Arquivos Política - Blog do Callado

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Ricardo Callado18/09/20185min

“Se necessário, abriremos uma segunda investigação”, afirma o ministro

Por Felipe Pontes

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, reafirmou hoje (18) que a Polícia Federal (PF) deve concluir ainda nesta semana um primeiro inquérito sobre a agressão ao candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro. Ele disse que, até o momento, nenhuma hipótese foi descartada sobre uma eventual coautoria do crime, por isso uma nova investigação poderá ser aberta.
Bolsonaro foi esfaqueado em 6 de setembro durante um ato de campanha na rua em Juiz de Fora (MG). O agressor, identificado como Adélio Bispo de Oliveira, foi preso e encontra-se numa penitenciária de Campo Grande (MS). Em depoimentos, ele diz ter agido sozinho.

“Não se descarta qualquer tipo, qualquer hipótese”, afirmou Jungmann ao ser questionado sobre a possibilidade de coautoria no crime. “Nós, se necessário, abriremos uma segunda investigação, um segundo inquérito, para apurar todo e qualquer indício. Se qualquer possibilidade de coautoria existir, evidentemente que vamos trazer a conhecimento de toda a sociedade”, disse em seguida.

O ministro, no entanto, não entrou em detalhes das investigações, afirmando apenas que “tudo isso tem que ser investigado, recursos, dinheiro na conta”. “Temos que dar uma resposta à opinião pública para que não paire nenhuma suspeita”, acrescentou.

Jungmann deu as declarações após reunião, nesta terça-feira, com a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, da qual também participou o diretor-geral da PF, Rogério Galloro.

No encontro, foi discutido o incremento na segurança dos candidatos à Presidência. No momento, mais de 20 policiais federais integram o aparato que acompanha cada presidenciável.

Foi montado também um centro de inteligência para acompanhar todos os presidenciáveis em tempo real, que deverá ser inaugurando em breve em Brasília e passará a funcionar 24 horas durante sete dias antes do primeiro turno das eleições, que ocorre em 7 de outubro.

“Bancada do crime”

Além do incremento na segurança dos candidatos à Presidência, foi discutido no encontro o combate a candidaturas que estejam ligadas ao crime organizado, num esforço para impedir que ser forme, nas palavras de Jungmann, uma “bancada do crime” no Poder Legislativo federal e estadual.

Segundo o ministro, a PF realiza um pente-fino na vida pregressa de todos os candidatos, para todos os cargos, nas eleições deste ano. O objetivo é entregar ao TSE um dossiê com qualquer indício do envolvimento do crime organizado com a eleição.

“Estamos fazendo uma triagem e levantamento prévio de todos os candidatos e estamos cruzando todos os dados, fazendo um banco de dados”, disse Jungmann. “Não podemos permitir a formação de uma bancada do crime, e se por acaso eles vierem a se eleger nós precisamos cassá-los e puni-los”, acrescentou o ministro. Ele frisou, no entanto, que a PF somente fornecerá dados de inteligência ao TSE, a quem caberá dar qualquer tipo de consequência às informações.


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Ricardo Callado18/09/20182min

Candidata do Pros oscila dentro da margem de erro e tem 22% das intenções de voto ao Palácio do Buriti. Em segundo aparece Fraga e Rollemberg empatados, com 14% e 11%

Encomendada pela TV Globo, o instituto Ibope divulgou nesta segunda-feira (17) novo levantamento de intenções de votos para o governo do Distrito Federal. A pesquisa consolida a liderança da candidata Eliana Pedrosa (Pros) no primeiro turno e mostra vitória em todos os cenários de segundo turno.

Em um eventual cenário de segundo turno entre Eliana Pedrosa e o atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB), ele teria 23% dos votos, enquanto a ex-parlamentar teria 45%. Contra o deputado federal Alberto Fraga (DEM), a candidata do Pros sairia vitoriosa, com 39% dos votos. Fraga teria 29%.

Confira os cenários de segundo turno:

Eliana 39% x 29% Fraga (brancos/nulos: 27%; não sabem: 5%)
Fraga 41% x 24% Rollemberg (brancos/nulos: 30%; não sabem: 5%)
Eliana 45% x 23% Rollemberg (brancos/nulos: 22%; não sabem: 8%)

No primeiro turno, todos os candidatos oscilaram dentro da margem de erro. A candidata do Pros figura com 22% da preferência do eleitorado, diferença de oito pontos percentuais em relação ao segundo colocado, Alberto Fraga (DEM), que tem 14%. Na sequência, Rodrigo Rollemberg (PSB) figura com 11%. Ele é seguido de perto por Rogério Rosso (10%).

