Categoria: Educação

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Callado6 de junho de 20203min

Colégio Sigma promove a tradicional semana de cursos em formato on-line

O mercado de trabalho está mudando a cada dia e os jovens que estão prestes a deixar a vida escolar e ingressar no novo mundo das universidades precisam conhecer as diversas possibilidades de formação superior ofertadas nas áreas de Engenharias, Humanas e Saúde. Pensando nisso, o Colégio Sigma reformulou a tradicional semana de cursos e promoverá entre os dias 8 de junho e 1º de julho o “Passaporte Universitário On-line”.

Em meio a tantas dúvidas, medos e incertezas, o evento gratuito e aberto a toda a comunidade escolar de Brasília, principalmente os alunos da 3ª série do Ensino Médio, vão poder conhecer um pouco sobre os principais cursos. “Durante as três semanas os alunos poderão interagir com estudantes da Universidade de Brasília (UnB), tirar dúvidas e entender mais sobre os cursos. Essa é uma oportunidade para auxiliar a escolha de carreira e ter clareza para tomadas de decisões”, explica Eli Guimarães, Supervisor Pedagógico do Ensino Médio do Sigma.

O “Passaporte Universitário On-line” reunirá alunos da UnB dos cursos de Medicina Veterinária, Psicologia, Nutrição, Biotecnologia, Farmácia, Fisioterapia, Odontologia, Medicina, Enfermagem, Engenharia de Produção, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Arquitetura, Engenharia Química, Engenharia Aeroespacial, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Mecânica, Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Engenharia Automotiva, Engenharia de Energias, Engenharia Elétrica, Engenharia de Redes, Engenharia Eletrônica, Engenharia de Software, Jornalismo, Direito, Audiovisual, Publicidade, Design, Ciência Política, Relações Internacionais, Administração, Contabilidade e Economia.

Para participar, basta se inscrever pelo link https://linktr.ee/sigmadf. A abertura será na próxima segunda-feira, dia 8/6, às 19h, com o tema “Eu Calouro”.


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Callado4 de junho de 20206min

As aulas retornam de forma não presencial, com aulas obrigatórias e acesso gratuito à plataforma

As aulas na rede pública de ensino do Distrito Federal para seus 456 mil estudantes serão retomadas – de forma não presencial – no dia 29 de junho. Nesta data, todos os professores e estudantes que estiverem cadastrados na plataforma Google Sala de aula terão acesso gratuito. O anúncio foi feito na noite desta quarta-feira (3) pelo secretário de Educação, João Pedro Ferraz, em live transmitida pelo YouTube, quando foi detalhado o plano de retorno não presencial. Também participou o coordenador do programa Escola em Casa DF, David Nogueira.

Estudantes do Ensino Médio e do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental já têm aulas via plataforma e podem seguir se cadastrando. Para os demais, a data de abertura do cadastramento será divulgada nos próximos dias. Até então, as aulas, tanto pela televisão quanto pela plataforma, não eram obrigatórias.

A partir de 29 de junho, com acesso para todos e a obrigatoriedade da frequência, a Secretaria de Educação tem a expectativa de adesão massiva da rede. Estudantes que não tenham acesso por falta de equipamento e/ou de sinal em suas regiões receberão material impresso. A frequência e a avaliação serão feitas pelos professores por meio da realização de atividades.

Atualmente, também são transmitidas aulas pela televisão para todas as etapas e modalidades pela manhã, em duas emissoras, e à tarde, em uma emissora. O planejamento da Secretaria inclui transmissão em quatro emissoras, nos três turnos.

Os gestores escolares devem retornar em 4 de junho e os professores no dia seguinte, 5 de junho.

Cronograma completo:

Data Ação
4/6 Gestores
5/6 Professores
8 a 12/6 Semana de Acolhimento e Formação
15 a 19/6 Professores produzem conteúdo para a plataforma
22 a 26/6 Estudantes voltam sem aferição da frequência
29/6 Começa o ano letivo do ensino mediado com aferição da frequência para todas as etapas, com acesso gratuito à plataforma

O retorno às atividades educacionais com a execução deste cronograma acontecerá de forma gradativa, em três fases:

Fase 1 – acolhimento e formação dos profissionais; planejamento e produção das atividades não presenciais;

Fase 2 – levantamento sobre turmas/estudantes; modulação de pessoal (se necessário); início da produção de atividades não presenciais; formação continuada dos profissionais da educação;

Fase 3 – retorno dos estudantes de forma não presencial; continuidade da produção de atividades não presenciais; formação continuada dos profissionais da educação.

