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Ricardo Callado17/09/20184min

Por Lara Dias

A lei n°11.340/2006, conhecida como a lei Maria da Penha, foi criada com o intuito de combater a violência contra a mulher no âmbito doméstico, na qual há medida protetivas adotadas se houver o descumprimento por parte do agressor. Segundo dados do Relógio da Violência, do Instituto Maria da Penha, a cada 7,2 segundos uma mulher é agredida fisicamente e cerca de 43% das agressões acontecem dentro da casa da própria vítima.

O art.7° da lei n°11.340/2006 alega 5 formas de violência contra a mulher:

● Física, quando ofende a integridade ou saúde corporal da mulher;

● Psicológica, atitude que cause dano emocional, diminuição da auto-estima ou que
prejudique seu psicológico;

● Sexual, qualquer conduta que constranja a mulher a presenciar, a manter ou a
participar de relação sexual não desejada;

● Patrimonial, ação que possa configurar retenção, subtração, destruição parcial ou
total dos objetos da mulher;

● Violência moral, que consiste em qualquer prática de calúnia, difamação ou injúria,
por exemplo, quando o agressor faz críticas mentirosas que integrem na reputação
moral da mulher.

Recentemente no dia 22 de julho de 2018 ocorreu um ato de violência contra Tatiane Spitzner que era casada com Luís Felipe há cinco anos, na qual viveu um relacionamento abusivo, com agressão tanto física, como verbal. Após anos de maltrato sem denúncia, Tatiane foi encontrada morta, após cair do 4º andar de um prédio. Antes dela cair, houveram séries de perseguições do marido contra a esposa, nas quais as câmeras do prédio filmaram algumas cenas fortes em que Luís a segurava forte e não a deixava fugir.

Em seguida a faz entrar no apartamento à força e logo após ocorre a queda que possivelmente ocasionou a morte de Tatiane.

Com isso compreende-se que muitas mulheres sofrem de abuso em muitos lugares, do trabalho até na sua própria casa. Ademais é importante que a mulher que estiver sofrendo, não só busque ajuda, como também denuncie para que outras mulheres não passem pelas mesmas situações. Muitas mulheres perdem suas vidas por não terem coragem de denunciar seus agressores. Por isso é de suma importância quando alguma mulher sofre algum tipo de violência, seja ela mesma, ou que esteja percebendo que outra pessoa está sofrendo, denunciar por meio da ligação pelo 180 ou pelo aplicativo Clique 180. A denúncia é anônima e gratuita, disponível 24 horas, em todo o país.

Fonte: https://www.vlvadvogados.com/advogado-brasilia-go


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Ricardo Callado11/09/20186min

A sadia qualidade de vida é um direito social que somente pode ser efetivado em um meio ambiente ecologicamente equilibrado, tendo em consideração que condições ambientais extremas podem ser nocivas à saúde e integridade física do cidadão.

É neste sentido que a Constituição Federal traz como dever de toda a coletividade o zelo pelo meio ambiente, inclusive o do trabalho, visando proteger a saúde do mais importante agente de transformação social: o trabalhador.

A coercitividade desta proteção recai principalmente sobre os empregadores, tendo em vista serem a parte com maior poder deliberativo em uma relação trabalhista.

Assim, caberá ao empregador executar todas as iniciativas determinadas pelo Ministério Público do Trabalho e Emprego (MTE), e, caso essas sejam insuficientes para garantir uma sadia qualidade de vida ao trabalhador, esses terão direito ao recebimento de parcelas de caráter indenizatório junto a sua remuneração, como é o caso dos adicionais de periculosidade e insalubridade.

O que é o adicional de periculosidade?

O adicional de periculosidade é uma vantagem de natureza salarial, cuja finalidade é indenizar o trabalhador que executa atividade laboral considerada perigosa, sujeitando a sua vida a riscos.

A referida vantagem encontra-se prevista no artigo 193, da CLT, que define como perigosas atividades ou operações que exponham o trabalhador a inflamáveis, explosivos, energia elétrica, roubos ou outros tipos de violência física no exercício de profissões de segurança pessoal ou patrimonial.

A Norma Regulamentadora n. 16, do MTE, que disciplina o adicional de periculosidade, dispõe também como atividades perigosas aquelas sujeitas à ação de radiação.

Motoboy tem direito ao adicional de periculosidade?

A atividade laboral com uso de motocicletas foi acrescentada como perigosa na CLT em 2014, por meio da Lei n. 12.997. Ocorre, no entanto, que o anexo V da NR-16 que regulamenta este tipo de atividade encontra-se suspenso, em decorrência de decisão judicial.

