Categoria: Economia
Todos os leitos recém-adquiridos estão aparelhados para atendimento a pacientes infectados pelo coronavírus | Foto: Leandro Cipriano / SES

Ibaneis-3.jpg

Callado25 de março de 20205min

Proposta foi debatida durante videoconferência dos chefes do Executivo do DF, de GO, do MT e do MS com o presidente Jair Bolsonaro e ministros

Por Hédio Ferreira Júnior

FIQUE EM CASAOs governadores do Distrito Federal, de Goiás, do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul solicitaram à União a prorrogação em 12 meses de dívidas federais. O pedido foi apresentado durante uma videoconferência com o presidente da República, Jair Bolsonaro, nesta terça-feira (24). Os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, também participaram da reunião, que discutiu soluções e econômicas e de saúde no controle da pandemia do coronavírus no país.

Diferentemente do que ocorre nos estados da Região Nordeste, onde os fundos de Participação dos Estados (FPE) e de Participação dos Municípios (FPE) são a principal fonte de arrecadação, a queda e tributação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é que mais preocupa dos governadores do Centro Oeste.

Principal fonte de arrecadação de tributos desses quatro estados, o ICMS deve sofrer impacto com a paralisação de serviços e a consequente queda de consumo que sinalizam os próximos meses no Brasil – já sentidas em outros países onde a pandemia tomou maiores proporções. A proposta é que a União complemente a arrecadação do tributo prevista para 2020, com base em prognósticos econômicos feitos em 2019.

Os governadores Ibaneis Rocha (DF), Ronaldo Caiado (GO), Mauro Mendes (MT) e Reinaldo Azambuja (MS) pediram também a intervenção do governo federal na renegociação de empréstimos feitos com organismos internacionais, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).

Suporte

“Vamos ter uma queda muito grande das atividades econômicas este ano, e, para retomá-la, teremos que ativar outros meios, como investimentos de infraestrutura, manutenção de empregos e criação de programas sociais para dar suporte à população”, explicou o governador Ibaneis.

O Distrito Federal tem buscado meios de atenuar a crise. Além de liderar a tomada de atitudes e medidas preventivas de controle da pandemia e de proliferação do conoravírus, foram criados programas de auxílio a catadores de material reciclável –  que tiveram suas atividades suspensas –  pagos pelo Banco de Brasília (BRB), além de um suporte no cartão escolar para compra de alimentos a crianças carentes de creches e escolas públicas que estão com funcionamento paralisado, o que vai impactar também a folha de pagamento do DF.

Contratações

Além disso, o Governo do Distrito Federal (GDF) contratou mais de 400 profissionais de saúde e deve contratar outros 600, nesta semana, para dar suporte ao atendimento a pacientes diagnosticados ou com suspeita de contração da Covid-19.

“A lei orçamentária de 2020 certamente vai furar: a receita vai cair e a despesa aumentar”, alertou Ibaneis. A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para o DF este ano era cerca de 4,5%. Segundo o governador, todas as propostas foram bem-recebidas pelo presidente da República e serão analisadas pelo governo federal.


WhatsApp-Image-2020-03-19-at-14.12.10.jpeg

Callado23 de março de 20205min

DF Legal elabora lista de estabelecimentos que, classificados como de natureza essencial, estão autorizados a funcionar

Após início da fiscalização aos comércios, o Governo do Distrito Federal fez novo estudo acerca dos estabelecimentos que, por serem de natureza essencial, podem permanecer abertos. Oficinas mecânicas, fábricas de bolos, concessionárias de veículos e estandes de venda de imóveis estão entre as atividades que são permitidas.

Os comerciantes que, fora da lista de serviços essenciais, insistirem em abrir as portas, serão penalizados pela Secretaria DF Legal, Além da multa de R$ 3,5 mil a R$ 12 mil, o proprietário será encaminhamento à delegacia, juntamente com a Vigilância Sanitária, por crime contra a saúde pública, e terá sua licença cassada.

O secretário do DF Legal, Gutemberg Tosatte, informa que que a pasta fechou e interditou 3.5 mil estabelecimentos comerciais nos últimos três dias. “Nós estamos com a força total do DF Legal nas ruas, nos três turnos, com 70 auditores e inspetores”, ressaltou. “Fizemos uma leitura do decreto, em conjunto com a Secretaria de Governo, e listamos de forma didática aqueles que podem abrir e aqueles que não podem. Estamos ao lado dos comerciantes e empresários, mas o momento é de responsabilidade pela saúde coletiva”.

