2016 julho

Bring to the table win-win survival strategies to ensure proactive domination. At the end of the day, going forward, a new normal that has evolved from generation.
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Ricardo Callado31/07/20167min

moto capital

Cerca de 35 mil motociclistas percorreram, na tarde deste sábado (30),  54 quilômetros em um comboio recorde nas ruas de Brasília. Reunidos desde às 16 horas, representantes de várias partes do Brasil e de outros países saíram do Parque de Exposições da Granja do Torto onde, há nove dias, ocorre a 13ª edição do Brasília Capital Moto Week. Em 2015, 30 mil motociclistas fizeram o mesmo percurso.

Os participantes saíram do parque de exposições, passaram pelo Eixo Rodoviário Norte, desceram até a Esplanada dos Ministérios, passaram pela Via S1, atravessaram a Ponte JK, voltaram pela barragem do Lago Paranoá, entraram no Lago Norte, acessaram a Estrada Parque de Indústria e Abastecimento e voltaram para Granja do Torto.

De acordo com o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar do Distrito Federal (BPTran), que coordenou a operação, houve interdições nas vias durante a passagem das motos. No Buraco do Tatu (passagem entre os lados Sul e Norte do Eixo Rodoviário) e na Ponte JK, os agentes desviaram o trânsito para a passagem dos motociclistas por cerca de 30 minutos em cada local. Nos demais pontos, os bloqueios duraram menos tempo.

Sessenta motos do BPTran, dez do Batalhão de Policiamento Rodoviário da Polícia Militar do Distrito Federal, seis do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) e seis do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal também acompanharam o comboio.

Evento deste ano bate o recorde de público e de motociclistas participantes

Além da grande quantidade de motociclitas no passeio turístico, o público e a quantidade de motos que passaram pelo evento em 2016 também superaram as expectativas. Até o início da tarde de hoje (30) cerca de 620 mil pessoas — 120 mil a mais que no ano passado — e cerca de 230 mil motos estiveram no parque de exposições. Em 2015, o número de veículos foi de 150 mil. De acordo com a organização do evento, é esperado que a circulação de pessoas chegue a 650 mil até o fim do domingo (31).

Além do passeio, a 13ª edição do Brasília Capital Moto Week reúne estandes de vendas com produtos motociclísticos, concessionárias especializadas, atrações culturais, apresentações com motos e atividades de conscientização no trânsito para motociclistas e condutores de outros veículos.

Ações educativas durante o 13º Brasília Capital Moto Week

Criado em 2004 como Brasília Motocapital, o evento surgiu para comemorar o Dia Nacional do Motociclista (27 de julho) e, desde então, ocorre anualmente, sempre na última semana do mesmo mês. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília
Criado em 2004 como Brasília Motocapital, o evento surgiu para comemorar o Dia Nacional do Motociclista (27 de julho) e, desde então, ocorre anualmente, sempre na última semana do mesmo mês. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

Desde o início do evento, em 22 de julho, o Detran-DF e o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) fazem campanhas educativas na 13ª edição do Brasília Capital Moto Week. Por meio da Diretoria de Educação do Detran, foram promovidas oficinas de direção defensiva, jogos com o Girotran — equipamento interativo usado pelo departamento para trabalhar a educação para o trânsito –, atividades com as crianças e exposição de equipamentos, além da distribuição de material educativo com foco na campanha da lei seca e na prevenção de acidentes com motociclistas.

Cerca de 10 mil motoristas também foram atendidos pela Gerência de Campanhas Educativas do DER-DF que abordou condutores e entregou panfletos e cartilhas educativas na pista de acesso à Granja do Torto, na saída da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia). Para garantir a segurança dos motociclistas, os agentes distribuíram adesivos refletivos para capacete, item obrigatório de acordo com a Resolução nº 203, de 29 de setembro de 2006, do Conselho Nacional de Trânsito.

Criado em 2004 como Brasília Motocapital, o evento surgiu para comemorar o Dia Nacional do Motociclista (27 de julho) e, desde então, ocorre anualmente, sempre na última semana do mesmo mês. O Brasília Capital Moto Week  entrou para o calendário oficial do Distrito Federal com lei sancionada em 24 de abril de 2015.


