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Ricardo Callado22/07/20193min
Unidade de Brazlândia vai virar sala de aula. Objetivo é reforçar a preparação de candidatos que pretendem disputar vagas em concurso público para o Banco de Brasília
O Restaurante Comunitário de Brazlândia promoverá um “aulão” de redação nesta segunda-feira (21), a partir das 19h30. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e professores voluntários da região. O objetivo é reforçar a preparação dos candidatos que farão a prova discursiva do concurso público do Banco de Brasília (BRB).

“É uma iniciativa para promover maior aproveitamento desses espaços públicos”, destaca o titular da Sedes, Eduardo Zaratz. “O governador Ibaneis Rocha nos orientou a oferecermos alternativas para ampliar o acesso da população aos restaurantes comunitários para além dos horários de refeições”, complementa.

A aula será ministrada pelo professor Alessandro Ribeiro, com vasta experiência tanto na rede pública quanto na rede privada de ensino. De acordo com o gerente do restaurante, Sidon Francisco, outros educadores serão convidados até o dia das provas para ministrarem as demais disciplinas.

Os interessados em participar do aulão devem se inscrever gratuitamente no seguinte endereço: https://bit.ly/2YYHlrH.

O BRB publicou editais ofertando, no total, 113 vagas, distribuídas entre os cargos de escriturário, analista de tecnologia da informação, engenheiro de segurança do trabalho, médico do trabalho e advogado.

De acordo com a especialidade, as provas serão realizadas nos dias 18 e 25 de agosto, além de 8 de setembro.

 

* Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social


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Ricardo Callado22/07/20196min

O Tribunal de Contas do Distrito Federal está monitorando as ações implementadas pela Secretaria de Educação nos últimos quatro anos para melhorar a oferta e distribuição de professores nas escolas da rede pública. Desde junho, o corpo técnico do TCDF está realizando o monitoramento em campo. O intuito é verificar se foram cumpridas determinações feitas pela Corte desde 2015, após a realização de uma auditoria operacional que constatou diversas falhas na gestão do pessoal de magistério.

Além de visitar unidades de ensino que foram parte da amostra da auditoria de 2015, o Tribunal enviou aos gestores das mais de 600 escolas públicas do DF um questionário eletrônico para buscar informações atualizadas sobre questões como absenteísmo, afastamentos e carência de docentes, entre outras. O levantamento também inclui consultas a dois sistemas da Secretaria de Educação: o Sistema Integrado de Gestão de Pessoas – SIGEP e o Sistema de Gestão de Professores Substitutos (GESPRO).

Achados

A auditoria operacional realizada em 2015 apontou nove falhas na gestão de professores. Constatou-se, por exemplo, que a Secretaria de Educação do DF não dispunha de uma política estruturada para realizar a reposição de professores e orientadores educacionais, que ocorria de forma descontinuada. Os concursos públicos para magistério, quando realizados, não eram capazes de suprir o déficit de profissionais do quadro permanente. Quanto à contratação de professores temporários, a auditoria apontou falhas no planejamento e no atendimento das demandas, decorrentes da inexistência de planejamento (estudos e diagnósticos da demanda) para composição dos bancos de temporários das Coordenações Regionais de Ensino.

Outra falha detectada pela auditoria era que a carga horária dos professores destinada à regência de classe era alocada de forma ineficiente. Apenas 19,51% dos professores possuíam 100% da carga de regência efetivamente aproveitada em sala de aula. Além disso, pelo menos uma em cada cinco escolas da amostra de 2015 não tinha nenhum orientador educacional e, dentre as escolas que contavam com esse profissional, 55% tinham quantidade insuficiente deles. Somado a isso, havia alto índice de professores alocados em atividades não-pedagógicas ou cedidos a outros órgãos.