Confira a lista dos estabelecimentos autorizados a funcionar.


motoboy.jpg

Callado23 de março de 202010min
Delivery de comida

Empreendedores sofrem mais rapidamente efeitos da crise

Por Bruna Saniele

A pandemia de coronavírus afastou clientes de restaurantes, fechou escolas e academias e deixou em situação mais desesperadora quem é autônomo, ou seja, não tem um salário fixo, ganha pelo serviço que oferece. É a diarista, o personal trainer, o dono da floricultura, da lanchonete.

Preocupados com essa categoria, o movimento nas redes sociais #compredopequeno, que incentiva que os consumidores busquem produtos locais para incentivar a economia e garantir renda aos microempreendedores, ganhou uma nova nuance. Quem é assalariado está sendo chamado nas redes sociais a ajudar os pequenos produtores a ter pelo menos parte da renda no fim do mês.

A fotógrafa de Brasília, Bárbara Borges, achou melhor desistir de alguns serviços para evitar aglomerações e qualquer chance de propagação do covid-19. “Eu já me preparei para ficar em casa por 3 meses e sei que vou fazer dívida. Eu prefiro esse cenário de dívidas do que comprometer a saúde da minha família e dos meus clientes.”

Ela ressaltou que se preocupa com o descaso da população em geral com a possibilidade de agravamento do quadro atual. “Fui uma das primeiras do segmento a tomar essa medida mesmo tendo grandes impactos econômicos na minha vida. Mas antes precisar diminuir meu padrão de vida do que aumentar o risco em outras pessoas como meus pais e pais de outros”, conta.

Alimentação

Pelas redes sociais, a padaria artesanal Castália fez um apelo aos clientes.”Depois de escolas, universidades, academias, e museus fecharem por medida de precaução ao covid-19, o próximo setor atingido será o da alimentação. Pedimos a todos que apoiem nossos produtores locais e pequenos negócios que possuem baixas margens em paralelo a altos custos fixos. Em situação de quarentena, lembrem-se de comprar cervejas artesanais, kombuchas, chocolates, queijos, iogurtes, queijos e cafés da galera local. E, claro, uns pães para congelar. Principalmente, cuidemos uns dos outros.”

O movimento #apoiepequenosnegocios circula pelas redes sociais como Whatsapp e Instagram com a mensagem “Pequenos negócios correm muito risco com a covid-19. Um mês difícil pode “quebrar” um negócio! Peça comida das lanchonetes. Compre no petshop da esquina e não nas grandes redes. Vá na mercearia perto da sua casa e não na grande rede de supermercado.”

Saúde

A fisioterapeuta Fabiana Maia de Carvalho, 33 anos, já teve uma queda de cerca de 30% nos atendimentos no mês de março. “Pacientes do grupo de risco já estão interrompendo tratamento e parando pilates e para os próximos meses acredito de 60% a 70% de redução. Espero que esse cenário seja passageiro e sem grandes contaminações.”

Medidas

O governo federal já prepara medidas de socorro aos micro empresários. Na última segunda-feira (16), o Ministério da Economia divulgou que pretende permitir a isenção, por três meses, das contribuições dos empresários para o FGTS (R$ 30 bilhões) e da parte da União no Simples Nacional (R$ 22,2 bilhões). O Programa de Geração de Renda (Proger), do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) reforçará o crédito a micro e pequenas empresas em R$ 5 bilhões.

Para proteger os trabalhadores informais, as pessoas sem assistência social e a população que desistiu de procurar emprego, o governo divulgou também na última semana que distribuirá vouchers (cupons) por três meses. A medida consumirá R$ 15 bilhões – R$ 5 bilhões por mês – e terá como objetivo amparar as camadas mais vulneráveis à crise econômica criada pela pandemia de coronavírus.

O benefício terá valor equivalente ao do Bolsa Família e começará a ser distribuído nas próximas semanas. Os vouchers poderão ser retirados por pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, instrumento administrado pelo Ministério da Cidadania que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda, desde que o beneficiário não receba nenhum benefício social, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Mudança de estratégia

De acordo com o gerente de Relacionamento com o Cliente do Sebrae, Enio Pinto, o pequeno negócio tem mais agilidade e pode se adequar mais rapidamente e dar respostas mais rápidas, no contexto de crise. Segundo o especialista, na medida em que a população se vê forçada a circular menos e evita sair de casa, o consumo de produtos e serviços tende a ter uma queda significativa e é preciso buscar o equilíbrio com aumento da receitas e redução de custos.

O Sebrae sugeriu cinco medidas para comerciantes em momentos de crise. A primeira delas é aderir ao uso das mídias sociais: “No momento em que o cliente se retraiu e está praticamente recluso em casa, os donos de pequenos negócios precisam usar ferramentas digitais para chegar até o público. Uma solução rápida e de baixo custo é investir na criação de perfis da empresa nas principais mídias sociais (Instagram e Facebook)”.

