Alemanha: como estudar e trabalhar nas melhores empresas do mundo?

Ricardo Callado01/07/20196min

Por Bruno Galli

A Alemanha possui a maior economia da Europa, sendo a quarta maior potência mundial. Isso diz muito sobre as oportunidades profissionais do país, sobretudo considerando que seu território não é tão extenso, e essa é a terra natal de grandes empresas, como a Volkswagen, BMW, Bosch e Continental.

As taxas de crescimento também se refletem na empregabilidade. O desemprego é o menor em 30 anos, desde a reunificação. A mão de obra qualificada nunca foi tão necessária e incentivada. Universidades investem em cursos que cada vez mais buscam preparar os profissionais para os desafios de um mundo em transição, focado no futuro.

É por isso que trabalhar nas melhores empresas do mundo, e em um dos melhores países do mundo, nunca esteve tão ao alcance. Há um forte incentivo para que se formem profissionais que possam atender a essas demandas, e movimentar a economia, para que ela continue crescendo.

Dito isso, vale ressaltar que a Alemanha ainda possui políticas de intercâmbio estudantil e profissional, bem abertas. Por exemplo, quem busca uma universidade alemã, seja para graduação ou pós, tem 18 meses de visto de trabalho garantido, e após três anos trabalhando, ele tem como renovar seu visto para permanente. Quem nunca estudou no país precisa trabalhar cinco anos para ter essa chance.

A taxa de empregabilidade em universidades de ponta chega a 80% durante o período letivo. As carreiras são variadas, e mesmo os cursos mais tradicionais de administração ou comunicação, tem um enfoque no cenário mundial, com currículos atualizados. Os alemães incentivam a vinda de profissionais em momentos de crescimento, busca por novos rumos, e até quem está entrando no mercado de trabalho e tem um pouco mais para investir em algo que visa mudar os rumos do mercado.

Começar estudando na Alemanha é um dos melhores caminhos para ter acesso a esse mercado de trabalho crescente, relevante e de olhos no futuro. As empresas, hoje, buscam profissionais com uma visão diferente do mundo, e suas formações devem acompanhar essa visão.

Certo, mas geralmente o que se pensa é: “E a língua alemã, não é muito difícil?”. A verdade é que não. Ela pode ser aprendida no mesmo período de tempo em que se aprende o inglês, com tranquilidade, ela só é menos globalizada do que o inglês. Justamente por isso, é possível se virar muito bem com o inglês, na Alemanha.

Há universidades em que se pode estudar em inglês, sobretudo nas cidades mais cosmopolitas, como Berlim. A barreira da língua não chega a fazer diferença nesse cenário, e a convivência nos centros urbanos é tranquila. Aprender alemão sempre será um diferencial, mas em suma não é mais um pré-requisito. Vale a pena encarar essa grande oportunidade de crescimento profissional!

Bruno Galli é mentor e coach de educação internacional, gestor LATAM da UE – University of Applied Sciences. É especialista em marketing pela FECAP e em negócios internacionais pela Australian Center od Further Education.

 

Sobre a UE – https://www.ue-germany.com/en / 11 9 4559-3978

A Universidade de Ciências Aplicadas da Europa – em Iserlohn, Berlim, Hamburgo – educa os designers e decisores do amanhã nas áreas de negócios, psicologia, mídia e comunicação, gestão esportiva, arte e design. Surgiu em 2017 após a fusão da BTK University of Art & Design e da BiTS University of Business Leadership. A universidade promove o desenvolvimento de habilidades e formatos de ensino interdisciplinar orientados ao futuro, e em sintonia com a prática das profissões, sempre de acordo com os mais altos padrões de ensino internacionais. Através da interação entre pensamento criativo, empreendedor e digital, bem como uma perspectiva internacional, os vários campos de estudo se enriquecem mutuamente e oferecem novas abordagens de ensino e pesquisa adaptadas às exigências do mercado de trabalho 4.0. Bruno Galli representa a UE no Brasil em seu programa de intercâmbio.

Ricardo Callado

Jornalista, blogueiro, escritor e consultor político. Exerceu a função de secretário de Comunicação Social do Governo do Distrito Federal. Foi Diretor de Redação do Grupo Comunidade de Comunicação – responsável pelos jornais da Comunidade e O Coletivo. É autor do livro PANDORA – e outros fatos que abalaram a política de Brasília.


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