Arquivos Educação - Página 2 de 41 - Blog do Callado

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Ricardo Callado01/05/20192min

Por Paula Laboissière 

A partir de amanhã (2), instituições públicas de educação superior já podem aderir à edição do segundo semestre de 2019 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O prazo para formalização da adesão vai até as 23h59 do dia 10 de maio e deve ser feita exclusivamente pela página eletrônica do Sisu Gestão.
O Sisu é um sistema informatizado do Ministério da Educação pelo qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas a candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Podem concorrer às vagas do segundo semestre deste ano estudantes que fizeram o Enem 2018 e obtiveram nota acima de zero na prova de redação.Os candidatos se inscrevem no processo seletivo em até duas opções de vaga, especificando, em ordem de preferência, as opções em instituição de educação superior participante, com local de oferta, curso e turno, e a modalidade de concorrência. Serão considerados selecionados os classificados dentro do número de vagas ofertadas em cada curso, por modalidade de concorrência.


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Ricardo Callado01/05/20194min
Iniciativa beneficiará 64.652 estudantes e deve injetar cerca de R$ 20 milhões na economia do DF em 2019
 
O Banco de Brasília participou, nesta terça (30), da solenidade de lançamento do Cartão Material Escolar (CME) 2019. O evento foi realizado no Centro de Ensino Fundamental 213, de Santa Maria, e contou com a presença do presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, do governador do DF, Ibaneis Rocha, e de autoridades do Governo do Distrito Federal.
 
A iniciativa da Secretaria de Educação beneficiará 64.652 estudantes, conforme o cadastro do Bolsa Família no DF, e deve injetar cerca de R$ 20 milhões na economia da cidade em 2019. Serão repassados, anualmente, R$ 320 para 55.882 estudantes do Ensino Fundamental e R$ 240 para 8.770 matriculados no Ensino Médio.
 
“Essa é mais uma ação do início do processo de fortalecimento do papel do BRB como protagonista do desenvolvimento econômico e social do DF”, destaca o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Além de emitir 40,8 mil cartões, o Banco também vai disponibilizar maquinetas de cartão específicas para todas as papelarias credenciadas no projeto, suspenso há três anos.
 
Como funciona o projeto
Cada família beneficiada receberá apenas um cartão, ainda que tenha mais de um filho beneficiado. Nesses casos, o cartão será entregue na escola do filho mais novo. A compra dos materiais escolares poderá ser feita a partir do dia 02 de maio, nas papelarias credenciadas. O cartão vai funcionar somente na função de débito, para esta finalidade específica.
O credenciamento das lojas teve início ontem (29), pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, e encerra-se no próximo dia 08/05. A lista completa das papelarias credenciadas está disponível no site do BRB www.brb.com.br > Para você > Serviços ao Cidadão > Programa Cartão Material Escolar.

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Ricardo Callado30/04/20195min

Papelarias estão sendo credenciadas até 6 de maio. A partir de quinta-feira (2/5), pais vão poder adquirir o material nos estabelecimentos

Ian Ferraz e Renata Moura
Com o pátio lotado de pais e alunos, o Centro de Ensino Fundamental 213 de Santa Maria recebeu a visita do governador Ibaneis Rocha na manhã desta terça-feira (30/4). O chefe do Executivo esteve na escola para entregar simbolicamente os primeiros cartões material escolar. O benefício é destinado à 40.857 famílias de baixa renda cadastradas no programa Bolsa Família.

“O projeto dá dignidade para as famílias do DF no projeto educacional. Quem transformou a vida com o estudo, como eu tive oportunidade, sabe a dificuldade que é colocar o filho para estudar. Vamos melhorar e transformar a vida das pessoas pela educação”, disse Ibaneis Rocha.

O investimento total do governo com a iniciativa é de R$ 19,9 milhões para atender 64.652 estudantes, conforme o cadastro do Bolsa Família no DF do mês de janeiro. Serão repassados R$ 320 para 55.882 estudantes do ensino fundamental e R$ 240 para 8.770 matriculados no ensino médio.

Para o secretário de educação, Rafael Parente, a medida é uma forma de “dar a oportunidade de [o aluno] comprar seu próprio material escolar, de escolher, estimula inclusive no dia a dia dos estudos”.