Confira a posição de cada um:

Eliana Pedrosa (Pros): 22%
Alberto Fraga (DEM): 14%
Rodrigo Rollemberg (PSB): 11%
Rogério Rosso (PSD): 10%
Ibaneis (MDB): 9%
General Paulo Chagas (PRP): 5%
Miragaya (PT): 3%
Alexandre Guerra (Novo): 3%
Fátima Sousa (PSol): 1%
Renan Rosa (PCO): 1%
Guillen (PSTU): 0%
Brancos/nulos: 13%
Não sabem: 8%

 

 


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Ricardo Callado17/09/20182min

Do O Antagonista – O Globo conta que dois cientistas políticos da UnB (Universidade de Brasília), Antônio Flávio Testa e Paulo Kramer, integram um grupo que ajuda a traçar estratégias para a chapa de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão.

O grupo, que surgiu por iniciativa dos generais Augusto Heleno e Oswaldo Ferreira, reúne-se periodicamente para discutir desde questões territoriais e indígenas à modulação do discurso sobre o golpe militar –segundo eles, um “contragolpe” à ofensiva comunista em 1964.

“É um grupo de voluntários, que colabora com Bolsonaro. (…) Não há ideologia, mas envolvimento com quem tem projeto de Brasil. Eu não sou de esquerda nem de direita. E não considero Bolsonaro de direita nem Lula de esquerda. São dois pragmáticos”, disse Testa ao jornal carioca.

Kramer, por sua vez, afirma que dá “pitacos” para melhorar a mensagem do presidenciável do PSL.

“Qual a vantagem que [Bolsonaro] tem? Não é apenas estar em conformidade com o espírito da época; ele está em campanha desde novembro de 2014. Ele é a prova do sucesso de uma campanha permanente.”


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Ricardo Callado17/09/20184min

POR MAHILA AMES DE LARA, do Poder 360

O candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, cresceu 3 pontos percentuais na comparação com a semana passada e alcançou 33% das intenções de voto segundo levantamento feito pela FSB Pesquisa (íntegra), contratada pelo banco de investimentos BTG Pactual.

Mas o maior salto da semana foi de Fernando Haddad (PT), que passou de 8% para 16% e empata, dentro da margem de erro, com Ciro Gomes (PDT) na 2ª colocação.

Geraldo Alckmin (PSDB) e a candidata da Rede, Marina Silva, apresentaram tendência de queda nos levantamentos. O tucano caiu de 8% para 6% e Marina, de 8% para 5%. Os 2 estão empatados com João Amoêdo (Novo), que tem 4% das intenções de voto e ficam mais distantes na disputa por 1 lugar no 2º turno.

Não souberam responder 5% dos entrevistados e 11% não escolheram ninguém ou votariam em branco.

As entrevistas foram realizadas nos dias 15 e 16 de setembro de 2018. O Instituto entrevistou 2.000 eleitores nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 p.p. e o intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE(Tribunal Superior Eleitoral) é BR-06478/2018.

2º TURNO

A pesquisa também trouxe novidades nas expectativas para o 2º turno, que acontecerá em 28 de outubro. Bolsonaro, que tinha dificuldades de emplacar bons resultados nesta etapa, aparece à frente de Fernando Haddad, Geraldo Alckmin e Marina Silva.

O único candidato que apresentaria algum risco ao militar seria Ciro Gomes, que empata com ele dentro da margem de erro. Eis os cenários:

Jair Bolsonaro (PSL) – 42%
Ciro Gomes (PDT) – 42%
nenhum/brancos – 13%
não sabe – 3%

Jair Bolsonaro (PSL) – 46%
Fernando Haddad (PT) – 38%
nenhum/brancos – 13%
não sabe – 3%

Jair Bolsonaro (PSL) – 43%
Geraldo Alckmin (PSDB) – 36%
nenhum/brancos – 17%
não sabe – 4%

Jair Bolsonaro (PSL) – 48%
Marina Silva (Rede) – 33%
nenhum/brancos – 17%
não sabe – 3%

POTENCIAL DE VOTO, REJEIÇÃO E DESCONHECIMENTO

A pesquisa também mediu o potencial de voto, a rejeição e o desconhecimento dos candidatos. Segundo o levantamento, Jair Bolsonaro tem o maior potencial de voto, 48%, seguido pelo pedetista Ciro Gomes, que apresenta 45% e pelo tucano Geraldo Alckmin, que tem 39%.

