Arquivos Economia - Página 2 de 53 - Blog do Callado

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Ricardo Callado02/05/20198min
Ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas

Encontro com representantes da Câmara Brasil-Alemanha aconteceu um dia antes de reunião com o presidente Jair Bolsonaro 

Em visita ao Brasil, o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas, se reuniu na segunda-feira (29) com representantes da Câmara Brasil-Alemanha em Brasília. A iniciativa diplomática de Maas, que atualmente também é presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, visa fortalecer as relações econômicas, culturais e políticas com a América Latina.

Representando o empresariado alemão no Brasil, participaram do encontro os executivos Philipp Schiemer, presidente da Câmara Brasil-Alemanha e presidente da Mercedes-Benz do Brasil & CEO América Latina; André Clark, presidente e CEO da Siemens no Brasil; Maite Leite, Chief Country Officer do Deutsche Bank Brasil; Manfredo Rübens, presidente da BASF para a América do Sul; Dr. Gerhard Haase presidente da Wintershall; Andreea Pal, CEO da Fraport; Claudio Guenther, presidente da STIHL do Brasil e Thomas Timm, vice-presidente Executivo da Câmara Brasil-Alemanha.

Durante o encontro os representantes da Câmara entregaram ao ministro Maas duas publicações preparadas especialmente para a ocasião de sua visita ao Brasil.

A brochura Propostas Construtivas para o fortalecimento das relações econômicas entre o Brasil e a Alemanha entregue ao ministro tem como objetivo mostrar ao político as áreas que ainda devem ser desenvolvidas em cooperação bilateral. As sugestões de assuntos que deveriam ser retomados durante conversas entre os dois países englobam o fechamento rápido de um Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e a União Europeia; a retomada das conversas sobre o Acordo de Bitributação entre o Brasil e a Alemanha; a implementação da Formação Profissional Dual segundo o modelo alemão no Brasil; a cooperação reforçadas nas áreas de Digitalização/Indústria 4.0 e Energia, assim como a cooperação bilateral em relação ao tema de Diversidade. Para o empresariado alemão é importante que sejam realizadas, o mais breve possível, as 2as Consultas Governamentais entre o Brasil e a Alemanha.

Desde 2008, o Brasil é o único país da América Latina com o qual a Alemanha mantém uma parceria estratégica. Ao todo, mais de 1.600 empresas alemãs estão atualmente instaladas no Brasil. Juntas elas representam ca. De 10% do PIB industrial brasileiro e geram 250.000 empregos diretos e cerca de 1 milhão de empregos indiretos. Além disso, São Paulo é o maior polo industrial alemão fora da Alemanha.

Confira a brochura clicando aqui.

Adicionalmente, o ministro recebeu a publicação bilingue Diversidade no Brasil que destaca as atividades das empresas alemãs no Brasil na área de gestão da diversidade, reunindo cases de sucesso e best practices para inspirar outras empresas a investir no tema.

O material reúne ainda artigos de autoridades dos dois países engajadas no tema, como Cid Torquato, secretário municipal da Pessoa com Deficiência Física; Dr. Georg Witschel, embaixador da Alemanha em Brasília; Theo van der Loo, presidente do Comitê de Diversidade da Câmara Brasil-Alemanha e ex-CEO da Bayer; Dr. Christoph de Oliveira Käppler, da Universidade Técnica de Dortmund, Faculdade de Ciências da Reabilitação; Dra. Anette Windmeisser, chefe da Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável.

A publicação está disponível clicando aqui.

 

Sobre a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK São Paulo):

A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha de São Paulo (AHK São Paulo) desenvolve um papel essencial no fomento das relações econômicas entre os dois países. É a instituição que representa oficialmente a economia alemã no Brasil, atuando como base para o fortalecimento e a diversificação dos negócios de seus associados, na atração de investimentos para o Brasil, na ampliação do comércio bilateral e na cooperação entre países.

Suas atividades englobam ações como eventos, seminários e congressos sobre diversos temas, rodadas de negócios, suporte a delegações, assim como o apoio com informações estratégicas, econômicas e institucionais. A mesma importância tem o apoio aos negócios de seus associados, assim como a ampliação estratégica de suas atividades nas áreas de Formação Profissional, Inovação, Inclusão, Mineração, Meio Ambiente, Energia e Eficiência Energética.

A Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo congrega 800 associados, entre empresas de capital ou know-how alemão instaladas no Brasil e companhias brasileiras e alemãs voltadas ao comércio exterior. Juntas representam cerca de 10% do PIB industrial brasileiro. A cidade de São Paulo é também o maior polo industrial alemão fora da Alemanha.

Adicionalmente, a instituição faz parte de uma rede de 140 Câmaras alemãs espalhadas por mais de 92 países.


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Ricardo Callado30/04/20199min

Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) de março aponta que taxa de desemprego em março é de 19,5%

Por Jéssica Antunes

Reflexo da crise econômica nacional, em processo lento de recuperação, 326 mil pessoas estão desempregadas no Distrito Federal, conforme a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgada nesta terça-feira (30). O estudo é feito pelo Secretaria de Trabalho (Setrab), em parceria com a Companhia de Planejamento (Codeplan) e com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Conforme os dados, a taxa de desemprego total aumentou de 18,7% para 19,5%, entre fevereiro e março de 2019.

O DF não é uma ilha isolada do País. Os resultados daqui repercutem o cenário nacional. Precisamos de uma retomada da economia brasileiraJean Lima, presidente da Codeplan

Comparando aos resultados de março do ano passado, 19 mil pessoas a mais estão nesta situação. Isso porque a população economicamente ativa cresceu mais que a quantidade de novos postos de trabalho. No período, 32 mil conseguiram um emprego, mas as vagas não foram suficientes para os 50 mil que se lançaram no mercado em busca de uma atividade remunerada.

“O DF não é uma ilha isolada do País. Os resultados daqui repercutem o cenário nacional. Precisamos de uma retomada da economia brasileira”, diz o presidente da Codeplan, Jean Lima. Ele explica que a queda e a recuperação de crises são mais lentas por termos uma economia baseada em serviços. “Assim, não sentimos imediatamente os efeitos de uma crise. O empregador segura um pouco até ceder a seus efeitos. Quando a economia volta, ele também espera um pouco por garantia.”

Desempenho equivalente

Os dados da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio Contínua (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, desde 2015, os resultados da capital têm desempenho equivalente ao nacional, que agora se recupera de uma crise no setor econômico.  Conforme o último dado disponível, por exemplo, a taxa de desocupação foi de 12.1% no DF e 11.6% no País.

Na comparação entre unidades da Federação, a capital virou o ano no meio da tabela: metade dos Estados tiveram taxas de desocupação superiores, enquanto outra metade, inferiores.

A Gerência de Contas e Estudos Setoriais da Codeplan aponta que a atividade econômica no DF apresenta trajetória semelhante à da atividade brasileira se comparado o Produto Interno Bruto (PIB) nacional com o Índice de Desempenho Econômico do Distrito Federal (Idecon/DF). Aqui, porém, as variações são mais suaves. De acordo com a pasta, essa resiliência econômica pode ser explicada pela forte presença do setor público.

Rendimento médio cresce, número de ocupados cai

O PDAD ainda mostra que o rendimento médio trimestral aumentou. Segundo o presidente da Codeplan, isso significa que a pessoa que chefia a família está ganhando mais. aumento do assalariado na média. Cresceram as rendas reais dos ocupados (2,7%), dos assalariados (2,4%) e dos autônomos (2,5%). A média, agora, equivale a R$ 3.415, R$ 3.774 e R$ 2.011, respectivamente. Entre os assalariados, a remuneração média aumentou tanto no setor privado quanto no público.

O contingente de ocupados reduziu 1,0% e foi estimado em 1.350 mil pessoas, 14 mil a menos em relação ao mês anterior. Esse resultado foi estimulado por decréscimos na Construção (com menos nove mil postos de trabalho) e nos Serviços (quatro  mil de redução). A queda foi verificada inclusive na Administração Pública (com dois mil a menos). A Indústria de Transformação e o Comércio mantiveram estabilidade.