O cronograma será implementado e operacionalizado por comitês:

Central – composto por representantes das equipes gestoras da SEEDF

Regionais – formados em cada regional de ensino, com representantes de suas equipes gestoras; de no máximo seis gestores escolares; um representante do conjunto das instituições educacionais parceiras; um representante do conjunto instituições educacionais parceiras da própria regional de ensino; um representante do conjunto das bibliotecas comunitárias sob a responsabilidade da regional

Comitês locais – devem ser formados em cada uma das escolas da rede de ensino da SEEDF e em cada uma das instituições educacionais parceiras. A composição contará com representantes da equipe gestores, professores e estudantes, entre outros.

Tudo será de forma remota e os encontros virtuais serão organizados por cada um dos comitês. A carga horária dos profissionais será a mesma da jornada presencial. Em nenhuma hipótese os profissionais que estão nos grupos de riscos farão qualquer atividade presencial.

Todas as ações desenvolvidas deverão estar em alinhamento com o Plano de Validação das Atividades Pedagógicas não Presenciais, aprovado pelo Conselho de Educação do Distrito Federal nesta terça-feira (3/6).

O detalhamento aos gestores, professores e demais servidores sobre o retorno das atividades não presenciais será definido por meio de Portaria, a ser publicada nesta semana no Diário Oficial do DF.


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Callado2 de junho de 20204min

Dados são da plataforma interativa Quero Bolsa

O número de matriculados em instituições de ensino superior público na modalidade a distância aumentou 45% entre 2016 e 2018. A taxa de matrícula alcançou 173 mil estudantes, segundo informações do Censo da Educação Superior de 2018.

Os dados foram levantados pela plataforma interativa Quero Bolsa, criada para estudantes buscarem auxílio e descontos para inscrição em faculdades particulares.

Esse aumento ocorre depois de anos consecutivos de queda constante. Em 2010, o número de estudantes matriculados no ensino público a distância era de 182 mil, representando queda de 34%.

São Paulo é o estado com maior número de matriculados, com mais de 42 mil alunos. Em último lugar, aparece o Distrito Federal, com apenas 4. Confira os cinco estados com maior número de inscritos: São Paulo – 42.787; Rio de Janeiro – 35.226; Piauí – 11.928; Paraná – 10.349 e Maranhão – 8.306.

O curso com maior número de matriculados é o de pedagogia, com 37.475 alunos. Também se destacam engenharias e cursos de formação de professores. Confira os 10 primeiros colocados: pedagogia – 37.475; formação de professor em matemática – 16.570; administração pública – 13.286; engenharia de produção – 11.582; formação de professor em letras/português – 10.014; formação de professor em biologia – 9.136; engenharia de computação – 7.599; administração – 7.469; formação de professor em geografia – 6.752; formação de professor em história – 5.037.

Sisu

A partir do segundo semestre deste ano, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) também disponibilizará vagas de cursos a distância. O Sisu oferta vagas em instituições públicas de ensino superior com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Segundo Ministério da Educação (MEC), as instituições de ensino superior deverão oferecer um meio digital para que o estudante entregue a documentação necessária à matrícula. Além disso, as instituições devem publicar na internet a lista de espera por curso, turno e modalidade de concorrência, assim como a sistemática adotada para convocação dos candidatos.

Apesar da nova oferta no Sisu, um em cada três estudantes (33,5%) que tentaram vaga no curso superior, nos últimos cinco anos, por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), não tem acesso à internet e a dispositivos como computador ou celular, que permitam, por exemplo, aprender por meio da educação a distância.

Conforme análise dos dados colhidos nas respostas do questionário socioeconômico aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), na inscrição para o Enem nos últimos cinco anos, 65,9% dos egressos desse nível de ensino declararam acessar internet e celular; 61,9% tinham computador e celular; e 54,81% tinham os dois dispositivos e acessavam a rede mundial de computadores. Quase 98% declararam ter celular. Os dados também foram compilados pela plataforma Quero Bolsa.


