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Arquivos Economia - Blog do Callado

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Ricardo Callado18/04/20198min

Previsão é inaugurar 11 pontos de vendas na região, sendo três destes em Brasília, até o final de 2019 

Pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Franquias (ABF), com o balanço do setor em 2018, aponta otimismo acerca da economia do país. Os dados mostram crescimento de 5,2% do total de unidades em relação ao ano anterior, com o saldo de 7.570 novas operações, totalizando 153.704 unidades de franquias ativas. Diante deste cenário, acredita-se que o ritmo prossiga ao longo de 2019, com novos investimentos em expansão, modernização e otimização por parte das grandes redes. O Bob’s, primeira rede de fast food do Brasil, é um exemplo disso.

Com 67 anos de história e atuação em todo o território brasileiro, a rede se prepara para ampliar investimentos e abrir novos pontos de vendas.  “Estamos confiantes neste novo momento da economia. Voltamos a investir em expansão, tanto nas capitais quanto no interior do país”, declara Marcelo Tristão, diretor de Desenvolvimento do Bob´s, que, apesar de reconhecer o momento como desafiador, acredita ser possível criar novas oportunidades. “Conhecemos muito bem nosso mercado e nosso modelo de negócio, e sabemos como atuar em momentos assim, sempre nos adaptando para aproveitarmos as melhores oportunidades”, afirma.

Em seu favor, a rede usará a capilaridade característica do Brasil para expandir a marca em diversos municípios onde a demanda de alimentação fora do lar é crescente e para consolida-la em mercados onde já está estabelecida. “Nosso objetivo é crescer através do modelo de drive thru, ocupar espaços nos novos shoppings centers e aproveitar o potencial da região para vender linha de gelados. Com isso, a previsão é inaugurar 11 pontos de venda até o final do ano”, afirma Tristão. Entre estes, uma loja em Barra do Garça, no Mato Grosso; e outra em Aparecida de Goiânia, em Goiás.

O investimento previsto gira em torno de R$ 7 milhões para novas unidades. Os planos incluem ainda reformas visando à padronização de todas as lojas para o novo conceito – com design contemporâneo, autoatendimento, autosserviço de bebidas, personalização de produtos, molho à vontade e sanduíches em tamanhos P, M e G –, com investimentos por volta de R$ 2,5 milhões.

Roadshow em Brasília

Para dar continuidade ao plano de expansão no país, o Bob’s realizará um roadshow em Brasília na quarta-feira, dia 24 de abril, das 9h às 20h, no hotel Fusion Hplus Express+. O evento tem como objetivo atender os empresários locais e pessoas interessadas em abrir uma franquia Bob’s. Para participar, é necessário agendar uma reunião com os representantes da empresa, através do e-mail anita.cid@bffc.com.br, dentro da faixa de horário.

O encontro irá mostrar os diversos tipos de loja da rede, assim como toda a tecnologia que beneficia tanto o consumidor, quanto o franqueado. O foco de crescimento do Bob’s inclui capitais e cidades do interior, tendo como limite um mínimo de 100 mil habitantes. Essa medida é possível devido ao portfólio completo oferecido pela rede, com opções como restaurantes de rua, shopping e drive thru, entre outros, para atender aos diferentes perfis de consumidores e empreendedores. As oportunidades de negócios vão de R$ 780 mil a R$ 1,5 milhão, dependendo do ponto escolhido e do tamanho da loja.

Brasília conta atualmente com 18 unidades e o Bob’s tem como meta abrir mais três até o final de 2019.

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Roadshow Bob’s 

Data e horário: 24/04, das 9h às 20h

Local: Hotel Fusion Hplus Express+ – Quadra 01, Bloco D, área especial A, SHN – Asa Norte, Brasília – DF

Inscrições podem ser feitas no contatoanita.cid@bffc.com.br

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Franquias – Atualmente, são 370 franqueados, com uma média superior a três pontos de venda cada. Para se tornar um destes, é necessário se cadastrar em www.bobs.com.br/seja-nosso-franqueado.

A rede permite os seguintes formatos de operações e respectivos investimentos:

  • Loja de rua: a partir de R$ 800.000,00
  • Praça de Alimentação (Shopping, mall, galeria): a partir de R$750.000,00
  • Drive Thru: R$1.400.000,00
  • Lojas de posto de gasolina e conveniência: R$750.000,00

Sobre o Bob´s – O Bob’s, empresa genuinamente brasileira, com 67 anos de mercado, foi a primeira rede de fast food do Brasil. O norte-americano Robert Falkenburg trouxe dos Estados Unidos os conceitos mais modernos e inovadores do fast food, aos quais integrou o sabor do tempero brasileiro. A primeira loja foi inaugurada no burburinho de Copacabana em 1952 e rapidamente lançou moda, virando mania entre os cariocas e todos os brasileiros. Em 1984, foi iniciado o sistema de franquia.


