Arquivos Política - Blog do Callado

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Ricardo Callado15/10/20181min

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, afirmou hoje (15), no Dia do Professor, que pretende valorizar a categoria e resgatar o respeito em sala de aula.

Lembrando que é formado em educação física, ele disse que estava falando como professor da área.

“A inversão de valores dificulta a autoridade do professor em sala de aula. São muitos os relatos e registros de agressão, desrespeito e humilhação. Resgatar a referência que sempre representaram é também uma forma de valorizá-los”, disse o candidato no Twitter.


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Ricardo Callado15/10/20186min

As 38 feiras permanentes espalhadas no DF, que há décadas são o símbolo do abandono, serão totalmente revitalizadas e transformadas em espaços dignos e decentes para a população e para quem trabalha nelas. Além das feiras permanentes, há outras 26 itinerantes e shoppings populares, somando 64 ao todo. A garantia foi dada neste final de semana por Ibaneis Rocha (MDB), ao visitar a feira do Guará e a feira da praça do Bicalho, Setor Norte, de Taguatinga

Por Toni Duarte//RADAR-DF

O olhar do candidato ao governo do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) se voltou no último final de semana em direção as feiras permanentes do DF, equipamentos públicos que se deterioram por falta de interesse do poder público. A feira permanente do Guará, uma das mais famosas do DF sofre com o abandono.

Em vez de abrigar histórias e disseminar culturas, os centros comerciais do DF se tornaram exemplos de descaso público. Com infraestrutura deficitária e sensação constante de insegurança, as feiras perdem diariamente freguesias e caem no esquecimento popular. É o caso da feira do Guará.

“Eu vi essa feira nascer quando era morador da Quadra 15, Conjunto R, Casa 28. Tenho um carinho muito especial por essa área. Olho para cima e vejo o telhado todo furado, não tem limpeza e nem segurança. Isso vai mudar se eu me eleger governador do Distrito Federal”, garantiu Ibaneis Rocha em visita aos feirantes.

Para Ibaneis, as feiras do DF têm que entrar no circuito cultural das cidades por ser o centro de convergências da população e importantes fontes de geração de emprego e renda.

“Os micros e pequenos empresários precisam de uma atenção do Estado para que eles possam contratar mais pessoas. Vou acabar com a diferença de alíquota, assinada pelo governo Rollemberg que na minha opinião foi um golpe no bolso do microempreendedor brasiliense”, disse.

Ibaneis se refere a Difal. Um decreto assinado por Rollemberg em 2016 para que as empresas do Super Simples recolham o diferencial de alíquota quando compram de outros Estados.

Quem tem um pequeno negócio na feira não está conseguindo vender porque o governo negligencia na fiscalização nas divisas do DF por onde entra todo o tipo de mercadoria ilegal que concorre com quem está legalizado.

“Vamos ter que ajustar o sistema, ajudar esses empresários com financiamento mais barato pelo BRB para que eles possam voltar novamente a crescer empregar e ter um ambiente onde as pessoas possam ter  banheiros limpos e segurança”, disse.

A Feira do Guará se especializou no setor de confecções, hoje responsável por 80% do seu movimento. Mantêm-se, apesar de tudo, bons restaurantes e barracas com peixes e frutos do mar frescos, legumes e verduras especiais.

Também são encontradas barracas dedicadas a ervas medicinais, temperos e raízes, doces e queijos.

O emedebista também visitou a feira da praça do Bicalho em Taguatinga onde assegurou dá o mesmo tratamento.


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Ricardo Callado14/10/20181min

Nenhum candidato que participará do segundo turno das eleições poderá ser detido ou preso, a partir deste sábado (13), a não ser em caso de flagrante delito.

A regra, que restringe a prisão de candidatos nos 15 dias que antecedem as eleições, está no parágrafo 1º do artigo 236 da Lei nº 4.737/1965 do Código Eleitoral.

