Categoria: Educação
Todos os leitos recém-adquiridos estão aparelhados para atendimento a pacientes infectados pelo coronavírus | Foto: Leandro Cipriano / SES

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Callado3 de março de 20202min
A preferência é para alunos de famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família. Foto: Tiago Oliveira, Ascom/SEEDF

Ao todo, serão 310 vagas para a rede pública de ensino. Dessas, 10% são para jovens com deficiências e em situação de vulnerabilidade ou risco social

Estão abertas até esta quinta-feira (5), as inscrições para os cursos técnicos presenciais do MedioTec do Programa Novos Caminhos (repactuação do Pronatec). O MedioTec é voltado para estudantes a partir do 2º ano do ensino médio da rede pública de ensino do Distrito Federal, com idade entre 15 e 19 anos.

A preferência é para alunos de famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família. Além disso, das 310 vagas ofertadas, 10% são voltadas para jovens com deficiências, em situação de vulnerabilidade ou risco social (violência, medidas socioeducativas, em acolhimento institucional, dentre outras).

Os interessados devem comparecer às unidades em que os cursos serão realizados e apresentar declaração de escolaridade (original) e o RG (original e cópia).

Selecionados

A lista dos selecionados será disponibilizada no site da Secretaria de Educação a partir do dia 13 de março, e a confirmação da matrícula será nos dias 17 e 18 de março, na unidade escolar em que o estudante foi contemplado com a vaga.

Caso haja empate, será escolhido o candidato mais velho ou que morar mais próximo da escola em que o curso será ofertado.

Confira os detalhes dos cursos oferecidos:

Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail duvidasmediotec@gmail.com.


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Callado3 de março de 20203min

Os novos professores devem assumir até o fim de março e serão distribuídos para os locais onde há mais carências de docentes definitivos

O secretário de Educação, João Pedro Ferraz, enviou nesta segunda-feira (2) à Casa Civil minuta de decreto de publicação do cargo de efetivo de professor, nomeando 800 professores efetivos de 40 horas e mais 21 de 20 horas. O secretário espera que o decreto seja publicado no Diário Oficial do Distrito Federal até a próxima sexta-feira (6). Estes professores fizeram concurso em 2016. Eles devem assumir os cargos até o final deste mês.

“Agora vamos negociar com a Secretaria de Economia a nomeação de monitores, técnicos, sendo apoio e secretário escolar, e ainda de analistas de gestão educacional”, afirmou o secretário de Educação, João Pedro Ferraz, que fez o anúncio em reunião com o Sindicato dos Professores (Sinpro), com as comissões de aprovados no concurso de 2016 e representantes da Câmara Legislativa.

O processo de nomeação foi aprovado pela Secretaria de Economia. Publicado no Diário Oficial, as próximas etapas até a sala de aula serão publicadas no site da Secretaria, entre as quais estão exames médicos, verificação da documentação e a escolha das escolas onde vão dar aula. Eles vão dar aulas nos locais onde há maior carência de professores definitivos.

“Estas nomeações cumprem o compromisso do GDF com o programa Educação sem Carência, por intermédio do qual, até 2022, não teremos carência de nenhum profissional dentro de nossas escolas”, afirmou Kelly Bueno, subsecretária de Gestão de Pessoas da Secretaria de Educação. Há 4 anos este programa, que substitui o Carência Zero, mantém todas as escolas com professores.

No total, já foram nomeados 1.679 professores, desde a homologação do concurso, que previa 800 vagas. Cerca de 2.900 candidatos foram aprovados. A vigência do certame segue até setembro de 2021.

No início de 2019, a secretaria solicitou 1.200 nomeações. Em agosto do mesmo ano, apenas 200 foram autorizadas. Dessa forma, o Secretário de Educação, João Pedro Ferraz, passou a negociar diretamente com a Secretaria de Economia a viabilização de mais nomeações de professores.