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Ricardo Callado31/07/20167min

Surge a primeira prova material de que partia da sede do governo a ordem para achacar empresas durante a campanha de Dilma Rousseff

Por Robson Bonin, da Veja


Em 7 de agosto de 2014, executivos de uma das maiores agências de publicidade do mundo, a Borghi Lowe, discutiam o que fazer diante de uma situação delicada. A campanha presidencial estava no início. Uma pesquisa divulgada naquele dia mostrava que a disputa entre a petista Dilma Rousseff e o tucano Aécio Neves seria acirrada. A angústia de Valdir Barbosa, vice-­presidente da Borghi Lowe, no entanto, decorria de outra encrenca. Ele e um colega da agência, Ricardo Hoffmann, representante da Borghi Lowe em Brasília, tinham sido convocados para uma reunião sigilosa com um diretor da Caixa Econômica Federal, Clauir Santos, responsável pelo marketing do banco. Ouviram dele um pedido de dinheiro, não para ele mesmo, mas para a campanha eleitoral do PT. E o pedido não partira do tesoureiro do partido ou da campanha. Clauir Santos disse que estava cumprindo ordens do Palácio do Planalto.

Em 2014, a Borghi Lowe era uma das quatro agências encarregadas da conta publicitária da Caixa Econômica, um butim excepcional de 560 milhões de reais, um dos maiores contratos do governo na área. Antes de qualquer providência, Valdir Barbosa preferiu consultar seu superior, Michael Wall, que fica em Londres. Em um e-mail, escrito em inglês, informou: “O diretor-presidente da Caixa foi chamado ao Palácio do Planalto e solicitado a ‘pedir aos fornecedores da Caixa que fizessem contribuições políticas ao partido do governo (PT)’”. Em seguida, comentou o incômodo da situação: “O próprio diretor-­presidente, que trabalhou como servidor público durante toda a sua carreira profissional, se sentiu completa e totalmente constrangido e desconfortável com tal solicitação”. Na época, o diretor-­presidente da Caixa era Jorge Hereda, que deixou o cargo no início do segundo mandato de Dilma. Hereda tem mais de trinta anos de serviço público.

Na mesma mensagem, Valdir Barbosa ressaltou ter informado a Clauir Santos, diretor de marketing da Caixa, que as normas da Borghi Lowe proibiam “contribuições políticas”, ao que o funcionário retrucou lembrando que as outras três agências aceitariam o “convite”. Era uma insinuação de que a Borghi Lowe poderia sofrer algum tipo de retaliação no futuro caso virasse as costas às necessidades do PT. Escreveu Barbosa: “Expliquei ao Clauir o con­teú­do da Política Anticorrupção e disse a ele que nós somos absolutamente proibidos de fazer este tipo de contribuição ou qualquer contribuição semelhante a esta. Ele obviamente lembrou-nos que provavelmente as três outras agências deveriam aceitar o ‘convite’ e fazer contribuições, ao que eu repliquei que elas eram agências 100% brasileiras e que, portanto, podiam fazer o que quisessem sem consultar ninguém”. Mesmo constrangido, Clauir tentou justificar que havia “base legal” à contribuição. A Borghi Lowe é brasileira, com um sócio estrangeiro, mas, pela legislação da época, poderia, de fato, fazer contribuições eleitorais, desde que legais. Mas esse não era o caso, segundo suspeitam os envolvidos na investigação.

Em poder da força-tarefa da Lava-­Jato em Curitiba, a mensagem obtida por VEJA é a evidência mais contundente até o momento de que o Palácio do Planalto atuou como uma central de arrecadação de recursos ilegais para o caixa dois do PT e, para tanto, constrangia graduados servidores públicos a trabalhar como achacadores. A mensagem pode ser mentirosa, uma invenção do vice de uma agência de publicidade? Até pode, por mais estranho que seja, mas os investigadores também acham que não é o caso. “Um pedido de doação legal jamais seguiria aqueles trâmites. Todos sabiam que a nossa política interna não autorizava contribuições ou doações a partidos políticos”, explica um dos envolvidos no caso.

Eles acreditam que a ordem veio mesmo do Planalto e o dinheiro era mesmo para o caixa dois porque já comprovaram que havia uma intimidade criminosa entre a Borghi Lowe e braços do governo. A mensagem integra uma investigação sigilosa que começou em abril de 2015, quando a polícia prendeu seis pessoas, entre elas o publicitário Ricardo Hoffmann, representante da Borghi em Brasília, e o ex-deputado petista André Vargas. Alvo de uma devassa, a agência de publicidade decidiu negociar um acordo de leniência, que está estranhamente parado há um ano na Controladoria-Geral da União. Já encaminhou ao Ministério Público e-mails, notas fiscais e balanços nos quais se constata que havia uma parceria clandestina para fraudar licitações.


