Categoria: Brasília

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Callado28 de fevereiro de 20205min
Pelo menos 30% do total de atendimentos foram de moradores do Entorno | Foto: Breno Esaki / Agência Brasília

Estruturas estão localizadas nas proximidades de sete hospitais da rede pública de saúde

Durante os oito primeiros dias de atendimento nas sete Salas de Acolhimento para Casos Suspeitos de Dengue, instaladas nas proximidades de hospitais regionais, 1.374 pessoas foram acolhidas e receberam algum tipo de tratamento ou orientação sobre a doença. A região de saúde com o maior número de atendimentos foi a Sul, com a sala de acolhimento instalada na área do Hospital Regional do Gama. Segundo a subsecretária de Atenção Integral à Saúde, Moema Campos, pelo menos 30% do total de atendimentos foram de moradores do Entorno.

Para o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, essa grande procura pode ter uma explicação. “Em Valparaíso e Novo Gama, ambos em Goiás, o número de casos autóctones está em alta, e por lá não há as mesmas ações contra dengue que temos aqui”, destaca. Ele acrescenta que a Subsecretaria de Vigilância já tem atuando nas áreas limítrofes do Distrito Federal.

A maioria dos atendimentos teve diagnóstico de dengue leve (75% dos casos). Pessoas nessa situação receberam hidratação oral e foram orientadas a como se tratar em casa. Outros 5% tiveram diagnóstico considerado um pouco mais grave e receberam hidratação venosa.

“Nossa intenção, com as salas de acolhimento, é atender justamente a esses casos menos graves, para evitar que se agravem e cheguem, inclusive, a óbito. E estamos tendo êxito”, comemora Moema Campos.

Salas

As sete Salas de Acolhimento para Casos Suspeitos de Dengue iniciaram o atendimento na última quarta-feira (19). O objetivo é diagnosticar a dengue precocemente e iniciar o tratamento imediatamente, evitando as complicações decorrentes da doença. Além disso, o serviço ajuda a desafogar as emergências dos hospitais.

A previsão inicial é de que as salas atendam à população por 30 dias, de segunda a domingo, das 8h às 17h. O secretário-adjunto de Assistência, Ricardo Tavares, frisa, porém, que as pessoas também podem procurar atendimento nas unidades básicas de saúde (UBS).

“Nossa intenção é atender a esses casos menos graves, para evitar que se agravem e cheguem a óbito. Estamos tendo êxito”Moema Campos, subsecretária de Atenção Integral à Saúde

“Algumas têm horário estendido até 22h. E nas UBS tipo II, com sala de hidratação, também”, lembra.

Estruturas nas UPAs

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) também montou tendas semelhantes nas unidades de pronto atendimento (UPAs) de Ceilândia e de Sobradinho. Desde que começaram a funcionar, em 17 de fevereiro, 755 pacientes com suspeita de dengue já foram atendidos.

De acordo com o balanço dos dez primeiros dias, o maior volume de casos suspeitos atendidos foi em Ceilândia, com 424 pessoas, dos quais 152 tiveram a confirmação da doença. Na unidade ao lado da UPA de Sobradinho, 331 pessoas foram atendidas, com 137 casos confirmados.

“As tendas são mais um aporte dentro do contexto da rede de saúde, porque a Secretaria de Saúde também conta com salas de hidratação em alguns hospitais e outras áreas do governo. No que diz respeito à prevenção, faz a limpeza de rua para evitar água parada e a proliferação do mosquito”, declarou o diretor-presidente do Iges-DF, Francisco Araújo.

Com cerca de 50 metros quadrados, as estruturas contam com sala de triagem, consultório médico, dez leitos de hidratação venosa e sistema de ar-condicionado. No local é possível fazer diagnóstico clínico, teste rápido e teste laboratorial processado no laboratório das UPAs, bem como tratamento com hidratação venosa. Essas estruturas funcionam das 7h às 19h, todos os dias. E, se necessário, passarão a funcionar 24h por dia.


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Callado28 de fevereiro de 20206min

Grupo foi instituído após primeiro registro da doença no Brasil e será responsável por medidas em caso de confirmação de contaminação no DF

O Comitê de Combate ao Coronavírus (Covid-19) foi criado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), nesta terça-feira (27), após a confirmação do primeiro caso da doença no Brasil e na América Latina ontem (26). A vítima, de São Paulo, é um homem de 61 anos que fez viagem recente à Itália.

O grupo foi instalado para elaborar e executar planos de contingência, bem como ações rápidas em caso de ocorrência da doença no Distrito Federal. Além disso, tem como objetivo monitorar, avaliar e definir atividades necessárias ao combate da doença.

