Arquivos Polícia Federal - Blog do Callado

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Ricardo Callado19/06/20184min

Edital publicado com 500 vagas e salários chegam a R$30 mil

Concursandos interessados em uma carreira policial estão comemorando a divulgação do edital para o concurso público da Polícia Federal, com o total de 500 vagas de nível superior, sendo 150 para Delegado, 60 para Perito Criminal, 80 para Escrivão, 30 para Papiloscopista e 180 para Agente.

Para os Agentes, Papiloscopistas e Escrivães, na segunda classe, as remunerações, com o benefício, são de R$ 12.940,69 em 2018, indo para R$ 13.502,41 em janeiro de 2019. Para a primeira classe, R$ 15.067,83 em 2018, indo para R$ 15.725,27 em 2019. Na classe especial, R$ 18.306,60 em 2018, mudando para R$ 19.109,79 em 2019. Já para Perito e Delegado, na segunda categoria, R$ 23.710,07 em 2018, indo para R$ 24.756,42 em 2019. Na primeira, R$ 27.105,60 em 2018, indo para R$ 28.304,74 em 2019. Finalmente, na classe especial, R$ 30.062,70 em 2018, indo para R$ 31.394,91 em 2019.

O professor e especialista em Direito Penal do IMP Concursos, Carlos Alfama, dá algumas dicas para quem vai concorrer a uma vaga. Segundo ele, entre os pontos positivos da carreira está a possibilidade de atuar no combate à corrupção, a existência de um plano de carreira com uma excelente remuneração e a atividade dinâmica da polícia.

Confira abaixo todas as dicas dadas pelo especialista:

Acredita que quem iniciar os estudos agora consiga passar? 

Com certeza! O edital é extenso, mas começando a preparação com antecedência é possível obter a aprovação.

Será um concurso muito concorrido?
Sim, o Departamento de Polícia Federal é um dos órgãos mais respeitados do serviço público e há milhares de pessoas que sonham em ocupar um dos seus cargos.

Quais as disciplinas que devem ter maior atenção?
As criminais, com certeza: Penal, Processo Penal e Legislação Penal Especial.

O concurso conta com prova objetiva, prova discursiva e prova oral, certo? Quais as dicas essenciais para cada etapa?

Para todas as provas é importante que o candidato faça um estudo aprofundado de todos os tópicos do edital, além da resolução de muitas questões.

Para finalizar, alguma dica pessoal?

Comecem a preparação agora. Mudem a rotina e se dediquem o máximo possível a esse sonho. Vai valer a pena!


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Ricardo Callado12/06/20182min

Operação investiga fraudes na concessão de registros sindicais

A Polícia Federal realiza hoje (12) busca e apreensão no gabinete da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ), investigada por suposta participação em fraudes na concessão de registros sindicais no Ministério do Trabalho.

Os agentes chegaram à Câmara dos Deputados antes das 7h. A ação da PF faz parte faz parte da segunda fase da Operação Registro Espúrio, que investiga a atuação da organização criminosa responsável pelo esquema. A primeira fase da operação ocorreu em maio.

A PF cumpre também mandados expedidos pelo Supremo Tribunal Federal em outros endereços ligados à deputada no Rio de Janeiro. Segundo a PF, ainda serão expedidas medidas cautelares para impedir que os investigados na Operação tenham contato com servidores do ministério.

A Agência Brasil tentou contato com a deputada e sua assessoria, mas ainda não obteve retorno.

Em nota, a assessoria de Cristiane Brasil disse que a deputada foi surpreendida pela operação e que espera que os fatos sejam esclarecidos em breve. Segundo o texto, a deputada não tem papel nas decisões tomadas pelo Ministério do Trabalho. “Espero que as questões referentes sejam esclarecidas com brevidade e meu nome limpo”, diz Cristiane Brasil.