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Ricardo Callado31/07/20163min
Foto Valter Campanato
Foto Valter Campanato

O julgamento final do processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff começará no dia 29 de agosto e tem previsão para durar uma semana, informou o Supremo Tribunal Federal (STF) neste sábado (30) por meio de nota.

O cronograma divulgado prevê que no dia 9 de agosto, uma terça-feira, seja realizada a primeira sessão plenária sobre o impeachment, sob coordenação do presidente do STF, Ricardo Lewandowski. A partir de então, defesa e acusação terão 48 horas para apresentar seus argumentos e o rol de testemunhas que participarão da fase final do processo.

Em seguida, será respeitado um prazo de dez dias estipulado pela Lei 1079/1950, que regulamenta o impeachment, para que possa ter início o julgamento definitivo. Com isso, a primeira data possível para o início do procedimento final seria 26 de agosto, uma sexta-feira.

Segunda a nota, um acordo entre Senado e STF fez com que essa primeira data possível fosse adiada para a segunda-feira seguinte, dia 29 de agosto. A previsão é de que o processo dure ao menos uma semana, mas o próprio Supremo afirma que poderão ocorrer atrasos por causa das discussões em plenário. O desfecho do processo de impeachment pode vir então a ser conhecido somente em meados de setembro. O que pode atrapalhar os planos do  presidente interino Michel Temer, que planeja, no mesmo período, sua primeira viagem internacional, para a China, caso seja confirmado no cargo.

Na próxima terça-feira, 2 de agosto, o relator Antonio Anastasia (PSDB-MG), lerá seu parecer final na Comissão Especial de Impeachment do Senado. A votação do relatório está marcada para dois dias depois.

Senadores contrários ao impedimento de Dilma preparam dois votos em separado e já pediram ao presidente do colegiado, Raimundo Lira (PMDB-PB), tempo para que ambos sejam lidos na comissão.


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Ricardo Callado30/07/20163min

 

Por Ricardo Callado


A presidente da Câmara Legislativa, deputada distrital Celina Leão (PPS), ainda na campanha de 2014, foi uma das primeiras apoiadoras ao então candidato Rodrigo Rollemberg (PSB). Juntos chegaram à vitória, Rollemberg virou governador e Celina assumiu o comando do Legislativo.

Logo nos primeiros três meses apareceram às divergências. Celina acusa que foi perseguida pela Casa Civil montada por Rollemberg e pelo grupo de petistas que lá se alojou, dando continuidade às políticas do ex-governador Agnelo Queiroz (PT).

Para a deputada, o governo que ela ajudou a eleger perdeu o rumo de suas propostas de campanha. Tornou-se a continuação do Governo Agnelo, que a deputada Celina tanto combateu. Hoje, o ex-governador responde há dezenas de processos cíveis e criminais, na maioria, por conta de suas representações.

Celina foi a principal opositora de Agnelo. Por meio da fiscalização realizada pela deputada, a justiça anulou os contratos da licitação do transporte público. Mesmo sabendo disto, ela acusa o atual Governo de não ter tomado providências no sentido de cumprir com a decisão judicial.

Para a deputada, Rollemberg teve a oportunidade de estancar a corrupção instalada desde o governo passado e não o fez. Os modus operandi petista que Celina tanto combateu continuam neste governo, segundo a deputada.

Nesse sentido, a parlamentar manifestou por meio de nota oficial, na quinta-feira (28), apoio incondicional as investigações da CPI da Saúde. Ela também repudiou, veementemente, os atos do GDF contrários às investigações.

Para mostrar que está pronta para o embate, Celina suspendeu o recesso legislativo e convocou extraordinariamente a Câmara para que os membros da CPI pudessem discutir as novas denúncias veiculadas na imprensa. Eles fizeram oitivas em função dos áudios de conversas comprometedoras de servidores com autoridades, que demonstravam indícios de corrupção no GDF.

Esse é apenas um ingrediente para o bolo que vem por ai. O Buriti ainda enfrentará mais problemas. Corre o risco de ver os apoios na Câmara diminuírem para menos de dez deputados, ainda enfrenta baixa popularidade e isolamento. Rollemberg terá que buscar apoio e estar preparado para o desenrolar da crise. Não há, ainda, alguma saída.