Assim, tendo em consideração que a CLT determina que os efeitos pecuniários do adicional de periculosidade apenas são devidos após a regulamentação pelo MTE, há o entendimento de que os trabalhadores que utilizam motocicleta profissionalmente não têm direito ao recebimento do mencionado adicional de imediato.

Qual é o valor do adicional de periculosidade?

O adicional de periculosidade é calculado sob o salário base do trabalhador, no percentual de 30%, independente do grau de periculosidade.

Ressalta-se que o seu recebimento está condicionado a caracterização da periculosidade mediante perícia a ser realizada por Médico ou Engenheiro do Trabalho, com registro no Ministério do Trabalho.

O que é o adicional de insalubridade?

O adicional de insalubridade, por sua vez, é devido a todo trabalhador, urbano ou rural, que exerce atividade laboral sob condições prejudiciais à sua saúde, tais como frio, calor, ruídos, materiais químicos, entre outros.

Qual é o valor do adicional de insalubridade?

Também averiguado por meio de avaliação pericial, este adicional incide sobre o salário mínimo, proporcionalmente ao grau de exposição ao agente nocivo, respeitando a seguinte regra: a) 10%, para grau mínimo; b) 20%, para grau médio; c) 40%, para grau máximo.

Assim como o adicional de periculosidade, o direito ao recebimento do adicional de insalubridade cessa com a adequação das condições de trabalho aos limites de tolerância dispostos nas NRs, através de medidas de proteção coletiva ou pelo uso de equipamentos de proteção individual (EPI) pelo trabalhador.

Destaca-se que se o EPI não estiver em conformidade com as recomendações da legislação pertinente, o adicional continuará a ser devido.

É possível acumular o adicional de periculosidade e insalubridade?

A CLT dispõe que o empregado deve optar pelo adicional de insalubridade ou periculosidade, caso a profissão exponha a sua saúde e integridade física à riscos.

Atualmente, no entanto, é possível observar algumas decisões favoráveis a acumulação dessas duas vantagens, desde que as condições que geram o direito a cada adicional sejam diferentes.

Como receber os adicionais de insalubridade e periculosidade?

A reclamação trabalhista para requerer o recebimento dessas vantagens deve ser movida em até dois anos do fim do vínculo empregatício, possuindo efeito pecuniário retroativo de até 5 anos, se comprovado o direito do reclamante.

Fonte: Galvão & Silva Advocacia.

 

 


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Ricardo Callado29/08/20185min

Por Marcelo Olivieri

cid:image002.jpg@01D43BA3.762B3C40No Brasil, as brincadeiras são inerentes a vários ambientes, desde as reuniões de família, passando pelos encontros entre os amigos e até nos locais de trabalho. Elas ajudam a construir relacionamentos mais próximos e informais, diminuindo as barreiras entre as pessoas. No mundo organizacional, elas dão suporte para que as pessoas interajam e criem vínculos que fortaleçam o trabalho em equipe e até laços de amizade.

Entretanto, vivemos um momento na nossa história onde a polarização de ideias nos torna inimigos em potencial de quem pensa e age diferente. Muitas amizades são desfeitas por posicionamentos políticos e sociais incompatíveis. Nos locais de trabalho, essa polarização não costuma ser tão exacerbada, mas pode ocasionar duas situações, o chamado “mimimi” ou, em casos mais graves, o bullying corporativo.

Por mimimi entende-se um comportamento de baixa tolerância. Muitos especialistas, inclusive, deram esse nome a alguns integrantes de uma geração de jovens entre 23 e 30 anos, que é marcada por excessivas reclamações e pouco protagonismo na hora de propor soluções para aquilo que as incomoda. São pessoas “ultrassensíveis”, que entendem toda brincadeira como uma forma de agressão direta e pessoal.

De outro lado, há o bullying, termo que também vem ganhando grande relevância e, há tempos, ultrapassou os muros escolares. Sabemos que a agressão, a humilhação e a exposição ao ridículo pode causar danos graves à autoestima dos indivíduos, além de poder ser categorizado como assédio moral. É difícil avaliar o momento exato onde uma brincadeira entre colegas de trabalho se torna abusiva.

Cabe destacar que não estamos falando sobre homofobia, machismo, racismo ou nenhuma outra forma de discriminação e preconceito contra uma minoria. Afinal, desvalorizar a dignidade humana e diminuir a importante luta por igualdade de direitos não é bullying, muito menos brincadeira. É crime!

Nesse sentido, também precisamos chamar atenção para a brincadeira institucionalizada, aquela imposta pela empresa. Quando é vexatória e não há possibilidade para o indivíduo se defender, fica caracterizado, como já falando anteriormente, o assédio moral. É o típico caso do funcionário que é humilhado por não atingir as metas ou não atender as expectativas de um colega ou gestor que pode aproveitar-se da oportunidade para o ridicularizar. Em casos assim, a liderança deve ter uma política clara, espaços para feedbacks ativos e estruturados, além  de medidas rígidas para combate e prevenção desse tipo de postura.

