caixa-1.jpg

Ricardo Callado07/10/20196min

Cerca de 120 mil clientes podem renegociar dívidas

Por Wellton Máximo e Kelly Oliveira

De hoje (7) até sexta-feira (11), cerca de 120 mil clientes da Caixa Econômica Federal em todo o país, com dívidas cobradas na Justiça, poderão renegociar os débitos. O banco promove a Semana Caixa de Conciliação, que facilitará a regularização das dívidas com descontos de até 90% para pagamentos à vista.

A ação abrange 71 mil pessoas físicas, das quais um quarto poderá quitar dívidas à vista por menos de R$ 1 mil, e 50 mil pessoas jurídicas, das quais mais de 44% poderão pagar à vista com valores inferiores a R$ 10 mil.

Mesmo se o devedor não puder liquidar à vista, a Caixa oferecerá descontos e condições especiais que variam conforme a situação do contrato e o tipo de operação de crédito.

Segundo a Caixa, a ação tem como objetivo encerrar processos judiciais de maneira conciliatória, extinguindo a ação e possibilitando o resgate do poder de compra e de pagamento.

Após a renegociação, o cliente recuperará a capacidade de pedir crédito no mercado, com a retirada das restrições dos cadastros externos de devedores.

As renegociações ocorrerão em todo o país. Os clientes que receberam carta-convite da Caixa poderão ser atendidos nas agências do banco ou em determinadas varas da Justiça Federal. A lista completa com os locais de atendimento pode ser conferida em: www.caixa.gov.br/vocenoazul.

Campanha

O mutirão de reconciliação faz parte da Campanha Você no Azul, lançada no fim de maio, que pretende renegociar dívidas de até 3 milhões de clientes.

A campanha oferece várias opções de renegociação aos clientes com débitos em atraso há mais de 360 dias. Até o momento, segundo o banco, foram regularizadas dívidas de 276 mil clientes, totalizando R$ 2,4 bilhões em débitos liquidados.

A campanha Você no Azul vai até 31 de dezembro. Os clientes poderão ser atendidos por meio dos sites www.caixa.gov.br/vocenoazul e www.negociardividas.caixa.gov.br ou ligar para telefone 0800-726-8068, opção 8. Mais informações podem ser obtidas nas redes sociais da Caixa: http://facebook.com/caixa ou http://twitter.com/caixa. O cliente também pode fazer contato com o banco pelo Whatsapp, no telefone 0800-726-8068.

O banco também contratou empresas de recuperação de crédito para comunicar as opções de renegociação aos clientes por meio de ligações telefônicas ou de mensagens SMS no celular.

O devedor pode ir ainda a qualquer agência ou procurar os caminhões Você no Azul, cujo cronograma está disponível na página www.caixa.gov.br/vocenoazul


paulo-roberto-brb-1.jpg

Ricardo Callado06/10/20193min

Segundo o presidente do banco, Paulo Henrique Costa, assumir a operação do sistema de recarga de cartões do Transporte Urbano do DF é o novo desafio da instituição

O Banco de Brasília amplia a participação como uma instituição de incentivo ao desenvolvimento no Distrito Federal e também passar a atuar em outras praças da região Centro-Oeste.

Além do DF, o banco está presente em Goiás com agências em Goiânia e outras cidades, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e São Paulo, e por meio do consórcio Brasil Central, opera no Maranhão, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia.

Durante entrevista coletiva com blogueiros na sexta-feira (4), o presidente do BRB, Paulo Henrique fez questão de desmistificar que o banco possui uma atuação limitada. Ele detalhou que as várias áreas de atuação como microcrédito, crédito rural, crédito para infraestrutura e crédito habitacional. “Estamos presentes nesses estados e vamos ampliar para outros”, anunciou Paulo Henrique Costa.

O BRB quer também aumentar sua parcela de participação no Fundo do Centro-Oeste (FCO). Nos últimos anos, o banco reduziu a sua coparticipação no fundo que é gerido pelo Banco do Brasil.

Paulo Henrique Costa também destacou o que considera o maior desafio da instituição atualmente: operar o sistema de recarga de cartões do Transporte Urbano do DF, o DFTrans, extinto em julho deste ano.

O presidente do BRB revelou que os números desde a sua chegada mostram que o banco está em crescimento. Nos próximos dias, iriemos anunciar os dados do terceiro trimestre de 2019, que deverão ser positivos, segundo especialistas do mercado ouvidos pelo blog.


paulo-henrique-BRB.jpg

Ricardo Callado28/09/20193min

A ação é voltada para a prevenção, detecção e punição de quaisquer irregularidades que possam ocorrer dentro da Instituição

Alinhado ao novo contexto das estatais, fruto da busca pelo resgate da boa imagem, dos valores e do orgulho de ser uma instituição financeira pública sólida e transparente, o BRB lança seu Programa de Integridade. A ação é voltada para a prevenção, detecção e punição de quaisquer irregularidades que possam ocorrer dentro da Instituição.