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Ricardo Callado30/05/20183min

O Ministério Público Federal e Polícia Federal estão cumprindo hoje (30), em Brasília, na Câmara dos Deputados, mandados de busca e apreensão nos gabinetes dos deputados Paulinho da Força (SD-SP), Jovair Arantes (PTB-GO) e Wilson Filho (PTB-PB). Todos são investigados por fraudes no sistema de registro sindical.

De acordo com a PF, a ação representa a fase ostensiva da Operação Registro Espúrio, e foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin.

As investigações já duram cerca de um ano, e revelam um “amplo esquema de corrupção dentro da Secretaria de Relações de Trabalho do Ministério do Trabalho, com suspeita de envolvimento de servidores públicos, lobistas, advogados, dirigentes de centrais sindicais e parlamentares”, informou a PF por meio de nota.

Segundo o Ministério Público Federal, sedes nacionais de dois partidos políticos e de centrais sindicais também são alvos da operação. Também por meio de nota, o MPF informa terem sido ordenadas “medidas cautelares diversas à prisão” contra os parlamentares.

Segundo a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, foi identificada pela Polícia Federal a existência de um esquema criminoso estruturado em cinco núcleos de atuação: administrativo, político, sindical, captador e financeiro.

Fraudes

Na petição enviada ao STF, Dodge menciona, como exemplo das fraudes, pagamentos que envolviam valores que chegaram a R$ 4 milhões pela liberação de um único registro sindical.

A nota divulgada pelo MPF hoje informa que, desde 2017, parte do grupo criminoso responde a uma ação por improbidade administrativa em andamento na Justiça Federal, em Brasília.

Cerca de 320 policiais federais estão cumprindo 64 mandados de busca e apreensão, 8 mandados de prisão preventiva e 15 mandados de prisão temporária, além de outras medidas cautelares.

Os mandados estão sendo cumpridos no Distrito Federal, São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais.


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Ricardo Callado15/05/20183min

A Polícia Federal deflagrou (15) a Operação Efeito Dominó, um desdobramento da Operação Spectrum, iniciada em julho de 2017, que desarticulou uma estrutura estabelecida para o tráfico internacional de drogas.

Cerca de 90 policiais cumprem 26 ordens judiciais, sendo 18 de busca e apreensão, cinco de prisão preventiva e três de prisão temporária nos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará, Paraíba, Mato Grosso do Sul e São Paulo, além do Distrito Federal.

Durante as investigações da Operação Spectrum, a PF desarticulou uma estrutura criminal criada visando o tráfico internacional de drogas. Esse esquema era comandado por Luiz Carlos da Rocha, mais conhecido como Cabeça Branco. Ele era tido como um dos maiores traficantes da América do Sul, tendo conexões em dezenas de outros países.

Doleiros

Por meio de nota, a PF informou hoje que as investigações demonstram “robustos indícios acerca do modus operandi [modo de operação] da organização criminosa, consistente na convergência de interesses das atividades ilícitas dos “clientes dos doleiros” investigados, pois de um lado havia a necessidade de disponibilidade de grande volume de reais em espécie para o pagamento de propinas e de outro, traficantes internacionais como Luiz Carlos da Rocha possuíam disponibilidade de recursos em moeda nacional e necessitavam de dólares para efetuar as transações internacionais com fornecedores de cocaína”.

Dois doleiros tinham atuação “concreta e direta” com o grupo criminoso. Ambos eram conhecidos desde a Operação Farol da Colina (caso Banestado) e na Lava Jato. De acordo com os investigadores, eles foram alvos de investigações pela mesma prática criminosa.

“Quanto ao operador financeiro (doleiro) já investigado da Operação Lava Jato, chama atenção o fato de ter retornando às suas atividades ilegais mesmo tendo firmado acordo de colaboração premiada com a Procuradoria Geral da República e posteriormente homologado pelo Supremo Tribunal Federal. A Procuradoria Geral da República e o Supremo Tribunal Federal serão comunicados sobre a prisão do réu colaborador para avaliação quanto à “quebra” do acordo firmado”, diz a nota da PF.