O limite é o mais importante no que tange a questão. Em ambientes corporativos onde toda brincadeira é cortada ou proibida, o clima fica robotizado, distante e improdutivo. Proibir esse tipo de interação é o mesmo que descaracterizar toda uma cultura. O melhor caminho é criar um espaço em que as pessoas se sintam livres para se expressar e descontrair, sempre respeitando o outro em sua integridade. Cabe à liderança e a área de Recursos Humanos criar esse ambiente seguro, onde as pessoas sejam ouvidas e compreendidas em sua totalidade, em que sejam estimuladas a escutarem ativamente, mas que também possam ter liberdade para falar e indicar pontos de melhoria no ambiente e nas relações entre colegas, gestores e subordinados.

Marcelo Olivieri é bacharel em psicologia e possui MBA em Gestão Estratégica. Com mais de 10 anos de experiência no recrutamento especializado nas áreas de marketing e vendas, Olivieri é diretor da Trend Recruitment.


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Ricardo Callado20/08/20183min

Por Lara Dias

As Eleições no Brasil no ano de 2018, serão realizadas no dia 7 de outubro e caso houver segundo turno acontecerá em 28 de outubro. Estarão em disputa os cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador de estado e do Distrito Federal, senador, deputado federal, estadual. De acordo com a legislação em vigor, a Lei n.º 9.504/1997, art. 59, § 3.º, o eleitor escolherá o seu candidato na urna eletrônica, obedecendo à seguinte ordem de votação: deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador primeira vaga, senador segunda vaga, governador e por fim presidente da República.

Um dos determinantes do sistema político eleitoral é a propaganda eleitoral. A propaganda eleitoral se realiza em momentos pré-eleitorais, com a intenção de alcançar o maior número possível de votos. Para Ferreira, configura-se como uma técnica de argumentação e apresentação ao público, organizada e estruturada de forma a induzir conclusões ou pontos de vista favoráveis a seus anunciantes.

A propaganda eleitoral tem muitas regras e todas elas precisam ser respeitadas. É importante se atentar a algumas das mudanças que ocorrerão em relação à eleição passada, de 2014.

O descumprimento das regras do que é vetado na propaganda eleitoral, segundo as normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), podem acarretar à pena de multa de 1 mil a 50 mil, a depender do ato. Além disso, o candidato poderá estar sujeito a alguns meses de detenção, entre outras punições.

No dia da eleição, as pessoas que não fizeram o recadastramento biométrico devem levar um documento oficial no dia da votação, como RG, carteira de habilitação ou caso preferir, poderá baixar o aplicativo E-Título. Essa nova ferramenta substitui o tradicional título de eleitor físico por um documento virtual. Além das informações básicas encontradas no título de eleitor em papel, a versão digital do documento oferece algumas coisas a mais, como quitação eleitoral, dados de cadastro biométrico e mapa com o local de votação com a zona (lugar) e seção eleitoral (sala) de cada cidadão.

Fonte: Escritório de Advocacia Valença, Lopes e Vasconcelos.


