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Ricardo Callado19/11/20192min

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou hoje a anulação de uma questão da prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias do Enem 2019. O Inep identificou que a questão anulada fez parte do Caderno de Questões Braile e Ledor da edição do Enem de 2018. O chamado “caderno Ledor” é preparado para os aplicadores que atuam como ledores para os participantes que, por algum motivo, solicitam auxílio para a leitura da prova como recurso de acessibilidade.

A questão anulada consta no Caderno Azul como número 90; no Caderno Amarelo como 78; no Caderno Branco como 66; e no Caderno Rosa como 72.

No Enem, não há um valor fixo para cada questão. A pontuação varia conforme o percentual de acertos e erros naquele item entre os participantes e, também, de acordo com o desempenho de cada estudante na própria prova. A correção segue chamada Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Respeitando a comparabilidade garantida pela TRI, as questões que compõem as provas acessíveis podem sofrer ligeira alteração comparadas à prova de aplicação regular devido às especificidades deste público. As provas do Caderno Braile e Ledor, por exemplo, contém a descrição de gráficos, imagens, esquemas e outros recursos visuais. Além disso, questões que inviabilizam ou dificultam demasiadamente a compreensão por parte dos participantes com algum tipo de deficiência visual são substituídas.

* Com informações do Ministério da Educação


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Ricardo Callado19/11/20198min

Articulação política efetiva fez o GDF dobrar o número de destinações específicas para a área em 2019. Até senadores e deputados de outros estados enviaram recursos

Por Renata Moura

Até o final de dezembro, técnicos da Secretaria de Economia estão empenhados em cumprir os trâmites burocráticos para que as emendas parlamentares da bancada federal consigam enfim chegar aos cofres públicos locais. Apenas para a área da saúde, foram destinados mais de R$ 188,5 milhões. Do total, R$ 85,6 milhões não estavam previstos. Mas, acabaram entrando nos cofres da pasta graças à articulação política do governo local.

Segundo dados disponibilizados pela Secretaria de Economia, das 28 emendas parlamentares previstas para esse ano, 14 vieram a partir do segundo semestre. O foco foi na captura de recursos para o custeio da saúde pública: manutenção de equipamentos, aquisição de insumo e pequenas reformas.

“Quando o orçamento sinalizou que os recursos não seriam suficientes, o próprio governador e o secretário (Economia) André Clemente se articularam no governo federal e nas bancadas do Congresso em busca do dinheiro”, conta Adriane Lorentino, secretária- executiva de Planejamento.

O trabalho em busca dos recursos avançou até mesmo em bancadas de outros estados. Do extra arrecadado, quase um terço veio de fora. “Felizmente somos referência nacional em vários tratamentos de saúde, e com isto, a população de outros estados também é beneficiada”, explica Lorentino.

Entre as emendas parlamentares, algumas se destacam, como por exemplo os R$ 20 milhões depositados no último dia 14 de agosto, para incremento orçamentário em hospitais regionais e UPAs. Os valores vieram a partir de uma emenda dos deputados federais Wellington Roberto (PL/PB) e Arthur Lira (PP/AL).

A deputada federal policial Kátia Sastre (PL/SP), que se mudou neste ano para Brasília com a família, também destinou recursos para a saúde pública do DF. A emenda dela foi de R$ 250 mil. Por meio da assessoria de imprensa, a parlamentar disse que “se sensibilizou com a situação do Hospital da Criança, que recebe pacientes de todo o Brasil com doenças de alta complexidade e oferece tratamento multiprofissional e assistência a suas famílias”.

Outro parlamentar de fora, que também contribuiu foi o deputado Darcísio Perondi (MDB-RS). Ele já havia destinado R$ 200 mil do Orçamento da União de 2019 para saúde do DF e, em julho, reforçou com o destino de mais R$ 200 mil em emendas para a pasta.

A nossa bancada

Na bancada do Distrito Federal, os recursos também foram articulados pelo próprio governador Ibaneis Rocha. Dos oito parlamentares na Câmara Federal, cinco fizeram destinações para a saúde.

O deputado Júlio César (PRB) realocou R$ 20 milhões para reforçar o caixa da Secretaria de Saúde. A metade dos recursos transferidos já chegaram e foram utilizados para manutenção das unidades de média e alta complexidade, com pequenas reformas dos hospitais regionais.

