Arquivos Eliana Pedrosa - Blog do Callado

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Ricardo Callado13/09/20186min

Candidata do Pros ao Palácio do Buriti está sendo alvo de fake News depois de entrevista ao DFTV

Cidades carentes do Distrito Federal, como Recanto das Emas e Santa Maria, apresentam vulnerabilidade dos jovens à violência. Uma saída para isso é a criação de políticas públicas e centros de apoios onde a juventude possam ter acesso a práticas esportivas em locais decentes.

Na tarde desta quinta-feira (13), Eliana foi a entrevistada do jornalístico DFTV 1ª Edição, da Rede Globo. No final da entrevista, anunciou que iria construir dois novos estádios no DF. O Blog checou o Plano de Governo da candidata. O item 16 das propostas para o esporte está a construção de pequenos estádios no Recanto das Emas e em Santa Maria.

O blog entrou em contato com Eliana. A candidata disse que se trata de espaços para proporcionar aos jovens das duas cidades espaços para o lazer e prática esportiva. “São estruturas modestas, simples, um campo de futebol com uma pista de corrida, murada com arquibancada, para levar aos jovens das duas cidades a terem as mesmas oportunidades dos jovens das outras cidades”.

Eliana também explicou que esses espaços vão permitir ao governo levar para as cidades eventos culturais e artísticos. É preciso levantar a autoestima de nossa população. Queremos que todas as nossas cidades tenham as mesmas oportunidades. Esse é um compromisso social que o governo deve ter com a população”.

Logo após a entrevista surgiram as primeiras fake news. Afirmaram que a candidata iria construir mais dois “Mané Garrincha” e já sugeriram que existiam empreiteiras acordadas. O tema virou polêmica e foi bastante explorada pelos adversários. Depois da Copa do Mundo, “Estádio” em nosso país virou palavrão e sinônimo de corrupção. Levando inclusive dois ex-governadores do Distrito Federal e um vice a prisão. E a exploração política em cima da entrevista de Eliana Pedrosa distorce a realidade e cria as chamadas fake news, notícias falsas.

Indignada com o que classificou de jogo sujo, Eliana Pedrosa desabafou: “Quem critica isso são políticos que querem que só sobrem para os jovens o caminho da marginalidade e das drogas. Nós queremos nossos jovens sadios. Temos propostas para os nossos jovens. O ex-governador Joaquim Roriz criou os programas Picasso não Pichava e o Esporte a Meia Noite para os nossos jovens e que hoje estão abandonados. Essa política mesquinha no Distrito Federal tem que acabar. Precisamos de um governo que pense em nossos jovens”, ressaltou.

Desde o início da campanha, outros candidatos vêm sofrendo com as fake News. O candidato à reeleição, Rodrigo Rollemberg (PSB). No final do ano passado, em entrevista ao jornal Correio Braziliense, ele já previa o jogo sujo nessas eleições. Rollemberg previu que um dos principais inimigos será a militância virtual, composta, muitas vezes, por robôs, nas redes sociais, com mentiras que contaminam a imagem pessoal disseminadas na internet. “Dá até para imaginar que existem centrais de fake news”, apontou o governador.

O candidato Rogério Rosso (PSD) também citou as fake news em entrevista ao portal Metrópoles. Em agosto, afirmou que o DF está enfrentado “calamidade pública” nas áreas de saúde, segurança, educação e trabalho. “Estou vendo colegas candidatos prometendo o que não podem cumprir. Para ir para segundo turno, tem de falar a verdade. Não adianta mais fake news, falar mentira. A população sabe quem é quem”, assinalou.

Já Alberto Fraga (DEM) foi vítima de fake news recentemente e teve seu mandato ameaçado. Três dias após o assassinato de Marielle Franco, o deputado Alberto Fraga foi induzido ao erro e postou no Twitter uma mensagem espalhando rumores de que a vereadora era ex-mulher de um traficante de drogas e que teria relações com o tráfico. Em entrevista no mesmo dia da postagem, Fraga afirmou que recebeu as informações pelas redes sociais e não apurou a veracidade dos fatos.