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Callado2 de junho de 20206min

Medida visa maior eficiência e qualificação na gestão da alimentação para estudantes da rede pública; abertura de propostas será em 1º de julho

A Secretaria de Educação publicou, nesta segunda (1º), o Edital do Pregão Eletrônico SRP nº 03/2020 para o cadastramento de empresas especializadas no ramo alimentício interessadas em cuidar da alimentação escolar da rede pública. A abertura das propostas está marcada para 1º de julho, às 10h. A estimativa de investimento é de mais de R$ 375 milhões.

“Este é um novo programa de governo, que visa dar uma nova eficiência e melhor qualificação à gestão da merenda escolar, sempre visando os alunos”, afirma Cláudio Nelson Araújo Brandão, subsecretário de Infraestrutura e Apoio Educacional. Com o novo modelo, a Secretaria de Educação quer melhorar o serviço de alimentação escolar como um todo, abrangendo os processos de organização administrativa, preparo e oferta efetiva aos estudantes da rede pública de ensino.

O novo modelo também deve reduzir para menos da metade os mais de 50 contratos que a Secretaria de Educação mantém para fornecimento de produtos e pessoal, manutenção, equipamentos e utensílios das cozinhas escolares. “Essa decisão do governo vai dar uma maior eficiência à gestão e um salto de qualidade muito grande”, explica o subsecretário.

As empresas vencedoras ficarão responsáveis pela aquisição, guarda, preparo e distribuição da merenda; manutenção das cozinhas e depósitos; fornecimento de maquinário, mobiliário e utensílios; e insumos como gás de cozinha e materiais de limpeza. Segundo a secretaria, são servidas aproximadamente 94 milhões de refeições na rede pública de ensino por ano letivo.

Divisão

A contratação será dividida em quatro lotes que abrangem as 14 Coordenações Regionais de Ensino: o lote 1 será composto por Brazlândia, Ceilândia e Taguatinga; o lote 2 por Gama, Recanto das Emas, Samambaia e Santa Maria; o lote 3 por Guará, Núcleo Bandeirante, Plano Piloto, Cruzeiro e Sobradinho; e o lote 4 por Paranoá, Planaltina e São Sebastião.

Os contratos serão fechados com a Secretaria de Educação e válidos por um ano, com previsão de prorrogação conforme legislação específica. Além de terem que atestar capacidade técnica para a oferta do serviço, o processo de licitação será rigoroso e exige registro nos órgãos de classe, licença sanitária e certidões de regularidade fiscal.

Nutrição

A equipe de nutricionistas da secretaria irá aprovar e autorizar previamente todos os alimentos que serão ofertados para os estudantes, elaborando os cardápios e controlando a qualidade dos alimentos. “Iremos fornecer aos alunos uma refeição de maior qualidade, com uma carga nutricional elevada em um cardápio mais variado, além de garantir que todos serão alimentados”, ressalta Brandão. Além disso, os cardápios serão divulgados para a comunidade escolar.

Empregos

Os funcionários terceirizados que atuam diretamente com a alimentação dos estudantes nas escolas terão os empregos mantidos, assim como as merendeiras, que serão absorvidas para as empresas vencedoras da licitação, como explica o subsecretário: “Essa medida com as merendeiras atende a uma legislação distrital, e foi pauta da audiência pública”.

Agricultura familiar

Com a adoção do novo modelo, o GDF poderá investir recursos exclusivamente na compra de alimentos da agricultura familiar. “O vice-governador garantiu aos produtores que todo o dinheiro do Programa Nacional de Alimentação Escolar será utilizado na agricultura familiar. No ano passado, nós gastamos em torno de R$ 18 milhões e, com esse novo modelo, iremos gastar R$ 40 milhões”, afirma Brandão.


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Callado1 de junho de 202015min

Portaria que orienta quanto à jornada de trabalho durante esse tipo de aula será publicada nos próximos dias

A Secretaria de Educação entregou na sexta-feira (29/5) ao Conselho de Educação do Distrito Federal o “Plano de Validação das Atividades Pedagógicas Não Presenciais”. A construção do documento, que contém o eixo pedagógico do programa Escola em Casa DF, busca promover a equidade e a igualdade de condições a todos os estudantes, prevendo o acesso por meio de plataforma digital, de teleaulas e de materiais impressos. Outras ferramentas poderão ser usadas pelos professores e pelas escolas, de acordo com seus planejamentos e possibilidades.

O plano ficou em consulta pública de 20 a 27 de maio e sua versão inicial foi aprimorada com as contribuições das comunidades escolares, especialmente as unidades de educação básica (Uniebs), vinculadas às coordenações regionais de ensino. Ao todo, a Secretaria recebeu 1.383 mensagens de professores, estudantes, pais e mães, gestores, entre outros.

