2017 Janeiro

Bring to the table win-win survival strategies to ensure proactive domination. At the end of the day, going forward, a new normal that has evolved from generation.
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Ricardo Callado31/01/20174min

Por Ricardo Callado


A reunião na manhã desta terça-feira (31), na residência do deputado Izalci Lucas (PSDB), foi carregada de simbolismo. Reuniu políticos de diferentes tendências. Na pauta, os parlamentares se comprometeram em ajudar o Distrito Federal a sair da crise.

Toda a ajuda é bem-vinda, principalmente em tempos de poucos recursos e avaliação baixa. O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) não pediu ajuda. Por ele, o Palácio do Buriti está no rumo certo.

Rollemberg acredita que essa movimentação tem como pano de fundo desgasta-lo ainda mais perante a opinião pública. E expor mazelas de seu governo. Tem até razão de pensar assim. Tentou, inclusive, esvaziar o encontro, chamando no mesmo horário deputados distritais aliados ao seu projeto.

Não deu muito certo. A reunião na casa de Izalci Lucas juntou 15 parlamentares e representantes. Na lista, além do anfitrião, que é coordenador da bancada federal do DF no Congresso Nacional, e do presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT), estavam Celina Leão (PPS), Wasny de Roure (PT), Raimundo Ribeiro (PPS), Cristiano Araújo (PSD), Wellington Luiz (PMDB) e Robério Negreiros (PSDB).

E ainda os federais, além de Izalci, Laerte Bessa (PR), Rogério Rosso (PSD), Alberto Fraga (DEM), Roney Nemer (PP), Augusto Carvalho (SDD) e Ronaldo Fonseca (Pros), e os senadores Reguffe (sem partido) e Cristóvão Buarque (PPS).

O peso político dos nomes que se reuniram tem que ser levado em consideração. Eles e outros que poderão vir depois formaram o Comitê Permanente de Avaliação Estratégia, batizado de CPAE.

O grupo será composto por um senador, dois deputados federais e dois deputados distritais. E pretende se reunir quinzenalmente com o governador ou com representantes do GDF que ele indicar.

A oposição está estendendo a mão ao governo. Quer levar soluções para problemas graves que o GDF vem enfrentando nos últimos anos. Na lista de assuntos, está desde a crise financeira, o desenvolvimento econômico até a crise hídrica.

Se essa intenção vai para frente só o tempo dirá. Esbarra em pelo menos dois pontos. Primeiro, dentro do grupo de vários políticos que visam disputar cargos majoritários em 2018. Alguns com chances inclusive de vir a ser governador.

O segundo o ponto é que Rollemberg evita conversar com parlamentares, principalmente de oposição. Quando faz, é mais pela fotografia do que o compartilhando de ideias.

Mesmo tendo sua carreira política com mandatos na Câmara Legislativa, Câmara dos Deputados e Senado Federal, o atual governador evita dividir decisões com deputados e senadores. Desde o início da sua gestão trata a Câmara Legislativa como um poder inferior e corrompido. E o que o grupo mais falou no encontro na casa de Izalci foi sobre diálogo, um pacto para salvar Brasília.

Se isso não acontecer, Rollemberg pode ser criticado por não aceitar sugestões e fugir do diálogo. Se aceitar, terá que dividir os frutos com os parlamentares. Essa é a armadilha colocada para o governador.

Se a política for feita da forma correta, quem ganha é Brasília. A união em tempos difíceis sempre é bem-vinda e pode trazer resultado. A contaminação eleitoral pode atrapalhar, mas esperamos que não.


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Ricardo Callado31/01/20177min

Foram encontrados produtos como cafeteira, cápsulas de café, chocolate e massa importada. Advogado não quis comentar caso. Secretaria diz que apura situação

Por Mara Puljiz e Gabriel Luiz, TV Globo e G1 DF – A Justiça do Distrito Federal determinou que o ex-senador Luiz Estevão fique em uma solitária no Complexo da Papuda por “falta disciplinar”. Uma revista na cela do empresário e na cantina do bloco encontrou “diversos itens proibidos, tais como cafeteira, cápsulas de café, chocolate, massa importada, dentre outros”.