É preciso estar bem atento ao que é publicado nas redes sociais. A mais recente vítima do jogo sujo, Eliana faz um alerta para as postagens nas redes sociais: “o ato de produzir ou compartilhar notícias falsas pode ser caracterizado como calúnia, injúria ou difamação. É preciso que a sociedade esteja bem atenta para não cair nesse jogo sujo com o objetivo de tumultuar o processo eleitoral”, afirma Eliana.


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Ricardo Callado12/09/20188min

No segundo pelotão estão empatados Fraga, 13%; Rollemberg, 12%; e Rosso, 10%. Ibaneis tem 7%, Miragaya tem 4%, Chagas tem 3%; Guerra e Fátima têm 2% cada um; Rosa tem 1%, e Guillen não atinge 1%. 

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (12) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo do Distrito Federal:

  • Eliana Pedrosa (Pros): 23%
  • Alberto Fraga (DEM): 13%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 12%
  • Rogério Rosso (PSD): 10%
  • Ibaneis (MDB): 7%
  • Miragaya (PT): 4%
  • General Paulo Chagas (PRP): 3%
  • Alexandre Guerra (Novo): 2%
  • Fátima Sousa (PSOL): 2%
  • Renan Rosa (PCO): 1%
  • Guillen (PSTU): 0%
  • Brancos/nulos: 15%
  • Não sabe: 8%

Com o resultado, Eliana Pedrosa está isolada na liderança. As três candidaturas seguintes aparecem tecnicamente empatadas.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo. É o segundo levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

No primeiro levantamento, feito entre 21 e 23 de agosto, os percentuais de intenção de voto eram os seguintes:

  • Eliana Pedrosa (Pros): 14%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 12%
  • Alberto Fraga (DEM): 10%
  • Rogério Rosso (PSD): 8%
  • General Paulo Chagas (PRP): 3%
  • Miragaya (PT): 3%
  • Fátima Sousa (PSOL): 2%
  • Ibaneis (MDB): 2%
  • Alexandre Guerra (Novo): 2%
  • Renan Rosa (PCO): 1%
  • Guillen (PSTU): 0%
  • Brancos/nulos: 31%
  • Não sabe: 12%

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 1204 eleitores de todas as regiões do DF, com 16 anos ou mais
  • Quando a pesquisa foi feita: entre 9 e 11 de setembro
  • Registro no TRE: DF-04805/2018
  • Registro no TSE: BR-06394/2018
  • nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

Simulações de segundo turno

O Ibope também perguntou, pela primeira vez nas eleições deste ano, as intenções de voto em um possível segundo turno para o governo do Distrito Federal. Foram incluídos nas simulações os três candidatos mais bem posicionados. Os resultados foram:

  • Eliana 41% x 27% Fraga (branco/nulo: 22%; não sabe: 10%)
  • Fraga 40% x 24% Rollemberg (branco/nulo: 25%; não sabe: 10%)
  • Eliana 48% x 21% Rollemberg (branco/nulo: 22%; não sabe: 8%)

Espontânea

Na modalidade espontânea da pesquisa Ibope (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte:

  • Eliana Pedrosa (Pros): 11%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 8%
  • Alberto Fraga (DEM): 7%
  • Rogério Rosso (PSD): 6%
  • Ibaneis (MDB): 4%
  • Miragaya (PT): 2%
  • Fátima Sousa (PSOL): 1%
  • General Paulo Chagas (PRP): 1%
  • Alexandre Guerra (Novo): 1%
  • Renan Rosa (PCO): 0%
  • Guillen (PSTU): –
  • Outros: 2%
  • Brancos/nulos: 23%
  • Não sabe: 35%

Rejeição

O Ibope também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os índices:

  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 52%
  • Alberto Fraga (DEM): 24%
  • Eliana Pedrosa (Pros): 17%
  • Miragaya (PT): 15%
  • Rogério Rosso (PSD): 13%
  • Fátima Sousa (PSOL): 10%
  • Ibaneis (MDB): 10%
  • General Paulo Chagas (PRP): 9%
  • Renan Rosa (PCO): 8%
  • Alexandre Guerra (Novo): 7%
  • Guillen (PSTU): 7%
  • Poderia votar em todos (espontânea): 2%
  • Não sabe: 11%

Com informações do G1 DF


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Ricardo Callado11/09/20186min

No segundo pelotão a disputa está embolada: Rodrigo Rollemberg (PSB), tem 15%; Alberto Fraga (DEM), 11%; Rogério Rosso (PSD), 10%

Por Maria Eugênia

Pesquisa de intenção de votos encomendada pelo Metrópoles ao Instituto FSB, divulgada nesta terça-feira (11/9), mostra que Eliana Pedrosa (Pros) abriu vantagem na corrida ao Palácio do Buriti, com 20% da preferência do eleitorado; seguida de Rodrigo Rollemberg (PSB), com 15%; Alberto Fraga (DEM), com 11%; Rogério Rosso (PSD), com 10%.

Atrás do pelotão de frente, vêm General Paulo Chagas (PRP), com 4%; Ibaneis Rocha (MDB) e Júlio Miragaya (PT), com 3%; Alexandre Guerra (Novo), com 2%; e Fátima Sousa (PSol), com 1%. Antonio Guillen (PSTU) e Renan Rosa (PCO) não pontuaram.

A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

O levantamento, feito entre os dias 7 e 9 de setembro, portanto após o início do programa eleitoral de rádio e televisão, ouviu 1.072 pessoas, em entrevistas pessoais.

Entre os entrevistados, 15% não escolheram nenhum dos candidatos apresentados, 12% ainda não sabem em quem votar e 1% não respondeu. O índice de votos brancos e nulos é de 4%.

Arte/Metrópoles

Levando em consideração pesquisas anteriores realizadas pelo Ibope e Datafolha, os números indicam um crescimento de Eliana Pedrosa e de Alberto Fraga, e estagnação do desempenho de Rollemberg e Rogério Rosso. Vale ressaltar que se trata de mera análise, uma vez que os levantamentos seguem metodologias próprias e não podem ser comparados.

Pesquisa espontânea
Na pesquisa espontânea, em que o pesquisador pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos, Eliana Pedrosa também lidera, com 12%; seguida de Rollemberg, 10%; Alberto Fraga, 6%; Rogério Rosso, 5%; e Paulo Chagas, 2%.

Ibaneis Rocha, Júlio Miragaya e Alexandre Guerra vêm empatados com 1%. Os demais candidatos não pontuaram nessa modalidade.

Entre os pesquisados, 38% ainda não sabem em que votarão; 17% não apontaram nomes de candidatos e 4% disseram votar branco/nulo. Outros 2% não responderam.

Arte/Metrópoles

Rejeição
De acordo com a pesquisa Metrópoles/FSB, o governador Rodrigo Rollemberg tem o maior percentual de rejeição entre os eleitores (39%), seguido de Júlio Miragaya (22%), Alberto Fraga (20%) e Eliana Pedrosa (13%).

Entre os candidatos com melhor desempenho nas intenções de voto, Rogério Rosso tem a menor rejeição: 10%.

O levantamento aponta que 13% dos eleitores votariam em qualquer um dos candidatos e 12% rejeitam todos os candidatos da disputa. Antônio Guillen, Renan Rosa e Fátima Sousa têm 11% de rejeição cada. Alexandre Guerra tem 9%, e Ibaneis Rocha, 7%.

Arte/Metrópoles

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número DF-07940/2018. Em função dos arredondamentos, os totais podem dar entre 99% e 101%.

O candidato Renan Rosa consta no levantamento já que sua candidatura foi indeferida apenas nessa segunda-feira (10).


