Arquivos Governo - Página 2 de 130 - Blog do Callado

Ibaneis.jpg

Ricardo Callado12/07/20195min
Governador Ibaneis Rocha anunciou os trabalhos na manhã desta sexta-feira (12). Serviços são essenciais para a conclusão da infraestrutura no setor habitacional

Por Ian Ferraz

As obras de infraestrutura no lote 8 do Setor Habitacional Vicente Pires serão retomadas. O anúncio foi feito pelo governador Ibaneis Rocha, na manhã desta sexta-feira (12), durante visita à região.

O investimento será de R$ 24 milhões para a execução de 4,35 km de drenagem; 18,15 km de pavimentação; 36,29 km de meio-fio; e 82 mil m² de calçadas. O trecho é um dos mais importantes da região administrativa por interligar a rede de drenagem entre vários lotes.

“Gosto muito de Vicente Pires. Sou frequentador da nossa feira e acompanho as dificuldades que os moradores daqui passam. Estamos trabalhando em algumas vias para chegar à regularização. A primeira via é acabar com os transtornos ou ao menos minimizá-los com a chegada das chuvas”, disse Ibaneis Rocha, ao comentar, também, o trabalho de regularização de terras junto à União e à Agência de Desenvolvimento (Terracap). “Estamos trabalhando aqui, governador, desde que você implantou o Gabinete de Crise em Vicente Pires. Sem essa obra não seria possível minimizar os transtornos que ocorrem com as chuvas”, reforçou o secretário de Governo José Humberto Pires.

A notícia é um alívio para moradores e comerciantes, que aguardam desde 2016 as intervenções. “Toda obra é importante ser retomada. Pelo tempo que ela ficou parada e agora vai voltar, achei que estão agilizando bastante. Está bem satisfatório”, comemorou a comerciante Liege Paula.

A técnica em Enfermagem Nicácia Cristina da Silva mora na região desde 1996 e vive a cidade por completo. Ela trabalha e suas filhas Cecília e Clarice estudam em Vicente Pires. Assim, demonstra otimismo com as intervenções. “Estou feliz porque vemos que as obras foram retomadas e a gente espera que não parem mais. Para o futuro, nossa expectativa é com a chuva, que essa água não flua com aquela velocidade que arrancava meio-fio, que estragava as lojas. As coisas estão acontecendo e espero que continuem nesse ritmo. Queremos circular aqui como nas outras regiões administrativas”, disse.

Com a retomada dos serviços no lote, o GDF reforça o compromisso de entregar as obras em 2020. “Foram anos e anos de promessas e em poucos meses conseguimos avançar muito”, lembrou Ibaneis.

Lote 8

Localizado na área central de Vicente Pires, o Lote 8 é composto por áreas comerciais e residenciais, além de receber parte de importantes vias para a trafegabilidade da região, como as ruas 3 e 8. Embora possua a menor área entre todos os outros lotes das obras de infraestrutura, o lote é fundamental para a interligação da rede de drenagem e da pavimentação de vias dos lotes 6, 9, 10 e 11.

“A contratação desta obra jamais aconteceu, mas vamos olhar para a frente. A solução não dependia exclusivamente do governo. As obras estavam por começar, poderiam demorar para serem retomadas e o cronograma das demais ficar comprometido. Mas, desde o início desta gestão, a prioridade foi assegurar a continuidade das obras e, assim, mais uma etapa foi vencida. Agora, é intensificar o trabalho e aproveitar o período sem chuvas para avançar”, explica Izidio Santos Junior, secretário de Obras do GDF.


JOSE-HUMBERTO.jpeg

Ricardo Callado12/07/201910min
O secretário de Governo, José Humberto, fala sobre o GDF Presente, programa que, concebido para diminuir os efeitos da burocracia, engloba sete polos urbanos e um rural espalhados pelo DF, cada um responsável por diferentes cidades

 

Um novo tempo em que a excelência na prestação de serviço público se sobrepõe à burocracia e cria uma cultura de integração entre dirigentes e comunidade. Este é, em síntese, o propósito central do Programa GDF Presente, um esforço permanente do governo Ibaneis Rocha que consiste no estabelecimento de sete polos urbanos e um rural voltados ao pronto atendimento das comunidades envolvidas. Quem fala sobre o programa é o secretário de Governo do Distrito Federal, José Humberto, a quem caberá capitanear a estrutura do GDF Presente.

