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Ricardo Callado26/10/201811min

Por G1 DF – O Datafolha divulgou, nesta quinta-feira (25), o resultado da pesquisa mais recente do instituto sobre o segundo turno da eleição para o governo do Distrito Federal.

O levantamento foi realizado entre quarta (24) quinta (25) e tem margem de erro de 3 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

  • Ibaneis Rocha (MDB): 74%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 26%

No levantamento anterior, Ibaneis tinha 75% e Rollemberg, 25%.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais

Nosvotos totais, os resultados foram os seguintes:

  • Ibaneis Rocha (MDB): 64%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 23%
  • Em branco/nulo: 9%
  • Não sabe: 5%
Datafolha, votos totais para o segundo turno no governo do DF - pesquisa de 25 de outubro — Foto: TV Globo/Reprodução

Datafolha, votos totais para o segundo turno no governo do DF – pesquisa de 25 de outubro — Foto: TV Globo/Reprodução

Rejeição

O Datafolha também levantou a rejeição dos candidatos. O instituto perguntou: “E entre estes candidatos a governador, gostaria que você me dissesse se votará com certeza, talvez vote ou não votará de jeito nenhum em”:

Os resultados foram:

Ibaneis Rocha

  • Votará com certeza – 57%
  • Talvez vote – 17%
  • Não votará de jeito nenhum – 24%
  • Não sabe – 2%

Rodrigo Rollemberg

  • Votará com certeza – 19%
  • Talvez vote – 16%
  • Não votará de jeito nenhum – 63%
  • Não sabe – 2%

Decisão do voto

A pesquisa também apontou qual o grau de decisão em relação ao voto:

Ibaneis Rocha

  • Está totalmente decidido a votar em… – 88%
  • Seu voto ainda pode mudar – 12%

Rodrigo Rollemberg

  • Está totalmente decidido a votar em… – 81%
  • Seu voto ainda pode mudar – 19%

Branco/nulo/nenhum

  • Está totalmente decidido a votar em… – 67%
  • Seu voto ainda pode mudar – 33%

Conhecimento do número do candidato

O Datafolha também perguntou: “Qual número você vai digitar na urna eletrônica para confirmar/ anular seu voto para governador?”.

As respostas foram:

Ibaneis Rocha (MDB)

  • Menções corretas – 82%
  • Não sabe o número do candidato – 15%
  • Menções incorretas – 2%

Rodrigo Rollemberg (PSB)

  • Menções corretas – 80%
  • Não sabe o número do candidato – 19%
  • Menções incorretas – 1%

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Entrevistados: 1.512 eleitores em todo o Distrito Federal
  • Quando a pesquisa foi feita: 24 e 25 de outubro
  • Registro no TSE: DF-04163/2018
  • Nível de confiança: 95%
  • Contratantes da pesquisa: TV Globo e “Folha de S.Paulo”
  • nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

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Ricardo Callado14/10/20184min

Por Douglas Corrêa

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse neste sábado (13) que o plano de privatizações previsto por sua campanha, caso seja eleito, será de inteiro agrado do mercado e que, em princípio, as primeiras estatais que serão alvo de análise para privatização serão as criadas pelos governos do Partido dos Trabalhadores. Segundo ele, as privatizações serão realizadas com responsabilidade.
“Em um primeiro momento, aquelas quase 50 estatais criadas pelo PT e ainda sobram 100. Essas outras têm que ter um modelo para privatizar com responsabilidade, logicamente que as estratégicas não privatizaremos, como Banco do Brasil, Caixa Econômica e Furnas, entre outras. Mas, como um todo, tenho certeza que o mercado vai gostar do nosso plano de privatização porque é uma maneira a mais de combater a corrupção e o Estado tem que estar com aquilo que é essencial nas suas mãos, que são as estratégicas”, avaliou.

Com relação às propostas para a área da saúde, o candidato pelo PSL disse que prioritariamente é preciso combater à corrupção para que sobrem recursos para serem aplicados em outras áreas. As declarações foram dadas ao deixar a casa do empresário Paulo Marinho, onde gravou o programa político partidário.

Violência

Bolsonaro também voltou a falar sobre o aumento da violência motivada por disputas políticas. Ele citou a facada sofrida por ele, em Juiz de Fora, no dia 6 de setembro, e disse que lamenta esse tipo de agressão, que classificou de “bastante violenta”.

“Gostaria que elas parassem. Me acusam de intolerante, mas quem levou a facada fui eu. Se eu tivesse poder de apenas falar para evitar tudo isso, eu exerceria esse poder. Apelo a todos do Brasil que deixem as paixões de lado. Não estamos disputando uma partida de Fla-Flu”, afirmou o candidato.