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Ricardo Callado18/04/20196min

Menos de duas semanas para o fim do prazo de entrega das declarações de Imposto de Renda Pessoa Física e grande maioria dos contribuintes ainda não prestaram contas à Receita Federal. Já, outra parcela prestou conta, contudo, está preocupada pois descobriu que cometeu erros na hora do envio.

“Neste ano logo após entregar a Declaração o contribuinte já pode saber se a mesma foi ou não para malha fina e quais os motivos. Temos observando que fatores como informes de rendimentos e eSocial das Domésticas estão sendo motivos muito comuns que ocasionam essa situação. É preciso muitos cuidados”, explica o diretor executivo da Confirp Contabilidade Richard Domingos.

Ocorre que mesmo com a importância desse documento, ainda se tem casos de descuidado e pressa para envio das informações e isso, somado com as complicações para preenchimentos, ocasionam erros que comprometem a declaração, podendo levar até mesmo à malha fina da Receita Federal e a pagar multas bastante altas.

Contudo, segundo o diretor executivo da Confirp Contabilidade Richard Domingos, esses erros não devem ser motivos de desespero. “Detectados os problemas na declaração o contribuinte pode fazer a retificação, antes mesmo de cair na malha fina,  onde os erros serão corrigidos. O prazo para retificar a declaração é de cinco anos, mas é importante que o contribuinte realize o processo rapidamente, para não correr o risco de ficar na Malha Fina”.

Um dos cuidados que deve ser tomado é entregar a declaração retificadora no mesmo modelo (completo ou simplificado) utilizado para a declaração original. É fundamental que o contribuinte possua o número do recibo de entrega da declaração anterior, para a realização do processo.

Segundo Domingos, o procedimento para a realização de uma declaração retificadora é o mesmo que para uma declaração comum, a diferença é que no campo Identificação do Contribuinte, deve ser informado que a declaração é retificadora.

Quando aumenta ou diminui o imposto

Importante lembrar que o contribuinte que já estiver pagando imposto não poderá interromper o recolhimento, mesmo havendo redução do imposto a pagar. Nesse caso, deverá agir da seguinte forma:

– recalcular o novo valor de cada quota, mantendo-se o número de quotas em que o imposto foi parcelado na declaração retificadora, desde que respeitado o valor mínimo;
– os valores pagos a mais nas quotas já vencidas podem ser compensados nas quotas com vencimento futuro ou ser objeto de pedido de restituição;
– sobre o montante a ser compensado ou restituído incidirão juros equivalentes à taxa Selic, tendo como termo inicial o mês subsequente ao do pagamento a maior e como termo final o mês anterior ao da restituição ou da compensação, adicionado de 1% no mês da restituição ou compensação.

Já se a retificação resultar em aumento do imposto declarado, o contribuinte deverá calcular o novo valor de cada quota, mantendo-se o número de quotas em que o imposto foi parcelado na declaração retificadora. Sobre a diferença correspondente a cada quota vencida incidem acréscimos legais (multa e juros), calculados de acordo com a legislação vigente.

Riscos da malha fina

Mas quais os principais motivos que levam os contribuintes a caírem na malha fina? Veja o que aponta o diretor da Confirp, Richard Domingos:

  •  –  Informar despesas médicas diferente dos recibos, principalmente em função da DMED;
    •    – Informar incorretamente os dados do informe de rendimento, principalmente valores e CNPJ;
    •    – Deixar de informar rendimentos recebidos durante o ano (as vezes é comum esquecer de empresas em que houve a rescisão do contrato);
    •    – Deixar de informar os rendimentos dos dependentes;
    •    – Informar dependentes sem ter a relação de dependência (por exemplo, um filho que declara a mãe como dependente mas outro filho ou o marido também lançar);
    •    – A empresa alterar o informe de rendimento e não comunicar o funcionário;
    •    – Deixar de informar os rendimentos de aluguel recebidos durante o ano;
    •    – Informar os rendimentos diferentes dos declarados pelos administradores / imobiliárias.