Celina Leão (PP) também auxiliou nos recursos da pasta. Destinou cinco emendas, no valor total de R$ 18 milhões. Deste total, R$ 11 milhões já foram creditados e seguiram para manutenção de equipamentos e aquisição de insumos.

Flávia Arruda (PR) também fez o dever de casa e conforme prometido, destinou R$ 12,7 milhões em  emendas para a saúde. A deputada Paula Belmonte (PPS) também contribuiu com a destinação de R$ 14 milhões, seguida da colega, Bia Kicis (PSL), com R$ 2 milhões para ações voltadas à assistência básica à saúde.

Mais ação

Na Secretaria de Saúde, outro departamento também trabalha na captação de recursos para reforçar as ações da pasta e cobrir eventuais despesas extras que não estão contempladas no orçamento local. Wanderley Ferreira Nunes, chefe da Assessoria de Gestão Participativa e Relações Institucionais da Secretaria de Saúde ,explica que novos recursos já estão sendo captados para o início de 2020.

“Temos já um comprometimento do senador Eduardo Gomes (MDB-TO) de liberar R$ 1 milhão para custeio e mais R$ 1 milhão para equipamentos pro Hospital Materno Infantil (HMIB)”, ressalta. Segundo ele, a expectativa no Congresso Nacional é muito positiva. “Por isso, estamos trabalhando muito, batendo de porta em porta para além dos gabinetes de políticos do DF”, completa.

De maneira geral, os parlamentares se mostram sensíveis à situação da saúde pública do DFWanderley Ferreira Nunes, chefe da Assessoria de Gestão Participativa e Relações Institucionais da Secretaria de Saúde

A simpatia dos senadores e deputados, de acordo com Nunes, vem logo acompanhada de ações efetivas. “Nos próximos dias, o secretário de Saúde estará reunido com o relator da Comissão de Saúde do Senado graças a um pedido do senador Eduardo Gomes”, adianta.

No encontro, o titular da saúde distrital vai apelar para as necessidades enfrentadas com o grande volume de atendimento a pacientes de outros estados. Ele quer ver se consegue um reforço na destinação de recursos do Governo Federal para Fundo de Saúde.


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Ricardo Callado19/11/20194min
Professores das cinco escolas-piloto do Novo Ensino Médio participam de formação | Foto: Luis Tavares / Secretaria de Educação

Escolas-piloto do DF participam de palestras e oficinas sobre a método Steam, acrônimo em inglês para designar cinco áreas do conhecimento: Ciências, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Arte

Da cartilha popular Caminho Suave ao uso das tecnologias de informação e comunicação (TICs), a maneira como os estudantes aprendem tem evoluído diariamente. Para acompanhar os avanços e aprender sobre o Novo Ensino Médio, 80 professores da rede pública de ensino do Distrito Federal participam, até esta terça-feira (19), do Steam TechCamp DF, no Makerspace da Casa Thomas Jefferson.

A iniciativa reúne professores das cinco unidades escolares que vão implantar o Novo Ensino Médio em 2020. A programação contempla a abordagem Steam, acrônimo em inglês para designar cinco áreas do conhecimento: Ciências, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Arte.

Com a reorganização do ensino médio, o estudante tem um papel de protagonista no processo educacional. Há também uma ênfase no uso de metodologias ativas que possam unir o interesse dos jovens às necessidades pedagógicas. Nesse sentido, a abordagem contribui para o novo cenário educacional.

Na visão do diretor do Ensino Médio da Secretaria de Estado de Educação do DF (SEEDF), Fernando Wirthmann, a formação – que é fruto de um edital submetido à Embaixada dos Estados Unidos – terá papel importante no novo modelo de ensino. “A Steam capacita os professores a produzirem coletivamente unidades curriculares eletivas que serão ofertadas no Novo Ensino Médio”, destaca.

Para um novo tempo, um novo ensino

Para Gustavo Pugliese, doutorando da Universidade de São Paulo (USP) que investiga o estado da arte no Movimento Steam, é importante que os professores estejam bem fundamentados. “Esta é uma oportunidade para eles conhecerem e se apropriarem [da abordagem], a fim de terem um resultado mais propositivo”, salienta.

O entusiasmo de Gustavo é compartilhado pela professora Érika Matias, do Centro Educacional (CED) 04 de Sobradinho. “Esta formação é importante, porque estamos sendo preparados para encarar o desafio que é a implantação do Novo Ensino Médio em 2020. Os alunos estão cada vez mais desafiadores e precisamos sair da nossa zona de conforto e trabalhar de outras maneiras”, enfatiza.

