2016 Janeiro

Bring to the table win-win survival strategies to ensure proactive domination. At the end of the day, going forward, a new normal that has evolved from generation.
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Ricardo Callado31/01/20166min
A CPI do BNDES realiza audiência pública para ouvir o ex-presidente do BNDES Demian Fiocca (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
A CPI do BNDES realiza audiência pública para ouvir o ex-presidente do BNDES Demian Fiocca (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Por Karine Melo – A Câmara dos Deputados e o Senado Federal devem começar 2016 com, pelo menos, 11 Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs). No Senado, quatro já estão em funcionamento e duas aguardam instalação. A partir de fevereiro, as CPIs das Próteses, do HSBC, do Futebol e do Assassinato de Jovens retomarão os seus trabalhos, enquanto a dos Fundos de Pensão e a das Barragens poderão iniciar as atividades. Há ainda, pronto para ser lido no plenário da Casa, o requerimento para a criação da CPI do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que já existe na Câmara e investiga supostas irregularidades em empréstimos do banco, concedidos a empresas investigadas na Operação Lava Jato.

Ao contrário do Senado, onde não há limite para a instalação de CPIs, o regimento interno da Câmara dos Deputados só permite cinco comissões funcionando simultaneamente na Casa. Por isso, além da CPI do BNDES, devem continuar os trabalhos as CPIs do Crimes Cibernéticos, a de Maus-Tratos de Animais, Fundos de Pensão e também a da Funai e Incra. Outros três novos pedidos para criação de CPIs já estão prontos aguardando leitura em plenário para avançar a medida que outras forem encerradas: a do Conselho Administrativos de Recursos Fiscais (Carf), a da Fifa/Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a da Concessão de Seguro Dpvat.

Pouco resultado

Para o analista político e diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto de Queiroz, o fortalecimento de instituições brasileiras como Ministério Público e a Polícia Federal, que passaram da condição de instituições de governo para a de instituições de Estado, com agentes independentes para o cumprimento pleno das competências atribuídas a eles por lei e pela Constituição, esvaziaram as CPIs, que acabaram por perder o protagonismo.

“Não há como uma CPI competir com uma estrutura como a da Polícia Federal e do Ministério Público, que têm instrumentos e pessoas altamente especializadas para fazer investigação. Hoje, o papel da CPI tem menos esse caráter policialesco e mais o de propor mudanças nos marcos regulatórios para impedir que práticas consideradas ilegais, de desvio de conduta, não se repitam no futuro. Se alguém acha que vai criar uma CPI e produzir resultados no sentido de mandar gente para a cadeia, está enganado porque quem melhor faz isso é o Ministério Público, que tem essa atribuição”, disse.

Segundo o analista, o fato de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter passado a conceder habeas corpus permitindo que os convocados ou convidados pudessem ficar calados durante o depoimento também retirou, em grande parte, o apelo que os parlamentares tinham para promover o embate político nesses espaços. “É por isso que se passou a dizer que muitas CPIs terminaram em pizza, seja porque não prenderam, nem expuseram muitos depoentes, seja porque indiciaram menos pessoas”, avaliou.

Foi o que aconteceu, por exemplo, na CPI do Carf do Senado, em 2015, criada para investigar fraudes no órgão, ligado ao Ministério da Fazenda, e que é responsável por julgar os recursos administrativos de autuações contra empresas e pessoas físicas, por sonegação fiscal e previdenciária. Após quase sete meses de trabalho, e sem conseguir avançar nas investigações, a comissão pediu o indiciamento de 28 pessoas: ex-conselheiros, ex-auditores ficais e empresários por crimes como sonegação fiscal e corrupção ativa. Todas elas já são alvo da Operação Zelotes, da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, que investiga alguns conselheiros suspeitos de suspender julgamentos e alterar votos em favor de determinadas empresas, em troca de pagamento de propina.