A candidata da Rede, Marina Silva, é a que tem a maior rejeição. Entre os eleitores, 58% disseram não votar na candidata de jeito nenhum. Logo em seguida, aparece Geraldo Alckmin com 53% e Henrique Meirelles, com 48%.

A candidata Vera Lúcia, do PSTU, é a que apresenta menor resultado. A candidata também é a menos conhecida: 56% dos entrevistados não conhecem seu nome. O petista Fernando Haddad ainda é desconhecido de 15% do eleitorado.


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Ricardo Callado16/09/20184min

Por Jonas Valente

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta sexta-feira (15) nova parcial da prestação de contas dos candidatos à Presidência da República.
Entre os candidatos, o com maior arrecadação, até o momento, foi Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano levantou R$ 46,4 milhões. Do montante, R$ 46,26 milhões (97,8%) foram oriundos do Fundo Eleitoral. O financiamento coletivo do candidato representou 0,08% das verbas arrecadadas.

A segunda maior arrecadação foi a do candidato Henrique Meirelles (MDB), que declarou R$ 45 milhões em receitas até o momento. Todo o recurso veio de fontes próprias, ou seja, do próprio candidato.

A terceira maior declaração foi a do PT, cuja candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva foi substituída por Fernando Haddad. Foram movimentados R$ 20,6 milhões em receitas. A quase totalidade, R$ 20 milhões (97,1%), veio do Fundo Eleitoral. Por meio de financiamento coletivo foram arrecadados R$ 598 mil.

Ciro Gomes (PDT) vem na quarta posição, com R$ 16,1 milhões recebidos, todo do Fundo Eleitoral.

Marina Silva arrecadou R$ 7,2 milhões. Da soma de verbas, R$ 6,1 milhões vieram de doações do Fundo Eleitoral; R$ 260 mil foram de financiamento coletivo e o restante de 21 doadores.

Álvaro Dias (Podemos) declarou ter recebido R$ 5,2 milhões. Deste total, R$ 3,2 milhões (62,5%) foram oriundos do Fundo Eleitoral e 37,9% de doações diversas. A iniciativa de financiamento coletivo do candidato representou apenas 0,63% do total.

Guilherme Boulos (PSOL) recebeu até agora R$ 5,99 milhões, sendo R$ 5,97 milhões provenientes do Fundo Eleitoral. O restante foi arrecadado por meio de financiamento coletivo.

João Amoêdo (Novo) recebeu até o momento R$, 2,6 milhões. Deste total, R$ 1,2 milhão foi recebido do Fundo Eleitoral; R$ 308 mil de financiamento coletivo e o restante de doadores.

José Maria Eymael (PSDC) levantou R$ 849 mil do Fundo Eleitoral.

Jair Bolsonaro (PSL) arrecadou R$ 688,7 mil. Desse total, quase a metade foi proveniente do Fundo Eleitoral (R$ 334,75 mil). Outra parcela de R$ 332,8 mil foi obtida por meio de financiamento coletivo.

Vera Lúcia (PSTU) declarou receitas no valor de R$ 401 mil, praticamente toda oriunda do Fundo Eleitoral. A candidatura levantou apenas R$ 1,8 mil por meio de financiamento coletivo. João Goulart Filho (PPL) levantou R$ 231,8 mil, sendo R$ 230 mil do Fundo Eleitoral e o restante R$ 1,8 mil de financiamento coletivo.

As informações podem ser obtidas por meio do sistema do Tribunal “Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais”.

* Colaborou Paulo Leite, repórter da TV Brasil


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Ricardo Callado16/09/20184min

Por Daniel Mello

O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) foi transferido na manhã de hoje (16) para uma unidade de cuidados semi-intensivos, segundo boletim divulgado pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Ele recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde estava desde a última quarta-feira (12), quando foi submetido a uma cirurgia de emergência para tratar uma aderência que obstruía o intestino delgado.

De acordo com o comunicado, a evolução de Bolsonaro é boa e ele continua sem febre. A alimentação ainda está sendo feita por via endovenosa. O candidato está sendo submetido a medidas de prevenção de trombose e fisioterapia respiratória e motora.