Benefício

A dona de casa Renata Rosa dos Santos Silva recebeu o cartão das mãos do governador. Ela foi beneficiada com R$1.040 por ter três crianças no ensino fundamental e uma no nível médio. “Vou correndo comprar as mochilas e cadernos que estão faltando”.

Maria Domingues, 51 anos, também ficou muito feliz em receber o benefício. Agora, poderá adquirir a mochila do filho Weskley, 12 anos. “Desta vez foi bom demais. Com o valor de R$ 240 vai dar para comprar a lista quase toda. Nos outros anos a gente mal comprava os cadernos”, afirmou.

Os valores deverão ser utilizados exclusivamente para a aquisição de material escolar, conforme as listas distribuídas nas instituições de ensino. Entre os itens permitidos estão mochilas, cadernos pautados e cadernos para desenho, dicionários e agendas. Ao todo, são 24 produtos para estudantes do ensino fundamental e 20 para os do ensino médio.

O material poderá ser adquirido exclusivamente nas papelarias cadastradas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Cerca de 200 estabelecimentos já foram credenciados. A lista com nome e endereço está disponível no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (WWW.SDE.DF.GOV.BR).

Livros didáticos em 15 dias

O problema da falta de livros didáticos em 260 escolas da rede pública deve ser resolvido nos próximos 15 dias com a entrega de 77 mil livros didáticos pela Secretaria de Educação até meados do próximo mês. A distribuição vai ter início preferencialmente para as primeiras turmas do ensino fundamental.

Do total, 31 mil livros virão da reserva técnica do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Outros 46 mil estão sendo impressos pela Subsecretaria de Educação Básica (Subeb) e serão entregues nos próximos dez dias.


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Ricardo Callado27/04/20195min

Secretaria de Educação vai levar estudantes das quatro escolas de gestão compartilhada para conhecer de perto o ensino militarizado

Por Renata Moura

Eram 5h30 desta sexta-feira (26), quando os primeiros alunos do Centro Educacional nº 7 de Ceilândia começaram a chegar para uma atividade extraclasse. Uma turma de 30 estudantes foi selecionada e embarcou na primeira visita da gestão compartilhada ao Colégio Militar de Brasília (CMB). Iniciativa da Secretaria da Educação, o passeio tem como objetivo mostrar na prática a dinâmica do ensino militar.

“Esperamos despertar nos alunos referências, exemplos, para que se espelhem, principalmente, em relação à disciplina, uniformes e formação”, explicou o secretário-adjunto de Educação, Mauro Oliveira, que fez questão de participar da visita.

A meta, explica ele, é estender os passeios aos colégios militares Tiradentes, da Polícia Militar; e o Dom Pedro I, do Corpo de Bombeiro Militar do DF. “Ao longo do ano, queremos trazer grande parte dos mais de 6 mil alunos da gestão compartilhada para ter essa vivência; depois, os pais dos alunos também”, prevê.

Na visita, os alunos de Ceilândia acompanharam a cerimônia de premiação das Olimpíadas Canguru de Matemática do CMB. Depois, visitaram as instalações do colégio, conheceram o conjunto de uniformes diários e de gala dos estudantes do ensino militar, bem como a dinâmica das avaliações e as regras. Por fim, durante bate-papo com os organizadores do evento, esclareceram dúvidas gerais.

Entusiasmo

“Eu acho bonitas demais essas roupas. Estou ansiosa para usar o meu uniforme”, disse Keyla Dias, 15 anos, estudante do primeiro ano do ensino médio. Ela sonha em ser engenheira mecânica e está estudando muito para essa conquista. “Estou feliz em vir aqui e ver tudo isso. Sou apaixonada pela carreira militar. Um dia serei engenheira do Exército ou da Aeronáutica”.

A diretora do CEd 7, Adriana Rebelo, destacou que o passeio é algo inovador que precisa ser estimulado.  “São bons exemplos. Eles vivem uma realidade bem diferente em outro tipo de escola pública, mas conhecer de perto o desempenho do Colégio Militar é motivador e gera uma esperança, cria uma expectativa de que as coisas vão melhorar para nossa escola também”, avaliou.