A defesa de Luiz Estevão disse que não iria comentar a decisão da Vara de Execuções Penais (VEP). No processo, a defesa afirmou que não foi encontrado “nada de relevante”. A Secretaria de Segurança Pública diz que a apura a situação. O caso chegou à Justiça após denúncia anônima.

“Tendo em vista a falta disciplinar imputada ao interno, foi determinado, pelo Coordenador-Geral da Sesipe [Subsecretaria do Sistema Penitenciário], seu encaminhamento ao Pavilhão Disciplinar, pelo prazo de 10 (dez) dias, como isolamento preventivo, exatamente como é feito com todo e qualquer interno do sistema penitenciário do Distrito Federal”, considerou a juíza Leila Cury.

Junto com o sequestrador da filha

A magistrada não acatou os argumentos da defesa do empresário, de que a transferência dele o põe em risco. Os advogados de Luiz Estevão alegam que ele foi colocado em uma ala em que ficaria junto com o homem condenado por planejar o sequestro da filha dele. Ex-tenente da Polícia Militar, Osmarinho Cardoso da Silva Filho cumpre pena por extorsão mediante sequestro pelo crime ocorrido em setembro de 1997.

Sobre isso, a juíza determinou que a direção do presídio deva “zelar pelas integridades físicas dos dois internos”. As medidas são “a fim de evitar qualquer tipo de contato entre Luiz Estevão de Oliveira Neto e Osmarinho Cardoso da Silva Filho, inclusive com a alocação do primeiro em outro pavilhão disciplinar, sem contato com quaisquer outros presos, se assim considerar necessário.”

Condenado a 26 anos de prisão, o ex-senador Luiz Estevão (ex-PMDB) também é acusado pelo Ministério Público de financiar a reforma do bloco onde cumpre pena. Ex-diretores do sistema penitenciário também são acusados de serem coniventes. Segundo o MP, a reforma foi paga por meio de uma empresa de fachada.

Promotores comparam ala reformada onde Luiz Estevão cumpre pena (esquerda) e outro ambiente da mesma unidade (Foto: Ministério Público do DF/Divulgação)
Promotores comparam ala reformada onde Luiz Estevão cumpre pena (esquerda) e outro ambiente da mesma unidade (Foto: Ministério Público do DF/Divulgação)

Entenda

A condenação foi imposta pela Justiça de São Paulo, a 31 anos de prisão pelos crimes de corrupção ativa, estelionato, peculato, formação de quadrilha e uso de documento falso nas obras do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. Como dois dos crimes, quadrilha e uso de documento falso prescreveram, a pena final caiu para 26 anos.


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Ricardo Callado31/01/20175min

Por Delmo Menezes – Atuar em campo, executando instalações, manutenções preventivas e corretivas de equipamento de telefonia, não é uma tarefa fácil, para os profissionais da área no DF.

As operadoras de telefonia, como a OI, Claro, Vivo e Tim, apesar da crise política e econômica, tiveram crescimento em 2016. A Telefônica (Vivo) empresa que começou a operar no mercado brasileiro em 1996, ostenta ser a maior do setor com quase 100 milhões de clientes e presença em 3.800 cidades.

De acordo com o presidente da telefônica, Amos Genish, “O ano foi extraordinário para a Vivo porque consolidamos a empresa como líder no setor, a partir da combinação com a GVT, e avançamos na transformação digital com projetos que geram eficiência e simplificação em produtos, serviços e atendimento”, explicou.

Apesar dos excelentes resultados obtidos, parece que a Vivo não tem a mesma preocupação com seus colaboradores que atuam “na ponta”, como os técnicos de redes, técnicos de telecomunicações ou simplesmente instaladores.

Para estes profissionais serem admitidos em uma empresa de telefonia, são requisitos mínimos: experiência na tecnologia ADSL ou TV por assinatura, instalação e reparo, conhecimentos técnicos de redes interna ou externa, conhecimentos de informática (hardware e software), experiência em redes de computadores, modems e roteadores.