Comportamento em 12 meses

Entre março de 2018 e março de 2019, 32 mil postos de trabalho foram criados. A maior parte (35 mil) foi no Setor de Serviços, responsável por 73,2% do total de ocupados no Distrito Federal em março de 2019. Na Indústria da Transformação, mil vagas foram criadas, o que representa certa estabilidade. Por sua vez, tiveram redução as áreas de Construção (menos seis mil trabalhadores) e o Comércio (dois mil cargos a menos).

De acordo com a posição na ocupação, aumentou em 24 mil o contingente de assalariados no setor privado, e diminuiu em cinco mil no setor público. Ao todo, 14 mil pessoas conseguiram assinar a Carteira de Trabalho, mas também cresceu a quantidade de trabalhadores informais (11 mil), autônomos (11 mil) e empregados domésticos (oito mil).


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Ricardo Callado29/04/20192min
Inflação do aluguel caiu de 1,26% em março para 0,92% em abril. Acumulado em 12 meses é de 8,64% Wilson Dias/Agência Brasil

Por Vitor Abdala

O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,92% em abril, percentual inferior ao observado em março (1,26%).
Segundo informou hoje (29), no Rio de Janeiro, a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M acumula inflação de 3,1% no ano e de 8,64% nos últimos 12 meses.A queda da taxa de março para abril foi provocada pelos preços no atacado. A inflação do Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, recuou de 1,67% em março para 1,07% em abril.

Ao mesmo tempo, o varejo e a construção tiveram alta em suas taxas. O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,58% em março para 0,69% em abril. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de 0,19% para 0,49% no período.


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Ricardo Callado27/04/201910min

Prazo de entrega termina na próxima terça-feira (30)

Por Kelly Oliveira

Os contribuintes que ainda não fizeram a Declaração do Imposto de Renda deste ano podem aproveitar o último final de semana antes do fim do prazo para entregar o documento à Receita Federal. O prazo para o envio começou no dia 7 de março e termina às 23h59 de 30 de abril deste ano.
Até as 17h de ontem, a Receita recebeu 21.654.366 declarações, o que corresponde a 71% dos documentos esperados para este ano (30,5 milhões).

A declaração pode ser feita de três formas: pelo computador, por celular ou tablet ou por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC). Pelo computador, será utilizado o Programa Gerador da Declaração – PGD IRPF2019, disponível no site da Receita Federal.

É possível fazer a declaração com o uso de dispositivos móveis, como tablets smartphones, por meio do aplicativo Meu Imposto de Renda. O serviço também está disponível no e-CAC no site da Receita, com o uso de certificado digital, e pode ser feito pelo contribuinte ou seu representante com procuração.

O contribuinte que tiver apresentado a declaração referente ao exercício de 2018, ano-calendário 2017, poderá acessar a Declaração Pré-Preenchida no e-CAC, por meio de certificado digital. Para isso, é preciso que, no momento da importação do arquivo, a fonte pagadora ou pessoas jurídicas tenham enviado para a Receita informações referentes ao exercício de 2019, ano-calendário de 2018, por meio da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf), Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (Dmed) ou da Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob).

Segundo a Receita, o contribuinte que fez doações, inclusive em favor de partidos políticos e candidatos a cargos eletivos, também poderá utilizar, além do Programa Gerador da Declaração (PGD) IRPF2019, o serviço Meu Imposto de Renda.

Para a transmissão da Declaração pelo PGD não é necessário instalar o programa Receitanet, uma vez que essa funcionalidade está integrada ao IRPF 2019. Entretanto, continua sendo possível a utilização do Receitanet para a transmissão da declaração.

O serviço Meu Imposto de Renda não pode ser usado em tablets ou smartphones por quem recebeu rendimentos superiores a R$ 5 milhões.

Obrigatoriedade

Estará obrigado a apresentar a declaração anual o contribuinte que, no ano-calendário de 2018, recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, quem obteve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50.

Também estão obrigadas a apresentar a declaração pessoas físicas residentes no Brasil que no ano-calendário de 2018:

– Receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil;

– Obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;

– Pretendam compensar, no ano-calendário de 2018 ou posteriores, prejuízos com a atividade rural de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2018;

– Tiveram, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;

– Passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e nessa condição encontravam-se em 31 de dezembro; ou

– Optaram pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias contados da celebração do contrato.

