Arquivos Palácio do Buriti - Blog do Callado

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Ricardo Callado10/05/201810min

Em Brasília, os eleitores escolherão não só o governador, mas também seu novo “prefeito” nas eleições 2018. Isto porque a capital do País não conta com eleições municipais. Diferente dos outros Estados brasileiros, o Distrito Federal é uma unidade federativa que também cumpre as competências legislativas de município.

Pelo menos oito partidos já anunciaram seus pré-candidatos para governador do DF este ano. O número ainda deve aumentar. Além do PT, que por enquanto não decidiu quem estará na disputa, um grande bloco de oposição deve anunciar nos próximos dias o nome que encabeçará a chapa formada por 12 partidos na corrida ao Palácio do Buriti.

Veja abaixo quem deverá ser candidato a governador do Distrito Federal nas eleições 2018:

Rodrigo Rollemberg (PSB)

Atual governador do DF, Rodrigo Rollemberg será candidato à reeleição. Apesar de estar no controle da “máquina”, o pré-candidato do PSB terá dois grandes desafios para continuar no Palácio do Buriti: superar os altos índices de rejeição de seu Governo e conquistar apoios de outras siglas durante a campanha.

Presidente estadual do partido no Distrito Federal, Tiago Coelho afirma que, mesmo sem nenhuma aliança fechada até o momento, o PSB tenta dialogar com PDT, PV, Rede, PPL, PHS e Solidariedade. Sobre a reprovação popular, o dirigente acredita o cenário é fruto de uma desgaste da classe política em geral. “A gente tem muita clareza que a rejeição não é ao governador Rollemberg. A rejeição a gente elimina por meio do diálogo”, disse ao Estado.

Jofran Frejat (PR)

O ex-deputado federal Jofran Frejat deverá ser novamente candidato a governador do Distrito Federal. Ele foi o segundo colocado na disputa de 2014, quando era candidato a vice e assumiu a chapa então liderada por José Roberto Arruda, que teve sua candidatura cassada pela Justiça Eleitoral. Frejat conta com o apoio do deputado federal e presidente estadual do DEM Alberto Fraga, que chegou a ser cogitado como candidato, mas deverá tentar o Senado nas eleições 2018. O pré-candidato do PR também já está com acordos bem encaminhados com PP, Avante e MDB.

Paulo Chagas (PRP)

Pelo menos 71 militares do Exército pretendem ser candidatos nas eleições 2018. Um deles é o general da reserva do Exército Paulo Chagas, pré-candidato pelo PRP para o governo do Distrito Federal. “Eu não pretendo ser político. Eu pretendo fazer uma incursão na política para dar a minha contribuição”, afirmou Chagas para o Estado. Apoiador da candidatura de Jair Bolsonaro para a Presidência , o general defende a ideia de que os militares contam com uma “formação moral” que os credenciam como “cidadãos diferenciados” para o momento que o País atravessa.

Joe Valle (PDT)

Atual presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Joe Valle é o nome desejado pela direção do PDT para disputar o cargo de governador do DF. O deputado distrital, no entanto, resiste à ideia. Seu desejo é ser candidato ao Senado nas eleições 2018.

A desistência de Joaquim Barbosa de disputar as eleições presidenciais também pode influenciar a candidatura. Para conseguir apoio do PSB para Ciro Gomes, o PDT pode abrir mão de entrar com um nome próprio na corrida pelo Buriti.

Chico Leite (Rede)

Procurador de Justiça, Chico Leite está atualmente no quarto mandato como deputado distrital na Câmara Legislativa do Distrito Federal e é a aposta da Rede para a disputa ao Governo do DF.  No ano de 2010, quando era filiado ao PT, Leite foi o autor do relatório de abertura do processo de impeachment do então governador do DF, José Roberto Arruda. Na época, Arruda foi preso por obstruir investigações da Polícia Federal.

O deputado distrital também é cogitado para ser candidato a senador. A hipótese seria possível no caso de avanço das negociações entre Rede, PPL, PCdoB e PDT para o lançamento de uma candidatura única, encabeçada por Joe Valle. O acordo estava próximo de ser fechado, mas pode ser atrapalhado pela conjuntura das eleições presidenciais e de uma eventual aliança entre PDT e PSB.

Eliana Pedrosa (Pros)

A ex-deputada distrital deixou o Podemos, se filou ao Pros e é a pré-candidata do partido para governadora do Distrito Federal. Eliana Pedrosa conta com o apoio da família de Joaquim Roriz, governador do DF por quatro mandatos e uma das forças políticas mais influentes na região, para tentar ser a primeira mulher a ocupar o Palácio do Buriti.