Segundo relato de um profissional da área que preferiu não se identificar, “a rede da Vivo no Distrito Federal, está toda sucateada. Se hoje um cabo de rede se rompe na rua, eles fazem uma emenda malfeita, e fica como resolvido, colocando em risco as pessoas que passam no local”. Para o instalador de rede, “depois que a GVT foi comprada pela Vivo, a qualidade dos serviços piorou”, disse.

De acordo com o profissional de telefonia, na cidade de Águas Claras, região administrativa do DF, a rede é toda subterrânea. Existem caixas de telefonia, que estão submersas com emendas. “Aí você imagina um material metálico submerso em baixo d’água, com defeito nos cabos. A Vivo envia um profissional para fazer o remendo, e deixa pra lá, podendo gerar novos problemas para os clientes”, ressalta.

Ainda segundo o profissional, as caixas subterrâneas de Águas Claras-DF, dão muitos problemas. O próprio governo não faz a drenagem de águas pluviais, o que ocasiona a entrada de água, principalmente no período chuvoso. “Tem ratos, baratas, escorpiões, dentro das caixas. Você abre uma caixa de passagem de cabos, e se depara com ‘famílias de ratos’. Eles chegam no armário, comem fusível, capacitor… A gente coloca remédio não adianta nada. Geralmente as caixas ficam perto das lixeiras”, declarou o técnico.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou no fim do ano passado, o ranking de reclamações de usuários de serviços de telecomunicações recebidas até outubro de 2016. Neste período, houve aumento de reclamações sobre a telefonia móvel e fixa.

Do total das reclamações recebidas, houve um aumento de 3,4% dos serviços prestados pelas operadoras de telefonia móveis. Isto significa 50,7 mil queixas a mais sobre as empresas de celular. A Anatel também contabiliza reclamações sobre serviços de TV por assinatura. Foram 8,18 mil queixas no período.

Até o fechamento desta edição, não conseguimos contato com a empresa que presta serviços para a Vivo na região.

Da Redação do Agenda Capital


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Ricardo Callado31/01/20173min

No próximo dia 18, o espaço cultural da área central de Brasília será tomado por batuques, cores, muita alegria e axé. O evento é público e gratuito

Em seu terceiro ano no Carnaval de Brasília, o Bloco Encosta que Cresce promoverá no dia 18 de fevereiro, às 15h, um pré-carnaval no Estacionamento do Ginásio Nilson Nelson. A programação esta recheada de atrações musicais, com apresentação do Grupo Cultural Batukenjé, Orquestra de Metais do Encosta – Axé, artistas locais e DJ’s. Nas edições anteriores, o bloco reuniu mais de 10 mil foliões, e para este ano, a expectativa é um público superior de 15 mil pessoas.

O crescente sucesso do Bloco é atribuído à pluralidade de gênero de seus foliões, pela diversidade musical inspirada nos mais variados ritmos do carnaval brasileiro como o Axé da Bahia, Frevo e Marchinhas de Recife e Sambas Enredos do Rio de Janeiro.

“Nosso objetivo com o Encosta, como é carinhosamente chamado pelos foliões, é fazer um carnaval da diversidade, da alegria, do sorriso e da paz. Brasília já respira carnaval, e a animação já é total”, afirma Edson Sertão, um dos organizadores do evento.

Para este ano o bloco está ensaiando os mais variados hits do verão, como “Deu Onda (G15)”, “Flor de Reggae (Ivete Sangalo)”, “Bang (Anitta)”, “Nosso Santo bateu (Matheus e Kauan)”, “Namorar pra quê (MC Kekel)”, todas estão garantidas no repertório das bandas, e serão executadas no Trio Elétrico.

Responsabilidade social

Para este ano o Bloco Encosta que Cresce formalizou uma parceria com a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis do Distrito Federal (Recicla Brasília), e todo o material recolhido no local do evento, será utilizado pelo Recicla Brasília. 