Também havia necessidade de solucionar questões relacionadas ao gerenciamento de professores readaptados ou afastados por motivo de saúde. A auditoria apontou a ausência de informações consolidadas e completas relativas à unidade escolar de lotação e atividades desenvolvidas pelos profissionais readaptados, bem como a inexistência de regulamentação sobre a distribuição e remoção desses profissionais. Da mesma forma, a SEDF não tinha um mapeamento fidedigno dos afastamentos por doença que pudesse servir de suporte ao planejamento de políticas eficazes de promoção e preservação da saúde dos profissionais de magistério.

Por fim, a auditoria mostrou falhas nos procedimentos de registro e de reposição de professores afastados por doença. A reposição dos profissionais afastados estava sendo realizada de forma ineficaz. Constatou-se que o sistema de abertura de carência não era assiduamente alimentado e o encaminhamento do professor temporário não era feito de forma tempestiva, levando à necessidade de substituição por coordenadores pedagógicos e pela equipe de direção da escola ou até mesmo liberação de alunos.

Monitoramento

No levantamento atual, o Tribunal busca avaliar o cumprimento de 27 determinações feitas após a auditoria, agrupadas em quatro questões: se a Secretaria de Educação adotou medidas para aprimorar o planejamento gerencial da gestão de pessoas e se mantém quadro de professores compatível com a demanda das escolas; que medidas foram tomadas para melhorar o aproveitamento e a alocação dos profissionais de magistério; se houve adequação dos sistemas informatizados e aperfeiçoamento da cobertura de carências por professores temporários; e o que foi feito para adequar as atividades destinadas à prevenção da saúde dos profissionais de magistério. A expectativa é que o relatório de monitoramento seja submetido ao Plenário ainda no segundo semestre de 2019.


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Ricardo Callado19/07/20193min

Por Mariana Tokarnia

 A partir de hoje (19), todos os candidatos que estão na lista de espera do Programa Universidade para Todos (ProUni) deverão ir às instituições de ensino superior privadas onde concorrem a uma vaga apresentar a documentação de comprovação das informações prestadas na inscrição.
O prazo para que os candidatos que compareçam às faculdades vai até 22 de julho. A lista com a documentação necessária está disponível na página do ProUni.

Desde ontem (18), a lista de espera está disponível para consulta pelas instituições. A lista contém a classificação dos estudantes por curso e turno, segundo as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018.

A lista de espera será usada pelas próprias instituições para preencher as bolsas de estudos que não foram ocupadas nas duas chamadas regulares do programa.

Bolsas de estudo

Ao todo, serão ofertadas para o segundo semestre deste ano 169.226 bolsas de estudos em instituições particulares de ensino superior, sendo 68.087 bolsas integrais, de 100% do valor da mensalidade, e 101.139 parciais, que cobrem 50% do valor da mensalidade.

As bolsas integrais são destinadas a estudantes com renda familiar bruta per capita de até 1,5 salário mínimo. As bolsas parciais contemplam os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos.

O ProUni é voltado para candidatos que não tenham diploma de curso superior e que participaram do Enem 2018.

Os estudantes devem ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsistas integrais. É preciso ainda ter obtido nota mínima de 450 pontos na média aritmética das notas nas provas do Enem.

Também podem participar do programa estudantes com deficiência e professores da rede pública.


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Ricardo Callado19/07/20192min
O app, sucesso nas redes sociais, simula faces em idades avançadas

Por Bruno Bocchini

A Fundação Procon de São Paulo notificou hoje (18) o aplicativo FaceApp e as empresas Apple e Google, proprietárias das lojas virtuais que disponibilizam o aplicativo. De acordo com o Procon, as empresas deverão esclarecer a a políticas de coleta, armazenamento e uso dos dados dos consumidores que utilizam o aplicativo de celular.

“Informações divulgadas na imprensa afirmam que a licença para uso do aplicativo contém cláusula que autoriza a empresa a coletar e compartilhar imagens e dados do consumidor, sem explicar de que forma, por quanto tempo e como serão usados. E ainda, essas permissões não estão disponíveis em língua portuguesa”, destacou a entidade em nota.