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Ricardo Callado07/08/20186min
Por Celma Lima
Mais um caso de suicídio de um operador da Segurança Pública vem à tona nesta terça, 7, no Distrito Federal. Desta vez, um policial militar tirou a própria vida após matar a esposa, por volta das 10h, no Riacho Fundo II.
Este é o terceiro caso de feminicídio no DF em apenas dois dias e acontece no dia em que a Lei Maria da Penha completa 12 anos.
É, ainda, o segundo suicídio de um policial em menos de um mês – no dia 19 de julho, um agente de polícia da PCDF tirou a própria vida em Samambaia.
À família do PM e de sua companheira, assim como aos amigos do casal, a diretoria do Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF) manifesta total solidariedade e lamenta profundamente pela tragédia que, ainda por cima, deixa órfãs duas crianças – um menino de 11 anos e uma garota de oito.
Esse fato lamentável, porém, também recai sobre o Governo do Distrito Federal (GDF) e levanta, mais uma vez, a questão da falta de investimentos em Segurança Pública, de duas maneiras: a falta de políticas públicas de enfrentamento aos casos, cada vez mais frequentes, de violência sofrida pelas mulheres e, em um segundo aspecto, a total falta de atenção à saúde mental dos servidores da Segurança Pública.
Vários são os gatilhos que podem desencadear situações extremas como a do PM. O estresse inerente à atividade policial se reflete diretamente no ambiente familiar, agindo como um catalisador em outras situações de crise.
Ainda que não tenha propriedade para trazer à tona como é a realidade da Polícia Militar do DF (PMDF), a Polícia Civil pode, sem dúvida, ilustrar a falta de atenção à saúde mental por parte da Secretaria de Segurança Pública e, da própria corporação, nos últimos anos.
Recentemente, um laudo emitido pela Psiquiatria da Policlínica da PCDF recomendou a internação imediata de um policial civil que apresentava “risco de autoextermínio” decorrente de “episódios depressivos, alternados com crises de ilação do humor e alteração de comportamento”.
Mesmo assim, a instituição lavou as mãos para o problema, ainda que o GDF possua convênio com clínicas psiquiátricas. Coube ao Sinpol-DF, a pedido da família, providenciar a internação desse colega enquanto, em outra via de atuação, o sindicato acionou a Justiça para garantir a internação custeada pelo governo.
A decisão obrigando o GDF a internar o policial civil, lamentavelmente, ainda não foi cumprida.
É necessário que aqueles que comandam a Segurança Pública, bem como o governo, enxerguem as consequências da falta de atenção à saúde mental dos policiais civis, militares e bombeiros.
Não é novidade alguma, nesse meio, o silêncio que se instaura sobre os problemas mentais desses servidores, como se o fato de não se falar sobre eles minimizassem as suas consequências.
Na ocasião do suicídio do agente de polícia, há cerca de três semanas – mesmo período em que o Sinpol-DF publicou uma reportagem sobre a falta de assistência à saúde mental na PCDF na revista institucional que distribui para os sindicalizados –, o assunto gerou grande repercussão.
Diversos foram os relatos de policiais que já enfrentaram, ou ainda enfrentam, problemas de ordem psicológica ou psiquiátrica e não encontram apoio institucional.
É necessário, ainda, que o GDF entenda que investir em Segurança Pública é, antes de tudo, evitar os prejuízos que a falta dela pode trazer – e o impacto recai sobre todos.
Celma Lima é perita papiloscopista e diretora do Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF)

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Ricardo Callado23/07/20185min

Por Fernando Rizzolo

Acredito que, entre todos os textos que escrevi até hoje, nunca tenha me debruçado sobre o porquê de a retórica esquerdista haver sobrevivido e ter sido tão atrativa na história do mundo como foi na América Latina. Hoje, graças a uma insônia, comecei a refletir não sobre a disputa eleitoral que estamos já vivenciando, tampouco sobre seus candidatos, mas fiz uma profunda análise, se é que isso pode ser chamado de análise, ou observação, em relação ao que mais me fascina no mundo da retórica esquerdista na defesa de seus “ideais”, sempre como costumamos dizer, repletos de “segundas intenções”.

É realmente interessante, e explica muito os motivos da engenhosa postura da esquerda no mundo, sua astúcia na impregnação de conceitos nas lacunas da sociedade que me parece às vezes “pega de surpresa”, pois esses intelectuais esquerdistas sempre se anteciparam em lograr argumentos para manipular, em ambiente fértil, no qual os incautos poderiam enfim se aliar a suas causas.

Thomas Swell é um economista norte-americano, crítico social, filósofo político e autor liberal conservador. Nasceu na Carolina do Norte, mas cresceu em Harlem. Graduou-se em Economia na Universidade de Harvard em 1958 e depois fez mestrado em economia pela Universidade de Columbia. Como intelectual e negro, sempre foi contra as ações afirmativas, e seus textos são de uma genialidade ímpar ao fazer uma exegese do pensamento retórico esquerdista no decorrer dos anos desde o século XVIII.

No Brasil a esquerda sempre se utilizou das argumentações bem pensadas, antes de colocá-las em prática. Uma das curiosidades é que o PT, por exemplo, assim como os demais partidos de esquerda – que na verdade nunca foram de esquerda, pois nunca existiu uma direita forte no Brasil –, sempre se referiu a seus adversários como “Conservadores”. Essa era a palavra mais usada e em palanques diziam que o “conservadorismo estava arraigado no Brasil”, que as “atitudes conservadoras” eram culpadas pela miséria, que banqueiros conservadores usurpavam os pobres, e assim por diante, num país em que o Conservadorismo nunca existiu!

Só hoje, em 2018, é que os conservadores mostram sua cara, falam o que pensam, defendem suas ideias e seus ideais, demonstrando coragem e indignação pelo fato de a esquerda haver destroçado nosso país com a corrupção, a ladroagem e a politicagem, saqueadoras do erário público.

