta com 19 estabelecimentos no DF, emprega diretamente 850 pessoas. A intenção, segundo o chefe do Executivo, é enaltecer as iniciativas de empresários que contribuem na luta contra o desemprego na capital federal.

O 19º estabelecimento da rede — entre restaurantes, confeitarias e açougue — abriu as portas para a comunidade de Planaltina na última sexta-feira (10). Após um fim de semana com filas, a clientela foi especial. Além do governador, estiveram presentes o secretário de Fazenda, André Clemente, e o presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa. “Venho nessa noite marcar esse compromisso com o empresariado do bem, o empresário que quer empreender e gerar emprego no DF. Pra isso andamos acompanhados. Trouxemos a nossa equipe econômica para dar apoio a esse tipo de iniciativa”, afirmou o chefe do Executivo.

Bem recebido pela comunidade local, o governador distribuiu abraços, posou para fotos e recebeu demandas. Ele ainda conheceu a cozinha e fez questão de cumprimentar os funcionários. “Pode ter certeza que os empresários que quiserem investir no DF ou ampliar as suas redes vão ter apoio do governo em todas as suas iniciativas. Nossa meta é gerar emprego, gerar renda, tirar as pessoas das dificuldades e colocar Brasília de novo no rumo do crescimento”, disse.

Flávio Potiguar, o empresário por trás da rede, contou que o crescimento de Planaltina motivou a chegada do restaurante à cidade. Somente no local, são 140 empregos diretos. Até o fim do ano, revelou, novas unidades serão abertas em Sobradinho, Lago Sul e Gama, além de ultrapassar os limites do DF, chegando a Uberlândia (MG).

“O governo tem que contribuir, apoiar a iniciativa de empresários que mesmo em momentos de crise que o país passa tem coragem de colocar recursos, fazer investimentos, gerar emprego e renda”, valorizou o governador. Ibaneis Rocha enalteceu a história da rede, que começou como um pequeno quiosque e agora tem o plano de empregar 1,3 mil pessoas até o fim do ano, com inauguração de outras três unidades na capital.

(Com informações da Agência Brasília)

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Ricardo Callado14/05/20194min

A contadora de histórias Rúbia Mesquita comenta que ser Microempreendedora Individual foi importante quando precisou do salário maternidade, após o nascimento do filho

Rúbia Mesquita herdou a paixão pela arte de educar da mãe, educadora, e do pai, mágico e contador de histórias. Após 11 anos à frente de um programa de TV infantil na capital mineira, decidiu enfrentar um novo desafio: empreender. Ela começou a fazer shows em escolas, realizar cursos de contação de histórias para educadores e palestras motivacionais em empresas.

Em 2005, Rúbia se formalizou como Microempreendedora Individual para dar continuidade aos seus projetos de recreação e contação de histórias para o público infantil. “O MEI me ajudou bastante. É um modelo fácil, de baixo custo e sem muita burocracia. Foi superimportante para mim, já que me oferece a emissão de nota fiscal, que muitos clientes exigiam, e também proporciona o salário maternidade. Como eu tive meu filho em 2018, foi muito bem-vindo”, comenta a empresária.

Hoje, além de contar histórias em eventos, praças, escolas e trabalhar com cursos de capacitação para educadores e palestras para empresas, a empreendedora tem um canal de histórias e brincadeiras no YouTube com mais de sete mil inscritos e vídeos que possuem mais de 50.000 visualizações.

SEMANA MEI

De 20 a 24 de maio, o Sebrae promove simultaneamente, em todo o país, uma semana inteira com ampla programação digital e presencia. São oficinas, webinários, palestras, seminários e orientações técnicas, que têm como foco apoiar os MEI e os empreendedores interessados em se formalizarem como MEI.

O objetivo da iniciativa é oferecer subsídios para que os empresários possam agregar mais valor aos seus produtos e serviços e alcançar melhores resultados em seus negócios. Presencialmente, serão oferecidos atendimentos especializados, focados nas dificuldades e deficiências gerenciais e de competitividade dos microempreendedores individuais. Pela web, serão disponibilizadas dicas sobre gestão, crédito, finanças, marketing digital, benefícios de ser MEI, direitos e deveres, além de conteúdos específicos para alguns segmentos de maior volume do MEI como Alimentos e Bebidas, Beleza, Construção e Reforma, Energia, Saúde e Bem-estar, Turismo, Vestuário, Calçados e Bolsas.

