Categoria: Economia

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Callado2 de junho de 20203min

O programa é voltado para empresas de todos os portes, do setor produtivo privado, que desejem iniciar, ampliar e modernizar seus empreendimentos.

O BRB voltou a operar com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para o setor empresarial, por meio da linha de financiamento FCO – Empresarial. O objetivo é promover o desenvolvimento de atividades produtivas e econômicas do DF e Ride (Região Integrada de Desenvolvimento do DF e entorno) nos setores de desenvolvimento industrial, infraestrutura econômica, turismo, ciência, tecnologia e inovação e comércio e serviço.

O FCO Empresarial é voltado para empresas de todos os portes, do setor produtivo privado, que desejem iniciar, ampliar e modernizar seus empreendimentos. Com recursos do Fundo, é possível apoiar investimentos como construção e reforma de imóveis, e aquisição de máquinas, equipamentos, móveis, utensílios e veículos. Além disso, há a possibilidade de financiar matéria-prima, insumos, formação de estoque, capital de giro associado ou dissociado ao investimento. Os recursos do BRB disponíveis para o financiamento dos projetos via FCO podem chegar a R$ 200 milhões em recursos.

“Como Banco de Brasília e da região, a retomada da operação do FCO é de extrema importância para o BRB. Ela representa o foco do BRB no desenvolvimento e apoio ao setor produtivo, que é nossa razão primeira de ser. Além disso, reforça nosso portfólio junto aos clientes, principalmente em um momento adverso como o da pandemia da Covid-19”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

O FCO Empresarial oferece taxas de juros baixas, 7,4% a.a. (pós-fixada), além de condições especiais e prazos adequados às necessidades do cliente. O empresário conta, ainda, com bônus de adimplência de 15% sobre os juros; prazos de carência e pagamentos alongados (aderentes ao investimento); financiamento de até 100% do valor do investimento; e possibilidade de utilização da garantia do Fundo de Aval do Sebrae (Fampe).


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Callado1 de junho de 20202min

Pesquisa é da Fundação Getúlio Vargas (FGV)

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), fechou maio com deflação (queda de preços) de 0,54%. A taxa é menor do que a observada em abril (-0,18%).

Os números foram divulgados hoje (1º), no Rio de Janeiro, pela FGV.

A pesquisa foi realizada no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador e Recife. O acumulado em 12 meses é de 1,83% de inflação.

Quatro das oito classes de despesas tiveram inflação em maio, com destaque para os alimentos, que passaram a custar 0,37% mais caros no período.

Gastos com saúde e cuidados pessoais também tiveram alta de preços (0,21%). Outros grupos com registro de inflação foram despesas diversas (0,10%) e comunicação (0,01%).

Quatro classes de despesas tiveram deflação, com destaque para transporte (-2,06%) e educação, leitura e recreação (-2,12%). Os outros grupos com queda de preços foram habitação (-0,19%) e vestuário (-0,23%).


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Callado30 de maio de 20203min

Distrito Federal é a única unidade da Federação que tem todos os órgãos licenciadores integrados por sistema digital

Os certificados de licenciamento usados pela Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF) será adotado como modelo em todo o Brasil. Essa foi uma das decisões tomadas em reunião, promovida por videoconferência nesta sexta-feira (29), entre representantes de várias juntas comerciais, incluindo a do DF, para tratar da implementação do projeto Empreendedor Digital.

O motivo da escolha pelo modelo do DF é porque se trata da única unidade da Federação que tem todos os órgãos licenciadores integrados por sistema digital.

Durante a videoconferência, a equipe da autarquia distrital apresentou o método de trabalho e os modelos de certificados disponibilizados pelo sistema com os respectivos detalhes. Participantes do encontro virtual elogiaram o modelo e afirmaram que será benéfica sua utilização em outros estados.

Mais rápido do Brasil

Assim como em março deste ano, em abril o DF seguiu em primeiro lugar no tempo médio de formalização de empresas em todo o Brasil.

Na capital do país, empreendedores e contadores levaram, em média, menos de seis horas entre a entrada do pedido de abertura de negócios nas administrações regionais e a saída na Jucis-DF, com a devida criação do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Em outros estados, tais procedimentos duram até 21 dias.

Os prazos foram os mesmos para processos de alteração e fechamento de empresas.

Empreendedor Digital

O projeto é a nova parceria entre o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Nacional) e as juntas comerciais para promover melhorias no sistema público de integração e registro mercantil, como a automação dos processos de formalização de empresas. Com isso, tanto a abertura quanto as alterações e extinções de empresas serão feitas em segundos.