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Callado1 de março de 20207min
Com mais pontos de ônibus, acabaram as aglomerações, o que reforça a segurança de todos os usuários | Fotos: Acácio Pinheiro / Agência Brasília

Demanda de pais e estudantes, a ampliação do número de paradas de cerca de 17 linhas de transporte escolar gratuito não provoca impacto financeiro

Por Jéssica Antunes

Duas vezes por dia, a aluna Anne Karolline andava mais de meia hora só para conseguir chegar ao único ponto de espera do transporte escolar gratuito do Paranoá Parque. A menina, de nove anos, percorria cerca de duas quadras ao lado da mãe. Pela manhã, já chegava cansada ao colégio. À tarde, a fome aumentava no caminho de casa. Uma mudança realizada no trajeto das 17 linhas que atendem a região vai beneficiar a garota e cerca de 400 vizinhos.

A realidade da criança era a mesma vivida pelos estudantes moradores das quadras 1 e 2 do setor habitacional criado em 2014 para atender famílias de baixa renda do DF. O transporte escolar tinha um único e grande ponto de parada, que reunia alunos dos turnos matutino e vespertino. Na última semana, pelo menos outras quatro estações foram definidas, em trajeto determinado, para facilitar a vida dos habitantes.

“Não importava sol, chuva, poeira – sempre tínhamos que andar por mais de 30 minutos para chegar ao ponto de encontro”, conta a mãe de Anne Karolline, a dona de casa Alice Alves, 38 anos. “Era sofrido para as crianças e para os pais. Com a mudança, ficou bem melhor para todo mundo, e isso garante um bom ensino, sem cansaço”. Agora, de casa até o ponto, são cerca de sete minutos.

Nova realidade

Alice Alves com a filha Anne Karolline (ao centro): “Era sofrido para as crianças e para os pais. Com a mudança, ficou bem melhor para todo mundo, e isso garante um bom ensino, sem cansaço”

Em fase de transferência da gestão do sistema para a Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), o transporte público na área é feito pela empresa Vila Rica, que atende os alunos de acordo com as demandas e orientações dos executores. Cláudio Lopes, 46 anos, motorista há cinco anos, confirma que os pais dos estudantes sempre solicitavam a mudança, inclusive diretamente a ele, e reclamavam dos longos trajetos.

Nova realidade

Em fase de transferência da gestão do sistema para a Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), o transporte público na área é feito pela empresa Vila Rica, que atende os alunos de acordo com as demandas e orientações dos executores. Cláudio Lopes, 46 anos, motorista há cinco anos, confirma que os pais dos estudantes sempre solicitavam a mudança, inclusive diretamente a ele, e reclamavam dos longos trajetos.

A dona de casa Francisca Letícia, 27 anos, tem duas filhas beneficiárias do programa. Layane, de seis anos, frequenta a EC 3 e viaja com o motorista Cláudio. Renata, de sete anos, estuda na Escola Classe Natureza, distante quase dez quilômetros. “As duas chegavam cansadas à escola, e era toda uma operação para dar certo. Agora está bem melhor. Fico feliz que olharam por nós”, celebra a mãe.

Comodidade sem gasto extra 

Administrador regional do Paranoá, Sérgio Damasceno explica que as peculiaridades da região permitiram a mudança no esquema de transporte escolar gratuito, garantindo o atendimento a todas as crianças necessitadas e cadastradas. A articulação da administração com a Coordenação Regional de Ensino (CRE) foi feita por determinação do governador Ibaneis Rocha e do vice Paco Britto.

Coordenador regional de ensino, Isac Aguiar Castro diz que o antigo ponto de encontro, pelo aglomerado de pessoas, trazia riscos de acidentes. “Fizemos uma análise do processo e da legislação, que preveem bom senso, e optamos pela ampliação dos pontos de encontro para o mais próximo das residências para evitar a confusão”, explica.

A mudança não alterou o percurso: a diferença é que agora o motorista tem a autorização de parar ao longo do caminho, nos locais indicados. “Não houve aumento no número ônibus ou impacto financeiro, é apenas uma comodidade a mais para os alunos visto que não tem escola construída na região do Paranoá Parque”, esclarece o coordenador.

