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Ricardo Callado02/07/201810min

Evento reúne mais de nove mil campuseiros e 90 mil pessoas no Estádio Mané Garrincha

(Foto Rovena Rosa/Agência Brasil)

Terminou ontem a segunda edição da Campus Party Brasília, maior experiência tecnológica em Internet das Coisas, Blockchain, Cultura Maker, Educação e Empreendedorismo do mundo. O evento reuniu mais de 9 mil campuseiros na Arena e contou com mais de 300 horas de atividades entre palestras, workshops, hackathons, entre outros. Com um dia a mais de programação na área Open do que na edição passada, o evento superou todas as expectativas de público e se firmou como a segunda maior edição do país, perdendo apenas para a edição nacional, com mais de 90 mil pessoas presentes, 50% a mais do que em 2017.

“Estamos muito felizes com os resultados dessa edição. Os campuseiros de Brasília adotaram o evento, engajaram-se em todas as atividades, lotaram os palcos e participaram ativamente dos workshops. Eles nos inspiram a buscar atrações e atividades novas e que atendam as expectativas de todos na próxima edição”, comenta Tonico Novaes, diretor geral da Campus Party.

Destacam-se as presenças de Chance Glasco, um dos desenvolvedores do jogo Call of Duty; Paco Ragageles, CEO e cofundador da Campus Party; Margarida Campolargo, arquiteta e Chefe da Unidade de Cidades Inteligentes do Porto Digital; Ricardo Cappra, cientista de dados brasileiro que trabalhou nas duas campanhas de Barack Obama; Dado Schneider, doutor em Comunicação e Campuseiro; Andreas Tjeldflaat, arquiteto, designer de produtos e engenheiro norueguês que acredita nos poderes da empatia, comunidade e tecnologia; e Alcyon Junior, gestor de segurança da informação do SEBRAE.

Outro destaque da programação foram os quatro hackathons (Data4Good, Parlathon, Hacka Saúde e Blz! Brasília Lixo Zero)que juntos tiveram recorde de participação, com mais de 40 equipes. A premiação do Data4Good, uma parceria do CAPPRA LAB e a Unicef para desenvolver soluções baseadas na análise de dados abertos, com foco na Educação Pública do país, contou com a presença do Ministro da Educação, Rossieli Soares.

A Campus Party Brasília é uma iniciativa do Governo de Brasília e conta com a parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, da Use Telecom e da Telebrás.

Open Campus

As mais de 90 mil pessoas que passaram pela área Open, entre 28 de maio e 1º de julho, encontraram uma intensa programação para se divertir e conhecer mais de perto o que são e como funcionam as novas tecnologias. Não faltaram atrações, como as corridas e batalhas de drones, simuladores de corridas, entre outras opções como os curiosos e inovadores projetos acadêmicos da Campus Future e as dezenas de startups da Startup&Makers. O espaço também recebeu palestras, que trouxeram o que há de mais inovador em matéria de educação no país, dentro da área Educação do Futuro. “Nosso objetivo é contribuir para o debate de como melhorar a educação, apresentando para pais, alunos e professores soluções e ferramentas agregadoras e inclusivas que vem se destacando como diferenciais nas salas de aula de todo o país”, complementa Tonico.

Include

Na tarde de sábado (30 de junho) foi realizado o lançamento nacional do Include, projeto que consiste na criação e montagem de laboratórios de robótica para aproximar jovens (menores de 18 anos) moradores de comunidades carentes da tecnologia e que tem como objetivo identificar gênios dentro das áreas menos favorecidas do país. A ideia é viabilizar o ingresso desses jovens no mercado de trabalho e, mais do que isso, prepara-los para que consigam levar soluções para a própria comunidade usando a tecnologia, sem depender da ajuda externa. No início de junho foi inaugurado, na Vila Marinha, o primeiro laboratório de Brasília, sendo que outros quatro serão entregues até o fim desse ano. “Nossa meta é levar o projeto a todas as cidades brasileiras chegando em dois anos a 10 mil laboratórios”, explica Francesco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party.

Sustentabilidade e rumo ao Lixo Zero

A Campus Party, em parceria com o MCTIC, realizou uma campanha de troca de equipamentos e acessórios de tecnologia antigos por ingressos que culminou na arrecadação de mais de 2 mil itens ou 8 toneladas de resíduos eletrônicos, entre monitores, CPUs e notebooks. Esses itens passarão por uma revitalização e serão distribuídos para postos do Programa Include e Telecentros espalhados pelo Estado.