Bolsonaro não confirmou se participará dos dois debates que estão marcados para segundo turno. Ele disse que, mesmo se for liberado pelos médicos na avaliação que fará quinta-feira (18), pode não comparecer, “como estratégia de campanha”. No entanto, afirmou que, se Haddad quiser debater com ele na rua, na frente de jornalistas, aceitará o debate.

Investimento nas Forças Armadas

O presidenciável disse ainda que, se eleito, investirá mais nas Forças Armadas, que, segundo ele, ficaram esquecidas nos últimos anos. “Investir no Exército é benéfico para a própria economia. Vamos tratar com respeito e consideração.”

Para o candidato, isso não ocorreu ao longo dos últimos 30 anos.


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Ricardo Callado28/09/20189min

Por Lilian Tahan e Gabriela Furquim, da Grande Angular – O postulante ao Palácio do Buriti pelo MDB, Ibaneis Rocha, é alvo de uma ação civil pública do Ministério Público Federal (MPF) por ter recebido R$ 3.316.244,85 em honorários do município de Jacobina, na Bahia. O processo aponta suposto superfaturamento, uso indevido da verba que deveria ser exclusivamente destinada a investimentos em educação e dano ao erário.

A ação tem como alvo o escritório Ibaneis Advocacia e Consultoria, o próprio político e quatro sócios do ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Distrito Federal (OAB-DF).

De acordo com a denúncia apresentada pelo MPF em 2017, quatro anos antes, em 2013, o município de Jacobina ganhou uma ação contra a União na qual reclamava o valor repassado pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) à cidade mineira.

A causa rendeu R$ 39,9 milhões, que seriam pagos por meio de precatórios. Foi determinado também o pagamento de R$ 9 milhões, a título de honorários, à O’Dwyer Advogados Associados, contratada pela prefeitura para pleitear os valores referentes ao Fundef.

No entanto, por entender que o dinheiro do Fundef não poderia ser utilizado para pagar o serviço advocatício, a Justiça Federal bloqueou o repasse dos R$ 39,9 milhões, no âmbito de uma primeira ação civil pública movida contra a O’Dwyer.

O escritório de Ibaneis foi, então, contratado pelo município, por R$ 3.316.244,85, em 2016, para tentar liberar os R$ 39,9 milhões. O pagamento à empresa brasiliense foi feito por meio de dois depósitos em contas de responsabilidade de Ibaneis, como descreve uma segunda ação civil pública, esta oferecida contra a banca dos advogados brasilienses.

Segundo o MPF, os recursos seriam provenientes do Fundef e só poderiam ter sido usados para a educação. Ainda assim, a verba foi utilizada, de acordo com o Ministério Público Federal, para pagar os advogados do DF.

A ação civil pública pediu a “declaração de nulidade do pagamento de honorários advocatícios contratuais efetuado com recursos oriundos do Fundef, em manifesta contrariedade à legislação e à orientação do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia, além da condenação na obrigação de ressarcir ao erário a quantia indevidamente recebida, devidamente atualizada”. Em caráter de urgência, o MPF pediu o bloqueio de bens de Ibaneis no valor da ação.

Em 24 de abril de 2017, o juiz federal substituto Fernando Braz Ximenes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), determinou o bloqueio de R$ 3.316.244,85 do hoje candidato ao Palácio do Buriti.

Confira a íntegra da ação civil pública:

Denúncia do Ministério Público Federal (MPF) — Ibaneis Rocha by Metropoles on Scribd

O magistrado chama atenção para duas questões: os altos valores pagos a advogados por um município tão carente e o fato de, mesmo sendo representada por um escritório, a prefeitura contratar um segundo para atuar na causa.

Em virtude da aparência de irregularidade da contratação para o curioso objetivo de ‘levantar/liberar’ o crédito depositado e vinculado à ação anterior, oriundo de demanda patrocinada por outro escritório, entendo caracterizada a ‘probabilidade do direito’ invocado, sobretudo quando se tem em vista a possibilidade de malversação de recursos públicos fundamentais para a carente municipalidade

Fernando Braz Ximenes, juiz do TRF-1

Ximenes ainda destaca que a contratação do escritório “desfalca o combalido orçamento do município de Jacobina”. E aponta “risco de dilapidação do montante recebido a título de honorários contratuais”.

Em junho de 2017, após recurso apresentado por Ibaneis, a Justiça substituiu o bloqueio pela penhora de um bem imóvel em valor similar. Atualmente, o caso segue em tramitação no TRF-1.

