Governo

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Ricardo Callado23/02/20184min

Dos profissionais nomeados, 652 são professores. Solenidade ocorreu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães e contou com a presença do governador Rodrigo Rollemberg 

Nesta sexta-feira (23), 1.035 profissionais tomaram posse na Secretaria de Educação. Os cargos ocupados são de professores (652), analistas (40), técnicos (260), monitores (43) e orientadores educacionais (40).

Nesta sexta-feira (23), 1.035 profissionais tomaram posse na Secretaria de Educação. Solenidade ocorreu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Governador Rodrigo Rollemberg dá posse a professora Marinalva Ferreira.
Nesta sexta-feira (23), 1.035 profissionais tomaram posse na Secretaria de Educação. Solenidade ocorreu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Governador Rodrigo Rollemberg dá posse à professora Marinalva Ferreira. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

A solenidade, que ocorreu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, contou com a presença do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, e do secretário de Educação, Júlio Gregório Filho.

Em nome dos novos servidores, a professora Marinalva Ferreira, de 40 anos, definiu a data como um dia de comemorar. “Entre tantos, aqui estamos. Que possamos desempenhar nossa função como educadores que fazem a diferença.”

“Uma das maiores alegrias que temos é quando damos posse a novos servidores da Educação”, disse o governador de Brasília, Rodrigo Rollmberg. “Vocês vão colaborar para mudar pessoas que transformarão Brasília e o Brasil.”

O chefe do Executivo local ressaltou políticas de governo para a educação como a universalização do acesso à educação para crianças de 4 e 5 anos e o aumento nos recursos do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf).

“Graças ao esforço de toda a comunidade escolar, estamos batendo recorde de alunos da rede pública que ingressam nas universidades. Vocês vão contribuir para melhorarmos ainda mais essa realidade.”

Na solenidade, o Hino Nacional e o Hino a Brasília foram entoados por professores da Escola de Música de Brasília, que tocaram bandolim, triângulo e sanfona.

O secretário de Educação, Júlio Gregório Filho, deu as boas-vindas aos colegas e ressaltou a importância do papel dos servidores. “A contribuição que todos darão para a nação é inestimável. Temos de mudar a cultura de investimento em educação no País. Trabalharemos juntos para que isso aconteça”, defendeu.

Aprovada no concurso de 2014, a brasiliense Heloísa de Cássia Souza Lopes, de 32 anos, é uma das 40 novas orientadoras educacionais da rede pública. “Estamos com muita disposição para trabalhar e contribuir com o futuro de Brasília.”

As convocações foram feitas para suprir casos de aposentadoria ou morte na rede pública de ensino.

Dos professores, 52 são do concurso de 2014. A nomeação dos servidores, publicada em 2 de fevereiro de 2017, faz parte do plano Carência Zero. Implementada em 2016, a iniciativa impede que estudantes fiquem sem aula.

Desde 2015, foram chamados 1.463 professores e dois orientadores.


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Ricardo Callado23/02/20185min

Grupo acompanhará implementação do plano distrital a ser enviado à Câmara Legislativa. Governador de Brasília deu posse aos membros do colegiado na tarde desta quinta (22)

As estratégias para garantir o acesso da população de Brasília a serviços de saneamento básico de qualidade serão estabelecidas e acompanhadas pelo Conselho de Saneamento Básico do Distrito Federal.

Em reunião no Palácio do Buriti, o governador Rollemberg empossou os membros do Conselho de Saneamento Básico do Distrito Federal.
Em reunião no Palácio do Buriti, o governador Rollemberg empossou os membros do Conselho de Saneamento Básico do Distrito Federal. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

Instituído pelo Decreto nº 38.458, de agosto de 2017, o colegiado, formado por 22 membros, foi empossado na tarde desta quinta-feira (22), no Palácio do Buriti, pelo governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

O grupo será responsável pela implementação do Plano Distrital de Saneamento Básico do DF. A mensagem que encaminhará o documento aos parlamentares foi assinada hoje pelo governador.

“Reunir representantes técnicos de entidades ambientais, do governo local e federal é extremamente importante para que possamos colocar o plano em prática com participação social”, defendeu o chefe do Executivo.

Presidente do conselho, o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Antonio Coimbra, definiu o grupo como “um instrumento de controle social que vai monitorar e fazer com que o plano seja executado da melhor forma.”

