Categoria: Goiás & Entorno

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Callado29 de maio de 20202min

Entrega faz parte de uma compra que totaliza 69 mil litros do produto

A Secretaria de Saúde recebeu, nesta quinta-feira (28), 24 mil litros de álcool líquido para desinfectar superfícies de ambientes hospitalares e contribuir na assepsia de pacientes e servidores, como forma de reforçar o combate contra a Covid-19. O produto faz parte da primeira remessa de mais de 69 mil litros comprados pela pasta no valor total de R$ 220.924,80.

A primeira parcela do insumo foi entregue no Parque de Apoio da pasta e foi dividido em 26 paletes de madeira, pois o volume é grande e não cabia em apenas uma carreta. Ainda resta entregar 45.030 litros, o que equivale a mais 49 paletes.

Como a fábrica que distribui o álcool líquido fica em Goianésia (GO) e está limitando a quantidade das entregas por CNPJ dos fornecedores, como medida de segurança, o restante do valor empenhado no produto só será recebido pela empresa responsável quando a entrega total tiver sido concluída.

A expectativa é que os fornecedores enviem o restante do produto dentro dos próximos 30 dias, para não pagarem multa.

Abastecido

Apesar do reforço, o estoque da Secretaria de Saúde se mantém abastecido do produto. Antes dessa entrega, 12.498 litros de álcool líquido, adquiridos de outra compra, estavam sendo distribuídos para toda a rede pública de saúde do Distrito Federal.

Enquanto isso, os 24 mil litros do álcool líquido já recebidos pela pasta ficarão no Parque de Apoio até que o estoque anterior seja totalmente distribuído.


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Callado20 de maio de 20203min

Operação organizada em tempo recorde possibilitou a contratação de funcionários, chegada de equipamentos e desinfecção da unidade de saúde

Em menos de uma semana, o hospital que estava sem uso foi equipado para atender a população do entorno de Brasília. O Hospital Regional de Luziânia (GO) abre as portas para os pacientes nessa quinta-feira (21), depois de uma bem-sucedida estadualização. O processo capitaneado pelo governo do Estado de Goiás possibilitou a chegada de equipamentos e a contratação de pessoal técnico especializado para fazer frente à pandemia de Covid-19.

O hospital, gerenciado pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED), tem 72 leitos, sendo 20 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 31 para pacientes em estado semicrítico. Na unidade há 22 respiradores, dois desfibriladores, 12 monitores multiparamétricos, um respirador/ventilador e mobiliário e, nos próximos dias, deverá receber também um tomógrafo para atendimento à população. Cerca de 140 profissionais foram contratados no primeiro processo seletivo.

O hospital atenderá  essencialmente pacientes com síndromes respiratórias, entre elas as causadas pelo Covid-19.

Cerca de 1,2 milhão de pessoas moram na região e serão beneficiadas pela abertura da unidade de saúde. Luziânia tem 46 casos confirmados e três mortes causadas pelo Coronavírus.

Sobre o IMED

A Organização Social que, respondeu a carta-convite do Governo de Goiás para assumir em caráter emergencial o hospital na segunda região mais populosa do Estado mostrou eficientes resultados à frente do Hospital de Urgências de Trindade (Hutrin). Em menos de um ano de gestão, o Hutrin bateu recorde de atendimentos e promoveu investimentos tanto na área de equipamentos como na de gestão de pessoas. Em dezembro fora mais de 8 mil atendimentos. O hospital em Trindade hoje tem telemedicina, raio-X digital, mais médicos e enfermeiros. Em fase de expansão, abre também leitos de UTI para fazer frente à pandemia de Covid-19.


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Callado19 de maio de 20205min

O prefeito de Valparaiso de Goiás foi entrevistado através de vídeo conferência por portais da ABBP

Prefeito da principal cidade da região do Entorno do Distrito Federal, Pábio Mossoró, falou sobre o que a população do Município de Valparaíso de Goiás pode esperar no pós-pandemia e os desafios que a cidade vem enfrentando no período. Ele foi o entrevistado da Sala de Imprensa ABBP na noite desta segunda-feira (19)

Para Pábio Mossoró, o desafio vem desde o início da gestão quando pegou uma prefeitura quebrada financeiramente e desacreditada. O rol de dívidas era longo, desde ao atraso no salário, ao pagamento de fornecedores. “Enfrentamos desafios desde o início de nossa gestão. “Um dia vamos entregar a um novo gestor uma cidade muito melhor. Pegamos o munícípio com muitas pendências financeiras, atrasos a servidores e fornecedores, dívidas com o INSS e outros tributos”, ressaltou Pábio que é candidato à reeleição nas eleições deste ano.