Veja a decisão do TRF-1:

Decisão TRF-1ª região — Ibaneis Rocha by Metropoles on Scribd

O outro lado
Sócio de Ibaneis e responsável pela condução do processo citado, o advogado Johann Homonnai afirmou que o escritório de Ibaneis atuou em dezenas de casos semelhantes ao de Jacobina, tendo, inclusive, defendido no Superior Tribunal de Justiça (STJ) o pagamento de honorários mesmo quando oriundos de fundo com destinação específica, como o Fundef.

“Conseguimos pacificar a questão, com a decisão favorável do STJ. Isso nos deu conhecimento específico, o que justifica a contratação, mesmo com outra banca de advogados atuando”, explicou o advogado.

Sobre o suposto superfaturamento, Homonnai afirmou que a OAB recomenda que, em contratos considerados de risco, como o em questão, a cobrança de honorários é geralmente estipulada e 20% do valor total. “Na causa de Jacobina cobramos 8%”, disse.

Em relação ao dano ao erário público e ao suposto uso do dinheiro oriundo do Fundef após a liberação do pagamento do precatório, o advogado afirmou que a banca desconhece a origem do dinheiro. “Nós prestamos um serviço e recebemos por ele”, concluiu.

Confira a contestação apresentada pela defesa:

Contestação Ibaneis by Metropoles on Scribd

 


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Ricardo Callado20/09/20189min

No segundo pelotão aparecem Alberto Fraga, 14%; Ibaneis Rocha, 13%; Rodrigo Rollemberg, 12%; Rogério Rosso, 11%; crescimento e ausência de Ibaneis em cenários de segundo turno causam estranheza

  • Eliana Pedrosa (Pros): 20%
  • Alberto Fraga (DEM): 14%
  • Ibaneis (MDB): 13%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 12%
  • Rogério Rosso (PSD): 11%
  • General Paulo Chagas (PRP): 5%
  • Miragaya (PT): 3%
  • Alexandre Guerra (Novo): 2%
  • Fátima Sousa (PSOL): 2%
  • Renan Rosa (PCO): 0%
  • Guillen (PSTU): 0%
  • Brancos/nulos: 14%
  • Não sabe: 4%

Segundo turno

O Datafolha também perguntou as intenções de voto em um possível segundo turno para o governo do Distrito Federal. Os resultados foram:

Eliana 47% x 25% Rollemberg 

(branco/nulo: 26%; não sabe: 2%)

Eliana 41% x 31% Fraga 

(branco/nulo: 24%; não sabe: 3%)

Eliana 39% x 32% Rosso 

(branco/nulo: 25%; não sabe: 3%)

Rollemberg 26% x 43% Rosso 

(branco/nulo: 28%; não sabe: 2%)

Rollemberg 28% x 43% Fraga 

(branco/nulo: 26%; não sabe: 3%)

Rosso 35% x 36% Fraga 

(branco/nulo: 26%; não sabe: 4%)

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”. É o terceiro levantamento do Datafolha realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

No levantamento anterior, feito entre 4 e 6 de setembro, os percentuais de intenção de voto eram os seguintes: Eliana Pedrosa: 18%; Rodrigo Rollemberg: 15%; Rogério Rosso: 12%; Alberto Fraga: 10%; Ibaneis: 4%; General Paulo Chagas: 3%; Fátima Sousa: 3%; Miragaya: 3%; Alexandre Guerra: 3%; Renan Rosa: 0%; Guillen: -; Brancos/nulos: 21%; Não sabe: 8%.

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 914 eleitores de todas as regiões do DF, com 16 anos ou mais
  • Quando a pesquisa foi feita: 18 e 19 de setembro
  • Registro no TSE: DF-05089/2018
  • nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.
  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

Espontânea

Na modalidade espontânea da pesquisa Datafolha (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte:

  • Eliana Pedrosa (Pros): 11%
  • Alberto Fraga (DEM): 10%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 8%
  • Ibaneis (MDB): 7%
  • Rogério Rosso (PSD): 5%
  • Alexandre Guerra (Novo): 2%
  • General Paulo Chagas (PRP): 2%
  • Miragaya (PT): 2%
  • Fátima Sousa (PSOL): -%
  • Outras respostas: 7%
  • Brancos/nulos: 11%
  • Não sabe: 35%

Rejeição

O Datafolha também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os índices:

  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 52%
  • Miragaya (PT): 34%
  • Eliana Pedrosa (Pros): 30%
  • Alberto Fraga (DEM): 29%
  • Rogério Rosso (PSD): 26%
  • Fátima Sousa (PSOL): 22%
  • General Paulo Chagas (PRP): 21%
  • Guillem (PSTU): 18%
  • Renan Rosa (PCO): 18%
  • Alexandre Guerra (Novo): 18%
  • Ibaneis (MDB): 17%
  • Votaria em qualquer um / não rejeita nenhum: 2%
  • Rejeita todos / não votaria em nenhum: 5%
  • Não sabe: 3%

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Ricardo Callado17/09/20184min

POR MAHILA AMES DE LARA, do Poder 360

O candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, cresceu 3 pontos percentuais na comparação com a semana passada e alcançou 33% das intenções de voto segundo levantamento feito pela FSB Pesquisa (íntegra), contratada pelo banco de investimentos BTG Pactual.

Mas o maior salto da semana foi de Fernando Haddad (PT), que passou de 8% para 16% e empata, dentro da margem de erro, com Ciro Gomes (PDT) na 2ª colocação.

Geraldo Alckmin (PSDB) e a candidata da Rede, Marina Silva, apresentaram tendência de queda nos levantamentos. O tucano caiu de 8% para 6% e Marina, de 8% para 5%. Os 2 estão empatados com João Amoêdo (Novo), que tem 4% das intenções de voto e ficam mais distantes na disputa por 1 lugar no 2º turno.

Não souberam responder 5% dos entrevistados e 11% não escolheram ninguém ou votariam em branco.

As entrevistas foram realizadas nos dias 15 e 16 de setembro de 2018. O Instituto entrevistou 2.000 eleitores nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 p.p. e o intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE(Tribunal Superior Eleitoral) é BR-06478/2018.

2º TURNO

A pesquisa também trouxe novidades nas expectativas para o 2º turno, que acontecerá em 28 de outubro. Bolsonaro, que tinha dificuldades de emplacar bons resultados nesta etapa, aparece à frente de Fernando Haddad, Geraldo Alckmin e Marina Silva.

O único candidato que apresentaria algum risco ao militar seria Ciro Gomes, que empata com ele dentro da margem de erro. Eis os cenários:

Jair Bolsonaro (PSL) – 42%
Ciro Gomes (PDT) – 42%
nenhum/brancos – 13%
não sabe – 3%

Jair Bolsonaro (PSL) – 46%
Fernando Haddad (PT) – 38%
nenhum/brancos – 13%
não sabe – 3%

Jair Bolsonaro (PSL) – 43%
Geraldo Alckmin (PSDB) – 36%
nenhum/brancos – 17%
não sabe – 4%

Jair Bolsonaro (PSL) – 48%
Marina Silva (Rede) – 33%
nenhum/brancos – 17%
não sabe – 3%

POTENCIAL DE VOTO, REJEIÇÃO E DESCONHECIMENTO

A pesquisa também mediu o potencial de voto, a rejeição e o desconhecimento dos candidatos. Segundo o levantamento, Jair Bolsonaro tem o maior potencial de voto, 48%, seguido pelo pedetista Ciro Gomes, que apresenta 45% e pelo tucano Geraldo Alckmin, que tem 39%.

A candidata da Rede, Marina Silva, é a que tem a maior rejeição. Entre os eleitores, 58% disseram não votar na candidata de jeito nenhum. Logo em seguida, aparece Geraldo Alckmin com 53% e Henrique Meirelles, com 48%.

A candidata Vera Lúcia, do PSTU, é a que apresenta menor resultado. A candidata também é a menos conhecida: 56% dos entrevistados não conhecem seu nome. O petista Fernando Haddad ainda é desconhecido de 15% do eleitorado.


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Ricardo Callado15/09/20185min

Alckmin aparece com 9% e Marina com 8% das intenções de voto

Por Agência Brasil

Nova pesquisa do instituto Datafolha mostra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) com 26% das intenções de voto na disputa presidencial. Fernando Haddad (PT) atingiu 13% e está empatado com Ciro Gomes, que tem o mesmo percentual. Geraldo Alckmin (PSDB) obteve 9% dos votos e Marina Silva (Rede) é a candidata de 8% dos entrevistados.
Alvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (MDB), João Amoêdo (Novo) marcam cada um 3% das intenções de voto. Também estão empatados Cabo Daciolo (Patriota), Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU), com 1%. João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram.Treze por cento dos entrevistados declaram votar em branco ou nulo; e 6% não sabem ou não responderam.