    A empresa pode levar o funcionário à malha fina quando:

    •    Deixa de informar na DIRF ou declara com CPF incorreto;
    •    Deixar de repassar o IRRF retido do funcionário durante o ano;
    •    Alterar o informe de rendimento na DIRF sem informar o funcionário.

 


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Ricardo Callado16/04/20196min

Com tecnologia pioneira no ramo, selfie do cliente passa a valer como assinatura em contrato de empréstimo consignado

O Banco PAN lança o recurso de biometria facial como assinatura para o cliente que contratar um empréstimo consignado. A tecnologia, pioneira no ramo de crédito, chega para trazer ainda mais eficiência, agilidade, segurança e praticidade, tanto para o consumidor, quanto para o Banco. A modernização no atendimento integra a estratégia do PAN em se tornar 100% digital. Nos próximos dois anos, o aporte financeiro destinado à tecnologia chegará a R$ 150 milhões.

 “A ideia surgiu em 2016 quando pesquisamos qual deveria ser o modelo de assinatura do PAN e das vendas no varejo no futuro. As primeiras análises apontaram para o reconhecimento de voz ou de digitais, mas levando em consideração a acessibilidade do recurso, definimos que a biometria facial era a mais adequada para nossos clientes”, afirma Artur Azevedo, Superintendente Executivo de Produtos e CRM do Banco PAN.

 “O modelo tradicional de formalização está atrelado a custos de logística, impressão, análise e digitalização de papel. Por meio desta novidade, estamos ganhando em eficiência e otimização de recursos”, diz.

 A tecnologia proporcionará também maior robustez no processo de prevenção de fraude, garantindo maior segurança aos nossos clientes. Os números iniciais demonstram redução significativa do risco de fraude quando comparados à operação tradicional via papel, que já é considerada uma das mais seguras. Tudo também foi desenvolvido para já atender à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP), que entrará em vigor em 2020.

 A implementação dessa tecnologia aconteceu por etapas, sendo lançada em 10 lojas do PAN no início deste ano. Progressivamente foi expandida às 60 lojas e 6 correspondentes selecionados, ainda em processo de piloto. A partir de 16 de abril, toda a rede parceira do PAN contará com esta inovação.

 “Nosso time comercial das lojas e da rede de correspondentes serão beneficiados ao quebrarmos as barreiras físicas e ampliarmos a atuação de qualquer vendedor para o âmbito nacional. Deste modo, expandiremos a captação de novos clientes permitindo-nos originar e escalar ainda mais nossos negócios”, explica o superintendente.

 

Público sênior e tecnologia

Aposentados e pensionistas são os principais públicos de crédito consignado. Com o desafio de lançar um recurso tecnológico a estes clientes, o PAN destinou esforços para levar a novidade em um formato ideal para eles. Tendo acessibilidade, usabilidade e experiência desses clientes como pré-requisito, foram testados 14 protótipos, até se chegar à versão atual que garantiu o pleno entendimento do processo pelos clientes, permitindo-os realizar o processo sem nenhum tipo de auxílio.

 “Envolvemos uma base de clientes aposentados nos testes dos protótipos. Com isso, conseguimos garantir a simplicidade e transparência no processo de contratação de crédito e assegurar que este perfil de consumidor não necessitaria de auxílio para realizar a formalização digital”, diz.

 

Expectativa

No segundo semestre deste ano, a novidade chegará para outros produtos do Banco, como financiamento de veículos. Ainda em 2019, a expectativa é que 100% dos processos de contratação de crédito e abertura de conta deverão acontecer via biometria facial.

 “Estamos com uma ótima expectativa para este lançamento pioneiro e temos a certeza de que será um grande sucesso entre os clientes, que terão uma experiência ainda melhor e mais transparente no modelo de contratação”, completa Artur.


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Ricardo Callado13/04/20193min

Reajuste no preço do diesel será avaliado em reunião com Bolsonaro

Por Pedro Rafael Vilela

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou nesta sexta (12) que o presidente Jair Bolsonaro recomendou o adiamento do reajuste no preço do óleo diesel para entender aspectos técnicos da decisão da Petrobras, mas negou que haja interferência do governo na política de preços da estatal.
“Por princípio, o senhor presidente entende que a Petrobras, uma empresa de capital aberto, sujeita as regras de mercado, não deve sofrer interferência política em sua gestão. No entanto, em face do impacto sobre a população do ajuste anunciado, cerca de 5,7%, ele recomendou a aguardar a implantação, e convidou ministros ligados a área, e uma equipe técnica da Petrobras, para comparecerem ao Palácio do Planalto, na próxima terça-feira, com o intuito de discutir os aspectos técnicos da decisão”, informou.