Além disso, pela primeira vez, a Campus Party fechou uma parceria com a Aliquam Soluções em Meio Ambiente, empresa de consultoria ambiental, com o objetivo de realizar de forma correta o gerenciamento de resíduos sólidos produzido durante os cinco dias de evento, reduzindo o volume total destinado ao aterro sanitário.

Confira abaixo os principais números da Campus Party Brasília

– Total de campuseiros: 9.000

– Barracas: 3.000, sendo 2.500 simples e 500 duplas

– Atividades na Arena:

4 palcos: Feel the Future, Games & Creativity, STEAM e Coders & Makers

Mais de 300 horas de conteúdos

Número de palestrantes: 384

 

– Produção e Tecnologia:

Área total do evento – 30 mil m²

Cabos de rede – 15km
Cabos de fibra ótica – 8km

Velocidade da internet – 20GB

 

– Programa Campus Future
– 20 projetos universitários selecionados para participar do programa


– Startup&Makers 

3 eventos em um: Startup & Makers Expo, Mentorias e Palco

– Selecionados para a Campus Party Brasil: 40 startups (20 growth stage, 20 early stage)
– Sessões de mentorias agendadas: 155

– Total de mentores: 30

 

– 4 Hackathons:


– Data4Good – 14 equipes inscritas

Primeiro colocado: Toruturadores de Dados

– Blz! Brasília Lixo Zero – 10 equipes inscritas
Primeiro colocado: Recicômetro

– Parlathon 2018 – 8 equipes inscritas
Primeiro colocado: Equipe 31337

– Hack Saúde –  10 equipes inscritas
Primeiro colocado: Equipe Jeviche


– Outros Números

Patrocinadores, Apoiadores, media partners e instituições de ensino – 47 empresas

Comunidades – Mais de 30

Profissionais de imprensa, blogueiros e influenciadores cadastrados para cobertura – Mais de 400

Sobre a Campus Party:
A Campus Party é a maior experiência tecnológica em Internet das Coisas, Blockchain, Cultura Maker, Educação e Empreendedorismo do mundo. O evento conta hoje com mais de 550 mil campuseiros cadastrados em todo mundo, e já produziu edições em países como Espanha, Holanda, México, Alemanha, Reino Unido, Argentina, Panamá, El Salvador, Costa Rica, Colômbia e Equador. O evento está presente no Brasil há dez anos.


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Ricardo Callado26/06/20185min

Após passar por Natal e Salvador, concurso Leve Seu Robô acontece nos dias 28 e 30 de junho, dentro da programação da Campus Party

Após duas edições em Natal e Salvador, chega a Brasília esta semana uma competição diferente, que vai reunir talentos e disseminar práticas de inovação tecnológica. Nesta semana, a empresa Robolivre promove o concurso Leve Seu Robô, que vai selecionar projetos de robótica realizados por desenvolvedores de todo o país.

A ação faz parte da programação da Campus Party, que acontece entre os dias 27 de junho e 1º de julho no Estádio Mané Garrincha. A final do concurso será no sábado (30), no workshop Coders & Makers, das 15h às 17h45. Antes, na quinta-feira (28), haverá uma palestra em que serão apresentados para os participantes as regras da disputa, também no palco Coders & Makers.

O regulamento está disponível no endereço www.roboliv.re/conteudo/campus-party-brasilia-2018-cpbsb-concurso-leve-seu-robo. Para participar, é preciso ser maior de idade ou ter autorização dos pais ou responsáveis, além de ter adquirido o ingresso para a Campus Party Brasília 2018. Os interessados vão poder se inscrever individualmente ou em grupos de até três pessoas e devem se cadastrar na rede Robolivre (www.roboliv.re), plataforma online em que aficionados por tecnologia de vários lugares compartilham experiências e conhecimentos.

No dia da competição, os competidores vão mostrar os robôs que montaram para uma banca de jurados. Os dois primeiros colocados serão agraciados com uma entrada para a Campus Party Brasil 2019 mais um prêmio surpresa. Já o terceiro lugar só terá direito a um ingresso na edição do ano que vem. “Qualquer pessoa pode participar. A robótica é uma atividade acessível, fácil de fazer. Não precisa ser especialista, basta gostar de tecnologia”, afirma o coordenador de Projetos da Robolivre, Henri Coelho.

 Painel – Além do concurso, a Robolivre vai participar, ainda, do painel “Tecnologias Livres e o futuro exponencial”. A conversa se dará no palco Feel The Future, a partir das 15h, e contará com a presença dos palestrantes Christiane Borges Santos, Fábio da Silva Marques, Diogo Lacerda, Henri Coelho e Hameskyton Silva. Durante o bate-papo, será discutido o futuro das tecnologias livres, como a impressora 3D e o drone.