Com a operação de hoje, a PF pretende reunir informações complementares da prática dos crimes de lavagem de dinheiro, contra o Sistema Financeiro Nacional, organização criminosa e associação para o tráfico internacional de entorpecentes.


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Ricardo Callado11/05/201811min

Suspeita é de que contratos foram superfaturados em R$ 208 milhões. Na primeira fase, alvo foi corrupção no Mané Garrincha

Por Ana Paula Andreolla e Gabriel Luiz, TV Globo e G1 DF

Polícia Federal realiza nesta sexta-feira (11) a segunda fase da Operação Panatenaico, que apura fraude na licitação das obras do BRT Sul no Distrito Federal. Agentes públicos e empresas estão na mira. A suspeita da PF é de que os contratos tenham sido superfaturados em R$ 208 milhões.

Nesta sexta, a PF cumpre 15 mandados de busca e apreensão, sendo 13 em Brasília, 1 em Ribeirão Preto (SP) e 1 na capital paulista.

Policiais federais em frente a prédio do SIA, em dia da segunda fase da operação Panatenaico (Foto: Reprodução/TV Globo)
Policiais federais em frente a prédio do SIA, em dia da segunda fase da operação Panatenaico (Foto: Reprodução/TV Globo)

Nesta fase, não há prisão. A primeira investigou desvio de dinheiro público na construção do Estádio Nacional Mané Garrincha. Os ex-governadores Agnelo Queiroz (PT) e José Roberto Arruda (PR) são réus em decorrência das apurações.

De acordo com a PF, foi constatado “direcionamento e a fraude no processo licitatório”. A corporação também citou auditorias do Tribunal de Contas do DF e da Controladoria-Geral do DF que apontaram um superfaturamento de R$ 208 milhões – 25% do custo total da obra.

Policiais federais em prédio no SIA (Foto: Reprodução/TV Globo)

Policiais federais em prédio no SIA (Foto: Reprodução/TV Globo)

São investigados os crimes de corrupção passiva e ativa, associação criminosa, fraudes licitatórias e lavagem de dinheiro.

Ainda segundo a corporação, houve uma mudança na estratégia, “em razão da dimensão dos desvios investigados, da complexidade dos crimes e do volume de documentos que se projeta encontrar”.

Por isso, vai fazer a análise dos documentos e mídias apreendidos nos próprios locais de busca. A mudança deve criar “novas possibilidades investigativas e aumentando a agilidade, eficácia e a transparência do trabalho de investigação policial”.

O nome da operação é uma referência ao estádio da Grécia antiga “Panatenaico”, que sediou as competições anteriores à Olimpíada.

Delações

O BRT Sul (Expresso DF) liga as regiçoes de Santa Maria, Gama e Park Way ao centro de Brasília. Segundo os delatores, a proposta de cobertura na licitação da obra foi marcada por irregularidades.

A delação da Odebrecht, que fez parte do consórcio vencedor, menciona o envolvimento de “outras empresas”, sem detalhamento, e cita um encontro entre diretores dessas empresas, o então governador Arruda e o então secretário de Obras do DF, Márcio Machado. À época da delação, Machado disse que não poderia se pronunciar sobre a citação.

A construção do Expresso DF Sul começou no governo Arruda, em 2011, com a previsão de que o transporte poderia ser utilizado na Copa das Confederações, em 2013. Após uma série de adiamentos e mudanças no projeto, os ônibus começaram a operar em fase de testes em abril de 2014. O valor total das obras superou os R$ 750 milhões.


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Ricardo Callado10/05/20183min
Brasília – A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (25) a 6ª fase da Operação Zelotes. Os policiais estão nas ruas para cumprir 20 mandados de condução coercitiva, quando a pessoa é levada à delegacia para prestar depoimento e, em seguida, é liberada; e 18 de busca e apreensão, além de duas oitivas autorizadas judicialmente no Complexo da Papuda, em Brasília. (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Policiais federais estão hoje (10) nas ruas de seis cidades desde cedo numa operação contra crimes cometidos por meio da internet. Os investigados na Operação Bravata vão responder pelos crimes de associação criminosa, ameaça, racismo e incitação ao crime.