O levantamento foi feito na quinta (13) e nesta sexta-feira (14) junto a 2.820 eleitores em 187 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pelo jornal Folha de São Paulo e pela Rede Globo e registrada com o número BR05596/2018 na Justiça Eleitoral.

Comparação

Na comparação com a pesquisa realizada na última segunda-feira (10), Jair Bolsonaro oscilou dois pontos percentuais, Fernando Haddad cresceu quatro pontos percentuais e Ciro Gomes manteve-se estável. O ex-governador paulista Geraldo Alckmin perdeu um ponto percentual e a ex-senadora Marina Silva desceu três pontos.

Não oscilaram os percentuais de intenção de voto os candidatos Alvaro Dias, Henrique Meirelles, João Amoêdo, Cabo Daciolo, Guilherme Boulos, Vera Lúcia, João Goulart Filho e Eymael.

A proporção que declara votar nulo ou em branco reduziu em dois pontos percentuais e o número de indecisos e não respondentes oscilou em um ponto.

Rejeição

Em relação à rejeição aos candidatos, Jair Bolsonaro manteve o maior percentual, que subiu um ponto percentual entre as duas pesquisas: 44% declararam que não votariam de “jeito nenhum” no candidato no primeiro turno. O mesmo fenômeno ocorreu com Marina Silva, que agora tem 30% de eleitores contrários à sua eleição.

A taxa de rejeição a Fernando Haddad cresceu de 22% para 26%. Geraldo Alckmin tem 25% de rejeição; e Ciro Gomes, tem 21%. Os dois candidatos oscilaram um ponto percentual entre a pesquisa do começo da semana e a realizada ontem e hoje.

Vera Lúcia tem 19% de taxa de rejeição; Cabo Daciolo, 18%; Henrique Meirelles, Guilherme Boulos e Eymael, 17%; Alvaro Dias, 16%, João Amoêdo,15% e João Goulart Filho, 14%. A rejeição a Alvaro Dias oscilou dois pontos percentuais. Não houve alteração nas taxas de rejeição de Meireles, Amoêdo, Vera Lúcia e Boulos

Os percentuais de eleitores contrários de Daciolo, Eymael e João Goulart Filho caíram 1%, respectivamente.

2º turno

O Instituto Datafolha ainda simulou disputas entre os presidenciáveis no 2º turno entre os principais candidatos. Jair Bolsonaro perde em eventual disputa para Ciro Gomes (45% a 38%). Em relação a Marina Silva (43% a 39%) e Geraldo Alckmin (41% a 37%), a desvantagem do candidato do PSL está na margem de erro. Em relação a Fernando Haddad, a vantagem de Bolsonaro é de um ponto percentual (41% a 40%).

Além de Bolsonaro, Ciro Gomes tem vantagem em eventuais disputas com Fernando Haddad (45% a 27%); Marina Silva (44% a 32%); e Geraldo Alckmin (40% a 34%). Geraldo Alckmin supera Fernando Haddad (40% a 32%) e Marina Silva (39% a 36%). A candidata da Rede tem cinco pontos percentuais de vantagem em relação ao candidato petista (39% a 34%).


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Ricardo Callado13/09/20186min

Candidata do Pros ao Palácio do Buriti está sendo alvo de fake News depois de entrevista ao DFTV

Cidades carentes do Distrito Federal, como Recanto das Emas e Santa Maria, apresentam vulnerabilidade dos jovens à violência. Uma saída para isso é a criação de políticas públicas e centros de apoios onde a juventude possam ter acesso a práticas esportivas em locais decentes.

Na tarde desta quinta-feira (13), Eliana foi a entrevistada do jornalístico DFTV 1ª Edição, da Rede Globo. No final da entrevista, anunciou que iria construir dois novos estádios no DF. O Blog checou o Plano de Governo da candidata. O item 16 das propostas para o esporte está a construção de pequenos estádios no Recanto das Emas e em Santa Maria.

O blog entrou em contato com Eliana. A candidata disse que se trata de espaços para proporcionar aos jovens das duas cidades espaços para o lazer e prática esportiva. “São estruturas modestas, simples, um campo de futebol com uma pista de corrida, murada com arquibancada, para levar aos jovens das duas cidades a terem as mesmas oportunidades dos jovens das outras cidades”.

Eliana também explicou que esses espaços vão permitir ao governo levar para as cidades eventos culturais e artísticos. É preciso levantar a autoestima de nossa população. Queremos que todas as nossas cidades tenham as mesmas oportunidades. Esse é um compromisso social que o governo deve ter com a população”.