Portanto, desde que surgiram os Conservadores no Brasil, a esquerda jamais voltou a usar o termo conservador para desqualificar adversários, como outrora fazia, pelo simples fato de que hoje se materializou o Conservadorismo no Brasil, e então teriam que debatê-lo.

Desmascarar as táticas da esquerda sempre foi um trabalho muito bem elaborado pelo conservador Thomas Swell, falar sobre pobres, gays, índios, jogar ricos contra pobres, exaltar a ideologia de gênero, agora uma tímida defesa da pedofilia, ser radicalmente a favor do desarmamento, em justificativas  agregadas de elementos pseudointelectuais, preenchendo lacunas setoriais numa arrogância de se alçarem “pensadores do bem”; esta é a tática de se mostrar culta, pensadora e inovadora em meio a uma cultura pobre de pensamento, colocando-se como a dona da verdade, fazendo dos incautos vítimas de seus desígnios mais espúrios, usando a democracia e a liberdade para implantar uma ditatura implacável. Por isso, candidatos conservadores que existem de verdade hoje no Brasil e no mundo, como Trump, desestabilizam os argumentos frágeis nas convicções ideológicas esquerdopatas na estratégia de tomada dos poderes.

E para finalizar, amigos, e voltar a dormir, pois escrevo de madrugada, lembro-me de uma famosa frase de Swell ao se referir à liberdade: “A liberdade custou muito sangue e sofrimento para ser renunciada por uma retórica tão barata”. E como tudo que é barato se prolifera, o custo do Conservadorismo é ainda alto num país em que ele só agora surge.

Fernando Rizzolo é Advogado, Jornalista, Mestre em Direitos Fundamentais, Professor de Direito


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Ricardo Callado28/06/20183min

*Por Emerson Moreira

Aumentar a lucratividade, aprimorar a produtividade e conseguir engajar os colaboradores a buscarem seu melhor desempenho. Podemos dizer que estas preocupações permeiam a mente da maioria dos líderes que estão sempre investindo em técnicas de gestão mais eficientes, com o objetivo de motivar e valorizar suas equipes. Quando nos deparamos com um cenário de incertezas econômicas e políticas – como o atual – esta missão parece ser ainda desafiadora.

Diante desse desafio faço uma provocação: qual o melhor caminho para unir, em uma única ação: reconhecimento, entrega efetiva de valor para o funcionário e, com isso, motivá-lo a ponto de impactar, inclusive, sua produtividade?

Os programas de incentivo endereçam todas essas questões acima, gerando um resultado muito positivo na gestão das companhias. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva, em parceria com a LTM, dos trabalhadores com carteira assinada que recebem prêmios por performance, 45% estão mais satisfeitos com seu emprego do que aqueles que não recebem, que somam 31%. Ainda de acordo com esta pesquisa, 80% acreditam que programas de premiação incentivam muito a sensação de reconhecimento, a produtividade e a melhora do ambiente de trabalho.

A Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017), em vigor desde novembro de 2017, normatizou as regras que tratam dessas premiações. Segundo a nova lei, os valores das premiações não integram a remuneração do empregado e não podem ser incorporados ao Contrato de Trabalho. Dessa forma, não constituem base de incidência para encargos trabalhistas e previdenciários – antes eram considerados bônus salarial. Com esta segurança jurídica, as companhias podem agora definir como e quais serão esses benefícios.

Portanto, o mais importante para as companhias que decidem aderir à política de incentivos é estar cercada de parceiros especializados no assunto, que desenvolvam um programa customizado que entregue benefícios efetivos para as equipes e para a corporação e, ao mesmo tempo, com garantia de proteção legal.

As companhias que aderirem aos programas de incentivo conseguirão obter resultados positivos em pouco tempo. Além do aumento da motivação, existem companhias que tiveram uma melhora exponencial do clima e da satisfação dos colaboradores. Isto sem mencionar a retenção de talentos, pois as empresas que investem no bem estar dos funcionários se tornam mais atraentes para bons profissionais e saem na frente de concorrentes.

*Emerson Moreira é CEO da LTM


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Ricardo Callado21/06/201811min

A política brasileira atual vive um período de grande perda de credibilidade frente a opinião pública e motivos para isso não faltam, uma vez que se multiplicam as denúncias de corrupção e os desmandos. Soma-se a isso um fato que hoje observamos a falta de preocupação dos políticos com um tema muito importante: ter uma boa comunicação com a população.

É notório que políticos conseguem conversar com seus eleitores, principalmente com um bom canal de comunicação obtêm mais sucesso e também alinham seus discursos e ações com os anseios populacional. Outro ponto que reforça a importância da comunicação é que esses políticos, para conquistar destaque, precisam participar de debates, palestras, e ocupar espaços em meios de comunicação, e em especial a rádio e a TV.