“Queremos que esse projeto dê certo o mais rapidamente possível, pois a população já esperou muito por um sistema de excelência para atendê-la”, ressaltou o presidente da Jucis-DF, Walid Sariedine.

Inicialmente, nove juntas comerciais farão parte do projeto. Posteriormente, o Empreendedor Digital será expandido para todo o Brasil.


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Callado30 de maio de 20203min

Projeto de lei que cria o Procred-DF será encaminhado nos próximos dias à Câmara Legislativa

O governador  do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, por meio da Secretaria da Economia, elaborou o projeto de lei que cria o Programa Emergencial de Crédito Empresarial do Distrito Federal (Procred-DF). O objetivo é criar uma linha de crédito especial, com taxas de juros mais baixas, a fim de socorrer micro e pequenas empresas e microempresários individuais, além das empresas de qualquer porte dos ramos de cultura, turismo e ensino, em razão da pandemia de covid-19.

Acesso

Para permitir o acesso ao crédito a esses setores, será criado um fundo garantidor. Dessa forma, os interessados conseguirão fazer os empréstimos e financiamentos, uma vez que as instituições financeiras terão uma proteção para cobertura de possíveis inadimplências. “O programa vem para suprir uma lacuna, ao apoiar o pequeno e médio empreendedor, que tem imensas dificuldades de apresentar garantias”, afirma o secretário de Economia, André Clemente.

Para ter acesso ao Procred-DF, a empresa deve estar estabelecida no Distrito Federal e inscrita no Cadastro Fiscal (CFDF). Os recursos deverão ser destinados ao financiamento das atividades empresariais e poderão ser usadas para investimento ou capital de giro, sendo proibido o uso para distribuição de lucros ou dividendos aos sócios.

Além disso, as empresas de qualquer tamanho poderão solicitar financiamento para pagar contas de água e luz no Distrito Federal.

Linhas de crédito

As linhas serão oferecidas pelo Banco de Brasília (BRB). Os créditos deverão respeitar o limite de 40% da receita bruta anual de 2019 para as empresas com um ano ou mais de atividade ou de até 40% do faturamento mensal do mesmo período para as demais.

Em contrapartida, o beneficiário precisa apresentar declaração de compromisso contendo a necessidade do crédito para manter o funcionamento de suas atividades econômicas e apontar a destinação de recursos. Além disso, deve se comprometer a manter ou aumentar o número de empregados existente em 29 de fevereiro de 2020.


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Callado29 de maio de 20203min

Usuário pode acessar aplicativo Caixa Tem

A partir de hoje (29), os beneficiários do auxílio emergencial de R$ 600 – R$ 1,2 mil para mães solteiras – poderão pagar compras em cerca de 3 milhões de estabelecimentos comerciais em todo o país por meio do celular. A Caixa Econômica Federal liberou uma atualização do aplicativo Caixa Tem que permite o pagamento por meio de código QR (uma forma mais avançada do código de barras que pode ser lido por câmeras de celulares).

Segundo o vice-presidente de tecnologia do banco, Cláudio Salituro, a ferramenta foi desenvolvida em dez dias. A novidade estará disponível nos estabelecimentos com maquininhas da bandeira Elo. O banco informou que maquininhas de outras bandeiras poderão aderir livremente à novidade.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse ontem que a grande vantagem da ferramenta consiste em diminuir a necessidade de saques em espécie do auxílio emergencial, reduzindo as filas nas agências. “Não precisa sacar. Basta movimentar o dinheiro de forma digital para fazer as compras”, declarou.

Passo a passo

Primeiramente, o usuário poderá acessar o aplicativo Caixa Tem, usado para movimentar as contas poupança digitais criadas pelo banco, e escolher a opção pagar na maquininha. Em seguida, a câmera do celular automaticamente abrirá. O usuário deverá apontá-la para o código QR que aparecerá na maquininha, conferir o valor da compra a apertar o botão confirmar na tela do celular.

Em seguida, a maquininha do cartão imprimirá o recibo dizendo que a compra foi efetuada. Uma via ficará com o estabelecimento. O cliente só pega a via dele se quiser. Isso porque o aplicativo Caixa Tem armazenará cada compra, permitindo a conferência do saldo.

“É muito simples e muito fácil de fazer”, disse Salituro. Ele acrescentou que o processo ajudará no combate à pandemia de coronavírus, à medida que o beneficiário do auxílio emergencial não precisará tocar na maquininha nem digitar senhas. “O processo é seguro e sem contato físico com a maquininha”, destacou.