“Esses polos estão sendo equipados com máquinas e homens que estarão prontos para atender, com rapidez e agilidade, às demandas do cidadão, que poderão vir por meio das administrações regionais ou até por meio de um número de telefone que vamos disponibilizar”, vislumbra o secretário, informando que até 15 de julho todos os polos de trabalho estarão em pleno funcionamento – quatro dos oito núcleos já funcionam a pleno vapor.

Nesta entrevista à Agência Brasília, José Humberto conta como nasceu o projeto e destaca ainda que ele se presta, fundamentalmente, à rápida resolução de problemas urbanos e sociais. “Muitas vezes, o administrador ficava telefonando para secretarias ou empresas tentando resolver um problema simples e esbarrava na burocracia”, pontua o secretário. “Com o GDF Presente, isso acaba. Se ele tem uma demanda, basta ligar para o polo, marcar a hora e esperar as máquinas e os homens. Reparos urgentes terão a prioridade que merecem”.

 

Com quais objetivos foi criado o GDF Presente?

José Humberto – Tudo começou com o SOS-DF, o programa que o governador Ibaneis lançou nos primeiros dias de governo para ações emergenciais. A cidade estava cheia de problemas, com muito lixo, entulho, buracos nas pistas, equipamentos quebrados, enfim, problemas de toda sorte e por todo canto. O SOS realizou mais de 60 mil ações e deixou a cidade em boas condições. O novo passo é o GDF Presente, que vai oferecer cuidados permanentes para os equipamentos públicos.

Como funciona o GDF Presente?

Nós estamos criando sete polos urbanos e um rural espalhados pelo DF, cada um responsável por determinadas cidades. Esses polos estão sendo equipados com máquinas e homens que estarão prontos para atender, com rapidez e agilidade, às demandas do cidadão, que poderão vir por meio das administrações regionais ou até por meio de um número de telefone que vamos disponibilizar. Com isso, vamos evitar que os problemas se acumulem e fazer pequenos reparos de forma imediata. Desta forma, poderemos nos concentrar nas ações e obras maiores que ainda precisamos fazer.

O GDF dispõe de estrutura para atender à demanda das administrações regionais, no que se refere a maquinário e pessoal?

Este é sempre um desafio, mas estamos resolvendo, fazendo um grande esforço e uma espécie de recenseamento das máquinas e homens que o governo já tem espalhados por diversos órgãos. É um problema de gestão que estamos resolvendo, já que muitos equipamentos ficavam ociosos na maior parte do tempo. O importante é que o cidadão vai notar a diferença rapidamente – é só telefonar e, num prazo muito pequeno, ele terá sua demanda atendida. Este é um governo de ação. É preciso ser ágil.

Até agora quatro polos estão em funcionamento. Quantos serão no total e qual a previsão de eles começarem a operar?

Segunda-feira, dia 15 de julho, todos estarão funcionando. Como eu disse, serão sete polos. Os quatro que já estão em funcionamento estão servindo como teste, para que a gente possa aperfeiçoar a proposta. A resposta é melhor do que imaginávamos. Estamos conseguindo reduzir significativamente os prazos de atendimento.

Qual o prazo de vigência do programa?

O GDF Presente será permanente. É uma forma de aproximar os serviços do governo ainda mais do cidadão, além de oferecer a oportunidade para que qualquer pessoa possa participar efetivamente da administração, influindo na sua comunidade. Os polos estarão aptos não apenas a fazer reparos, mas também a realizar pequenas intervenções e até obras.

“GDF Presente vai oferecer cuidados permanentes para os equipamentos públicos”, destaca José Humberto | Foto: Lúcio Bernardo Jr / Agência Brasília

Qual o grande diferencial do GDF Presente?

É a possibilidade de resolver pequenas questões, mas que incomodam muito a comunidade, com rapidez. Por causa de mecanismos de controle, tudo no governo tende a ser resolvido lentamente, até porque temos que respeitar preceitos e prazos legais. Mas as pessoas não querem esperar, querem que o problema seja resolvido rapidamente, e isso acaba criando uma situação de desgaste. Com o GDF Presente, os administradores terão um importante instrumento para atender o morador.

Qual a importância da participação das administrações regionais e principalmente da população no programa?