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Ricardo Callado21/08/201810min
A candidata do GDF também defendeu a liberação do uso das faixas exclusivas fora dos horários de pico. “Não justifica ver elas livres e o pessoal preso nas outras vias. Tem que flexibilizar”
Candidata se diz a favor do diálogo (Foto Rafaela Felicciano / Metrópoles)

A candidata ao Governo do Distrito Federal (GDF) pela coligação Juntos de Você, Eliana Pedrosa (Pros), foi a primeira convidada da sabatinas do portal Metrópoles. Na manhã desta desta terça-feira (21/8), Eliana respondeu perguntas de sindicalistas e de jornalistas. O evento foi transmitido ao vivo em todas as redes sociais do portal: Facebook, Twitter e YouTube.

A coligação Juntos de Você, encabeçada por Eliana Pedrosa, tendo como vice Alírio Neto (PTB), é composta pelo Pros, PTB, PHS, Patriota, PMN, PTC e PMB.

Ao Metrópoles, Eliana afirmou que o diálogo é uma forma de despertar interesse da população. “Hoje as pessoas estão estarrecidas com tantas notícias de corrupção. Esta é uma oportunidade de mostrar a nossa intenção e o nosso propósito, além de proporcionar o retorno de uma esperança com a política que a gente não pode perder”, afirmou.

Veja os principais pontos da entrevistas na matéria dos jornalistas Isadora Teixeira e Ricardo Taffner:

Família e denúncias

Eleita deputada distrital por três vezes, em 2002, 2006 e 2010, foi secretária de Desenvolvimento Social do Distrito Federal. Eliana Pedrosa está pela segunda vez na disputa ao Buriti. Nas eleições de 2014, chegou a ser anunciada pelo PPS, mas não fechou aliança para vice de José Roberto Arruda (PR). Por fim, saiu para deputada federal, mas não conseguiu se eleger. Antes de iniciar carreira na política, atuava em empresas da família.

De família dona de empresas que prestam serviços ao GDF, Eliana disse que vai abrir mão dos contratos. “Vamos sair, caso seja eleita. Já tivemos 18 contratos com o governo e hoje temos apenas três”, disse. No entanto, ela disse que manterá as terceirizações, em caso de vitória, nos serviços de vigilância, limpeza, informática e telefonia. “Dentro dessas áreas, sim, mas as atividades fins o governo tem que preservar”, defendeu.

A candidata garantiu, ainda, que o irmão Eduardo Pedrosa não terá participação em sua eventual gestão. Ele foi citado em investigações como a da máfia dos sanguessugas, que apurou o desvio de recursos públicos em aquisições de ambulâncias. “Já não participou em nenhuma das ações enquanto fui deputada e secretária. Ele tem vida pessoal, é empresário e tem empresas fora de Brasília. Agora, ele, como meus amigos, me ajudam na caminhada política.”

Sobre um suposto envolvimento dela na denúncia do Ministério Público do DF de provimento de cargos com desvio de finalidade na Fundação Câmara Legislativa, Eliana disse que na época estava à frente de secretaria e não na CLDF. “Nunca tolerei que ninguém recebesse contrapartida salarial sem dar seu melhor. Não tenho nada a esconder sobre isso”, pontuou. Ela também refutou qualquer ligação com as suspeitas de irregulares nos cemitérios do DF, alvo de CPI da casa distrital.

Gestão

Sobre a promessa de reduzir em 50% os radares eletrônicos no DF, Eliana disse que a população pode assumir a responsabilidade sobre o controle da velocidade. “Não precisamos ter mais pardais assim. Eles têm que vir com visão educadora e não de arrecadação. Eu ando nas ruas e só enxergo pardais”, avaliou. A ex-distrital também defendeu a liberação do uso das faixas exclusivas fora dos horários de pico. “Não justifica ver elas livres e o pessoal preso nas outras vias. Tem que flexibilizar”, afirmou.

Ainda na mobilidade, ela disse que vai estudar uma possível redução no valor das passagens de ônibus. A representante do Pros lembrou que há uma investigação em relação ao DFTrans sobre desvio de recursos. “Se isso for verdade e puder economizar, a gente pode até sonhar em abaixar um pouquinho.”