Além da palestra Educação Steam para o desenvolvimento de uma pedagogia do século XXI, os professores vão participar de diversas oficinas que contemplam desde a pedagogia de projetos ao uso da ferramenta Scratch. Ao término do evento, os docentes terão duas semanas para construírem em suas próprias escolas, de maneira coletiva, as unidades eletivas.


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Ricardo Callado19/11/20193min

Propósito é dar cumprimento à lei publicada em 2016 que proíbe circulação de carroças na cidade

Por Hédio Ferreira Júnior

Um grupo multidisciplinar envolvendo diversas secretarias e órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) vem trabalhando para viabilizar o cumprimento da lei que proíbe a circulação de veículos de tração animal no Plano Piloto e em regiões administrativas. O objetivo é levantar recursos e meios de qualificação dos condutores de carroças que transportam, principalmente entulhos, abrindo novas frentes de trabalho que garanta a eles oportunidades de emprego e renda.

Publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) em 22 de dezembro de 2016, a Lei 5.756/16, de autoria do ex-deputado Joe Valle, avalia a necessidade de uma mudança no tratamento dos animais de transporte que circulam por Brasília. Último levantamento sobre o tema, feito em 2014, registrou a atuação de 1,7 mil carroceiros no DF.

O objetivo é acabar com esse meio de transporte e, assim, coibir os maus-tratos aos cavalos. Pela legislação, se um veículo de tração animal for visto nas ruas, o equino deverá ser apreendido e encaminhado ao Brasília Ambiental (Ibram), onde será tratado até ter um novo destino. Já a carroça será levada ao depósito pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), que ficará responsável pela fiscalização nas ruas.

Políticas públicas

O artigo 18 da Lei 5.756/2016 determina que o GDF desenvolva políticas públicas de qualificação e capacitação dos carroceiros para o desenvolvimento de outras atividades. O governo também estuda a viabilidade de treinamento e linhas de crédito para que esses trabalhadores continuem no ramo de transporte a partir do uso triciclos motorizados, os chamados tuk-tuks.

De acordo com o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF, Dilson Resende, o governo está buscando meios de cumprir a lei, sem antes deixar de direcionar esses profissionais para novas atividades.

“Estamos debruçados buscando viabilizar para que esses trabalhadores não fiquem desassistidos, os animais recolhidos e bem tratados e buscando uma fonte de recursos para implementar o que determina a lei”, destaca Dilson.

Secretarias e órgãos

Compõem o grupo multidisciplinar do GDF que trata da aplicação da lei as secretarias de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, de Transporte e Mobilidade, de Governo, de Meio Ambiente e de Desenvolvimento Social, além da Casa Civil, Ibram, do Detran-DF e do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).


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Ricardo Callado19/11/20197min
Fiscalização mais rigorosa e eficiência do processo punitivo têm levado à melhor aplicação da lei de trânsito | Foto: Arquivo Agência Brasília

Alcoolemia é o principal motivo de perda temporária do direito de dirigir. Número de condutores flagrados ao volante com a CNH suspensa também subiu em 2019, informa o órgão

Por Jéssica Antunes

O número de casos de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa cresceu 85% no Distrito Federal. Ao todo, 4.949 condutores perderam o direito de dirigir entre janeiro e outubro de 2019, ante pouco mais de 2,6 mil registrados no mesmo período do ano passado. Segundo o Departamento de Trânsito (Detran-DF), que endureceu a fiscalização nas pistas do DF, a maior causa é a direção sob efeito de álcool. Quase 90% dos motoristas impedidos de dirigir foram pegos no teste bafômetro.

João (nome fictício) garante que aprendeu a lição. Advogado de 32 anos, o morador de Samambaia teve o direito de dirigir suspenso após ser flagrado em uma blitz ao sair de um bar na Asa Norte, no começo do ano. Como impõe o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), ele teve que voltar para a escolinha. “Era quinta-feira. Depois de acabar um namoro, saí e bebi bastante. Quando voltava para casa, já na madrugada, dormi e o carro bateu em uma árvore”, lembra.

O acidente aconteceu a poucas quadras de casa, em que a proximidade lhe dava a falsa sensação de segurança. João não quis fazer o teste do bafômetro, mas o auto de infração acusava olhos vermelhos, hálito etílico e desordem nas vestes – elementos suficientes para identificar a causa. “A gente realmente perde os reflexos e corre risco de se envolver em algo que nos tornará refém para o resto da vida”, acrescenta.