Bolsonaro sofreu uma facada durante um ato de campanha no último dia 6,  em Juiz de Fora (MG) . Após ter sido atendido na Santa Casa da cidade, onde chegou a passar por uma primeira cirurgia, ele foi transferido, a pedido da família, para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, na manhã do dia 7.

Uma nova foto do candidato foi postada no Twitter dele. Na imagem, Bolsonaro aparece na penumbra com as pernas cruzadas e usando a roupa do Hospital Albert Einstein.

Investigações

As investigações sobre o caso são mantidas em sigilo e seguem duas frentes. Na primeira, o agressor teria agido por motivações pessoais, e, na segunda, haveria conexões, com participação de outras pessoas.

Nas investigações, a primeira linha se baseia na apuração de que Adélio Bispo, o agressor confesso, cometeu a ação motivado por questões políticas e religiosas. Quatro telefones celulares e um laptop dele são analisados pelos policiais. Há também informações sobre a existência de um cartão de crédito internacional.

A segunda linha de investigações considera as demais possibilidades: participação de mais pessoais no ato e suspeitas diferentes das alegadas por Adélio nos seus depoimentos à polícia.

Há ainda a possibilidade de a Polícia Civil de Minas Gerais assumir o comando das investigações em substituição à Polícia Federal. Um promotor de Juiz de Fora, onde ocorreu o crime, pediu ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais que a questão seja avaliada.


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Ricardo Callado15/09/20185min

Alckmin aparece com 9% e Marina com 8% das intenções de voto

Por Agência Brasil

Nova pesquisa do instituto Datafolha mostra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) com 26% das intenções de voto na disputa presidencial. Fernando Haddad (PT) atingiu 13% e está empatado com Ciro Gomes, que tem o mesmo percentual. Geraldo Alckmin (PSDB) obteve 9% dos votos e Marina Silva (Rede) é a candidata de 8% dos entrevistados.
Alvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (MDB), João Amoêdo (Novo) marcam cada um 3% das intenções de voto. Também estão empatados Cabo Daciolo (Patriota), Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU), com 1%. João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram.Treze por cento dos entrevistados declaram votar em branco ou nulo; e 6% não sabem ou não responderam.

O levantamento foi feito na quinta (13) e nesta sexta-feira (14) junto a 2.820 eleitores em 187 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pelo jornal Folha de São Paulo e pela Rede Globo e registrada com o número BR05596/2018 na Justiça Eleitoral.

Comparação

Na comparação com a pesquisa realizada na última segunda-feira (10), Jair Bolsonaro oscilou dois pontos percentuais, Fernando Haddad cresceu quatro pontos percentuais e Ciro Gomes manteve-se estável. O ex-governador paulista Geraldo Alckmin perdeu um ponto percentual e a ex-senadora Marina Silva desceu três pontos.

Não oscilaram os percentuais de intenção de voto os candidatos Alvaro Dias, Henrique Meirelles, João Amoêdo, Cabo Daciolo, Guilherme Boulos, Vera Lúcia, João Goulart Filho e Eymael.

A proporção que declara votar nulo ou em branco reduziu em dois pontos percentuais e o número de indecisos e não respondentes oscilou em um ponto.

Rejeição

Em relação à rejeição aos candidatos, Jair Bolsonaro manteve o maior percentual, que subiu um ponto percentual entre as duas pesquisas: 44% declararam que não votariam de “jeito nenhum” no candidato no primeiro turno. O mesmo fenômeno ocorreu com Marina Silva, que agora tem 30% de eleitores contrários à sua eleição.

A taxa de rejeição a Fernando Haddad cresceu de 22% para 26%. Geraldo Alckmin tem 25% de rejeição; e Ciro Gomes, tem 21%. Os dois candidatos oscilaram um ponto percentual entre a pesquisa do começo da semana e a realizada ontem e hoje.

Vera Lúcia tem 19% de taxa de rejeição; Cabo Daciolo, 18%; Henrique Meirelles, Guilherme Boulos e Eymael, 17%; Alvaro Dias, 16%, João Amoêdo,15% e João Goulart Filho, 14%. A rejeição a Alvaro Dias oscilou dois pontos percentuais. Não houve alteração nas taxas de rejeição de Meireles, Amoêdo, Vera Lúcia e Boulos

Os percentuais de eleitores contrários de Daciolo, Eymael e João Goulart Filho caíram 1%, respectivamente.