Mas como fazer isso de forma adequada? Dois aspectos merecem atenção sob a comunicação dos políticos diante disso, referindo-me aqui à imagem provocada por eles mesmos em relação à sua atuação. A primeira refere-se a questões de valores éticos, integridade, honestidade, responsabilidade com o bem público, missão de zelar pela comunidade, pelas pessoas, pela cidade, estado ou país.

A comunicação na dimensão espiritual, um dos temas do meu livro – AS 7 Dimensões da Comunicação Verbal, trata justamente disso ao abordar a comunicação como um rastro que a pessoa deixa depois de sua passagem, e o desafio que tem de agir em conformidade com o que fala. Há políticos que falam uma coisa e agem diametralmente opostas em relação ao que pregam, ou seja, defendem seus interesses e os da sua família ou um grupo de apoiadores já pensando em uma próxima eleição do que o que é propagado em tribunas, entrevistas ou palestras. Impressionante é a quantidade de presos ou prestes a estarem nessas condições, de políticos que atuam sob essa égide.

Além disso, ser coerente, ter consistência na sua fala, ter valor na palavra empenhada ou no compromisso assumido, no juramento feito, pensar nas pessoas, no meio ambiente, na sustentabilidade, no planeta, na vida, nas crianças, na educação séria é o mínimo que uma pessoa deveria ter para pensar em representar uma comunidade como político.

Outro aspecto importante da comunicação corresponde a quantidade de problemas advindos daí. Há os que conseguem falar bonito, ter discursos carregados de metáforas, citações de personalidades notáveis, promessas mil com base em estatísticas dos problemas das cidades, mas vazios por serem promessas eleitoreiras, na maioria dos casos. Há, claro, os que são sérios, tem vocação para servir, preocupam-se de verdade com as pessoas, mas pelo visto e pela quantidade de problemas pode-se deduzir tratar-se de uma ínfima minoria.

Outros problemas relacionados à comunicação, em vários contextos e em propagandas eleitorais, vemos em pessoas totalmente despreparadas, sem ter uma linha de raciocínio clara, tentando fazer gracinhas para um povo inculto para tentar agradar e cair no gosto popular. Por este motivo, são eleitos palhaços, pessoas famosas, ídolos de rádio e tv, esportistas que aproveitam-se da fama em sua arte ou nas suas realizações para na política, obter altos salários e certa notoriedade que o tempo fez apagar de seus momentos de glória.

Há os que falam demais, os que falam de menos, os que falam errado, não para entrar em sintonia com a grande massa – infelizmente, sem estudo ou formação política, mas porque não sabem falar mesmo. Existem os que são desorganizados nas ideias, possuem falas inconsistentes e elogios baratos para agradar a quem possa estar vendo ou ouvindo. Há os que falam depressa demais, os que provocam sono pela lentidão da fala e do pensamento. Sinceramente, não sei como conseguem convencer pessoas a votarem neles. De modo geral, respeitando-se a legislação de qualquer brasileiro poder concorrer a cargos eletivos, entendemos que há dois lados: o positivo porque espera-se que tais pessoas vindas das suas bases podem representar uma comunidade, por outro, as tradicionais “raposas” que, pela sua esperteza, estratégia, conchavo, falcatrua, corrupção e até, porque não o dom da oratória, perpetuam-se no poder.

É claro que, se conselho fosse bom não se dava, se vendia, mas sem essa pretensão, apresento algumas sugestões mais alinhadas aos meus sonhos de ter efetivamente pessoas condignas para nos representar na atividade política e na minha esperança de que avançaremos nessa direção, do que tenho observado na realidade do nosso país:

Coerência

O discurso praticado pelo político deve estar muito alinhado com suas ações, ou melhor, suas ações devem ser ou estar plenamente de acordo com seus discursos.

Capacidade

Um político deve ser capaz, ter habilidades de liderança, ser assertivo, defender seus pontos de vista, lutar bravamente para apresentar propostas corretas, ter cultura, conhecimentos além das fronteiras do seu bairro, da sua cidade, do país; estar alinhado com as tendências da tecnologia, dos problemas sérios que assolam a população, enfrentar os problemas de frente, com coragem e firmeza.

Comunicação

Há de ser uma pessoa que saiba se comunicar. Isso não significa apenas falar bem, mas principalmente, saber ouvir, entrar em sintonia com as outras pessoas, falar o necessário, saber usar a  sua voz para acusar ou defender, para pedir, para agradecer, envolver outras pessoas em causas justas, saber comandar, ter o poder de influenciar, envolver, mesmo porque não há que ser só ou isolado no poder, mas ser o representante de fato de um grupo de pessoas, ou seja o porta-voz de quem lhe atribuiu a responsabilidade para representá-los.