 Robolivre – A Plataforma Robolivre foi criada em 2005, ajudando a desmistificar a ideia de que a tecnologia é algo inacessível e difícil de fazer. A empresa tem como missão mostrar que a robótica pode

e deve ser desenvolvida por qualquer pessoa, independentemente de ter ou não formação na área. Para isso, a companhia atua em instituições a partir da implantação de laboratórios, formação de grupos de pesquisa em robótica e capacitação de profissionais.

Serviço – Concurso Leve Seu Robô

Local: Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, SRPN – Asa Norte

Data: 30 de junho

Horário: das 15h às 17h45

Inscrições: gratuitas, no site da Robolivre (www.roboliv.re/conteudo/campus-party-brasilia-2018-cpbsb-concurso-leve-seu-robo)


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Ricardo Callado25/06/201813min

Cuidados básicos contra a invasão de privacidade na web

Ninguém gosta de ser bisbilhotado ou ter sua privacidade invadida, mas os recentes relatos de vazamentos de dados em redes sociais sugerem o aumento de cuidados com todos procedimentos na web. Hoje há um grande interesse comercial na busca de formação de cadastros com informações e dados sobre os diversos públicos-alvo ou personas. Essas informações podem valer muito dinheiro e, por isso, quando se preenche um cadastro numa página, não se sabe ao certo quanto será repassado para outros interessados.

Em resposta aos casos recentes de vazamentos de dados de usuários, uma nova e rigorosa lei foi criada na União Europeia, o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GPDR, sigla em inglês), que presa pela proteção, diminuição e compartilhamento das informações pessoais. Entre as medidas mais importantes destacam-se o fato que empresas devem coletar o mínimo de informações necessárias para disponibilizar os seus serviços, os usuários podem, em algumas circunstâncias excluir, corrigir e analisar os dados que aquela determinada empresa guarda sobre ele, e se caso sua conta for acessada por outro usuário, você deverá receber uma notificação em até 72 horas com esse aviso.

Mas não são só os dados pessoais que podem acabar vazando, com a febre de registrar e postar tudo que acontece, muitos esquecem de tomar cuidado para que fotos e vídeos mais íntimos não caiam nas mãos erradas e sejam expostos na internet. E um simples click pode resultar em uma enorme dor de cabeça. Mas ter, dados, fotos ou vídeos divulgados sem autorização é algo que pode ser evitado com algumas dicas.

A especialista em infraestrutura de TI Sylvia Bellio, da IT Line Technology, dá alguns conselhos para preservar a sua privacidade na web:

  Proteção de fotos e vídeos

Cuidado ao armazenar fotos e vídeos, algumas informações podem ficar registradas em aplicativos ou até mesmo serem hackeadas através do seu e-mail, caso sua senha não tenha um bom nível de segurança. Por isso, a criação de senhas mais seguras é primordial.

É aconselhável desativar o armazenamento automático de suas fotos e vídeos para as chamadas “nuvens”, assim você filtra somente o que não for comprometedor no caso do provedor ser hackeado.

Lembre-se de deletar as imagens da lixeira e sempre apagar seus dados antes de mandar o aparelho para a assistência técnica. Já existem programas e aplicativos que garantem que as fotos e vídeos sejam deletados definitivamente do sistema.

Também estão disponíveis apps e aparelhos celulares com recursos para bloqueio de fotos através de senhas, criptografia, PINs e até biometria.

O cruzamento de dados e de conteúdo pode gerar muito mais informações do que você possa imaginar. A câmera do celular tem capacidade, por exemplo, em muitos aparelhos, de fazer a associação de uma foto com data, horário, e outros detalhes como geolocalização, portanto, você deve ficar atento a este tipo de função antes de compartilhar uma foto.

E, por último, e não menos importante, é preciso confiar na pessoa com quem você compartilha suas imagens.

Navegadores

Muita gente não sabe, mas os navegadores ou browsers oferecem alternativas de privacidade como utilizar a função “in Private” que permite realizar a navegação sem gerar cookies e registros de acessos, impedindo que os mesmos sejam rastreados ou hackeados e pode ser o primeiro passo para se proteger de enxeridos. Outra coisa importante na atualização do navegador é verificar com certa frequência a configuração da privacidade.

Há rastreadores em sites de compras que podem sugerir anúncios para você, quando estiver navegando em outras páginas. Eles sabem pelos ‘cookies’ quais foram as buscas, sites visitados, e até seu número de registro de computador, o IP. Na verdade, os chamados ‘cookies’ guardam temporariamente suas visitas, histórico de navegação, formulários com seus dados, além de outras informações compartilhadas. No entanto em alguns navegadores é possível ter uma navegação anônima, onde nada do que for acessado ficará salvo no seu histórico.