2º turno

O Instituto Datafolha ainda simulou disputas entre os presidenciáveis no 2º turno entre os principais candidatos. Jair Bolsonaro perde em eventual disputa para Ciro Gomes (45% a 38%). Em relação a Marina Silva (43% a 39%) e Geraldo Alckmin (41% a 37%), a desvantagem do candidato do PSL está na margem de erro. Em relação a Fernando Haddad, a vantagem de Bolsonaro é de um ponto percentual (41% a 40%).

Além de Bolsonaro, Ciro Gomes tem vantagem em eventuais disputas com Fernando Haddad (45% a 27%); Marina Silva (44% a 32%); e Geraldo Alckmin (40% a 34%). Geraldo Alckmin supera Fernando Haddad (40% a 32%) e Marina Silva (39% a 36%). A candidata da Rede tem cinco pontos percentuais de vantagem em relação ao candidato petista (39% a 34%).


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Ricardo Callado13/09/20186min

Candidata do Pros ao Palácio do Buriti está sendo alvo de fake News depois de entrevista ao DFTV

Cidades carentes do Distrito Federal, como Recanto das Emas e Santa Maria, apresentam vulnerabilidade dos jovens à violência. Uma saída para isso é a criação de políticas públicas e centros de apoios onde a juventude possam ter acesso a práticas esportivas em locais decentes.

Na tarde desta quinta-feira (13), Eliana foi a entrevistada do jornalístico DFTV 1ª Edição, da Rede Globo. No final da entrevista, anunciou que iria construir dois novos estádios no DF. O Blog checou o Plano de Governo da candidata. O item 16 das propostas para o esporte está a construção de pequenos estádios no Recanto das Emas e em Santa Maria.

O blog entrou em contato com Eliana. A candidata disse que se trata de espaços para proporcionar aos jovens das duas cidades espaços para o lazer e prática esportiva. “São estruturas modestas, simples, um campo de futebol com uma pista de corrida, murada com arquibancada, para levar aos jovens das duas cidades a terem as mesmas oportunidades dos jovens das outras cidades”.

Eliana também explicou que esses espaços vão permitir ao governo levar para as cidades eventos culturais e artísticos. É preciso levantar a autoestima de nossa população. Queremos que todas as nossas cidades tenham as mesmas oportunidades. Esse é um compromisso social que o governo deve ter com a população”.

Logo após a entrevista surgiram as primeiras fake news. Afirmaram que a candidata iria construir mais dois “Mané Garrincha” e já sugeriram que existiam empreiteiras acordadas. O tema virou polêmica e foi bastante explorada pelos adversários. Depois da Copa do Mundo, “Estádio” em nosso país virou palavrão e sinônimo de corrupção. Levando inclusive dois ex-governadores do Distrito Federal e um vice a prisão. E a exploração política em cima da entrevista de Eliana Pedrosa distorce a realidade e cria as chamadas fake news, notícias falsas.

Indignada com o que classificou de jogo sujo, Eliana Pedrosa desabafou: “Quem critica isso são políticos que querem que só sobrem para os jovens o caminho da marginalidade e das drogas. Nós queremos nossos jovens sadios. Temos propostas para os nossos jovens. O ex-governador Joaquim Roriz criou os programas Picasso não Pichava e o Esporte a Meia Noite para os nossos jovens e que hoje estão abandonados. Essa política mesquinha no Distrito Federal tem que acabar. Precisamos de um governo que pense em nossos jovens”, ressaltou.

Desde o início da campanha, outros candidatos vêm sofrendo com as fake News. O candidato à reeleição, Rodrigo Rollemberg (PSB). No final do ano passado, em entrevista ao jornal Correio Braziliense, ele já previa o jogo sujo nessas eleições. Rollemberg previu que um dos principais inimigos será a militância virtual, composta, muitas vezes, por robôs, nas redes sociais, com mentiras que contaminam a imagem pessoal disseminadas na internet. “Dá até para imaginar que existem centrais de fake news”, apontou o governador.

O candidato Rogério Rosso (PSD) também citou as fake news em entrevista ao portal Metrópoles. Em agosto, afirmou que o DF está enfrentado “calamidade pública” nas áreas de saúde, segurança, educação e trabalho. “Estou vendo colegas candidatos prometendo o que não podem cumprir. Para ir para segundo turno, tem de falar a verdade. Não adianta mais fake news, falar mentira. A população sabe quem é quem”, assinalou.