O FaceApp, disponível nas lojas de aplicativos Play Store (para o sistema operacional Android, da Google) e Apple Store (para o sistema operacional iOS), virou febre nas redes sociais. O aplicativo faz edição e aplicação de filtros em imagens, como a simulação das faces em idades mais avançadas ou em outros gêneros.

O programa é anunciado como uma ferramenta para melhorar fotos e criar simulações por meio de filtros. Especialistas apontam que o aplicativo pode trazer uma série de riscos à privacidade do usuário e viola a legislação brasileira ao afirmar que poderá ser regido por leis de outros países.


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Ricardo Callado19/07/20195min
De acordo com levantamento da Organização Mundial da Saúde, complicações cardiovasculares matam mais do que câncer, diabetes e acidentes de carro

De acordo com levantamento da Organização Mundial da Saúde – OMS, complicações cardiovasculares matam mais do que câncer, diabetes e acidentes de carro. As doenças cardiovasculares, muitas vezes negligenciadas por grande parte da população, são comprovadamente a primeira causa de morte no Brasil e no mundo. De acordo, ainda, com a OMS, um brasileiro morre de doenças do coração a cada 40 segundos, o que dá uma média de 350 mil mortes por ano.

Um número alarmante e desconhecido da maioria da população, mas que poderia ser atenuado. Segundo o cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga – ICTCor, Bruno Jardim, as doenças cardiovasculares, tais como infartos, mal súbitos, AVCs e arritmias, são patologias que podem ser prevenidas e tratadas. “De fato existem diversos fatores de risco mais complicados, como os genéticos, mas na maioria dos casos a manutenção da saúde por meio de hábitos saudáveis, tais como prática de atividade física e cuidados com a alimentação, são suficientes para diminuir as chances de morte por causa de doenças do coração”, explica.

Vamos falar de prevenção?

Por mais clichê que possa parecer, hábitos saudáveis são um dos pilares mais importantes para cuidar da saúde do coração. “Para começar, uma alimentação balanceada é essencial. Evitar alimentos muito gordurosos e açucarados, além de bebidas alcoólicas, são essenciais para evitar o aparecimento de outros fatores de risco para as cardiopatias, como a pressão alta, o aumento do colesterol ruim e o sobrepeso”, aponta Dr. Bruno. E não é apenas isso, uma alimentação melhor contribui para o melhor funcionamento do organismo como um todo.

Outro hábito fundamental, não menos importante, é iniciar a prática de exercícios físicos, independente da idade. “As atividades físicas fazem bem para todo mundo, até mesmo para quem já desenvolveu problemas do coração. Colocando o corpo em movimento, o fluxo sanguíneo é aumentado e, com isso, o coração funciona melhor, fica mais resistente a esforços e ao estresse. Consequentemente, os riscos às artérias diminuem”, garante o médico. Largar hábitos nocivos ao coração, tais como fumar ou viver em um nível elevado de estresse, também é necessário.

Diagnóstico e tratamento

Para as pessoas que já foram acometidas por cardiopatias, além da adoção dos hábitos citados anteriormente, cabem também alguns cuidados específicos. O check-up cardíaco é o principal deles. “O acompanhamento médico é altamente indicado, principalmente para os cardiopatas. As visitas periódicas, de acordo com a necessidade de cada pessoa, irão indicar os exames específicos para uma avaliação mais completa. Atualmente, dispomos de tecnologias de ponta e técnicas minimamente invasivas, que vão auxiliar o médico tanto no diagnóstico quanto na manutenção da saúde de quem já tem algum tipo de problema”, explica Dr. Thomas Osterne, cardiologista do ICTCor.

Entre os tratamentos, o mais comum é a angioplastia, um procedimento que tem como objetivo desobstruir as artérias, a fim de retomar seu fluxo sanguíneo normal. “Estes tratamentos são feitos após o diagnóstico, como forma de evitar possíveis acidentes vasculares cerebrais ou infartos do miocárdio. Logo, são importantíssimos para que se diminua o percentual de mortes por doenças cardiovasculares”.