Disputarão o segundo turno, no dia 28 de outubro, os candidatos a presidente da República Jair Bolsonaro, da Coligação Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos (PSL/PRTB), e Fernando Haddad, da Coligação O Povo Feliz de Novo (PT/PC do B/PROS), além de 28 candidatos a governador em 13 estados e no Distrito Federal.


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Ricardo Callado14/10/20184min

Por Douglas Corrêa

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse neste sábado (13) que o plano de privatizações previsto por sua campanha, caso seja eleito, será de inteiro agrado do mercado e que, em princípio, as primeiras estatais que serão alvo de análise para privatização serão as criadas pelos governos do Partido dos Trabalhadores. Segundo ele, as privatizações serão realizadas com responsabilidade.
“Em um primeiro momento, aquelas quase 50 estatais criadas pelo PT e ainda sobram 100. Essas outras têm que ter um modelo para privatizar com responsabilidade, logicamente que as estratégicas não privatizaremos, como Banco do Brasil, Caixa Econômica e Furnas, entre outras. Mas, como um todo, tenho certeza que o mercado vai gostar do nosso plano de privatização porque é uma maneira a mais de combater a corrupção e o Estado tem que estar com aquilo que é essencial nas suas mãos, que são as estratégicas”, avaliou.

Com relação às propostas para a área da saúde, o candidato pelo PSL disse que prioritariamente é preciso combater à corrupção para que sobrem recursos para serem aplicados em outras áreas. As declarações foram dadas ao deixar a casa do empresário Paulo Marinho, onde gravou o programa político partidário.

Violência

Bolsonaro também voltou a falar sobre o aumento da violência motivada por disputas políticas. Ele citou a facada sofrida por ele, em Juiz de Fora, no dia 6 de setembro, e disse que lamenta esse tipo de agressão, que classificou de “bastante violenta”.

“Gostaria que elas parassem. Me acusam de intolerante, mas quem levou a facada fui eu. Se eu tivesse poder de apenas falar para evitar tudo isso, eu exerceria esse poder. Apelo a todos do Brasil que deixem as paixões de lado. Não estamos disputando uma partida de Fla-Flu”, afirmou o candidato.

Bolsonaro não confirmou se participará dos dois debates que estão marcados para segundo turno. Ele disse que, mesmo se for liberado pelos médicos na avaliação que fará quinta-feira (18), pode não comparecer, “como estratégia de campanha”. No entanto, afirmou que, se Haddad quiser debater com ele na rua, na frente de jornalistas, aceitará o debate.

Investimento nas Forças Armadas

O presidenciável disse ainda que, se eleito, investirá mais nas Forças Armadas, que, segundo ele, ficaram esquecidas nos últimos anos. “Investir no Exército é benéfico para a própria economia. Vamos tratar com respeito e consideração.”

Para o candidato, isso não ocorreu ao longo dos últimos 30 anos.


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Ricardo Callado13/10/20184min

Por Douglas Corrêa

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse hoje (13) nas redes sociais que, se for eleito, vai promover uma grande transformação cultural no país, “onde a impunidade, a corrupção e o crime não serão maios associados à nossa identidade nacional”.
“A lei e a constituição serão nossos instrumentos. A Justiça será independente e deverá acelerar as punições aos culpados! Esse é o Brasil que juntos poderemos construir. Um país que respeita seus cidadãos e que é respeitado por eles e pelo mundo todo”, disse o candidato.

Na noite de ontem (12), o candidato fez uma transmissão ao vivo ao lado de Luiz Phillipe de Orleans e Bragança, deputado federal eleito por São Paulo. Bolsonaro disse que aconteceu um “fenômeno” no primeiro turno das eleições, quando o PSL fez 52 deputados federais.

O candidato comentou ainda a questão da urna eletrônica. “Se eu for presidente, podem ter certeza, nós vamos ter já na eleição de 2020 uma forma segura de se votar, onde se possa fazer uma auditoria. A pessoa que for votar terá a certeza de que votou realmente naquela pessoa”.