O prefeito afirma que hoje Valparaiso é uma cidade que tem credibilidade, com equilíbrio financeiro e as contas em dia. “Fizemos refinanciamento das dívidas e conseguimos buscar investimentos para a cidade. Vencemos essa crise política-administrativa, e vamos vencer essa pandemia.

Sobre a pandemia de Covid-19, o prefeito afirmou que desde o início da administração a saúde é tratada como prioridade. Isso contribui para que o impacto não tenha sido tão gritante e o isolamento social tenha sido flexibilizado antes de muitas cidades da região do Entorno.

“Desde o primeiro dia fizemos investimentos na saúde. Nós fizemos reformas em todas as unidades de saúde, compramos ambulâncias, fortalecemos as unidades de atendimento de saúde básica. O legado pós-pandemia que vamos deixar são de investimentos na saúde, que já vinha sendo feito antes da chegada da crise”, lembrou o gestor.

Hoje, o paciente que recebe atendimento em unidades básicas da saúde tem o prontuário eletrônico. Pábio também citou a construção de um hospital com 250 leitos, sendo que 50 desses leitos serão destinados apenas para UTI. “Nós estávamos nos preparando há muito tempo para melhorar a saúde da população de Valparaíso”, ressaltou.

Valparaíso é também uma das cidades mais próximas a Brasília. Milhares de trabalhadores dependem do Distrito Federal. “Temos essa convivência com a Capital Federal. A região do Entorno surgiu do desejo dessas pessoas que acreditaram na força do Distrito Federal.

Pábio destacou a que tem uma relação muito boa com o governador Ibaneis Rocha, do Distrito Federal, o que possibilita fazer um trabalho conjunto para melhorar o transporte público, dando mais conforto a esses trabalhadores que se deslocam diariamente entre as duas cidades. Além disso, Pábio esteve no Palácio do Buriti, sede do governo do DF, na semana passada, para discutir ações para conter a pandemia, através de termo de cooperação, para também atender pacientes do Entorno. O próprio governador Ibaneis me ligou para tratarmos de ações conjuntas. “Confiamos na parceria com o governo do DF, com o governo de Goiás e também com o presidente Bolsonaro. Ressalto que sairemos mais forte dessa pandemia”, afirmou.


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Callado18 de maio de 20202min

O deputado Delegado Eduardo Prado (sem partido) encaminhou requerimento ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), solicitando a extinção do desconto da alíquota de 14,25% para servidores inativos e pensionistas.

Segundo ele, trata-se de uma medida indispensável, especialmente durante o período de situação de emergência na saúde pública, decorrente da infecção humana pela covid-19, “independente do momento histórico vivenciado com a crise do novo coronavírus, pois a preservação da ordem constitucional deve se sobrepor a qualquer adversidade”.

Prado argumenta se tratar de inconstitucionalidade (a alíquota), segundo ele, já reconhecida por decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de Ação Direta de inconstitucionalidade (Adin) nºs 6254, 6255, 6256 e 6258. “O recolhimento do valor resultante da referente alíquota tem prejudicado, principalmente os servidores públicos inativos e pensionistas. A proliferação do vírus é um caso fortuito e seus efeitos afetam direta e significativamente toda população. Cabe ao estado adotar e promover as medidas necessárias para amenizar as consequências deste momento atípico”, pontua.

Conforme o deputado, o STF já apreciou essa matéria, por meio da ADI 3.105/DF, onde firmou entendimento no sentido de que os proventos, seja no regime geral ou próprio, devem ter o mesmo tratamento normativo-constitucional, sem qualquer distinção, sob pena de violação do princípio da isonomia.