“Temos um plano de contingência e, agora, estamos ativando esse comitê com profissionais para monitorar e atuar de maneira rápida caso seja necessário”Francisco Araújo, diretor-presidente do Iges-DF

“O Iges-DF está preparado com todos os insumos necessários, bem como equipes altamente capacitadas para atuar frente ao surgimento de casos de coronavírus no Distrito Federal. Temos um plano de contingência e, agora, estamos ativando esse comitê com profissionais para monitorar e atuar de maneira rápida caso seja necessário”, ressaltou o diretor-presidente do Iges-DF, Francisco Araújo.

Com as medidas tomadas ao longo de um ano de gestão pelo Iges-DF, o Hospital de Base está em condições, neste momento, de estruturar dois quartos de isolamento com pressão negativa no 10º andar, no prazo de aproximadamente duas semanas. Outras medidas estão em curso para implantar esse tipo de isolamento em outros andares do hospital.

Pressão negativa

Os quartos de isolamento com pressão negativa têm a finalidade de evitar contaminações em doenças respiratórias no âmbito interno, ou seja, dentro da própria sala. Também servem para evitar a propagação de microrganismos, por meio de correntes de ar, para o ambiente hospitalar, reduzindo-se desta forma os riscos de contaminação para pacientes e profissionais de saúde.

O vice-presidente do Iges-DF, Sérgio Costa, explicou que, na prática, o Hospital de Base poderá receber pacientes com suspeita de coronovírus imunossuprimidos – por exemplo, aqueles que têm câncer ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids), que são quadros clínicos de maior debilidade.

“Vamos atender pacientes que têm baixa resposta de imunidade, porque os quartos com pressão negativa evitam que essas pessoas tenham outras contaminações, evitando o agravamento do quadro clínico”, destacou Sérgio Costa.

Palestras educativas

Ele lembrou que o Iges-DF já vinha atuando com a realização de palestras educativas e informativas sobre o coronavírus, no Hospital de Base e no Hospital de Santa Maria, já como preparação para o possível aparecimento de algum caso no Brasil. Campanhas nas redes sociais do instituto também estavam a todo vapor.

O vice-presidente reforçou que todas as unidades pertencentes ao Iges-DF estão abastecidas com os insumos necessários para atendimentos de casos confirmados ou suspeitos relacionados ao Covid-19. Ao mesmo tempo, o acompanhamento dos estoques tem sido feito diariamente para que possíveis aumentos de consumo sejam identificados em tempo hábil, de forma a possibilitar contratação extra, caso seja necessária.

O coordenador do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar do Iges-DF, Julival Ribeiro, destacou que a criação do comitê tem grande importância, porque centraliza todas as ações necessárias para combater e prevenir o Covid-19. “Vamos seguir tudo o que for orientado pela Secretaria de Saúde do DF e pelo Ministério da Saúde para atender os pacientes adequadamente, evitar a disseminação e garantir a segurança dos nossos dos profissionais”, ressaltou.

 


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Callado27 de fevereiro de 20209min

O maior portal de imóveis do Distrito Federal acaba de divulgar sua pesquisa mensal, que revelou um aumento de 1% no valor de locação em janeiro

 O preço médio do metro quadrado em Brasília apresentou leve queda (0,4%) no mês de janeiro, de acordo com levantamento do Wimoveis, maior portal imobiliário do Distrito Federal. Com relação aos imóveis para locação, o Wimoveis aponta que o preço médio de um imóvel padrão (65m², 2 dormitórios e 1 vaga de garagem) em Brasília foi R$ 2.719,00/mês, aumento de 1% no período. Quando comparado ao mesmo período do ano anterior, o avanço é de 7,9%, ou seja, ficou acima da inflação.

Brasília encabeça a lista de cidades com aluguel mais caro no Distrito Federal, seguida por Águas Claras, cujo preço médio é R$ 1.780,00, valor 0,9% superior ao do mês anterior. Em Guará houve uma queda de 0,8% no aluguel, fixando o preço em R$ 1.488,00. Entre os locais com custos mais baixos estão: Ceilândia (R$ 1.032,00), Taguatinga (R$ 1.081,00) e Vicente Pires (R$ 1.101,00).

Os bairros com maior valorização nos últimos 12 meses foram Areal (20%), Águas Norte (15%) e Guará I (15%). Já as maiores quedas concentraram-se no Centro de Brasília (-15%), Centro de Águas Claras (-11,5%) e Vicente Pires (-1,7%).