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Ricardo Callado30/07/20165min

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Uma solenidade a altura dos seis novos desembargadores do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) marcou, esta sexta-feira (29), no plenário da Corte local, lotado de magistrados, servidores, advogados, amigos e familiares. São eles: James Eduardo da Cruz de Moraes Oliveira, Cesar Laboissiere Loyola, Sandoval Gomes de Oliveira, Esdras Neves Almeida, Gislene Pinheiro de Oliveira e Ana Maria Cantarino.

Depois da leitura da certidão, os magistrados assinaram o termo de posse e foram declarados empossados pelo presidente, que os condecorou com a medalha da Ordem do Mérito Judiciário, no grau Grã-Cruz.

“Esse é um momento muito importante para o TJDFT, que amplia a sua composição. Os novos desembargadores são pessoas com grande experiência no DF e com certeza vão contribuir para democratizar o acesso à Justiça”, disse o governador Rollemberg, que cumprimentou os empossados no final da solenidade.

“Foi muito importante para mim participar desta solenidade, uma vez que reconhece o trabalho dos magistrados, que agora receberam o título de Desembargador, ápice da carreira em Direito. Eles vão atuar no sentido de efetivar o cumprimento das leis, seguindo as Leis de Direitos Humanos e a Constituição”, comentou a deputada Celina Leão, presidente da Câmara Legislativa do DF (CLDF),

O presidente do TJDFT, desembargador Mario Machado Vieira Netto, conduziu a solenidade, cuja mesa foi composta ainda pelo procurador-geral de Justiça do Distrito Federal, Leonardo Bessa, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF), Juliano Costa Couto.

Os novos desembargadores ingressaram na magistratura, mediante concurso público, no cargo de Juiz Substituto, em maio de 1993, e ascenderam a juízes titulares em fevereiro de 1996, sendo eleitos para o cargo atual por critérios de antiguidade e merecimento.

Foi por meio da Lei 13.264/2016 que aumentou de 40 para 48 o número de desembargadores do TJDFT, motivada pelo aumento de demandas no 2º Grau de jurisdição, o crescente número de recorribilidade e a elevada judicialização de litígios no DF. Dos oito novos cargos, seis são destinados a juízes de carreira. Os outros dois serão ocupados por desembargadores que ingressam na magistratura local pelo “quinto constitucional” (art. 94 da CF), sendo um membro do Ministério Público do DF e Territórios e um representante da OAB-DF.

O primeiro desembargador brasiliense

Entre os novos desembargadores, pela primeira vez um brasiliense assume o cargo. Sandoval Gomes de Oliveira também foi o primeiro juiz de direito do tribunal nascido na cidade. “É um símbolo do amadurecimento do nosso povo”, destacou o presidente, Mario Machado Vieira Netto, na posse. O governador de Brasília reforçou o feito: “Com o desenvolvimento da cidade, os nascidos aqui passam a ter cada vez mais um papel de relevância”.

Os seis novos desembargadores ingressaram na magistratura por meio de concurso público, no cargo de juiz substituto, em 1993. Depois, em 1996, tornaram-se juízes titulares. Para a promoção, consideraram-se critérios de antiguidade e merecimento.

Lei federal amplia o número de desembargadores do DF

A ampliação no número de desembargadores — que passou de 40 para 48 — foi permitida pela Lei Federal nº 13.264, de 2016, que transformou dez cargos de juiz de direito do TJDFT em oito cargos de desembargador e em um de juiz de direito substituto do segundo grau. O texto da lei afirma que a medida não ocasiona aumento de despesa.

As duas vagas de desembargadores restantes serão ocupadas por um membro do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) e um representante da OAB-DF. Ainda sem data para a posse, o procurador de Justiça Diaulas Costa Ribeiro foi nomeado pelo presidente da República interino, Michel Temer, para ocupar a vaga do MPDFT. A OAB-DF ainda não fez indicações, de acordo com o TJDFT.


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Ricardo Callado29/07/20168min

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O Fundo Partidário pagou R$ 65.981.047,08 aos 35 partidos políticos com registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em julho deste ano. Esse valor é referente a R$ 60.375.717,76 em duodécimos referentes ao mês de julho e R$ 5.605.329,32 a multas arrecadadas com as multas eleitorais pagas em junho.

