Arquivos Segurança - Página 2 de 19 - Blog do Callado

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Ricardo Callado22/03/20187min

Há vagas para artes marciais, ginástica, futebol e música. Em 2017, mais de 150 mil pessoas foram atendidas. Entre os objetivos estão estreitar vínculos com a comunidade e prevenir crimes com oferta de atividades lúdicas

Os programas sociais da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) estão com inscrições abertas para atividades esportivas, artes marciais, ginástica e música. Há mais de 400 vagas abertas em Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Planaltina, Paranoá, São Sebastião, Santa Maria, Riacho Fundo I e Riacho Fundo II.

As inscrições terminam quando as vagas forem preenchidas em cada modalidade nas regiões. O objetivo é estreitar vínculos entre a polícia e a comunidade, prevenir a criminalidade e propiciar atividades lúdicas, esportivas e educativas para a população.

Em 2017, mais de 150 mil pessoas foram atendidas pela corporação. O chefe da Divisão de Programas e Ações Sociais do Centro de Políticas da Públicas da PMDF, capitão Diego Araújo, explica que há atividades diferenciadas para crianças, jovens e adultos.

“Os projetos estabelecem uma parceria que amplia o policiamento comunitário com foco em alternativas saudáveis e na prevenção de riscos”Diego Araújo, chefe da Divisão de Programas e Ações Sociais do Centro de Políticas Públicas da PMDF

No total, são 58 opções oferecidas. “Os projetos estabelecem uma parceria que amplia o policiamento comunitário com foco em alternativas saudáveis e na prevenção de riscos”, enfatiza.

O benefício, segundo o oficial, é para as duas partes. “A população ganha em bem-estar e segurança, e a Polícia Militar fica mais próxima da comunidade.”

A PMDF orienta os interessados em um dos projetos que procurem a unidade mais próxima e verifiquem a disponibilidade de vagas e os documentos necessários para a inscrição.

Somente na unidade de Planaltina as inscrições se dão no início ou no meio do ano, durante as férias. Nas outras, podem ser feitas a qualquer tempo, de acordo com a disponibilidade de vagas.

Atividades lúdicas

O Núcleo de Educação Ambiental da PMDF oferece o curso Guardiões Ambientais. A capacitação, voltada para estudantes do 5º ano do ensino fundamental, é feita em 13 encontros.

Curso Guardiões Ambientais capacita crianças para atuação como agentes de proteção da natureza

“A meta é fazer com que as crianças ajam como agentes na prevenção de crimes ambientais, além de se tornarem multiplicadoras desse conhecimento”, explicou a chefe do núcleo, tenente Hellen Sene.

Além de atividades lúdicas, a instituição oferece palestras educativas por meio do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) e o Educar para a Cidadania, ambos do Comando de Policiamento Escolar.

O objetivo é alertar crianças e adolescentes sobre os riscos relacionados ao consumo de drogas, além de desenvolver ações de segurança no ambiente escolar.

Os interessados em participar de programas sociais da corporação podem procurar os batalhões da PMDF ou o Centro de Políticas da Públicas, pelo telefone 3190-5281 ou pelo e-mail cpp.dpas@gmail.com“> cpp.dpas@gmail.com.

Unidades com inscrições abertas:

  • 2º Batalhão de Polícia Militar (Taguatinga), projeto Dois de Ouro — aulas de jiu-jitsu — 100 vagas (QNB AE 8, Samdu Norte). Telefone 3190-0226 / 3190-0227
  • 5º Batalhão de Polícia Militar (Lago Sul), projeto Somos Todos Rio Branco — aulas de jiu-jitsu — 20 vagas (SHIS QI 11, AE 02). Telefone 3190-0503
  • 8º Batalhão de Polícia Militar (Ceilândia), projeto Bom de Bola, Bom na Escola — aulas de futebol — 20 vagas (QNN 06 AE S/N, Guariroba). Telefone 3190-0816 / 3190-0815
  • 10º Batalhão de Polícia Militar (Ceilândia), projeto Bom de Bola, Bom na Escola — aulas de futebol society — vagas ilimitadas (Setor de indústria, Ceilândia Norte). Telefone 3190-1005
  • 11º Batalhão de Polícia Militar (Samambaia), projeto Formando Cidadãos — escolinha de futebol — 22 vagas (QR 203 AE S/N, Samambaia Norte). Telefone 3190 1150
  • 14º Batalhão de Polícia Militar (Planaltina), projeto 14º.com — ginástica, jiu-jítsu e futebol — 117 vagas (AE 13, Setor Norte). Telefone 3190.1431
  • 20º Batalhão de Polícia Militar (Paranoá), projeto Conhecer para Aproximar — judô, capoeira, MMA e futsal — vagas ilimitadas (QD 33, AE S/N). Telefone 3190.2050/2051
  • 21º Batalhão de Polícia Militar (São Sebastião), projeto Bom de Bola, Craque na Escola — futebol — 32 vagas (QD 201/202 AE 02, Residencial Oeste). Telefone 3190. 2103/2110
  • 26º Batalhão de Polícia Militar (Santa Maria), projeto Escolinha de Futebol e Cidadania — vagas ilimitadas (QC AE 01, avenida Alagados). Telefone 3190-2605/2621
  • 27º Batalhão de Polícia Militar (Recanto das Emas), projeto Escolinha de Futebol — vagas ilimitadas. Telefone 3190-4451
  • 28º Batalhão de Polícia Militar (Riacho Fundo I e II), projeto Crescer — aulas de tênis de quadra — 100 vagas (QN 05 AE 01). Informações por e-mail crescerpmdf@gmail.com.