Locação por bairro

Mais caras (mensal) Valorização em 12 meses
Noroeste R$ 2.955,00 4,8%
Asa Sul R$ 2.545,00 9,8%
Asa Norte R$ 2.480,00 9,5%
Mais baratas (mensal) Valorização em 12 meses
Ceilândia Norte R$ 983,00 -1.7%
Taguatinga Norte R$ 996,00 -0,8%
Samambaia Norte R$1.025,00 4,7%

Preço de venda tem leve queda

Segundo o estudo, o preço médio do metro quadrado de Brasília, em janeiro, registrou uma leve alta de 0,4%, chegando a R$ 9.513,00/m². Considerando os últimos 12 meses, a valorização acumulada foi de 2,8%.

A capital do Distrito Federal permanece como a mais valorizada, seguida de Setor Industrial (R$ 7.989,00/m²) e Cruzeiro (R$ 6.320,00/m²). No outro extremo, aparecem Santa Maria, Vicente Pires e Ceilândia, com R$ 2.526,00/m², R$ 3.054,00/m² e R$ 3.669,00/m², respectivamente, com os valores mais acessíveis para compra no DF.

Nos últimos 12 meses, os bairros de Brasília que registraram maior valorização são: Jardins Mangueiral (20%), Setor Industrial (12%) e Riacho Fundo (12%). Já as maiores quedas no preço médio do m² ocorreram nos bairros Setor Total Ville, Centro e Superquadra Sudoeste, que sofreram desvalorização de -12%, a primeira e -10% as demais.

Metro quadrado por bairro

Mais caras (m²) Valorização em 12 meses
Setor de Clubes Esportivos Sul R$ 12.037,00 -2,6%
Setor Hoteleiro Norte R$ 11.204,00 S/D
Setor de Hotéis e Turismo Norte R$ 11.098,00 7%
Mais baratas (m²) Valorização em 12 meses
Setor Habitacional Contagem R$ 2.126,00 -2,0%
Riacho Fundo II R$ 2.322,00 1,1%
Grande Colorado R$ 2.439,00 1,5%

Em janeiro, a relação preço de venda X aluguel anual, chegou a 4,8%, sendo necessários 20,8 anos de aluguel para retomar o investimento feito no ato da compra, tempo 8% menor do que o registrado há um ano.

As localidades onde a rentabilidade aponta um índice maior são: Vicente Pires (7,1%), Águas Claras (5,7%) e Sobradinho (5,6%), já as cidades de Guará (4,3%), Brasília (4,8%) e Ceilândia (5%) apresentaram menor rentabilidade.

Rentabilidade por região

Mais rentáveis %
Vicente Pires 7,1%
Águas Claras 5,7%
Sobradinho 5,6%
Menos rentáveis %
Guará 4,3%
Brasília 4,8%
Ceilândia 5%

 

Sobre Wimoveis

Fundado em 1998, o Wimoveis é o maior portal imobiliário do Distrito Federal. Em 2014, foi adquirido pelo Imovelweb, portal que faz parte do grupo argentino Navent, uma das dez maiores empresas de internet da América Latina. Em 2016, o Wimoveis passou por um processo de modernização. Atualmente, conta com mais de 2 milhões de visitas por mês e 56 milhões de pageviews gerados mensalmente.

Sobre Imovelweb

Com 20 anos de existência, o Imovelweb é um dos maiores portais do mercado imobiliário do Brasil. Referência em Real Estate, faz parte do grupo argentino Navent, uma das dez maiores empresas de internet da América Latina. Com cerca de 200 colaboradores no Brasil, é uma multinacional sólida, de capilaridade nacional e com a maior capacidade de investimento do mercado em plataforma digital. O Imovelweb se destaca em seu mercado por representar o consumidor em todas as suas necessidades e momentos de vida, oferecendo as melhores oportunidades de negócios do setor imobiliário no Brasil. Mais informações em www.imovelweb.com.br.


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Callado27 de fevereiro de 20208min

Prazo para caução termina em 5 de março; licitação será no dia seguinte. No Guará II, são 12 opções; em Águas Claras e Jardim Botânico, duas cada

Mais um edital de licitação de imóveis foi publicado pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). É o segundo deste ano. Desta vez, estão disponíveis 91 lotes para venda, distribuídos em 13 Regiões Administrativas (RA’s) do DF.

As novas oportunidades se adequam a diferentes perfis de investidores, sejam eles pessoa física ou jurídica. Para saber quais são os terrenos e como participar do processo licitatório, basta fazer o download do documento no site www.terracap.org.br

Os interessados devem ficar atentos aos prazos: caução até dia 5 de março e licitação no dia seguinte (6). As condições de pagamento são: 5% de caução, entrada (com abatimento da caução) e o restante em até 180 meses, a depender do imóvel escolhido.

Dauto Santos, empresário do ramo automotivo brasiliense, adquiriu o primeiro imóvel na Terracap ainda em 1984, no SOF Norte. “De lá pra cá, eu sempre acompanho e participo das licitações da Terracap”.

