Categoria: Economia
Entrada sinalizada de uma das trilhas do projeto Caminhos do Planalto, ao lado da Torre de TV Digital | Foto Luís Tajes / Setur-DF

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Callado29 de fevereiro de 20204min

A bandeira foi a mesma aplicada em fevereiro

Por Luciano Nascimento

A Agência Nacional de Energia Elétrica ( Aneel ) informou nesta sexta (28) que manterá no mês de março a bandeira tarifária na cor verde, sem cobrança extra na conta do consumidor. A bandeira foi a mesma aplicada em fevereiro.

De acordo com a agência, a decisão de manter a bandeira na cor verde se deve a recuperação nos níveis dos reservatórios em virtude do volume razoável de chuvas no mês de fevereiro.

“Em fevereiro, os principais reservatórios de hidrelétricas do Sistema Interligado Nacional (SIN) apresentaram recuperação de níveis em razão do volume de chuvas próximo ao padrão histórico do mês. A previsão para março é de manutenção dessa condição hidrológica favorável, o que aponta para um cenário com elevada participação das hidrelétricas no atendimento à demanda de energia do SIN, reduzindo a necessidade de acionamento do parque termelétrico”, informou a Aneel.

Segundo a agência, o volume de chuvas refletiu-se na redução do preço da energia no mercado de curto prazo (PLD) e dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF). O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

Criado pela Aneel , o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores: verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2), que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

“Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca, informou a Aneel.

O acréscimo cobrado na conta pelo acionamento da bandeira amarela passou é de R$ 1,34 a cada 100 kWh consumidos. Já a bandeira vermelha patamar 1, o valor a mais cobrado é de R$ 4,16 a cada 100 kWh e no patamar 2 da bandeira o valor é de R$ 6,24 por 100 kWh consumidos. A bandeira verde não tem cobrança extra.


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Callado27 de fevereiro de 20209min

O maior portal de imóveis do Distrito Federal acaba de divulgar sua pesquisa mensal, que revelou um aumento de 1% no valor de locação em janeiro

 O preço médio do metro quadrado em Brasília apresentou leve queda (0,4%) no mês de janeiro, de acordo com levantamento do Wimoveis, maior portal imobiliário do Distrito Federal. Com relação aos imóveis para locação, o Wimoveis aponta que o preço médio de um imóvel padrão (65m², 2 dormitórios e 1 vaga de garagem) em Brasília foi R$ 2.719,00/mês, aumento de 1% no período. Quando comparado ao mesmo período do ano anterior, o avanço é de 7,9%, ou seja, ficou acima da inflação.

Brasília encabeça a lista de cidades com aluguel mais caro no Distrito Federal, seguida por Águas Claras, cujo preço médio é R$ 1.780,00, valor 0,9% superior ao do mês anterior. Em Guará houve uma queda de 0,8% no aluguel, fixando o preço em R$ 1.488,00. Entre os locais com custos mais baixos estão: Ceilândia (R$ 1.032,00), Taguatinga (R$ 1.081,00) e Vicente Pires (R$ 1.101,00).

Os bairros com maior valorização nos últimos 12 meses foram Areal (20%), Águas Norte (15%) e Guará I (15%). Já as maiores quedas concentraram-se no Centro de Brasília (-15%), Centro de Águas Claras (-11,5%) e Vicente Pires (-1,7%).

Locação por bairro

Mais caras (mensal) Valorização em 12 meses
Noroeste R$ 2.955,00 4,8%
Asa Sul R$ 2.545,00 9,8%
Asa Norte R$ 2.480,00 9,5%
Mais baratas (mensal) Valorização em 12 meses
Ceilândia Norte R$ 983,00 -1.7%
Taguatinga Norte R$ 996,00 -0,8%
Samambaia Norte R$1.025,00 4,7%

Preço de venda tem leve queda

Segundo o estudo, o preço médio do metro quadrado de Brasília, em janeiro, registrou uma leve alta de 0,4%, chegando a R$ 9.513,00/m². Considerando os últimos 12 meses, a valorização acumulada foi de 2,8%.

A capital do Distrito Federal permanece como a mais valorizada, seguida de Setor Industrial (R$ 7.989,00/m²) e Cruzeiro (R$ 6.320,00/m²). No outro extremo, aparecem Santa Maria, Vicente Pires e Ceilândia, com R$ 2.526,00/m², R$ 3.054,00/m² e R$ 3.669,00/m², respectivamente, com os valores mais acessíveis para compra no DF.