Para o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, o Programa de Integridade reforça o compromisso do BRB em colocar o interesse público, sempre, em primeiro lugar. “Um Banco público, como é o nosso, precisa ser transparente quanto à prestação de contas para a sociedade. Além disso, as exigências do mercado com investidores, fornecedores e clientes reforçam a necessidade da boa governança”, afirmou.

O lançamento do Programa de Integridade faz parte de uma mudança estrutural no BRB. “Estamos transformando nosso modelo de negócio. Processos estão sendo revistos, novas tecnologias estão sendo implementadas. A cultura da transparência e a valorização das pessoas do Banco estão no centro de toda a mudança necessária”, acrescentou Paulo Henrique Costa.

O Programa de Integridade do BRB consiste na adoção de medidas de fortalecimento da governança e de compliance. Vai, ainda, ao encontro de uma melhoria do ambiente corporativo, mitigação de fraudes e promoção da transparência.

Por isso, prevê, entre outras ações, a criação de uma Corregedoria (Canal de Denúncias), voltada ao público interno e externo; a criação do Portal Integridade, onde vão estar disponíveis as informações referentes ao Integridade e à governança; além da revisão da base normativa da Instituição.

A criação de um programa de Integridade atende ainda à legislação, conforme prevê a Lei nº 6.112/18, alterada pela
Lei 6.308/19.


cartao-de-credito.jpg

Ricardo Callado25/09/20196min
Cartões de crédito

Por Kelly Oliveira

Os clientes de bancos pagaram juros menores no cheque especial e taxas mais altas no rotativo do cartão de crédito, de acordo com dados divulgados hoje (25) pelo Banco Central (BC).

A taxa de juros do cheque especial caiu 11,8 pontos percentuais em agosto, comparada a julho, e chegou a 306,9 % ao ano. Em 2019, os juros do cheque especial caíram 5,7 pontos percentuais. Apesar de estar menor, a taxa do cheque especial é a mais cara entre as modalidades de crédito para as famílias e a recomendação do BC é que só seja usado em situações emergenciais.

O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, afirmou que a taxa do cheque especial é “extremamente onerosa”. É uma modalidade para ser usada de forma absolutamente emergencial e [deve-se] procurar sair rapidamente, recompondo o saldo ou tomando outras modalidades de crédito”.

No ano passado, os bancos anunciaram uma medida de autorregulamentação do cheque especial. Com as novas regras, os correntistas que utilizam mais de 15% do limite do cheque durante 30 dias consecutivos passaram a receber a oferta de um parcelamento, com taxa de juros menores que a do cheque especial definida pela instituição financeira.

Cartão de Crédito

A taxa média do rotativo do cartão de crédito subiu 6,9 pontos percentuais em relação a julho, chegando a 307,2% ao ano. A taxa média é formada com base nos dados de consumidores adimplentes e inadimplentes.

Segundo Rocha, a taxa subiu por efeito do aumento dos juros por duas instituições financeiras.

No caso do cliente adimplente, que paga pelo menos o valor mínimo da fatura do cartão em dia, a taxa chegou a 289% ao ano em agosto, aumento de 5,3 pontos percentuais em relação a julho. A taxa cobrada dos clientes que não pagaram ou atrasaram o pagamento mínimo da fatura (rotativo não regular) subiu 7,7 pontos percentuais, indo para 319,6% ao ano.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras parcelam a dívida.

Em abril de 2018, o Conselho Monetário Nacional definiu que clientes inadimplentes no rotativo do cartão de crédito passem a pagar a mesma taxa de juros dos consumidores regulares. Essa regra entrou em vigor em junho deste ano. Mesmo assim, a taxa final cobrada de adimplentes e inadimplentes não será igual porque os bancos podem acrescentar à cobrança os juros pelo atraso e multa.

Na modalidade de parcelamento das compras pelo cartão de crédito, a taxa chegou a 177,3% ao ano em agosto, com aumento de 2,1% ponto percentual.

A taxa de juros do crédito pessoal não consignado chegou a 116,6% ao ano em agosto, com recuo de 2,6 pontos percentuais em relação a julho. A taxa do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) recuou 0,2 ponto percentual, indo para 22,3% ao ano no mês passado.