É um programa que visa fortalecer a presença das administrações regionais, na medida que dá condições para que as ações sejam mais efetivas, com uma taxa de resolução muito maior. Muitas vezes o administrador ficava telefonando para secretarias ou empresas tentando resolver um problema simples e esbarrava na burocracia. Com o GDF Presente isso acaba. Se ele tem uma demanda, basta ligar para o polo, marcar a hora e esperar as máquinas e os homens. Reparos urgentes terão a prioridade que merecem, enquanto as demais demandas serão agendadas. Queremos que o prazo entre o pedido e o atendimento não ultrapasse uma semana.

Quais empresas do GDF participam do GDF Presente?

O governo como um todo participa do GDF Presente. O cidadão tem demandas para todas as secretarias e que abrangem a extensão de todas as empresas. É óbvio que as empresas ligadas a obras e limpeza serão as mais acionadas – caso da Novacap, do DER, do Detran, do SLU. Mas contamos com a participação de todos.

Como será sua ação como coordenador do programa?

Minha função no governo é ser um facilitador, procurar encontrar soluções para as questões que exigem a presença de mais de uma secretaria ou órgão. Cada polo está sob a responsabilidade de um agente que responde a mim e que vai funcionar como ponte com os administradores regionais e com o cidadão. Nosso objetivo, e nisso eu atendo a determinação do governador Ibaneis, é que a cidade funcione.

Qual a maior vantagem do GDF Presente?

É trazer o governo para perto do cidadão e fazer com que cada pessoa possa ajudar a melhorar sua cidade. É um novo jeito de governar.


operação-Caça-Caçamba.jpeg

Ricardo Callado12/07/20192min
Multa para quem abandona os equipamentos em área pública é de R$ 4 a R$ 7 mil
Com o objetivo de contribuir com a limpeza da cidade e com a desobstrução de área pública, a Secretaria DF Legal iniciou, nesta semana, a operação Caça Caçamba. A ação visa recolher caçambas abandonadas em áreas públicas.

A multa prevista para quem abandona caçambas em área pública é de R$ 4 a R$ 7 mil, mais as custas da operação. A ação conta com o apoio operacional da Novacap.

A operação Caça Caçamba já passou pelo Gama e pelo SAAN. SIA, SCIA, Setor de Cargas, Setor de Inflamáveis. Todo o Distrito Federal deve receber a operação. Só nesta semana, 35 caçambas foram recolhidas.

Rildo Wagner, subsecretário da Fiscalização de Resíduos do DF Legal, destaca que a ação visa contribuir com a limpeza da cidade, bem como erradicar focos de doenças, principalmente aquelas advindas do o mosquito aedes Aegypti, transmissor da dengue.

“Nosso trabalho também tem como foco a desocupação de áreas públicas ocupadas irregularmente”, ressalta ele.

Se você sabe de alguma caçamba abandonada há mais de 30 dias em áreas públicas, denuncie pelo 162. O DF Legal irá ao local para fazer a vistoria.

Com informações do DF Legal


sacola.jpg

Ricardo Callado12/07/20195min
Secretaria do Meio Ambiente comemora lei sancionada pelo governador. Os estabelecimentos comerciais devem estimular o uso de sacos reutilizáveis
A Secretaria de Meio Ambiente considera como um avanço a sanção, pelo governador Ibaneis Rocha, da Lei Nº 6.322, de 10 de julho de 2019, que dispõe sobre a proibição da distribuição ou venda de sacolas plásticas no Distrito Federal.

A medida foi publicada no Diário Oficial, nesta quinta-feira, (11/7), e também disciplina a distribuição e venda de sacolas biodegradáveis ou biocompostáveis a consumidores, em todos os estabelecimentos comerciais do DF.

O decreto que regulamenta a legislação deve ser publicado em até 120 dias e nesse período serão definidas as medidas que envolvem a proibição.

De acordo com o texto, os estabelecimentos comerciais devem estimular o uso de sacolas reutilizáveis e permite a distribuição ou venda de sacolas do tipo biodegradável ou biocompostável, não oriundas de polímeros sintéticos fabricados à base de petróleo, elaboradas a partir de matérias orgânicas.