“Sempre é bom limpar informações e cookies por precaução”, recomenda Sylvia.

Redes sociais

Da mesma forma que no navegador nas redes sociais, é preciso analisar no menu ‘configurações’ as alternativas de privacidade e limitar o acesso a dados que você não queira que sejam públicos.

Na plataforma do Facebook, por exemplo, você pode fazer uma cópia dos seus dados e ler nessa página os aplicativos que armazenam seus dados pessoais, inclusive sua lista de amigos. No item ‘aplicativos, sites e plugs’, você pode retirar o que você desejar, bastando clicar em ‘desativar plataforma’, para eliminar conexões com aplicativos externos.

De acordo com Sylvia Bellio, o conteúdo postado nas redes sociais também dá muitas pistas para intrusos, por essa razão procure não mostrar endereço, telefone, data de nascimento, placa do carro, fotos da frente da casa, passagens aéreas, documentos em geral, ou mesmo marcar os lugares públicos que frequenta. Há muitas informações importantes que podem ser cruzadas por algoritmos e facilitar a ação de pessoas mal-intencionadas.

Buscadores

No buscador Google, por exemplo, na sua conta haverá canais com ‘informações pessoais’ e ‘privacidade’, que têm a alternativa de ser verificados. Você pode excluir as atividades deletando na página o histórico armazenado das suas ações naquele ambiente. Também é possível impedir a armazenagem de informações que são guardadas todos os dias, como o uso de aplicativos, atividades de voz e áudio, histórico de localização, entre outras coisas.

Geolocalização

O GPS é uma ótima opção para você localizar endereços, mas se ele estiver ligado seguramente vai gerar dados e informações para alguém vender algo para você ou rastrear sua localização. “Para impedir o acesso de aplicativos a sua localização verifique as configurações do seu aparelho celular e desative nos ajustes esta opção”, descreve Sylvia.

Filtragem dos aplicativos

Os aplicativos te oferecem muitas vantagens, mas sempre querem seus dados em troca. “Fique atento ao que você deve aceitar e aquilo que efetivamente pode ser compartilhado”, enfatiza Sylvia.

Se você não usa com frequência todos os aplicativos que estão no seu celular, delete então aqueles que você nunca vai usar ou que usa muito pouco. É bom lembrar que, muitos dados o app pode armazenar rapidamente. Analise o que ele pode guardar sobre você. Reveja o que liberou sobre sua privacidade e verifique se há alguma notícia na web sobre a boa-fé do aplicativo. Nunca se esqueça de pôr na balança o que você ganha realmente usando este ou aquele aplicativo.

Bluetooth

Como você deve saber, o Bluetooth realiza conexões com aparelhos ou dispositivos de outras pessoas que estão ao redor, mas não necessariamente suas conhecidas. Então, se você está conectado com pessoas ao lado, certifique-se que elas só receberão arquivos com seu consentimento e ponto final. Para evitar a possibilidade de seu aparelho ser infectado por vírus, desative, quando não for necessário, este recurso nas configurações do seu aparelho.

Amigos secretos

Nunca deixe que um programa saiba quem participa de sua lista de contatos, porque você pode deixá-los a mercê de intrometidos. Há notícias de que empresas de TI armazenaram um mundo de dados e informações de usuários de redes sociais, sem consentimento, porque não tomaram o cuidado devido de impedir o acesso a essa lista.

 

Sobre Sylvia Bellio

Iniciou a carreira no setor financeiro, atuando como gerente da área administrativa de grandes instituições bancárias.

Diretora Geral da IT Line Technology – Maior Canal de Vendas Dell do Brasil.

Com mais de 15 anos de experiência no mercado de tecnologia conduz sua equipe de arquitetos de soluções e executivos de negócios para se posicionem lado a lado com os profissionais de TI na busca de soluções para resolver os desafios de negócios das empresas.

Agraciada, através de sua empresa, por anos consecutivos com os mais conceituados prêmios da Dell Computadores.

Introduziu no Brasil fabricantes como: Dot Hill Systems de armazenamento FC; EqualLogic armazenamento Iscsi; Force10 de networking; Compellent de armazenamento FC|ISCI

Tem papel de destaque no empoderamento feminino dentro do universo da tecnologia.  É a única mulher a compor o conselho das empresas parceiras da Dell no Brasil. Participou de diversas edições do Dell Worlds e das últimas edições do Dell Women’s Entrepreneur Network.

Sobre a IT Line Technology

Presente no mercado há mais de 15 anos é especializada em soluções de Armazenamento de Dados e Business Continuity e Hiperconvergência.