Serviço:

Carnaval Bloco Encosta que Cresce

Data: 18 de fevereiro de 2017

Horário: 15h

Local: Estacionamento do Ginásio Nilson Nelson

Atrações: Grupo Cultural Batukenjé, Orquestra de Metais do Encosta- Axé, artistas locais e DJ’s

Entrada: franca


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Ricardo Callado31/01/20174min

Todos os servidores do governo de Brasília e cidadãos atendidos por eles têm o direito de usar o nome social. Em cerimônia no Palácio do Buriti nesta segunda-feira (30), o governador Rodrigo Rollemberg assinou decreto que reconhece a identidade de gênero de travestis, transexuais e transgêneros em todos os órgãos da administração pública local.

“O fim do preconceito não vai ocorrer de cima para baixo em função de um decreto, mas ele é um passo importante para reger o comportamento dos servidores e gestores públicos”, disse Rollemberg após a assinatura da lei. “Temos de estar em cooperação para que isso seja incorporado culturalmente e naturalmente na conduta das pessoas.”

Até agora, eram 20 portarias de diferentes órgãos que reconheciam a identidade de gênero — 16 desta gestão. O primeiro foi a Secretaria de Educação, em fevereiro de 2010, e o mais recente, em dezembro de 2016, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram).

Depois que a norma for publicada no Diário Oficial do Distrito Federal, os gestores terão até 90 dias para fazer as adaptações necessárias dos processos internos para que os trabalhadores e o público atendido passem a ser identificados pelo nome e o gênero escolhidos.

O decreto garante o direito em cadastro de dados, comunicação interna, endereço de e-mail, identificação em locais de trabalho, listas de ramais, nomes de usuários em sistemas de informática e crachás.

Banheiros, vestiários e outros espaços que separam gênero podem ser usados de acordo com a identidade do usuário, e os servidores do governo deverão tratar as pessoas pelo nome e pelo gênero indicados. Qualquer caso de discriminação será punido de acordo com a Lei nº 2.615, de 2000.

Para fazer o registro do gênero e do nome social escolhidos, os interessados precisam fazer um requerimento por escrito no setor de recursos humanos de cada órgão. A solicitação pode ser feita a qualquer momento.

Solenidade em homenagem ao público trans

Parte da Semana Nacional de Visibilidade Trans, a cerimônia homenageou o público trans e teve, além da assinatura do decreto, celebrações em forma de vídeos e apresentações de música e de poesia. Também foram lembradas outras entregas por parte do governo de Brasília para esse segmento, como a inauguração da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin) em 2016 e a formação de um grupo de trabalho que estuda a criação de ambulatório especializado no atendimento de pessoas trans.

Uma das organizadoras do evento, a colaboradora do governo Márcia Rollemberg entregou uma muda de planta do Cerrado para Letícia Pires da Silva, representante da comunidade trans.


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Ricardo Callado30/01/20175min

Em relação ao segundo quadrimestre de 2016, houve diminuição de 0,67 ponto porcentual com salários. Apesar disso, Executivo permanece acima do limite prudencial da LRF. Recursos para obras e serviços subiram R$ 65 milhões comparados a 2015

Embora ainda envolto em uma grave crise financeira, o governo do Distrito Federal conseguiu aumentar em R$ 65 milhões os investimentos na cidade em 2016 em comparação a 2015. Os recursos destinados a obras e serviços subiram de R$ 496 milhões para R$ 561 milhões. As medidas de austeridade implementadas nos dois últimos anos também levaram à redução dos gastos com pessoal.

De acordo com o relatório de gestão fiscal publicado no Diário Oficial do DF desta segunda-feira (30), o governo desembolsou 46,82% da receita corrente líquida do DF — na média dos últimos 12 meses, terminados em dezembro de 2016 — para pagar salários, mantendo-se acima do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Apesar de não ter conseguido retornar pelo menos aos 46,55% toleráveis da LRF, houve diminuição de 0,67 ponto porcentual em relação à última aferição, que apontava 47,49% da receita corrente líquida comprometida com salários.