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Ricardo Callado18/07/20193min

Por Mariana Tokarnia

A partir de hoje (18), a lista de espera do Programa Universidade para Todos (ProUni) estará disponível para consulta pelas instituições de ensino superior privadas participantes do programa.
Todos os candidatos que estão na lista deverão ir às instituições  apresentar a documentação de comprovação das informações prestadas na inscrição.

A lista de espera do Prouni estará à disposição das instituições com a classificação dos estudantes por curso e turno, segundo as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018.

O prazo para que os candidatos que integram a lista compareçam às faculdades onde concorrem a uma vaga começa amanhã (19) e vai 22 de julho. A lista com a documentação necessária está disponível na página do ProUni.

A lista de espera será, então, usada pelas próprias instituições para preencher as bolsas de estudos que não foram ocupadas nas duas chamadas regulares do programa.

ProUni

Ao todo, serão ofertadas para o segundo semestre deste ano 169.226 bolsas de estudos em instituições particulares de ensino superior, sendo 68.087 bolsas integrais, de 100% do valor da mensalidade, e 101.139 parciais, que cobrem 50% do valor da mensalidade.

As bolsas integrais são destinadas a estudantes com renda familiar bruta per capita de até 1,5 salário mínimo. As bolsas parciais contemplam os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos.

O ProUni é voltado para candidatos que não tenham diploma de curso superior e que participaram do Enem 2018.

Os estudantes devem ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsistas integrais. É preciso ainda ter obtido nota mínima de 450 pontos na média aritmética das notas nas provas do Enem.

Também podem participar do programa estudantes com deficiência e professores da rede pública.


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Ricardo Callado18/07/20194min

Por Daniel Mello

Os aplicativos de transporte estão impactando o mercado de crédito para veículos. Os financiamentos para compra de carros, motos e caminhões cresceu 9,1% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2018. Segundo levantamento da B3, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), os financiamentos possibilitaram a compra de 2,87 milhões de unidades, sendo que 1,06 milhão são veículos novos – aumento de 9,7%. Os usados totalizaram 1,81 milhão de unidades, uma alta de 8,7%.

Entre os fatores que explicam o aumento das vendas está o mercado criado pelos aplicativos como Uber, 99 e Cabify. “Muita gente que fica desempregada enxerga no setor de transportes uma alternativa de renda e para isso precisa de um automóvel”, ressalta a coordenadora da graduação em Economia do Instituto de Ensino e Pesquisa, Juliana Inhasz.

Esse crescimento promovido pelos investimentos em automóveis, seja comprados ou alugados, para fazer o transporte de passageiro já vem sendo observado desde o ano passado, de acordo com o economista chefe da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento, Nicola Tingas. “Tem um impacto importante. Desde o ano passado isso é notório”.

Mercado ainda fraco

Tingas destaca que esse crescimento não significa um aquecimento do mercado de consumo, mas um investimento dos que pretendem trabalhar nesse sistema. “Para mim, esse tipo de financiamento indireto via Uber não é um consumo. Ele não comprou um carro para uso pessoal ou para lazer”.

Nesse sentido, de compras de veículos como ferramenta de trabalho, também vai o aumento das compras de caminhões, que representaram a maior expansão percentual no período. Nos primeiros seis meses de 2019 foram financiadas 128,8 mil unidades de veículos pesados, uma alta de 23,47% em relação ao primeiro semestre de 2018.

Juliana Inhasz disse que há uma recuperação do mercado após quatro anos recessivos devido a melhora da renda e das condições de crédito, com juros mais baixos. “Apesar da alta ser significativa, a gente está falando de uma base muito ruim. Parece uma bruta de uma alta, mas, na verdade, é uma recomposição, a gente está tentando recuperar um setor que tinha sofrido muito com a crise”.