Considerada o maior canal de vendas Dell do Brasil. Faz parte da elite dos canais Dell, pois é Titanium, degrau mais alto do programa Partner Direct.

Oferece toda linha de produtos Dell EMC através de um modelo de negócios direto com o fabricante e suportado pelos melhores profissionais de pré-vendas, vendas e pós-vendas do segmento.

Atua com base no conceito de ser, realmente, um provedor de soluções, não apenas mais um revendedor de produtos, a IT Line participa ativamente junto aos projetos de seus clientes, suportando-os da pré-venda à pós-venda, provendo todos os serviços de suporte e assistência técnica que as soluções demandarem.

Dentre o vasto portfólio, pode-se destacar os Servidores, Storages, Networking, Software, Serviços, Desktops e notebooks buscando sempre oferecer a melhor relação custo-benefício do mercado.

Acesse: www.itltech.com.br


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Ricardo Callado13/06/20185min

A Setmind, escola de educação tecnológica no Distrito Federal, contempla a cidade com um curso exclusivo de introdução ao desenvolvimento de jogos digitais, voltado para jovens de 9 a 17 anos. As aulas acontecerão durante o mês de julho, nas férias escolares, com 72 vagas disponíveis e adesão completamente gratuita.

Com aulas na segunda, quarta e sexta, em 1h30 de duração, a primeira turma acontece entre 16/07 e 27/07. Já o segundo grupo, terá aulas às terças, quintas e sábados, do dia 17/07 a 28/07. Os alunos podem optar pelo turno matutino ou vespertino e contam com um certificado de participação, com carga horária de 9h. As inscrições podem ser feitas pelo site: www.setmind.com.br.

Os participantes terão a experiência de como é desenvolver um jogo, entender as plataformas e trabalhar habilidades que exercitem o raciocínio lógico – que é o principal foco da escola. As aulas gratuitas durante as férias serão uma prévia do curso completo oferecido durante o ano pela Setmind.

Os educadores da instituição, bem como pelos pais dos alunos, notam que os estudantes passam por uma melhora significativa como indivíduo após desenvolver o raciocínio lógico junto a tecnologia. Aprender a programar incentiva habilidades como a autodisciplina, organização, redução da ansiedade e melhora nos estudos. “Até jovens diagnosticados com TDAH, por exemplo, já tivemos casos que, após um ano de curso, puderam deixar de lado a medicação”, conta Wendell Asevedo, engenheiro de tecnologia e idealizador da Setmind.

A escola

Criada em meados de 2015, a Setmind veio com a proposta de se destacar no âmbito do ensino tecnológico. Ao contrário da maioria das escolas da área – onde o ensino é voltado totalmente para a tecnologia – oferecendo cursos de informática com uma roupagem diferente para crianças e adolescentes, a empresa busca trazer ao mercado uma metodologia diferenciada. “Nosso foco é ensinar o raciocínio lógico apenas utilizando a tecnologia como ferramenta”, explica Wendell.

Em ambiente descontraído e moderno, a escola busca criar uma atmosfera confortável e tecnológica, onde os alunos podem ter contato com um universo de games e até com um fliperama antigo. A Setmind conta com um corpo educacional renomado da área de desenvolvimento de jogos e um psicopedagogo para atender aos jovens com necessidades especiais.

Serviço:

Setmind

Endereço: Av das Castanheiras No.1060 Ed.Villa Mall Loja 15 sobreloja – Águas Claras

Telefone: (61) 3024-1214 | (61) 98577-7991 (WhatsApp)

E-mail: escola@setmind.com.br

Site: www.setmind.com.br


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Ricardo Callado12/06/20186min

Serão 27 horas para as equipes usarem a criatividade e impressionaram os jurados com games inovadores

Nos dias 16 e 17 os geeks vão invadir o Espaço 365 com a maratona Game JAM. Durantes dois dias, cerca de 27 horas de competição, grandes nomes do universo gamer darão consultoria e selecionarão o melhor jogo realizados por competidores. Todos terão certificado, mas o primeiro lugar ganhará um voucher de para Campus Party Brasília, além de um troféu personalizados. Para participar, as inscrições custam R$ 25 e a equipe deve acessar o link: http://madpixel.com.br/madjam/ para cadastrar-se. Os ingressos também podem ser adquiridos na recepção do Espaço 365 (705 Norte).

Os times devem ser compostos por até cinco pessoas, que poderão utilizar quaisquer assets, recursos gráficos para fabricar games. Além disso, terão consultoria, podendo debater, pedir ajudar e tirar dúvidas com especialista da área.

O tema ainda é segredo, mas será divulgado para as equipes no início da Game JAM. Ao final, o jogo vencedor será escolhido pelos jurados, sendo apresentado para as demais equipes no encerramento da competição.