À época do encerramento da CPI em dezembro, os senadores disseram que a grande contribuição foi elaborar propostas para aperfeiçoar as instituições financeiras e o Sistema Tributário Nacional. As sugestões foram anexadas ao relatório. Uma delas foi a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 112/15) que propõe disciplinar o contencioso administrativo fiscal no âmbito da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Outra proposta é a que recomenda mudanças na legislação para aperfeiçoar o funcionamento do Carf e evitar que se repitam casos de corrupção no órgão.


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Ricardo Callado31/01/20166min

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Talões de cheque estão perdendo espaço, de acordo com pesquisa divulgada pela Febraban

Por Mariana Branco – Apesar da crescente redução no uso do cheque pelos brasileiros em transações financeiras, ele não será extinto. Essa é a avaliação de especialistas consultados pela Agência Brasil. Para eles, o dinheiro de papel continuará tendo uma utilização residual, principalmente em operações nas quais é necessário manter um registro formal do pagamento.

A origem desse meio de negociação, muito popular no Brasil até o fim dos anos 90, é incerta. Segundo o Banco Central, há relatos de que os romanos teriam inventado o cheque, por volta de 352 antes de Cristo. Outras informações dão conta de que o cheque teria nascido na Holanda, por volta de 1.500, quando as pessoas começaram a depositar seu dinheiro com cashiers (caixas).

A única coisa que parece clara é que os talões de cheque estão perdendo espaço. Pesquisa divulgada este mês pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostrou que, em 20 anos, o número de cheques compensados no país despencou 79,84%, passando de 3,3 bilhões, em 1995, para 672 milhões em 2015. Paralelamente, o número de contas bancárias aumentou de 39 milhões, em 1995, para 108 milhões em 2014, uma alta de 176,9% em 19 anos. Ou seja, a derrocada do cheque ocorreu paralelamente a um período de forte inclusão financeira no país.

Segundo o diretor de Operações da Febraban, Walter Farias, o fator decisivo para o abandono do cheque foi a popularização dos meios de pagamento eletrônicos. Ele cita como marco a implementação da Transferência Eletrônica Disponível (TED), em 2002.  “Ali, começou a ter uma migração da utilização de cheques para a TED, que faz com que o dinheiro caia no mesmo dia. O cheque, pode demorar de 24 a 48 horas”, comenta. Ele lembra que a TED começou com um limite mínimo alto, de R$ 5 milhões, para que fosse permitida a transferência.

No entanto, ao longo do tempo, a modalidade foi se tornando mais acessível, até ser eliminada a exigência de limite mínimo para a TED, em 13 de janeiro deste ano. Walter Farias lembra que também houve crescimento maciço na utilização dos cartões. “É mais fácil usar o cartão, tanto de crédito quanto de débito, do que passar um cheque e correr o risco de falsificação”, observa.

O economista Gilberto Braga, professor de finanças da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas Ibmec, concorda que o cheque traz riscos superiores aos das opções mais modernas. Ele lembra que a segurança dos cartões de crédito e débito tem melhorado. “À medida que o tempo passa, o cartão vai ficando mais seguro, são colocados mais mecanismos de proteção”, comenta, citando a introdução do chip. Braga ressalta outras melhorias que influem no conforto e na satisfação dos usuários. “Pode-se usar crédito e débito no mesmo cartão. Antes, tinha que levantar para digitar a senha, hoje [a máquina de ler cartões] é portátil”, diz. Para ele, por tudo isso, o dinheiro de plástico é uma tendência “irreversível”.

Mesmo assim, tanto Gilberto Braga quanto Walter Farias acreditam que o cheque continuará existindo. “Na verdade, o cheque nunca vai morrer. Mas vai ser usado só para grandes transações, em que forem requeridas as formalizações do pagamento. Por exemplo, uma compra e venda de imóvel em que você quer constar na escritura [que foi feito o pagamento]. O cheque você escaneia, copia. Existe uma cultura jurídica dele como meio de pagamento. Uma transferência em dinheiro não deixa evidência muito clara”, comenta Braga.