Panorama 

57.811Número de estudantes da rede pública atendidos mensalmente pelo transporte escolar

A oferta do transporte escolar aos alunos da rede pública de ensino do Distrito Federal é prevista por legislação local e regulamentada por portaria. Segundo informações da Secretaria de Educação (SEE), 57.811 estudantes são atendidos mensalmente no DF, divididos em 710 ônibus que percorrem 1.583 itinerários. Em 2019, mais de R$ 126 milhões foram investidos no programa.


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Callado1 de março de 20204min

Instituições interessadas deverão apresentar documentação no Simplifica PJ de Taguatinga

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) dará início, em 2 de abril, ao credenciamento das entidades interessadas em participar do programa Cartão Creche. Lançada neste mês pelo governador Ibaneis Rocha, a iniciativa pretende abrigar, em tempo integral, crianças de zero a 3 anos. As empresas interessadas em prestar o serviço precisam ter CNPJ válido, apresentar declarações e documentação exigidas no edital de chamamento público no Simplifica PJ, que funciona na QI 19, lotes 28, 30 e 32 do Setor de Indústrias de Taguatinga.

Para participar, as instituições deverão estar em dia com as obrigações administrativas, financeiras, fiscais e trabalhistas. Também precisam oferecer vagas a crianças que não estejam matriculadas na rede pública de ensino. Além disso, é necessário oferecer, no mínimo, cinco refeições por dia. Para ser escolhida, a creche deve ter sede no DF e cumprir as exigências da Classificação Nacional de Atividade Econômica (Cnae 85112/00), resolução que rege o funcionamento da educação infantil e creches.

Oferta ampliada

O programa de Benefício Educacional-Social Cartão será mantido com o orçamento da Secretaria de Educação (SEE) e vai pagar até R$ 803 por criança matriculada. A meta do GDF é ofertar até 10 mil vagas em creches privadas, ainda este ano. Ao mesmo tempo, o programa visa promover desenvolvimento infantil e possibilitar a autonomia das mães de baixa renda que precisam deixar os filhos pequenos sob cuidados profissionais adequados para trabalhar.

R$ 803Valor a ser pago a cada família por criança matriculada

Além da SDE, são parceiros nesta iniciativa de garantir o benefício a Secretaria de Educação e o Conselho Permanente de Políticas Públicas do DF. Ainda este ano, o governo pretende zerar o déficit de vagas em creches públicas com a construção de cinco novos centros de educação da primeira infância (Cepis). Juntos, esses estabelecimentos vão oferecer 900 vagas para crianças de zero a 3 anos. A construção de outras duas creches públicas já está sendo licitada pelo governo.

Cronograma de etapas do Cartão Creche

  • Publicação do edital no DODF: 21/2.
  • Prazo para impugnação do edital: cinco dias, contados a partir do primeiro dia útil subsequente à publicação: 27/2 a 2/3.
  • Prazo do interstício legal até o início da entrega da documentação: 30 dias, contados do fim do prazo de impugnação do Edital: 3/3 a 1º/4.
    Início do credenciamento: 2/4.

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Callado29 de fevereiro de 20203min

Recursos poderão ser usados para compra de bens permanentes. Escolas rurais terão prioridade

Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF) terá um reforço de R$ 4,9 milhões para este ano. A destinação do recurso foi publicada em portaria no Diário Oficial desta quarta-feira (19/2). O valor é referente às chamadas despesas de capital, que incluem as compras de bens permanentes para escolas e coordenações regionais de ensino.

Cada coordenação regional avaliará, junto às escolas, os pedidos de compras e decidirá sobre a aquisição de materiais permanentes. Terão prioridade as unidades escolares rurais, as que ofertam ensino de educação profissional, cursos técnicos, educação integral em tempo integral, educação especial, educação infantil, creche e pré-escola.