Para saber mais, entre no site da Semana MEI 


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Ricardo Callado14/05/20194min

A Estrada Parque JK, na altura da DF-027 foi a primeira via inspecionada

Alunos do curso de Engenharia Civil do UniCEUB estão realizando atividades de inspeção e manutenção em rodovias do Distrito Federal. A iniciativa foi viabilizada por meio de convênio firmado entre a coordenação acadêmica do Centro Universitário, o Departamento de Estradas e Rodagens do Distrito Federal (DER-DF).

A Estrada Parque JK, na altura da DF-027 foi a primeira via inspecionada, na quarta-feira (8/5). O grupo formado por 30 estudantes iniciou o projeto fazendo levantamento da situação das pistas, analisando as placas de sinalização de trânsito e o funcionamento dos sistemas de escoamento de água da chuva. O trabalho foi todo fotografado e registrado no sistema eletrônico do DER e irá basear os pedidos de reparos das pistas.

Antes de partirem para o trabalho, todos foram treinados e orientados por professores e engenheiros do DER. De acordo com a coordenadora do curso, Maruska Tatiana, o projeto de extensão é uma oportunidade que vai agregar experiência ao currículo dos alunos: “É muito importante aplicar o que é abordado em sala de aula na prática. Estamos preparando esses futuros engenheiros para o mercado. É uma vivência que irá explorar bastante a capacidade dos envolvidos”.

Um dos participantes do grupo, o aluno Alex Barbosa de Brito ressalta que tem se discutido bastante em sala de aula que é muito mais vantajoso realizar manutenções do que reconstruir estruturas que perdem a funcionalidade. “Esse cuidado com as rodovias é essencial para os cofres públicos. A gestão deve ser baseada na prevenção, não só pela responsabilidade com a população, mas pela questão econômica mesmo”.

Maruska observa que muitas construções públicas no país não possuem um projeto de manutenção. “Esse trabalho é muito importante para o DF como um todo, ainda mais no contexto em que vivemos. Há milhares de obras no país que não são fiscalizadas e acabam apresentando graves problemas, impactando diretamente na segurança da população”, alerta. A atuação dos alunos será contada como estágio supervisionado e os grupos serão formados semestralmente.

Sobre o curso de Engenharia Civil

Focado na multidisciplinaridade, a graduação em Engenharia do UniCEUB prepara o aluno para as mais diversas áreas do mercado de trabalho. Além da plena capacidade de planejar e executar projetos de grande porte em construções, os estudantes saem habilitados a buscarem racionalizar os projetos preocupados com as novas tecnologias e a sustentabilidade do meio ambiente.


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Ricardo Callado13/05/20193min

Médico, enfermeiros e técnicos de enfermagem prestam assistência aos desabrigados pelo incêndio de domingo (12). A equipe avalia a situação de saúde de cerca de 40 pessoas, que estão em um abrigo na Administração Regional

Uma equipe de profissionais de Estratégia Saúde da Família, formada por médico, enfermeiros e técnicos de enfermagem está, nesta segunda-feira (13), na Administração Regional do Recanto das Emas para prestar toda a assistência necessária aos desabrigados pelo incêndio desse domingo (12). A equipe faz atendimentos para avaliar a situação de saúde de cerca de 40 pessoas que se encontram no local, além de expedir as receitas médicas necessárias e fazer a distribuição de medicamentos.

As demais famílias atingidas e que estão em casas de amigos e de parentes também podem receber auxílio no abrigo temporário, organizado na própria sede da administração da cidade, entre as quadras 206/300.

Ainda no domingo, a superintendente da Região de Saúde Sudoeste, Lucilene Florêncio, foi ao local acompanhada do governador Ibaneis Rocha. A superintendente afirmou que a Secretaria fará o que for possível para minimizar os danos à saúde da comunidade afetada.

Assistência
“Essa parcela da população vive em uma situação extremamente vulnerável. É nosso papel, enquanto agentes do Sistema Único de Saúde, levar saúde e um pouco de conforto e humanidade a essas pessoas o mais rápido possível”, disse Lucilene.

O trabalho iniciou pela triagem, identificando crianças, adultos, diabéticos, hipertensos. Em seguida, começou o atendimento para verificar a situação de saúde de cada um. “Como Região de Saúde, estaremos presentes na vida dessas famílias, de maneira efetiva. A equipe da saúde ficará toda a semana no abrigo”, informou o gerente de Planejamento, Monitoramento e Avaliação da Região de Saúde Sudoeste, Paulo Ricardo dos Ramos Cardoso.