Walter Farias ressalta que países avançados em transações eletrônicas continuam utilizando o cheque. “Se você pegar países mais desenvolvidos que o Brasil em termos dessas transações, eles usam muito ainda. Não acredito que venha a ser extinto”, comenta. Apesar da queda acentuada na utilização do dinheiro de papel em 20 anos, ele acredita que, de um ano para outro, os números tendem a ser mais equilibrados. Entre 2014 e 2015, segundo a Febraban, a queda no número de cheques compensados ficou em 11%.


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Ricardo Callado31/01/20168min
Foto: Pedro Ventura
Foto: Pedro Ventura

Competição na manhã deste domingo (31) contou com 8 mil inscritos. Outras pessoas correram na pipoca ou ficaram na torcida

Por Paloma Suertegaray – Foco, determinação e amor pelo esporte marcaram a 46ª Corrida de Reis na manhã deste domingo (31) no Eixo Monumental. Aproximadamente oito mil atletas participaram da competição, além de outros dois mil que correram na pipoca (sem inscrição) ou ficaram na torcida, segundo estimativa da Polícia Militar do Distrito Federal. Assim como no ano passado, houve duas provas: uma de categoria adaptada e outra popular de 6 quilômetros e de 10 quilômetros. Apenas os vencedores do trajeto mais longo foram premiados.

A largada foi dada às 9h05, com a participação da secretária-adjunta do Esporte e Lazer, da Secretaria de Educação, Esporte e Lazer, Leila Barros, que também competiu. “Brasília respira esporte, não é apenas a casa do poder. A Corrida de Reis abre o calendário esportivo da cidade e é um evento muito democrático. O público está dando um show”, comentou.

No trajeto de 6 quilômetros, os competidores retornaram na altura da Rodoviária do Plano Piloto. No de 10 quilômetros, eles passaram da Via S1 para a N1 na altura da rodoviária e voltaram perto da Alameda das Bandeiras. O percurso mais longo precisou ser modificado neste ano. Antes, o trajeto de ida pela Esplanada seria feito todo pela S1. A mudança foi necessária para não atrapalhar o fluxo dos ônibus coletivos.

Estreantes e veteranos

O céu azul animou os atletas, que suaram sob o sol quente. A gestora de recursos humanos Luiza Martins, de 32 anos, participou da prova pela primeira vez neste ano, no trajeto de 6 quilômetros, e aproveitou para levar o filho Luiz Carlos, de 5 anos, que ficou na torcida. “Meu marido correu outras vezes e me incentivou a fazer a inscrição. Gostei muito do clima do evento, animado e com boa estrutura”, elogiou.

Cerca de meia hora depois do início da corrida, os primeiros competidores começaram a cruzar a linha de chegada. O atleta José Rodrigo Vieira da Silva, de 21 anos, venceu a categoria popular masculina de 10 quilômetros. Ele pratica o esporte há sete anos e já esteve na Corrida de Reis outras vezes. “Me inscrevi novamente para treinar. Chegar em primeiro lugar é uma experiência excelente.”

Além da secretária-adjunta do Esporte e Lazer, estavam presentes no evento a secretária da Segurança Pública e da Paz Social, Márcia de Alencar Araújo, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marcos Antônio Nunes de Oliveira, e o presidente do Banco de Brasília, Vasco Cunha Gonçalves.

Estrutura

Segundo organizadores, o evento contou com cerca de 100 policiais militares, 80 bombeiros e 40 garis, além de 5 ambulâncias — duas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e 3 contratadas pela Secretaria-Adjunta do Esporte e Lazer. O percurso foi fechado pouco depois das 6 horas e liberado em torno das 11 horas.

A corrida custou R$ 430 mil. Desses, aproximadamente R$ 77 mil foram usados para a estrutura (como o palco da premiação) e vieram da Secretaria de Educação, Esporte e Lazer. O restante (R$ 353 mil) foi financiado por patrocinadores.