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Callado18 de maio de 20203min

A representação dos 41 deputados poderá ser ampliada a partir da criação do Gabinete Itinerante nos bairros e municípios do estado de Goiás. A iniciativa é do deputado e líder do Governo na Assembleia Legislativa, Bruno Peixoto (MDB/foto). Por meio do processo legislativo de nº 1983/19,o parlamentar propõe instituir uma espécie de ouvidoria parlamentar, com o objetivo de receber sugestões dos cidadãos acerca de melhorias coletivas em geral, para a elaboração de proposituras legislativas, como projetos de lei e requerimentos.

A propositura tem o intuito, ainda, de estabelecer parcerias com instituições públicas ou privadas, por meio de termo de cooperação, visando a promoção de ações que assegurem o pleno exercício da cidadania e o bem-estar da população do estado de Goiás. Garante também possibilidade de realização de eventos de âmbito educativo, saúde, científico e social, por meio de atendimentos, seminários, simpósios, palestras e cursos destinados ao aprendizado e conscientização de ações políticas, visando oferecer cultura, conhecimento, requalificação e aprimoramento ao cidadão goiano.

A matéria em questão contempla também iniciativas como audiências públicas, no sentido de informar, discutir, esclarecer dúvidas e ouvir opiniões da coletividade. O projeto de lei de Bruno Peixoto diz ainda que o Gabinete Itinerante vai garantir aos integrantes do Poder Legislativo estadual maior proximidade aos parlamentares para prestar contas das atividades do mandato, mostrando as áreas de atuação do legislador e que benefícios foram alocados para a região ou município.

Por último, o projeto prevê que o deputado, estando em sua atuação parlamentar no Gabinete Itinerante, obedecerá às prerrogativas contidas na Constituição do Estado de Goiás e na Resolução n° 1.218, de 03 de julho de 2007, que institui o Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás.

O projeto está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), aguardando parecer do relator.


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Callado18 de maio de 20202min

Segue abaixo a nota oficial publicada no perfil do Instagram do governador Ronaldo Caiado sobre falsa doação, a ele atribuída, e feita em live de Wesley Safadão e Raça Negra.

“O Governo de Goiás tem trabalhado intensamente para cuidar do próximo, principalmente dos mais vulneráveis nessa pandemia doronavírus. E, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, OVG e o Gabinete de Políticas Sociais, já entregou quase sete mil toneladas de alimentos, álcool 70% e produtos de higiene e limpeza para os 246 municípios do Estado de Goiás.

Fizemos chegar essas doações às famílias mais carentes, quilombolas e assentamentos. É preciso solidariedade e essas ações continuam. Mas, nessa era de fake news, não respeitam nem o trabalho social. No final de semana, alguém fez uma falsa doação de 10 toneladas de alimentos durante uma live do Wesley Safadão e Raça Negra em meu nome. Mentiram para os artistas que faziam um gesto nobre. Infelizmente existem pessoas que brincam com o sofrimento, a necessidade e a boa vontade das pessoas.

Os artistas estão fazendo sua parte, não só entretendo a população. Arrecadam alimentos por meio de suas lives. Goiás já foi muito beneficiado por ações como essa. Diante disso, vou fazer uma denúncia para que as autoridades competentes identifiquem e punam esses criminosos que usaram meu nome para uma doação falsa. De acordo com os rigores da lei. E ressalto aqui minha admiração por todos os artistas, ao @wesleysafadao, @racanegra e a todos que estão fazendo sua parte, não só levando alegria, mas ajudando a quem mais precisa”.


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Callado16 de maio de 20203min

Além de medidas para regulação de acesso à assistência entre as pastas, o termo também estabelece ações de enfrentamento da Covid-19

Os secretários de Saúde do Distrito Federal, Francisco Araújo, e de Goiás, Ismael Alexandrino, assinaram um termo de cooperação interfederativo na tarde desta sexta-feira (15), no Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). O documento prevê, entre outras medidas, a racionalização das ações conjuntas de enfrentamento da pandemia de covid-19, no âmbito da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (Ride).