Também serão feitas a atualização do cadastro, por parte dos Agentes Comunitários de Saúde, atualização do Bolsa Família, pesagem das crianças, atualização do cartão de vacinas, entrega de medicação, atualização de receitas médicas, inclusive psicotrópicos, e outras ações que deverão ser desenvolvidas conforme a necessidade.

*Com informações da Secretaria de Saúde


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Ricardo Callado13/05/20198min

Por Robert Goldman

Agir de forma preventiva para tratar a saúde é o resultado de anos de estudos do Dr. Robert Goldman (EUA).  O ex-atleta, cofundador e presidente do Conselho de Administração de Academia Americana de Antienvelhecimento é conhecido por se dedicar, há mais de três décadas, pela detecção precoce de doenças, a regeneração de células e a mudança no estilo de vida. Tudo isso combinado, resulta em maior longevidade com uma saúde plena tanto física quanto mental.

Goldman estará no Brasil entre os dias 31 de maio e 1 de junho para participar do evento World Pro Health Conference (WPHC), evento de padrão internacional sobre inovações em medicina integrativa e de precisão, biotecnologia e genoma. Na ocasião, falará sobre suas experiências e novos tratamentos para prolongar a vida humana. Para aquecer a discussão, ele adiantou cinco dicas de como podemos frear o envelhecimento ou ainda envelhecer de forma mais saudável.

  1. Hidratação e dieta saudável

Segundo Dr. Goldman, é preciso ingerir muita água para manter o corpo saudável. Ela desempenha funções essenciais na vida como: transporte e absorção de nutrientes pelas células; para os processos fisiológicos de digestão, absorção e excreção; regula a temperatura corporal; desempenha papel importante no sistema circulatório já que seu consumo adequado diminui a pressão sanguínea e reduz o risco de ataque cardíaco, além da desintoxicação do corpo. Segundo ele também é fundamental para evitar fadiga precoce durante a realização de atividade física e os músculos são energizados com mais eficiência.

A alimentação é um dos principais fatores para manter a máquina funcionando bem. Evitar gorduras, “fast foods”, reduzir a ingestão de carne vermelha e aumentar a de peixes. Importante também ficar atento ao modo de preparo do alimento. “Quanto mais natural, mais saudável para o corpo”, explica Dr. Goldman.

  1. Atividade física

A atividade física deve ser dividida em dois tipos fundamentais para manter o corpo jovem por mais tempo. O primeiro é o exercício aeróbico. “É preciso treinar o coração. Mantenha-o batendo pelo menos três vezes por semana. Isso melhora o nível cardiorrespiratório, faz com que queime calorias e aumente o ponto de ajuste do funcionamento do corpo, aumentando o termostato interno.”, explica.

Além disso, ele sugere a musculação ou treino de resistência com pesos. “Isso ajuda a manter a massa muscular média e a massa óssea, tornando a pessoa mais forte, fundamental à medida que elas envelhecem.”

  1. Evitar ou reduzir ao máximo o estresse

O especialista explica que o estresse é um verdadeiro assassino. “O trabalho duro nunca matou ninguém, mas o estresse sim. Na verdade, a questão é como as pessoas lidam com ele. Ninguém está imune a uma situação mais difícil para ser resolvida. As pessoas precisam dar um passo atrás quando estão em uma situação realmente estressante e começar a se questionar como pode tornar sua vida mais feliz.” A forma de encarar a vida é de extrema importância para envelhecer bem. “Aproveite os momentos de romance, com a família e amigos para reduzir o estresse e aumentará suas experiências de vida.”, afirma Dr. Goldman.

  1. Colocar o cérebro para treinar também

Você sabia que o cérebro é como um músculo que você usa ou perde? Sendo assim, o Dr. Goldman recomenda o treinamento dele como se fosse um músculo. “Antes, pensávamos que ele era muito parecido com um hardware de um computador. No entanto, ele é muito plástico, móvel e, por isso, quanto mais for usado, mais forte ele fica e, consequentemente, a pessoa também.”

  1. Suplementação nutricional

O especialista defende que devemos combinar a dieta nutricional com atividade física, estilo de vida, controle do estresse e, finalmente, incluir a suplementação nutricional. “Sou um grande fã de suplementos nutricionais, porque é muito eficiente para complementar o que a pessoa consegue por meio somente da alimentação. Podemos suplementar desde a vitamina C, uma vez que a ingestão de frutas não será suficiente para a recomendação diária da mesma até mesmo de proteína, no qual é possível constituir músculos adicionais. Assim é possível aumentar a resistência imunológica e mudar o jeito em que está vivendo, prologando sua vida de forma saudável e sustentável”, finaliza  Goldman.