Em razão da situação financeira do governo de Brasília, não houve premiação em dinheiro. Todos que concluíram a corrida receberam medalhas, e os primeiros colocados do percurso de 10 quilômetros ganharam troféus. O resultado dos que fizeram os 6 quilômetros será liberado no site da Secretaria-Adjunta do Esporte e Lazer, até amanhã (1º).

Em 28 e 29 de janeiro, foram entregues kits com camiseta, número de identificação e chip eletrônico — que cronometra tempo e colocação. Além disso, em torno de 40 toneladas de alimentos não perecíveis foram doados por participantes e encaminhados ao Banco de Alimentos da Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF).

Histórico

Criada com o objetivo de trazer à capital do País atletas de outras unidades da Federação e corredores internacionais que vinham ao Brasil disputar a São Silvestre, em São Paulo, a Corrida de Reis teve a primeira edição em 6 de janeiro de 1971. A largada ocorreu no fim do Eixo Rodoviário Sul, e a chegada, na W3 Sul, no Setor de Rádio e TV, com a participação de 42 pessoas.

No ano seguinte, a competição foi transferida para a W3 e, tempos depois, ganhou o Eixo Monumental. A partir de 2011, a prova, que sempre era no fim de semana mais próximo de 6 de janeiro (Dia de Reis), passou a ser no último sábado do mês.

 

Confira os vencedores do percurso 10 quilômetros da 46º Corrida de Reis:

Popular masculino

1º – José Rodrigo Vieira – 34m54s

2º – Rener da Silva Lopes – 33m06s

3º – Luis Felipe Leite Barbosa – 33m29s

4º – Valdenor Pereira dos Santos – 33m50s

5º – Roque Lane de Almeida – 33m52s

Popular feminino

1º – Rosiane Xavier – 37m03s

2º – Lucelia Peres – 38m52s

3º – Nayara Luniere – 39m03s

4º – Lorena Nunes – 40m11s

5º – Rosilene Alves – 40m13s

Adaptada masculino

1º – Aniceto Antônio Reis de Souza – 33m48s

2º – Giovani Aparecido Camilo – 36m03s

3º – Carlos Lustosa de Queiroz – 36m25s

Adaptada feminino

1º – Maria da Conceição Reis de Souza – 55m40s

2º – Maria Cristina Oliveira Brasil – 1h08m22s

3º – Maria Terezinha Franco – 1h23m52s

Cadeirante

1º – Dave Raposo Lemos – 38m02s


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Ricardo Callado30/01/20162min
Líder da Rede Sustentabilidade, deputado Chico leite
Líder da Rede Sustentabilidade, deputado Chico leite

As emendas são destinadas implantação e reforma de praças, quadras e campos de futebol

O deputado Chico Leite (Rede) destinou, por intermédio do Orçamento Participativo de seu Mandato, R$ 1 milhão 180 mil em emendas orçamentárias para equipamentos de uso coletivo, construção, reforma e revitalização de praças e construção e reforma de espaços poliesportivos.

As emendas, que serão aplicadas neste ano, visam trazer qualidade de vida para a população. Para Chico Leite, é uma área que não pode ser esquecida pelo governo. “A construção de equipamentos de uso coletivo, como praças, é importante para a qualidade de vida das cidades”, afirma.

Confira o a relação de emendas destinadas ao setor pelo parlamentar para 2016:

  • R$ 450 mil para construção de campo de futebol society na QNN 23/25, na Ceilândia;
  • R$ 100 mil para revitalização da praça da QNO 20, na Ceilândia;
  • R$ 150 mil para construção de quadras de esportes na QNP 16, área especial, na Ceilândia;
  • R$ 100 mil para reforma da quadra poliesportiva da EQNN 8/10, na Ceilândia;
  • R$ 80 mil para conclusão da obra do depósito do campo de futebol society da Vargem Bonita, no Park Way;
  • R$ 100 mil para urbanização e arborização da praça da quadra 304, no Recanto das Emas;
  • R$ 200 mil para revitalização do complexo esportivo da quadra 6, de Sobradinho.