Unidades recém-criadas, incluindo Escola Classe JK do Sol Nascente, Escola Classe 03 da Estrutural, Escola Pública Integral Bilíngue Libras e Português e o Centro de Educação Infantil 05 de São Sebastião terão aporte maior, de R$ 30 mil, para compra de mobiliário. O mesmo valor será destinado aos Centros Interescolares de Línguas, ao Centro de Ensino Especial para Deficientes Visuais (CEEDV) e ao Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação (Eape).

A transferência de recursos às CREs e escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal tem como condição a adimplência quanto à apresentação da prestação de contas anual dos exercícios anteriores, bem como a regularidade das prestações de contas parciais do período em curso.

Os valores destinados a cada coordenação regional e os demais detalhes estão disponíveis na Portaria nº 35.


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Callado27 de fevereiro de 20206min

Por Andreia Verdélio

O resultado da seleção do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies) para o primeiro semestre de 2020 já está disponível. A lista de pré-selecionados da chamada única pode ser consultada no site do programa ou nas instituições de ensino participantes.

Na modalidade Fies, o estudante deve complementar a inscrição pelo site do programa no período de 27 de fevereiro a 2 de março. Já os pré-selecionados na modalidade P-Fies deverão comparecer à instituição de ensino para validação das informações de sua inscrição e contratação do financiamento.

Os estudantes não pré-selecionados na modalidade Fies foram automaticamente incluídos na lista de espera e devem acompanhar sua eventual pré-seleção entre 28 de fevereiro e 31 de março de 2019, na página do Fies. Na modalidade P-Fies não existe a etapa de lista de espera.

Neste semestre, o programa vai oferecer 70 mil vagas para financiamento estudantil em instituições privadas de ensino superior. Ele está dividido em duas modalidades: o Fies a juros zero para quem tem renda familiar de até três salários mínimos por pessoa e o P-Fies para aqueles com renda familiar per capita de até cinco salários mínimos, com juros que variam de acordo com o banco e a instituição de ensino. Essa última modalidade funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes.

Mudanças no financiamento

Em dezembro de 2019, o comitê gestor do Fies fez mudanças no programa que só valerão a partir do segundo semestre deste ano.

Uma das alterações é a possibilidade de cobrança judicial de contratos firmados até o segundo semestre de 2017 com dívida mínima de R$ 10 mil. O ajuizamento deverá ser feito após 360 dias de inadimplência na fase de amortização, ou seja, do pagamento em parcelas dos débitos.

Hoje a cobrança de quaisquer valores é feita no âmbito administrativo. Pela resolução aprovada, só continua a se enquadrar nesse campo quem tiver dívida menor que R$ 10 mil. O devedor e os fiadores poderão ser acionados.

Para o P-Fies, o comitê definiu independência em relação ao Fies, para, segundo o Ministério da Educação (MEC), “dinamizar a concessão do financiamento nessa modalidade”. Não haverá exigência do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como pré-requisito (hoje, é idêntico ao do Fies) e nem será imposto limite máximo de renda (atualmente, é para alunos com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos). Também será possível contratar o P-Fies durante todo o ano.

As mudanças também atingiram o uso da nota do Enem como forma de ingresso no Fies. Hoje é preciso ter nota média mínima de 450 pontos e apenas não zerar a redação para pleitear o financiamento. O comitê estabeleceu uma nota de corte também para a parte discursiva – 400 pontos -, que está abaixo da nota média nacional, de 522,8. Essas mudanças valem a partir de 2021.

A nota do Enem também servirá para limitar transferências de cursos em instituições de ensino superior para alunos que possuem financiamento do Fies. Será necessário ter obtido, no Enem, resultado igual ou superior à nota de corte do curso de destino desejado.

O comitê ainda aprovou o plano trienal 2020 a 2022 para o Fies. Nele, as vagas poderão cair de 100 mil em 2020 para 54 mil em 2021 e 2022, caso não haja alteração nos parâmetros econômicos atuais. Mas esses valores serão revistos a cada ano, podendo voltar a 100 mil vagas caso haja alteração nessas variáveis ou aportes do MEC.