Robert Goldman é ex-atleta, recordista mundial por mais de 20 vezes e listado no Guinness Book. Cofundador e presidente do Conselho de Administração da Academia Americana Antienvelhecimento, se dedica, há mais de 30 anos a obter uma detecção precoce de doenças e aumentar eficácia no tratamento, regeneração e mudança de estilos de vida.

Serviço

World Pro Health Conference (WPHC)

Programação: https://www.wphc.com.br/

Datas: 31 de maio e 1º de junho de 2019

Local: World Trade Center – Av. das Nações Unidas, 12551, 17º andar, Brooklin Novo, São Paulo (SP)


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Ricardo Callado13/05/201911min

Os dados estão na publicação Professores do Brasil

Por Elaine Patricia Cruz

O aumento da demanda por docentes com curso superior impulsionou os candidatos a professores no país a buscarem essa capacitação em cursos mais rápidos ou em programas de formação de docentes simplificados. Eles têm procurado também o ensino a distância, sem forte regulação e monitoramento. Os dados estão na publicação Professores do Brasil, que foi lançada esta semana, em São Paulo, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil e a Fundação Carlos Chagas (FCC).
O livro Professores do Brasil, que trata dos desafios na formação de docentes no país, é o terceiro de uma série que fornece amplo panorama da docência: formação, trabalho e profissionalização. Ele foi produzido a partir do projeto Cenários da formação do professor no Brasil e seus desafios. A publicação é resultado de estudos feitos pelas pesquisadoras Bernardete A. Gatti, Elba Siqueira de Sá Barretto e Patrícia Albieri de Almeida, da Fundação Carlos Chagas; e Marli Eliza Dalmazo Afonso de André, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC).

O material mostra ainda o perfil do estudante de licenciatura no país, ressaltando pontos importantes. Por exemplo, os estudantes da docência têm renda mais baixa que os de outras licenciaturas: cerca de 61,2% dos estudantes, de 2014, tinham renda de até três salários mínimos. E, desse total, um em cada quatro estudantes tem renda salarial de até 1,5 salário mínimo.

“Do início deste século para agora, eles [estudantes de licenciatura] se tornaram mais pobres, provenientes de família com menos instrução”, disse Elba Siqueira de Sá Barretto, professora da Universidade de São Paulo e pesquisadora e consultora da Fundação Carlos Chagas, em entrevista à Agência Brasil. “Entre os estudantes de licenciatura, em torno de 42% têm pais que fizeram apenas o primário incompleto. Só 9% desses estudantes têm pais com nível superior”, acrescentou. “Essa é uma tendência. Cada vez mais o magistério no Brasil está sendo procurado pelos segmentos mais empobrecidos. E essa tendência ficou mais clara, mais acentuada”, disse.

Outro aspecto indicado na pesquisa, é o número de mulheres, que conclui as licenciaturas, ser maior que o de homens e negros a maioria entre os estudantes. [A presença de negros na licenciatura passou de 35,9% em 2005, para 51,3% em 2014]. “De 14 cursos de licenciatura [segundo dados do Enade], em 11 deles havia 50% ou mais de alunos negros ou pardos. E todos os cursos de licenciatura também têm índios representados, embora em pequenas proporções”, informa Elba.

“Eles [estudantes de licenciatura] já eram alunos mais pobres. Esse não é um fenômeno brasileiro, acontece em vários países da América Latina, desde os anos 2000. Muitos dos alunos de licenciatura são os primeiros a chegar ao Ensino Médio e ao Ensino Superior”.

De acordo com a pesquisadora, a licenciatura é também um curso predominantemente feminino. “Mas percebemos recentemente que as matrículas dos homens está aumentando”, disse, acrescentando ainda que, a maior parte desses estudantes de licenciatura não só estudam: “Eles estudam e trabalham e ainda mantém a família”. Para Elba, isso significa o quanto é necessário trabalhar para poder estudar.

O estudo constatou também um envelhecimento no perfil dos licenciandos: a presença de jovens entre 18 e 24 anos que fazem licenciatura passou de 34,7% em 2005 para 21% em 2014.