81,9%É o percentual de suspensões provocadas por alcoolemia

Das CNH suspensas entre janeiro e outubro, 4.452 foram motivadas por alcoolemia (81,9%). “Flagrante de embriaguez é questão de fiscalização. Não tem outra maneira para chegar a essas pessoas. O condutor tem que ser parado e fazer o teste do bafômetro”, diz o diretor de Controle de Veículos e Condutores do Detran, Harley Bueno.

“No quesito trânsito e segurança, o consumo de álcool é a causa de maior penalidade, de acidentes e de suspensões. Álcool e direção não combina e isso é prova. Com a suspensão, a gente consegue evitar uma tragédia”, emenda o diretor. Outros motivos incluem atingir 20 pontos na CNH (135 casos) e ultrapassar o limite de velocidade da via em mais de 50% (31 casos).

Álcool e direção não combina e isso é prova. Com a suspensão, a gente consegue evitar uma tragédiaHarley Bueno, diretor de Controle de Veículos e Condutores do Detran

Harley Bueno atribui o aumento de suspensões, em comparação ao ano passado, à fiscalização mais rigorosa e à eficiência do processo. Nos primeiros dez meses de 2019, a média foi de 16 condutores perdendo o direito de dirigir diariamente. Ele explica que a nova diretoria tem se empenhado em controle, agilidade e aprimoramento da burocracia da autarquia.

Conforme o CTB, suspensão é penalidade para quem atinge 20 ou mais pontos na CNH, é pego sob o efeito de álcool, ultrapassa a velocidade em mais de 50%, pratica racha, faz manobras perigosas ou pilota sem capacete, por exemplo. Nestes casos, é preciso cumprir o período determinado pela lei, que vai de dois meses a um ano, além de fazer curso de reciclagem e prova teórica antes de voltar a dirigir.

Cassações também crescem

A mais severa penalidade prevista nos casos de infração de trânsito é a cassação da CNH. Ela dura obrigatoriamente 24 meses e, após cumprir esse período, o condutor deve passar novamente pelo processo de habilitação, como da primeira vez, se quiser voltar a dirigir. No DF, o número de habilitações cassadas neste ano aumentou em 56%: foram 69 contra 44 em 2018.

A punição acontece é se o motorista for condenado judicialmente por delito de trânsito, se for comprovada irregularidade na expedição de sua habilitação ou se for reincidente, no prazo de 12 meses, em infrações previstas no CTB. São exemplos dirigir veículo de categoria diferente ao que é habilitado, conduzir sob influência de álcool ou outras drogas, disputar rachas e fazer manobra perigosa.

Além disso, a sanção é aplicada se o condutor, com direito de dirigir suspenso, for flagrado conduzindo qualquer veículo que exija habilitação. Foi o caso de 644 motoristas da capital entre janeiro e outubro deste ano — 16 a mais que o total registrado no mesmo período de 2018.

O condutor que estiver com o direito de dirigir suspenso e for flagrado pela fiscalização receberá multa de R$ 880,41 e responderá a processo de cassação da CNH. De acordo com o artigo 307 do CTB, quem violar a suspensão ou a cassação do direito de dirigir responderá por crime de trânsito, que prevê pena de detenção de seis meses a um ano.


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Ricardo Callado18/11/20193min

“Vamos impor um ritmo mais acelerado para não complicar os trabalhos nos últimos dias do ano legislativo”, anuncia Prudente

O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Rafael Prudente do MDB, vai acelerar o ritmo de votações a partir da próxima semana. O Objetivo é evitar o acúmulo de projetos na pauta e as que as sessões se estendam no fim de ano.
Serão realizadas sessões deliberativas três vezes por semana a partir de terça-feira (26). Diante disso, as audiências públicas e as comissões gerais agendas para as próximas três semanas serão canceladas.
O deputado Rafael Prudente explicou que a intenção é zerar a pauta composta por 96 projetos de autoria dos deputados Distritais e 32 projetos de iniciativa do governo. Prudente esclareceu também que serão realizadas pelos menos 9 sessões até o fim do ano, sendo que seria possível votar 14 projetos em cada sessão.
“Vamos impor um ritmo mais acelerado para não complicar os trabalhos nos últimos dias do ano legislativo”, disse Prudente.
Para Rafael Prudente alguns projetos são polêmicos e irão exigir habilidade do governo para negociar com os deputados, como o que credencia as Organizações Sociais de outros estados para atuarem no Distrito Federal; o que define regras para a ocupação do Setor de Indústrias Gráficas – SIG e o novo projeto do governo que mexe com o dinheiro dos fundos, como o do FAP e do FAC para fechar o orçamento deste ano.
Além disso outros projetos importantes devem ser analisados, entre eles a autorização para a construção de novas Unidades de Pronto Atendimento – UPAs; a Lei da Poligonal, que vai definir os limites das regiões administrativas e a Lei Orçamentária para 2020.