Ontem (11), a petroleira havia anunciado um reajuste de 5,7% do diesel nas refinarias, mas a medida foi suspensa hoje pela direção da empresa. O presidente Bolsonaro disse que há preocupação com o reajuste dos combustíveis pelo impacto no setor de transporte de cargas, afetando diretamente os caminhoneiros.

Em nota, o Ministério de Minas e Energia diz que vem trabalhando, em conjunto com outros órgãos, para buscar soluções estruturantes na questão dos preços de combustíveis, notadamente o diesel, sem qualquer incidência sobre a liberdade econômica da Petrobras.

“Como exemplo dessas soluções, cabe mencionar que no último dia 26 de março, a Diretoria Executiva da Petrobras alterou a periodicidade de reajuste nos preços do óleo diesel, que passaram a ser reajustados por períodos não inferiores a 15 dias. (…) Adicionalmente, foi anunciada a criação do Cartão Caminhoneiro, que tem como objetivo a compra por caminhoneiros de diesel a preço fixo nos postos com a bandeira BR. O Cartão Caminhoneiro servirá como uma opção de proteção da volatilidade de preços, garantindo assim a estabilidade durante a realização de viagens”, informou a pasta.


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Ricardo Callado11/04/20193min
Governador Ibaneis Rocha entrega projeto na Câmara Legislativa em defesa das micro e pequenas empresas. Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

PL que extingue o diferencial de alíquota (Difal) sobre o ICMS foi entregue pelo governador Ibaneis Rocha à Câmara Legislativa, que o aprovou em dois turnos

O Governo do Distrito Federal deu mais um passo para fortalecer e aquecer a economia local em benefício dos micro e pequenos empresários. Aprovado em dois turnos na Câmara Legislativa, o Projeto de Lei nº 307/2019 extingue das empresas optantes do Simples Nacional a cobrança do diferencial de alíquota (Difal) sobre o ICMS – imposto sobre circulação de mercadorias e serviços. Agora, a matéria aguarda sanção do governador Ibaneis Rocha.

Com a desoneração do Difal, as empresas vão desembolsar menos na aquisição de produtos. Atualmente, elas pagam 5% de ICMS sobre o valor da nota fiscal de entrada gerada a partir de uma compra interestadual. Essas firmas também são proibidas por lei de implementarem a compensação tributária, diferentemente do que ocorre com as médias e grandes companhias.

Para o secretário de Fazenda do DF, André Clemente, o projeto de lei busca “promover justiça fiscal, o fortalecimento das micro e pequenas empresas e a geração de novos empregos no âmbito local”. A medida também serve para fomentar o desenvolvimento dos pequenos negócios, além de melhorar a competitividade do empreendedor.

ICMS

A Secretaria de Fazenda do DF ainda questiona a constitucionalidade da cobrança do Difal, e argumenta que o ICMS tem o princípio de não-cumulatividade previsto na Constituição Federal. Alerta também que o tema está sendo discutido no Supremo Tribunal Federal, com parcial indicação dos ministros da Corte favoráveis à eliminação da alíquota.

A isenção tributária decorrente do PL nº 307/2019 está prevista na projeção de benefícios tributários e na estimativa de receita das leis orçamentárias para 2019 (Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual). A expectativa do governo é que a médio e longo prazo a medida tenha impacto positivo na arrecadação.


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Ricardo Callado05/04/20194min

Projetos de infraestrutura, mobilidade e saúde serão analisados

Por Hédio Ferreira Júnior

A Agence Française de Développement (AFD) assinou nesta quinta-feira (4) um acordo de cooperação com o Governo do Distrito Federal (GDF) para investimentos em Brasília. O protocolo de intenções simboliza a disposição em viabilizar projetos por meio da promoção de intercâmbio, treinamento e capacitação, além da troca de informações sobre iniciativas estratégicas em áreas como mobilidade, desenvolvimento urbano sustentável e energias renováveis.

A Secretaria de Estado da Fazenda apresentou ao grupo de representação da AFD um pedido de financiamento de projetos de R$4,345 bilhões – que serão avaliados para futura contratação. O projeto de construção de um novo Hospital da Criança em Ceilândia, região administrativa do DF, será apresentado para análise da entidade.

Entre os projetos apresentados à AFD para financiamento estão a construção do conjunto habitacional Santa Luzia, a revitalização dos setores de Rádio e TV Sul e Comercial Sul, a construção de um viaduto em Ceilândia e outro no Riacho Fundo, além de um viaduto ligando sob o estacionamento da Feira da Torre ligando as vias W4 e W5 Sul e Norte e da construção e reforma de todos os terminais rodoviários do DF.