Planejando o futuro

Pedro Lima de Souza, 16 anos, se mostrou confiante nos benefícios futuros para o CEd 7. “As brigas diminuíram e as coisas estão mais organizadas”, observou. “Os professores estão conseguindo passar todo o conteúdo. A gente sente que as coisas estão mudando”. Na visita ao CMB, o jovem era um dos mais atentos às apresentações dos comandantes.

O estudante pretende fazer o Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília (PAS) no fim deste ano. Quer ser advogado, mas já se debruça elaborando estratégias para um plano B. “Faço um curso de enfermagem à tarde, porque, se acabar o ensino médio e eu não passar na UnB [Universidade de Brasília], posso pagar uma faculdade particular de direito”, conta.

Pedro avalia que o clima entre os estudantes é de empolgação. “É claro que no começo todo mundo estranhou. Foi difícil a relação com os militares, mas agora, aprendemos que o respeito tem mais valor. É só ir lá na escola, que você vai ver”, assegura.


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Ricardo Callado26/04/20199min

Especialista em inovação indica empresas que estão se destacando no cenário de transformação digital do setor

Em 2018, um mapeamento da Associação Brasileira de Startups identificou no país 364 edtechs, empresas especializadas no desenvolvimento de soluções inovadoras para educação. Essas startups, cujas receitas crescem em média 20% ao ano, vêm buscando responder a demandas de um setor que passa por aceleradas transformações, provocadas por fatores como o avanço tecnológico e as mudanças no mercado de trabalho.

Uma pesquisa publicada pela Pearson no ano passado mostrou que o YouTube está entre as formas favoritas de aprendizagem de jovens com idades entre 14 e 23 anos, uma geração cujas preferências de aprendizagem estão intimamente ligadas à tecnologia. Outro estudo da Pearson, em parceria com a Universidade de Oxford e a Nesta, concluiu que apenas 10% das pessoas estão em ocupações com alta probabilidade de aumentarem sua demanda por profissionais até 2030, e que as chances de empregabilidade dependerão da capacidade dos sistemas educacionais de ajudarem os futuros trabalhadores a desenvolverem habilidades como criação de estratégias de aprendizagem e resolução de problemas complexos.

“Nós não estamos mais aprendendo e ensinando como antes”, avalia Vincent Bonnet, gerente de Inovação da Pearson no Brasil. “Como muitas outras áreas, a educação está passando por uma transformação digital que afeta não somente as ferramentas e os processos, mas também os comportamentos dos educadores e dos alunos. As startups prosperam nesse cenário porque são empresas flexíveis, com facilidade para inovar e se adaptar a novos desafios, respondendo rapidamente às novas demandas que surgem no setor”.

Abaixo, Vincent Bonnet indica sete startups brasileiras que estão acompanhando essa transformação e olhando para o futuro da educação. “É uma tarefa desafiadora selecionar apenas algumas em um universo que, felizmente, está cada vez mais vasto, com empresas novas surgindo a todo instante”, ressalta o especialista. “No entanto, acredito que esta lista traga alguns bons exemplos de startups, em diferentes níveis de maturidade, que vêm se destacando pela originalidade e inovação”.

Geekie

Fundada em 2011, a Geekie parte do princípio de que cada pessoa aprende de um jeito diferente para desenvolver ferramentas digitais de ensino personalizado. Os aplicativos e plataformas criados pela startup ajudam escolas a adaptarem seus conteúdos às necessidades de cada aluno, por meio de tecnologias que realizam diagnósticos individualizados, elaboram planos de estudo e ajudam professores a acompanharem a evolução do estudante. A Geekie é uma das duas edtechs brasileiras listadas no Global EdTech Landscape 3.0, mapeamento realizado pela Navitas que mapeou e classificou mais de 2000 startups em todo o mundo.

Descomplica

Assim como a Geekie, também foi fundada em 2011 e está listada no Global EdTech Landscape 3.0. Nasceu e cresceu como uma plataforma online de preparação para o Enem e os principais vestibulares do país. Passou a diversificar sua atuação a partir de 2016, desenvolvendo cursos a distância também para áreas de concursos, apoio escolar e para estudantes universitários, além de uma variada gama de pós-graduações. Em março do ano passado, anunciou o recebimento de um impressionante aporte de 54 milhões de reais em uma rodada de investimentos.

Me Salva!