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Ricardo Callado18/11/20197min
Grace Beeler, Diretora do Appropriate Sanitation Institute; Fuad Moura, Superintendente de Novos Negócios da Caesb; César Rissoli, Gerente de Mobilização Comunitária; Maria Martinele, técnica em saneamento. Foto: Marco Peixoto/Caesb/Divulgação

Objetivo foi firmar parceria para disseminação de conhecimento sobre o modelo

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) recebeu hoje (18/11) a visita da ONG americana Appropriate Sanitation Institute. O objetivo do encontro foi pedir o apoio da Companhia no projeto da ONG de disseminar conhecimento sobre a implantação do esgoto condominial, para que cidades do mundo inteiro possam ter acesso a informações sobre esse sistema, eliminando o esgoto a céu aberto.

O sistema condominial de esgotos foi adotado pela Caesb em 1991 com o objetivo de sanar o deficit no saneamento e apoiar o programa de assentamento habitacional do Governo do Distrito Federal. O modelo é cerca de 50% mais barato que o tradicional e apresenta uma solução de curto prazo na universalização dos serviços de esgotamento sanitário.

A mudança está na concepção do projeto, que transfere para o interior do condomínio (quadra ou quarteirão urbano), a passagem dos ramais da rede, reduzindo bastante a extensão de tubulação necessária, bem como os transtornos com obras, e ampliando consideravelmente o percentual da população atendida. O sistema condominial foi implantado pela Caesb em grande escala e indiscriminadamente, em áreas carentes ou nobres da cidade, com um alto grau de aceitação e participação da comunidade.

A ONG americana tem o objetivo de criar uma rede de compartilhamento de conhecimento, fornecendo recursos informativos e apoio para cidades onde há interesse de que o sistema de esgoto condominial seja instalado. A Appropriate Sanitation Institute já esteve em Brasília em 2017 e fez um documentário sobre esgoto condominial. Fuad Moura, Superintendente de Novos Negócios da Caesb; César Rissoli, Gerente de Mobilização Comunitária; e Maria Martinele, técnica em saneamento, responsáveis pelo projeto e pelos acordos de cooperação, recepcionaram os representantes da ONG.

A diretora do Appropriate Sanitation Institute, Grace Beeler, explicou que a ideia de criar um instituto de esgoto condominial está atraindo a atenção internacional. O Instituto pretende disponibilizar legislação modelo, materiais educacionais e informações úteis sobre engenharia e participação da comunidade para cidades que se interessem em conhecer e adotar esse modelo.

“O sistema condominial de esgoto é única solução para acabar com a falta de saneamento no mundo. Considerando que a Caesb é a maior referência mundial nesse modelo, é muito importante a participação da Empresa nesse projeto”, defende Grace. Ela propôs que a Companhia contribua com materiais existentes, participe de discussões em fóruns e em videoaulas, além de ajudar na formação de instrutores e professores.

A diretora de Planejamento, Regulação e Novos Negócios da Caesb, Roberta Zanatta, presente na reunião, defendeu que a Companhia estabeleça parceria com a ONG. “A proposta é fazermos um acordo de cooperação onde contribuiremos com o material que já temos, com a expertise de nossos profissionais para que possamos ajudar a difundir e divulgar essa tecnologia para o mundo”, argumentou a diretora.

EXPERTISE DA CAESB ESTÁ PRESENTE EM OUTROS PAÍSES

A Caesb possui diversos acordos de cooperação com outros países. Nicarágua, Bolívia e Uruguai são exemplos de locais que estão adotando o sistema de esgoto condominial, usando a experiência da Companhia. Técnicos da Empresa viajaram para esses países levando a tecnologia condominial de esgotamento sanitário adotada na capital federal.