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Ricardo Callado30/01/20162min

Rollemberg-e-Santana

 

Por Helena Mader, do CB Poder – As críticas do vice-governador Renato Santana ao programa de combate à dengue do GDF repercutiram mal entre a cúpula do Palácio do Buriti. “Achei desagradável. É preciso ter cuidado com as palavras”, afirmou o governador Rodrigo Rollemberg. “Não sei a quem ou a que ele se referiu. O que eu sei é que há um trabalho intenso de combate à dengue, com centenas de servidores nas ruas, além de homens do Exército. Tenho acompanhado esse trabalho pessoalmente”, acrescentou.

O governador citou que, no ano passado, apenas três unidades da Federação conseguiram reduzir os casos de dengue e o DF foi uma delas. “Ainda é cedo para avaliar nossas ações este ano. Em janeiro do ano passado, houve 100ml de chuva. Até agora, já foram 360, quase quatro vezes mais “.

Esta semana, a cunhada do vice-governador Renato Santana, Maria Cristina Santana, morreu com suspeita de dengue hemorrágica. Em um texto no Facebook, o vice fez críticas ao programa de combate à doença no DF. “Quantas Cristinas morrem todos os dias pela economia, equivocada, em alguns momentos, de dinheiro na crise enquanto alguns tecnocratas ainda persistem em não se mexer para ver que o mundo real é muito diferente da bolha de gabinetes?”


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Ricardo Callado30/01/20163min

 

Auditores fiscais do Ibram encaminhando aves apreendidas ao Cetas/Ibama
Auditores fiscais do Ibram encaminhando aves apreendidas ao Cetas/Ibama

 

O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) deflagrou na quinta-feira (28), operação visando desarticular o tráfico de animais silvestres na Cidade Estrutural. A ação foi baseada em denúncias e em levantamentos realizados por auditores fiscais do Instituto e contou com o apoio do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) e do 4º Batalhão da Polícia Militar.

A operação, batizada com o nome Desestruturar, culminou na apreensão de 46 aves silvestres, 7 armadilhas e na aplicação de multa, em aproximadamente 40 mil reais. Uma pessoa foi conduzida para a delegacia, portando, um pássaro silvestre e munição, ambos sem autorização.

Entre os animais apreendidos havia galos de campina, pássaros nativos do bioma Caatinga, indicando o fluxo de tráfico do Nordeste para o Distrito Federal. Foram encontrados também, pelo menos cinco aves com sinais de maus-tratos, em gaiolas extremamente sujas ou com vários ferimentos na região do bico, o que é típico de animais recém-capturados na natureza.

Criadores cadastrados

Dentre as vistorias realizadas em endereços de criadores cadastrados, em mais de 70% havia algum tipo de irregularidade. Chama a atenção, o fato de terem sido encontrados alçapões, ave com anilha falsificada, além de sete animais sem anilha sob a posse de criadores cadastrados no órgão ambiental.

“Muitos criadores cadastrados têm cometido abuso da autorização, utilizando-se de animais silvestres legais para acobertar crimes contra a fauna”, afirma a Gerente de Fiscalização de Fauna do Ibram, Luiza Brasileiro.

“Um dos fatores mais preocupantes é o fato dessa aparente ‘legalidade’ muitas vezes passar despercebida pelos legisladores que acabaram de votar um Projeto de Lei (PL 153/2015) que facilita, em muito, o tráfico de animais silvestres, além de dificultar a ação da fiscalização”, completa Luiza.

Todos os animais apreendidos foram entregues no Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama e, após avaliação por médico veterinário, poderão ser soltos na natureza.