No âmbito da Câmara Legislativa do Distrito Federal, a Sema contribuiu com as discussões do projeto, de autoria do deputado Leandro Grass. Por meio de Parecer Técnico, a pasta defendeu, entre outros pontos, que o avanço tecnológico na produção de biodegradáveis torna possível a substituição dos materiais.

Também participaram dos debates, o Sindicato de Supermercados do DF (Sindsuper) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) e a Casa Civil.

Fontes plásticas

Estima-se que, mensalmente, seja distribuído no Brasil, cerca de 1 bilhão de sacolas plásticas. “O DF desponta no cenário nacional na redução de resíduos de fontes plásticas, considerando que esse material leva até 450 para se decompor e, quando jogado em locais inadequados, entopem bueiros, bocas de lobo, causando enchentes ou vão parar nos rios e oceanos, sufocando e matando animais”, afirma o subsecretário de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos da Sema, Jair Tannús.

De acordo com ele, a publicação de hoje somada à sanção do PL nº 6.297, da deputada Júlia Lucy,  que veda o uso de copos e canudos plásticos no DF, vão ajudar a compor um novo cenário para a gestão dos resíduos sólidos, incluindo toda a cadeia produtiva.

“Com estas iniciativas, a população local, que é altamente esclarecida e muito ligada às questões ambientais, contará com um importante instrumento para contribuir com diminuição da poluição. As medidas vão possibilitar, ainda, a inserção no mercado de produtos que não agridem o meio ambiente”, acredita.

Desoneração de impostos

Jair Tannús explica que a Sema está trabalhando para aprovar projetos que proíbem também copos e pratos descartáveis de matéria plástica e, também no sentido de que sejam instituídas políticas públicas que garantam a desoneração de impostos para os biodegradáveis. Iniciativas que, segundo ele, incentivarão a produção de produtos ambientalmente sustentáveis.

Com informações da Secretaria de Meio Ambiente


Portal-da-Transparencia-CGDF.png

Ricardo Callado11/07/20192min
Registros comprovam a participação da sociedade no acompanhamento da aplicação dos recursos públicos
Os canais de transparência da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) – Portal da Transparência, Aplicativo Siga Brasília e Portal de Dados Abertos – tiveram no primeiro semestre deste ano 263.925 usuários.

“Esse número é cerca de 20% a mais que o total de usuários registrados no mesmo período de 2018, de acordo com os dados do Google Analytics”, informou a coordenadora de Transparência e Governo Aberto, Rejane Vaz de Abreu.

Entre o total de usuários registrados neste semestre, 202.584 se referem ao Portal da Transparência, 35.561 ao aplicativo Siga Brasília e 25.780 ao Portal de Dados Abertos do Distrito Federal.

“Nossa intenção é fomentar a participação da sociedade no acompanhamento da aplicação dos recursos públicos, por meio do aprimoramento contínuo dos nossos instrumentos de transparência”, ressaltou Rejane Vaz.

Tanto no Portal da Transparência quanto no Aplicativo Siga Brasília, as consultas mais acessadas foram relativas a servidores e despesas. Já no Siga Brasília, a Escala dos Profissionais de Saúde ficou em primeiro lugar.  No Portal de Dados Abertos as áreas de maior interesse foram: segurança, saúde e educação.

Acesse nossos canais: http://www.transparencia.df.gov.br/#/;   http://www.sigabrasilia.df.gov.br/ ;http://www.dados.df.gov.br/


10.07.2019-GDF-lança-obras-de-reestruturação-da-Rodoviária-do-Plano-Piloto.-Foto-Renato-Alves-Agência-Brasília-2-768x453.jpg

Ricardo Callado10/07/20195min
Trabalhos de reforma têm previsão de entrega em 90 dias. Investimento é de R$ 6 milhões com direito a tecnologia de ponta na reestruturação das 180 vigas de sustentação da plataforma superior

Por Ian Ferraz

O Governo do Distrito Federal deu início à obra de reforma da Rodoviária do Plano Piloto nesta quarta-feira (10). Esta é a primeira vez em 60 anos que o monumento passará por reparo de reforço estrutural. A previsão é que os trabalhos sejam entregues em 90 dias.

“Sabemos que essa obra trará segurança física à estrutura. Ela será realizada em prazo breve”, afirmou o governador Ibaneis Rocha. O chefe do Executivo ainda lembrou que outros reparos são necessários. “Precisamos passar por um processo de modernização da nossa Rodoviária”, acrescentou.