Eliana considerou, ainda, ser possível diminuir o valor dos impostos no Distrito Federal. “Recentemente, o governador aumentou o IPTU. Começar a reduzi-los já é um bom caminho”, afirmou.

Na sabatina, a candidata falou em criação da Secretaria de Gestão Estratégica. “É fundamental para fazer acompanhamento de todas as ações do governo”, disse. Também pretende criar a Agência Brasília de Turismo. “Uma empresa de eventos para dar mais celeridade na captação para a cidade.” Ela afirmou, ainda, não ter intenção de diminuir o número de pastas.

Servidores

Eliana Pedrosa (Foto Rafaela Felicciano / Metrópoles)

No primeiro bloco do programa, com perguntas feitas pelos sindicatos parceiros, Eliana afirmou que irá encaminhar o pedido de paridade da Polícia Civil com a Federal. “Também faremos o equacionamento da PM e do Corpo de Bombeiros e nivelar, pelo líquido, com a Civil”, prometeu.

Sobre a terceira parcela do reajuste dos servidores, que deveria ter sido paga em 2015, afirmou que irá efetivá-las de imediato, caso vença: “Se nós aumentarmos a eficiência arrecadatória, dá para cumprir perfeitamente esses aumentos requeridos e que já estão, inclusive, em lei”.

A respeito da conversão em pecúnia das licenças-prêmio, a buritizável declarou que fará uma programação com a participação dos interessados. “De início não dá para quitar tudo em um ano. Depende da nossa capacidade de melhorarmos a nossa arrecadação”, completou.

Na área da Saúde, Eliana mostrou-se contrário ao Instituto Hospital de Base. “Queremos trabalhar com a volta da fundação hospitalar, com o modelo já experimentado e que deu certo”, esclareceu.

Na Segurança, prometeu reabrir as delegacias que, atualmente, fecham as portas durante o período da noite. “Para isso, podemos chamar os que estão aposentados há até cinco anos, principalmente para os serviços administrativos”, explicou. Ela também pretende criar um banco de horas de 20h mensais para cobrir o horário em que os policiais realizam os flagrantes.

Dinâmica

A dinâmica da sabatina funcionará da seguinte forma: primeiro, o candidato fará uso da palavra por um minuto para se apresentar. Em seguida, responderá perguntas elaboradas pelas entidades sindicais patrocinadoras do evento – os questionamentos foram previamente gravados e serão exibidos em um telão. Por fim, os jornalistas indagarão os postulantes ao Palácio do Buriti. No total, a conversa terá duração de 1 hora e 15 minutos.

Serão realizadas perguntas das seguintes entidades: Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília (SindSaúde), Sindicato dos Professores do DF (Sinpro), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol), Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindepo), Sindicato da Categoria dos Peritos Oficiais Criminais (SindiPerícia) e o Sindicato dos Bancários de Brasília.


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Ricardo Callado15/08/20182min

Ex-candidata ao Palácio do Buriti e ex-primeira-dama, Weslian Roriz será candidata ao Senado na coligação encabeçada pela candidata ao GDF, Eliana Pedrosa (Pros)

A esposa do ex-governador Joaquim Roriz, teve seu nome confirmado na chapa registrada nesta quarta-feira (15).

Conhecida como Dona Weslian, foi idealizadora de diversos projetos, entre eles o “Natal de Mãos Dadas”, o “Banco de Doações”, o “Dentista Amigo, Sorriso Feliz”, a “Sopa da Divina Providência”, o “Minha Sopa” e o “Saúde Integrada e Cidadania Rural”.

Criou ainda a Fundação da Casa das Nove Luas, para atender adolescentes grávidas, além de programa de assistência à mulher presidiária e a crianças com câncer.