CPF de dependentes

Neste ano, é obrigatório o preenchimento do número do CPF de dependentes e alimentados residentes no país. A Receita vinha incluindo essa informação gradualmente na declaração. No ano passado, era obrigatório informar CPF para dependentes a partir de 8 anos.

Dados sobre imóveis e carros

Neste ano, não é obrigatório o preenchimento de informações complementares em Bens e Direitos relacionadas a carros e casas. A previsão inicial da Receita era que essas informações passassem a ser obrigatórias em 2019, mas, devido à dificuldade de contribuintes de encontrar os dados, o preenchimento complementar não precisa ser feito.

Desconto simplificado

A pessoa física pode optar pelo desconto simplificado, correspondente à dedução de 20% do valor dos rendimentos tributáveis, limitado a R$ 16.754,34.

Deduções

O limite de dedução por contribuição patronal ficou em R$ 1.200,32, devido ao reajuste do salário mínimo. No ano passado, o limite era R$ 1.171,84. Se não houver nova lei, este é o último ano em que há a possibilidade dessa dedução de contribuições pagas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por patrões de empregados domésticos com carteira assinada. Essa medida começou a valer em 2006 para incentivar a formalização dos empregados domésticos.

A dedução por dependente é de, no máximo, R$ 2.075,08 e, para instrução, de R$ 3.561,50.

Os contribuintes também podem deduzir valores gastos com saúde, sem limites, como internação, exames, consultas, aparelhos e próteses, e planos de saúde. Nesse caso é preciso ter recibos, notas fiscais e declaração do plano de saúde e informar CPF ou CNPJ de quem recebeu os pagamentos.

As chamadas doações incentivadas têm o limite de 6% do Imposto de Renda devido. As doações podem ser feitas, por exemplo, aos fundos municipais, estaduais, distrital e nacional da criança e do adolescente, que se enquadram no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Segundo a Receita, neste ano o formulário sobre as doações ao ECA vai ficar mais visível.

Aqueles que contribuem para um plano de previdência complementar – Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) – podem deduzir até o limite de 12% da renda tributável.

Multa

Quem não entregar a declaração no prazo está sujeito à multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, lançada de ofício e calculada sobre o total do imposto devido nela apurado, ainda que integralmente pago.

A multa terá valor mínimo de R$ 165,74 e máximo correspondente a 20% do Imposto sobre a Renda devido. A multa mínima será aplicada inclusive no caso de declaração de Ajuste Anual da qual não resulte imposto devido.

Restituições

Segundo a Receita, as restituições do Imposto de Renda serão feitas em sete lotes a partir de junho deste ano: o primeiro lote sairá no dia 17 de junho; o segundo, em 15 de julho; o terceiro, em 15 de agosto; o quarto, em 16 de setembro; o quinto, em 15 de outubro; o sexto, em 18 de novembro; e o sétimo, em 16 de dezembro.


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Ricardo Callado26/04/20194min
Ação será realizada de 20 a 26 de maio
 
O Banco Central do Brasil (BC) promove, em maio, a 6ª Semana Nacional de Educação Financeira. A ação, que ocorre no período de 20 a 26/05, em todo o Brasil, conta com a participação de diversas instituições, entre elas o Banco de Brasília (BRB).
Toda empresa que adere ao projeto deve promover ações gratuitas, destinadas ao público externo. No caso do BRB, serão oferecidas três palestras entre os dias 21 e 23 de maio.
No dia 21, o tema é “O que fazer para ter uma vida financeira equilibrada?”. Um dia depois (22), a palestra terá como mote “Como fazer o Planejamento Pessoal?”. Já no dia 23, será possível saber mais sobre “quais as opções de investimentos disponíveis para potencializar seus ganhos?”.
“Este é o quarto ano que o BRB participa do projeto. Nas edições anteriores, disponibilizamos conteúdo nesse mesmo formato. Notamos que a população responde ao convite de forma muito positiva e a busca por conhecimento ligado às questões financeiras é cada vez mais frequente”, afirma a gerente de desenvolvimento de pessoas da Instituição, Karolina Cunha.
 