Fátima Sousa (PSOL)

A professora e ex-diretora da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília é a escolha do PSOL para a eleição ao Governo do Distrito Federal. Fátima Sousa será candidata pela primeira vez em 2018, mas já atuou na política. No início dos anos 90, trabalhou na área da Saúde da administração de Luiza Erundina, então prefeita da cidade de São Paulo pelo PT. Enfermeira sanitarista, Fátima também foi coordenadora nacional do Programa de Agentes Comunitários de Saúde.

Alexandre Guerra (Novo)

Com 37 anos, o empresário Alexandre Guerra fará sua estreia na disputa por um cargo majoritário nas eleições 2018. Ele é a aposta do Partido Novo para a disputa pelo Governo do DF. Ex-presidente do Giraffas, Alexandre é filho de Carlos Guerra, um dos fundadores da rede de restaurantes. Entre suas principais propostas está o fim das indicações políticas para as secretarias estaduais.

Alírio Neto (PTB), Izalci Lucas (PSDB) e Wanderley Tavares (PRB)

O deputado federal Izalci Lucas (PSDB), o ex-deputado distrital Alírio Neto (PTB) e o presidente regional do PRB Wanderley Tavares disputam, neste momento, as vagas para candidatos a governador e vice de um bloco formado por 12 partidos (PSL, PSD, PSDB, PRB, PTB, PPS, PMB, PSDC, PSC, Patriota, PPL e PHS)  para as eleições 2018 no Distrito Federal.

Apesar de contar com a força do apoio dos evangélicos, Tavares está um passo atrás de seus concorrentes. Uma pesquisa interna encomendada pelo grupo revelou que Izalci e Alírio seriam mais competitivos nas urnas. O postulante tucano, segundo o estudo, leva uma pequena vantagem. O martelo deverá ser batido na sexta-feira, 11.

O bloco, que conta com apoio do senador Cristovam Buarque (PPS) e do deputado Rogério Rosso (PSD) em sua articulação, está otimista de que o nome escolhido terá grandes possibilidades de vencer o pleito em um eventual confronto contra Jofran Frejat. A avaliação é de que o governador Rodrigo Rollemberg não conseguirá ir para o segundo turno das eleições.

PT

Ricardo Berzoini era o nome desejado pela direção do PT para disputar o Governo do Distrito Federal. No entanto, o ex-ministro da Previdência e do Trabalho não aceitou o convite para entrar na corrida eleitoral. “Tenho um compromisso com minha família de não trabalhar 15 horas por dia, como uma candidatura majoritária exige. Por isso, apesar de honrado com os possíveis apoios, declinei”, disse Berzoini ao Estado.

O economista e bancário aposentado Afonso Magalhães já anunciou que pretende ser o candidato petista para o Governo, mas a direção do partido ainda não definiu quem será seu representante.

Fonte: Agência Estadão


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Ricardo Callado12/04/20184min

Por Ricardo Callado – O jogador conhece o jogo pela regra. A regra em uma eleição é clara: o candidato precisa ter voto, partido e história. Não necessariamente nessa ordem. Tampouco precisa dos três requisitos.

O momento é de afunilamento das candidaturas. E só três jogadores devem chegar competitivos na disputa pelo Palácio do Buriti. Essa eleição não cabe espaço para surpresas.

Os candidatos que irão protagonizar são o atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB), o ex-deputado Jofran Frejat (PR) e o deputado federal Izalci Lucas (PSDB). A partir daí, tudo é perfumaria.

Rollemberg tem a máquina do governo; Frejat, os maiores caciques políticos; e, Izalci, a maior coligação. Será uma disputa interessante.

Rollemberg tem a maior rejeição; Frejat, o recall da eleição de 2014; e, Izalci, a menor rejeição.

Nenhum dos três tem presença garantida num segundo turno, mesmo com uma leve dianteira de Frejat.

A máquina do governo pode abater parte da alta rejeição de Rollemberg, basta saber usar.

A baixa rejeição e o palanque robusto de Izalci pode coloca-lo num segundo turno, mas vai ser preciso de mais empatia junto ao eleitorado.

O recall coloca Frejat numa boa, mas os caciques que o apoiam, alguns bem encrencados, ao mesmo tempo que atraem votos, também podem manchar a campanha.