A segunda é criar plataformas de vendas online. “Se a sua empresa ainda não conta com ferramentas de venda online, esse é o momento de tomar essa atitude. Avalie qual das diferentes plataformas disponíveis no mercado mais se adequa às suas necessidades”.

Para os prestadores de serviço, uma alternativa  que o Sebrae recomenda é se adequar para pagar as taxas cobradas pelos aplicativos de delivery. “No segmento de alimentação, a adesão dos bares e restaurantes a esses aplicativos se tornou praticamente uma necessidade neste momento de crise provocada pelo Coronavírus. Se você ainda tinha alguma resistência a esse modelo, essa é a hora de repensar sua estratégia”, diz.

A administradora e confeiteira Leilane Elias Fernandes, 39 anos, de Brasília, estava com orçamentos praticamente fechados, com doces e bolos encomendados para o mês de março e viu o movimento cair. “Festas que iam confirmar nesta semana estão sem datas. Outras, que eram bolos grandes, passaram para bolos pequenos. Nao tenho ideia de quando a situação vai normalizar. Mas a minha expectativa são as vendas paralelas do ifood”, conta.

Camila Graciano, 32 anos, personal trainer de Belo Horizonte calcula que teve prejuízo de 20% com as medidas iniciais de combate ao coronavírus. Mas acha que será muito pior nos próximos meses. “O receio é grande. Já ofereci para preparar programas de treinamento para realizarem sozinhos ou que podemos fazer ao ar livre. Expliquei que como sou totalmente autônoma dependo dessa renda para pagar minhas contas, aluguel, alimentação. Estou pensando em diversas formas de minimizar o prejuízo.”

Conhecer os custos

O Sebrae recomenda também que os pequenos empreendedores avaliem seus custos. “É fundamental que o empreendedor conheça profundamente os custos da sua empresa e seja capaz de avaliar quais são aqueles imprescindíveis para manter o negócio operando. Em um contexto de queda do faturamento, ele precisa priorizar aqueles que são realmente fundamentais e cortar ou reduzir os demais”.

Segundo o Sebrae, o momento pode exigir negociação com seus fornecedores. “Essa negociação pode trazer o fôlego necessário para manter em dia aqueles gastos e despesas que não podem ser adiados. ”


receita-federal.jpg

Callado22 de março de 20204min
Superintendência da Receita Federal, em Brasília.

Medida é temporária e visa diminuir efeitos da pandemia de covid-19

Poer Heloísa Cristaldo

A Receita Federal suspendeu temporariamente o prazo para atos processuais e procedimentos administrativos como forma de diminuir os efeitos da pandemia do novo coronavírus.

Dessa forma, estão suspensos atos como a emissão eletrônica automática de aviso de cobrança e intimação para pagamento de tributos, a notificação de lançamento da malha fiscal da pessoa física e a exclusão de contribuinte de parcelamento por inadimplência de parcelas.

O atendimento presencial nas unidades regionais da Receita Federal ficará restrito até o dia 29 de maio e será realizado por meio de agendamento prévio obrigatório para os seguintes serviços:

– regularização de Cadastro de Pessoa Física (CPF)

– cópia de documentos relativos à Declaração de Ajuste Anual de Imposto sobre a Renda da Pessoa Física e à Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf)

– parcelamentos e reparcelamentos não disponíveis na internet

– procuração RFB

– protocolo de processos relativos aos serviços de: análise e liberação de certidão de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional; análise e liberação de certidão de regularidade fiscal de análise e liberação de certidão para averbação de obra de construção civil, retificações de pagamento e Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica.

Segundo a portaria, para os serviços que não estão relacionados, o interessado deve buscar atendimento por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) para agendar ou reagendar o atendimento presencial para depois do dia 29 de maio.

Imposto de Renda

O Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional) solicitou à Receita Federal a ampliação do prazo para entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física deste ano até o dia 31 de maio. Por meio de ofício, o sindicato propôs uma série de medidas ao órgão para ajudar no enfrentamento à pandemia provocada pelo coronavírus.

Segundo o documento, o adiamento do prazo de entrega do imposto de renda é necessário já que “necessidade de isolamento social pode dificultar o recolhimento de documentos necessários ao preenchimento da declaração e o contato com contadores”.