Nos últimos 12 meses, os bairros de Brasília que registraram maior valorização são: Jardins Mangueiral (20%), Setor Industrial (12%) e Riacho Fundo (12%). Já as maiores quedas no preço médio do m² ocorreram nos bairros Setor Total Ville, Centro e Superquadra Sudoeste, que sofreram desvalorização de -12%, a primeira e -10% as demais.

Metro quadrado por bairro

Mais caras (m²) Valorização em 12 meses
Setor de Clubes Esportivos Sul R$ 12.037,00 -2,6%
Setor Hoteleiro Norte R$ 11.204,00 S/D
Setor de Hotéis e Turismo Norte R$ 11.098,00 7%
Mais baratas (m²) Valorização em 12 meses
Setor Habitacional Contagem R$ 2.126,00 -2,0%
Riacho Fundo II R$ 2.322,00 1,1%
Grande Colorado R$ 2.439,00 1,5%

Em janeiro, a relação preço de venda X aluguel anual, chegou a 4,8%, sendo necessários 20,8 anos de aluguel para retomar o investimento feito no ato da compra, tempo 8% menor do que o registrado há um ano.

As localidades onde a rentabilidade aponta um índice maior são: Vicente Pires (7,1%), Águas Claras (5,7%) e Sobradinho (5,6%), já as cidades de Guará (4,3%), Brasília (4,8%) e Ceilândia (5%) apresentaram menor rentabilidade.

Rentabilidade por região

Mais rentáveis %
Vicente Pires 7,1%
Águas Claras 5,7%
Sobradinho 5,6%
Menos rentáveis %
Guará 4,3%
Brasília 4,8%
Ceilândia 5%

 

Sobre Wimoveis

Fundado em 1998, o Wimoveis é o maior portal imobiliário do Distrito Federal. Em 2014, foi adquirido pelo Imovelweb, portal que faz parte do grupo argentino Navent, uma das dez maiores empresas de internet da América Latina. Em 2016, o Wimoveis passou por um processo de modernização. Atualmente, conta com mais de 2 milhões de visitas por mês e 56 milhões de pageviews gerados mensalmente.

Sobre Imovelweb

Com 20 anos de existência, o Imovelweb é um dos maiores portais do mercado imobiliário do Brasil. Referência em Real Estate, faz parte do grupo argentino Navent, uma das dez maiores empresas de internet da América Latina. Com cerca de 200 colaboradores no Brasil, é uma multinacional sólida, de capilaridade nacional e com a maior capacidade de investimento do mercado em plataforma digital. O Imovelweb se destaca em seu mercado por representar o consumidor em todas as suas necessidades e momentos de vida, oferecendo as melhores oportunidades de negócios do setor imobiliário no Brasil. Mais informações em www.imovelweb.com.br.


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Callado27 de fevereiro de 20208min

Prazo para caução termina em 5 de março; licitação será no dia seguinte. No Guará II, são 12 opções; em Águas Claras e Jardim Botânico, duas cada

Mais um edital de licitação de imóveis foi publicado pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). É o segundo deste ano. Desta vez, estão disponíveis 91 lotes para venda, distribuídos em 13 Regiões Administrativas (RA’s) do DF.

As novas oportunidades se adequam a diferentes perfis de investidores, sejam eles pessoa física ou jurídica. Para saber quais são os terrenos e como participar do processo licitatório, basta fazer o download do documento no site www.terracap.org.br

Os interessados devem ficar atentos aos prazos: caução até dia 5 de março e licitação no dia seguinte (6). As condições de pagamento são: 5% de caução, entrada (com abatimento da caução) e o restante em até 180 meses, a depender do imóvel escolhido.

Dauto Santos, empresário do ramo automotivo brasiliense, adquiriu o primeiro imóvel na Terracap ainda em 1984, no SOF Norte. “De lá pra cá, eu sempre acompanho e participo das licitações da Terracap”.

Dauto explica que nunca gostou de nada que fosse ilegal. “Acho que a maneira mais segura de comprar um imóvel é pela Terracap”, completa. Em mais de três décadas, ele ampliou a capacidade produtiva da empresa e hoje conta com 14 lojas espalhadas pelo DF.