“É um mercado que está em ascensão. E os novos desenvolvedores de games precisam de monitoria e orientação, então nada melhor do que um competição para estimulá-los”, diz Flávio Hideo, sócio do Espaço 365.

Os jurados

Entre os jurados, estarão presentes membros da Mad Pixel, e nomes como:

Felipe Costa – Professor de Jogos Digitais no IESB, fundador da Bad Minions, artista 3D e um dos desenvolvedores do jogo Alkymia.

Betu Souza  – Nomes como: Chroma Squad, Relic Hunters Zero, Knights of Pen & Paper, Galaxy of Pen and Paper e Star Vikings estão em sua bagagem de jogos. Além de sócio nas empresas Behold Studios, Indie Warehouse, Rogue Snail e Ludoteca BG e Betu Souza, é um prestigiado artista da área.

Mustefaga – CEO da a agência de publicidade Studio 8itoBits, é também youtuber, com o canal NerdCetera e sócio do evento JAM – Nerd Festival. 

 


Serviço

Onde? Espaço 365 – SCLRN 705 Norte Bloco E Loja 8. Asa Norte.

Hora? a partir de 13h

Quando? Dias 16 e 17

Quanto? R$ 25

Inscrições pelo site: http://madpixel.com.br/madjam/

Os ingressos também podem ser adquiridos na recepção do Espaço 365


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Ricardo Callado11/05/20185min

Red Bull Basement promove encontro em busca de projetos para a 4ª edição de sua residência

Foto: Marcos Beto do projeto Me Viro. Crédito: Fábio Piva

Uma série de encontros gratuitos e workshops abertos ao público serão promovidos no mês de maio em várias capitais do país, com o objetivo atrair inscrições para a quarta residência do Red Bull Basement, programa que busca desenvolver projetos que façam uso da tecnologia para transformar a sociedade.

No próximo dia 16 de maio (quarta-feira), haverá um encontro em Brasília com a presença do maker Marcos Oliveira, residente da última turma de Red Bull Amaphiko, para falar sobre o seu projeto Me Viro. A plataforma conecta pessoas com deficiência a makers, que vão criar soluções assistivas acessíveis para melhorar o dia a dia dessas pessoas.

Também estarão por lá os idealizadores do Brasília FabLab, um laboratório de criação e prototipagem rápida de objetos e ideias, e da Galeria Ponto, que mantém uma programação de exposições de arte, atividades formativas, impressão em fine art e digitalização de obras.

Depois do encontro, os interessados podem se inscrever na 4ª edição do Red Bull Basement, programa que incentiva tecnólogos, estudantes de engenharia, arquitetura e design, além de makers e hackers, a solucionar problemas como inclusão social, segurança pública e mudanças climáticas, entre outros temas urgentes na sociedade.

Serviço

Red Bull Basement Hatch Brasília

Dia e horário: 16/05 (quarta), às 19h

Local: Brasília FabLab – SHCN SHCGN 710 BL D 711 Loja 23, Asa Norte

Inscrições: serão feitas no local

Inscrições para a 4ª edição do Red Bull Basement aqui.

Red Bull Basement

O Red Bull Basement é um espaço de produção, pesquisa e difusão de projetos que exploram formas colaborativas de experimentação com mídias digitais. Tem como objetivo desenvolver a colaboração e troca entre pessoas e coletivos com diferentes perfis: programadores, hackers, desenvolvedores de software, coders makers e criativos.


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Ricardo Callado07/03/20184min

Programa lançado pela PCDF tem objetivo de coibir comércio ilegal de celulares. De outubro de 2017 a fevereiro deste ano, 1.100 aparelhos foram bloqueados

A população do Distrito Federal já pode bloquear celulares que tenham sido roubados ou furtados por meio do site da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Desde outubro de 2017, o programa Fora da Rede vem passando por testes. A partir desta semana, ele entra plenamente em vigor, permitindo que usuários possam inutilizar os aparelhos. Dessa forma outros chips não poderão ser habilitados nos telefones, desestimulando assim a prática criminosa.

Somente será possível o bloqueio de celulares habilitados a partir do dia 22 de fevereiro, quando a Anatel firmou parceria com o Distrito Federal e Goiás. A medida começa efetivamente em nove de maio. Até lá, os usuários com celulares irregulares serão comunicados sobre a inutilização dos aparelhos por mensagem de texto (SMS).

Para que o bloqueio seja possível é necessário que a vítima faça o registro de ocorrência do roubo ou furto na delegacia mais próxima ou por meio da Delegacia Eletrônica. Para isso, é necessário informar o número da linha, o nome e o CPF do titular da linha (caso não seja a própria vítima) e o número do IMEI.