A Caesb também participa de um projeto firmado com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), que desenvolve soluções para o sistema de coleta de esgotos das cidades de Ibirité e Igarapé, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Nos dias 26 a 29 de novembro a Caesb irá receber técnicos uruguaios que participam de uma missão técnica sobre esgoto condominial, como parte do Acordo de Cooperação firmado com o Uruguai, firmado em 2018. No dia 26 de novembro, uma equipe de Moçambique, na África, juntamente com técnicos do Banco Mundial e do Governo Federal, irá realizar uma visita técnica à Caesb para aprender sobre o sistema.

Ao longo dos quase 30 anos de aplicação do Condominial, a Caesb aperfeiçoou o modelo e garantiu a sustentabilidade e a adesão da população, por meio da institucionalização do modelo na empresa, do respeito a seus clientes e de uma metodologia adequada a realidade do DF, tornando-se a maior referência, a nível mundial, de aplicação do modelo. O diretor de Operação e Manutenção da Caesb, Carlos Eduardo Borges Pereira, defende que o sistema de esgoto condominial é a solução para preservar os mananciais que usamos. “A Caesb não trata esgoto, apenas. Nossa missão é buscar soluções em saneamento e levar saúde para a população”, esclareceu o diretor.


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Ricardo Callado18/11/20192min

Título mundial foi conquistado com vitória por 2×1 sobre o México

Por Andreia Verdélio

O presidente Jair Bolsonaro parabenizou hoje (18) a seleção do Brasil sub-17, que conquistou ontem (17),  em Brasília, o tetracampeonato do Mundial de Futebol da categoria. Bolsonaro almoçou com os atletas em um hotel na capital federal.

A equipe do técnico Guilherme Dalla Dea venceu a final contra o México, por 2 a 1, neste domingo, no Estádio Walmir Campelo Bezerra, conhecido como Bezerrão, no Gama, Distrito Federal.

A seleção sub-17 teve 100% de aproveitamento no Mundial: sete vitórias em sete jogos, marcou 19 gols e levou apenas seis. No caminho do título, venceu o Canadá (4 a 1), a Nova Zelândia (3 a 0), Angola (2 a 0), Chile (3 a 2), Itália (2 a 0), França (3 a 2) e a final contra o México: 2×1.

Vinte e quatro seleções disputaram a Copa do Mundo da Fifa Sub-17 que começou no dia 26 de outubro, no Bezerrão. O estádio sediou as partidas de abertura e o encerramento.

Os estádios Olímpico e da Serrinha, em Goiânia (GO), e o Estádio Kléber Andrade, em Vitória (ES), também receberam jogos desse mundial.


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Ricardo Callado18/11/20192min

As pessoas portadoras de telefones celulares pré-pagos que não atualizaram seus cadastros, após terem recebido notificação das operadoras, estão com suas linhas bloqueadas a partir desta segunda-feira (18), segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

De acordo com a Anatel, a medida vale para os clientes dos seguintes estados: Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Sergipe e São Paulo.

A agência informou que menos de 1% dos 91 milhões de celulares pré-pagos dessas regiões apresenta alguma pendência cadastral. Alertou também que é a última fase da campanha de comunicação aos consumidores com cadastros desatualizados, realizada pelas prestadoras Algar, Claro, Oi, Sercomtel, Tim e Vivo, dentro do Projeto Cadastro Pré-Pago, acompanhado pela Anatel.

Segundo a Anatel, o objetivo da iniciativa é assegurar uma base cadastral correta e atualizada, para evitar a ocorrência de fraudes de subscrição (linhas associadas indevidamente a CPFs) e, assim, ampliar a segurança dos consumidores.

Como atualizar o cadastro

Quem tiver a linha pré-paga bloqueada poderá atualizar os dados cadastrais na sua prestadora pelos canais de atendimento disponíveis como: call center e espaço reservado ao consumidor na internet.

Apessoa deve informar o nome completo e o endereço com o número do CEP. No caso de pessoa física, é necessário informar o número do CPF e, para pessoa jurídica, o CNPJ. Também poderão ser solicitadas informações adicionais de validação do cadastro.