Também oferece aulas online para vestibular e Enem, além de reforço para Ensino Médio, preparação para concursos e conteúdos para Ensino Superior nas áreas de Engenharia, Ciências da Saúde e Negócios. A Me Salva! aposta em um modelo de videoaula em que o aluno só vê as mãos do professor escrevendo e desenhando, para ajudá-lo a se concentrar melhor nos estudos. Em 2014, foi selecionada para participar do programa de aceleração da Fundação Lemann.

Veduca

Muito se fala sobre as habilidades do século XXI, mas ainda são poucas as iniciativas educacionais focadas em ajudar a pessoas a desenvolverem as competências consideradas essenciais para a vida em sociedade e o mercado de trabalho do mundo contemporâneo. A Veduca faz exatamente isso. Com cursos baseados em videoaulas e materiais complementares, a plataforma busca contribuir para o desenvolvimento humano, ajudando seus usuários a trabalharem habilidades como liderança, comunicação, diversidade e produtividade. Com preços acessíveis, a Veduca se define como um negócio social, ou seja, uma empresa que, ao mesmo tempo em que visa o lucro, busca contribuir para solucionar um problema social.

Tamboro

Mirando no Ensino Superior e no mercado corporativo, a Tamboro também aposta no desenvolvimento de habilidades do século XXI para ajudar profissionais a melhorarem seu desempenho e se destacarem em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Seus cursos online utilizam ferramentas de gamificação e oferecem atividades colaborativas para que o usuário trabalhe competências como trabalho em equipe, liderança e resolução de conflitos internos. Este ano, a Tamboro foi uma das 79 startups selecionadas para o BNDES Garagem, programa de aceleração e criação do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social.

Eduk

Nasceu em 2013 com o propósito de ajudar pessoas a empreenderem e viverem do que amam fazer. A startup, que tem o técnico de vôlei Bernardinho entre seus fundadores, mantém uma plataforma com mais de 1700 cursos online em oito áreas: Gastronomia, Beleza, Moda, Fotografia, Artesanato, Negócios e Odontologia. Há três opções de assinatura anual com mensalidades de baixo custo, mas também é possível assistir gratuitamente a reprises de cursos que tenham sido lançados há mais de três meses.

Kanttum

Diferente das outras startups desta lista, que têm foco em quem aprende, a Kanttum cria ferramentas tecnológicas para desenvolver quem ensina. Surgiu em 2014, inicialmente com a proposta de oferecer uma solução fácil para gravação e uploads de aulas, de forma que alunos pudessem vê-las posteriormente. No entanto, logo a empresa enxergou oportunidade de suprir uma outra demanda: a de formação continuada de professores. Foi assim que a startup criou o TeachGrowth, plataforma por meio da qual o profissional pode gravar e armazenar suas aulas, assisti-las em exercícios de autorreflexão, receber orientação de mentores, líderes e outros professores e ter acesso a uma trilha de formação personalizada, desenvolvida em conjunto com a instituição onde trabalha.


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Ricardo Callado23/04/20195min

Os atendimentos ocorrem das 19h30 às 22h, por ordem de chegada, no térreo do bloco A do Uniceplac, localizada no Gama

Segundo dados da Receita Federal, mais de 13 milhões de contribuintes ainda não apresentaram declaração de Imposto de Renda 2019, cujo prazo se encerra no próximo dia 30. No Distrito Federal e em Goiás, aqueles que fazem parte desse universo podem contar com um importante auxílio. Trata-se do grupo de professores e de alunos do curso de Contabilidade do Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos – Uniceplac que oferecem orientação gratuita para preenchimento da declaração.

Os atendimentos ocorrem às sextas-feiras, das 19h30 às 22h, no térreo do bloco A do Centro Universitário, por ordem de chegada, sem necessidade de agendamento. O último deste, portanto, será realizado no próximo dia 26, com expectativa de presença de mais de 25 contribuintes. “Desde março, quando iniciamos os atendimentos, já recebemos uma média de 50 pessoas. Como muitos deixam para última hora, acreditamos que a demanda maior será, de fato, no último dia”, declara Rosa Diná, coordenadora do curso de Contabilidade da Uniceplac.