De acordo com o BC, a taxa média de juros para pessoa física caiu 0,1 ponto percentual em agosto para 52,1% ao ano. A taxa média das empresas ficou em 18,9% ao ano, queda de 0,2 ponto percentual.

Inadimplência

A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas e jurídicas subiu 0,1 ponto percentual para 4,9% e 2,9%, respectivamente.

Esses dados são do crédito livre, em que os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes.

No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito) os juros para as pessoas físicas subiu 0,4 ponto percentual para 8,2% ao ano. A taxa cobrada das empresas subiu 0,2 ponto percentual para 8,6% ao ano.

A inadimplência das pessoas físicas no crédito direcionado permaneceu em 1,8% e a das empresas subiu 0,2 ponto percentual para 2,2%.

Saldo dos empréstimos

Em agosto, o estoque de todos os empréstimos concedidos pelos bancos ficou em R$ 3,325 trilhões, com expansão de 1,1% em relação a julho, de 2,1% no ano e de 5,1% em 12 meses. Esse saldo do crédito correspondeu a 47,2% de tudo o que o país produz – o Produto Interno Bruto (PIB) -, com aumento de 0,3 ponto percentual em relação a julho.


1064930-edit_04215.jpg

Ricardo Callado24/09/20192min
Alimentos e bebidas, com deflação (queda de preços) de 0,34%, evitaram inflação maior em setembro (Arquivo/Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Taxa é maior que a de agosto, informa pesquisa do IBGE

Por Vitor Abdala

A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), ficou em 0,09% em setembro. A taxa é a mesma da prévia de setembro do ano passado e maior que a de agosto deste ano (0,08%).
Segundo dados divulgados hoje (24), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA-15 acumula 0,26% no terceiro trimestre, 2,6% no ano e 3,22% em 12 meses.

Em setembro, o grupo de despesas habitação foi o principal responsável pela inflação, com uma alta de preços de 0,76%, influenciado pelo aumento do custo com energia elétrica (2,31%).

Outro grupo com impacto importante na inflação foi vestuário (alta de 0,58%). Por outro lado, os alimentos e bebidas, com uma deflação (queda de preços) de 0,34%, foram os principais responsáveis por evitar uma inflação maior.

Foram observadas quedas do tomate (-24,83%), cenoura (-16,11%), hortaliças e verduras (-6,66%), frutas (-0,93%) e carnes (-0,38%).


Paulo-Henrique-Cost-3.jpg

Ricardo Callado23/09/20193min
Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa: “Nossas gestoras são agentes potentes de transformação em nossa empresa.”

Iniciativa inédita reuniu 50 empregadas do Conglomerado

Na busca pela equidade de gênero em sua gestão, o Banco de Brasília implementou, de forma inédita no Distrito Federal, a primeira edição de seu Programa de Liderança Feminina. Realizado em parceria com a escola Elas (Exercendo Liderança com Assertividade e Sabedoria), o programa abrangeu, em sua primeira edição, encontros durante os meses de julho, agosto e setembro, e contou com a participação de 50 empregadas do Conglomerado BRB.

Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, ressaltou a importância do incentivo às mulheres nos cargos de liderança. “Nossas gestoras são agentes potentes de transformação em nossa empresa. Iniciativas como essa dão segurança, caminhos e conhecimento para que elas possam fazer a diferença perante o Banco e a toda sociedade. A população já percebe o novo BRB, e essa equipe faze parte dessa transformação”, disse.

As empregadas participantes compartilharam suas experiências como líderes no BRB, aprenderam técnicas de gestão e liderança, realizaram auto avaliação e tiveram feedback profissional a respeito das mudanças observadas desde o início do programa, que teve sua primeira edição concluída na semana passada. Para elas, a experiência foi transformadora.

Carine Ross, co‐fundadora do Elas, destacou a iniciativa do BRB em promover a formação de mulheres líderes. A segunda edição do programa tem início previsto para outubro, e vai contar com outras 50 empregadas do grupo BRB. “Já realizei muitos trabalhos em diversas empresas. E o que vi aqui foi algo inédito. Percebi uma Instituição que está em busca, realmente, de um contexto para inserção do público feminino nos postos de liderança. Isso não tem preço”, afirmou.


receita-federal.jpg

Ricardo Callado20/09/20192min

Por Kelly Oliveira

O auditor fiscal José Barroso Tostes Neto foi escolhido para ser o novo secretário da Receita Federal. Ele assume no lugar de Marcos Cintra, exonerado na semana passada.

“O ministro da Economia, Paulo Guedes, indicou o nome do auditor fiscal aposentado José Barroso Tostes Neto para ser o novo Secretário Especial da Receita Federal do Brasil”, diz nota divulgada hoje (20) pelo Ministério da Economia.