A Caixa liberou ontem a atualização do aplicativo Caixa Tem para celulares com o sistema Android. Para celulares da Apple, com o sistema iOS, a atualização que permite o pagamento com código QR será liberada até sábado (30).


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Callado28 de maio de 20205min

Atendimento ao público será das 8h ao meio-dia

A Caixa vai abrir 2.213 agências no próximo sábado (30), das 8h às 12h, para atendimento aos beneficiários do auxílio emergencial que receberam a primeira parcela até 30 de abril, nascidos em janeiro e que queiram fazer o saque em espécie do benefício. A partir desta data, também será possível a transferência do benefício para contas da Caixa ou de outros bancos.

Em época de pandemia, o auxílio emergencial está sendo pago a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados.

Antes de ir a uma agência, orienta a Caixa, os clientes devem consultar as unidades que estarão abertas em sua localidade.

Desde o dia 20 de maio, foi creditado em 31 milhões de contas o pagamento da segunda parcela, totalizando R$ 20,3 bilhões.

Outras datas

Amanhã (29), terminam os escalonamentos definidos para pagamento da segunda parcela aos beneficiários do auxílio emergencial que integram o Bolsa Família, contemplando 9,5 milhões de pessoas, e para o pagamento da primeira parcela aos 8,3 milhões que ainda não tinham recebido o recurso, totalizando R$ 5,3 bilhões.

Segundo a Caixa, mesmo após o encerramento desses prazos, os valores do auxílio continuarão disponíveis para recebimento.

Horário de chegada

A Caixa reforça que não é preciso madrugar nas filas. Todas as pessoas que chegarem às agências durante o horário de funcionamento, das 8h às 12h, serão atendidas. Elas vão receber senhas e, mesmo com as unidades fechando às 12h, o atendimento continua até o último cliente.

O banco informou ainda que fechou parceria com 1.190 prefeituras em todo o país para reforçar a organização das filas e manter o distanciamento mínimo de 2 metros entre as pessoas. De acordo com a Caixa, a triagem nas filas foi reforçada, de forma que aqueles que não estão na data respectiva de pagamento em espécie não permaneçam no local.

Cartão de débito virtual

O beneficiário não precisa sacar o auxílio para usar o dinheiro. O aplicativo Caixa Tem possibilita ao cidadão fazer transferências bancárias e pagar contas, como as de água, luz e telefone.

Além disso, o aplicativo disponibiliza gratuitamente o cartão de débito virtual Caixa para fazer compras pela internet, aplicativos e sites. O cartão também é aceito em maquininhas autorizadas com a funcionalidade do cartão virtual de débito.

Para usar o serviço, o beneficiário precisa gerar o cartão virtual. Para isso, o primeiro passo é atualizar o Caixa Tem. Depois, entrar no aplicativo e acessar o ícone Cartão de Débito Virtual. É o último da tela inicial. Feito isso, o usuário deve digitar a senha do Caixa Tem. Em seguida, aparecem os seguintes dados: nome do cidadão, número e validade do cartão e código de segurança. Ao lado do código, é preciso clicar em “gerar”.

O código de segurança vale para uma compra ou por alguns minutos. Para fazer outra compra, é preciso gerar novo código.

Até a última segunda-feira (25), foram movimentados R$ 719,2 milhões pelo cartão de débito virtual Caixa, informou o banco.


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Callado26 de maio de 20206min

Ao todo, 56,6 milhões de brasileiros receberam benefício

A Caixa Econômica Federal pagou R$ 70,8 bilhões de auxílio emergencial, somadas ambas as parcelas, informou nesta terça-feira (26) o presidente do banco, Pedro Guimarães. No total, 56,9 milhões de pessoas receberam alguma parcela do benefício desde que o programa foi criado, em abril, para ajudar as pessoas a enfrentar os impactos da crise causada pela covid-19.

Considerando apenas a segunda parcela, que começou a ser paga há uma semana, 44,2 milhões de brasileiros receberam R$ 30,9 bilhões. O auxílio emergencial é de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), por parcela.

Do total pago até agora, R$ 25,8 bilhões foram para beneficiários do Bolsa Família, R$ 14 bilhões para aqueles inscritos no Cadastro Único para os Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e R$ 31 bilhões para trabalhadores informais que se cadastraram pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo aplicativo Caixa Auxílio Emergencial.