O ofício também propõe a priorização da análise das restituições do imposto de renda, para que todos os lotes sejam pagos até o fim de agosto. Outra demanda do Sindifisco é a suspensão, até o fim de abril, de todos os prazos fiscais (atendimento a intimações, envio de declarações e recolhimento de tributos).


dinheiro.jpg

Callado20 de março de 20203min

Desenvolvimento do setor é uma das prioridades da Secretaria de Turismo

O GDF, em parceria com o Banco de Brasília (BRB), anunciou a criação de uma linha de crédito para apoiar artesãos e outros segmentos do turismo, como agências guias de turismo. O objetivo é minimizar os impactos econômicos devido à pandemia do Covid-19. Detalhes da iniciativa serão divulgados na próxima semana.

O artesanato é uma grande potência econômica e gera uma movimentação financeira de R$ 50 bilhões anualmente, em todo o país. Diante do potencial econômico da categoria e sua relação com o turismo, a valorização do trabalho do artesão de todo o DF se tornou uma das prioridades da Secretaria de Turismo do DF.

A capital federal possui 10 mil artesãos que representam a cidade e são uma parcela significativa da cadeia turística. No ano passado, o setor movimentou R$ 871 mil em todo o DF. “Desde o início da nossa gestão estamos estruturando, qualificando e divulgando o trabalho de profissionais que vivem exclusivamente dessa arte. Estamos vivendo um momento que exige medidas de precaução, mas o GDF e a Setur continuam atuando para construir políticas públicas para passarmos por essa pandemia e olharmos para o futuro”, reforça a secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça.

“A parceria da secretaria é extremamente importante. Temos apoio e somos ouvidos, participamos da pauta e chegamos a um consenso buscando uma política pública real para o setor’’. E complementou: “Estamos orientando o artesão a não parar a sua produção em casa e buscando um mecanismo para que toda a classe tenha acesso a uma linha de crédito para, ao final disso tudo, ter matéria prima para continuar produzindo e ter belas obras”, afirma o o presidente da Federação das Associações de Artesanato do DF, Hebert Amorim.


caixa-banco-pis.jpg

Callado19 de março de 20202min

Prazo máximo para sacar recursos é 30 de junho de 2020

Por Kelly Oliveira

Os últimos beneficiários do calendário 2019/2020 dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) recebem o abono salarial a partir de hoje (19). O prazo máximo para sacar os recursos é 30 de junho de 2020.

Quem é cliente da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil recebeu os recursos por meio de crédito automático no último 17.

O pagamento do PIS para trabalhadores da iniciativa privada é feito pela Caixa, e do Pasep, para servidores públicos, pelo Banco do Brasil.

O último lote do atual calendário foi liberado para os trabalhadores nascidos em maio e junho, no caso do PIS.

Para os servidores, o pagamento foi liberado para aqueles com inscrição final 8 e 9.

Os valores variam de R$ 88 a R$ 1.045, de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano base 2018.

Os pagamentos são escalonados conforme o mês de nascimento do trabalhador e tiveram início em julho de 2019, com os nascidos naquele mês.

A estimativa é de que sejam destinados R$ 19,3 bilhões a 23,6 milhões de trabalhadores, em todo o calendário do PIS/Pasep.


bancos.jpg

Callado19 de março de 20203min

Por 15 dias, apenas pessoas com doenças graves e clientes ligados a programas de incentivo à economia local serão atendidos

Por Renata Moura

O Governo do Distrito Federal tomou mais uma medida para evitar concentrações de pessoas. Na noite desta quarta-feira (18), por meio do Decreto nº40.537, publicado em edição extra do Diário Oficial, o governador Ibaneis Rocha proibiu o atendimento físico nas agências bancárias.

Segundo a publicação, o acesso aos bancos fica restrito apenas a pessoas com doenças graves e atendimentos referentes a programas de incentivo à economia local, como a nova linha de crédito do Banco de Brasília (BRB), lançada no início da semana com objetivo aliviar o impacto do coronavírus na vida econômica distrital.

A medida alcança todas as instituições financeiras, tanto públicas como privadas. Como alternativa ao atendimento, a população deve procurar canais virtuais na internet ou por telefone.

Linha de crédito

A nova linha de crédito do BRB poderá ser contratada por meio do BRB Progiro – Capital de giro e está disponível em todas as agências da instituição. A taxa de juros inicial é de 0,8% ao mês, com prazo de até seis meses de carência e 36 meses para pagamento.

Para ter acesso ao financiamento, as empresas devem ser associadas à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio), à Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) e/ou à Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL).


euro.jpg

Callado18 de março de 20203min

Entre as ações, está a liberação de limite emergencial para uso internacional por 90 dias

Os clientes do Banco de Brasília (BRB) que estão no exterior impossibilitados de retornar ao Brasil, por conta da crise do coronavírus, têm acesso, a partir desta quarta (18), a um pacote emergencial. Entre as ações, está a liberação de limite emergencial para uso internacional por 90 dias, variável e calculado de acordo com o perfil de cada cliente.