Formado em Engenharia Mecânica e em Administração de Empresas, Tostes Neto foi superintendente da Receita Federal na 2ª Região Fiscal e secretário de Fazenda do Pará.

Atuou também como consultor no Fundo Monetário internacional (FMI) e no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Ele assumirá o cargo após a nomeação por decreto do presidente Jair Bolsonaro, informou o ministério.

Cintra deixou a Secretaria da Receita depois de defender a criação de um imposto parecido com a extinta Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF).

Em seu lugar, ocupou o cargo interinamente o auditor fiscal José de Assis Ferraz Neto.

 


brb-2.jpg

Ricardo Callado18/09/20192min

Banco vai disponibilizar R$ 500 milhões para investimentos em agronegócio e indústria em sete Estados

Em linha com o projeto de expansão regional e de fortalecimento da Instituição como banco de desenvolvimento econômico e social, o BRB assinou nesta quarta (18) protocolo de intenções com o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central (BRC). Por meio da entidade, em um primeiro momento, o BRB vai disponibilizar R$ 500 milhões para investimentos em agronegócio e indústria nos sete estados que integram o BRC. São eles: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rondônia e Maranhão.
“Estamos nos posicionando como banco de fomento, de desenvolvimento econômico e social e com o objetivo de gerar emprego e renda e, de fato, melhorar a vida das pessoas”, afirmou o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, ao assinar, na sede do BRC, em Brasília, o documento.
Para o secretário-executivo do BRC, Jader Afonso, a parceria entre o Consórcio Brasil Central e o BRB “é pioneira e profícua e vai induzir o desenvolvimento” nos Estados que fazem parte da entidade.
Os recursos podem vir a ser disponibilizados tanto para Pessoas Físicas e ou Jurídicas nas áreas de agricultura, microcrédito, pecuária e crédito imobiliário. O BRC tem como missão promover o desenvolvimento regional sustentável e integrado dos entes consorciados, além de formular políticas públicas regionais e viabilizar projetos e parcerias com o objetivo de melhorar a competitividade da região.

Paulo-Roberto-BRB.jpg

Ricardo Callado17/09/20197min

Presidente do BRB fala a empresários durante palestra no LIDE BRASÍLIA

O presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, detalhou aos membros do LIDE BRASÍLIA o plano de recuperação e expansão da instituição. Ele foi o convidado para o almoço-palestra do grupo de líderes empresariais, realizado nesta terça-feira (17), no Kubitschek Plaza Hotel. Na sua apresentação, intitulada “O papel do BRB como banco de desenvolvimento”, ele detalhou como pretende estreitar as relações com do setor produtivo.

Na sua saudação a Paulo Henrique Costa, o presidente do LIDE BRASÍLIA, o empresário Paulo Octavio, detalhou a trajetória do comandante da instituição bancária, lembrando que, sob seu comando, o BRB apurou um lucro líquido de R$ 160,9 milhões, no primeiro semestre deste ano, alta de 18,9% quando comparado ao mesmo período do ano passado. Mas aproveitou para fazer uma crítica aos bancos do País como um todo. “Nós, do setor produtivo, sempre tivemos dificuldades com o setor financeiro, que se portou como adversário. A gente espera que o BRB, ao concentrar seus esforços no DF, possa aglutinar o setor produtivo”, disse.

O presidente do banco iniciou sua palestra falando do desafio que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, fez durante as comemorações dos 53 anos da instituição, de recuperar a instituição e de fazê-la estar mais próximo do setor produtivo e de ser protagonista no financiamento, no desenvolvimento social e econômico em um primeiro momento aqui no DF e depois avançar para outras regiões do país, especialmente no Centro-Oeste. “O primeiro passo foi o entendimento do governo da necessidade de um banco que tenha a capacidade de entender a realidade da região, dos nossos clientes e dos empresários e, a partir daí, usar o conhecimento local na construção de soluções que de fato atendam a essa população”, disse.

Paulo Henrique Costa lembrou que o banco, nos últimos anos, estava quase que exclusivamente funcionando em torno da folha de servidores do GDF, e não tinha mais o caráter de desenvolvimento em seus planos. A partir da sua gestão, o BRB mudou a forma de agir para voltar a ter representatividade nesta área para, ao final dos quatro anos, ter sustentabilidade e rentabilidade como banco público, podendo atuar de uma maneira completa e capaz de promover produtos e serviços financeiros a todos os públicos.