Logo após a entrevista surgiram as primeiras fake news. Afirmaram que a candidata iria construir mais dois “Mané Garrincha” e já sugeriram que existiam empreiteiras acordadas. O tema virou polêmica e foi bastante explorada pelos adversários. Depois da Copa do Mundo, “Estádio” em nosso país virou palavrão e sinônimo de corrupção. Levando inclusive dois ex-governadores do Distrito Federal e um vice a prisão. E a exploração política em cima da entrevista de Eliana Pedrosa distorce a realidade e cria as chamadas fake news, notícias falsas.

Indignada com o que classificou de jogo sujo, Eliana Pedrosa desabafou: “Quem critica isso são políticos que querem que só sobrem para os jovens o caminho da marginalidade e das drogas. Nós queremos nossos jovens sadios. Temos propostas para os nossos jovens. O ex-governador Joaquim Roriz criou os programas Picasso não Pichava e o Esporte a Meia Noite para os nossos jovens e que hoje estão abandonados. Essa política mesquinha no Distrito Federal tem que acabar. Precisamos de um governo que pense em nossos jovens”, ressaltou.

Desde o início da campanha, outros candidatos vêm sofrendo com as fake News. O candidato à reeleição, Rodrigo Rollemberg (PSB). No final do ano passado, em entrevista ao jornal Correio Braziliense, ele já previa o jogo sujo nessas eleições. Rollemberg previu que um dos principais inimigos será a militância virtual, composta, muitas vezes, por robôs, nas redes sociais, com mentiras que contaminam a imagem pessoal disseminadas na internet. “Dá até para imaginar que existem centrais de fake news”, apontou o governador.

O candidato Rogério Rosso (PSD) também citou as fake news em entrevista ao portal Metrópoles. Em agosto, afirmou que o DF está enfrentado “calamidade pública” nas áreas de saúde, segurança, educação e trabalho. “Estou vendo colegas candidatos prometendo o que não podem cumprir. Para ir para segundo turno, tem de falar a verdade. Não adianta mais fake news, falar mentira. A população sabe quem é quem”, assinalou.

Já Alberto Fraga (DEM) foi vítima de fake news recentemente e teve seu mandato ameaçado. Três dias após o assassinato de Marielle Franco, o deputado Alberto Fraga foi induzido ao erro e postou no Twitter uma mensagem espalhando rumores de que a vereadora era ex-mulher de um traficante de drogas e que teria relações com o tráfico. Em entrevista no mesmo dia da postagem, Fraga afirmou que recebeu as informações pelas redes sociais e não apurou a veracidade dos fatos.

É preciso estar bem atento ao que é publicado nas redes sociais. A mais recente vítima do jogo sujo, Eliana faz um alerta para as postagens nas redes sociais: “o ato de produzir ou compartilhar notícias falsas pode ser caracterizado como calúnia, injúria ou difamação. É preciso que a sociedade esteja bem atenta para não cair nesse jogo sujo com o objetivo de tumultuar o processo eleitoral”, afirma Eliana.


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Ricardo Callado12/09/20188min

No segundo pelotão estão empatados Fraga, 13%; Rollemberg, 12%; e Rosso, 10%. Ibaneis tem 7%, Miragaya tem 4%, Chagas tem 3%; Guerra e Fátima têm 2% cada um; Rosa tem 1%, e Guillen não atinge 1%. 

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (12) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo do Distrito Federal:

  • Eliana Pedrosa (Pros): 23%
  • Alberto Fraga (DEM): 13%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 12%
  • Rogério Rosso (PSD): 10%
  • Ibaneis (MDB): 7%
  • Miragaya (PT): 4%
  • General Paulo Chagas (PRP): 3%
  • Alexandre Guerra (Novo): 2%
  • Fátima Sousa (PSOL): 2%
  • Renan Rosa (PCO): 1%
  • Guillen (PSTU): 0%
  • Brancos/nulos: 15%
  • Não sabe: 8%

Com o resultado, Eliana Pedrosa está isolada na liderança. As três candidaturas seguintes aparecem tecnicamente empatadas.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo. É o segundo levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

No primeiro levantamento, feito entre 21 e 23 de agosto, os percentuais de intenção de voto eram os seguintes:

  • Eliana Pedrosa (Pros): 14%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 12%
  • Alberto Fraga (DEM): 10%
  • Rogério Rosso (PSD): 8%
  • General Paulo Chagas (PRP): 3%
  • Miragaya (PT): 3%
  • Fátima Sousa (PSOL): 2%
  • Ibaneis (MDB): 2%
  • Alexandre Guerra (Novo): 2%
  • Renan Rosa (PCO): 1%
  • Guillen (PSTU): 0%
  • Brancos/nulos: 31%
  • Não sabe: 12%