O banco recebeu 106,3 milhões de solicitações de cadastro no aplicativo e no site, das quais 101,2 milhões foram processadas até agora. O cadastro no programa pode ser feito até o dia 3 de junho.

Do total de cadastros processados, 59 milhões foram considerados elegíveis e 42,2 milhões inelegíveis. Cerca de 10,1 milhões de pessoas ainda aguardam para saber se terão o benefício: 5,1 milhões de cadastros estão em análise e outros 5 milhões em reanálise, quando o cadastro foi considerado inconsistente e a Caixa permitiu a correção de informações.

Saques

Hoje puderam sacar o auxílio emergencial 2,6 milhões de pessoas. Desse total, 700 mil tiveram a primeira parcela liberada no último dia 15 e 1,9 milhão de beneficiários do Bolsa Família estão recebendo a segunda parcela. O calendário escalonado de retiradas obedece ao mês de nascimento, no caso da retirada da primeira parcela, e do final do Número de Inscrição Social (NIS) para os inscritos no Bolsa Família.

Os trabalhadores informais e os inscritos no CadÚnico estão recebendo o benefício apenas por meio da conta poupança digital e só poderão sacar ou transferir o dinheiro a partir de sábado (30), conforme o mês de nascimento. Até lá, o auxílio emergencial só poderá ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de boletos bancários, de contas domésticas (água, luz, telefone e gás) e compras em estabelecimentos parceiros.

Segundo Guimarães, foram registradas poucas filas nas agências hoje. O principal motivo, explicou ele, é a crescente utilização do aplicativo Caixa Tem e do cartão de débito virtual para movimentar as contas poupança digitais. “Aos poucos, a população está aprendendo a usar o aplicativo para pagar contas e fazer compras”, disse.

Em relação ao cartão de débito, o vice-presidente de Tecnologia da Caixa, Cláudio Salituro, disse que ontem (25) foram registradas 644,1 mil transações por débito, no valor total de R$ 244,2 milhões. O pagamento de boletos e de contas domésticas pelo Caixa Tem somou 1,5 milhão de transações, no valor de R$ 475 milhões.

O presidente da Caixa reforçou que não é preciso chegar de madrugada nas agências para garantir o atendimento. O banco tem informado que atenderá todas as pessoas que chegarem às agências no horário, das 8h às 14h.

Calendário

Nesta terça, puderam sacar a primeira parcela em dinheiro os beneficiários nascidos em setembro. Amanhã (27) sacarão os aniversariantes de outubro; na quinta-feira (28), os nascidos em novembro; e, na sexta-feira (29), os aniversariantes de dezembro.

Hoje, a Caixa concluiu o depósito da segunda parcela nas contas digitais para trabalhadores autônomos e pessoas inscritas no CadÚnico. Receberam o dinheiro os beneficiários nascidos em novembro e dezembro.

O calendário para saques da segunda parcela é diferente do calendário do crédito nas contas digitais e começa no sábado (30), para os nascidos em janeiro. Em 1º de junho, os saques serão permitidos para quem nasceu em fevereiro, seguindo nessa ordem até 13 de junho para os nascidos em dezembro. No dia 7 de junho (domingo) não haverá saques.


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Callado23 de maio de 20203min

Três empresas vão ganhar desconto no ICMS em troca de geração de vagas de trabalho e novos investimentos

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ruy Coutinho (foto), assinou, na quinta-feira (21), contrato de adesão de três empresa ao Programa Emprega DF que prevê a geração de 17 mil empregos diretos e indiretos em quatro anos, em troca do desconto de até 67% no pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no mesmo período.

A nova adesão ao programa foi formalizada pelo grupo Fujioka Eletrônicos. A empresa ganhou desconto de 67% no ICMS nas operações de atacado e 83% no ICMS no comércio eletrônico. A companhia se comprometeu a gerar 1.964 empregos diretos, além de outros 5,8 mil indiretos até 2023. A empresa também projeta arrecadar R$ 56,8 milhões em tributos cobrados pelo GDF e investir R$ 153 milhões em quatro anos.

As empresas Ball Beverage e Autotrac também aderiram ao Emprega DF. Os dois grupos empresariais já eram beneficiários do Programa de Financiamento Industrial para o Desenvolvimento Econômico Sustentável (Ideas) e migraram para o novo benefício com as mesmas exigências de geração de emprego. Juntas, vão gerar 9.400 empregos diretos e indiretos – 1.108 pela Ball Beverage e outros 8292 pela Autotrac.