Dauto explica que nunca gostou de nada que fosse ilegal. “Acho que a maneira mais segura de comprar um imóvel é pela Terracap”, completa. Em mais de três décadas, ele ampliou a capacidade produtiva da empresa e hoje conta com 14 lojas espalhadas pelo DF.

Aqueles que queiram seguir o caminho de Dauto, podem conferir neste edital os terrenos com destinação para uso comercial, prestação de serviços, institucional e industrial. As oportunidades são diversas e atendem do pequeno ao grande investidor.

Restam poucas unidades imobiliárias no Setor Noroeste. O bairro ocupa 243 hectares. Ainda jovem, é uma das regiões que mais cresce e se desenvolve no DF. É atrativa para investir e uma das RA’s mais promissoras quanto à qualidade de vida da população residente no local. A Terracap licita um terreno de 750 m², para habitação coletiva e uso comercial de bens e serviços. A entrada é de R$ 288,5 mil e o restante em até 120 vezes.

No Setor de Múltiplas Atividades Sul (SMAS), por exemplo, há a oferta de um terreno de 10 mil m², para a construção de um centro comercial. A projeção está a poucos metros das principais vias de ligação entre a região sul do DF – EPIA Sul, EPNB e EPGU.

A acessibilidade ao metrô e à rodoviária interestadual, confere à atividade implementada no endereço a garantia de grande tráfego de pessoas, e, consequentemente, alta demanda por comércio e serviços.

Águas Claras, por sua vez, tem um mercado potencial em expansão. A região administrativa soma mais de 160 mil moradores, segundo levantamento da Codeplan. A população de classe média alta garante ao investidor a possibilidade de desenvolver um mix de projetos, desde comércio à residência coletiva. O 2º edital traz lotes na região, dois deles localizados na rua 25 Sul; um na Rua 3 Norte.

Para morar
Aqueles que desejam participar da licitação, enviando propostas para terrenos de uso residencial, podem optar por regiões como Guará II, Jardim Botânico ou Lago Sul.

No Guará II, são 12 opções. Os lotes têm áreas entre 162 m² e 210 m² e valores com entradas a partir de R$ 11,2 mil.  Tratam-se de terrenos residenciais em excelente localização na região Sul do Distrito Federal e com preços e planos de pagamentos acessíveis ao investidor.

Já quem planeja morar no Jardim Botânico não pode perder essa oportunidade. Só há duas opções previstas neste edital. Ambas ficam na Avenida das Paineiras, sendo uma na quadra 5 e outra na quadra 7. Os lotes têm 840 e 800 m², respectivamente, e entradas a partir de R$ 20 mil. O restante pode ser pago em 180 meses.

No Lago Sul, há um único imóvel para moradia, com área de 540 m² e entrada de R$ 54 mil. O terreno tem grande valor agregado não só pela localização privilegiada, em área de alto padrão, mas por ser um dos últimos lotes disponíveis para venda na Região Administrativa.


Como participar da licitação?

Alguns cuidados são necessários para participar. Veja o passo a passo:

  1. Leia atentamente o edital disponível ao site da Terracap;
  2. Escolha o imóvel e faça uma visita no local;
  3. Preencha a proposta de compra, disponível no site da Terracap;
  4. Recolha a caução de 5% correspondente ao valor do lote, que funciona como garantia para habilitação na licitação;
  5. Entregue a proposta. Há duas opções de fazer isto: dirigir-se à Terracap e depositar o documento devidamente preenchido na urna da Comissão de Licitação, no dia 6 de março, entre 9 e 10h, ou optar pela proposta online, anexando o comprovante de pagamento de caução. Neste caso, a proposta também deve ser enviada eletronicamente no mesmo dia e horário.
  6. É dever do licitante atentar para todas as cláusulas do edital, em especial a que se refere à possível incidência do pagamento de taxa de Outorga Onerosa de Alteração de Uso (Onalt) ou do Direito de Construir (Odir).

    Atenção

    O valor deve ser recolhido em uma agência do BRB, mediante depósito identificado, transferência eletrônica (TED) ou pagamento de boleto expedido no site da Terracap, necessariamente em nome do próprio licitante ou pelo seu legítimo procurador até o dia 5 de março. A não apresentação da procuração implica em desclassificação automática do licitante. A licitação ocorrerá no dia subsequente, 6/3;


Serviço

Mais informações pelo telefone: (61) 3350-2222 ou por meio do e-mail terracap@terracap.df.gov.br.

Para atendimento presencial, o edifício-sede da Terracap está localizado no Bloco “F”, Setor de Áreas Municipais (SAM) – atrás do anexo do Palácio do Buriti.