Em relação ao recebimento de duodécimos, o Partido dos Trabalhadores (PT) recebeu o maior R$ 7.972.580,49. O Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) obteve R$ 6.540.147,35 e o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) recebeu R$ 6.736.120,75.

Já os valores captados com o pagamento de multas eleitorais no mês de junho, o PT, o PMDB e o PSDB também foram os partidos que mais receberam, tendo sido distribuídos, respectivamente, os valores de R$740.180,71, R$ 607.192,44 e R$ 625.386,77.

Doze partidos políticos tiveram valores bloqueados, no total de R$ 824.963,78 – correspondentes aos parlamentares que migraram para o Partido da Mulher Brasileira (PMB). Desse montante, foram bloqueados do Partido dos Trabalhadores (PT) R$ 200.545,22; R$ 26.859,96 do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB); R$ 112.887,59 do Partido Democrático Trabalhista (PDT);  R$ 136.862,16 do Partido Verde (PV); R$ 35.376,21 do Partido Social Cristão (PSC); R$ 37.059,04 do Partido da Mobilização Nacional (PMN); R$ 27.245,39 do Partido Trabalhista Cristão (PTC); R$ 50.358,44 do Partido Social Democrata Cristão (PSDC); R$ 34.872,50 do Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB); R$ 102.582,23 do Partido Republicano Progressista (PRP); R$ 148.981,23 do Partido Republicano da Ordem Social (PROS) e R$ 21.433,81 do Solidariedade (SD).

Fundo Partidário

O Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos, o Fundo Partidário, é composto por multas e penalidades em dinheiro aplicadas de acordo com o Código Eleitoral e outras leis vinculadas à legislação eleitoral; de recursos financeiros que lhes forem destinados por lei, em caráter permanente ou eventual; doações de pessoa física ou jurídica, efetuadas por meio de depósitos bancários diretamente na conta do Fundo Partidário; e dotações orçamentárias da União em valor nunca inferior, cada ano, ao número de eleitores inscritos em 31 de dezembro do ano anterior ao da proposta orçamentária, multiplicados por R$ 0,35 – em valores de agosto de 1995.

As doações de pessoas físicas e jurídicas para a constituição do Fundo Partidário podem ser feitas diretamente aos órgãos de direção nacional, estadual e municipal, que remeterão, à Justiça Eleitoral e aos órgãos hierarquicamente superiores do partido, o demonstrativo de seu recebimento e destinação, juntamente com o balanço contábil. Outras doações, quaisquer que sejam, devem ser lançadas na contabilidade do partido, definidos seus valores em moeda corrente.

A previsão orçamentária de recursos para o Fundo Partidário deve ser registrada junto ao TSE. O Tesouro Nacional depositará, mensalmente, os duodécimos no Banco do Brasil, em conta especial à disposição do TSE. Na mesma conta especial serão depositadas as quantias arrecadadas pela aplicação de multas e outras penalidades em dinheiro, previstas na legislação eleitoral.

Segundo a lei, 5% do total do Fundo Partidário são distribuídos, em partes iguais, a todos os partidos que tenham seus estatutos registrados no TSE, e 95% do total do Fundo Partidário devem ser distribuídos às legendas na proporção dos votos obtidos na última eleição geral para a Câmara dos Deputados.

Mudanças

A Lei nº 13.165/2015 promoveu algumas mudanças no que se refere à aplicação do Fundo Partidário e a sua destinação como forma de incentivo à participação feminina na política.

Segundo o novo texto, os recursos do fundo deverão ser aplicados: “na criação e manutenção de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres, criados e mantidos pela secretaria da mulher do respectivo partido político ou, inexistindo a secretaria, pelo instituto ou fundação de pesquisa e de doutrinação e educação política de que trata o inciso IV, conforme percentual que será fixado pelo órgão nacional de direção partidária, observado o mínimo de 5% do total”.

As verbas do Fundo Partidário devem ser aplicadas na manutenção das sedes e serviços do partido, pagamento de pessoal, a qualquer título, observado, do total recebido, os limites de 50% para o órgão nacional e de 60% para cada órgão estadual e municipal, propaganda doutrinária e política, alistamento e campanhas eleitorais, criação e manutenção de instituto ou fundação de pesquisa e de doutrinação e educação política, sendo esta aplicação de, no mínimo, 20% do total recebido.