Para os clientes que necessitem reemitir um cartão, de um cartão adicional ou optarem por fazer uma primeira solicitação, o BRB conta ainda com a opção do serviço de envio a endereço no exterior.  O prazo de entrega depende do país de destino.

“Temos cuidado com todos os nossos clientes e o que estão no exterior, impossibilitados de voltar ao Brasil em um momento tão crítico, não poderiam ficar esquecidos. Queremos contribuir para minimizar as dificuldades”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Seguros

O BRB vai ainda atuar junto aos clientes que contrataram seguro viagem internacional do Banco, oferecendo prorrogação, em caso de necessidade, do período contratado.

Isenção de Taxas 

O pacote de auxílio ao cliente fora do território nacional também prevê isenção de tarifas nas transações no exterior: tanto na tarifa SWIFT quanto na contratação de câmbio até US$ 10.000 ou €10.000.

O BRB disponibiliza o telefone 55 61 3029-8145 para atendimento dos clientes localizados fora do País. As ligações podem ser feitas a cobrar, já a partir da meia-noite.


Paulo-Henrique-BRB.jpg

Callado18 de março de 20202min
Paulo Henrique Costa, presidente do BRB: “Seguimos atentos aos desdobramentos da pandemia do coronavírus, e prontos para colaborar com todas as entidades que representem o setor produtivo

Um dia depois de anunciar a liberação de R$ 1 bilhão em crédito orientado para empresas, de todos os portes, afetadas pelos impactos econômicos do coronavírus, o BRB ampliou o convênio a instituições filiadas a outras três entidades: Federação da Agricultura e Pecuária do Distrito Federal (FAPE-DF), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Distrito Federal (FACIDF) e Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística (FENATAC).

O crédito pode ser contratado por meio do BRB Progiro – Capital de giro. Para ter acesso à linha, as empresas precisam ser associadas às entidades ou à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio), Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) e ou à CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal).

A taxa de juros é a partir de 0,80% a.m., com prazo de até 06 meses de carência e 36 meses para pagamento.
A linha de crédito pode ser contratada em todas as agências do BRB, a partir de hoje (18).

“Seguimos atentos aos desdobramentos da pandemia do coronavírus, e prontos para colaborar com todas as entidades que representem o setor produtivo. Como Banco de Brasília, nosso papel é de colaborar com o desenvolvimento do DF em todos os momentos, inclusive na crise”, afirmou o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.


brb.jpg

Callado18 de março de 20202min

O BRB firmou uma parceria com a Unidas, empresa líder no mercado de terceirização de frotas e a segunda maior locadora de automóveis do Brasil, e vai disponibilizar um novo produto aos seus clientes pessoa física: o Unidas Livre – carro 0km por assinatura.

Com o Unidas livre, o cliente BRB poderá assinar veículos 0km por períodos de 12 a 42 meses, pagando apenas uma mensalidade fixa. Além disso, o cliente não terá custos com IPVA, licenciamento, seguro, DPVAT, emplacamento ou revisões preventivas, e ainda fica livre de toda a burocracia desses processos.

“Estamos trabalhando para oferecer aos nossos clientes um Banco cada vez mais completo, moderno e inovador. A oferta do Unidas Livre incrementa nosso portfólio e atende a clientes que tenham a necessidade diária do uso de veículo, mas não querem investir um valor na compra de um”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Pela parceria, a Unidas vai personalizar o produto para o BRB, oferecendo condições especiais na contratação dos carros zero por assinatura. Cliente do Banco que optar por pagamento via cartão de crédito ou débito em conta-corrente terá 3% de desconto no valor total do contrato.

O produto já está disponível para contratação imediata nas agências Millenium Capital, Ceilândia Centro e Taguatinga Centro. Nos próximos meses, será ofertado nos demais pontos de atendimento do Banco.

Para entender mais sobre a modalidade de carro por assinatura, acesse: livre.unidas.com.br.



Sobre o Blog

Com 16 de existência, o Blog do Callado é o 1º Blog Político de Brasília, um veículo consolidado, admirado por seus leitores e em sintonia com o público alvo: a população brasiliense. O blog é um site de opiniões e notícias com atualização diária, sem cunho ideológico. Dedica-se a oferecer aprimoramento da informação, com uma audiência qualificada.


ricardocallado@gmail.com

55 61 98417 3487


Social media & sharing icons powered by UltimatelySocial