Os esforços para elevar a arrecadação e reduzir as despesas permitiram que o governo se mantivesse abaixo do limite máximo da LRF (49%). No período analisado, que compreende o último quadrimestre de 2016, R$ 9,2 bilhões foram destinados para honrar o pagamento dos servidores públicos. A receita corrente líquida de setembro a dezembro do ano passado ficou em R$ 19,8 bilhões, não computados os recursos do Fundo Constitucional do DF, usados para pagar na totalidade os servidores da segurança pública e parte dos da saúde e da educação.

Relatório de Gestão

Sem poder contratar

Uma das restrições da LRF ao governo por se manter acima do limite prudencial é não poder contratar servidores. A exceção é aplicada às reposições na saúde, na educação e na segurança pública. Reajustes salariais e alteração na estrutura de carreiras que impliquem em despesas são outros impeditivos. As imposições estão descritas no artigo 22 da LRF (Lei Complementar nº 101, de 2000).

O excesso de gastos começou no segundo quadrimestre de 2014, quando o governo passou de 45,96% da receita corrente líquida comprometida com pagamento de pessoal para 46,93% no último quadrimestre do mesmo ano. O relatório divulgado em janeiro de 2015 mostrou que o governador Rodrigo Rollemberg assumira o Executivo com o limite prudencial ultrapassado em 0,38 ponto porcentual.

O Tribunal de Contas do DF identificou várias despesas de exercícios anteriores não contabilizadas em 2014. Portanto, o terceiro quadrimestre daquele ano, na verdade, foi encerrado com 2,57 pontos porcentuais acima do limite prudencial de gastos com o funcionalismo.

Desde então, o governo de Brasília adota medidas para conter despesas e melhorar as receitas. A dispensa de cerca de 4 mil servidores em cargos em comissão (de 2014 para 2015), a reestruturação da máquina pública, a revisão de contratos com fornecedores e a aprovação de matérias na Câmara Legislativa que resultaram em aumento da arrecadação foram ações que contribuíram para que o Executivo mantivesse o pagamento dos servidores em dia.


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Ricardo Callado30/01/20173min

Tendo em vista o grave momento político-administrativo-financeiro por que passa o Distrito Federal, os deputados distritais, federais e senadores eleitos pela Capital do País se reúnem nesta terça-feira (31) para firmar um pacto pelo DF.

 

O coordenador da bancada no Congresso, deputado federal Izalci Lucas (PSDB-foto) vai sugerir aos colegas a criação de um Comitê de Avaliação Estratégica (CPAE) para ajudar o Distrito Federal a sair da crise em que se encontra. Se aprovada pelos parlamentares, a sugestão será levada ao governador Rodrigo Rollemberg.

 

O CPAE será composto por um senador, dois deputados federais e 3 deputados distritais. O coordenador da bancada federal e o presidente da Câmara Legislativa terão assento garantido, além das demais cotas anteriormente citadas.

 

O Comitê terá reuniões quinzenais com o governador e/ou membros do governo local por ele indicados para o levantamento de dados e a apresentação de sugestões setoriais para ações de curto prazo e também para a definição de programas estratégicos de médio e longo prazo.

 

Poderá ainda propor reuniões com entidades de classe ou quaisquer outras representantes da sociedade organizada do DF com vistas a levantar dados e sugestões para a melhor definição dos rumos político, administrativo e financeiro do Distrito Federal.

 

O CPAE terá funções apenas consultivas e de aconselhamento, sendo que o governador terá plena liberdade para acatar ou não as sugestões apresentadas pelo Comitê.

 

O deputado Izalci vai sugerir também alguns temas prioritários para o debate e deliberação dos parlamentares. Dentre eles, a CRISE HÍDRICA para se buscar resolver as questões que travam Corumba IV; a definição no PDOT e na LUOS de áreas para desenvolvimento econômico em cada Região Administrativa; a recuperação dos recursos do Fundo Constitucional; a regularização fundiária por meio de parceria com a Polícia Federal, Exército, Ministério da Defesa, Ministério Público e Tribunal de Justiça do DF a exemplo do que está sendo feito no Pará e Amazonas e, por fim, a questão das tarifas do transporte público.