Mais um ponto é que com a ampliação das ferramentas de comunicação, o político deve ampliar seu repertório de comunicação. Hoje as redes sociais precisam ser adequadamente trabalhadas pois garantem grande repercussão.

Atualização

Um bom comunicador deve possuir um bom estoque de conteúdo, para não ser pego desprevenido em relação a alguns temas e ter o seu discurso alinhado aos seus públicos de interesse. Também é importante buscar conhecimentos sobre os temas que serão abordados e evitados durante o mandato, as palavras e termos compostos mais utilizados relacionados aos temas, os pontos de atenção, os canais que serão ativados e os políticos “concorrentes”, saber utilizar as redes sociais para apresentar propostas, ouvir sugestões, envolver cada vez mais um maior número de pessoas em defesa de suas causas e dos seus projetos.

Visibilidade

Ter visibilidade é primordial para que os eleitores encontrem o político, assim é preciso que passe a ser visto, principalmente, escutado. Toda oportunidade de conversar com o eleitor passa a ser relevante, desde que se tenha claras estratégias de abordagem.

Também é importante, cuidado com as redes sociais, e trabalhar com as mesmas pelo espaço que ambas podem abrir, como é o caso do YouTube e até mesmo o WhatsApp. Mas, cuidado, o mundo não é totalmente digital – faz-se indispensável a presença em eventos presenciais sociais.

Reputação

Todo cuidado é pouco. Se existe uma tendência à algum tipo de interesse particular, melhor mesmo é não se envolver com isso. Fazer um bom trabalho, esforçar-se por ser reconhecido pelos seus feitos não é fácil, construir uma imagem pode demorar muito tempo, mas o alerta é que perder a credibilidade é fácil e mais e mais, vemos um cerco se formando em torno de políticos corruptos, vários deles compartilhando celas com seus correligionários ou companheiros de partido.

Reinaldo Passadori, fundador e CEO do Instituto Passadori – Educação Corporativa (www.passadori.com.br), já treinou mais de 80 mil profissionais. Também é autor dos livros: “Comunicação Essencial – Estratégias eficazes para encantar seus ouvintes”, “As Sete Dimensões da Comunicação Verbal”, “Media Training – Como construir uma comunicação eficaz com a Imprensa e a Sociedade” – Editora Gente e “Quem não Comunica não Lidera” – Editora Atlas.


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Ricardo Callado17/06/20183min

Quem não tem força para ousar vencer usa o mexerico para derrotar quem luta, sendo a inveja, pecado que ninguém assume, o sentimento mais comum a esse tipo de gente

Por Miguel Lucena

Alguém já viu um camponês ou operário fazendo fofocas ou recorrendo a mexericos para atingir a honra de terceiros? Já vi gente licenciada praticando esse tipo de infâmia, porquanto é coisa típica de quem é pouco dado ao trabalho duro.

O ambiente político, incluindo aí as atividades que o rodeiam, é bem propício a esse tipo de conduta. Se o candidato anda com gente pouco dotada de beleza, nos padrões estabelecidos pela sociedade, é considerado desprestigiado, mas, se há beldades em seu staff, os maledicentes se aproveitam para espalhar boatos desabonadores.

Sem enxergar a própria desgraça, pessoas malsucedidas se empoderam no período eleitoral e demonstram vaidades sem limites, aderindo ao jogo sujo dos ataques desprovidos de fundamento com o objetivo, apenas, de ferir o alvo de sua inveja ou cobiça.

O mexerico tem caráter amoral, embora apareça com a capa da censura moral. É próprio dos sem caráter, pessoas invertebradas e sem coragem, que agem nas sombras e caminham se esgueirando na escuridão dos becos da traição.

Outro traço característico é a hipocrisia: mercenários costumam aparecer como voluntários, prostitutas como pudicas, inférteis desdenham a fertilidade, leiloeiras do amor juram lealdade, ladrões pregam honestidade, eleitores corrompidos criticam políticos corruptos, ingratos se dizem agradecidos e quem afirma não querer nada é quem mais quer.Quem não tem força para ousar vencer usa o mexerico para derrotar quem luta, sendo a inveja, pecado que ninguém assume, o sentimento mais comum a esse tipo de gente.

*Miguel Lucena é Delegado de Polícia Civil do DF, jornalista e escritor.