“O programa Emprega DF é uma importante ferramenta do Governo do Distrito Federal para recuperar a economia nesse momento de crise gerada pelo covid-19”, disse o Assessor Especial da SDE, Júlio Breves. Criado no ano passado, o Emprega DF já contemplou sete empresas.

A expectativa do governo do DF com o programa é que as empresas beneficiadas com o desconto no ICMS possam investir no seu negócio, aumentando a produção e adquirindo novas máquinas e novas tecnologias. “O desconto máximo é de 67%, porém pode ser ampliado se a empresa for declarada de relevante interesse para a economia do DF”, afirma Júlio Breves.

Desde que foi criado, em maio do ano passado, o programa já teve a adesão de outras quatro empresas: Supermercados Comper, a SKS Industria de ferragens para a construção civil, e os grupos Mafra e Novo Mundo. As companhias se comprometeram a gerar 2,4 mil empregos diretos e indiretos até 2022 em troca do desconto de até 67% no ICMS. Até agora, as adesões de empresas ao programa Emprega DF já prevê a criação de quase 20 mil empregos em quatro anos. O programa é operado em parceria com a secretaria de Economia.


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Callado18 de maio de 20204min

Esta é a 14ª revisão consecutiva na projeção de queda do PIB

O mercado financeiro continua a revisar a estimativa de queda da economia neste ano. Pela 14ª semana seguida, piorou a expectativa do mercado financeiro para o recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Desta vez, a previsão de queda passou de 4,11% para 5,12%.

A estimativa consta do boletim Focus, publicação divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

A previsão para o crescimento do PIB em 2021 segue em 3,20% e para 2022 e 2023 continua em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 5,28. Na semana passada, a previsão era R$ 5. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5, contra R$ 4,83 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC continuam a reduzir a previsão de inflação de 2020. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu pela décima vez seguida, ao passar de 1,76% para 1,59%.

Para 2021, a estimativa de inflação também foi reduzida, de 3,25% para 3,20%. A previsão para os anos seguintes – 2022 e 2023 – não teve alterações e permanece em 3,50%.

A projeção para 2020 está abaixo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2,25% ao ano. A previsão anterior era 2,50% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 3,50% ao ano. Para o fim de 2022, as instituições reduziram a previsão de 5,50% ao ano para 5,25% ao ano e, para o fim de 2023, a estimativa segue em 6% ao ano.


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Callado16 de maio de 20203min

Projeto de Lei sobre as diretrizes orçamentárias foi entregue à Câmara Legislativa na sexta-feira (15). A despesa prevista é da ordem de R$ 34,3 bilhões, dos quais R$ 22,6 bilhões (66%) serão destinados a pessoal

O Governo do Distrito Federal encaminhou nesta sexta-feira (15), o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do exercício financeiro de 2021 à Câmara Legislativa. O orçamento do próximo ano está estimado em R$ 42,6 bilhões, somadas as receitas próprias e o Fundo Constitucional do DF (R$ 16,5 bilhões).

A despesa prevista para o ano que vem é da ordem de R$ 34,3 bilhões, dos quais R$ 22,6 bilhões (66%) serão destinados a pessoal. Diante da sanção próxima do projeto de lei de compensação financeira aos estados, ao DF e aos municípios pela queda de arrecadação em consequência da pandemia de Covid-19 (PLP nº 39/2020), o texto enviado à Câmara Legislativa não autoriza a concessão de reajustes a servidores — uma das contrapartidas pelo auxílio.

“Este governo vem aprimorando a técnica orçamentária, prevendo de forma adequada as receitas e ouvindo as áreas para focar a despesa”, afirma o secretário de Economia, André Clemente (foto). Ele destaca que o déficit primário também vem caindo, com pequena variação em 2020 em razão da pandemia.

Metas e prioridades

O documento estipula as metas e as prioridades da administração pública para o exercício financeiro do ano seguinte. É o elo entre os programas e as estratégias do Plano Plurianual e a Lei Orçamentária Anual (LOA).

No Distrito Federal, a proposta da LDO deve ser encaminhada pelo Executivo à Câmara Legislativa até 15 de maio do ano anterior. Os deputados distritais, por sua vez, só podem entrar em recesso no meio do ano após a aprovação desse projeto.

Além de orientar a elaboração da LOA, a LDO dispõe sobre as diretrizes para elaboração, execução e alteração do orçamento e para modificações na legislação tributária e na política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. Define ainda a política de pessoal de curto prazo da administração direta e indireta.



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