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Callado27 de fevereiro de 20203min

Sucesso da estrutura na Torre de TV foi comprovado pelos baixos índices de ocorrências policiais

O trabalho integrado entre as forças de segurança e o esforço da Polícia Militar do DF contribuíram de forma significativa para a redução dos índices criminais nos festejos carnavalescos do Distrito Federal em 2020.

O secretário de Segurança Pública do DF, delegado Anderson Torres, diz que a estratégia dos profissionais da SSP, as linhas de revista da PMDF, o suporte tecnológico, o videomonitoramento feito pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) contribuíram de forma significativa para um carnaval seguro.

Por isso, ele determinou que a estrutura seja mantida até o fim das festividades, que se encerram no próximo fim de semana.

O balanço das ocorrências criminais relacionadas aos eventos dos quatro dias do Carnaval deste ano comparado ao mesmo período de 2019 mostram queda em vários índices. Houve queda de 18,7% na incidência criminal de 739 para 601 casos – o que corresponde a 138 crimes a menos. O período analisado compreende de 18h de sexta-feira (21) até às 06h da manhã da quarta-feira (26).

O roubo a transeunte foi o que registrou maior queda, de 47,7%, passando de 65 registros em 2019 para 34 no carnaval deste ano. O furto de celular foi o mais recorrente. Este tipo de crime recebeu atenção especial das forças de segurança.

No comparativo dos quatro dias de carnaval de 2019/2020, houve queda de 28,2% deste crime: de 273 casos para 196, 77 ocorrências a menos. Houve também a redução dos casos de lesão corporal, de 16 para 11 registros.

O estudo retratou, ainda que 94,7% das ocorrências foram na Região Administrativa de Brasília, local que concentrou a maior parte dos eventos de carnaval. Entre quatro dias de Carnaval, 54,9% dos registros ocorreram de segunda para terça-feira (25).


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Callado27 de fevereiro de 20206min
As obras são executadas pela Novacap, cabendo ao SLU a gestão dos centros de triagem junto a cooperativas e associações de catadores | Foto: Paulo H Carvalho / Agência Brasília

Localizada no pátio ferroviário, próximo à Vila Estrutural, a central vai gerar mais de 750 empregos

Já está disponível uma verba de R$ 5,880 milhões, oriunda do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para a fase final da obra de construção do Complexo de Reciclagem do Distrito Federal. Os recursos são referentes à terceira parcela prevista no contrato de colaboração financeira não reembolsável, no valor de R$ 53 milhões.

R$ 53 milhõesvalor do contrato de colaboração financeira não reembolsável

A notícia foi recebida com alegria pelo secretário de Meio Ambiente, Sarney Filho. Ele explica que os recursos estavam sendo esperados desde o início do ano passado e chegam como uma boa solução para a gestão de resíduos sólidos no DF e para a inclusão socioeconômica dos catadores de materiais recicláveis que atuam junto às cooperativas contratadas pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU).

“O complexo vai gerar mais de 750 empregos, o que será muito importante nesse momento”, destaca o secretário. “Essa parcela era o que estava faltando para a conclusão do segundo centro de triagem, que está com 80% das obras concluídas e também será utilizado para pavimentação e infraestrutura do complexo.”

Fase de acabamento

O complexo será composto por duas centrais de triagem e reciclagem (CTRs) e uma Central de Comercialização (CC). Responsável pela execução do contrato, a Secretaria de Meio Ambiente (Sema) estima que a obra seja entregue no primeiro semestre deste ano, como parte das comemorações pelos 60 anos de Brasília.

A Central de Triagem nº 1 e a de Comercialização estão com 99% das obras concluídas. “Faltam apenas a instalação dos sistemas de segurança e áudio, o que será feito na fase de acabamentos finais para evitar furtos e danos”, relata o coordenador de Implementação da Política de Resíduos Sólidos da Sema, Glauco Amorim.

Obra e parcerias

A obra é executada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Cabe ao Serviço de Limpeza Urbana (SLU) a gestão dos centros de triagem, junto a cooperativas e associações de catadores ligadas à Central das Cooperativas de Materiais Recicláveis do DF (Centcoop), que conta com 27 associados, envolvendo 1.213 trabalhadores.

A presidente da Centcoop, Aline Souza, aguarda com expectativa a inauguração dos galpões. “A construção das centrais de triagem e comercialização vai representar um marco na atuação dos catadores de recicláveis no Distrito Federal, com melhoria das condições de trabalho e aumento na renda”, comemora.