 

Para o parlamentar tucano que coordena a bancada do DF no Congresso, a intenção dos parlamentares é ajudar o Distrito Federal a sair da crise e voltar a oferecer oportunidades e serviços de qualidade à população. “Tem coisas que são da esfera da política local e outras que são da federal. Vamos buscar essas alternativas juntos”, lembrou Izalci.


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Ricardo Callado30/01/20172min

A BRBCARD leva aos seus clientes vantagens exclusivas junto a promoções em estabelecimentos de destaque em Brasília, oferecendo assim a oportunidade da realização de sonhos especiais, como ter a casa própria e um carro zero quilômetro.

Em virtude das festividades do Natal do último ano, a BRBCARD fez parceria com o Boulevard Shopping, Pátio Brasil, JK Shopping e Águas Claras Shopping. Somente em prêmios, a empresa de cartões de crédito presenteou clientes dos shoppings locais em R$ 175 mil.

 

Confira os prêmios:

– Taguatinga Shopping, Aryane Beatriz Carvalho Mota levou um apartamento em Águas Claras, no valor de R$ 250 mil;

– Águas Claras Shopping, Júlia Frazão Viana Silva ganhou um carro, Chevrolet Tracker, no valor de R$ 90 mil;

– Boulevard Shopping, Margarida Maria Rocha Lago, faturou um carro, BMW 220i, no valor de R$ 150 mil;

– E no JK Shopping, a vencedora foi Maria de Jesus Carvalho Costa, que recebeu da BRBCARD um cartão pré-pago com R$ 50 mil para gastar como quiser.

Percebeu como quem é de Brasília e faz parte da rede de clientes da BRBCARD tem muito mais vantagens e pode concorrer a benefícios, que só quem nasceu e cresceu com a cidade pode oferecer?

BRBCARD, uma infinidade de produtos e serviços que garante a você o comprometimento de sempre fazer de tudo para facilitar e fazer a diferença na sua vida e o seu dia a dia.


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Ricardo Callado30/01/20172min

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, homologou as delações de 77 executivos e ex-funcionários da empresa Odebrecht, nos quais eles detalham o megaesquema de corrupção na Petrobras investigado na Operação Lava Jato.

Com isso, os mais de 800 depoimentos prestados pelos executivos e ex-funcionários da Odebrecht ao Ministério Público Federal (MPF) se tornaram válidos juridicamente, isto é podem ser utilizados como prova.

A expectativa agora é saber se Cármen Lúcia irá retirar o sigilo das delações, nas quais os ex-executivos citam dezenas de políticos com mandato em curso como envolvidos no pagamento de propinas. Entre os delatores está o ex-presidente do grupo Marcelo Odebrecht.

A homologação ocorre após a morte do relator da Lava Jato no STF, ministro Teori Zavascki, na semana passada, na queda de um avião no mar próximo a Paraty (RJ). Ele trabalhava durante o recesso do Judiciário para conseguir homologar rapidamente as delações.

Após a morte de Teori, restou à ministra Cármen Lúcia a prerrogativa de poder homologar as delações durante o recesso do Judiciário, por ser presidente do Supremo.

Amanhã (31) é o último dia do recesso do Judiciário.


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Ricardo Callado30/01/20171min

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, de janeiro deste ano acumulou uma inflação de 6,65% em 12 meses. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), a taxa mensal ficou em 0,64% em janeiro, acima da taxa de 0,54% de dezembro de 2016, mas abaixo do 1,14% de janeiro do ano passado.

A alta da taxa entre dezembro e janeiro foi provocada principalmente pelo varejo. O Índice de Preços ao Consumidor, que analisa o varejo, subiu de 0,20% em dezembro para 0,64% em janeiro deste ano.

Os preços no atacado também tiveram alta maior em janeiro. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que acompanha este segmento, subiu de 0,69% em dezembro para 0,70% em janeiro. O Índice Nacional de Custo da Construção caiu de 0,36% em dezembro para 0,29% em janeiro.



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