Aqueles que queiram seguir o caminho de Dauto, podem conferir neste edital os terrenos com destinação para uso comercial, prestação de serviços, institucional e industrial. As oportunidades são diversas e atendem do pequeno ao grande investidor.

Restam poucas unidades imobiliárias no Setor Noroeste. O bairro ocupa 243 hectares. Ainda jovem, é uma das regiões que mais cresce e se desenvolve no DF. É atrativa para investir e uma das RA’s mais promissoras quanto à qualidade de vida da população residente no local. A Terracap licita um terreno de 750 m², para habitação coletiva e uso comercial de bens e serviços. A entrada é de R$ 288,5 mil e o restante em até 120 vezes.

No Setor de Múltiplas Atividades Sul (SMAS), por exemplo, há a oferta de um terreno de 10 mil m², para a construção de um centro comercial. A projeção está a poucos metros das principais vias de ligação entre a região sul do DF – EPIA Sul, EPNB e EPGU.

A acessibilidade ao metrô e à rodoviária interestadual, confere à atividade implementada no endereço a garantia de grande tráfego de pessoas, e, consequentemente, alta demanda por comércio e serviços.

Águas Claras, por sua vez, tem um mercado potencial em expansão. A região administrativa soma mais de 160 mil moradores, segundo levantamento da Codeplan. A população de classe média alta garante ao investidor a possibilidade de desenvolver um mix de projetos, desde comércio à residência coletiva. O 2º edital traz lotes na região, dois deles localizados na rua 25 Sul; um na Rua 3 Norte.

Para morar
Aqueles que desejam participar da licitação, enviando propostas para terrenos de uso residencial, podem optar por regiões como Guará II, Jardim Botânico ou Lago Sul.

No Guará II, são 12 opções. Os lotes têm áreas entre 162 m² e 210 m² e valores com entradas a partir de R$ 11,2 mil.  Tratam-se de terrenos residenciais em excelente localização na região Sul do Distrito Federal e com preços e planos de pagamentos acessíveis ao investidor.

Já quem planeja morar no Jardim Botânico não pode perder essa oportunidade. Só há duas opções previstas neste edital. Ambas ficam na Avenida das Paineiras, sendo uma na quadra 5 e outra na quadra 7. Os lotes têm 840 e 800 m², respectivamente, e entradas a partir de R$ 20 mil. O restante pode ser pago em 180 meses.

No Lago Sul, há um único imóvel para moradia, com área de 540 m² e entrada de R$ 54 mil. O terreno tem grande valor agregado não só pela localização privilegiada, em área de alto padrão, mas por ser um dos últimos lotes disponíveis para venda na Região Administrativa.


Como participar da licitação?

Alguns cuidados são necessários para participar. Veja o passo a passo:

  1. Leia atentamente o edital disponível ao site da Terracap;
  2. Escolha o imóvel e faça uma visita no local;
  3. Preencha a proposta de compra, disponível no site da Terracap;
  4. Recolha a caução de 5% correspondente ao valor do lote, que funciona como garantia para habilitação na licitação;
  5. Entregue a proposta. Há duas opções de fazer isto: dirigir-se à Terracap e depositar o documento devidamente preenchido na urna da Comissão de Licitação, no dia 6 de março, entre 9 e 10h, ou optar pela proposta online, anexando o comprovante de pagamento de caução. Neste caso, a proposta também deve ser enviada eletronicamente no mesmo dia e horário.
  6. É dever do licitante atentar para todas as cláusulas do edital, em especial a que se refere à possível incidência do pagamento de taxa de Outorga Onerosa de Alteração de Uso (Onalt) ou do Direito de Construir (Odir).

    Atenção

    O valor deve ser recolhido em uma agência do BRB, mediante depósito identificado, transferência eletrônica (TED) ou pagamento de boleto expedido no site da Terracap, necessariamente em nome do próprio licitante ou pelo seu legítimo procurador até o dia 5 de março. A não apresentação da procuração implica em desclassificação automática do licitante. A licitação ocorrerá no dia subsequente, 6/3;


Serviço

Mais informações pelo telefone: (61) 3350-2222 ou por meio do e-mail terracap@terracap.df.gov.br.