O centro conta, ainda, com a parceria da Faculdade de Engenharia de Produção da Universidade de Brasília (UnB) e da Organização das Cooperativas do DF (OCB/DF), responsáveis por conduzir estudos para a modelagem da gestão, governança, produção e comercialização do complexo.

Funcionamento

Localizada no pátio ferroviário, próximo à Vila Estrutural, a Central de Reciclagem do DF ocupa um espaço de 80 mil m². No complexo vão funcionar recepção, triagem, classificação, prensagem, armazenamento e comercialização dos materiais recicláveis advindos da coleta seletiva.

A projeção é que no local sejam processadas até 5 mil toneladas de resíduos recicláveis por mês. Os dois centros de triagem, com a metragem de 2.825,60 m² cada, serão destinados ao adequado tratamento da parcela seca, maximizando o retorno de resíduos passíveis de reciclagem à cadeia produtiva do DF e do país.

Os resultados esperados são a ampliação da infraestrutura de gestão integrada de resíduos sólidos, o reaproveitamento dos materiais recicláveis e a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos recicláveis, o que aumentará a vida útil do aterro sanitário. Também haverá a reinserção dos materiais recicláveis na cadeia produtiva, minimizando as demandas por matérias primas virgens e, como consequência, os impactos ambientais.

O contrato com o BNDES inclui, ainda, aquisição de equipamentos, ferramentas e materiais de apoio para as CTRs e a CC, além da capacitação dos profissionais associados às organizações de catadores de materiais recicláveis contratadas para prestação de serviços de triagem e coleta seletiva no DF. Também está previsto o assessoramento técnico das organizações de catadores de materiais recicláveis voltadas à gestão, produção e comercialização.

Assista, abaixo, ao vídeo.


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Callado27 de fevereiro de 20205min
O Plano Urbanístico de Uso e Ocupação da Orla do Lago Paranoá dará prioridade a ações focadas na recuperação ambiental | Foto: Arquivo | Agência Brasília

O foco será a preservação ambiental e a recuperação das áreas degradadas e dos espaços públicos

O relatório final do grupo de trabalho criado para analisar o Plano Urbanístico de Uso e Ocupação da Orla do Lago Paranoá concluiu que será dada prioridade às ações destinadas a recuperação ambiental, para atender à determinação judicial de desobstruir a orla num espaço de 30 metros da Área de Preservação Permanente (APP) do lago.

A determinação judicial é decorrente de ação civil pública movida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e acatada pelo Tribunal Justiça do Distrito Federal (TJDFT) em 2011. Assim como a decisão judicial, o plano de uso e ocupação, denominado Masterplan, foi analisado detalhadamente pelo grupo de trabalho composto por representantes de diversos órgãos do governo e da sociedade civil.

“O relatório é fruto de um extenso trabalho, realizado no ano passado, ao longo de vários meses, que analisou o Masterplan sob a luz das decisões judiciais e concluiu que todo o acesso público e a instalação de novos equipamentos na orla do lago devem ser pautados pelo objetivo principal de preservação ambiental”, destacou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira, coordenador dos trabalhos.

Principais ações

De acordo com o relatório, as principais ações a serem desenvolvidas são a contenção de processos erosivos, a revegetação e a revitalização de corredores ecológicos.

Sobre as áreas desobstruídas, não haverá retrocesso. Nesses locais, que continuarão a ser fiscalizados e monitorados pelo DF Legal e pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram), não serão permitidas novas edificações. Já a instalação de novos equipamentos públicos e de infraestrutura em alguns pontos da orla deverá levar em conta as diretrizes e limitações legais e ambientais implicadas no processo de recuperação da APP.

A proposta é que sejam instalados mobiliários urbanos nos pontos de menor sensibilidade ambiental já definidos, cuja implantação será feita nos moldes do plano de manejo a ser aprovado pelo Ibram para cada área.  Nesses locais, estarão disponíveis banheiros, deques, pistas de caminhada e ciclovias, com regras específicas, de modo que a utilização não traga prejuízos à conservação ambiental do espaço.

Áreas públicas

Continua assegurado o acesso às áreas públicas da orla contínua, como a Concha Acústica, a Praça dos Orixás e o Pontão do Lago, que serão revitalizados. Além disso, há previsão de implementação do Parque Ecológico das Garças, na QL 15 do Lago Norte, e de equipamentos de apoio na Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) do bosque, na QL 10 do Lago Sul.

“O Lago Paranoá é patrimônio de todos os brasilienses”, ressalta o secretário de Meio Ambiente, Sarney Filho. “Por isso, recuperar as áreas que estão degradadas e oferecer melhores condições nos espaços públicos da orla é uma de nossas prioridades. Os resultados do trabalho do GT [grupo de trabalho] reforçam as ações que a Sema [Secretaria de Meio Ambiente] já está desenvolvendo.”