Para participar, não é necessária inscrição prévia. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo email educafinan@brb.com.br.
Outras informações sobre o projeto podem ser consultadas no site www.cidadaniafinanceira.bcb.gov.br (Portal Cidadania Financeira do Banco Central) e no www.vidaedinheiro.gov.br (página oficial da Estratégia Nacional de Educação Financeira – ENEF).
Serviço:
6ª Semana Nacional de Educação Financeira
Data: 21 a 23/05
Horário: 19h às 21h
Local: Centro de Treinamento do BRB (EQS 410/411, Lote 01, Sobreloja Ag. L2 Sul)

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Ricardo Callado25/04/20194min

Por Kelly Oliveira

As instituições financeiras vão compartilhar dados, produtos e serviços por meio de abertura e integração de plataformas e infraestruturas de tecnologia. Esse é o chamado open banking, em que os dados bancários pertencem aos clientes e não às instituições financeiras.
Nesta quarta-feira (24), o Banco Central (BC) deu início ao processo de implementação do open banking, “com o objetivo de aumentar a eficiência e a competição no Sistema Financeiro Nacional e abrir espaço para a atuação de novas empresas do setor”. O BC publicou o Comunicado 33.455, que estabelece as diretrizes que orientarão a proposta de regulamentação do modelo a ser adotado no Brasil.

“Por meio do open banking, clientes bancários poderão, por exemplo, visualizar em um único aplicativo o extrato consolidado de todas as suas contas bancárias e investimentos. Também será possível, por este mesmo aplicativo, fazer uma transferência de recursos ou um pagamento, sem a necessidade de acessar diretamente o site ou aplicativo do banco”, diz o BC, em nota.

Os requisitos estabelecidos pelo Banco Central indicam que deverão ser compartilhadas, inicialmente, as seguintes informações e serviços: produtos e serviços oferecidos pelas instituições participantes (localização de pontos de atendimento, características de produtos, termos e condições contratuais e custos financeiros, entre outros); dados cadastrais dos clientes (nome, número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas – CPF, filiação, endereço, entre outros); dados transacionais dos clientes (dados relativos a contas de depósito, a operações de crédito, a demais produtos e serviços contratados pelos clientes, entre outros); e serviços de pagamento (inicialização de pagamento, transferências de fundos, pagamentos de produtos e serviços, entre outros).

Para a implementação do open banking estão previstas a publicação de atos normativos e também iniciativas de autorregulação do setor. No segundo semestre, deverão ser submetidas à consulta pública minutas de atos normativos sobre o tema e seu cronograma de implementação.

Quanto à autorregulação, a expectativa é de que fique a cargo das próprias instituições participantes a padronização tecnológica e de procedimentos operacionais, os padrões e certificados de segurança e a implementação de interfaces.

De acordo com o comunicado do BC, o compartilhamento de dados cadastrais e transacionais dos clientes, bem como de serviços de pagamento, depende de prévio consentimento do cliente.


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Ricardo Callado24/04/20194min

O executivo Jean Silva foi promovido para o cargo de Head of Business LATAM na HERE Technologies, empresa líder mundial em serviços de mapeamento e localização. Formado em Engenharia Elétrica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e com MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas, Jean trabalha na HERE Technologies há três anos e até recentemente ocupava a função de gerente de Vendas Latam. O executivo tem dezesseis anos de experiência no mundo corporativo aonde já atuou como gerente de Produtos, Comercial, Pré-Vendas e Vendas em empresas líderes no segmento de tecnologia como Ericsson, ZTE, Nokia Siemens e General Electric.

A HERE Technologies possui mais de 30 anos de experiência em mapeamento e serviços de localização. A empresa oferece aplicações para melhores experiências em tempo real para consumidores, veículos, grandes empresas e cidades, com dados precisos e altamente confiáveis. A tecnologia da HERE pode ser encontrada em quatro de cada cinco veículos com sistemas de navegação embarcado dos Estados Unidos e Europa. A empresa atende aos mais altos padrões da indústria com soluções em serviços de localização e tem como clientes marcas líderes do setor automotivo e de consumo, além de grandes empresas, órgãos governamentais e consumidores.