Bolsonaro conclamou ainda os eleitores para se mantenham mobilizadas no segundo turno. “Se houver um problema urna de votação que peça ao mesário que troque a urna ou passe para o voto de papel, apesar de nós termos uma diferença de 17 milhões de votos a mais em relação ao Haddad [adversário do PT],a gente não pode bobear”, avaliou o candidato.

Rio de Janeiro

Ao chegar para gravar o programa de propaganda eleitoral na casa do empresário Paulo Marinho, na zona sul do Rio, Bolsonaro disse que não vai apoiar nenhum candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro. O candidato Eduardo Paes (DEM) disputa o segundo turno com o candidato Wilson Witzel (PSC).

Bolsonaro disse também que não desmarcou encontro ontem (12) com o candidato ao governo do estado de São Paulo, João Dória (PSDB), que esteve no Rio para conversar com ele. “Eu não havia combinado esse encontro e não sei quem marcou isso. Eu encontro com ele sem problema. Bato papo com ele sem problema algum. Eu sei que ele é oposição ao PT, somos oposição ao PT. Eu sei que o outro lado o [Marcio] França (PSB) tem o apoio velado do PT. Então, no momento, eu desejo boa sorte ao Dória”, disse.


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Ricardo Callado12/10/20183min

Por Felipe Pontes

“O vermelho é um sinal de alerta para o que não queremos no país. A nossa bandeira é verde e amarela e nosso partido é o Brasil”, diz a propaganda do candidato, citando o Foro de São Paulo, “grupo político com viés ideológico, comunista, de esquerda liderado por Lula e Fidel Castro”.

Bolsonaro agradeceu aos eleitores pelos votos no primeiro turno e a Deus por sua vida. O candidato está em recuperação após levar uma facada durante um ato público de campanha em 6 de setembro, em Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Ao apresentar seu perfil, o capitão reformado do Exército de 63 anos, exibiu a família, a esposa Michelle e os quatro filhos homens e também falou, emocionado, sobre a filha caçula, Laura. “Uma confissão. Eu já tinha decidido não ter mais filhos […] Fui no Hospital Central do Exército e desfiz a vasectomia e mudou muito minha vida com a chegada da Laura”, disse.

Ao finalizar o programa, o candidato destacou sua atuação no Congresso Nacional, dizendo que é honesto, “nunca fez conchavos”e “sempre defendeu os valores da família”.

A propaganda fala também da união do país. “Chegou a hora de o Brasil se unir e virar a página do passado e eleger um presidente que vai fazer o país crescer”, diz o locutor da propaganda.

“Precisamos de políticos honestos e patriotas, que falem de tudo. Um governo que saia do cangote da classe produtora. Temos certeza que desta forma teremos uma grande nação”, diz Bolsonaro.


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Ricardo Callado12/10/20185min

A disputa ao Governo do Distrito Federal traz duas grandes surpresas. A primeira foi a votação conseguida pelo candidato do MDB, Ibaneis Rocha, que por muito pouco não definiu a eleição no primeiro turno. A outra foi a ida do candidato à reeleição Rodrigo Rollemberg (PSB) ao segundo turno.

Poucos apostavam que Rollemberg conseguisse ir para a próxima fase da campanha. A rejeição do atual governador só é comparável a do seu ex-aliado, o ex-governador Agnelo Queiroz (PT).

Já Ibaneis acompanha uma tendência nacional, onde o eleitor procura nomes fora da política, dando ares de renovação e com propostas mais conectadas ao momento que vive o país.

Além de uma votação extraordinária, Ibaneis tem a seu favor apoios que vem recebendo no segundo turno, como do senador eleito Izalci Lucas (PSDB) e do terceiro colocado na eleição, Rogério Roso (PSD), além de deputados federais e distritais eleitos.