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Callado26 de fevereiro de 20208min
Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Nos quatro dias de folia, SSP contabilizou apenas 601 episódios que merecessem registro – a maioria, por furto de celular e uso ou porte de drogas

Estratégia de policiamento, o uso da tecnologia e o empenho das forças de segurança garantiram ao Distrito Federal um dos carnavais mais seguros do país. Nos quatro dias de folia, 601 ocorrências foram registradas nas delegacias de polícia – do tráfico e uso de drogas ao extravio de documentos; de lesão corporal a apreensão de armas brancas. O número é 18,7% menor que o do Carnaval do ano passado, com 739 registros. Nenhum crime grave relacionado às festividades foi registrado.

O furto de celular foi o ato mais recorrente, com 196 registros – número menor do que o registrado no mesmo período do ano passado. A segunda modalidade de crime com mais registros foi o uso e posse de drogas. No Carnaval do ano passado, foram 34 registros; este ano, 78. Não houve registro de estupro nos quatro dias de Carnaval de 2020.

Uma das novidades deste ano foi a instalação da Cidade da Segurança Pública, na área central de Brasília – local que concentrou a maior parte dos 203 blocos cadastrados no DF. Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF), a cidade foi ponto-base das operações das forças e de outros órgãos do governo. As novas estratégias incluíram ainda o uso de drones da Polícia Militar e câmeras de reconhecimento facial da Polícia Civil.

Concentrar as ações, de acordo com o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, foi a principal engrenagem para prevenir a criminalidade no carnaval. “Adotamos estratégias operacionais que trouxeram resultado rápido, como as linhas de abordagem da PMDF, que foi incansável no trabalho próximo aos blocos”, diz ele. “Tivemos ainda o Detran e o CPTrans atuando juntos na fiscalização de trânsito. O registro de ocorrências e a emissão de laudos definitivos da PCDF também foram uma importante ferramenta para manter o policiamento no local dos eventos”, reforça Torres.

Torres destacou ainda o videomonitoramento feito pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), que funcionou por 24 horas no apoio às ações de segurança e de governo nos eventos de carnaval, e a atuação do Corpo de Bombeiros do DF, que realizou 74 atendimentos à população durante os quatro dias de carnaval.

A Defesa Civil, por sua vez, fez 74 vistorias preventivas em instalações durante o período. “Todas as Forças imbuídas do mesmo propósito que foi de manter a paz e a tranquilidade do Carnaval das famílias do DF. E conseguimos”, declara Torres.

74quantidade de atendimentos realizados pelo Corpo de Bombeiros

Uma das estratégias para prevenir eventuais crimes violentos no carnaval foi a utilização das linhas de revistas pessoais, pela PMDF. Quem chegava aos blocos vindo da Rodoviária de Brasília, por exemplo, encontrava pelo caminho linhas de policiais que revistavam foliões e mochilas em busca de objetos que poderiam ser utilizados como armas – como tesouras e garrafas de vidros.

A distribuição dos policiais militares nos locais dos eventos, geralmente em linhas, nas laterais dos blocos, permitiu outras abordagens e revistas e possibilitou a intervenção rápida em caso de confusões. Outro aspecto positivo da estratégia do policiamento foi a de tornar o policial mais visível, melhorando assim a sensação de segurança do público.

Terça de Carnaval

A Segurança Pública atuou em 26 eventos de Carnaval, cadastrados previamente, em todo o DF nesta terça-feira (25). A Polícia Militar utilizou 2,1 mil policiais e fez cerca de 3 mil revistas preventivas em todos as festas. Foram registradas 29 ocorrências, a maior parte por posse e uso de drogas. No Setor Comercial Sul, três pessoas foram detidas por porte de arma branca, por lesão corporal e por ato obsceno.

O Corpo de Bombeiros realizou 16 atendimentos de emergência nos diversos blocos de carnaval em que atuou. A corporação empregou 191 militares em 31 viaturas. No Setor Bancário Norte e Praça dos Prazeres, por exemplo, três pessoas receberam atendimento por uso excessivo de álcool. Na Praça Central do Setor Comercial Sul, sete foliões receberam suporte dos bombeiros, um por desmaio, dois por fraturas e quatro por alcoolemia. Cerca de 60 profissionais atuaram nos dois eventos.

A campanha Não Mexa ComigoSenão Eu Apito, realizada pela PCDF, alertou os foliões sobre condutas desrespeitosas em relação às mulheres durante o Carnaval. O objetivo da iniciativa, coordenada pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, foi prevenir a importunação sexual. Apitos e material informativo foram distribuídos à população. A ideia do apito é servir de alerta para eventuais importunações.