A cooperação regulamenta o atendimento da população da Ride nas unidades de saúde do DF, que passa a receber os valores do Sistema Único de Saúde (SUS) referentes aos tratamentos realizados. O termo também estabelece ações conjuntas de enfrentamento da pandemia de Covid-19 como testagem em massa, o tratamento e a adoção de medidas de controle sanitário de combate ao vírus. Com isso, as secretarias pretendem promover o acesso qualificado e oportuno de pacientes ao SUS, por meio das Centrais de Regulação dos respectivos Complexos Reguladores Estaduais de cada ente.

Araújo destacou que é um momento importante para os dois estados, pois é um acordo técnico que vai possibilitar um atendimento com dignidade e dará mais segurança para a população do entorno ao garantir seu direito de acesso aos serviços de saúde. “É importante trazer legalidade para o cidadão do entorno que era atendido e estigmatizado por ser de fora”, observou.

De acordo com Ismael Alexandrino, o documento concilia os conceitos do SUS de universalidade e integralidade. “As ações não serão restritas apenas ao período de pandemia. Os hospitais que o Distrito Federal dispõe e os hospitais que o Goiás está estruturando no entorno do DF continuarão a serviço da população que mora nesta área e no DF”. Ele ainda adiantou que o estado deve acelerar as obras das unidades de saúde de Águas Lindas, Luziânia e Formosa para fortalecer o atendimento da população.

Para o secretário executivo do Conass, Jurandir Frutuoso, o acordo é um feito histórico que deve ser replicado no resto do país.


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Callado15 de maio de 202010min

Historicamente, a população de mais de 1 milhão de pessoas, busca atendimento médico nos hospitais do Distrito Federal

Nas últimas décadas o principal investimento feito nas cidades do Entorno do Distrito Federal é a compra de ambulâncias para levar pacientes a hospitais de Brasília. Basta uma rápida verificada nos estacionamentos de hospitais como o da Asa Norte, Planaltina, Ceilândia, Gama e tantos outros.

Para os moradores do Entorno, Brasília sempre foi a tábua de salvação para quem precisa de atendimento médico. A ausência de ação governação por parte de Goiás sempre foi criticada. A região é apenas lembrada em época de eleição pelos políticos do estado vizinho. A responsabilizada sempre caiu nas costas do Governo do Distrito Federal.

Nesta quinta-feira (14), de forma inusitada, o governador de Goias, Ronaldo Caiado (DEM), criticou o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), dizendo que não é humano virar as costas para a população do seu Estado. O Palácio das Esmeraldas descobriu surpreendentemente a existência das cidades do Entorno.

Caiado reagiu porque Ibaneis cogitou deixar de atender nos hospitais do DF, os pacientes do estado de Goiás, durante o período da pandemia provocada pelo coronavírus.

Logo em seguida, diante da firme posição do governador do Distrito federal, Caiado chegou a Brasília, pediu desculpas e aceitou a proposta de cooperação de Ibaneis. Ambos vão atuar conjuntamente para atender a demanda da população do Entorno que precisa do atendimento médico.

A região do Entorno é a “faixa de gaza brasileira”. É nula a presença do governo na região que pertence ao estado. Historicamente, a população de mais de 1 milhão de pessoas, busca atendimento médico nos hospitais do Distrito Federal.

Neste período de pandemia, os leitos de UTis (Unidade de Terapia Intensiva) do Distrito Federal, seguem ocupados, em boa parte, por pacientes que chegam das cidades pertencentes ao Goiás por falta de atendimento médico por lá.

Outra grande quantidade de pessoas adoecidas por dengue também são tratadas nos hospitais do DF, fora outras enfermidades graves ou de média complexidade que precisam ser combatidas nos hospitais de referências do DF.

A preocupação do governador Ibaneis cresce a cada dia, para não deixar faltar leitos e equipamentos nas unidades hospitalares para atender especificamente a população do Distrito Federal.

Durante a campanha de 2018, Ibaneis Rocha como candidato ao Buriti, se comprometeu em tirar a saúde do caos a que foi submetida por governos irresponsáveis dos últimos dez anos.

Para a região do Entorno, composta por municípios de Goiás e Minas Gerais, defendeu a criação da região metropolitana, mas o governo Caiado trabalhou contra a proposta.