O número do IMEI não é obrigatório no caso de registro presencial em uma das Delegacias de Polícia, mas ele facilita a validação das informações, garantindo o efetivo bloqueio. Aparelhos celulares com mais de um chip possuem mais de um número de IMEI.

Um levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social (SSP/DF) em 2017, mostrou que em 70% dos roubos cometidos contra a pedestres, o alvo dos bandidos era o aparelho celular.

Vale ressaltar que o cidadão pode denunciar o comércio ilegal de aparelhos por meio do site da Polícia Civil, pelo disque denúncia no telefone 197, opção 0. Outra opção é mandar uma e-mail para denuncia197@pcdf.df.gov.br ou ainda pelo WhatsApp (61) 98626-1197.


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Ricardo Callado01/02/20182min

Com abertura prevista para abril, parque tecnológico vai concentrar 1,2 mil empresas dos ramos da tecnologia da informação e da comunicação e da biotecnologia

Na tarde desta quarta-feira (31), o governador Rodrigo Rollemberg discutiu com representantes de empresas e de órgãos do governo medidas relacionadas à abertura do Biotic — Parque Tecnológico.

Planejado para impulsionar as atividades do mercado de biotecnologia no Distrito Federal, o projeto já teve as etapas de liberação e uso do espaço físico definidas pelo Executivo. A inauguração está prevista para abril.

Nesta quarta, também foi aprovada na Junta Comercial do DF a Biotic S.A, entidade criada para facilitar os trâmites jurídicos do parque.

O que é o Biotic

Instituído em janeiro de 2017, o Biotic — Parque Tecnológico vai concentrar cerca de 1,2 mil empresas dos ramos da tecnologia da informação e da comunicação e da biotecnologia, com potencial para criar mais de 25 mil empregos diretos.

Sancionada pelo governador Rodrigo Rollemberg, a Lei Complementar nº 923, de 2017, alterou outra, publicada em 2002, que previa a instalação apenas de empresas ligadas às áreas de tecnologia da informação e de telecomunicações, e dava o nome ao complexo de Capital Digital.


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Ricardo Callado26/12/20174min

Já está em vigor a Lei 13.543, que traz novas exigências para a disponibilização de informações sobre produtos em sites de comércio eletrônico,. Pela norma, sancionada na semana passada pelo presidente Michel Temer, o preço dos produtos postos à venda nos sites têm de ser colocados à vista, de maneira ostensiva, junto à imagem dos artigos ou descrição dos serviços. Segundo a lei, as fontes devem ser legíveis e não inferiores ao tamanho 12.

A norma inclui essas exigências relativas às vendas online na Lei 10.962, de 2004, que disciplina as formas de afixação de preço de comerciantes e prestadores de serviços. Entre as obrigações gerais de empresas estão a cobrança de valor menor, se houver anúncio de dois preços diferentes, e a necessidade de informar de maneira clara ao consumidor eventuais descontos.

A Lei é um detalhamento do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078, de 1990), que também versa sobre requisitos a serem seguidos pelos vendedores, como a disponibilização de informações corretas e claras quanto aos produtos, incluindo preço e características.

Benefícios

O Ministério da Justiça argumenta que a lei será um importante instrumento para facilitar a busca de informações pelos consumidores nesse tipo de comércio. “Hoje em dia temos dificuldades de conseguir essas informações porque há produtos em sites ou plataformas sem preço. Isso já era vedado pelo Código de Defesa do Consumidor, e essa lei veio para deixar tais obrigações mais claras, garantindo o direito à informação de quem compra”, afirmou a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do ministério, Ana Carolina Caram.

Para a supervisora do Procon de São Paulo, Patrícia Alvares Dias, a Lei é positiva. “Os consumidores estão tendo dificuldade, porque, em sites de comércio eletrônico, em geral, há as características do produto, mas dados sobre o preço não são apresentados com tanto destaque.”

Expansão

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), 25,5 milhões de pessoas fizeram compras pela internet no primeiro semestre deste ano. Apesar do número representativo, a entidade ressalta que as transações são concentradas nos dois principais centros urbanos do país: São Paulo foi responsável por 35,5% das vendas e o Rio de Janeiro, por 27,6%.

De acordo com a consultoria Ebit, o comércio eletrônico no Brasil no primeiro semestre do ano cresceu 7,5% em comparação com o mesmo período no ano anterior, com faturamento total de R$ 21 bilhões.