Previsto na Política Nacional de Saneamento Básico, o plano distrital será enviado à Câmara Legislativa do DF nos próximos dias.

O documento trata de metas e investimentos em serviços de:

  • abastecimento de água potável
  • esgotamento sanitário
  • drenagem e manejo das águas pluviais
  • limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos

Como parte da política de governo, Rollemberg destacou os investimentos em infraestrutura de drenagem nos setores habitacionais Vila Buritizinho, em Sobradinho II, Sol Nascente, em Ceilândia, Porto Rico, em Santa Maria, e em Vicente Pires.

“Estamos trabalhando duro e avançamos bastante para melhorar a qualidade de vida da população”, reforçou o governador.

No âmbito da gestão de resíduos sólidos, Rollemberg ressaltou o fechamento do lixão da Estrutural e a construção dos centros de triagem — nos quais trabalham catadores de materiais recicláveis — como feitos históricos para a população de Brasília.

Obras de captação de água no Bananal e no Lago Paranoá são outros exemplos de medidas para atenuar a maior crise hídrica da história do DF e para favorecer a segurança dos moradores.

Rollemberg reforçou ainda o avanço nas obras do projeto de abastecimento de Corumbá, que deve ser entregue em 2018.

O governador qualificou o 8º Fórum Mundial da Água, que ocorrerá em Brasília de 18 a 23 de março, como uma oportunidade para troca de experiências no sentido de compartilhar a água de forma democrática.

Ele citou como avanço para a cidade a aprovação pelo Senado, na quarta-feira (21), da contratação de operação de crédito externo, no valor de 100 milhões de dólares (cerca de R$ 325 milhões no câmbio atual) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O recurso será aplicado no Programa de Saneamento Ambiental e Gestão Territorial do Distrito Federal — Brasília Sustentável II, que contemplará obras e melhorias na gestão de recursos hídricos, resíduos sólidos e urbanização.

Leia o pronunciamento do governador Rodrigo Rollemberg na posse dos membros do Conselho de Saneamento Básico do DF.


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Ricardo Callado22/02/20184min

Financiamento de 100 milhões de dólares será investido em iniciativas destinadas a recursos hídricos, resíduos sólidos e urbanização

Diferentemente do informado antes, cerca de 55 milhões de dólares — e não R$ 50 milhões — serão utilizados em avanços na infraestrutura do Pôr do Sol.

O plenário do Senado Federal aprovou, nessa quarta-feira (21), a contratação de operação de crédito externo no valor de 100 milhões de dólares (cerca de R$ 325 milhões no câmbio atual) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) pelo governo do Distrito Federal. Em contrapartida, o Executivo distrital entrará com 50 milhões de dólares (cerca de R$ 162, 5 milhões no câmbio atual).

O recurso será aplicado no Programa de Saneamento Ambiental e Gestão Territorial do Distrito Federal — Brasília Sustentável II, que contemplará obras e melhorias na gestão de recursos hídricos, resíduos sólidos e urbanização.

Entre as obras previstas, cerca de 55 milhões de dólares serão utilizados em avanços na infraestrutura do Pôr do Sol, em Ceilândia. O edital de licitação para as benfeitorias na região deve sair nos próximos dias.

Para gestão de resíduos sólidos e inserção social, serão investidos 64 milhões de dólares. Estão previstas reforma e recapacitação das unidades de compostagem do P Sul e da Asa Sul e construção de seis centros de triagem. O valor também será investido na capacitação de catadores, além do apoio ao sistema de gestão de resíduos sólidos do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).

Para aperfeiçoar o corpo técnico-institucional das entidades envolvidas e fornecer instrumentos de promoção de desenvolvimento sustentável, 8 milhões de dólares serão destinados para a consolidação dos procedimentos de licenciamento do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), melhoria do Parque Tecnológico e automação de processos da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sinesp), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e do SLU. O crédito também prevê 23 milhões de dólares para o monitoramento e a supervisão do programa.

Aprovação foi articulada pelo governador de Brasília

Tanto o pleito, encaminhado para apreciação dos parlamentares pelo presidente da República, Michel Temer, quanto a aprovação foram articulados pelo governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

Na semana passada, o chefe do Executivo local se reuniu com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e com o presidente e a relatora da Comissão de Assuntos Econômicos da Casa, senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Lúcia Vânia (PSB-GO).