Rollemberg, Frejat e Izalci também pretendem polarizar o discurso da honestidade na política. Mas só isso não basta, isso é obrigação. Devem apresentar um programa de governo que a sociedade anseia.

Teremos ainda uma penca de 5 ou 6 outros candidatos ao GDF. Algumas candidaturas para constar, outras francos atiradoras. Do DCE ao quartel. Da lanchonete a enrolado na Lava Jato. Todos estarão na disputa, mas sem chances.


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Ricardo Callado26/03/20184min

A primeira quinzena de março foi marcada pelo corre-corre de lançamentos de pré-candidaturas ao Palácio do Buriti. Várias dessas postulações de mentirinha. O candidato sem-voto tenta valorizar o passe e uma boa colocação nas chapas a serem formadas.

O grupo de centro-direita, que havia anunciado marchar unido, blefou. O acordo de que aquele melhor posicionado nas pesquisas seria o escolhido não passou de balela. Na hora do vamos vê todos se declararam pré-candidatos.

Abril será decisivo. Vai chegar a hora da verdade. Veremos quem são os blefes e quem realmente estão no jogo para valer.

 No cenário atual só existe dois candidatos competitivos, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e seu adversário de 2014, ex-deputado Jofran Frejat (PR). Um repeteco das últimas eleições.

Todas as outras postulações são legítimas, mas será preciso filtrar. Não existe espaços para um número grande de candidaturas de um mesmo campo. Ou seja, Jofran Frejat (PR), Alírio Neto (PTB), Alberto Fraga (DEM) e Izalci Lucas (PSDB) terão que se entender. Se chegarem divididos às eleições deste ano, a centro-direita terá novamente dificuldades.

Rollemberg aposta numa virada nos próximos meses. O noticiário negativo nos três anos de seu governo atrapalhou bastante, mas se começar a colher notícias positivas pode chegar competitivo no segundo semestre. É uma desafio e tanto. A desunião da centro-direita é outro fator que ajuda Rollemberg.

A terceira via será ocupada por um candidato não-político. Podem crescer Alexandre Guerra (Novo) e o general de Brigada Paulo Chagas (PSL). Guerra tem um discurso moderno e que agrada boa parte do eleitorado. Chagas será alavancado pelo presidenciável Jair Bolsonaro e pelo discurso contra a violência.

O PT e o Psol farão figuração nessa eleição. Não tem candidato competitivo e sofrem com o desgaste dos casos de corrupção que envolveu a esquerda nos últimos anos, além da avaliação negativa do governo Agnelo. A radicalização do discurso também afugenta o eleitor. o Brasil está cansado do “nós contra eles”, da disseminação do ódio e de que qualquer discordância com a agenda de esquerda seja taxada de “fascismo”.

Toda eleição deixa um ensinamento, mas a de 18 poderá servir de tese. O que parece é que ninguém quer vencer a disputa, tamanha é a quantidade de estupidez cometida pelos candidatos. Um freio de arrumação nesse momento coloca a casa em ordem.


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Ricardo Callado22/03/20183min

Até segunda-feira (26), a sede do governo local ficará nas cores azul e amarela em alusão à data celebrada nesta quarta-feira (21)

O Palácio do Buriti ganhou iluminação especial em alusão ao Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado nesta quarta-feira (21). Até segunda-feira (26), a sede do governo local ficará nas cores azul e amarela.

Iluminação do Palácio do Buriti em azul e amarelo em alusão ao Dia Internacional da Síndrome de Down.
Iluminação do Palácio do Buriti em azul e amarelo em alusão ao Dia Internacional da Síndrome de Down. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

A data tem como objetivo promover a conscientização sobre a importância da inclusão das pessoas com Down na sociedade, além de trazer para discussão o tema e combater preconceitos.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o dia 21 de março é celebrado em 193 países ao redor do mundo. A data faz referência aos três cromossomos (em vez de dois) no par de número 21, alteração genética característica da síndrome.

Os motivos para a ocorrência da síndrome ainda são desconhecidos, mas o que se sabe é que começa na gestação, quando as células do embrião são formadas com 47 cromossomos, em vez de 46.

A data foi instituída pela ONU, em 2012, e visa combater a discriminação vivida por pessoas com essa condição genética. De acordo com a organização, o preconceito e falta de informação ainda são comuns, como, por exemplo, a crença de que a síndrome é uma doença.