Para tirar dúvidas e auxiliar os contribuintes no preenchimento da Declaração, são disponibilizados cerca de 15 alunos, que prestam os esclarecimentos sob a supervisão da professora e contadora Antônia de Maria. Os principais questionamentos do público, segundo a coordenadora, se referem à documentação necessária, aos tipos de despesas dedutíveis, a quem pode ser declarado como dependente e a como declarar imóvel financiado.

Iniciado em 2018, o projeto de atendimento gratuito com foco na Declaração de Imposto de Renda visa, além de prestar assistência à comunidade onde o Uniceplac está inserido, despertar em professores e alunos o espírito do voluntariado, e fazer com que estes coloquem em prática o que aprenderam em sala de aula. “É uma iniciativa em que todos saem ganhando, especialmente a comunidade, por ter a oportunidade de ser orientada corretamente, e de forma gratuita, em um assunto tão importante”, ressalta Rosa.

Serviço

Orientação sobre Imposto de Renda

 

Dia: 26 de abril de 2019

Horário: das 19h30 às 22h*

Onde: Uniceplac (Térreo do Bloco A, na sala do Vestibular Agendado)

Informações: (61) 3035-3955

 

*Atendimento por ordem de chegada

 

 

Sobre o Uniceplac – Fundado há mais de três décadas por Apparecido dos Santos, o Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos – Uniceplac tem seu perfil caracterizado pela perseverança em proporcionar educação com altos padrões de qualidade, o que já lhe garantiu nota máxima no MEC. O Centro possui 25 cursos de graduação, sendo estes: Administração, Arquitetura e Urbanismo, Design de Interiores, Ciências Contábeis, Direito, Educação Física (Bacharelado e Licenciatura), Enfermagem, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia de Software, Estética e Cosmética, Farmácia, Fisioterapia, Gastronomia, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Pública, Letras Português, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Pedagogia, Radiologia e Sistema de Informação.


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Ricardo Callado22/04/20193min

IESB assinou parceria com a Ordem para a produção de pesquisas e relatórios sobre o gasto público do DF

O Centro Universitário IESB assinou na quarta-feira (17) uma parceria com o Observatório de Gastos Públicos da OAB/DF. A Instituição participará de pesquisas e análises que visam a monitorar a gestão do dinheiro público do Distrito Federal. A iniciativa foi apresentada durante debate que contou com a presença do presidente da OAB/DF e professor do IESB, Délio Lins e Silva, e do controlador-geral do DF, Aldemário Araújo Castro.

“O Observatório de Gastos Públicos é uma parceria entre a sociedade civil, a OAB/DF e o governo para que o maior beneficiário dessas informações de orçamento – o cidadão de Brasília – possa acessá-las de maneira mais fácil”, disse o presidente do Observatório e professor do IESB, Rui Piscitelli.

O acordo foi assinado pela reitora da Instituição, Profa. Eda Machado, e estabelece a participação dos estudantes professores de Direito em projetos de pesquisa para criar relatórios e informativos sobre os gastos públicos do Distrito Federal. O conteúdo produzido será publicado no site da OAB/DF.

“É papel da Ordem ser parceira das instituições para que possamos fazer algo de bom e de relevante para a sociedade”, disse Délio Lins e Silva. “A ideia do Observatório é instigar o poder público a ser transparente e mostrar aos cidadãos como e onde esse dinheiro é gasto”, continuou.

O controlador-geral do DF, Aldemário Araújo Castro, disse no evento que a iniciativa é muito bem-vinda e que a criação de mecanismos que aumentem a transparência dos gastos públicos é um passo importante para uma gestão mais eficiente.

“Não confiem em salvadores da pátria que dizem que vão resolver os problemas rapidamente. Questões complexas precisam de soluções complexas também”, disse o controlador. “A única forma de resolver os problemas que existem hoje no controle dos gastos públicos do DF é criar mecanismos estruturais que os ataquem. O nosso compromisso é entender e enfrentar essas questões”, finalizou.


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Ricardo Callado20/04/20198min

Por Mariana Tokarnia

O Ministério da Educação (MEC) está finalizando um caderno que explicará as diretrizes, os princípios e os objetivos da Política Nacional de Alfabetização (PNA). A intenção é que as escolas passem a alfabetizar as crianças no primeiro ano do ensino fundamental, ou seja, geralmente aos 6 anos de idade.
A orientação está em decreto publicado no último dia 11 no Diário Oficial da União. A política prevê ajuda financeira e assistência técnica da União para os municípios que aderirem ao programa, a elaboração de materiais didático-pedagógicos para serem usados nas escolas e o aumento da participação das famílias no processo de alfabetização dos estudantes.