Nunca tendo antes concorrido a cargo eletivo, Weslian tornou-se candidata ao Governo do Distrito Federal em 24 de setembro de 2010 tendo como vice Jofran Frejat (PR), após a desistência de seu marido. Ele foi impugnado pelo TSE pela Lei Ficha Limpa, e após indefinição do julgamento de seu recurso no STF por empate na votação, Joaquim Roriz desistiu da candidatura em favor de sua esposa. Ela obteve 440.128 votos.

Na campanha deste ano, traz o apoio da família Roriz a candidatura de Eliana Pedrosa ao Governo do DF.


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Ricardo Callado30/07/20182min

Anúncio foi feito em convenção regional neste domingo. Eliana Pedrosa compareceu ao evento.

O Partido Humanista da Solidariedade (PHS) decidiu apoiar a candidatura da ex-deputada distrital Eliana Pedrosa (Pros) ao governo do Distrito Federal em convenção regional realizada em Brasília, neste domingo (29).

O evento ocorreu na sede do partido, no Lago Sul. Ele contou com a presença de lideranças da legenda e também com a própria Eliana Pedrosa.

A candidatura de Eliana foi anunciada em 21 de julho, em conjunto com o PTC, PTB, PMN e Patriota. O vice na chapa é o também ex-deputado Alírio Neto (PTB).

Por Gabriel Luiz, G1 DF


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Ricardo Callado20/06/20183min
Jofran Frejat lidera a disputa ao GDF

Registrada no TSE, sob o número DF-04198/2018, a pesquisa O&P Brasil mostra um retrato de momento da disputa pela Governo do Distrito Federal. O pré-candidato Jofran Frejat (PR) é o favorito nas intenções de votos com 17,3%. O governador Rodrigo Rollemberg (PSB), que vai disputar a reeleição, surge com 9,5%. A ex-deputada Eliana Pedrosa (Pros) é a terceira, com 6%.

A pesquisa foi foi realizada entre três e oito de junho, com mil entrevistas. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

A quarta colocação é do deputado federal Izalci Lucas (PSDB), com 4,7%. Em seguida, vêm o General Paulo Chagas (PRP), com 4,6%. Fátima Sousa, do PSol, tem 3,1%, e o empresário Alexandre Guerra (Novo), com 3%. A sindicalista Rosilene Corrêa (PT) aparece com 2,2% das intenções de votos.

O elevado número de brasilienses que não votariam em nenhum dos candidatos é relevante: 40,1%. Esse percentual, somado aos que não sabem ou não responderam, atinge o patamar de 49,5%.

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) aparece em primeiro lugar no DF, com 23,4% das intenções de votos. Marina Silva (Rede) é a segunda colocada, com 10,8%. Ciro Gomes (PDT) é o terceiro, com 7,9%. Em seguida, vêm Álvaro Dias (Podemos), com 2,4%; Fernando Haddad (PT), com 1,8%; Manuela D’Ávila (PCdoB), com 1,5%, empatada com Henrique Meireles (MDB) e Geraldo Alckmin (PSDB). Levy Fidelix (PRTB) tem 0,7%; Guilherme Boulos (PSol), 0,6% e Rodrigo Maia (DEM), 0,5%. O número de eleitores que não optaram por nenhum dos candidatos listados atinge 39,1%. Outros 8,4% não souberam quem é o melhor ou não responderam. Sinal de que quase metade dos brasilienses (47,5%) também não escolheu ainda um nome para representá-los no Palácio do Planalto.

Quando incluído na pesquisa, o ex-presidente Lula fica em segundo atras de Bolsonaro que lideraria. O ex-presidente preso e inelegível aparece com 16,8% dos votos, enquanto o capitão da reserva do Exército soma, neste caso, 22,8%.


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Ricardo Callado26/04/20185min

Por Ricardo Callado

A composição de chapas majoritárias está sendo desenhada pelas principais coligações. Vários movimentos marcam os bastidores da pré-campanha de 2018. Enquanto o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e o ex-deputado Jofran Frejat (PR) buscam o vice perfeito, uma reviravolta está em curso na aliança que tem o deputado federal Izalci Lucas (PSDB) e Alírio Neto (PTB).