Sobre a HERE Technologies

A HERE Technologies, empresa de localização na nuvem, permite que pessoas, empresas e cidades ao redor do mundo desfrutem de serviços de localização de alta qualidade. Traduzindo o mundo em mapas e soluções de mobilidade, a companhia ajuda seus clientes a chegarem a melhores resultados – auxiliando prefeituras a gerenciar a infraestrutura da cidade ou permitindo que empreendimentos de todos os portes otimizem seus ativos para guiar motoristas com máxima segurança a seus destinos. Para saber mais sobre a HERE, incluindo as novas plataformas de serviços de localização em nuvem, acesse http://360.here.com.


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Ricardo Callado22/04/20195min

Inovações presentes na Europa asseguram performance nas transações e capturas de pagamento online e offline

A Worldline, líder europeia em meios de pagamentos com atuação no mercado brasileiro como processadora de pagamento (gateway) global, apresenta novas soluções que permitem aumentar a performance e a experiência de pagamento dos consumidores.

A primeira delas é a One Commerce Hub plataforma de pagamento omnichannel. A tecnologia leva mais eficiência para transações, sejam elas no varejo físico ou online, porque captura transações off-line como online e vice-versa, o que impacta em uma melhor gestão dos processos e gestão no varejo. Para o consumidor final, a experiência permite, por exemplo, que a loja física use os dados do cartão de crédito já cadastrados no e-commerce para efetuar o pagamento sem a necessidade de tirar o plástico da carteira ou smartphone.

A nova tecnologia permite também que os comerciantes desenvolvam suas estratégias de pagamento e expandam seus negócios para novos países e canais. A One Commerce Hub também tem a vantagem de se adaptar aos ambientes existentes dos clientes e aos hábitos de compra, pois é compatível com os terminais existentes e aceita em todos os métodos de pagamento em diferentes países.

A plataforma fez parte de uma série de lançamentos que a Worldline apresentou durante a NRF (National Retail Federation) reconhecido como o maior evento do mercado varejista global e que sinaliza as principais tendências para o setor.

Outro destaque do ano é o dispositivo de pagamento interativo ominichannel YUMI. O novo dispositivo multifuncional inteligente da Wordline aprimora a experiência do varejo e permite mais interação entre clientes e varejistas e amplia as funcionalidades de pagamento permitindo, por exemplo, fechar pedidos em restaurante até doações para instituições. Mais informações

Vincent Roland, Managing Director Global da Worldline, viu a NRF como excelente ocasião para apresentar ao varejo as novas tecnologias da companhia. “O YUMI marca um ponto de virada para as interações entre o consumidor e atende à crescente demanda dos varejistas e seus clientes por interações eficazes e intuitivas. Nosso dispositivo é amigável e proporciona um ponto de interação omnichannel intuitivamente projetado. Com seu design moderno, o YUMI levará a experiência do varejista e do consumidor a um nível totalmente novo”, explica.

Para Thais Fischberg, head das operações Brasil e América Latina da Worldline, as novas tecnologias simplificam e aprimoram a gestão de processos do varejo e elevam a experiência do consumidor. “Estas iniciativas apresentadas na Europa são aprendizados importantes e que contribuem para elevar a inserção dos meios eletrônicos de pagamento no dia a dia da sociedade.

Sobre Worldline: líder europeia no setor de processamento de pagamento e serviços transacionais no e-commerce. Com 45 anos de experiência e presença em mais de 29 países, a Worldline cria e opera sistemas de pagamento transacional em tempo real para permitir que comerciantes, bancos, governos e outras organizações possam emitir, aceitar, liquidar e gerenciar todos os tipos de transações digitais com seus clientes além dos pagamentos como pedidos, compensação e liquidações, sinistros, bilhetes pré-pagos e prêmios de fidelidade.


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Ricardo Callado18/04/20198min

Previsão é inaugurar 11 pontos de vendas na região, sendo três destes em Brasília, até o final de 2019 

Pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Franquias (ABF), com o balanço do setor em 2018, aponta otimismo acerca da economia do país. Os dados mostram crescimento de 5,2% do total de unidades em relação ao ano anterior, com o saldo de 7.570 novas operações, totalizando 153.704 unidades de franquias ativas. Diante deste cenário, acredita-se que o ritmo prossiga ao longo de 2019, com novos investimentos em expansão, modernização e otimização por parte das grandes redes. O Bob’s, primeira rede de fast food do Brasil, é um exemplo disso.