A previsão de investimento do serviço é de R$ 6 milhões. Ao término da execução, a segurança das peças reformadas será restabelecida. “O nosso dever é de trabalho e enfrentamento dos problemas do Distrito Federal. A Rodoviária não será mais a do passado. Vamos dar uma solução definitiva”, finalizou Ibaneis.

O anúncio desta quarta-feira também contou com a presença do vice-governador do DF, Paco Britto; do secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro; do secretário de Governo, José Humberto Pires; do secretário de Obras, Izídio Santos; e do presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital, Candido Teles.

Durante a cerimônia, Ibaneis Rocha destacou que os olhares do governo local não estão dirigidos apenas para a Rodoviária, e citou ações como a entrega das seis Unidades de Pronto Atendimento (UPA) para a Saúde e a autorização para a convocação de 356 bombeiros e 750 militares para reforçar o efetivo do DF.

Tecnologia de ponta

O governo local vai investir EM tecnologia de ponta para garantir a segurança plena da Rodoviária, com fibra de carbono. A reestruturação das 180 vigas de sustentação da plataforma superior do terminal será feita com esse material, mais moderno, resistente e econômico que o aço. Ele será aplicado no interior das vigas de concreto, aumentando em dez vezes a resistência da estrutura impactada diariamente pela passagem de veículos na plataforma superior.

A previsão é que esse serviço leve aproximadamente três meses para ser concluído, enquanto o uso de material mais convencional seria de, pelo menos, um ano, o que também exigiria a interdição de parte da plataforma inferior para o escoramento das vigas.

Ao mesmo tempo, as duas extremidades da cobertura da plataforma superior serão demolidas e reconstruídas nos mesmos moldes da arquitetura original. O trabalho de demolição começará simultaneamente ao de recuperação dos pilares, pois são reparos feitos separadamente e um não interfere no outro.

Outras obras de reforma da Rodoviária, como a troca dos sistemas elétrico e hidráulico, por exemplo, prosseguem sem comprometimento à nova intervenção.

Cuidados

Desde o dia 26 de junho, o GDF vem fazendo as intervenções necessárias no local. O primeiro passo foi dado um dia antes, com uma vistoria em conjunto com a Novacap e a Defesa Civil, quando foi detectado, num curto prazo de tempo, na laje de cobertura da plataforma inferior, o avanço de uma abertura com risco de colapso imediato.

Para evitar riscos, o trânsito foi interditado na plataforma superior da Rodoviária, no sentido norte-sul. A inspeção realizada pelos dois órgãos no espaço detectou ainda outros 15 pontos problemáticos que também estão sendo avaliados pela equipe da Novacap.


Valdetario-andrade-Monteiro.jpg

Ricardo Callado10/07/20193min
Governador Ibaneis ressaltou a vasta experiência de Valdetário, conselheiro do CNJ, nas administrações pública e privada | Foto: Pedro França / Agência Senado
Bacharel em Direito e especialista em Direito Empresarial, Valdetário Andrade Monteiro chega ao órgão em um contexto de mudanças de gestão com vistas à excelência

No dia 26 de junho o advogado e ex-conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Valdetário Andrade Monteiro, tomou posse como secretário de Estado-Chefe da Casa Civil do Governo do Distrito Federal (GDF). O cargo estava temporariamente ocupado pelo Secretário de Justiça, Gustavo Rocha.

Valdetário foi presidente da seccional cearense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-Ceará) por dois mandatos consecutivos, nas gestões 2010/2012 e 2013/2015, e conselheiro federal no ano de 2016, quando foi escolhido como Representante Institucional da OAB no CNJ. Em 2017 foi eleito conselheiro no Conselho com mandato de 2 anos. Bacharel em Direito e especialista em Direito Empresarial, o novo chefe da Casa Civil possui ampla experiência nas administrações pública e privada.

O governador Ibaneis Rocha descreveu o novo secretário como uma pessoa leal e competente. Segundo ele, o novo chefe da Casa Civil possui “vasta experiência em administração, adquirido tanto na iniciativa privada como na Ordem dos Advogados, sendo seis anos presidente da OAB Ceará e três anos da Caixa de Assistência dos Advogados cearenses. Devendo ser ressaltado que Valdetário compôs a Comissão Nacional de Gestão de Pessoas do CNJ, coordenando inclusive o Seminário Nacional de Gestão de Pessoas do Poder Judiciário”.