A matéria foi aprovada pela comissão na manhã dessa terça (20). Agora, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional dá os encaminhamentos necessários até a convocação dos envolvidos para a assinatura do contrato.


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Ricardo Callado21/02/20183min

Ato na tarde desta quarta (21) teve a participação de representantes de todos os órgãos do Executivo local

Com o objetivo de pactuar as ações de todos os órgãos do governo de Brasília para 2018, o governador Rodrigo Rollemberg e a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, assinaram um termo simbólico em solenidade no Palácio do Buriti na tarde desta quarta-feira (21).

O governador Rollemberg e a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos assinaram o termo nesta quarta-feira (21), no Palácio do Buriti.
O governador Rodrigo Rollemberg e a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, assinaram o termo nesta quarta-feira (21), no Palácio do Buriti. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

Participaram do evento titulares ou representantes de todas as secretarias de Estado e das outras pastas do Executivo local, como fundações e autarquias.

“Todos aqui são fundamentais para o funcionamento do nosso governo. Sem o investimento na gestão de vocês, não seríamos capazes de apresentar os resultados dos últimos três anos”, agradeceu o governador.

Leany explicou que a gestão atual se fundamenta em contratos, chamados de acordos de resultados. “Os documentos são feitos com base em objetivos específicos estabelecidos para a administração de Brasília.”

Ela ressaltou que o cumprimento das metas aumentou anualmente. Em 2016, 44% delas foram alcançadas. Em 2017, 57%. A estimativa é que 70% sejam efetuadas até o fim deste ano.

A assinatura teve caráter simbólico porque os acordos com cada órgão foram firmados em ocasiões diferentes. Segundo a secretária Leany Lemos, 21 documentos com 221 indicadores de desempenho fazem parte das metas para 2018.


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Ricardo Callado20/02/20186min

Desse valor, R$ 2 milhões vêm do governo federal. Plano de trabalho foi assinado nesta terça-feira (20), em cerimônia na Ceasa-DF, e a previsão é que mais de mil agricultores familiares sejam beneficiados

O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) contará com recursos na ordem de R$ 3,5 milhões em 2018. De acordo com a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, mais de mil agricultores familiares serão beneficiados.

O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) contará com recursos na ordem de R$ 3,5 milhões em 2018. Plano de trabalho foi assinado nesta terça-feira (20), em cerimônia na Ceasa-DF, e a previsão é que mais de mil agricultores familiares sejam beneficiados.
O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) contará com recursos na ordem de R$ 3,5 milhões em 2018. Plano de trabalho foi assinado nesta terça-feira (20), em cerimônia na Ceasa-DF, e a previsão é que mais de mil agricultores familiares sejam beneficiados. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

O valor engloba R$ 1,5 milhão já existentes somados a R$ 2 milhões do plano de trabalho do PAA de 2018, assinado pelos governos local e federal durante o seminário Alimenta Brasília na manhã desta terça-feira (20) .

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou do evento, na Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF). “A melhor forma de manter o agricultor no campo e a destinação rural das nossas terras é garantir renda e oportunidade para a agricultura familiar. A qualidade de vida nas cidades depende da preservação da área rural”, ressaltou.

Assinaram o plano de trabalho do PAA de 2018 o secretário da Agricultura do DF, Argileu Martins, e o secretário Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, do Ministério do Desenvolvimento Social, Caio Rocha.

“Nós temos muitos PAAs no Brasil, mas há estados em que não funciona. Em Brasília, o PAA que vem para cá não é despesa pública, é investimento”, destacou Caio Rocha.

A estimativa é que a Secretaria da Agricultura compre dos agricultores mais de mil toneladas de alimentos, que vão beneficiar pelo menos 30 mil pessoas, por meio da distribuição a entidades socioassistenciais.

Em 2017, foram distribuídas 578 toneladas de produtos rurais para 28 mil pessoas, por meio de 118 entidades. Ao todo, foi executado R$ 1,8 milhão.

Entre outros investimentos para o setor, citados por Rollemberg, está a entrega de patrulhas de mecanização agrícola, como ocorreu no sábado (17).

Como funciona o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)

Parte dos alimentos é adquirida pelo governo diretamente dos agricultores familiares. Os produtos, destinados à doação, são oferecidos para entidades socioassistenciais inscritas no Banco de Alimentos da Ceasa.

Entre as que recebem a ajuda estão escolas, associações e abrigos, selecionados quando atendem aos critérios estabelecidos pelo Comitê Gestor Nacional do PAA, ligado ao Ministério do Desenvolvimento Social.