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Ricardo Callado15/06/20187min

Por Rubens Menin

No mês de maio passado, tive a chance de participar de um extraordinário curso (Executive Program) na Singularity University, organização acadêmica estrategicamente localizada no Vale do Silício, na Califórnia. Já há algum tempo, eu vinha acompanhando o desempenho dessa Universidade, interessado no experimento educacional da instituição fundada pelo icônico Raymond Kurzweil, Diretor de Engenharia da Google e referência mundial para assuntos ligados à Inteligência Artificial. Agora, aparecendo a oportunidade, fui beber diretamente naquela fonte de conhecimentos. Por maiores que fossem as minhas expectativas, a experiência ainda conseguiu superá-las. Não apenas pelos instigantes conceitos do avanço exponencial da tecnologia e o conseqüente alcance próximo dos instantes e eventos característicos da disrupção (mudança completa de paradigmas), como também pelo impacto que isso já vem produzindo – e que produzirá ainda mais, em acelerada progressão – na vida das pessoas e no ambiente das empresas. Além disso, tive a alegria de descobrir os fundamentos acadêmicos para muitas das práticas empresariais adotadas intuitivamente pela MRV. É essa alegria e são essas descobertas que pretendo compartilhar resumidamente, neste tópico, com os eventuais interessados.

A mudança acelerada do ambiente de negócios e das necessidades de reposicionamento empresarial estão exigindo novos métodos de gestão e novas estratégias de ajustamento à realidade dominante. Não faz muito tempo, as empresas eram vistas e qualificadas quase que exclusivamente por sua capacidade de gerar empregos, de produzir resultados ou lucros e de entregar produtos e serviços com boa aceitação por parte de seus clientes e consumidores. Esse já se tornou um objetivo completamente ultrapassado. Os clientes já não admitem mais adquirir produtos e serviços de qualquer empresa que polui o meio ambiente ou o entorno de suas instalações e empreendimentos. Esses mesmos clientes passam a rejeitar também os empreendimentos e as empresas que, de alguma forma, contribuam para a violência ou a instabilidade social, como também rejeitam aquelas cuja imagem fique associada a escândalos ou à falta de ética nas suas relações com o mercado e com as próprias agências públicas. Na realidade, o que todos esperam e exigem hoje de uma empresa ou instituição é um compromisso muito mais amplo, incluindo uma inserção responsável na própria sociedade que lhe envolve ou com quem ela se relaciona. O conceito não é tão revolucionário assim, De fato, Robert E. Freeman já havia criado, desde 1984, a palavra “stakeholders” para indicar todos os públicos, segmentos e setores interessados em, envolvidos com, ou afetados por um determinado projeto, empreendimento ou iniciativa. A designação inventada por Freeman abrangia desde os acionistas, dirigentes e colaboradores, como também os fornecedores, clientes, investidores, associações empresariais, sindicatos, repartições e órgãos governamentais, além das comunidades e públicos diretamente afetados      pelos empreendimentos e atividades. Na conceituação de Freeman, considerar toda essa variada (e quase sempre conflitante) multiplicidade de interesses, fazendo a ponderação certa e justa de cada classe de interesse, passou a ser a base de toda a difícil arte da gestão empresarial moderna. Mas se esses conceitos já existiam e eram praticados em grupos empresariais modernos e bem estruturados, onde está a revolução contida nos ensinamentos colhidos na Singularity University? – A resposta pode ser materializada na palavra “propósito”.

O “propósito” é a própria alma da empresa, o motivo de sua existência, a essência daquilo que a torna exclusiva, única e indispensável. É o conjunto de características operacionais que lhe garantem a existência sustentável e que fazem com que todos os seus públicos corram em sua defesa diante de ameaças ou perigos circunstanciais. Joseph A. Reiman, influente publicitário norte-americano, definiu “propósito” como sendo um modo único e autêntico de atuação por meio do qual uma marca fará a diferença no mundo, para melhor. Ou seja, além de atender com justa e harmoniosa ponderação os interesses de todos os seus “stakeholders”, a empresa terá que ser, acima de tudo, um instrumento de transformação, de forma a contribuir para o progresso da humanidade.

Voltei dessa experiência com a convicção fortalecida de que, nessa época de disrupção, as empresas que não tiverem um “propósito” e que não souberem fazer dele a sua própria alma não terão a menor chance de sobrevivência sustentável. Não conseguirão contar com uma equipe engajada, inclusive para os processos de governança coorporativa, como também não serão eficazes nas tarefas fundamentais de atrair e reter os melhores talentos e de motivá-los para uma carreira dedicada, confortável e feliz. Alternativamente, aquelas empresas que se constituírem a partir de um “propósito” válido e consistente, poderão se materializar como instrumento de transformação e participar sustentavelmente do progresso da civilização, nas suas respectivas áreas de atuação ou de influência. Esta é uma conceituação preciosa.

*Rubens Menin é fundador e presidente do Conselho de Administração da MRV Engenharia



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