A ênfase da alfabetização no primeiro ano é uma das novidades. Em 2017, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que define o mínimo que os estudantes devem aprender a cada etapa de ensino, estipulou que as crianças fossem alfabetizadas até o 2º ano do ensino fundamental, ou seja, geralmente aos 7 anos.

Pelo Plano Nacional de Educação (PNE), lei 13.005/2014, as crianças devem ser alfabetizadas, no máximo, até o final do 3º ano do ensino fundamental, ou seja, aos 8 anos de idade.

Elevar os índices de alfabetização é uma das prioridades do governo e a definição da política uma das metas dos 100 dias de governo. De acordo com os últimos dados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), aplicada em 2016, mais da metade dos estudantes do 3º ano do ensino fundamental apresentaram nível insuficiente de leitura e em matemática para a idade, ou seja dificuldade em interpretar um texto e fazer contas.

 

Alfabetização
Alfabetização – Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A política será voltada também para os mais velhos. Uma das ações previstas é o desenvolvimento de materiais didático-pedagógicos específicos para a alfabetização de jovens e adultos da educação formal e da educação não formal. De acordo com o  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de analfabetismo no país entre pessoas com 15 anos ou mais de idade foi estimada em 7% em 2017.

Para União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o decreto precisa de esclarecimentos sobre como se dará a implementação. “A implementação depende de ações e estratégias, para que seja levada adiante, elas vão falar com mais clareza”, diz o presidente da Undime, Alessio Costa Lima. Segundo a assessoria de imprensa do MEC, ainda não há uma data específica para a publicação do caderno explicativo.

O decreto não chega a especificar, mas coloca como componentes essenciais para a alfabetização conceitos do método fônico. Os componentes são: consciência fonêmica; instrução fônica sistemática; fluência em leitura oral; desenvolvimento de vocabulário; compreensão de textos; e produção de escrita.

“O melhor método é aquele que o professor se sente seguro para utilizar, que faz o aluno ser alfabetizado”, defende o presidente da Undime. Além disso, segundo ele, preocupa a priorização da alfabetização no primeiro ano do ensino fundamental. “As crianças têm ritmos de aprendizagem diferentes”. Os dirigentes municipais de educação defendiam que o decreto mantivesse o prazo de alfabetização da BNCC, até o 2º ano do ensino fundamental.

Participação da família

A presidente da Associação Brasileira de Alfabetização, Isabel Frade, destaca outro ponto que precisa de esclarecimento, que é a participação das famílias. Uma das diretrizes da política é “participação das famílias no processo de alfabetização por meio de ações de cooperação e integração entre famílias e comunidade escolar”, segundo o decreto.

“As famílias têm que ser chamadas a participar. Queremos toda a perspectiva da família como agente de processo de letramento e elas podem alfabetizar seus filhos. Mas, quais famílias? Com alta escolarização? Famílias que ficam fora o dia inteiro? Que famílias são essas e o que significa colocar essas famílias na política?” Ela ressalta ainda que, quanto ao método de alfabetização, falta uma pesquisa nacional para verificar quais são as práticas exitosas.

O decreto prevê que serão adotados mecanismos de avaliação e monitoramento da Política Nacional de Alfabetização, tais como a avaliação de eficiência, eficácia e efetividade de programas e ações implementados e o incentivo ao desenvolvimento de pesquisas acadêmicas para avaliar as ações da política.

Ministério da Educação

Em nota, o MEC diz que o objetivo da política é atingir as metas previstas no PNE, de alfabetizar todas as crianças até o 3º ano do ensino fundamental e de erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional até 2024.

“A PNA não determina nenhum método especificamente. A adesão dos entes federados aos programas e às ações da PNA será voluntária”, justifica a pasta, que destaca que a política “pretende inserir o Brasil em um rol de países que escolheram a ciência como fundamento na elaboração de suas políticas públicas de alfabetização, trazendo os avanços das ciências cognitivas para a sala de aula”.