Reclamações

O consumidor que encontrar uma situação em que o preço do produto não está apresentado de maneira clara e em destaque, ou que a fonte seja menor do que o tamanho 12, deve acionar órgãos de proteção e defesa como os Procons, o Ministério Público e a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça. Os sites que estiverem violando artigos da lei podem ser multadosm, ou até suspensos.


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Ricardo Callado08/11/20177min

Por Ricardo Caldas

Em contraponto a diversas propostas absurdas que pretendiam limitar o uso da internet como ferramenta de liberdade de expressão e de transparência política, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou Projeto de Emenda à Constituição que coloca o acesso à web entre os direitos fundamentais do cidadão.

A decisão não foi unânime, pois deu início ao debate sobre a gravidade dessa medida. Entre os prós, está o argumento de que a internet já é fundamental para todos os aspectos do desenvolvimento humano – econômico, intelectual, segurança, democracia, comunicação, trabalho, lazer, saúde e outros. A inclusão desse direito entre os mais importantes da Constituição seria uma forma de proteger o cidadão contra qualquer tentativa de exclusão ou limitação.

Por outro lado, houve quem atentou justamente para a relevância do rol dos direitos fundamentais. De fato, a lista do 5º artigo é a mais restrita entre os direitos – defendendo questões como liberdade, a vida, a sucessão de bens, o direito às crenças religiosas, a propriedade e assim por diante.

Na teoria, os direitos fundamentais são aqueles sobre os quais o Estado deve apenas proteger, mas não deve agir. É como se o Poder Público tivesse a obrigação de ter postura negativa, apenas deixando que o indivíduo possa viver de forma livre, autônoma, sem repressão ou intervenção. É o rol mais protegido, cujas alterações são mais raras e cautelosas.

No caso das garantias sociais (artigo 6), sim, o Estado é obrigado a prover. Nesse rol, estão: moradia, alimentação, educação, transporte, segurança, previdência social e muito mais. São os direitos de segunda geração, nos quais o Estado deve ter ação positiva, ativa. O Poder Público é o responsável por disponibilizar meios para que esses direitos sejam cumpridos.

A partir desse conceito, surgiu a segunda parte do debate: a ideia de que o Estado deveria fornecer a internet aos cidadãos. Pois, se bem analisado, isso já ocorre. Porém, por meio de uma das modalidades previstas, também na Constituição Federal, que é a concessão. Esse artifício foi criado exatamente para não sobrecarregar a Administração Pública e oferecer o serviço por quem tem competência para fazê-lo com qualidade.

O tema precisa ser tratado como direito. Independente de onde for enquadrado, é preciso parar com as tentativas de censura, de discriminação social, de diferenças no acesso ao aprendizado, de estabelecer castas por meio do ensino. O acesso à internet não é um luxo, é necessidade primária.

Não fosse pelo grande poder desse instrumento, não haveria tanto interesse em limitá-lo. Nos países onde as pessoas são mais reprimidas é impensável o uso da web, ainda que para assuntos supérfluos. Há o desenvolvimento, mas ele ocorre no interesse do governante e não da nação.

A popularização das Redes Sociais – com a possibilidade de interatividade proveniente, da participação ativa e em tempo real do cidadão – também intimidou as castas políticas do Brasil. Durante algum tempo, houve certa polidez, sorrisos amarelos e tentativas de utilização da ferramenta para publicidade boba, mas logo se viu que o propósito iria além. Transcenderia para a transparência, a cobrança ferrenha e a prestação de contas sem o faz de conta de sempre.

Há alguns anos estamos sendo bombardeados pelo mantra de que evolução vem da Educação, que essa seria prioridade de governo e assim vai. Mas, na prática, os políticos não se envolvem e, ainda há aqueles que tentam barrar o aceso. Os estudantes se aquietaram. Não vimos mais os grupos de universitários nas ruas lutando por melhorias. Os docentes são chicoteados sempre que arriscam alguma manifestação.

Quem ficou responsável por prover? Quem será o defensor que irá brigar por melhorias? Não temos mais essa figura.

A inclusão do cidadão nas políticas públicas e a Educação são apenas alguns dos benefícios da internet. O próprio criador do protocolo TCP/IP, Vint Cerf, veio recentemente ao Brasil e declarou que sua invenção não está nem 20% concluída. Ou seja, não conhecemos ainda o potencial da Internet. Enquanto todos os cérebros não estiverem voltados à exploração dessa ferramenta, ela será um tesouro obsoleto, um diamante não lapidado.

A internet significa a independência real dos povos. É por meio dela que iremos nos proporcionar todo o conhecimento possível para fazer as transformações. É o único instrumento que nos permite a democracia em sua forma mais clara e precisa. É, sim, um direito. Caso não absorva isso, a Constituição ficará, mais uma vez, estacionada na década de 80.



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