Esses fenômenos decorrem, segundo a pesquisadora, entre outras razões, por causa do estabelecimento da Lei de Cotas. “Houve também financiamento desses cursos privados e a abertura de muitas vagas nas instituições públicas para que eles pudessem fazer o Ensino Superior”, acrescentou.

Exigência de curso superior

Desde a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases (LDO 9.394), em 1996, passou a ser exigido no país que todo docente tenha certificação superior. No entanto, em 2016, ainda havia 34% de professores da educação infantil e 20% do ensino fundamental sem a titulação. Nos anos finais, a proporção de não graduados somou 23%. No Ensino Médio, a proporção de docentes não titulados equivalia a 7%.

Matrículas

Ainda segundo o livro, as matrículas para a licenciatura passaram de 659 mil alunos, em 2001, para 1,5 milhão em 2016. O número exato de alunos matriculados, em 2016, em cursos de licenciatura no país somava 1.524.329, sendo que 579.581 estavam em escolas públicas e 944.748 (62% do total) nas privadas. Desse total, 882.749 faziam licenciatura em cursos de ensino presencial e, o restante, 641.580, por meio de cursos a distância.

“Esse foi um período [após o ano 2000] em que os países da América do Sul e da América Latina tiveram algumas condições muito favoráveis para o seu desenvolvimento. Uma crise nos países do Norte favoreceu muito os nossos países que são exportadores de commodities. Então, o PIB cresceu, houve um desenvolvimento econômico grande”, disse Elba. “As licenciaturas foram uma das formações de nível superior que foram privilegiadas nesse período”, acrescentou.

Das 2.228.107 de vagas oferecidas em cursos de licenciatura no país em 2016, 1.990.953 (ou 89,4% do total) eram disponibilizadas pelo setor privado. O total de vagas ociosas atingiu 1.632.212 e cerca de 94,3% se referiam ao setor privado. O total de ingressantes somou 595.895 em 2016, sendo que 75,8% ingressaram em cursos fornecidos pelo setor privado, de acordo com o levantamento.

“Quase 2 milhões das vagas estão no setor privado, sendo apenas 10,6% oferecidas pelo setor público. Em contrapartida, são as reduzidas vagas do setor público disputadas por mais de 1,6 milhão de estudantes, ou seja, pela maior parte dos candidatos que postulam a entrada em curso superior (58,2%), atraídos, sobretudo, pela melhor qualidade que costuma ser socialmente imputada a esses cursos, pela sua gratuidade, ou por ambas as razões”, diz ainda a publicação.

Evasão

O estudo constatou ainda que é grande a quantidade de vagas oferecidas no ensino superior para licenciatura (2,2 milhões de vagas), mas limitado o número de ingressantes (595 mil em 2016). Deste total de vagas, 1,9 milhão se refere a vagas no ensino privado. A explicação para esse fenômeno é o fato de os alunos buscarem o ensino superior privado por causa do aumento de subsídios públicos para o setor, pelas baixas mensalidades, pela modalidade de ensino a distância, pela maior oferta de cursos no período noturno e pela menor concorrência em relação às vagas disponíveis.

Cerca de 39% das vagas nas instituições públicas não foram ocupadas. No setor privado, as vagas ociosas ultrapassaram 1,5 milhão em 2016. Segundo a pesquisa, isso decorre, no caso do setor público, do apoio escasso aos alunos que dela necessitam e também da dificuldade em modificar a estrutura e o modo de funcionamento dos cursos. Do total de alunos que ingressou nas licenciaturas em 2013, metade deles concluem o curso.

“O ideal seria oferecer menos vagas, mas garantir condições de apoio para os alunos que passam por um vestibular difícil permanecer nos cursos superiores até a formatura”, explicou a pesquisadora. Esse apoio, segundo Elba, não se resume a oferecer condições financeiras ou suporte financeiro melhor, mas compreende também a elaboração de um currículo mais adequado e acompanhamento mais sistemático.

Para a pesquisadora, entre as conclusões possíveis sobre os vários retratos que foram apresentados na publicação é a necessidade de repensar alguns gastos que são feitos no Ensino Superior e também a qualidade do que está sendo oferecido. “Também precisamos rever as metas de crescimento do Ensino Superior. Não tem aluno suficiente sendo formado no Ensino Médio. O Ensino Médio está muito ainda precarizado”, disse.