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Ricardo Callado30/01/20163min
Foto: Gabriel Jabur
Foto: Gabriel Jabur

 

Estimativa é da Ceasa-DF, responsável pela distribuição dos produtos a entidades socioassistenciais. Oito mil pessoas se preparam para participar da competição na manhã deste domingo

40 toneladas de alimentos foram arrecadadas durante inscrições da Corrida de Reis

A Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF) estima que 40 toneladas de alimentos não perecíveis foram entregues na quinta (28) e na sexta-feira (29) pelos cerca de 8 mil competidores que participarão neste domingo (31) da 46ª Corrida de Reis. Para retirar o kit e efetivar a inscrição, cada pessoa doou cinco quilos.

Os produtos foram encaminhados ao Banco de Alimentos da empresa pública, que fará a distribuição para entidades socioassistenciais previamente cadastradas. De acordo com a Ceasa, mais de 43 mil pessoas devem ser beneficiadas com a entrega.

Cadastro

As instituições interessadas em se cadastrar como beneficiárias do Banco de Alimentos não podem ter fins lucrativos e devem atender a requisitos como ter estatuto próprio, Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), ata do presidente e registro no Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional da Presidência da República. Mais informações pelo telefone (61) 3363-1204 ou pelo e-mail bancodealimentos@ceasa.df.gov.br.

Corrida

A largada será às 9 horas entre o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha e o Ginásio Nilson Nelson, no Eixo Monumental. Assim como no ano passado, serão duas provas: uma de categoria adaptada e outra popular de 6 quilômetros e de 10 quilômetros.

No percurso de 6 quilômetros, os participantes retornarão na altura da Rodoviária do Plano Piloto. Na corrida de 10 quilômetros, os atletas passarão da Via S1 para a N1 na altura da rodoviária e voltarão perto da Alameda das Bandeiras, na Esplanada dos Ministérios.

Em razão da situação financeira do governo de Brasília, não haverá premiação em dinheiro. Todos receberão medalhas e haverá troféus para os cinco primeiros colocados da categoria popular e os três primeiros da categoria adaptada.

A competição custará R$ 430 mil. Cerca de 17%, aproximadamente R$ 77 mil, vêm do governo local — recurso da Secretaria de Educação, Esporte e Lazer destinado à estrutura como palco para a premiação, grades e banheiros químicos. O restante — R$ 353 mil — será financiado por patrocinadores.


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Ricardo Callado30/01/20162min

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Foi lançado na noite desta sexta-feira o blog Agenda Capital. A apresentação aconteceu no Paul Restaurant, em Aguas Claras, com a presença de jornalistas e políticos. A chegada do novo site traz grande expectativa a nossa blogosfera local. Sob a responsabilidade de Delmo Menezes, teólogo, gestor público especialista em relações institucionais, dentre tantas outras qualificações, e tendo exercido vários cargos nas diversas esferas do poder local e nacional.

“O Agenda Capital será um espaço não apenas de indicar deficiências, mas, principalmente, um instrumento que proponha o debate, a reflexão e que leve à solução dos problemas do nosso DF e Entorno”, destacou o jornalista e cientista político Francisco Lima Jr, presidente da Associação Brasiliense dos Blogueiros de Política (ABBP).

Desejo assim, todo o sucesso e aguardo com muita satisfação, os conteúdos que serão “agendados” em Agenda Capital, o mais novo membro da ABBP.

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Ricardo Callado29/01/20163min

 

Foto: Mayke Toscano/GCOM-MT
Foto: Mayke Toscano/GCOM-MT

 

Nesta segunda-feira (1º) acontece, em Brasília, a segunda reunião do Fórum Permanente de Governadores. A iniciativa tem o objetivo de construir uma agenda comum que possa melhorar o ambiente econômico do país e a situação financeira dos Estados. Todos os govenadores foram convidados para o encontro, que será às 15h, na Residência Oficial de Águas Claras.