Com 67 anos de história e atuação em todo o território brasileiro, a rede se prepara para ampliar investimentos e abrir novos pontos de vendas.  “Estamos confiantes neste novo momento da economia. Voltamos a investir em expansão, tanto nas capitais quanto no interior do país”, declara Marcelo Tristão, diretor de Desenvolvimento do Bob´s, que, apesar de reconhecer o momento como desafiador, acredita ser possível criar novas oportunidades. “Conhecemos muito bem nosso mercado e nosso modelo de negócio, e sabemos como atuar em momentos assim, sempre nos adaptando para aproveitarmos as melhores oportunidades”, afirma.

Em seu favor, a rede usará a capilaridade característica do Brasil para expandir a marca em diversos municípios onde a demanda de alimentação fora do lar é crescente e para consolida-la em mercados onde já está estabelecida. “Nosso objetivo é crescer através do modelo de drive thru, ocupar espaços nos novos shoppings centers e aproveitar o potencial da região para vender linha de gelados. Com isso, a previsão é inaugurar 11 pontos de venda até o final do ano”, afirma Tristão. Entre estes, uma loja em Barra do Garça, no Mato Grosso; e outra em Aparecida de Goiânia, em Goiás.

O investimento previsto gira em torno de R$ 7 milhões para novas unidades. Os planos incluem ainda reformas visando à padronização de todas as lojas para o novo conceito – com design contemporâneo, autoatendimento, autosserviço de bebidas, personalização de produtos, molho à vontade e sanduíches em tamanhos P, M e G –, com investimentos por volta de R$ 2,5 milhões.

Roadshow em Brasília

Para dar continuidade ao plano de expansão no país, o Bob’s realizará um roadshow em Brasília na quarta-feira, dia 24 de abril, das 9h às 20h, no hotel Fusion Hplus Express+. O evento tem como objetivo atender os empresários locais e pessoas interessadas em abrir uma franquia Bob’s. Para participar, é necessário agendar uma reunião com os representantes da empresa, através do e-mail anita.cid@bffc.com.br, dentro da faixa de horário.

O encontro irá mostrar os diversos tipos de loja da rede, assim como toda a tecnologia que beneficia tanto o consumidor, quanto o franqueado. O foco de crescimento do Bob’s inclui capitais e cidades do interior, tendo como limite um mínimo de 100 mil habitantes. Essa medida é possível devido ao portfólio completo oferecido pela rede, com opções como restaurantes de rua, shopping e drive thru, entre outros, para atender aos diferentes perfis de consumidores e empreendedores. As oportunidades de negócios vão de R$ 780 mil a R$ 1,5 milhão, dependendo do ponto escolhido e do tamanho da loja.

Brasília conta atualmente com 18 unidades e o Bob’s tem como meta abrir mais três até o final de 2019.

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Roadshow Bob’s 

Data e horário: 24/04, das 9h às 20h

Local: Hotel Fusion Hplus Express+ – Quadra 01, Bloco D, área especial A, SHN – Asa Norte, Brasília – DF

Inscrições podem ser feitas no contatoanita.cid@bffc.com.br

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Franquias – Atualmente, são 370 franqueados, com uma média superior a três pontos de venda cada. Para se tornar um destes, é necessário se cadastrar em www.bobs.com.br/seja-nosso-franqueado.

A rede permite os seguintes formatos de operações e respectivos investimentos:

  • Loja de rua: a partir de R$ 800.000,00
  • Praça de Alimentação (Shopping, mall, galeria): a partir de R$750.000,00
  • Drive Thru: R$1.400.000,00
  • Lojas de posto de gasolina e conveniência: R$750.000,00

Sobre o Bob´s – O Bob’s, empresa genuinamente brasileira, com 67 anos de mercado, foi a primeira rede de fast food do Brasil. O norte-americano Robert Falkenburg trouxe dos Estados Unidos os conceitos mais modernos e inovadores do fast food, aos quais integrou o sabor do tempero brasileiro. A primeira loja foi inaugurada no burburinho de Copacabana em 1952 e rapidamente lançou moda, virando mania entre os cariocas e todos os brasileiros. Em 1984, foi iniciado o sistema de franquia.