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Callado26 de fevereiro de 20203min

Documentação deve ser apresentada às instituições de ensino

Por Andreia Verdélio

Os estudantes selecionados em segunda chamada para o Programa Universidade para Todos (ProUni) têm até sexta-feira (28) para comprovar as informações fornecidas no ato da inscrição. A documentação deve ser apresentada diretamente às instituições de ensino.

As bolsas de estudo não solicitadas serão destinadas aos participantes da lista de espera. O prazo para se inscrever na lista de espera é de 6 a 9 de março e a divulgação será feita no dia 12 de março.

Neste semestre, o ProUni está oferecendo 252.534 bolsas. O sistema registrou mais de 1,5 milhão de inscrições, feitas por 782.497 estudantes. O número de inscrições é maior que o de inscritos porque cada participante pode escolher até duas opções de instituição, curso e turno.

ProUni

O ProUni é um programa do Ministério da Educação que oferece bolsas de estudos, integrais e parciais (50%), em instituições particulares de educação superior.

Podem participar estudantes que tenham cursado todo o ensino médio na rede pública, ou na rede particular na condição de bolsista integral; estudantes com deficiência; professores da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública.

Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Para as parciais, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

Só pode se inscrever no ProUni o estudante que não tiver diploma de curso superior, que tenha participado do Enem mais recente e obtido, no mínimo, 450 pontos de média das notas, e nota acima de zero na redação.


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Callado20 de fevereiro de 20205min
| Foto: Vladimir Luz / Secretaria de Educação

Portaria sistematiza acompanhamento de frequência estudantil, prioridade da educação pública no DF

A infrequência, o abandono e a evasão escolar são desafios educacionais. Para sistematizar os procedimentos já adotados pela Secretaria de Educação, foi publicada no Diário Oficial do DF desta quarta-feira (19/2) a Portaria nº 33, que define regras de acompanhamento de frequência escolar na rede pública do DF.

O enfrentamento a essas questões é uma prioridade da atual gestão. “Não podemos admitir que haja crianças e adolescentes fora da escola por nenhum motivo. Ações institucionais específicas são necessárias para a redução da infrequência escolar e para o combate ao abandono e à evasão escolar. A portaria visa aprimorar as ações no âmbito da Secretaria de Educação e avançar em nossa articulação com os demais órgãos do governo”, afirma o secretário de Educação, João Pedro Ferraz.

As normas esclarecem o papel de professores, orientadores educacionais e coordenações regionais de ensino, além de estabelecer os procedimentos de comunicação entre a pasta e os demais órgãos do GDF, como a Secretaria de Justiça, o Ministério Público e os conselhos tutelares.

“Não podemos admitir que haja crianças e adolescentes fora da escola por nenhum motivo”João Pedro Ferraz, secretário de Educação

Segundo o documento, os professores devem realizar a chamada dos estudantes diariamente e informar os gestores da unidade no caso de duas ou mais faltas de um aluno na mesma semana. Nos casos de faltas frequentes injustificadas, a equipe de coordenação pedagógica deverá entrar em contato com os responsáveis e, junto do estudante e da família, estabelecer um plano para recuperação de conteúdos. Se as faltas prosseguirem, caberá à escola acionar o Conselho Tutelar, para que outras medidas sejam tomadas.

As intervenções devem ser registradas em ata, para acompanhamento contínuo e de modo que a Secretaria de Educação possa mapear os índices de abandono e de evasão escolar. Assim poderão ser elaborados planos mais efetivos para o combate ao problema.

Os detalhes do acompanhamento de frequência, bem como os protocolos e a periodicidade das ações, podem ser conferidos na portaria.