Mudanças na Secretaria

Sob nova direção, a Casa Civil pode passar por algumas transformações. O novo secretário pretende implementar mudanças administrativas para tornar mais ágil a comunicação e o inter-relacionamento entre as várias Secretarias do DF. Essas alterações prometem um diálogo efetivo entre as pastas e uma melhoria nas demandas de trabalho, favorecendo o cumprimento de prazos.

A Casa Civil remodelou, inclusive, sua composição. Por meio dessa reestruturação, a Secretaria passará a funcionar em conjunto com a Secretaria de Governo, esta sob comando do secretário José Humberto Pires.

*Com informações da Secretaria da Casa Civil do Distrito Federal


Cirurgia-Diabetes-Foto-Breno-Esaki-Saúde-DF-3.jpg

Ricardo Callado05/07/20196min
Duas operações médicas surpreenderam o país. Mais de 2,4 mil profissionais foram nomeados. UBSs foram abertas, prédios foram reformados

Diz a Constituição Federal: saúde é direito de todos e dever do Estado, que deve garantir acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua a promoção, proteção e recuperação. Com esse objetivo, o GDF se esforça para prestar serviços com qualidade e agilidade e, assim, dar dignidade do cidadão.

Prioridade desde o marco zero da gestão, em seis meses o serviço público de saúde voltou a funcionar, com força-tarefa para minguar filas de cirurgias – foram 31.162 -, equilibrar as contas, abrir unidades, reformar espaços e, principalmente, ampliar a gestão estratégica. Enfim: aos poucos, o atendimento melhora.

E, particularmente, um orgulho: o pioneirismo na realização de feitos médicos. A cirurgia para cura da diabetes do tipo 2, a primeira pelo Sistema Único de Saúde (SUS), levou o DF às manchetes positivas em todo o país. No Hospital da Criança (HCB), as gêmeas siamesas Lis e Mel foram separadas, com sucesso, aos dez meses de idade: a cirurgia exigiu mais de 50 profissionais.

Na administração, o GDF conseguiu, na Câmara Legislativa do DF, aprovar a ampliação da gestão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF) ao Hospital Regional de Santa Maria e às seis Unidades de Pronto Atendimento (UPA), além do Hospital de Base. Garantindo estruturas 100% públicas, agora as unidades têm regras próprias de gestão patrimonial, orçamentária e de pessoal.

Com possibilidade de optar por trocar de área, 53% dos servidores preferiram permanecer nas unidades com todos em regime de cessão especial, com todos os direitos mantidos. Além disso, o um universo de contratações chega a 2.420 profissionais de saúde, sendo que mais de 600 já estão trabalhando e os demais comecem até agosto.

Esses seis meses foram fundamentais para organizarmos a saúde pública, que estava um caos, e estabelecer as bases e condições para melhorias definitivasOsnei Okumoto, secretário de Saúde do DF

 

As principais foram o dimensionamento de recursos humanos e início da seleção de profissionais para recompor os quadros de pessoal das oitos unidades, a manutenção e a reforma das UPAs e HRSM e, por fim, está promovendo o reabastecimento de medicamentos e materiais médicos hospitalares.

Para Osnei Okumoto, os avanços ocorrem pouco a pouco graças a medidas como a ampliação do Instituto de Saúde, com a consequente contratação de profissionais de saúde, reforma das unidades, manutenção e aquisição de equipamentos, além da garantia de insumos e medicamentos nas UPAS.

Combate à dengue 

O governo enfrentou a epidemia com coragem. A Secretaria de Saúde reativou o serviço dos caminhões de fumacê e colocou cerca de 470 agentes em campo para inspecionar áreas e residências com possibilidade de proliferação do mosquito Aedes aegypti. Servidores da Vigilância Ambiental, SLU e profissionais cedidos de outros órgãos como o Corpo de Bombeiro Militar e Defesa Civil foram às ruas.

Para tratar os doentes e ajudar no atendimento nos prontos-socorros, o governo contratou tendas para hidratação de pacientes com suspeita de dengue. Em 37 dias de atuação, 36.244 atendimentos foram realizados. Desse total, 24.644 estavam com suspeita de dengue, 7.749 receberam hidratação ou medicação e 682 precisaram ser levados para hospitais.