O primeiro encontro do Fórum Permanente de Governadores foi realizado no dia 28 de dezembro. Após a reunião, os governadores apresentaram ao ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, uma lista com seis ações para ajudar os estados e o Distrito Federal a superarem a crise econômica nacional:

– Retomada das operações de crédito que necessitam de autorização do Governo Federal;

– Utilização dos recursos de compensação previdenciária a que os estados têm direito para abater dívidas com a União;

– Rediscussão do refinanciamento das dívidas com a União, a partir de novo indexador;

– Autorização para que os estados, o Distrito Federal e os municípios possam cobrar das seguradas de planos de saúde os atendimentos na rede pública de pacientes conveniados;

– Criação de um fundo garantidor federal para promover parcerias público-privadas;

– Prorrogação dos prazos para pagamento de precatórios de cinco para dez anos e a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC)74/2015, que permite a utilização de 40% dos recursos de depósitos judiciais para pagamento de precatórios.

O primeiro resultado do Fórum Permanente de Governadores foi a publicação do decreto nº 8.616, de 29 de dezembro de 2015, atendendo à reivindicação sobre novos critérios de indexação dos contratos de financiamento de dívidas celebrados entre a União e os estados, o Distrito Federal ou os municípios.

 

Serviço:

Fórum Permanente de Governadores

Data: 1º/2

Horário: 15h

Local: Residência Oficial de Águas Claras


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Ricardo Callado29/01/20163min

artigo

Por Janine Brito

 

Embora já esperado, o empresariado brasileiro assumiu a política do mínimo risco: conhecer os desafios, as instabilidades sociais a que estão sujeitos, bem como os recursos que conta para encarar tais situações com menor dano pessoal e social possível.

Claramente, os empresários estão céticos em face da turbulência econômica, sobretudo com a atuação do governo atual, e esperam receber boas notícias antes de tocar qualquer negócio.

Especialmente preocupantes são as articulações da União e estados para ressuscitar impostos. Como consequência do mesmo, a produção e o emprego não desenvolvem, negativando ainda mais os resultados: menos renda, mais desemprego e déficit público.

A confiança do empresário reduziu 7,9 pontos se comparado ao levantamento realizado um ano antes, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A entidade baseou sua análise em entrevistas com mais de 2 mil empresas (pequeno, médio e grande porte) entre 4 e 13 de janeiro.

Nesse panorama, o ajuste fiscal para cobrir o rombo das contas públicas é medida que afronta e causa indignação ao Setor Produtivo, a quem é imposta, novamente, uma conta que não é sua. Por outro lado, o ajuste fiscal é a saída emergencial que o governo encontrou para equilibrar os cofres públicos. Evidentemente existem outras muito mais saudáveis.

Em termos de sobrevivência, a nível estratégico do varejo em geral, os quatro maiores desafios das empresas são, em ordem: investir em diferenciação; incentivar a fidelização de clientes; trabalhar, preferencialmente, sob demanda; e ampliar a comunicação. A gestão de equipe e as promoções, por exemplo, são diferenciais que não podem faltar numa empresa. Gerir bem é o que vai dar resultado para os seus funcionários e, principalmente, para os clientes. A publicidade é questão de visão, opção e custo: 57% das empresas varejistas apostam em eventos e promoções para fidelizar o cliente, o que na minha opinião é imprescindível sempre.

Antes de cogitar fechar a empresa, esgotem todas as alternativas para driblar a crise e aprender com ela. Empreender nunca foi tarefa fácil e não condiz com o espírito de derrota que ronda muitos corações empresariais. Não desistamos dos nossos sonhos e da nossa vontade de vencer. Pra frente é que se anda!

 

  • Diretora executiva da Ferragens Pinheiro


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Aos 14 anos, o Blog do Callado é um veículo consolidado, admirado por seus leitores e em sintonia com o público alvo: a população brasiliense. O blog é um site de opiniões e notícias com atualização diária, sem cunho ideológico. Dedica-se a oferecer aprimoramento da informação, com uma audiência qualificada.


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