Para atendimento presencial, o edifício-sede da Terracap está localizado no Bloco “F”, Setor de Áreas Municipais (SAM) – atrás do anexo do Palácio do Buriti.


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Callado26 de fevereiro de 20204min

A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4% em 2020

Por Kelly Oliveira

As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa para a inflação este ano, pela oitava vez seguida. Desta vez, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país – caiu de 3,22% para 3,20%. A informação consta no boletim Focus, pesquisa semanal do BC que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos.

Para 2021, a estimativa de inflação se mantém em 3,75%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,50% em 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4% em 2020. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%. O intervalo de tolerância para cada ano é 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, em 2020, por exemplo, o limite mínimo da meta de inflação é 2,5% e o máximo, 5,5%.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 4,25% ao ano. Para o mercado financeiro, a Selic deve ser mantida no atual patamar até o fim do ano. Em 2021, a expectativa é de aumento da taxa básica, encerrando o período em 6% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, a previsão é 6,5% ao ano.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já a manutenção da Selic indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Atividade econômica

A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – caiu de 2,23% para 2,20% em 2020, na segunda redução consecutiva. As estimativas das instituições financeiras para os anos seguintes – 2021, 2022 e 2023 – permanecem em 2,50%.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar subiu de R$ 4,10 para R$ 4,15 para o fim deste ano e de R$ 4,11 para R$ 4,15, ao fim de 2021.


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Callado26 de fevereiro de 20201min

Bancos ficaram fechados ontem (25) e segunda-feira de carnaval

Por Kelly Oliveira

O início dos expediente hoje (26) nas agências bancárias será às 12h, com encerramento em horário normal de fechamento, segundo informações da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Os bancos ficaram fechados ontem (25) e segunda-feira de carnaval.

Nas localidades em que as agências fecham normalmente antes das 15h, o início do atendimento ao público será antecipado, de modo a garantir o mínimo de 3 horas de funcionamento.

As contas de consumo (água, energia, telefone etc.) e carnês com vencimento em 24 ou 25 de fevereiro poderão ser pagos, sem acréscimo, hoje. Normalmente, os tributos já vêm com datas ajustadas ao calendário de feriados nacionais, estaduais e municipais.


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Callado25 de fevereiro de 20205min

Medida começa valer a partir de 1º de março, conforme circular do BC

Por Kelly Oliveira

A partir de março, compras feitas em moeda estrangeira com cartão de crédito devem vir na fatura com o valor equivalente em reais do dia em que foram realizadas. Os bancos podiam oferecer essa forma de cobrança se quisessem, mas a maioria das instituições preferia cobrar o valor referente à data do fechamento da fatura.

Com entrada em vigor da Circular nº 3918, os bancos serão obrigados a oferecer a opção de utilizar a taxa de câmbio do dia de cada gasto. Caso não queira optar por essa sistemática, o cliente poderá pagar com base na taxa de câmbio do dia de fechamento da fatura.

Quando anunciou a mudança na regra, em novembro de 2018, o Banco Central (BC) argumentou que a sistemática de pagamento pela data de fechamento da fatura deixa os clientes expostos a flutuações das taxas de conversão no período entre o dia do gasto e o pagamento. Isso porque a variação cambial ocorrida entre a data do gasto e o efetivo pagamento é atualmente ajustada na fatura do mês posterior, podendo gerar crédito ou débito para o cliente.

Assim um único gasto pode resultar em duas obrigações em momentos distintos. Com a nova regra, o cliente ficará sabendo já no dia seguinte quanto vai desembolsar em reais, eliminando a necessidade de eventual ajuste na fatura subsequente. O BC também destacou, na época, que apesar de ser possível oferecer aos clientes a taxa de câmbio do dia de cada gasto, a maioria dos bancos preferia o fechamento da fatura.

“A situação atual para a maioria dos clientes é de: dificuldade para prever o valor em reais a ser desembolsado no dia do pagamento da fatura; fatura sem uniformidade nas informações e de difícil compreensão; e reduzida possibilidade de comparação das taxas de conversão praticadas pelos emissores de cartão, o que desestimula a competição”, informou o BC em documento de exposição de motivos para a edição da circular com as novas regras.