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Ricardo Callado27/02/20187min

Por Ricardo Callado

Ao consultar ao Dicionário Aurélio, a verbete novela tem como sinônimos, pela ordem, romance curto, enredo, intriga, mentira e ficção. Então pode-se afirmar que a disputa pré-eleitoral ao Palácio do Buriti é uma novela. Todas as referências citadas pelo Aurélio são pontuais e verdadeiras.

O romance curto é notado nas rodas de cafés entre políticos, principalmente na oposição ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB). São eventos que servem mais para criar fatos políticos e gerar notinhas em colunas de jornais e citações em blogs.

Essas reuniões acontecem desde o final do ano passado. Não possuem serventia alguma. E também nada se decide.  São romances curtos que esbarram em egos.

O enredo da oposição tem como personagens, por ordem alfabética, Alberto Fraga (DEM), Alírio Neto (PTB), Eliana Pedrosa (Podemos), Izalci Lucas (PSD), Joe Valle (PDT), Jofran Frejat (PR) e Tadeu Filippelli (MDB). Dessa lista, todos querem ser candidatos ao governo do DF. Ninguém se entende, por enquanto. Na hora certa, se a razão prevalecer, uma candidatura forte e competitiva deve sair.

Nesse enredo, um personagem também flerta um outro bloco, a ser construído. Joe Valle, presidente da Câmara Legislativa, vem empolgado para viabilizar seu nome. Ele se une a ex-aliados do governador Rollemberg, como o deputado Rogério Rosso (PSD), a deputada Celina Leão, o senador Cristovam Buarque e o atual vice-governador Renato Santana. O próprio Joe foi secretário de Rollemberg e é ex-integrante do PSB. Mas só empolgação não vence eleição.

Essa ala dissidente do governo acredita que pode construir o seu próprio enredo. E tirar o governador de sua cadeira. Joe teve uma baixa nos últimos dias. O PPS de Celina e Cristovam lançou o nome de Valmir Campelo na disputa ao GDF. Teve ainda o apoio do deputado Raimundo Ribeiro (PPS).

O atual presidente da Câmara Legislativa jogou alto e colocou muitas fichas em sua pré-candidatura. É um caminho arriscado. Pode beliscar uma vaga em alguma chapa como vice. Ou disputar o Senado. Voltar para a CLDF o deixaria menor e a disputa a Câmara Federal não é garantida de sucesso.

As intrigas são muitas. E são plantadas diariamente. Seja no bastidor ou na imprensa. É um jogo sujo recheadas de mentiras e ficção. Ou, como queiram, fake News. O termo está na moda, mas sempre existiu. A grande imprensa publica mentiras desde quando existe o jornalismo. E sempre para ajudar um grupo político. Isenção é utopia. A verba quase sempre pauta o verbo nas redações. A diferença é que agora o fake news da grande imprensa tem a concorrência da internet. A democratização da mentira. Uma campanha política tem mais ficção do que realidade. E cabe ao eleitor a difícil missão de filtrar.

A união da direita é a única saída para a sua sobrevivência. Enquanto isso não acontece, Rollemberg vem agindo para minar algumas candidaturas e aglutinar apoios. Um dos alvos é o PSDB de Izalci Lucas. No cenário local, os tucanos já racharam. Se Izalci é oposição, nomes como a ex-governadora Maria de Lourdes Abadia ocupa cargos no primeiro escalão do GDF.

No cenário nacional, o acordo para o PSB apoiar a candidatura do governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) ao Palácio do Planalto, pode rubricar a ida dos tucanos ao palanque de Rollemberg. Izalci teria que procurar um novo abrigo. E se enfraquece na disputa.

Outro alvo de Rollemberg é o PPS. O partido abriga alguns dos mais ferrenhos opositores do governador. A negociação, novamente, é feita n o cenário nacional. Quem já passou pelo PPS e conhece o seu presidente, Roberto Freire, sabe que isso não é difícil acontecer. Se bem negociado, o PPS cai no colo e no palanque de Rollemberg.

Se o governador vem tendo algum sucesso nas negociações, por outro lado precisa melhorar a sua imagem. As referências negativas à sua administração prevalecem ao noticiário positivo. Vencer a guerra de comunicação é importante para chegar competitivo às eleições.

Hoje seu maior adversário é o ex-deputado Jofran Frejat, segundo colocado nas eleições ao Buriti em 2014. Uma disputa à reeleição é sempre uma espécie de referendo onde o eleitor irá dizer se aprova ou não a administração. Com Frejat na disputa, pode representar mais do que isso. O brasiliense poderá comparar propostas diferentes e decidir se continua no atual modelo e dar uma guinada a 2014.