O secretário da Agricultura, Argileu Martins, salientou eficiência do sistema de compras e as vantagens para o produtor.

“O agricultor familiar tem a experiência de estabelecer a escala da produção e a qualidade do alimento. Ele se organiza e se prepara para estar no mercado. Ao mesmo tempo, ele comercializa por um valor justo e fica menos refém da sazonalidade de preço.”

Inaugurada unidade técnica para produtores que precisam de crédito fundiário

Na solenidade de assinatura do plano de trabalho, foi inaugurada uma unidade técnica do Programa Nacional de Crédito Fundiário. O serviço atenderá produtores interessados em solicitar crédito fundiário.

No DF, o escritório fica no Centro de Capacitação e Comercialização da Ceasa-DF e começará a atender a partir desta quarta (21), das 8 à 12 horas e das 13 às 17 horas.

Além disso, por meio de acordo de cooperação com a Secretaria da Agricultura, foi entregue um veículo utilitário para a Associação dos Produtores Rurais Novo Horizonte transportar produtos. A parceria terá vigência de 36 meses.

Outra novidade foi o anúncio de que a Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace) será beneficiada com a implementação de uma horta comunitária na sede da instituição. O espaço será feito com R$ 230 mil do Ministério do Desenvolvimento Social.


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Ricardo Callado20/02/20186min

Projeto de lei será encaminhado nesta segunda (19) para a Câmara Legislativa. Governador Rodrigo Rollemberg anunciou regras em entrevista coletiva no Palácio do Buriti 

Um projeto de lei com regras para que a população de Brasília possa escolher por eleição direta os administradores regionais será encaminhado nesta segunda-feira (19) à Câmara Legislativa.

O governador Rollemberg, ao lado do chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, em coletiva no Palácio do Buriti nesta segunda-feira (19).
O governador Rollemberg, ao lado do chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, em coletiva no Palácio do Buriti nesta segunda-feira (19). Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

O anúncio foi feito pelo governador Rodrigo Rollemberg, ao lado do chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, em entrevista coletiva no Palácio do Buriti.

O governador justificou que, antes de aderir à eleição direta para os cargos, é necessário contratar profissionais de perfil técnico e de carreira nas administrações regionais.

“Passamos por impedimentos ao longo desses três anos pela LRF [Lei de Responsabilidade Fiscal] para contratar servidores e não pudemos fazer o concurso para as administrações”, afirmou.

Ele acrescentou ainda que, com as limitações impostas pela legislação, foi preciso enxugar a máquina pública, especialmente nas administrações regionais, onde havia “grande parte dos cargos comissionados de livre provimento”.

Com a saída do DF dos limites que impediam contratações, a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão já trabalha para contratar empresa responsável por fazer concurso público.

Ainda segundo Rollemberg — que listou a eleição direta para o cargo de administrador regional nos compromissos de campanha —, haverá oportunidades para analistas, técnicos e gestores.

Eleição será conjunta com votação para presidente e governador

Projeto semelhante do deputado distrital Chico Vigilante (PT) recebeu aval da Câmara Legislativa no ano passado. A proposta foi vetada pelo governador e aguarda apreciação dos distritais.

Entre as razões do veto está o calendário proposto pelo deputado para a eleição, apenas três meses após a posse do governo.

“Uma eleição descasada da votação para governador, presidente, senadores e deputados acarretaria uma despesa muito grande para o Estado. Por isso, entendemos que deve ser comandada pelo TRE [Tribunal Regional Eleitoral] junto com as demais”, esclareceu Rollemberg.

Com o veto, há dois caminhos para o trâmite da proposta do governo apresentada hoje. Se ele for derrubado, o projeto do Executivo pode ir direto à votação — visto que, assim, tratará de uma alteração da legislação proposta pelo parlamentar.

Se for mantido o veto, o governo local precisará da assinatura de 13 distritais para tramitar a proposta.

A eleição direta para administradores — caso aprovada — não poderá ser adotada nas eleições de 2018. Isso porque a Constituição Federal determina que a “a lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência.”

Condições para concorrer e criação de conselhos

Além de ter domicílio eleitoral e residência de pelo menos um ano na região administrativa em que pretende concorrer, o candidato deve cumprir, segundo a proposta do governo, todos os requisitos previstos da legislação eleitoral, com destaque para os critérios da Lei da Ficha Limpa.