Durante a palestra, Paulo Henrique Costa firmou o compromisso com os empresários do LIDE de construir um banco público sólido, moderno, ágil, eficiente e competitivo para ser protagonista no desenvolvimento econômico e social do DF. Para alcançar este objetivo, o banco deve oferecer, além dos seus produtos comerciais, como cartão de crédito e cheque especial, linhas de créditos com condições diferenciadas, com prazos mais longos e taxas de juros mais compatíveis, além de buscar financiamentos nacionais e internacionais. A prioridade de atuação do BRB será a alocação de recursos nas cadeias produtivas especificas que gerem emprego e renda, e que procurem trazer retorno social mais amplo.

 

A HORA DO SAMBA

Antes de o presidente do BRB realizar sua palestra, o secretário de Cultura, Adão Cândido, apresentou o projeto de apoio ao desfile da Unidos de Vila Isabel que, em 2020, fará uma homenagem aos 60 anos de Brasília. O GDF vai ajudar a escola a captar R$ 4 milhões para o Carnaval. “Temos uma parceria com a escola e estamos tentando ajudá-la a captar recursos para o desfile”, ao apresentar o carnavalesco Edson Pereira, que contou alguns detalhes do enredo “Gigante pela própria natureza – Jaçanã e um índio chamado Brasil”.

Paulo Octavio, presidente do LIDE BRASÍLIA, defendeu o apoio do grupo ao evento, usando os recursos via Lei Rouanet. “O projeto está aí e todas as empresas têm um valor que podem destinar. Acho que vale a pena destinarmos o que cabe a cada empresa, qualquer valor que seja, para atender à demanda que nos foi apresentada”, avaliou.

Além do secretário de Cultura e de empresários e dirigentes de entidades representativas do setor produtivo, diversos políticos do DF estiveram na palestra, como o senador Izalci Lucas (PSDB), a deputada federal Celina Leão (PP), o presidente da Câmara Legislativa, Rafael Prudente (MDB), o deputado distrital Cláudio Abrantes (PDT), os secretários José Humberto Pires de Araújo (Governo), Ruy Coutinho (Desenvolvimento Econômico) e André Clemente (Fazenda) e os presidente da Terracap, Gilberto Occhi.

 

SOBRE O LIDE

Fundado em junho de 2003, o LIDE – Grupo de Líderes Empresariais é uma organização de caráter privado, que reúne empresários em nove países e quatro continentes. Atualmente tem 1.300 empresas filiadas (com as unidades nacionais e internacionais), que representam 53% do PIB privado brasileiro. O objetivo do Grupo é difundir e fortalecer os princípios éticos de governança corporativa no Brasil e no exterior, promover e incentivar as relações empresariais e sensibilizar o apoio privado para educação, sustentabilidade e programas comunitários. Para isso, são realizados inúmeros eventos ao longo do ano, promovendo a integração entre empresas, organizações, entidades privadas e representantes do poder público, por meio de debates, seminários e fóruns de negócios.


POLO-JK-777x437.jpg

Ricardo Callado17/09/20192min
Os recursos extras do FCO, a taxas de juros subsidiadas entre 7% e 11%, foram definidos na reunião do Condel e vão gerar emprego e renda
Os empresários do Distrito Federal e Região Integrada do DF e entorno (Ride) terão uma linha de crédito extra de R$ 140 milhões para financiar seus projetos.

A decisão foi tomada nesta segunda-feira (16) durante a 12ª reunião ordinária do Conselho Deliberativo do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Condel/Sudeco), com a presença do secretário de Desenvolvimento Econômico, Ruy Coutinho.

O volume amplia no DF o total de financiamento para novos e antigos empreendimentos, inicialmente previsto para R$ 702 milhões – o equivalente a 10% de todo o orçamento do fundo.

7% a 11%Taxas dos juros cobrados nos recursos do FCO, dependendo do volume financiado

Esses recursos extras do FCO para o DF servirão de lastro para financiar empreendimentos já identificados e aprovados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Estes projetos vão precisar de, pelo menos, R$ 100 milhões para serem implementados.

“Essa ampliação revela os primeiros sinais de que a economia começou a se recuperar no DF”, disse o subsecretário Espedito Henrique de Souza Junior.

Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE)



Sobre o Blog

Com 15 de existência, o Blog do Callado é um veículo consolidado, admirado por seus leitores e em sintonia com o público alvo: a população brasiliense. O blog é um site de opiniões e notícias com atualização diária, sem cunho ideológico. Dedica-se a oferecer aprimoramento da informação, com uma audiência qualificada.


NOS BASTIDORES DA CAIXA DE PANDORA

Pandora




Mídias Sociais

Twitter do Blog


FANPAGE Facebook

Social LikeBox & Feed plugin Powered By Weblizar



Parcerias