“Minha função foi reunir secretarias para qualificar os projetos e receber os recursos para investimentos no momento em que recuperamos a cidade, mas com cofres públicos que não comportam tantos investimentos”, afirmou o governador Ibaneis Rocha.

Melhorias

Instituição financeira pública e solidária, a Agence Française de Développement é a protagonista da política de desenvolvimento da França. A instituição está engajada, principalmente, em projetos que melhoram a vida das populações dos países em desenvolvimento, emergentes e dos territórios ultramarinos, na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e nos resultados do Acordo de Paris sobre o clima.

A AFD está no Brasil desde 2007 e tem representação em Brasília. O grupo financia, acompanha e acelera as transições de projetos relacionados ao clima, à biodiversidade, educação e urbanismo, entre outros temas, e está em mais de 4 mil projetos em 110 países. “Levaremos em consideração a capacidade dos projetos em prosperar e produzir impactos, sem pesar demais as contas públicas do Distrito Federal”, afirmou o diretor-geral da agência, Phillipe Baodoin.


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Ricardo Callado03/04/20195min
Secretaria de Desenvolvimento Econômico dá prazo para empresários aderirem ao Pró-DF II – Foto: Divulgação/Agência Brasília

Portaria 14 publicada no DODF define prazo para entrega de documentos necessários à regularização dos lotes pela Terracap

Cerca de 700 empresários que fazem parte do Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do Distrito Federal (Pró-DF II) ganharam um novo prazo de até 180 dias, a contar da publicação da lei 6.251/2018 para apresentar documentos na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). A medida pretende garantir que eles possam dar continuidade do seu empreendimento e a regularização junto à Terracap.

A Portaria 14, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal no dia 1º de abril, estabelece algumas normas para regularização dos interessados na convalidação do seu benefício econômico.

O subsecretário de Programas e Incentivos Econômicos (Supec/SDE), Silvio Perfeito, explica que a Portaria abrange os empresários que receberam o lote à época dos programas Proin-DF, o Prodecon-DF e o Pades-DF. “Muitas pessoas não conseguiram efetuar a assinatura do contrato à época, devido à falta de regularização fundiária, reordenamento urbano ou reassentamento econômico”, detalha Silvio Perfeito.

Benefício

Na prática, os empresários terão até o dia 1º julho para fazer jus ao benefício econômico que consiste na concessão dos terrenos ocupados por meio de contratos de Concessão de Direito Real de Uso com Opção de Compra. “A grande vantagem em regularizar a situação é que a depender do porte da empresa, o desconto pode chegar a até 95% na compra do lote”, explica o subsecretário.

A convalidação do benefício não será possível aos imóveis que possuírem demandas judiciais quanto à posse ou propriedade, que sejam objeto de licitação em curso ou homologada e que possuam dívidas de IPTU, taxas e preços públicos ou ainda que tenham o incentivo cancelado por órgão colegiado, conforme prevê a lei 6.251/2018. “Outra hipótese que inviabiliza a convalidação é a tentativa de regularização por parte de terceiros, ou seja, por pessoas jurídicas que não sejam as mesmas que receberam o lote originariamente”, acrescenta o subsecretário.

Cabe destacar que a convalidação do benefício econômico se dará em seis fases. Confira o passo a passo:

  • Convalidação do benefício com a aprovação do novo Projeto de Viabilidade Técnico Econômico Financeira – PVTEF; (modelo disponível no portal da SDE)
  • Assinatura do Contrato de Concessão de Direito Real de Uso com opção de Compra junto à Terracap;
  • Implantação da empresa e emissão do Atestado de Implantação Definitivo;
  • Assinatura da Escritura Pública de Promessa de Compra e Venda do Imóvel;
  • Manutenção da meta de geração de empregos pelo prazo de 5 (cinco) anos e emissão da Declaração de Cumprimento de Metas; e
  • Escrituração Definitiva do Imóvel.


Confira a relação dos programas alcançados:

Proin-DF (Programa de Desenvolvimento Industrial do DF) de 1988;

Prodecon-DF (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Econômico e Social do DF), de 1992;

Pades-DF (Programa de Promoção do Desenvolvimento Integrado e Sustentável do DF) de 1996.