“As tendas prestaram um serviço relevante à população no atendimento aos casos de dengue, tanto que o percentual de remoção de pacientes para unidades de saúde foi inferior a 2% do total de pessoas acolhidas”, afirmou o secretário Osnei Okumoto.

O DF contou com ajuda de dez tendas da força-tarefa para hidratação de pacientes, instaladas nos locais com maior incidência de casos de dengue. Três delas foram desativadas anteriormente, no Varjão, Estrutural e São Sebastião. As últimas funcionaram no Guará, Itapoã, Planaltina, Sobradinho II, Samambaia, Ceilândia e Brazlândia.


obra-gdf.jpg

Ricardo Callado05/07/20196min
O SOS DF beneficiou 31 regiões administrativas. Vicente Pires ganhou investimentos de R$ 462 milhões. E, enfim, o viaduto do Eixão foi devolvido à população
A determinação do governador Ibaneis Rocha em 1 de janeiro foi clara: cuidar e dar manutenção os espaços físicos do Plano Piloto e das Regiões Administrativas passava a ser uma das prioridades do Governo do Distrito Federal (GDF). “Quero transformar o DF num canteiro de obras”, repetiu ele.

A retomada de obras que estavam paradas – ou em ritmo desacelerado – e de projetos deixados por gestões anteriores sem execução foram as primeiras medidas promovidas pelo Executivo. Em seis meses de gestão, a cidade já voltou a funcionar.

Vicente Pires, depois de 12 anos de espera, recebe a maior intervenção de sua história com a criação de dezenas de quilômetros de galerias pluviais, meio-fios, calçadas e pavimentação asfáltica. Investimentos na ordem de R$ 462 milhões que estão mudando a vida dos mais de 75 mil moradores da região. Reestruturação semelhante recebe a população do Sol Nascente, em Ceilândia.

“Pegamos uma cidade prejudicada, descuidada e que precisava de reparos, limpezas emergenciais. E foi o que fizemos”, ressalta o secretário de Obras e Infraestrutura, Izídio Santos.

Clique no banner para mais detalhes

 



SOS DF

Ao assumir o governo em 1º de janeiro, Ibaneis Rocha recebeu uma cidade carente de melhorias. Terrenos com entulhos, ruas esburacadas, vias escuras ou mal iluminadas e uma população carente de informações sobre como viver melhor no lugar em que mora.

A ordem foi determinante: “Vamos começar arrumando a casa para governar com transparência e, principalmente, agilidade”, determinou Ibaneis.

Principal bandeira da nova gestão, o SOS DF foi um plano emergencial com o propósito de realizações prioritárias em relação a diversos serviços, incluindo obras de infraestrutura. A medida tornou-se necessária diante do abandono em que se encontravam as 31 regiões administrativas, como Sol Nascente, na Ceilândia.

Coordenada pela Secretaria de Obras e Infraestrutura, as ações envolveram a SLU, a CEB, a Caesb, a Novacap, além do DER, do Detran, do DF Legal, do DFTrans, da Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe) e do Corpo de Bombeiros.

Obras emergenciais para arrumar a casa

Com 100% do cronograma executado, foram 29 tipos de ações realizadas em todas as regiões administrativas. Um trabalho conjunto de diversos órgãos públicos e secretarias do DF que envolveu mais de 500 pessoas trabalhando por dia para “faxinar” a cidade.

Menos entulhos e mais esgotos desentupidos

O entupimento de bocas de lobo com o lixo jogado nas ruas e a obstrução dos canais de esgoto são alguns dos responsáveis pela enchentes e alagamentos em períodos de chuva. Para diminuir riscos nas estações de chuva em 2019 e preparar a cidade para o mesmo período em 2020, o GDF fez a lavagem de 48.759 metros de tubulação de esgoto por caminhão hidrojato. Além disso, 42.727 toneladas de entulho foram removidas da capital.

Mais luz, mais segurança

Ruas melhores iluminadas espantam a criminalidade e a violência, deixando pedestres mais seguros e motoristas mais orientados. Durante o SOS DF, 3.178 lâmpadas foram substituídas ou reparadas em todo o Distrito Federal.