Em todo Carnaval, a PMDF realizou campanha de identificação infantil para garantir a segurança dos pequenos foliões durante a folia. A campanha começou com a emissão de carteirinhas de identificação que puderam ser emitidas e impressas pelo site da corporação. Além disso, a corporação realizou, em parceria com o Conselho Tutelar, Secretaria de Justiça e SSP/DF, a distribuição de mais de duzentas pulseiras de identificação infantil.


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Callado26 de fevereiro de 20204min

Mais de 500 militares do Corpo de Bombeiros vão dar suporte às equipes de Vigilância Ambiental.

Os primeiros meses de 2020 são de intensificação das ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, no Distrito Federal. A doença foi responsável pela morte de 62 pessoas, no ano passado, no DF. Ao todo, foram registrados 53,9 mil casos suspeitos. Os números são da Secretaria de Saúde.

Com o objetivo de impedir que esse quadro se repita, mais de 500 militares do Corpo de Bombeiros vão dar suporte às equipes de Vigilância Ambiental. Em janeiro, esse contingente vistoriou residências nas regiões do Guará, São Sebastião, Sobradinho, Fercal e Planaltina. A escolha das cidades foi feita com base nos índices de infestação.

O gerente da Gerência de Vetores de animais peçonhentos da Diretoria da Vigilância Ambiental, Reginaldo Braga, afirma que os militares receberam treinamento adequado e estão preparados para inspecionar, tratar ou eliminar possíveis criadouros, além de orientar a população com dicas de como impedir a proliferação do mosquito.

Mesmo com a ajuda do Corpo de Bombeiros, Braga reforça que a maior contribuição tem que ser dada pelos moradores, já que a eliminação de focos é uma tarefa simples, mas que precisa ser contínua.

“O nosso trabalho, somente, não vai resolver o problema. Nós precisamos ter uma conscientização enorme do morador, porque o agente de saúde na casa dele, durante 24 hora, é ele mesmo. No dia que eu passo, identifico o problema, oriento o morador e peço que ele tire pelo menos 10 minutos por semana para identificar possíveis criadouros no lote e eliminar. Isso vai nos ajudar muito.”

A população do DF tem à disposição 518 agentes de combate ao mosquito, que circulam pelas regiões administrativas periodicamente. Cada agente visita, no mínimo, 20 imóveis por dia.  De acordo com a Secretaria de Saúde, 2019 terminou sem que 35% das residências fossem vistoriadas. O principal motivo foi a ausência dos moradores no momento da visita dos profissionais.

O envolvimento dos moradores no combate ao mosquito é importante para evitar a propagação das doenças que ele transmite. A estudante Isabela Guimarães, de 21 anos, foi uma das vítimas. A moradora de Vicente Pires foi picada pelo mosquito no ano passado e contraiu dengue. Com os sintomas da doença, ela conta que foi difícil manter a rotina que vivia.

“Eu sentia muita fraqueza, muita dor no corpo, atrás do joelho, atrás dos olhos. Eu não conseguia levantar da cama. Eu tive muita febre e não conseguia comer nada.”

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.


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Callado26 de fevereiro de 20202min

Órgão mobilizou 1 mil garis. Volume coletado é menor do que nos anos anteriores: redução é atribuída ao menor número de blocos e maior conscientização dos foliões

Os 600 profissionais do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) que se revezaram nos quatro dias de folia nos períodos da manhã, tarde e noite, recolheram recolheu 22,3 toneladas de resíduos durante os quatro dias de carnaval no DF. Todos os dias, as equipes de garis garantiram a limpeza nos locais de festa e passagem de blocos.

Além disso, na manhã de segunda e desta quarta-feira (26), os mais de 200 garis que fazem a limpeza de rotina no DF foram deslocados para finalizar a limpeza destes locais de festa. Somando esse quantitativo, foram mais de 1 mil garis disponibilizados para limpeza do carnaval no DF.

Os dias de maior quantidade de resíduos coletados foram sábado (6,6 toneladas) e domingo (8,2 toneladas). Na segunda-feira, foram 3,3 toneladas, e, na terça, 4,2 toneladas. Isso inclui a coleta na zona central do DF, mas também nas demais regiões administrativas onde houve festa, como Águas Claras e Ceilândia.

O número de resíduos coletados é menor do que nos anos anteriores. Em 2019 foram 37 toneladas recolhidas. Em 2018, o SLU coletou 82 toneladas. A redução é atribuída ao menor número de blocos nas ruas e também maior conscientização dos foliões.

Nesta quarta-feira (26) de cinzas, dois caminhões-pipa foram disponibilizados pelo SLU para limpeza das regiões onde houve concentração de festas, como o Setor Comercial Sul.



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