Prestação de Contas

Os repasses do Fundo Partidário podem ser suspensos caso não seja feita a prestação de contas anual pelo partido ou reprovada pela Justiça Eleitoral. A prestação de contas anual é determinada pela Constituição Federal e pela Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9096/1995). De acordo com a legislação, cabe à Justiça Eleitoral fiscalizar as contas das legendas e a escrituração contábil e patrimonial, para averiguar a correta regularidade das contas, dos registros contábeis e da aplicação dos recursos recebidos, próprios ou do Fundo Partidário.

As prestações de contas devem conter a discriminação dos valores e a destinação dos recursos recebidos do Fundo Partidário; a origem e o valor das contribuições e doações; as despesas de caráter eleitoral, com a especificação e comprovação dos gastos com programas no rádio e televisão, comitês, propaganda, publicações, comícios e demais atividades de campanha; e a discriminação detalhada das receitas e despesas.

Acesse os valores repassados às legendas: duodécimos de julho e multas de junho de 2016.


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Ricardo Callado29/07/20161min

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Cento e dezoito agentes e 26 escrivães tomaram posse na Polícia Civil do Distrito Federal. A convocação deles saiu no Diário Oficial do DF de 28 de junho. Eles foram aprovados no concurso público de 2013 da corporação — o certame foi homologado em 2014.

O tempo para tomar posse acabou — são contados 30 dias após a publicação oficial. Depois de empossados, os policiais civis tiveram até 15 dias para entrar em exercício.

Todos já estão em atividade, espalhados por diversas delegacias do Distrito Federal.



Ricardo Callado29/07/20165min

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Por Ricardo Callado


As crenças orientam nosso comportamento. Isso não se refere apenas ao religioso, está nas esferas privadas e públicas, materiais e espirituais, formais e informais. Crer é aceitar uma ideologia, técnica, atitude ou explicação de infortúnio sem discussão.

 

São respostas às dificuldades, aos obstáculos ou às aspirações humanas. Procuramos ajustá-las às expectativas pessoais e sociais para preservar nossa segurança diante de uma ordem de difícil interpretação.

 

As crenças não são ignorâncias exclusivas de povos carentes, existem também entre os mais estudados. Elas abrangem desde fé religiosa, até o conhecimento empírico sobre fenômenos físicos, emocionais, sociais e espirituais.

 

Isso inspira argumentos para justificar os eventos avessos à solução provida pelo conhecimento técnico-científico, pois ele não responde a todas as aflições humanas.

 

Enquanto alguns temem gato preto, espelho quebrado ou sal derramado, ou acreditam em almas gêmeas e predestinação, ou ainda tratam suas angústias no divã de psicanalistas, o meio político se aperreia esperando agosto chegar.

 

Agosto mês do desgosto. A rima é fácil e os acontecimentos políticos dos mais variados. Em 16, agosto será lembrado pelo impeachment da petista Dilma Rousseff e pela cassação do seu algoz, o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB). Para o país, será um expurgo, o fim de um ciclo, e a possibilidade de um novo começo.

 

Só para lembrar, foi em agosto o registro de acontecimentos como: suicídio de Getúlio Vargas em 1954; renúncia de Jânio Quadros em 1961; e morte de Juscelino Kubitschek em 1976.

 

No mês ainda pode acontecer a tão falada e esperada prisão do ex-presidente Lula. Para muitos analistas, a hora está chegando, e o petista sabe disso. Até petição ao Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) ele enviou nesta quinta-feira (28). Bateu o desespero.

 

Na política local, agosto promete uma guerra entre o Palácio do Buriti e a Câmara Legislativa. Com o fim do recesso, o governador Rodrigo Rollemberg vai ser alvo de fogo cerrado de adversários políticos. A CPI da Saúde será um desses instrumentos.

 

O vazamento à conta-gotas de conversas privadas entre o vice-governador Renato Santana e a sindicalista Marli Rodrigues é o combustível conveniente para manter o governo sob ataque.

 

A adoção das Organizações Sociais (OSs) na Saúde será outro fato para desgaste do governador. São todos contra, por ideologia ou conveniência. Até os que são a favor.

 

A disputa será política e econômica. Rollemberg resolveu mexer numa caixa preta. A Saúde do DF é explorada por grupos empresariais há décadas. Uma máfia que fará de tudo para não perder seus negócios.

 

Outros interesses políticos se unem para desgastar o governo. Rollemberg terá pela frente uma batalha para se manter vivo politicamente até 18. Suas ações fizeram afastar muita gente que poderia somar. A divisão causa o isolamento e o isolamento faz muito mal ao governo, a qualquer governo.