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Ricardo Callado09/03/20184min
Na última sexta-feira (2), o Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) impetrou, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) 47, cumulada com Ação Direta de Inconstitucionalidade, que demanda a elaboração de Lei Federal para esclarecer a identidade da Polícia Civil do DF (PCDF).
Segundo a ação, aberta por meio da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), o novo dispositivo legal deverá ser norteado por princípios da predominância do interesse da União, observando a competência federal exclusiva e plena para legislar sobre organização e manutenção das forças de Segurança Pública do DF, bem como sobre regime jurídico e remuneração dessas instituições.
A peça jurídica do Sinpol-DF ressalta também que as dotações do Fundo Constitucional do Distrito Federal para a organização e a manutenção das polícias do DF devem ser geridas, executadas e aplicadas diretamente pela União Federal. Segundo o texto, a folha de pagamento das polícias distritais deve ser paga diretamente pela União, sem que haja repasse de valores ao Governo do Distrito Federal (GDF) para posterior pagamento aos servidores.
A peça também argumenta a inconstitucionalidade de serem efetuados pagamentos de inativos e pensionistas das áreas de Saúde e Educação com recursos provenientes do Fundo Constitucional. Tais pagamentos devem ser executados por meio da receita própria do GDF, por meio do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (IPREV). Os servidores da saúde e educação, quando em atividade, contribuem para o fundo do IPREV. E são os recursos do IPREV que devem custear as aposentadorias e pensões da saúde e educação. São estes recursos que também deveriam custear a terceira parcela da recomposição de servidores da saúde e educação inativos e pensionistas – que ainda não foi paga – recursos esses que também vem sendo desviados pelo Governo Rollemberg por meio de uma “reforma” no instituto de previdência do DF. Tais recursos serão utilizados para diversas obras e inaugurações no último ano da gestão do atual governador.
Além de todos esses questionamentos, a ADO denuncia a quebra do pacto federativo, uma vez que o Governo Distrital vem usurpando recursos federais, que deveriam estar sendo utilizados para prover a segurança pública da Capital de todos os brasileiros, onde trabalham agentes políticos nacionais e estrangeiros, a exemplo das demais capitais internacionais.
Além da ação no STF, o Sinpol já prepara representações junto ao Tribunal de Contas da União e Comissões de Finanças e Controle da Câmara dos Deputados e Senado Federal. Serão comunicadas ainda a Secretaria de Orçamento Federal, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; a Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda, e a Controladoria Geral da União, órgãos esses que fiscalizam as verbas federais.

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Ricardo Callado07/03/20184min

Programa lançado pela PCDF tem objetivo de coibir comércio ilegal de celulares. De outubro de 2017 a fevereiro deste ano, 1.100 aparelhos foram bloqueados

A população do Distrito Federal já pode bloquear celulares que tenham sido roubados ou furtados por meio do site da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Desde outubro de 2017, o programa Fora da Rede vem passando por testes. A partir desta semana, ele entra plenamente em vigor, permitindo que usuários possam inutilizar os aparelhos. Dessa forma outros chips não poderão ser habilitados nos telefones, desestimulando assim a prática criminosa.

Somente será possível o bloqueio de celulares habilitados a partir do dia 22 de fevereiro, quando a Anatel firmou parceria com o Distrito Federal e Goiás. A medida começa efetivamente em nove de maio. Até lá, os usuários com celulares irregulares serão comunicados sobre a inutilização dos aparelhos por mensagem de texto (SMS).