De acordo com a Polícia Federal (PF), os suspeitos utilizavam sites e fóruns mantidos na internet com objetivo de incentivar a prática de crimes, como estupro, assassinato de mulheres e negros e atos de terrorismo.

Segundo a PF, existem também evidências de que os investigados foram responsáveis por “ameaças de bomba encaminhadas a diversas universidades do país”.

Operação Intolerância

A ação desta quinta-feira é um desdobramento da Operação Intolerância, realizada em 2012, que investigou pessoas envolvidas nos mesmos crimes. Na ação de hoje, a polícia constatou que os indivíduos investigados aparentemente mantinham relações com os que foram presos na operação de 2012, inclusive com o uso dos mesmos sites e novas páginas na internet.

Cerca de 60 policiais federais cumprem um mandado de prisão preventiva e oito de busca e apreensão nas cidades de Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e Vila Velha, no Espírito Santo.

De acordo com a PF, no nome da operação, Bravata, refere-se à maneira com que os suspeitos intimidavam suas vítimas, com “ameaças de maneira insolente, fanfarrice, comportamento de quem ostenta suas próprias qualidades, ação da pessoa presunçosa, arrogante e modo de agir de quem faz alarde de uma coragem que não possui”.


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Ricardo Callado09/05/20182min

A Polícia Federal deflagrou hoje (9) uma operação que investiga desvio de recursos do governo federal para a educação, especificamente para a compra de merenda escolar, uniformes, material didático e outros, em 30 municípios dos estados de São Paulo, Paraná e Bahia, além do Distrito Federal.

Segundo as investigações, cinco grupos criminosos agiam em prefeituras, por meio de lobistas, direcionando licitações. São cumpridos, hoje, 154 mandados de busca e apreensão, além de afastamentos preventivos de agentes públicos e suspensão de 29 contratos de empresas suspeitas.

CGU identifica 65 contratos suspeitos

Há indícios do envolvimento de 85 pessoas, sendo 13 prefeitos, quatro ex-prefeitos, um vereador, 27 agentes públicos não eleitos e 40 pessoas da iniciativa privada. A Controladoria Geral da União (CGU) identificou, ao longo das investigações, 65 contratos suspeitos, cujos valores ultrapassam R$ 1,6 bilhão.

A operação tem o nome de Prato Feito. As medidas foram expedidas pela 1ª Vara Criminal Federal de São Paulo e pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região. O inquérito foi instaurado em 2015, quando o Tribunal de Contas da União descobriu fraudes em licitações de fornecimento de merenda escolar em diversos municípios paulistas.

Os investigados poderão responder pelos crimes de fraude a licitações, associação criminosa e corrupção ativa e corrupção passiva, com penas que variam de 1 a 12 anos de prisão.


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Ricardo Callado28/04/20183min
Para Rafael Greca, o local oferece riscos a população e a própria Polícia Federal – Divulgação/Rafael Greca

Após ataque a tiros ao acampamento de apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na madrugada de hoje (28), em Curitiba, a Procuradoria-Geral do Município reiterou pedido à Justiça Federal do Paraná para que o ex-presidente seja transferido da Superintendência da Polícia Federal. Lula está preso no local desde o dia 7 de abril.

No pedido, a procuradoria cita o tiroteio que deixou dois integrantes do acampamento feridos, fato que motivou uma manifestação com barreira de fogo na Rua Mascarenhas de Morais e interrompeu por horas o trânsito na região.

Em 13 de abril, a Procuradoria-Geral do Município já havia solicitado a transferência. Os motivos alegados foram os transtornos causados aos moradores do Bairro Santa Cândida, onde fica a sede da Polícia Federal, além de problemas de segurança devido a manifestações pró e contra Lula nas ruas próximas ao local, o que tem resultado em reclamações dos moradores da região.