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 1204 eleitores de todas as regiões do DF, com 16 anos ou mais
  • Quando a pesquisa foi feita: entre 9 e 11 de setembro
  • Registro no TRE: DF-04805/2018
  • Registro no TSE: BR-06394/2018
  • nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

Simulações de segundo turno

O Ibope também perguntou, pela primeira vez nas eleições deste ano, as intenções de voto em um possível segundo turno para o governo do Distrito Federal. Foram incluídos nas simulações os três candidatos mais bem posicionados. Os resultados foram:

  • Eliana 41% x 27% Fraga (branco/nulo: 22%; não sabe: 10%)
  • Fraga 40% x 24% Rollemberg (branco/nulo: 25%; não sabe: 10%)
  • Eliana 48% x 21% Rollemberg (branco/nulo: 22%; não sabe: 8%)

Espontânea

Na modalidade espontânea da pesquisa Ibope (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte:

  • Eliana Pedrosa (Pros): 11%
  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 8%
  • Alberto Fraga (DEM): 7%
  • Rogério Rosso (PSD): 6%
  • Ibaneis (MDB): 4%
  • Miragaya (PT): 2%
  • Fátima Sousa (PSOL): 1%
  • General Paulo Chagas (PRP): 1%
  • Alexandre Guerra (Novo): 1%
  • Renan Rosa (PCO): 0%
  • Guillen (PSTU): –
  • Outros: 2%
  • Brancos/nulos: 23%
  • Não sabe: 35%

Rejeição

O Ibope também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os índices:

  • Rodrigo Rollemberg (PSB): 52%
  • Alberto Fraga (DEM): 24%
  • Eliana Pedrosa (Pros): 17%
  • Miragaya (PT): 15%
  • Rogério Rosso (PSD): 13%
  • Fátima Sousa (PSOL): 10%
  • Ibaneis (MDB): 10%
  • General Paulo Chagas (PRP): 9%
  • Renan Rosa (PCO): 8%
  • Alexandre Guerra (Novo): 7%
  • Guillen (PSTU): 7%
  • Poderia votar em todos (espontânea): 2%
  • Não sabe: 11%

Com informações do G1 DF


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Ricardo Callado12/09/20189min

As âncoras que afundam a candidatura de Rosso ao Palácio do Buriti assombram integrantes da sua coligação, entre eles o candidato ao Senado, Cristovam Buarque. Os dois foram responsáveis pelo desmonte da chamada Via Alternativa

Rogério Rosso

Talvez nenhuma candidatura tenha tantos questionamentos a responder, quanto á de Rogério Rosso (PSD). São muitos os casos em que seu nome é citado, vão desde a Operação Caixa de Pandora até a Operação Lava Jato. Alia-se a isso a baixa aprovação do seu governo-tampão.

As âncoras que afundam a candidatura de Rosso ao Palácio do Buriti assombram integrantes da sua coligação, entre eles o candidato ao Senado, Cristovam Buarque. Os dois foram responsáveis pelo desmonte da chamada Via Alternativa, uma grande aliança para concorrer contra o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) nas eleições deste ano.

Resultado da desastrosa articulação de Rosso e Cristovam foi a dispersão do grupo e a formação de quatro chapas, que acabou favorecendo Rollemberg, hoje o mais cotado para ir ao segundo turno entre os que estão no segundo pelotão.

 

Operação Caixa de Pandora

Rosso foi acusado em 12 de julho de 2016, a respeito de um escândalo de corrupção que derrubou, em 2009, o então governador José Roberto Arruda (PR), no caso que ficou conhecido como “mensalão do DEM” – esquema de corrupção desvendado pela Operação Caixa de Pandora, da Polícia Civil do Distrito Federal.

Seu colega de bancada do Distrito Federal, Alberto Fraga (DEM), foi flagrado em vídeo divulgado pelo site Os Divergentes assumindo ter visto gravações que flagram pessoas ligadas a Rosso recebendo dinheiro de Durval Barbosa, delator do mensalão do DEM.

Em outra nota, de julho de 2016, publicada pelo site o Antagonista, com o título “Quem manda em Rogério Rosso?”, o candidato do PSD também é citado nos depoimentos de Francinei Arruda, técnico em informática que gravou e editou os vídeos do escândalo do mensalão do DEM. À Justiça do Distrito Federal, ele revela a existência de gravações inéditas em que Rogério Rosso apareceria recebendo dinheiro do esquema.