A data do retorno às aulas não presenciais será anunciada nos próximos dias. “Por ser algo novo e diante de uma situação limite, na qual precisávamos encontrar soluções inovadoras, tivemos de correr contra o tempo para planejar e montar uma estrutura que atendesse a todos os estudantes e, então, pudéssemos computar estas horas e garantir o ano letivo”, diz o secretário de Educação, João Pedro Ferraz.

“Para que tenhamos êxito na proposta, precisamos do engajamento das equipes escolares, que continuam com sua autonomia, para trabalhar o ensino não presencial em alinhamento com o currículo em movimento, que será readequado, com suas propostas pedagógicas originais e de acordo com suas realidades”, completa.

Nos próximos dias, será publicada uma portaria definindo os critérios para a atuação das equipes escolares no ensino não presencial. Os profissionais que estão nos grupos de risco irão atuar estritamente em atividades remotas. A frequência escolar será computada por meio da entrega de atividades on-line ou impressas, para os casos de estudantes que não tenham acesso a meios digitais.

Serão contratadas quatro emissoras de televisão, com sinal aberto em todo o DF, para transmissão de teleaulas ao vivo, apresentadas e produzidas por professores da Secretaria, de segunda a sexta-feira, nos três turnos. Também será contratado um estúdio para ministrar as teleaulas e um serviço de edição da programação veiculada ao vivo, para disponibilização no Youtube e na plataforma Google Sala de Aula. As teleaulas são destinadas à Educação Infantil, ao Ensino Fundamental, à Educação Especial e à Educação de Jovens e Adultos (EJA). As transmissões à noite serão exclusivamente para a EJA.

O Google Sala de Aula, atualmente em uso pelo Ensino Médio, será estendido a todas as etapas e modalidades. Estudantes e professores terão pacotes de dados gratuitos para acesso ao site da secretaria e à plataforma.

As escolas deverão manter plantões para atendimento remoto aos estudantes, que poderão ser feitos pela plataforma ou outro canal, conforme as condições e especificidade de cada uma.

Principais pontos do plano de validação

Públicos

O plano aborda todas as etapas e modalidades, desde a Educação Infantil, o Bloco Inicial de Alfabetização (BIA – 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental), anos iniciais e finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Educação Profissional e Técnica, que já pratica o ensino mediado em várias escolas.

Em razão das peculiaridades, propostas específicas complementares serão apresentadas posteriormente para: Educação Especial, Educação Integral, escolas do campo e escolas de natureza especial.

Também terão planos os atendimentos específicos: a escolarização da população indígena, da população em situação de rua, dos estudantes em acolhimento institucional, dos estrangeiros, do sistema prisional e da socioeducação.

Formação dos professores

A Subsecretaria de Formação dos Profissionais da Educação (Eape), que já realizou a formação para o Google Sala de Aula voltada aos professores do Ensino Médio, irá promover novas formações, para os professores das demais etapas e modalidades.

Para a utilização das teleaulas, a formação será realizada pela Subsecretaria de Educação Básica (Subeb).

Atividades e currículos

Para garantir a articulação entre as ferramentas pedagógicas disponibilizadas – plataforma, teleaulas e material impresso – estas  deverão seguir o planejamento aula a aula estabelecido pela Subeb, responsável pela readequação do currículo em movimento para o ano letivo de 2020, em todos os componentes curriculares e anos/séries.

Caberá aos professores desenvolveram atividades pedagógicas não presenciais, tanto para disponibilizá-las nas salas de aula virtuais quanto por meio de material impresso, destinado a estudantes que não tiverem acesso. Para elaborar os materiais impressos, as escolas atuarão em parceria com as Uniebs, de forma a assegurar a autonomia pedagógica às equipes docentes.

A periodicidade, a organização da entrega e a retirada das atividades, bem como a entrega dos materiais didáticos serão definidas pela própria escola, com acompanhamento e orientação das coordenações regionais de ensino.

A exceção será o primeiro bloco de atividades, que deverá ser entregue a contar de 15 dias do início da validação das aulas. Isso porque a partir deste bloco os professores deverão fazer uma análise diagnóstica para identificar estudantes que estejam enfrentando dificuldades de aprendizagem por meio de atividades mediadas.