A prefeitura de Curitiba divulgou nota no início da tarde deste sábado  com uma declaração do prefeito Rafael Greca. Na nota, Greca manifesta preocupação com a presença do ex-presidente Lula em um local de grande movimentação como a superintendência da Polícia Federal. “O local oferece risco, transtorno à população, aos funcionários da própria PF e atrapalha a rotina de prestação de serviços aos brasileiros que precisam da emissão de passaportes”, disse o prefeito.

Repercussão

Também por meio de nota, a Força Sindical repudiou o ataque ao Acampamento Lula Livre. No texto, a Força exigiu “a imediata apuração e punição dos responsáveis”. Acrescentou que  “a violência e a covardia contra atos e manifestações democráticas ferem a Constituição e reforçam práticas autoritárias, antissociais e que, neste momento eleitoral, tumultuam o ambiente político e desestabilizam o país”.

A Força Sincial também defendeu o livre direito à manifestação, à liberdade de pensamento e o fortalecimento ao estado de direito.

O ataque deixou duas pessoas feridas. Uma foi atingida no pescoço por um tiro e outra ferida no ombro por estilhaços. A Secretaria de Segurança Pública de Curitiba informou que, segundo as primeiras informações, uma pessoa a pé efetuou disparos de arma de fogo.


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Ricardo Callado20/04/20181min

O diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, autorizou a realização de concurso público para 500 vagas para as cinco carreiras policiais. De acordo com o órgão, o edital de abertura das inscrições, previsto para ser publicado em até seis meses, informará que para todos os cargos será necessário diploma de curso superior.

A portaria prevendo as novas vagas foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (20). Serão 150 vagas para o cargo de delegado; 60 para o cargo de perito criminal federal; 80 para escrivão; 30 para papiloscopista e 180 para agente de polícia federal.


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Ricardo Callado17/04/20183min

Já estão em Curitiba, os senadores da comissão externa criada para verificar as condições de encarceramento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos demais presos na sede da Superintendência da Polícia Federal. A previsão é que, às 14h, o grupo inicie a inspeção do local.

Ao todo, 14 senadores estão na capital paranaense: as senadoras Regina Souza (PT-PI), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Casa; Ângela Portela (PDT-RR), Fátima Bezerra (PT-RN), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lídice da Mata (PSB-BA), Vanessa Grazziotin (PcdoB-AM); e os senadores: Humberto Costa (PT-PE), João Capiberibe (PSB-AP), José Pimentel (PT-CE), Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Paim (PT-RS), Paulo Rocha (PT-PA), Roberto Requião (PMDB-PR) e Telmário Mota (PTB-RR). O único do PT que não está na comitiva é o senador Jorge Viana (AC), que está em missão oficial no Japão.

Segundo o senador João Capiberibe, os parlamentares terão uma audiência com a juíza federal da 12ª Vara da Subseção Judiciária de Curitiba, Carolina Lebbos, a mesma que, na semana passada, negou o pedido de 11 governadores de estado que foram à Curitiba para visitar Lula.

Os senadores querem saber da juíza quais são as regras no cumprimento da pena. “Independentemente de posições políticas, há de se reconhecer que Lula é a maior liderança popular do Brasil. Ele responde a um processo cheio de dúvidas e contestações em torno da condenação e preservar integridade física e psicológica do ex-presidente é muito importante”, avaliou Capiberibe.

Segundo a senadora Vanessa Grazziotin, a expectativa é a de que o grupo se reúna com o ex-presidente. O tempo de duração da diligência e da visita ainda não foram informados ao grupo.

Em pronunciamento no plenário, ontem (16), o senador Paulo Paim afirmou que todos os parlamentares arcarão com os custos da viagem a Curitiba. Lula está preso na Superintendência da PF, em Curitiba, desde o dia 7 de abril, após condenação em segunda instância por lavagem de dinheiro e corrupção passiva.



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