Até a semana passada a aposta era Izalci como cabeça de chapa e Alírio na vice. Algumas movimentações apontam que o quadro está prestes a se inverter.

A primeira foi o ultimato do presidente nacional do PTB, ex-deputado Roberto Jefferson, que condicionou o apoio da legenda ao presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) se os tucanos desistissem da disputa ao Palácio do Buriti e marchassem com Alírio. Caberia a Izalci a vaga de vice-governador na aliança. Se ele não aceitar, sobraria a reeleição à Câmara dos Deputados. Seu substituto seria alguém do segmento evangélico.

Dois outros partidos importantes da coligação concordariam com a nova formação da chapa. O PSD de Rogério Rosso, e o PPS de Cristovam Buarque, não pretendem se opor. Rosso e Cristovam serão candidatos ao Senado.

Nessa nova configuração se negocia que além de Izalci ocupar a vice, o partido indicaria o primeiro suplente de Cristovam. Também existe o acordo de que, sendo reeleito, ele não ficaria até o final do mandato. Cristovam mira, mais uma vez, um cargo na Unesco para encerrar a sua carreira política.

Novidade também nas bandas do Palácio do Buriti. Rollemberg negocia com a ex-deputada Eliana Pedrosa (Pros) para a vaga de vice-governadora. Interlocutores contam que a negociação está avançada. Seria mais um partido que iria embarcar no palaque de reeleição de Rollemberg.

Eliana acabou ficando isolada nas negociações com antigos aliados de centro e está prestes a cair no canto do Buriti. A aliança causa estranhamento, mas fica compreensível quando se analisa com mais profundidade o cenário político-econômico.

Outra novidade é a negociação do ex-deputado federal Luiz Pitiman (MDB) para ser vice de Jofran Frejat. A indicação partiria do ex-vice-governador Tadeu Filippelli.

Pitiman foi candidato ao GDF em 2014 e se manteve afastado da política nos últimos anos. Recentemente se desfiliou do PSDB e voltou ao MDB. Ele é sócio-político de Filippelli.

Também avançam nos bastidores as negociações com os financiadores de campanha. Atuarão no suporte financeiro dos candidatos empresas de TI, do transporte ferroviário, da área de saúde e da construção civil.


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Ricardo Callado26/10/20172min

A ex-deputada distrital Eliana Pedrosa assinou nesta quinta-feira (26) sua ficha de filiação ao Podemos, a convite do senador e pré-candidato a Presidência da República, Álvaro Dias. Na oportunidade, seu nome foi lançado como pré-candidata ao governo do Distrito Federal.

A cerimônia, realizada no gabinete do senador, contou ainda com a presença da presidente nacional da sigla, a deputada federal Renata Abreu (SP) a também deputada federal, Jozi Nunes (AP), o deputado distrital Rodrigo Delmasso e o secretário nacional do partido, Adriano Stefanni.

A chegada de Eliana Pedrosa à sigla movimenta a política do DF. Traz na bagagem três mandatos na Câmara Legislativa, onde contribuiu na criação de leis para a sociedade brasiliense como a do Vagão Rosa, que destinou um espaço exclusivo de cada trem do metrô para mulheres e pessoas com deficiência nos horários de pico.

Eliana também é lembrada pela gestão à frente da Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), no governo Arruda, onde atuou na criação de programas sociais como o Mestre do Saber, Cuidadoras Comunitárias, Mãezinha Brasiliense e ExpressAção.

Eliana se disse muito emocionada e se sentindo em casa com essa filiação. Ela agradeceu a oportunidade e prometeu se empenhar para que o Podemos possa ser protagonista no Distrito Federal, segundo Eliana a escolha pelo partido se deve ao fato do mesmo ser um partido que compactua das mesmas ideias e valores que ela.


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Ricardo Callado26/05/20176min

Por Ricardo Callado


Na década passada, quando a polarização da política era entre vermelhos e azuis, os maiores determinantes do voto eram renda e escolaridade. Se fosse pelos mais escolarizados e de renda mais alta, os candidatos do PT não perdiam eleições no DF. Eram outros tempos.