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico


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Ricardo Callado30/03/20193min

Por André Richter

O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse hoje (30), em mensagem publicada no Twitter, que o Ministério da Economia estuda reduzir impostos de empresas para gerar empregos, competitividade interna e no exterior e a redução no preço de produtos.
Segundo o presidente, a pasta pretende trocar a redução de tributos pela cobrança do Imposto de Renda sobre os dividendos, parcelas do lucro distribuída aos sócios das empresas que pagam o benefício.

Bolsonaro lembrou que a redução de impostos também foi feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“A ideia seria a troca da cobrança de Imposto de Renda sobre os dividendos. Atualmente, as empresas do Brasil que lucram mais de R$ 20 mil por mês pagam 25% de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e 9% Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), totalizando 34%.”, disse.

De acordo com o presidente, a cobrança do Imposto de Renda sobre os dividendos também ocorre em outros países.

“Em compensação, desde 1995, o Brasil não cobra Imposto de Renda sobre dividendos (parcela do lucro distribuída aos acionistas de uma empresa), na contramão da prática internacional”, completou.

O presidente Jair Bolsonaro embarca hoje, às 13h, para uma visita oficial de três dias a Israel, onde pode assinar até quatro acordos de cooperação com o governo israelense, em áreas como defesa, serviços aéreos, saúde e ciência e tecnologia.


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Ricardo Callado26/03/20193min

Instituição aposta em várias linhas de crédito com juros baixos para estimular o agronegócio local. Só neste ano, serão investidos mais de R$ 244 milhões

Por Renata Moura

O Banco de Brasília (BRB) vai amentar em 154% os valores destinados ao financiamento do agronegócio no DF, passando dos R$ 96 milhões, em 2018, para R$ 244 milhões, só neste ano. “Vamos transformar o BRB no maior financiador público dos nossos produtores rurais”, anunciou o Governador Ibaneis, na semana passada, durante lançamento da Central de Regularização de Terras Rurais.

Para se consolidar como referência do crédito rural no DF, a instituição está se empenhando em várias frentes. Oferece linhas diferenciadas de crédito, que vão desde financiamento das despesas do ciclo da produção até a comercialização final dos seus produtos. “Tudo depende do perfil de negócio que o produtor quer investir”, informa Thays Macedo, gerente de área, responsável por parte dos contratos efetuados na área rural.

Ela explica que neste ano um dos grandes diferenciais do BRB serão os empréstimos na linha de investimentos voltados para os produtores rurais que possuem apenas a CDU (Concessão de Direito de Uso) e a CDRU (Concessão de Direito Real de Uso) como garantia. “Nesse perfil teremos R$70 milhões disponíveis de recursos livres, com taxas a partir de 8,25% ao ano. As taxas do BRB são as menores praticadas no mercado.”, avalia a gerente. Nesses casos, o banco poderá emprestar até 50% do valor de avaliação do terreno com benfeitorias.

Os investimentos podem ser feitos em todas as etapas do ciclo de produção, como, por exemplo, aquisição de maquinário, armazenamento, correção de solo, etc. Outras linhas de crédito também estão disponíveis para produtores de pequeno, médio e de grande porte.

Para custeio e comercialização, o banco tem mais de R$ 100 milhões destinados ao crédito e para a industrialização, outros R$ 34 milhões. Os produtores rurais interessados devem buscar mais informações nas agências do BRB localizadas no CEASA, Brazlândia, Planaltina e Unaí (MG) ou no site: www.brb.com.br.

(Com informações da Agência Brasilia)


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Ricardo Callado25/03/20194min

Por Kelly Oliveira

O mercado financeiro reduziu a projeção de crescimento da economia em 2019 e 2020.
A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – caiu de 2,01% para 2% neste ano. Foi a quarta redução consecutiva.

Para 2020, a estimativa de crescimento do PIB caiu de 2,80% para 2,78. As projeções de crescimento do PIB para 2021 e 2022 permanecem em 2,50%.

As estimativas estão no boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em estimativas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. O boletim é divulgado às segundas-feiras, pelo Banco Central, em Brasília.

Inflação

A estimativa da inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), permanece em 3,89% neste ano.

Em relação a 2020, a previsão para o IPCA segue em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração na projeção: 3,75%.

A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%.

Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Taxa Selic

Para controlar a inflação e alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano, até o fim de 2019. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC optou por manter a Selic em 6,5% ao ano.

Para o fim de 2020, a projeção para a taxa caiu de 7,75% ao ano para 7,50%. Para o final de 2020 e 2021, a expectativa permanece em 8% ao ano.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no fim do ano e em R$ 3,75 no fim de 2020.



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