Não haverá mudança nos salários nem em questões administrativas e financeiras. As administrações regionais seguirão na estrutura do governo tal como é hoje.

O principal objetivo da iniciativa é aumentar a participação social. “Sempre entendi que o administrador deve ser escolhido pela população, que é quem conhece a cidade, as pessoas da cidade, e, portanto, sabe quem tem melhor e maior capacidade para gerir”, avaliou o governador Rodrigo Rollemberg.

De acordo com a proposta, para que o chefe do Executivo exonere um administrador, por exemplo em caso de avaliar que ele não cumpre sua função adequadamente, será necessário enviar o pedido à Câmara Legislativa e ter aprovação da maioria. Nesse caso, assumiria o cargo o segundo colocado na eleição.

Também serão criados conselhos comunitários consultivos. Os conselheiros não terão remuneração e deverão recolher sugestões da comunidade, colaborar e fiscalizar as ações.

Leia o pronunciamento do governador, na abertura da entrevista em que apresentou proposta de projeto de lei sobre eleição direta dos administradores regionais.


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Ricardo Callado17/02/20184min

Após finalizar a coleta de material, prazo de análise é de uma semana. Retirada de escombros só poderá ser feita após essa etapa

A equipe da Universidade de Brasília (UnB) que analisará materiais do viaduto da Galeria dos Estados colheu amostras de aço e concreto na tarde desta sexta-feira (16). Após finalizar a fase de coleta, o prazo para encerrar as análises é estimado em sete dias.

Amostras de concreto retiradas nesta sexta-feira (16) serão analisadas por equipe da UnB.
Amostras de concreto retiradas nesta sexta-feira (16) serão analisadas por equipe da UnB. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

Não é possível definir uma data para término da extração por causa da dificuldade de retirada das amostras, segundo o professor de Engenharia Civil da UnB Marcos Honorato. “É difícil o equipamento penetrar no concreto, e o risco de ele quebrar é alto.”

Além de materiais do bloco do viaduto que caiu em 6 de fevereiro, a equipe vai colher amostras de outros pontos, onde a estrutura não está danificada.

Isso será fundamental para definir qual medida será adotada. Ou seja, se a estrutura pode ser recuperada ou se deve ser demolida e totalmente reconstruída. Essa decisão será tomada somente após a conclusão das análises.

Da mesma maneira, a retirada de escombros e dos carros atingidos só poderá ocorrer depois que a equipe finalizar a coleta de materiais. “Temos que aguardar para não interferir tecnicamente na análise do material”, explicou o diretor-presidente da Novacap, Júlio Menegotto.

Durante a coleta desta sexta (16), a equipe precisou derrubar uma parede interna de um dos restaurantes que fica embaixo do viaduto. A ação foi necessária para acessar um pilar e obter amostras.

Os engenheiros também fizeram testes de corrosão no local. Consistem em borrifar um líquido incolor no concreto. Se obtiver coloração rosa, significa que o processo corrosivo ainda não começou. No caso de adquirir cor branca, é sinal de início.

O trabalho seguirá durante o fim de semana. Depois, as análises serão feitas no Laboratório de Materiais do Departamento de Engenharia Civil da universidade.

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) — que formalizou a parceria com a UnB — colocará equipamento e técnicos à disposição da equipe. A medida deverá dar agilidade à coleta de material.


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Ricardo Callado16/02/20184min

Eles foram recebidos por representantes do governo na manhã desta sexta (16) para dar início à conciliação. Objetivo é acelerar o processo, sem precisar recorrer à Justiça

Proprietários dos cinco veículos danificados com o desabamento de parte do viaduto na Galeria dos Estados foram recebidos na manhã desta sexta-feira (16) para o início de uma conciliação. O chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, e a procuradora-geral do Distrito Federal, Paola Aires Corrêa Lima, conduziram a reunião no Palácio do Buriti.

Eles foram recebidos por representantes do governo na manhã desta sexta-feira (16) para dar início à conciliação. Objetivo é acelerar o processo, sem precisar recorrer à Justiça.
Os donos dos cinco veículos danificados com a queda de parte do viaduto na Galeria dos Estados foram recebidos por representantes do governo na manhã desta sexta-feira (16) para dar início à conciliação. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

A proposta do Executivo é acelerar a conciliação, com o objetivo de ressarcir os danos causados, sem precisar passar por um processo jurídico comum, que pode ser longo e desgastante.