Rollemberg vai no caminho contrário. Ao invés de receber apoio, perde os poucos aliados que tem. O que se viu na campanha, foi o que aconteceu ao longo do seu governo. O troca-troca de nomes do primeiro escalão foi constante e, todos que saíram do governo viraram desafetos do governador Rollemberg.

Como exemplo, três áreas bem próximas de Rollemberg, a Casa Civil, a Chefia de Gabinete do Governador e a Comunicação tiveram nomes que saíram rompidos e viraram adversários ou desafetos. Foi assim também na Saúde, no Comando da Polícia Militar entre outras áreas. Rollemberg não consegue agregar.

A mais recente baixa do palanque de Rollemberg foi a Rede Sustentabilidade. A legenda reclama de deslealdade e ingratidão. Muitos ex-colaboradores do governo possuem o mesmo sentimento.

O rompimento da Rede rompeu com o candidato Rodrigo Rollemberg (PSB) foi anunciada na noite desta quinta-feira (11) por meio de nota oficial. Foi decidida após reunião realizada na sede da legenda, devido a fatos ocorridos durante a campanha.

“A decisão tem como base a ingratidão com quem o apoiou quando tinha a maior rejeição entre os candidatos e a deslealdade com quem teve coragem de defendê-lo no momento em que ninguém o defendia”, diz trecho do texto da nota.

O maior descontentamento ocorreu porque o postulante à reeleição, ainda no decorrer da campanha, anunciou o nome de Leila do Vôlei (PSB) para o Senado logo após a Rede declarar apoio a Rollemberg. Chico Leite também se lançou para o mesmo posto da ex-atleta e não figurou no cenário como o candidato principal. A legenda considerou a atitude um ato de “deslealdade”.

Diversos foram os fatos que evidenciaram essa deslealdade com a Rede Sustentabilidade, diz a nota: A priorização visível e reprovável da candidata ao Senado do PSB, a realização de reuniões e atos políticos com candidatos de outros partidos e coligações, a produção de material gráfico sem a devida participação da nossa candidatura majoritária e a ampliação do poder econômico em desfavor aos nossos candidatos”, reclama a Rede. E conclui: “O que se faz na campanha espelha o governo que se propõe”.

Ibaneis tem a missão de unir o Distrito Federal. Se concretizar o que dizem as pesquisas, sua votação será massacrante. E será eleito com a maior votação que um governador já recebeu em Brasília. A cidade deve iniciar um novo ciclo político, com lealdade e gratidão a população que o elegerá e a equipe que o ajudará governar o DF.


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Ricardo Callado12/10/20183min

O horário eleitoral gratuito para o segundo turno das eleições 2018 começa hoje (12) no rádio e na televisão. A propaganda eleitoral será exibida de segunda a sábado, em dois blocos diários. Cada candidato a presidente terá um tempo de cinco minutos, assim como os candidatos a governador, nos estados onde haverá segundo turno para esse cargo.

No rádio, o horário de propaganda terá início às 7h e às 12h; na televisão, o primeiro bloco do horário eleitoral começa às 13h e o segundo bloco às 20h30. As emissoras e canais também devem reservar 25 minutos diários, de segunda-feira a domingo, para inserções dos candidatos à Presidência.

Todas as emissoras de rádio, incluindo as comunitárias, devem reservar o espaço ao horário eleitoral, assim como as emissoras de televisão que operam VHF e UHF e em canais por assinatura operados pelo Senado, a Câmara dos Deputados, as assembleias legislativas, a Câmara Legislativa do Distrito Federal e as câmaras municipais.

Em minuta aprovada ontem (11) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ficou decidido que a veiculação da propaganda será iniciada pela candidatura que obteve maior votação no primeiro turno. A ordem da apresentação dos candidatos será alternada diariamente.

Nos locais onde há segundo turno para governador, a propaganda para o candidato local começará depois do horário reservado à propaganda dos candidatos à Presidência. A ordem de apresentação foi definida por sorteio em alguns estados.