Bem colocado nas pesquisas, Frejat se manteve até agora de forma discreta. As pesquisas o ajudaram a não se expor tanto e evitar ser alvo de aliados e adversários. A partir de março o jogo é para valer. E Frejat, experiente que é, sabe disso e terá presença mais frequente no cenário político. Acabou o período de especulação e balão de ensaio.

Existem ainda outras candidaturas em gestação. Mas nenhuma relevante. O PT não terá nome competitivo. O PSol, que apareceu bem em 2010 e 2014, será uma mero figurante. O Novo vem com um empresário Alexandre Guerra, herdeiro da rede de fast food Giraffas, e será uma incógnita.

Essa novela pré-eleitoral está em seus últimos capítulos. Dará vez a disputa de fato. Não mais no bastidor e sim no corpo a corpo com o eleitor. Até lá, ainda veremos um enredo com muitas intrigas e mentiras.

 


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Ricardo Callado11/01/20181min

As recentes nomeações no Governo de Brasília estão fazendo a alegria de alguns dissidentes no tucanato local, mas, aparentemente, não tem refletido dentro da cúpula nacional do PSDB.

Após uma conversa com aliados próximos na qual foi abordada a situação do PSDB-DF, o governador Geraldo Alckmin (SP), que preside a sigla nacionalmente, falou ao telefone com o deputado federal Izalci Lucas, pré-candidato ao Palácio do Buriti, e fez questão de reafirmar seu apoio ao dirigente do partido no DF.

Ao comentar as divisões dos tucanos na capital Federal, o governador paulista foi enfático: “Izalci é o presidente, quem comanda é ele”.


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Ricardo Callado14/12/20175min
  1. Ao rejeitar a proposta da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão do Governo de Brasília de remanejar recursos da ordem de R$ 1,2 bilhão do Orçamento de 2018, a Câmara Legislativa do Distrito Federal cometeu um grave equívoco político e administrativo e prejudicará diretamente a população, que perderá qualidade no atendimento dos serviços públicos.

  1. É lamentável que desejos eleitorais inconfessáveis levem a uma maioria eventual da CLDF a se opor a um ato legal e correto do Governo de Brasília no sentido de aplicar os recursos orçamentários para prestar um melhor serviço público aos brasilienses.

  1. Do mesmo modo, é inaceitável e inconsequente a falsa argumentação de que estão sendo retirados recursos do IPREV para a realização de outras atividades que não as previdenciárias.

  1. A recente decisão da própria CLDF de unificar os fundos previdenciários tornou autossustentável e garantido o pagamento de aposentadorias e pensões sem a necessidade de desembolso mensal de cerca de R$ 170 milhões pelo tesouro distrital. Portanto, não se está tirando recursos do IPREV. Qualquer outra interpretação é para confundir a opinião pública e a mídia.

  1. No entanto, a decisão da CLDF, com nítido caráter eleitoral, cortou recursos importantíssimos para áreas como Saúde, Segurança,  Educação e obras entre outros setores atingidos pela nefasta ação do Legislativo Distrital.

  1. Com o corte, por exemplo, o Governo de Brasília não poderá dar posse a milhares de servidores da Secretaria de Saúde, a centenas de agentes penitenciários e a outros tantos servidores. O corte atinge R$ 127 milhões que seriam investidos na contratação de novos servidores.

  1. Fica prejudicada, também, a entrega de mais 202 leitos infantis do Hospital da Criança prevista para abril, deixando milhares de meninos e meninas sem tratamento médico adequado. A Saúde ficará sem R$ 447 milhões!

  1. A área de Educação será afetada em cerca de R$ 287 milhões que seriam aplicados em diversas atividades da respectiva Secretaria, como a construção e reformas de escolas.

  1. Por fim,e apenas para exemplificar como uma atitude política inconsequente e eleitoreira afeta o bem estar da população, deixarão de ser reformados e construídos 500 abrigos de ônibus no Distrito Federal.

  1. Mesmo com ações desse tipo, o Governo de Brasília continua aberto ao diálogo com integrantes do Poder Legislativo que realmente estejam interessados em defender os interesses públicos e não os interesses partidários e/ou eleitorais. E agradece aqueles que na votação de ontem compreenderam a importância do remanejamento dos recursos para beneficiar a sociedade brasiliense.