Entre os fatores que indicam condições mais favoráveis na economia está, segundo a professora, a queda no desemprego. “Tem uma melhora do mercado, porque a taxa de desemprego tem caído, devagar, mas tem caído”.

Apesar das boas notícias, a economista acredita que há um longo caminho pela frente antes da indústria automobilística voltar ao mesmo patamar que teve antes da crise. “Pelo menos 6 anos de trabalho para voltar ao que era em 2012, 2013. Em um cenário otimista”, disse.


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Ricardo Callado18/07/20192min
(Foto Pedro Ventura)
Concurso ofereceu mais de mil vagas para o setor, além do cadastro reserva

A Secretária de Educação do Distrito Federal terá mais dois anos para nomear os aprovados no concurso realizado em 2016. A ampliação da validade tem início em setembro deste ano, prazo previsto no edital do certame. A prorrogação foi divulgada nesta quarta-feira (17/7) no Diário Oficial do DF.

No concurso, foram disponibilizadas 800 vagas para professores da educação básica, 40 para analistas, 230 para técnicos e 100 para monitores educacionais, além do cadastro reserva. O resultado da seleção teve divulgação em setembro de 2017.

Saiba mais em: http://www.se.df.gov.br/seedf-prorroga-prazo-de-concurso-por-dois-anos/

 

* Com informações da Secretaria de Educação


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Ricardo Callado17/07/20196min

Por Mariana Tokarnia

O Ministério da Educação (MEC) quer criar um fundo de natureza privada, cujas cotas serão negociadas na Bolsa de Valores, para financiar as universidades e institutos federais. Esse fundo contará, inicialmente, com R$ 102,6 bilhões. A maior parte desses recursos, R$ 50 bilhões, virá do patrimônio da União. A intenção é que esse esses recursos financiem pesquisa, inovação, empreendedorismo e internacionalização das instituições de ensino.
O fundo é a principal estratégia do programa Future-se, apresentado hoje (17) pelo MEC. O fundo será composto ainda por R$ 33 bilhões de fundos constitucionais, por R$ 17,7 bilhões provenientes de recursos angariados com leis de incentivos fiscais e depósitos à vista, por R$ 1,2 bilhão de recursos da cultura e por R$ 700 milhões provenientes da utilização econômica do espaço público e fundos patrimoniais.

Os recursos serão voltados para a instalação de centros de pesquisa e inovação, bem como parques tecnológicos; assegurar ambiente de negócios; criação de startups, ou seja, de empresas com base tecnológica; aproximar as instituições das empresas; estimular intercâmbio de estudantes e professores, com foco na pesquisa aplicada; firmar parcerias com instituições privadas para promover publicações de periódicos fora do país; entre outras ações.

A intenção que essas ações gerem também recursos que serão remetidos ao fundo e também às instituições e aos próprios pesquisadores. A adesão das universidades e institutos será voluntária. O MEC não detalhou os critérios de distribuição de recusos entre as instiuições.

“A gente quer premiar as boas práticas, a gente não acredita no assistencialismo, quer premiar a cultura do esforço, quer premiar o bom desempenho, por isso estamos lançando esse programa. A gente quer permitir que se formem cada vez mais talentos e quer reter esses talentos”, disse o secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Barbosa.

Como funciona o fundo

O fundo será composto principalmente pelo patrimônio da União, como terrenos que foram, segundo Barbosa, cedidos pelo Ministério da Economia para esse fim. Por isso, os recursos serão integralizado com fundos de investimento imobiliário.

“Isso que hoje é despesa vai virar receita para o fundo do Future-se”, destacou Barbosa. “O que a gente ganha a partir do momento que transforma esse terreno em cotas [é] que o setor empresarial constrói um shopping, isso vira sociedade de propósito específico, vira um shopping. Um terreno construído vai ser valorizado, então as cotas [se] valorizam. O dinheiro aumenta, e a própria rentabilidade das salas comerciais vai agregar valor a esse programa. Volta tudo para o Future-se”, explicou.