Acesse os documentos relacionados:

• Fluxo para o acompanhamento de estudantes em situação de infrequência escolar (potencial e efetivo) a ser utilizado

• Formulário de controle de frequência da unidade de ensino

• Formulário de controle de frequência da unidade de ensino –  estudantes em cumprimento de medida socioeducativa – semiliberdade, liberdade assistida ou prestação de serviço à comunidade

• Minutas de ofícios a serem encaminhados pelas CREs ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público

• Protocolo de acompanhamento da frequência escolar

• Termo de Compromisso


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Callado18 de fevereiro de 20203min

Estudantes têm até o dia 28 para apresentar documentação

Por Andreia Verdélio

O Ministério da Educação divulga hoje (18) o resultado da segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) para o primeiro semestre de 2020. Os estudantes selecionados para receber a bolsa de estudos precisam comprovar as informações fornecidas no ato da inscrição. A documentação solicitada deve ser apresentada às instituições de ensino até o dia 28 de fevereiro.

O resultado pode ser conferido na página do ProUni .

As bolsas eventualmente não preenchidas poderão ser ocupadas por participantes da lista de espera. O prazo para se inscrever na lista de espera é de 6 a 9 de março e a divulgação será feita no dia 12 de março.

Neste semestre, o ProUni está oferecendo 252.534 bolsas. O sistema registrou mais de 1,5 milhão de inscrições, feitas por 782.497 estudantes. O número de inscrições é maior que o de inscritos porque cada participante pode escolher até duas opções de instituição, curso e turno.

ProUni

O ProUni é um programa do Ministério da Educação que oferece bolsas de estudos, integrais e parciais (50%), em instituições particulares de educação superior.

Podem participar estudantes que tenham cursado todo o ensino médio na rede pública, ou na rede particular na condição de bolsista integral; estudantes com deficiência; professores da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública.

Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Para as parciais, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

Só pode se inscrever no ProUni o estudante que não tiver diploma de curso superior, que tenha participado do Enem mais recente e obtido, no mínimo, 450 pontos de média das notas, e nota acima de zero na redação.


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Callado17 de fevereiro de 20203min

Agentes visitarão escolas públicas orientando sobre trânsito seguro

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), por meio da Escola Vivencial de Trânsito – Transitolândia está promovendo uma série de ações na Campanha Volta às Aulas 2020.

A visita às instituições de ensino teve início no dia 03 de fevereiro nas escolas particulares. Durante cinco dias, um total de seis mil pessoas foram abordadas nas ações. Deste total, 2.800 crianças receberam noções sobre trânsito seguro.

Nas escolas públicas a visitação começa nesta segunda-feira (17) e vai até a próxima sexta-feira (22), nos períodos matutino e vespertino.  A previsão é de que três mil alunos recebam orientações sobre o trânsito. A expectativa é de que, no total, sete mil pessoas da comunidade escolar da rede pública, entre alunos e pais, sejam atendidas.

O objetivo da campanha Volta às Aulas é levar à comunidade escolar informações voltadas para a educação e conscientização de um trânsito seguro, aprendendo a reconhecer, interpretar e obedecer à sinalização, despertando no público alvo paciência, responsabilidade e senso de cidadania. A ação visa ainda orientar sobre as regras de circulação que envolve fatores de segurança, normas básicas de transporte e acessibilidade, contidas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Para a diretora de educação de Transito do DER-DF, Jucianne Nogueira, a campanha Volta às Aulas é uma ação educativa que torna as crianças multiplicadoras do bom comportamento no trânsito.

“Sabemos que o que esses meninos e meninas aprendem conosco, é ensinado para suas famílias e amigos e isso nos deixa muito contentes e com a sensação de dever cumprido”, comemorou.

Durante as ações, os agentes de trânsito do DER/DF fazem apresentações de teatro e fantoches para chamar atenção da comunidade escolar. Também são distribuídos materiais educativos sobre deslocamento seguro, embarque e desembarque em locais apropriados, além do respeito às sinalizações e normas previstas na legislação.

Confira a relação das escolas públicas que serão visitadas pela equipe da Transitolândia neste campanha:

Dia 17.02 – EC 01 Guará

Dia 18.02 – EC 01 Itapoã

Dia 19.02 – EC 116 Santa Maria

Dia 20.02 – EC 502 Samambaia

Dia 21.02 – EC 02 Estrutural



Sobre o Blog

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