A partir de 1º de março deste ano, cada fatura deve ter: a discriminação de cada gasto, com no mínimo sua data, a identificação da moeda estrangeira e o valor na referida moeda; o valor equivalente em dólar na data de cada gasto; a taxa de conversão do dólar para reais na data de cada gasto; e o valor em reais a ser pago pelo cliente.

Em outubro de 2019, o BC divulgou uma carta circular para detalhar como a medida deveria se aplicada. Para que o cliente possa ter informações sobre as melhores taxas de câmbio utilizadas pelos emissores no mercado, os bancos são obrigados a tornar disponível em todos os seus canais de atendimento ao cliente a taxa de conversão do dólar para reais utilizada no dia anterior referente aos gastos em moeda estrangeira de seus clientes; e publicar informações sobre o histórico das taxas de conversão.

Além de se atentarem às taxas de câmbio, os consumidores devem observar que as compras no exterior com cartão de crédito têm incidência do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), com alíquota de 6,38%.


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Callado21 de fevereiro de 20207min

Os resultados do quarto trimestre de 2019, divulgados pelo Banco de Brasília, foi motivo de comemoração do governador Ibaneis Rocha, diante do desempenho da instituição financeira que encerrou o ano de 2019 com um lucro líquido de R$ 418 milhões. O número representa um aumento de 69,1% sobre 2018

|Da Redação RADAR-DF|

No balanço do primeiro ano do governo, ocorrido no final do ano passado, o governador Ibaneis Rocha reiterou que o BRB, no seu governo,  é  banco  bem diferente do BRB dos dois governos anteriores.

“É um banco que tem a menor taxa de financiamento imobiliários, as menores taxas de empréstimos consignados para os nossos servidores. É um banco que saiu das páginas policiais e está nas páginas de economia de qualquer jornal desse país”, disse ele na ocasião.

Com os resultados divulgados nesta sexta-feira, em que a instituição financeira estatal alcançou lucro líquido recorrente de R$ 129,5 milhões, no quarto trimestre de 2019, o governador voltou a comemorar: “temos um banco forte”, afirmou.

De acordo com os resultados divulgados, houve um  crescimento de 78,9% em relação ao mesmo período de 2018. É o maior resultado da história do BRB. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio foi de 27,0%. No período de doze meses, o lucro atingiu R$ 412,3 milhões, evolução de 56,8% quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

O crescimento no lucro líquido recorrente foi gerado pelo aumento da margem financeira, avanço das receitas com tarifas e prestação de serviços, redução das despesas com devedores duvidosos e controle de gastos das despesas com pessoal e administrativas.

Segundo o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, “os resultados alcançados nos doze meses de 2019 mostram um BRB mais competitivo, moderno, ágil e focado na melhoria da oferta de produtos, serviços e de relacionamento com seus clientes pessoa física e jurídica”.

“Ao longo de todo o ano passado, procuramos oferecer opções mais atrativas aos nossos clientes e atuamos ao lado do setor produtivo. Para 2020, nosso planejamento estratégico é focado na expansão nacional do BRB e na oferta de um banco ainda mais completo e competitivo”, afirmou Paulo Henrique Costa.

A carteira de crédito ampla chegou a R$ 11,0 bilhões – o maior nível da história do BRB – e apresentou crescimento de 22,5% em 12 meses e de 8,6% no trimestre. O principal destaque foi o crédito consignado, cujo saldo alcançou R$ 6,09 bilhões com evolução de 27,3% em 12 meses e de 8,8% no trimestre.

As despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa foram de R$ 136,7 milhões no ano de 2019, uma redução de 36,5% m relação ao ano anterior. A redução na despesa decorreu da melhora na qualidade da carteira, com gestão de riscos mais eficiente, evolução dos critérios de concessão e da recuperação de créditos inadimplentes.

Inadimplência

A inadimplência encerrou o quarto trimestre de 2019 em 1,7%, redução de 0,3 pontos percentuais em relação a setembro de 2019 e dezembro de 2018, permanecendo abaixo da média de mercado, de 2,9%. Os ratings de menor risco, de AA-C, aumentaram a sua participação na carteira para 94,8% em dezembro de 2019.

As receitas com prestação de serviços e tarifas alcançaram um total de R$ 422 milhões no ano passado, crescimento de 14,4% frente a 2018. No quarto trimestre de 2019, essas receitas chegaram a R$ 130 milhões e evolução de 24,3%, quando comparada à receita do trimestre imediatamente anterior.