Na mesma época, o jornal a Folha de S.Paulo, publica novos trechos do depoimento de Francinei em que ele sugere que Durval Barbosa, delator do mensalão que planejou os vídeos, usa a gravação de Rosso para chantageá-lo.

Em agosto deste ano, confrontado no debate da TV Brasília/Correio sobre um comentário de Fraga, Rosso disse que o colega “mentiu”.

Em resposta, Fraga afirmou que quem está mentindo é Rosso. “Eu disse que teria visto o Francinei, numa delação, afirmar que tinha editado os vídeos com relação ao Rogério Rosso. Disse que vi vários vídeos e me neguei a comentar o assunto”, disparou. O caso ainda não foi esclarecido.

 

Tribunal de Justiça do DF

Em 2010, Rosso foi eleito governador do Distrito Federal, em primeiro turno com 13 votos dos 24 parlamentares em eleição indireta na Câmara Legislativa. Seu governo foi marcado pela desaprovação popular, segundo pesquisas da época.

Em 2010, o Tribunal de Justiça do DF acusou Rosso por extinção e criação de cargos com aumento de remuneração sem autorização legal na Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), à frente do GDF. A Justiça determinou ainda ele ressarcisse os cofres públicos pelo prejuízo causado. Houve recurso no primeiro grau, porém, a sentença foi mantida.

 

Operação Lava Jato

Rosso também tem seu nome citado na Lava Jato, a principal operação que combate a corrupção no país. O ex-diretor da Andrade Gutierrez Rodrigo Lopes, um dos delatores da empresa, contou aos investigadores da Lava-Jato que Rogério Rosso  teria pedido propina de R$ 12 milhões pelas obras do Estádio Nacional Mané Garrincha.

“Em 2010, antes da assinatura do contrato, houve o pedido de propina para o então governador Rosso, através de um operador indicado, no valor de R$ 12 milhões, proposta refutada pela Andrade Gutierrez. Em 2011, após a assinatura do contrato, foi feito um ajuste e pagamento no valor de R$ 500 mil, ao mesmo operador indicado pelo ex-governador”, diz um trecho.

Em nota, Rosso negou as denúncias e disse estar “profundamente consternado e indignado com as mentiras, citações caluniosas e ofensivas envolvendo meu nome na questão do Estádio de Brasília”.

“A licitação da obra do Estádio já estava em andamento com análise e avaliação pelos órgãos de fiscalização e controle, e apenas quando autorizada por esses órgãos é que foi dada continuidade no certame pela Novacap, responsável pela obra e de seus desdobramentos administrativos técnicos e administrativos”, disse Rosso à época.

 

Operação Panatenaico

Em maio de 2017, a Polícia Federal deflagrou a Operação Panatenaico, um braço da Lava Jato. Dez pessoas foram presas, incluindo dois ex-governadores do DF: Agnelo Queiroz (PT) e José Roberto Arruda (PR), além de Tadeu Filippelli (MDB), ex-vice de Agnelo e ex-assessor especial do presidente Michel Temer (MDB). Rosso também foi citado, mas como é deputado federal e tem foro privilegiado, acabou ficando fora.

Em abril deste ano, a juíza da 12ª Vara da Justiça Federal no DF remeteu ao Supremo Tribunal Federal (STF) as cópias das peças relativas a supostas irregularidades cometidas pelo então governador-tampão do DF em 2010, Rogério Rosso (PSD), no âmbito da Operação Panatenaico.

Embora a magistrada Pollyana Kelly Maciel Medeiros Martins tenha aceitado denúncia contra 12 pessoas suspeitas de fraudes e desvios de recursos públicos nas obras do Estádio Nacional Mané Garrincha para a Copa do Mundo de 2014, a ação do Ministério Público Federal (MPF) que envolve Rosso voltará ao STF. A decisão ocorre devido à prerrogativa de foro do ex-governador do DF, pelo fato de ele ser deputado federal.

Em novembro de 2017, o relator do pleito no STF, ministro Edson Fachin, já havia indeferido pedidos de diligências prévias contra Rosso no caso. No processo, Fachin afirmou que afastaria a competência da Suprema Corte para analisar a ação devido à “insuficiência dos elementos indiciários até então colhidos em face do parlamentar”.

Novamente, Rosso se mostrou indignado: “Repudio veementemente qualquer tentativa de associar meu nome nesse ou em qualquer outro episódio sobre irregularidades na minha gestão. Estou tranquilo quanto à lisura de todos os atos por mim praticados enquanto governador ou no exercício de qualquer função pública”, afirmou.



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