As classes baixa e média, por ser maioria, davam a vitória ao grupo do ex-governador Joaquim Roriz.

A dicotomia foi encerrada com a inesperada união, em 2010, de Agnelo Queiroz (PT) e Tadeu Filippelli (PMDB), representantes dos dois grupos políticos.

Juntos, PT e PMDB conseguiram vencer a eleição com a derrocada do ex-governador José Roberto Arruda (PR), preso na Operação Caixa de Pandora.

Por coincidência, Agnelo e Filippelli estão presos. E juntos com Arruda, novamente levado as grades. Os três, na Operação Panatenaico. Isso mostra que a corrupção do Distrito Federal não tem ideologia.

O próximo governador do Distrito Federal, ou de Brasília, como queiram, vai ser escolhido pela classe C.

É nesse segmento onde a insatisfação é maior com os políticos. Se sentem enganados com os fatos de que várias de suas escolhas nos últimos anos foram caindo, um a um, em investigações de corrupção.

As classes média e alta têm a noção do que acontecem. E muitas dos escândalos políticos, antes de serem deflagrados, já são de conhecimento bem antes.

Muitos em Brasília já sabiam do esquema criminoso na construção do Mané Garrincha. E de outras tantas obras. O que faltava era uma ação da Justiça e da polícia.

A tática será derrubar candidaturas dos adversários. E isso vai se intensificar no segundo semestre deste ano, as vésperas das eleições de 18. Candidatos terão a personalidade e o caráter atacados excessivamente.

Nos tempos atuais, muitos evitam entrar na política para não sofrer esses tipos de ataques. Ter a sua imagem desconstruída.

Sobraram alguns candidatos, representantes da política tradicional. E alguns ainda devem ficar pelo caminho.

PMDB e PT mais uma vez estarão fora do protagonismo eleitoral.

O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) tem o desafio de mostrar que o governo funciona. E, o mais importante, diminuir a sua rejeição.

Uma candidatura com mais cerca de 35% de rejeição tem dificuldade de vitória. Se passar dos 40%, as chances são mínimas ou quase nulas. Rollemberg, segundo pesquisas que circularam nos últimos meses, tem quase o dobro disso.

A rejeição alta é hoje o maior adversário de Rollemberg. E não se pode ser ingênuo de acreditar em eleição por WO. Sempre haverá um candidato que pode se viabilizar na disputa.

Hoje, os nomes que podem fazer frente ao governador são os deputados federais Izalci Lucas (PSDB) e Alberto Fraga, além do segundo colocado em 2014, Jofran Frejat (PR), que possuem um bom recall da eleição anterior.

A saída do presidente Michel Temer (PMDB) e um possível nome do PSDB no Planalto pode dar o impulso que Izalci precisa. É um dos nomes com menor rejeição e aposta nisso.

Fraga vai intensificar o discurso de oposição, apostando que os eleitores querem mudanças. Na prática, busca o voto estratégico daqueles que estão insatisfeitos com a atual situação política.

Frejat terá que convencer outros candidatos que o seu nome seria o mais viável, mas encontra resistência.

Outros políticos também trabalham nos bastidores e se apresentam como alternativas. Entre eles, os ex-deputados Eliana Pedrosa (sem partido) e Alírio Neto (PTB).

Como estão sem mandatos, não têm nada a perder. Ganham exposição na mídia e podem se viabilizar para outros cargos. Mas vai que dá certo, e o campo fica limpo. É o que aposta o grupo que está em volta de Alírio. Na política, a aposta tem seu ônus. Às vezes, bônus.

No próximo ano não haverá a bipolarização. A eleição será resolvida pela capacidade de alavancagem da rejeição do adversário. Vai depender, para o bem e para o mal, da qualidade das campanhas políticas dos candidatos.

A eleição está aberta, sem favoritos e ainda terá desdobramentos policiais na pré-campanha. E quem não agregar, ficará pelo caminho.



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