Merecem destaque as receitas com corretagem de seguros, que cresceram 44,1% e 42,4%, em relação ao quarto trimestre de 2018 e ao ano completo, respectivamente.

Controle de despesas

O controle das despesas foi fundamental para a evolução do lucro líquido recorrente do BRB. Os gastos com pessoal tiveram crescimento de 4,8% no ano de 2019, em relação ao ano anterior, e redução de 0,2% no quarto trimestre em relação ao período imediatamente anterior, começando a refletir os efeitos do PDVI.
As outras despesas administrativas apresentaram crescimento de 0,5% em 2019, quando comparadas ao ano anterior.

Basileia

O BRB encerrou dezembro de 2019 com índice de Basileia de 16,3%, dos quais 14,6% no capital nível I e 1,7% no capital nível II, acima do nível regulatório de 10,5%.

Em dezembro de 2019, o BRB possuía um total de 639 mil clientes ativos, crescimento de 2,0% em 12 meses. Os clientes pessoa física (PF) representam um total 613 mil, crescimento de 2,1% no trimestre. Já os clientes pessoa jurídica (PJ) se mantiveram no mesmo nível de 2018, 26 mil.

O BRB conta com 132 agências distribuídas em todas as regiões do Distrito Federal e entorno, além de presença nos estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí e Tocantins.
Ao número de agências, somam-se 137 correspondentes bancários (BRB Conveniência) e 588 ATM próprios, complementados por mais de 24 mil ATM da Rede 24 horas, garantindo ao BRB cobertura de atendimento em todo território nacional.


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Callado20 de fevereiro de 20205min

Linha de crédito estará disponível a partir desta sexta-feira (21)

A CAIXA, líder na concessão de financiamento para casa própria, lança, nesta quinta-feira (20), a linha de crédito imobiliário com taxa fixa. Essa nova alternativa para o cliente possui taxas de juros a partir de 8% ao ano (a.a.). As condições são válidas para imóveis residenciais novos e usados, com quota de financiamento de até 80%. As contratações estarão vigentes a partir desta sexta-feira (21).

“Não estamos mais limitados somente às linhas de crédito imobiliário atualizadas pela TR”, afirma o presidente da CAIXA, Pedro Guimarães. “Em 2019 inovamos com a linha de crédito atualizada pelo IPCA e agora, com o lançamento do crédito com taxa fixa, estamos revolucionando o mercado imobiliário no país. É uma nova alternativa para o cliente que busca financiar seu imóvel sabendo quanto vai pagar da primeira à última prestação”, esclarece.

O cliente poderá escolher entre os sistemas de amortização SAC, para contratos de até 360 meses, e PRICE, para financiamentos de até 240 meses. As condições na linha SBPE com indexadores TR, IPCA ou Taxa Fixa seguem os parâmetros abaixo:

Utilização do FGTS:

Para financiamento de imóveis do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) avaliados em até R$ 1,5 milhão, é possível a utilização dos recursos do FGTS, desde que o cliente se enquadre nas regras do Fundo.

Liderança com recursos SBPE:

Em 2019, a CAIXA concedeu R$ 26,6 bilhões em crédito imobiliário com recursos do SBPE, o que representa um crescimento superior a 100% em comparação com o ano de 2018. Este valor corresponde a mais de 103 mil financiamentos, que impactaram na geração de 97 mil empregos.

Com este resultado a CAIXA retomou a liderança da concessão de crédito imobiliário com recursos da poupança.

Redução das taxas e lançamento do crédito atualizado pelo IPCA em 2019:

Para o crédito imobiliário atualizado pela TR, a CAIXA promoveu quatro reduções de taxa de juros em 2019, acompanhando a queda consistente da SELIC e reduzindo a taxa mínima praticada no SBPE de TR + 8,75% a.a. para TR + 6,50% a.a., o que representa uma queda de 26% com relação à taxa praticada em dezembro de 2018.

Outro marco importante nesse reposicionamento estratégico do crédito imobiliário para pessoa física na CAIXA foi o lançamento, em agosto de 2019, de forma pioneira, da opção de atualização do saldo devedor do crédito imobiliário pelo IPCA, com taxas de juros a partir de 2,95% a.a.