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Ricardo Callado17/04/20194min

Estudantes deverão consultar a Página do Participante

Por Mariana Tokarnia

Participantes que solicitaram a isenção da taxa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem conferir hoje (17) se os pedidos foram ou não aceitos. O resultado estará disponível na Página do Participante.

Para consultar o resultado, será necessário informar o CPF e a senha criada na hora de fazer a solicitação.

Os estudantes que não tiverem a solicitação aceita poderão entrar com recurso no período de 22 a 26 de abril, também na Página do Participante. O resultado do recurso será divulgado no mesmo endereço, a partir de 2 de maio.

Para participar do exame, os estudantes – com ou sem isenção da taxa – devem fazer a inscrição no período de 6 a 17 de maio.

Ao todo, 3.687.527 estudantes solicitaram a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O prazo para pedir a isenção da taxa do Enem terminou no último dia 10. A taxa de inscrição deste ano é R$ 85.

Também nesta quarta-feira será divulgado o resultado das justificativas dos estudantes que não pagaram o Enem 2018 e que, por algum motivo, faltaram às provas. Para pedir isenção novamente este ano, esses estudantes tiveram que apresentar uma justificativa da ausência.

Estudantes isentos 

Têm direito à isenção da taxa os estudantes que estão cursando a última série do ensino médio em 2019 em escola da rede pública; aqueles que cursaram todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada, com renda, por pessoa, igual ou menor que um salário mínimo e meio, o que, em valores de 2019, equivale a R$ 1.497.

São também isentos os participantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, ou seja, membros de família de baixa renda com Número de Identificação Social (NIS), único e válido, com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 499), ou renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$ 2.994).

Enem 2019

O Enem será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. As notas do exame podem ser usadas para ingressar em instituição pública pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para obter bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).


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Ricardo Callado12/04/20193min

A Instituição vai oferecer mais de 14 cursos de nível superior

O UniCEUB inaugurou nesta quinta-feira (11) sua mais nova unidade em Ceilândia (DF). A instituição oferece 14 cursos de nível superior de graduação na modalidade de Ensino a Distância (EAD), além das opções de especialização na pós-graduação. O Shopping JK, localizado na Avenida Hélio Prates, é a sede do novo polo.

Durante o evento de lançamento, o pró-reitor administrativo do UniCEUB, Gabriel Costa Mallab, comemorou a expansão da rede de ensino superior para outras regiões do DF. “Já temos uma unidade em Taguatinga que é um sucesso, tenho certeza que na Ceilândia também teremos a chance de transformar a vida de centenas de estudantes”.

O reitor do UniCEUB, Getúlio Américo Moreira Lopes, explicou que a Ceilândia foi escolhida para receber a novidade em razão da alta procura dos moradores por vagas no UniCEUB. “Com mais de 400 mil habitantes, essa Região Administrativa sempre registrou uma demanda muito forte pelos nossos cursos. Muitas vezes os estudantes se esquivavam da decisão pela distância do campus”, explica o reitor.

O coordenador geral do EAD no Centro Universitário, Eduardo Marinho Diniz, afirma que a modalidade à distância tem se mostrado uma excelente alternativa para pessoas que conciliam trabalho e estudo. “Esse estilo alia o conforto à praticidade, possibilitando a realização de um sonho”. Outro ponto positivo apontado por Diniz é o reconhecimento cada vez maior do mercado de trabalho para graduados EAD: “As empresas já entenderam que o profissional que opta por esse estilo é gestor do seu próprio tempo, tem perfil independente e proativo”.

No polo de Ceilândia os estudantes poderão optar pelos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Gestão Financeira, Gestão Pública, Marketing, Processos Gerenciais, Recursos Humanos, Análise de Sistemas, Banco de Dados, Gestão da Tecnologia da Informação, Segurança da Informação, Pedagogia, Serviço Social e Serviços Jurídicos e Notariais.

Plano de Expansão

Além das unidades de Brasília e Ceilândia, Goiânia e Sete Lagoas já contam com polos educacionais do UniCEUB. Após a inauguração em Ceilândia, a expectativa é continuar o processo de expansão a nível nacional. A previsão é de que, em 2019, outras 10 cidades brasileiras sejam contempladas com o Centro Universitário, que conta com mais de 50 anos de excelência no ensino superior.



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