Serão feitas mediações de conflitos com o apoio do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) e da Procuradoria-Geral do DF. Os donos dos carros serão ouvidos e ressarcidos de acordo com parâmetros legais.

Para mediar a negociação, serão utilizadas referências como a tabela Fipe, que estabelece valores de veículos no mercado nacional com base no modelo e no ano de fabricação.

“Essa é uma iniciava pioneira que vai dar uma resposta o mais rápido possível às necessidades dos proprietários, que esperam ver os danos reparados em menor espaço de tempo”, ressaltou o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio. A previsão, segundo o titular da pasta, é que tudo se resolva em cerca de 30 dias.

Para o bancário Lindemberg Igor Silva, cujo veículo ainda está embaixo dos escombros, a proposta apresentada surpreendeu as expectativas. “Isso é fantástico sob o ponto de vista do cidadão, porque foge da morosidade do Estado como a gente costuma ver.”

Os proprietários também poderão listar objetos que estavam dentro dos carros na hora do acidente. Dos cinco automóveis atingidos, quatro ainda se encontram soterrados. Na reunião ficou acertado que, assim que os escombros forem retirados, eles terão acesso ao interior dos veículos para a retirada do que for possível.


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Ricardo Callado16/02/20186min

Autoridades do Distrito Federal vistoriaram, na manhã desta sexta-feira (16), a Ponte do Bragueto, que liga a Asa Norte ao Lago Norte e desemboca na rodovia BR-020 (Brasília-Fortaleza). Após constatar que veículos de mais de 4 metros de altura têm se chocado com a superfície da ponte, o governo local decidiu acoplar pórticos à estrutura, que devem estar prontos até a próxima terça-feira (20), e intensificar a sinalização, para que desviem da via de teto mais baixo.

Outra mudança deverá ser o aumento do limite de peso suportado pela ponte e por duas novas que serão erigidas.

“Viemos ver o que está sendo feito. O laudo do DER [Departamento de Estradas de Rodagem] mostra que a estrutura da ponte está preservada. De qualquer forma, estão melhorando os drenos, reforçando as lajes”, disse o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg.

O diretor-geral do DER-DF, Márcio Buzar, reiterou a fala de Rollemberg e explicou que, de fato, o concreto não está vergastado por desplacamento, isto é, corrosão. “Vamos fazer uma barreira anterior, sinalizada, para que o caminhão pare e saia dessa via inferior na L4. Caso [a colisão] persista, vamos fazer uma barreira mecânica, porque aí o veículo não passa de jeito nenhum. Mas a ideia é aumentar a sinalização”, afirmou.

Na reestruturação, iniciada no último domingo (11), equipes do DER e da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) planejam, além de construir os pórticos de proteção, erguer as fundações de duas pontes alternativas, serpenteando a ponte principal já existente. Segundo o governador, a expectativa é que sejam inauguradas até o final do ano e que, até maio, estejam liberados todos os viadutos da Asa Norte.

Limite de peso

Brasília - O governador Rodrigo Rollemberg, vistoria intervenções na Ponte do Bragueto (Tony Winston/Agência Brasília)
Ponte foi construída para suportar até 36 toneladas; limite passa para 45 toneladas (Foto Tony Winston/Agência Brasília)
 

O trabalho exigirá muito cuidado, já que, de um dos lados, há uma rede de alta tensão. Conforme esclarecimento de Buzar, pretende-se aumentar, no caso da Ponte do Bragueto, o chamado trem-tipo, ou seja, a capacidade de tráfego suportada. Construída em 1960, a estrutura foi projetada para aguentar até 36 toneladas, mas deverá ter o limite de carga expandido para 45 toneladas, como as duas novas pontes.

“De qualquer forma, a gente vai precisar melhorar a parte interna. No Eixão, o tráfego de caminhões pesados é proibido. Vamos elevar o trem-tipo para permitir sua circulação”, reconheceu Buzar.

Ele acrescentou que uma eventual interdição no trecho poderá ocorrer, mas ficará condicionada à conclusão das duas pontes. De acordo com Buzar, a vibração sentida no local é normal em vãos dessa dimensão, que, no caso da Ponte do Bragueto, é de 60 metros. A vibração é mais fortemente percebida quanto maior a estrutura, como é o caso da Ponte Honestino Guimarães.