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Ricardo Callado18/04/20196min

Menos de duas semanas para o fim do prazo de entrega das declarações de Imposto de Renda Pessoa Física e grande maioria dos contribuintes ainda não prestaram contas à Receita Federal. Já, outra parcela prestou conta, contudo, está preocupada pois descobriu que cometeu erros na hora do envio.

“Neste ano logo após entregar a Declaração o contribuinte já pode saber se a mesma foi ou não para malha fina e quais os motivos. Temos observando que fatores como informes de rendimentos e eSocial das Domésticas estão sendo motivos muito comuns que ocasionam essa situação. É preciso muitos cuidados”, explica o diretor executivo da Confirp Contabilidade Richard Domingos.

Ocorre que mesmo com a importância desse documento, ainda se tem casos de descuidado e pressa para envio das informações e isso, somado com as complicações para preenchimentos, ocasionam erros que comprometem a declaração, podendo levar até mesmo à malha fina da Receita Federal e a pagar multas bastante altas.

Contudo, segundo o diretor executivo da Confirp Contabilidade Richard Domingos, esses erros não devem ser motivos de desespero. “Detectados os problemas na declaração o contribuinte pode fazer a retificação, antes mesmo de cair na malha fina,  onde os erros serão corrigidos. O prazo para retificar a declaração é de cinco anos, mas é importante que o contribuinte realize o processo rapidamente, para não correr o risco de ficar na Malha Fina”.

Um dos cuidados que deve ser tomado é entregar a declaração retificadora no mesmo modelo (completo ou simplificado) utilizado para a declaração original. É fundamental que o contribuinte possua o número do recibo de entrega da declaração anterior, para a realização do processo.

Segundo Domingos, o procedimento para a realização de uma declaração retificadora é o mesmo que para uma declaração comum, a diferença é que no campo Identificação do Contribuinte, deve ser informado que a declaração é retificadora.

Quando aumenta ou diminui o imposto

Importante lembrar que o contribuinte que já estiver pagando imposto não poderá interromper o recolhimento, mesmo havendo redução do imposto a pagar. Nesse caso, deverá agir da seguinte forma:

– recalcular o novo valor de cada quota, mantendo-se o número de quotas em que o imposto foi parcelado na declaração retificadora, desde que respeitado o valor mínimo;
– os valores pagos a mais nas quotas já vencidas podem ser compensados nas quotas com vencimento futuro ou ser objeto de pedido de restituição;
– sobre o montante a ser compensado ou restituído incidirão juros equivalentes à taxa Selic, tendo como termo inicial o mês subsequente ao do pagamento a maior e como termo final o mês anterior ao da restituição ou da compensação, adicionado de 1% no mês da restituição ou compensação.

Já se a retificação resultar em aumento do imposto declarado, o contribuinte deverá calcular o novo valor de cada quota, mantendo-se o número de quotas em que o imposto foi parcelado na declaração retificadora. Sobre a diferença correspondente a cada quota vencida incidem acréscimos legais (multa e juros), calculados de acordo com a legislação vigente.

Riscos da malha fina

Mas quais os principais motivos que levam os contribuintes a caírem na malha fina? Veja o que aponta o diretor da Confirp, Richard Domingos:

  •  –  Informar despesas médicas diferente dos recibos, principalmente em função da DMED;
    •    – Informar incorretamente os dados do informe de rendimento, principalmente valores e CNPJ;
    •    – Deixar de informar rendimentos recebidos durante o ano (as vezes é comum esquecer de empresas em que houve a rescisão do contrato);
    •    – Deixar de informar os rendimentos dos dependentes;
    •    – Informar dependentes sem ter a relação de dependência (por exemplo, um filho que declara a mãe como dependente mas outro filho ou o marido também lançar);
    •    – A empresa alterar o informe de rendimento e não comunicar o funcionário;
    •    – Deixar de informar os rendimentos de aluguel recebidos durante o ano;
    •    – Informar os rendimentos diferentes dos declarados pelos administradores / imobiliárias.

    A empresa pode levar o funcionário à malha fina quando:

    •    Deixa de informar na DIRF ou declara com CPF incorreto;
    •    Deixar de repassar o IRRF retido do funcionário durante o ano;
    •    Alterar o informe de rendimento na DIRF sem informar o funcionário.

 



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