Metodologia

As atividades elaboradas pelos professores, seja na plataforma ou por meio impresso, a serem entregues até o fim de cada bimestre/semestre, para efeitos de verificação de frequência e de avaliação para as aprendizagens, deverão ter caráter interdisciplinar, apresentar dinâmicas desafiadoras e partir das práticas sociais dos estudantes.

As atividades pedagógicas não presenciais impressas serão acompanhadas mediante a entrega destas à escola. Cada unidade deverá ter uma equipe para entregar periodicamente estas atividades e recebê-las dos estudantes ou responsáveis. Esta equipe e a logística de funcionamento dela estará sob a responsabilidade de cada gestão, considerando as medidas de segurança, podendo seguir um sistema de rodízio para evitar aglomerações.

Dificuldade de desempenho

A equipe docente deve assegurar e oportunizar aos estudantes que não conseguirem desempenho nas diversas formas avaliativas (impressas e/ ou on-line) a recuperação das aprendizagens ao longo e ao final do processo, bimestralmente/semestralmente.

A Secretaria fornecerá formulário próprio para os casos identificados, que deverão ter acompanhamento pedagógico ativo pela plataforma ou pela escola. Todos os contatos realizados com os familiares deverão ser documentados e registrados pela unidade escolar e/ou professor.

Comunicação com a comunidade escolar

Cada escola deverá estabelecer com sua comunidade escolar estratégias de comunicação. Podem ser usados, entre outros, podcasts, vídeos educativos e contato telefônico.

Fazendo-se necessário e assegurando-se os devidos cuidados e protocolos sanitários, a estrutura escolar deve ser disponibilizada e organizada para possíveis atendimentos presenciais aos pais e/ou estudantes no que diz respeito a esclarecimentos sobre o trabalho pedagógico, realização das atividades impressas/virtuais e orientações relativas às atividades pedagógicas.

Busca ativa

Caso a escola não consiga localizar o estudante para entrega do material, por motivos de mudança de endereço e/ou de telefone, entre outros, será adotado um plano de busca ativa, elaborado pela Secretaria de Educação em articulação com demais órgãos do Governo do Distrito Federal.

Coordenação pedagógica

É necessário o uso dos espaços de coordenação pedagógica para que o corpo docente possa coordenar, planejar e produzir conteúdos que dialoguem de forma interdisciplinar e costurados com as ferramentas que sustentam o ensino remoto: plataforma, material impresso e videoaulas.

Cada escola irá organizar a coordenação pedagógica, garantindo o caráter formativo e a articulação de todos os profissionais da educação que compõem o espaço escolar. Ressalta-se a importância dos profissionais das salas de recursos generalistas e/ou específicas, do serviço de orientação educacional, do serviço especializado de apoio à aprendizagem, do coordenador pedagógico, da equipe gestora, do coordenador intermediário da Unieb, entre outros, para a construção e oferta educacional acessível e adequada a cada estudante.

Frequência e avaliação

Ao longo de cada período letivo (bimestre/semestre), o estudante montará um portfólio ou webfólio de atividades por componente/unidade curricular, ou por área do conhecimento. Por meio deste instrumento, o professor atestará a presença do estudante e fará sua avaliação.

No caso da Educação de Jovens e Adultos (EJA), a entrega deverá acontecer ao final de cada módulo ou semestre letivo. Esse portfólio ou webfólio poderá ser postado na plataforma Escola em Casa DF ou entregue, de forma impressa, diretamente na escola.

As escolas poderão adotar ainda outros instrumentos e procedimentos de avaliação, tais como provas, projetos de pesquisas e relatórios, entre outros, conforme suas especificidades e propostas pedagógicas.

Apoio na avaliação

Os serviços como orientação educacional, sala de recursos, bem como profissionais como pedagogos e psicólogos poderão atuar como apoiadores dos professores para elaboração de avaliações adaptadas, tendo em vista as necessidades de aprendizagem dos estudantes, sobretudo os com transtornos funcionais, necessidades educacionais especiais.

Plantões escolares

A escola deverá disponibilizar horários de plantões de dúvidas/atendimentos remoto aos estudantes por meio da plataforma ou outro canal de atendimento remoto, organizados pela escola conforme sua especificidade.

Organização e produção das videoaulas

As videoaulas ficarão a cargo de um grupo de professores da Secretaria, selecionados pela Subeb pela Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin) que, sob coordenação da Eape, produzirão conteúdos pedagógicos que complementarão as demais ferramentas previstas no plano.