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Ricardo Callado13/05/201910min

Ferramenta gratuita busca o valor máximo permitido, o valor justo e as colaborações de outros usuários da região. Plataforma nasceu em Brasília há um ano e já tem mais de meio milhão de usuários ativos

O reajuste de 4,33% no valor dos medicamentos, anunciado pelo governo federal no fim de março,  acendeu um alerta vermelho aos consumidores, que gastam, em média, R$ 138 na compra de remédios segundo a pesquisa da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL). Para driblar os farmacêuticos com cifras abusivas, empreendedores de Brasília desenvolveram um aplicativo gratuito para os smartphones. É o MediPreço, que auxilia na busca e comparação de preços nas principais farmácias do país. Desde a sua ativação, a ferramenta já gerou quase 3 milhões de reais de economia ao bolso dos brasileiros.

Com mais de 800 mil pesquisas realizadas e 600 mil usuários ativos em 427 municípios, o aplicativo tem se tornado um sucesso por funcionar de forma simples e objetiva. Para usá-lo é simples: basta fotografar o código de barras ou pesquisar o nome do medicamento e compartilhar por quanto comprou com a comunidade. O sistema  busca o valor máximo permitido, o valor justo (algoritmo que realiza a média dos preços informados) e as colaborações de outros usuários da região, já que possui a geolocalização. Também é possível realizar a busca por meio do nome do remédio de referência ou genérico.

“A comunidade virtual e colaborativa chegou para auxiliar os brasileiros que precisam de medicamentos com preços acessíveis e muitas vezes se encontram em uma situação de fragilidade, seja por sua doença ou pela dificuldade em comprar o remédio que precisa. Por isso, a ferramenta é gratuita e está disponível na palma da mão para auxiliar de forma ágil e eficiente na hora da compra”, explica o CEO da empresa, Alexandre Máximo.

A pesquisa da CNDL revela ainda que a maioria dos consumidores (62,2%) tem o hábito de fazer pesquisa de preço, sendo que 28,6% fazem diretamente nas farmácias. “Acreditamos que todos deveriam fazer pesquisa de preço, mas talvez não façam porque não era algo simples. Agora, com a possibilidade de fazer pelo celular, a tendência é que mais pessoas criem o hábito, afirma o criador do MediPreço. Além das pesquisas nos estabelecimentos, 17,2% fazem pesquisas online ― com maior frequência entre os jovens de 18 a 34 anos (23,3%) e respondentes das classes A e B (26,4%) ― e 11,2% buscam por menores preços em folhetos de propaganda.

Benefícios e inovação- Uma outra modalidade do app contempla descontos de até 99% nas drogarias da Drogafuji do Distrito Federal. Para isso, o usuário precisa aderir à versão paga da ferramenta. Os beneficiários dos convênios podem adquirir, por exemplo, descontos em um remédio para gastrite. Nesse caso, o Omeprazol sairia a R$ 2,68 sendo que o preço justo seria R$ 6,47 e o preço máximo de R$ 113,44.

Até o final do ano, estão previstas melhorias na comunidade virtual com a criação de uma rede social entre os usuários e a possibilidade da compra de medicamentos direto com entrega em domicílio. Com  mais de 90 mil avaliações e 250 mil preços consultados, o MediPreço está disponível, gratuitamente, no Google Play ou na App Store.

Dados

De acordo com a pesquisa da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, o gasto médio com medicamentos de uso regular é de R$ 138 por mês e a maioria dos brasileiros optam por medicamentos genéricos. Esta média aumenta para R$ 194,97 entre pessoas acima de 55 anos. A pesquisa revela ainda que mais de um quarto da população (26,6%) faz uso de remédios contínuos ou periódicos ― com maior frequência entre as classes A e B (31,8%) e à medida que aumenta a idade do entrevistado. Entre essas pessoas, a maioria paga pelo próprio medicamento (51,3%) ― principalmente aqueles com idade entre 18 e 34 anos (64,0%) e das classes A e B (68,1%) ―, outros 42,9% recebem o medicamento pelo SUS ― sobretudo entre as classes C, D e E (48,6%) ― e 5,9% têm o medicamento pago por terceiros.

Passo a passo

1° Baixe o App Medipreço, no Google Play ou na App Store

Crie uma conta gratuita

2° Pesquise pelo nome do seu remédio ou pelo código de barras

Digite no campo de busca o nome do remédio desejado

3° O melhor preço

Veja o melhor preço do seu remédio

4° Ajude a comunidade

Ajude a comunidade a economizar informando o preço que você encontrou e em que farmácia

Mais informações em: https://www.medipreco.com.br/app/store.html



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