Goiás, Bahia e Minas Gerais devem uma fábula ao GDF por não repassar o dinheiro usado pelo governo no tratamento hospitalar de pessoas oriundas desses respectivos estados.

O governador Caiado, que é medico de profissão, se recusa a reconhecer o pacto federativo que diz que o SUS é Universal, e que um ente federativo tem a obrigação de pagar pelo atendimento médico de qualquer cidadão goiano que esteja em tratamento em outro estado. Cerca de 30% dos moradores do Entono são atendidos no DF.

A posição de Ibaneis, foi de um estadista exemplar que defende com unhas e dentes o seu povo que paga impostos e que precisa neste momento do atendimento médico, seja para se curar do coronavírus ou de outras enfermidades.

Foi corajoso fazer a fala que fez, ao decidir que deixaria de atender a população do Entorno nos hospitais do DF.

Ao anunciar esse tipo de posição, Ibaneis prova que é o único governador do Brasil que demostra publicamente a seriedade de um gestor que abomina tirar proveito político de uma tragédia que devasta o mundo e que já produziu muitos óbitos no Distrito Federal.

Tem tomado medidas duras e impopulares para proteger a sua população. Por causa disso, tem se destacado como o melhor gestor público em todo o país no combate a guerra contra o Covid 19.

Está preparado para defender o seu território e sua gente. Na semana passada, o governador do DF havia procurado o governador do Goiás, mas não foi recebido pelo seu colega no Palácio das Esmeraldas.

A posição de Ibaneis, em anunciar que publicaria um decreto, para sustar o atendimento médico para pacientes do Goiás, apavorou Ronaldo Caiado que pensava que poderia deixar o que é de sua responsabilidade nas costas de Ibaneis.

Usou as redes sociais com alguns de seus subordinados, para criticar a posição do governador do DF, na tentativa de colocá-lo contra o povo do Entorno. A sórdida estratégia não deu certo.

Por isso, foi obrigado a se deslocar até Brasília, na tarde de ontem, para conversar com Ibaneis.

Um pacto de cooperação mútuo entre os dois governadores foi estabelecido e fez com que Ibaneis recuasse do decreto que pretendia publicar ainda esta semana.

Saúde do Entorno na UTI

Vítima da roubalheira do dinheiro público e da falta de vontade política de governadores, o hospital de referência Hugo 9, construído na cidade de Águas Linda há mais de 15 anos, ainda é uma construção inacabada. Nunca funcionou como tal. O desperdício do dinheiro público é revoltante. (Veja a foto a cima).

O Ministério da Saúde resolveu destinar R$ 15 milhões para a recuperação do hospital, sendo que a contrapartida do governo goiano seria de R$1,5. O Hospital de Águas Lindas comporá a Rede de Assistência Médica na região mais carente do Estado, é a ideia.

Embora o governo da União tenha disponibilizado o dinheiro rápido para a conclusão do hospital, o Governo Caiado anda em passos lentos para cuidar da saúde de sua população da região do Entorno.

A Assembleia Legislativa do Estado, aprovou uma lei para que neste período de coronavírus, a gestão possa fazer compras emergenciais. No entanto, o governo Caiado irá fazer uma licitação que inda está longe de sair do papel, apesar do povo precisar de um hospital o mais rápido possível na região.

Há relatos nos bastidores, que o governo estadual tenta empurrar com a barriga para inaugurar o Hugo 9 somente em 2021, um ano antes das eleições de 2022.

Caiado é candidato a reeleição e segundo seus opositores, não importa se quem está doente precisa ou não ser curado agora, terá que esperar.

Para enfrentar a pandemia do coronavírus na região do Entorno, o governo federal montou o 1º hospital de campanha em Águas Lindas. A estrutura será repassada ao governo estadual no próximo dia 21 de maio.

O Ministério da Saúde encaminhou ofício na última quinta-feira (7) ao governo daquele estado, explicando que já poderia ser dado início à contratação dos meios necessários ao pleno funcionamento do Hospital de Campanha.

De acordo com o MS , o governo de Goiás precisa providenciar urgentemente os recursos humanos, equipamentos, medicamentos, entre outros, em até 15 dias após a notificação.



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