A organização e o planejamento das videoaulas deverão prever momentos de revisão, resolução de exercícios ou outro instrumento que permita a sincronização entre as aulas com o intuito de viabilizar o acompanhamento do estudante.

Para os estudantes da Educação Básica, exceto a modalidade da Educação Profissional e Técnica, serão veiculadas videoaulas ao vivo de segunda a sexta-feira, em 4 canais diferentes de televisão e no canal @Educadf disponível no Youtube, com canais específicos para cada ano ou série, seguindo os tempos de programação do quadro abaixo.

Para a EJA, as aulas televisionadas serão no período noturno. As manhãs serão dedicadas ao 9º ano do Ensino Fundamental e ao Ensino Médio. À tarde, as aulas ao vivo serão direcionadas à Educação Especial, à Educação Infantil, ao Bia, e ao 4º, 5º, 6º, 7º e 8º anos do Ensino Fundamental.


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Callado1 de junho de 20205min

As ferramentas online se tornaram grandes aliadas para os profissionais de Educação. Entretanto, ainda há dificuldades técnicas e práticas no processo de aprendizagem remoto

Os estudantes brasileiros tiveram que se adaptar a uma nova realidade escolar por conta do coronavírus no país. Na capital federal, por exemplo, as instituições substituíram as lousas das salas de aula pelos computadores, notebooks e celulares dos alunos, dentro das suas residências, desde o dia 31 de março. A aula à distância foi um acordo estabelecido entre a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEDF) e o Conselho de Educação para reduzir a transmissão do coronavírus, no DF.

As plataformas virtuais, assim como os sites e as aulas disponibilizadas pela televisão aberta, se tornaram alternativas para aproximar o estudante dos professores, permitindo a continuidade no plano escolar. Entretanto, uma realidade ainda desconhecida precisa ser explorada para suprimir a presença física durante a pandemia sem que o ensino seja prejudicado neste período.

“O professor não estava preparado totalmente para uma mudança tão repentina. Alguns tiveram problemas e, para driblá-los, assistiram vídeos para aprender novas habilidades. Tiveram que buscar como administrar os recursos de áudio e vídeo, lidar com iluminação e editar as vídeoaulas” informa Nei Vieira, diretor pedagógico dos Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio do Colégio Seriös.

A adaptação das instituições brasileiras a esta nova realidade não é o único problema a ser enfrentado pelos profissionais de ensino. Do outro lado da tela, há a necessidade do envolvimento do aluno sem que o professor esteja fisicamente presente, o que é desafiador.

Para Vieira, a parceria da família com a escola é fundamental para o êxito do aluno no processo de ensino e aprendizagem. Isso se deve ao fato de que a motivação pode ser determinante para a mudança de atitudes e hábitos.

“Conversar sobre as experiências do dia a dia, demonstrar interesse pela vida pessoal e escolar dos filhos e participar dos eventos promovidos pela escola são boas estratégias para se aproximar das crianças e reforçar a parceria com a escola”, aconselha.

Para facilitar a rotina de estudos, o profissional oferece cinco dicas para serem implementadas pelos estudantes. Confira:

  1. Monte um cronograma de estudos para ter maior organização;
  2. Escolha um bom lugar para estudar. Importante: o local deve ser livre de distrações;
  3. Alterne as formas de estudar para ativar diferentes regiões do cérebro. Faça resumos, leituras, listas de exercícios, mapas mentais além de assistir as vídeo aulas;
  4. Faça pausas regulares para descansar e obter melhores resultados;
  5. Desconecte das redes sociais para não atrapalhar o momento de estudo.

SERVIÇO:

Colégio Seriös

SGAS 902, BL. C, LT. 75, Asa Sul

Telefone: (61) 3049-8800


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Callado29 de maio de 20202min

Prazo para retificação do termo de adesão será de 1º a 5 de junho

Termina hoje (29) o prazo para instituições de ensino superior públicas e gratuitas aderirem ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para o segundo semestre de 2020. O prazo para retificação do termo de adesão será de 1º a 5 de junho. O processo seletivo do programa, para vagas em cursos de graduação, usa as notas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) como critério de classificação.

Os estudantes interessados em concorrer a uma vaga em uma universidade ou instituto público poderão consultar os cursos e o número de vagas que serão disponibilizados por cada instituição participante. Os interessados poderão fazer as inscrições para o Sisu 2020 entre os dias 16 e 19 de junho.