Mais sinalização e árvores podadas

O SOS DF também tratou de roçar 66.020.660 metros quadrados de mato, pintou 3.816 sinalizações horizontais, como avisos de PARE e faixas de pedestres; podou 29.911 árvores podadas e orientou diretamente 2.355 pessoas sobre os cuidados necessários a serem tomados para a manutenção e cuidado com a cidade.


reuniao-gdf.png

Ricardo Callado05/07/20195min
Fórum permanente das pequenas empresas do DF será a instância responsável pelos projetos de desenvolvimento econômico
“Não queremos apenas discussões vazias e inócuas, mas que o Fórum seja efetivamente um celeiro de ideias e proposições para que todos os nossos objetivos se tornem realidade”, observa Ruy Coutinho.

Incentivar o microcrédito para o pequeno empresário e aumentar a capacidade de transporte de cargas no aeroporto de Brasília foram alguns dos acordos assinados na tarde desta quinta-feira (4) pelos secretários de Desenvolvimento Econômico, Ruy Coutinho, e do Trabalho, João Passos, pelo representante da estatal Infraero Aeroportos, Francisco Nunes, e pelo presidente da Fecomércio, Francisco Maia. Os acordos foram formalizados durante instalação do Fórum de Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.

Representando o governador Ibaneis Rocha, o secretário de Governo, José Humberto Silva, disse que o fórum demonstra organização do governo e da sociedade civil em busca da solução dos problemas que inibem o crescimento econômico do Distrito Federal.

“O Fórum é fundamental nessa função da geração de emprego e renda, além de proporcionar o ambiente de negócios favorável com segurança jurídica entre os empresários, independentemente do tamanho, para que invistam no DF”, disse o secretário.

O evento reuniu diversos setores do governo e representantes da área privada. Titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e presidente do Fórum, o secretário Ruy Coutinho sugeriu que o colegiado discuta propostas concretas para retomada da economia.

“Não queremos apenas discussões vazias e inócuas, mas que o Fórum seja efetivamente um celeiro de ideias e proposições para que todos os nossos objetivos se tornem realidade”, disse Coutinho.

Um dos acordos de cooperação prevê a expansão do crédito para microempresários, o Prospera. O microcrédito será concedido a pequenos empreendedores e poderá ser contraído em contratos que vão de R$ 2 mil a R$ 70 mil reais. Desde o início do ano já foram emprestados R$ 3 milhões por meio da linha de crédito. O objetivo é emprestar mais R$6 milhões até o final do ano.

“Nós teremos uma pessoa da Setrab dentro do Simplifica PJ oferecendo o microcrédito, porque acreditamos que o trabalhador informal de hoje será sempre o microempresário de amanhã”, explicou o secretário do Trabalho, João Passos.

Não queremos apenas discussões vazias e inócuas, mas que o Fórum seja efetivamente um celeiro de ideias e proposições para que todos os nossos objetivos se tornem realidadeRuy Coutinho, secretário de Desenvolvimento Econômico

Outra novidade para alavancar o setor produtivo será a transformação do aeroporto de Brasília em um hub de cargas (ponto de recepção e distribuição). Para isto, um protocolo de intenções foi assinado entre a SDE e a Infraero com o objetivo de contratar estudos para a identificação da capacidade do terminal aéreo de Brasília de operar como um centro de redistribuição de cargas entre as regiões.

“Vamos levar a produção do que é gerado aqui no DF para outros Estados e transformar o aeroporto em um equipamento e até integrar outros modais de transporte de carga”, disse o superintendente de desenvolvimento de negócios da Infraero, Francisco Nunes.

Também participaram do evento os secretários de Juventude, Leo Bijos, o presidente do BRB, Paulo Costa, o presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico do DF, Paulo Roberto Muniz, e representantes de entidades empresariais. O coordenador técnico do Fórum é o subsecretário do Relação do Produtivo, Márcio Faria Júnior.

 



Sobre o Blog

Aos 14 anos, o Blog do Callado é um veículo consolidado, admirado por seus leitores e em sintonia com o público alvo: a população brasiliense. O blog é um site de opiniões e notícias com atualização diária, sem cunho ideológico. Dedica-se a oferecer aprimoramento da informação, com uma audiência qualificada.


NOS BASTIDORES DA CAIXA DE PANDORA

Pandora




Mídias Sociais

Twitter do Blog


FANPAGE Facebook

Facebook By Weblizar Powered By Weblizar



Parcerias