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Ricardo Callado18/11/20197min
Festival chega à 52ª edição envolvendo mais comunidades do Distrito Federal | Foto: André Borges / Arquivo Agência Brasília

Haverá exibições de filmes e oficinas de capacitação em diversas localidades do DF

Falta menos de uma semana para o mais importante e mais antigo festival de cinema do país. De 22 de novembro a 1º de dezembro o Cine Brasília, principal palco do que vai ditar o olhar cinematográfico para o próximo ano, dividirá com outras três regiões administrativas a exibição de longas e curtas da Mostra Competitiva da 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB). As cidades do Distrito Federal também receberão mostras paralelas e oficinas.

Samambaia, Recanto das Emas e Planaltina exibirão, além dos filmes que disputam o Troféu Candango, a Mostra Brasília BRB e o Festivalzinho, voltado para o público infantil. O objetivo é oferecer uma ampla programação a diferentes públicos dessas regiões. O Complexo Cultural de Samambaia, o Complexo Cultural de Planaltina e o Auditório IFB Recanto das Emas, recentemente inaugurados, sediam o festival com a programação de filmes exibida no Cine Brasília.

Esta é a primeira vez que Planaltina, cidade mais antiga do Distrito Federal, recebe atividades do Festival de Cinema – algo que vem sendo esperado com grande expectativa pela comunidade local, como explica o coordenador de programação do Complexo Cultural de Planaltina, Jurandir Luiz.

“Nossa região é um grande celeiro cultural. Receber o festival de cinema aqui é um reconhecimento à nossa vocação. A procura pelas sessões tem sido grande, é possível perceber que toda a comunidade está envolvida e interessada”, avaliou.

Dentro da programação descentralizada do 52º FBCB, também estão previstas exibições itinerantes. Trata-se do Cine Fusca, cinema móvel que percorrerá cidades como Sol Nascente, Sobradinho 2, Santa Maria e Paranoá.

Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa, Adão Cândido, essa é uma das principais vertentes do festival, que pretende ampliar o acesso do público à produção audiovisual e fortalecer essa cadeia produtiva.

“Entendemos que a formação de plateia e a capacitação de mão de obra são fundamentais para o desenvolvimento deste setor, que emprega milhares de pessoas em diversos segmentos”, diz.

Oficinas

Outras três cidades do DF estarão no circuito do festival trazendo oficinas a quem se interessa pelo universo audiovisual. Ceilândia, Recanto das Emas e São Sebastião recebem atividades durante a programação.

A escola CED São Francisco, que tem desenvolvido projetos em audiovisual como tema transversal na grade curricular, e inclusive realiza anualmente um festival de cinema próprio, recebe a oficina Fotografia e Iluminação com Materiais Alternativos, de introdução ao tema e com resoluções técnicas de baixo custo.

As capacitações ocorrerão em diversas áreas, que vão da produção à pós-produção.

Saiba quais e onde estarão as oficinas do festival:

O Som em Cena, com Beto Strada
Quando: De 22 a 26 de novembro, das 14h às 18h
Onde: no SESC Ceilândia (QNN 27, lote B, Ceilândia Norte)

Assistente de Direção, com Luciana Baptista
Quando: 23 e 24 de novembro, das 14h às 18h
Onde: Plano Piloto

Fotografia e Iluminação com materiais alternativos, com Ricardo Pinelli e André Lavenère
Quando: 25 a 28 de novembro, das 14h às 18h
Onde: Centro de Ensino Médio São Francisco – Chicão (Quadra 17, Lote 100, bairro São Francisco – São Sebastião)

Arte de Fazer Produção, com Wellington Pingo
Quando: De 27 de novembro a 1º de dezembro, das 14h às 18h
Onde: Plano Piloto

Supervisão de Pós-Produção, com Marcelo “Sica” Siqueira
Quando:28 e 29 de novembro, das 14h às 17h
Onde: Plano Piloto

Práticas de Realização em VR, com Fabiano Mixo e Leonardo Souza
Quando: De 27 a 30 de novembro, das 14h às 19h
Onde: IFB (Campus Recanto das Emas)

Serviço:

Conheça a programação completa do 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro aqui: http://www.festivaldebrasilia.com.br/programacao

Informações para a imprensa:

– Pelo e-mail: imprensa@festivaldebrasilia.com.br
– Secretaria de Cultura e Economia Criativa: (61) 3325-6220 / (61) 99344-0500
– E-mail: comunicacao@cultura.df.gov.br

Eixos Comunicação Integrada: (61) 98454-2063
E-mail: contato@eixoscomunicacao.com

 

* Com informações da Secretaria de Cultura



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