A partir do próximo semestre, o Sisu passará também a permitir a oferta de vagas na modalidade de ensino a distância (EaD).

O Sisu é o programa do Ministério da Educação para acesso de brasileiros a um curso de graduação em universidades públicas do país. As vagas são abertas semestralmente, por meio de um sistema informatizado, e para participar é preciso ter garantido um bom desempenho nas provas do Enem e não ter zerado a redação.

Para acesso de estudantes ao ensino superior, o governo oferece ainda bolsas de estudo em instituições privadas, por meio do Programa Universidade para Todos (Prouni), e a opção de financiamento com taxas reduzidas pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As inscrições para os dois programas vão de 23 a 26 de junho e de 30 de junho a 3 de julho, respectivamente.


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Callado28 de maio de 20205min

Dispensa de licitação previa investimentos de até R$ 10,4 milhões; compra total ficará em R$ 4,2 milhões

A Secretaria de Educação do Distrito Federal finalizou o processo de dispensa de licitação para a compra de 2.101.320 máscaras para estudantes, professores e servidores que atuam nas escolas. O valor total do investimento será de R$ 4.207.282,02. O valor unitário das máscaras vai variar entre R$ 1,87 e R$ 2,08. O certame foi vencido por duas empresas.

Com a finalização do processo, a SEEDF vai economizar R$ 6.194.251,98, ou seja, 59,55% do total orçamentário disponibilizado para a compra das máscaras, que era de R$ 10.401.534,00. A previsão era de que cada máscara custasse até R$ 4,95. A dispensa de licitação em caráter emergencial foi por menor preço. Dessa forma, os valores apresentados pelas empresas vencedoras ficaram bem abaixo do previsto, levando à economia dos recursos públicos.

A dispensa de licitação foi dividida em seis lotes, por regionais de ensino, e com cota de 10% reservada para microempresas e empresas de pequeno porte. As propostas foram entregues à SEEDF até o dia 19 de maio. O próximo passo agora será a publicização do resultado no site da Secretaria de Educação e os trâmites para a contratação. Ainda não há como precisar data para o início da confecção das máscaras.

A Secretaria de Educação vai distribuir quatro máscaras para cada estudante, professor e demais profissionais que lidam direto com a escola. O quantitativo dos itens leva em consideração as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): a máscara deve ser utilizada por, no máximo, três horas. A pasta lida com mais de 500 mil pessoas entre estudantes, professores e demais servidores.

Mesmo ainda sem data definida para o retorno das aulas, a Secretaria de Educação já se prepara para receber estudantes e professores com segurança. Sabe-se que os cuidados preventivos em relação à Covid-19 deverão permanecer por um longo período. A aquisição visa a prevenir a disseminação do novo coronavírus e assegurar a continuidade do funcionamento das unidades escolares com melhores condições de acesso e permanência dos estudantes, resguardando a saúde no ambiente escolar.

Confecção das máscaras

As máscaras deverão ser confeccionadas em tecido de algodão ou algodão e poliéster e precisam ser laváveis. Além disso, precisam cobrir totalmente a boca e o nariz, sem deixar espaços nas laterais, e serão produzidas em três tamanhos: infantil (2 a 6 anos); infanto-juvenil (8 a 14 anos) e adulto. As peças deverão ser embaladas em saco plástico opaco para proteção, contendo na parte externa uma etiqueta adesiva com o número de unidades e o tamanho indicativo.

As empresas vencedoras foram CRPM Comércio de Tecidos e Serviços de Confecções Eireli e Drogaria Bem da Hora LTDA. Acesse AQUI as informações da dispensa de licitação nº 05/2020. http://www.se.df.gov.br/dispensa-de-licitacao/


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Callado28 de maio de 20203min

Nesta edição, estão abertas 138 vagas para servidores e comunidade

Terão início em 8 de junho as inscrições para o processo seletivo do Programa de Concessão de Bolsas de Estudo da Secretaria de Economia  junto ao Centro de Ensino Unificado do Distrito Federal (UDF), referentes ao segundo semestre de 2020.

Ao todo serão oferecidas 138 vagas, destinadas às bolsas de estudo, número referente a 10% de todas as vagas abertas nos cursos ofertados pela instituição, conforme disposto no edital publicado no Diário Oficial (DODF) de 25 de maio.