Em 2019, a CAIXA emprestou R$ 90 bilhões no crédito imobiliário. Foram 473,8 mil unidades habitacionais e 760,2 mil novos empregos. Hoje a Caixa possui 70% do mercado imobiliário.

Os clientes podem fazer simulações no site www.caixa.gov.br e, caso decidam pela contratação, devem procurar uma das agências da CAIXA ou correspondentes CAIXA Aqui para realizar a avaliação do crédito.


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Callado20 de fevereiro de 20204min

Prazo de entrega vai de 2 de março a 30 de abril

Por Kelly Oliveira e Wellton Máximo

programa gerador da Declaração de Imposto de Renda (IR) de 2020, referente ao ano-base 2019, já está disponível para ser baixado na página da Receita Federal. O prazo de entrega da declaração começará às 8h de 2 de março e irá até as 23h59min59s de 30 de abril.

Deve entregar a declaração 2020 (ano-base 2019) o contribuinte que recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado, o equivalente a R$ 2.196,90 por mês, incluído o décimo terceiro. Também deve apresentar o documento quem teve receita bruta de atividade rural superior a R$ 142.798,50; contribuintes com rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte de mais de R$ 40 mil, e contribuintes com patrimônio de mais de R$ 300 mil em 31 de dezembro.

Também deve entregar a declaração quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos ou fez operações na bolsa de valores; quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês no ano passado e quem optou pela isenção de Imposto de Renda incidente sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais e comprou outro imóvel até 180 dias depois da venda.

Deduções

Exceto no caso das contribuições de empregadas domésticas e de fundos para direitos de idosos, os valores de deduções não mudaram em relação a 2019. O limite de abatimentos na declaração simplificada continuará em R$ 16.754,30. As deduções por dependente, em R$ 2,275,08. As deduções de gastos com educação, em R$ 3.561,30. As contribuições para a previdência complementar poderão totalizar até 12% do rendimento tributável.

Restituição do Imposto de Renda

A partir deste ano, a Receita Federal antecipará o pagamento dos lotes de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física. Tradicionalmente paga em sete lotes, de junho a dezembro, a restituição será paga em cinco lotes, do fim de maio ao fim de setembro.

O primeiro lote será pago em 29 de maio. Os lotes seguintes serão pagos em 30 de junho, 31 de julho, 31 de agosto e 30 de setembro.


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Callado18 de fevereiro de 20203min
“O BRB trabalha para transformar a Instituição em um Banco de fomento, de desenvolvimento econômico e social. Nosso objetivo é gerar emprego, renda, colaborar com a economia e, de fato, melhorar a vida das pessoas”, explica o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa

Um dia depois de anunciar sua chegada ao Tocantins, o BRB assina hoje termo de cooperação com o Serviço Social do Comércio (Sesc) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), de Minas. A ação vem no sentido de ampliar a presença do BRB no Estado e faz parte do projeto de expansão nacional e fortalecimento da Instituição como Banco de desenvolvimento econômico, social e humano.

Além do Distrito Federal, o BRB está presente em nove Estados: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Piauí e no Tocantins.

A parceria com o Sesc e o Senac de Minas Gerais prevê uma maior proximidade do Banco de Brasília com as empresas dos setores de comércio, serviços e turismo do Estado. O BRB vai oferecer ainda condições especiais em serviços e produtos financeiros para os funcionários das duas instituições. O Banco também vai ter uma estrutura de atendimento em Belo Horizonte. O BRB já possui uma agência na cidade mineira de Unaí.

O BRB tem, desde setembro, firmado parcerias com diversos setores econômicos como parte de sua estratégia de expansão nacional. A ênfase tem sido as regiões do Centro-Oeste e do Nordeste. Acordo semelhante ao que será assinado nesta terça-feira já foi estabelecido com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), e com a Fecomércio do DF, do Piauí e de Tocantins.

“O BRB trabalha para transformar a Instituição em um Banco de fomento, de desenvolvimento econômico e social. Nosso objetivo é gerar emprego, renda, colaborar com a economia e, de fato, melhorar a vida das pessoas”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Ele reforça que o planejamento do BRB em 2020 é focado na expansão nacional por meio de importantes parcerias, além do lançamento, nos próximos meses, do Banco Digital.



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