De acordo com a legislação, as emissoras devem reservar o horário destinado à divulgação eleitoral da primeira sexta-feira depois do primeiro turno até o dia 26 de outubro, antevéspera do segundo turno, que será realizado no dia 28.

O dia 26 de outubro também é o prazo final para a realização de debate e divulgação de propaganda eleitoral paga na imprensa escrita.


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Ricardo Callado12/10/20183min
Na página Esclarecimentos sobre informações falsas, lançada ontem (11), qualquer pessoa poderá ter acesso a informações que esclarecem boatos ou notícias que buscam confundir os eleitores.“Diante das inúmeras afirmações que tentam macular a higidez do processo eleitoral  nacional, nessa página o TSE apresenta links para esclarecimentos oriundos de agências de checagem de conteúdo, alertando para os riscos da desinformação e clamando pelo compartilhamento consciente e responsável de mensagens nas redes sociais”, acrescentou o tribunal.

Além de campanhas para alertar os cidadãos, a Justiça Eleitoral informou que tem encaminhado os relatos de irregularidades que chegam ao seu conhecimento para investigação do Ministério Público Eleitoral e da Polícia Federal. O objetivo é apurar eventuais crimes e responsabilizar quem difunde conteúdo inverídico.

De acordo com o TSE, até o momento, nenhuma ocorrência de violação à segurança do processo de votação ou de apuração, realizado durante as eleições de 2018, foi confirmada ou comprovada. “A Justiça Eleitoral desempenha relevante papel na consolidação da democracia em nosso país e trabalha incansavelmente para oferecer à sociedade um processo de votação seguro, transparente e ágil, garantindo efetividade à manifestação popular exercida por meio do voto”.

Após um primeiro turno marcado por diversas notícias falsas, o conselho consultivo criado pelo TSE para discutir medidas de combate a esse tipo de conteúdo se reuniu ontem e manifestou preocupação com a disseminação de conteúdos enganosos no Whatsapp. O grupo, entretanto, não apresentou medidas concretas a serem adotadas para este segundo turno.


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Ricardo Callado10/10/20182min

O senador eleito Izalci Lucas (PSDB), disse que Ibaneis Rocha (MDB), candidato ao governo do Distrito Federal, tem o compromisso de promover a imediata aplicação da lei 13.465/2017 para garantir a segurança jurídica aos mais de 1 milhão e meio de pessoas que moram em áreas irregulares no DF

Por Toni Duarte//RADAR-DF

Uma das principais bandeiras de luta do senador eleito Izalci Lucas (PSDB) foi completamente acolhida pelo candidato ao Buriti Ibaneis Rocha, após a consolidação do apoio do tucano para vencer o segundo turno da eleição que ocorre no próximo dia 28.

Para Izalci que foi  presidente da comissão mista  do Congresso Nacional que aprovou a Medida Provisória 759/16 e em seguida convertida na lei 13. 465/2017 que trata da regularização de imóveis urbanos e rurais em todo o país, disse que o governador Rodrigo Rollemberg nunca se interessou em aplicar a lei.

O socialista foi quem mais fez lobby dentro do Congresso Nacional junto ao Psol e ao PT para que a lei de regularização fundiária não fosse aprovada.

Mesmo sancionada,  a Lei da Regularização Fundiária, que embasa a venda direta de lotes em condomínios em processo de regularização, foi ignorada pelo governo Rollemberg e tripudiada como “lei da grilagem”.

“Para esse governador, que será derrotado pelo povo nas urnas, é melhor derrubar casas e especular o mercado imobiliário do que regularizar e garantir a segurança jurídica dos moradores de condomínios e áreas de interesses sociais ”, disse.

Izalci Lucas destacou ao Radar que Ibaneis Rocha tem o seu total apoio pelo comprometimento que terá com o processo de regularização fundiária em todo o Distrito Federal que será iniciado no primeiro mês de governo.



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