O programa, ativo desde o final da década de 1960, vem sendo aprimorado a cada edição, a fim de garantir oportunidade de acesso totalmente gratuito ao ensino superior. Como na edição passada, podem concorrer os servidores e empregados públicos do Governo do Distrito Federal e a sociedade civil do DF.

Para este último grupo é necessário ser egresso da rede pública de ensino do DF, comprovar hipossuficiência da renda familiar e ter media mínima de 500 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), edição de 2019.

O candidato poderá efetuar sua inscrição entre  8 e 10 de junho, pelo site da Escola de Governo do Distrito Federal (Egov), devendo preencher o formulário eletrônico disponibilizado e anexar os documentos solicitados. Na edição passada, que recebeu mais de 1.200 inscrições, os cursos mais concorridos foram direito, enfermagem e odontologia.

Além desses há vagas para administração, ciência política, ciências contábeis, gestão de recursos humanos, gestão pública e relações internacionais, dentre outros.

O secretário de Economia, André Clemente, se diz orgulhoso de ter este programa do GDF em sua pasta. “Os servidores e alunos da rede pública de educação que serão contemplados terão uma nova oportunidade de vida. Essa iniciativa refletirá em melhorias nos serviços públicos prestados à população, com a capacitação de agentes do Estado, e também garantirá um futuro com mais qualidade de vida aos agraciados”, destaca.

Para ver o edital completo e obter mais informações sobre o processo de inscrição, acesse o site http://www.egov.df.gov.br/bolsa-udf/.


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Callado28 de maio de 20204min

Trabalho realizado pela Coordenação Regional de Ensino com as direções das unidades gera estruturas organizadas e seguras para os estudantes da região

“Gestão organizacional aliada à gestão pedagógica propicia este tipo de ambiente, ordenado e seguro para estudantes e professores”. A frase do coordenador regional, Leandro Freire Lima, sintetiza o trabalho realizado pela Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Recanto das Emas nas escolas da região administrativa. Por meio de recursos provenientes do Programa de Descentralização Financeira e Orçamentária (PDAF), de emendas parlamentares e do contrato de manutenção da Secretaria de Educação, a CRE vem realizando diversos trabalhos de revitalização em quase todas as 29 unidades sob sua tutela.

Com 1.816 estudantes matriculados, o Centro de Ensino Médio 111 é uma das escolas que vem recebendo melhorias desde o começo do ano. A entrada do colégio foi revitalizada e recebeu uma rampa para melhor acessibilidade a pessoas portadoras de deficiência, além de uma cobertura metálica. Além disso, os banheiros foram totalmente reformados e a rede elétrica passou por manutenção completa, o que vai permitir outra melhoria: a instalação de um aparelho de ar condicionado em todas as salas de aula. “Prezamos pela transparência na gestão dos recursos e no diálogo constante com a regional”, ressalta Laécio Franco, diretor do CEM 111.

Os trabalhos também não param no Colégio Cívico Militar CEd 308. Desde o início do ano, a unidade recebeu diversos reparos, como a troca da rede elétrica, a manutenção da rede lógica, a substituição do piso da quadra de esportes (de concreto para epóxi) e a conclusão da sala da PMDF – o CEd 308 aderiu ao programa de parceria com a Polícia Militar em janeiro de 2019. Além disso, todas as salas da unidade, que possui 964 estudantes matriculados, contam agora com um retroprojetor.

Quando as aulas forem autorizadas a recomeçar, os estudantes da Escola Classe 803 irão encontrar um espaço também completamente revitalizado. As obras que a unidade recebeu incluem manutenção na iluminação e nas canaletas que escorrem a água da chuva, além de contar agora com banheiros e bebedouros adaptados para alunos da Educação Infantil. A cozinha da unidade está sendo reformada: “Vamos instalar armários e janelas com blindex, além de um fogão e um liquidificador industrial que ganhamos da regional”, explica Mônica Cunha, diretora da escola.

Trabalho em equipe

O coordenador da CRE do Recanto das Emas elogia o trabalho realizado pelas direções e explica que isso resulta em unidades bem conservadas e equipadas. “Todo o trabalho tem de ser articulado com os gestores das escolas, com transparência e diálogo. Neste aspecto, a atual gestão do GDF vem trazendo uma grande vantagem para a gente, pois integramos neste processo a empresa responsável pelo contrato de manutenção das escolas”, ressalta Leandro.



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