 

Rollemberg errou em não apostar no diálogo. O afastamento deu margem à união de forças adversárias com aliados descontentes. Além de conspiradores e chantagistas, que procuram sabotar o governo, seja criando situações embaraçosas, ou dando maus conselhos.

 

Agosto será um mês decisivo para o governo Rollemberg. Pode ser o começo do fim, ou o recomeço. O caminho vai depender das ações e reações.

 

Para quem tem suas crenças, agosto é um mês de instabilidade política e todos ficam muito inquietos enquanto setembro não vem…


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Ricardo Callado29/07/20164min
Vicente Salgueiro
Vicente Salgueiro

Por Celson Bianchi, do Alô Brasília


Quais são as principais obras realizadas na cidade de Planaltina?

Ao longo deste um ano à frente da Administração Regional muita coisa já foi feita, principalmente porque contamos com apoio do deputado Agaciel Maia, que muito tem ajudado, destinando recursos para a cidade.

A reforma da Feira do Arapoanga, construção de mais de três mil metros de calçadas, construção de pista de cooper, reforma da base do SAMU, construção de diversas bases de PEC, reformas de parquinhos e construção de estacionamentos em vários pontos da cidade são algumas obras que estamos fazendo na cidade, além de limpeza constante da cidade e operação tapa-buracos nas ruas e avenidas.

Quais são os principais projetos esportivos para a cidade?

Estamos organizando diversos campeonatos pelos bairros da cidade, com escolinha de futebol, envolvendo jovens e crianças. Também estamos trabalhando para reiniciar as obras da Vila Olímpica, que irá abraçar grandes projetos que beneficiarão nossa comunidade, assim como a reforma do estádio de nossa cidade e a construção do Complexo Cultural.

O aniversário de Planaltina está próximo. O que a população pode esperar para este período de festas?

Será um mês com uma vasta programação para toda a comunidade, jovens, adultos, esportistas… Iniciamos no dia 1º, na segunda-feira, na Feira do Produtor Rural, o lançamento do Programa Cidade Limpa pelo governador Rollemberg.
Eventos esportivos, musicais e culturais, exposições, seminários, missa, baile, sessão solene da Câmara Legislativa, desfile cívico, corrida de rua, games e muitos outros eventos estão na programação.

Pistas de cooper, parques infantis, academias ao ar livre já estão à disposição da comunidade, o que significa mais qualidade de vida…

Isso mesmo. Já construímos mais de cinco quilômetros de pistas de cooper. Recentemente concluímos a pista de cooper que contorna todo o Arapoanga, com plantio de árvores e drenagem de águas pluviais. No momento estamos fazendo a pista de cooper das Estâncias, na marginal da DF-128 e vai até a BR-020.
Priorizamos a reforma de parquinhos, com conserto dos brinquedos e troca de areia, fizemos a construção de diversas bases para instalação de Pontos de Encontro Comunitários (PEC) – as academias ao ar livre, que são diversas, espalhadas por toda Planaltina, nos diversos bairros da cidade, levando a oportunidade de muito mais saúde para todos.
Vale ressaltar, que todas essas benfeitorias só têm sido possível graças aos recursos destinados pelo deputado Agaciel Maia, através de emenda ao orçamento do Governo.

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Ricardo Callado28/07/20161min

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O governador Rodrigo Rollemberg determinou alteração do edital do concurso público para ingresso no Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. Caiu o absurdo da exigência onde as mulheres deveriam apresentar laudo do Papanicolau (cientificamente conhecido como colpocitopatologia oncótica, exame ginecológico realizado como prevenção ao câncer do colo de útero e ao HPV) ou comprovar que não tiveram o hímen rompido – ou seja, ainda são “virgens”.

O governador Rollemberg não concordou com o texto e determinou a alteração. A partir de agora basta um atestado médico de um obstetra ou ginecologista que comprove que a candidata ao concurso não haver as condições incapacitantes citadas na alínea “n” do subitem 10.2.1.

O novo edital deve ser divulgado oficialmente nas próximas horas.



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Aos 14 anos, o Blog do Callado é um veículo consolidado, admirado por seus leitores e em sintonia com o público alvo: a população brasiliense. O blog é um site de opiniões e notícias com atualização diária, sem cunho ideológico. Dedica-se a oferecer aprimoramento da informação, com uma audiência qualificada.


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