Esse fundo de rendimento multimercado poderá também receber investimentos, segundo o secretário, de interessados, por exemplo em realizar pesquisas na Amazônia. “Esse fundo vai ter política de investimento, vai ter regulamento, vai estar disposto sobre os riscos, tudo será transparente”, diz.

Organizações sociais

De acordo com o MEC, a operacionalização do Future-se ocorrerá por meio de contratos de gestão firmados pela União e pela instituição de ensino com organizações sociais (OSs). As OSs são entidades de caráter privado que recebem o status “social” ao comprovar eficácia e fins sociais, entre outros requisitos.

Os contratos de gestão poderão ser celebrados com organizações sociais já qualificadas pelo MEC. Além disso, as fundações de apoio poderão ser qualificadas como organizações sociais.

A organização social contratada, segundo a pasta, poderá manter escritórios, representações, dependências e filiais em outras unidades da Federação. A instituição de ensino pode viabilizar a instalação física em suas dependências.

Sem mensalidade

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, garantiu que a proposta não inclui a cobrança de mensalidade nas graduações das instituições públicas. “[As instituições] continuarão públicas e os estudantes NÃO pagarão pela graduação”, disse em publicação no Twitter.

A proposta será disponibilizada nesta quarta-feira para consulta pública. A sociedade poderá colaborar com sugestões até o dia 7 de agosto. O MEC irá, então, submeter ao Congresso Nacional um projeto de lei para viabilizar as mudanças. As universidades seguirão, segundo a pasta, contando com o orçamento público.


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Ricardo Callado17/07/20193min
Foto: Mariana Raphael/Secretaria de Saúde-DF

A renovação abrange fachada, área de acolhimento e classificação. Todos os ambientes receberam manutenção elétrica, por exemplo

Quem passa pela frente da emergência do Hospital Regional de Taguatinga logo visualiza mudanças. Com pintura renovada e a grafitagem, surge um espaço mais acolhedor e humanizado.

Dentro, um ambiente confortável, com cadeiras novas, placas de identificação, janelas instaladas e banheiros revitalizados. A nova ambientação é resultado de uma parceria público-privada em benefício da população do Distrito Federal.

Durante todo o mês de junho, as áreas interna e externa de parte do pronto-socorro receberam pintura nova. Os ambientes renovados foram a parte de acolhimento e recepção, sala de classificação de risco e espera.

Todos esses ambientes receberam manutenção elétrica, renovação das portas e dos banheiros e instalação de parede de Drywall. Também ganharam porta para separar os pacientes já classificados dos demais, instalação de longarinas (cadeiras) novas, placas de identificação e atualização dos balcões de atendimento.

Além disso, os espaços do pronto-socorro (interno e externo) receberam a ornamentação artística feita com grafite, e foi concretada uma área que, antes, era recoberta apenas por brita em um vão lateral.

Feliz com o resultado, a superintendente da região de saúde Sudoeste, Lucilene Florêncio, destaca a necessidade de um ambiente acolhedor.

“Os pacientes chegam fragilizados ao hospital. Então, é importante ter esse acolhimento com conforto, em ambiente limpo, bem identificado para facilitar a vida dos usuários. Queremos oferecer o melhor para a nossa população”, assegura.

Parceria

A administração regional de Taguatinga também fez sua parte nesta reforma. A administradora da cidade, Karolyne Guimarães dos Santos, avalia que se cumpre, nesse caso, as diretrizes do governador Ibaneis Rocha, que é atuar de forma integrada entre os órgãos, trabalhando com a iniciativa privada em prol da comunidade. “Isso se refletiu na revitalização da emergência do HRT”, conta.


Quem é quem

Conheça os colaboradores privados na ação no HRT

Taguatinga Shopping

Castello Forte

Vidraçaria Pontual 

Outmídia BSB

 


Com informações da Secretaria de Saúde-DF



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