Já Alberto Fraga (DEM) foi vítima de fake news recentemente e teve seu mandato ameaçado. Três dias após o assassinato de Marielle Franco, o deputado Alberto Fraga foi induzido ao erro e postou no Twitter uma mensagem espalhando rumores de que a vereadora era ex-mulher de um traficante de drogas e que teria relações com o tráfico. Em entrevista no mesmo dia da postagem, Fraga afirmou que recebeu as informações pelas redes sociais e não apurou a veracidade dos fatos.

É preciso estar bem atento ao que é publicado nas redes sociais. A mais recente vítima do jogo sujo, Eliana faz um alerta para as postagens nas redes sociais: “o ato de produzir ou compartilhar notícias falsas pode ser caracterizado como calúnia, injúria ou difamação. É preciso que a sociedade esteja bem atenta para não cair nesse jogo sujo com o objetivo de tumultuar o processo eleitoral”, afirma Eliana.


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Ricardo Callado13/09/20182min

Por Felipe Pontes

Pela primeira vez, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aplicou hoje (13) a regra segundo a qual apoiadores não podem pagar por propaganda para candidatos na internet, em especial na forma de impulsionamento de conteúdo.

A norma, que consta da resolução sobre propaganda eleitoral, foi aplicada em um caso em que um empresário pagou para impulsionar no Facebook um conteúdo favorável a Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência da República.

“A lei estabelece que pessoa física não pode fazer por motivo simples, seria impossível analisar na prestação de contas, geraria problemas”, afirmou o relator, ministro Luís Felipe Salomão. Ele determinou multa de R$ 10 mil por dia em caso de reincidência.

Todos os demais ministros do TSE o acompanharam.

Salomão decidiu não sancionar o Facebook, pois a empresa retirou do ar o conteúdo assim que foi solicitada. O ministro também entendeu não haver provas de que Bolsonaro tinha conhecimento do ato, motivo pelo qual eximiu o candidato de responsabilidade.


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Ricardo Callado13/09/20183min

Ministro é conhecido por evitar polêmicas e ter tom pacificador

Por André Richter

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli toma posse hoje (13) no cargo de presidente da Corte. A cerimônia de posse será às 17h, no plenário do Supremo. O ministro ficará no cargo pelos próximos dois anos. Ele irá suceder Cármen Lúcia.Toffoli tem 50 anos e foi nomeado para o STF, em 2009, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes de chegar ao Supremo, o ministro foi advogado-geral da União e advogado de campanhas eleitorais do PT.

O ministro é conhecido por evitar polêmicas e por ter um tom pacificador em suas decisões. De acordo com os colegas da Corte, o novo presidente fará um trabalho ligado à gestão administrativa do Judiciário, por meio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que também comandará.

A partir da semana que vem, Toffoli comandará as primeiras sessões da Corte. Foram pautadas somente ações que tratam de licenciamento ambiental e ações de inconstitucionalidade contra leis estaduais.

A expectativa é de que pautas polêmicas não sejam julgadas antes das eleições de outubro. Segundo assessores próximos, o tribunal não deve julgar novamente a autorização para a execução de condenações criminais, fato que é defendido por advogados de condenados na Operação Lava Jato.

Para o ministro Gilmar Mendes, um dos integrantes da Corte que deram apoio inicial quando Toffoli chegou ao STF, o novo presidente poderá dar continuidade às políticas públicas do Judiciário.

“Eu tenho boa expectativa. O ministro Toffoli é muito voltado para a questão de gestão, dedicou-se a isso na AGU e também no TSE, tem um gabinete organizado, acho que fará uma boa gestão, tanto no Supremo como no CNJ. De alguma forma acho que para o Judiciário, na visão administrativa, o CNJ é até mais importante do que o Supremo, porque ele trata políticas judiciárias, define regulamentos do Judiciário como um todo, faz prioridades, portanto, acho importante ter um bom gestor à frente do CNJ para dar continuidade a políticas públicas que vem se desenvolvendo”, disse Mendes.

No mais recente balanço divulgado no final do ano passado, Toffoli informou que, em 8 anos, reduziu o acervo de seu gabinete em 77%. Quando chegou ao Supremo, o ministro tinha cerca de 11 mil processos em seu acervo. Atualmente, existem cerca de 2 mil.



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