Governo de Brasília

Brasília, 14 de dezembro de 2017


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Ricardo Callado04/10/20172min

Estruturas foram removidas nesta quarta-feira (4) para devolver à comunidade uma paisagem limpa, integrada ao conjunto da Praça do Buriti, sem obstáculos para os pedestres

O governo de Brasília retirou as grades de proteção em volta do Palácio do Buriti nesta quarta-feira (4). A remoção já vinha sendo discutida havia alguns meses dentro do próprio Executivo, entre a Casa Militar e a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social.

A ação foi determinada pelo Protocolo Tático Integrado Buriti, assinado em 3 de agosto de 2017.

Para não prejudicar a segurança no local, as grades poderão ser usadas, de forma temporária, em casos excepcionais que possam comprometer a integridade das pessoas e do patrimônio público.

“Para o governo de Brasília, a retirada das grades na frente do Palácio do Buriti tem grande valor simbólico. Sem descuidar da segurança da sede do Poder Executivo, estamos devolvendo à comunidade uma paisagem limpa, na qual o palácio se integra à Praça do Buriti em harmonia com o projeto urbanístico da cidade”, justificou o secretário adjunto da Casa Civil, Fábio Rodrigues Pereira.

A medida também atende à recomendação do Ministério Público Federal para que sejam retiradas todas as grades que cercam os monumentos tombados da cidade, como os Palácios do Planalto, da Alvorada e do Supremo Tribunal Federal (STF).


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Ricardo Callado05/09/20171min

Até sexta-feira (8), a sede do governo de Brasília ganha as cores da bandeira do Brasil em homenagem ao Dia da Independência, comemorado em 7 de setembro

Na Semana da Pátria, o Palácio do Buriti ganha as cores da bandeira do Brasil em homenagem ao Dia da Independência do País – celebrado em 7 de setembro.

A iluminação, em verde, amarelo e azul, ficará na fachada da sede do governo local até sexta-feira (8), após as festividades da data.

As atividades cívicas, que marcam o dia histórico do Grito do Ipiranga, quando Dom Pedro I declarou a independência do Brasil em relação a Portugal, ocorrerão nesta quinta-feira (7), na Esplanada dos Ministérios.

Alguns serviços públicos não funcionarão no feriado e outros terão o horário alterado. Confira o que abre e o que fecha e o que muda de horário em 7 de setembro.


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Ricardo Callado19/08/20173min

Iluminação em vermelho e amarelo deverá ficar no palácio até domingo (20). Brasília tem relações culturais com o país ibérico

O Palácio do Buriti adotou as cores da bandeira espanhola em homenagem às vítimas do atentado terrorista que deixou mortos e feridos em Barcelona. A nova iluminação deverá ficar no prédio até domingo (20).

As tonalidades do Buriti estão agora divididas em vermelho e em amarelo desde quinta-feira (17), dia em que ocorreu o massacre na cidade europeia.

O governador Rodrigo Rollemberg publicou nota oficiale m que manifesta apoio ao povo catalão e à prefeita de Barcelona, Ada Colau. No texto, ele repudia o que qualifica de “infames atos terroristas”.

De acordo com a chefe da Assessoria Internacional, Renata Zuquim, Brasília é uma cidade cosmopolita, sede de mais de uma centena de embaixadas e organismos estrangeiros. Por isso, tinha de manifestar solidariedade às vítimas e a seus familiares.

O governo de Brasília tem relações culturais e afinidades com a Espanha. Em abril, Rollemberg foi a Madri, capital do país, receber o Prêmio de Capital Ibero-Americana da Paz.

O governador também se encontrou com o presidente espanhol, Mariano Rajoy, e com embaixadores daquele país.

Ataque terrorista em Barcelona

Na quinta, uma van invadiu uma das áreas turísticas mais visitadas da cidade espanhola — a La Rambla, uma avenida de 1,2 quilômetro para passeio de pedestres. O atentado deixou pelo menos 14 mortos (números em atualização) e mais de 100 feridos.

Nesta sexta-feira (18), o governo espanhol prestou um minuto de silêncio em homenagem às vítimas. Também foi decretado luto oficial de três dias no país.

De acordo com o Itamaraty, não há identificação de brasileiros entre as vítimas. O Consulado-Geral do Brasil está no local para monitorar a situação.

Se algum brasileiro precisar de assistência ou souber de alguma informação pode ligar para os números (61) 2030-8803 ou 2030-8804, no Brasil, das 8 às 20 horas.

Caso alguém queira falar com o Consulado-Geral do Brasil, em Barcelona, o contato deve ser feito pelo telefone +34 659 078 057.



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