“O que é importante aqui são 11 vigas contínuas que existem nessa ponte. Quando o caminhão passa, vem com uma alta velocidade, há o que a gente chama na física de quantidade de movimento, que é transferida para a ponte.”

Ele não informou qual o valor aplicado à obra, limitando-se a destacar que o governo está “fazendo com obra direta, material da Novacap e do DER”.

O governador, por sua vez, disse que somente as obras feitas pela Novacap totalizam R$ 117 milhões, entre edificações de infraestrutura, de recuperação e de reforço de estrutura, ao longo dos últimos três anos. “[Os recursos] foram de várias outras fontes, inclusive de financiamento do Banco do Brasil.

Gastamos em torno de R$ 42 milhões na infraestrutura da rodoviária de Brasília, quatro viadutos na S1 e na N1, R$ 15 milhões para a recuperação de uma barragem no córrego do Gama, na Vargem Bonita, que estava quase desmoronando, fizemos a recuperação de um viaduto em Ceilândia, onde morreram duas crianças afogadas. Fizemos a recuperação do Córrego Cortado, na Avenida Elmo Serejo [Taguatinga], e também perto do Parque [Distrital do Gama] da Prainha, na DF-290”, ressaltou.

O diretor-geral do DER disse ainda que a Ponte das Garças, que fica sobre o Lago Paranoá, na região do Lago Sul, deverá ser vistoriada ainda no decorrer desta semana.


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Ricardo Callado16/02/20185min

Por Marquezan Araújo

Na tentativa de aprovar a reforma da Previdência, o governo federal elabora diversas estratégias para falar da necessidade de modificar as regras de aposentadorias. Além de aparições públicas do presidente Michel Temer em programas de rádio e televisão e campanhas nas redes sociais, o Planalto agora usa anúncios em banners com as expressões “ou vai, ou racha” e “reforma já”.

As frases de efeito representam uma maneira direta de dizer que, sem reforma, o sistema previdenciário ficará comprometido em pouco tempo. A intenção também é convencer os parlamentares indecisos a votarem a favor da matéria.

De acordo com Michel Temer, daqui em diante, os trabalhos para conquistar o apoio, tanto da sociedade quanto do Congresso Nacional, serão frequentes.

“Nosso próximo passo é consertar a Previdência Social. Cada vez mais, o povo brasileiro percebe que o sistema atual é injusto e insustentável. Portanto, nós vamos batalhar dia e noite pelo voto no Congresso Nacional para aprovar a proposta que ali está”, afirmou o presidente.

Palavras de ordem convocam população e parlamentares em prol da reforma da Previdência

Segundo informações de governistas, atualmente, o texto da reforma da Previdência já pode contar com o voto favorável de 270 deputados. Para ser aprovada no Plenário e seguir ao Senado, a matéria precisa atingir 308 votos.

Recentemente, o relator da proposta, deputado Arthur Maia (PPS-BA), apresentou uma nova redação da reforma. Poucas alterações foram feitas em relação ao último texto sugerido. No entanto, ainda há possibilidade de novas mudanças ocorrerem.

Uma delas é criar uma regra de transição para os servidores públicos que entraram na carreira até 2003. Isso vai permitir que esse grupo consiga o benefício sem a necessidade de atingir a idade mínima sugerida na reforma, garantindo a integralidade do último salário.

O professor da Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), Nelson Marconi, enxerga esse novo modelo como o caminho para salvar a Previdência do país. Sem uma reforma, o especialista acredita que o sistema pode falir.

“A despesa com a Previdência é crescente. Daqui a pouco uma parcela maior dos recursos será canalizada para a Previdência. É difícil você ver uma economia que vai se manter dessa forma. Então, realmente, ela é uma reforma muito importante”, afirmou o professor.

Novo texto

A novidade da nova versão da matéria ficou por conta da inclusão de pensão integral para viúvos e viúvas de policiais mortos em combate.

O texto também manteve a redução do tempo de contribuição de 25 para 15 anos para trabalhadores da iniciativa privada que desejam se aposentar com valor parcial. Para os servidores públicos, o tempo de contribuição permanece em 25 anos. Nos dois casos, para ter acesso à integralidade do valor das aposentadorias, os trabalhadores terão que contribuir por 40 anos.

As regras para adquirir as aposentadorias rurais e o Benefício da Prestação Continuada (BPC) se mantêm as mesmas, já que o relator não incluiu esses dois pontos na reforma.



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