Para que o bloqueio seja possível é necessário que a vítima faça o registro de ocorrência do roubo ou furto na delegacia mais próxima ou por meio da Delegacia Eletrônica. Para isso, é necessário informar o número da linha, o nome e o CPF do titular da linha (caso não seja a própria vítima) e o número do IMEI.

O número do IMEI não é obrigatório no caso de registro presencial em uma das Delegacias de Polícia, mas ele facilita a validação das informações, garantindo o efetivo bloqueio. Aparelhos celulares com mais de um chip possuem mais de um número de IMEI.

Um levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social (SSP/DF) em 2017, mostrou que em 70% dos roubos cometidos contra a pedestres, o alvo dos bandidos era o aparelho celular.

Vale ressaltar que o cidadão pode denunciar o comércio ilegal de aparelhos por meio do site da Polícia Civil, pelo disque denúncia no telefone 197, opção 0. Outra opção é mandar uma e-mail para denuncia197@pcdf.df.gov.br ou ainda pelo WhatsApp (61) 98626-1197.


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Ricardo Callado05/03/20186min

Outros tipos de crimes contra o patrimônio também apresentaram queda, assim como os índices de homicídios. Dados foram apresentados nesta segunda (5)

Crimes contra o patrimônio apresentaram queda de 23,4% em fevereiro no Distrito Federal. Cinco dos seis tipos de roubo e furto diminuíram — roubos a pedestres, veículos, residências, transporte coletivo e furto em veículo.

Para o secretário da Segurança Pública, Cristiano Sampaio, a queda expressiva dos índices é fruto do trabalho integrado do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, principal política de segurança do DF.
Para o secretário da Segurança Pública, Cristiano Sampaio, a queda expressiva dos índices é fruto do trabalho integrado do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, principal política de segurança do DF. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Os índices caíram de 5.288 ocorrências em 2017 para 4.051 em 2018. Os dados foram apresentados na manhã desta segunda-feira (5), no balanço mensal da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social.

A maior redução porcentual foi registrada no número de roubos em transporte coletivo, especialmente os ônibus. Comparada a fevereiro de 2017, a baixa foi de 39,5% (de 286 para 173).

Em seguida, aparece o roubo em residências, com queda de 35,8% (de 67 para 43).

Para o secretário da Segurança Pública, Cristiano Sampaio, a queda expressiva dos índices é fruto do trabalho integrado do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, principal política de segurança do DF.

“O registro de cada ocorrência e a informação qualificada são essenciais para o planejamento das forças de segurança”, avaliou o titular da pasta, na apresentação de hoje.

“O registro de cada ocorrência e a informação qualificada são essenciais para o planejamento das forças de segurança”Cristiano Sampaio, secretário da Segurança Pública e da Paz Social

Também com decréscimo, os roubos a pedestres passaram de 3.343 em fevereiro de 2017 para 2.511 em 2018, uma redução de 24,9%. Na sequência estão os roubos de veículos — os registros diminuíram de 457 para 352.

O furto em veículo, que engloba as situações de arrombamentos ou subtração de rodas, passou de 979 casos para 796 (-18,7%). Na contramão dos demais índices, o número de roubo em comércio teve aumento de 12,7 % em relação ao segundo mês do ano passado.

Índices de mortes violentas continuam a cair no DF

Crimes contra a vida (homicídios, latrocínios e lesões seguidas de morte) passaram de 53 para 47 ocorrências entre os meses de fevereiro de 2017 e 2018, o que mantém o DF com uma das menores taxas de mortes violentas do País.

Em 2017, a unidade federativa fechou o ano com o menor índice de homicídios por 100 mil habitantes dos últimos 29 anos: 16,3 crimes contra a vida na proporção de 100 mil moradores do território.

As tentativas de homicídio também apresentaram redução: de 85 para 79 (-7,1%). Já as tentativas de latrocínio mantiveram-se estáveis: 14 casos.

Registros de ocorrências de estupro aumentaram em fevereiro

De acordo com o balanço da Segurança, as ocorrências de estupro passaram de 42 para 64 em fevereiro de 2018, alta de 52,4%. Parte dos registros (22), no entanto, referem-se a casos de meses e anos anteriores.

Ligue 180Telefone da Central de Atendimento à Mulher para denunciar casos de violência doméstica

“O aumento nos registros de estupro mostra uma maior conscientização da população e mais confiança no enfrentamento da violência contra a mulher”, defendeu o secretário.

A delegada-chefe da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, Sandra Gomes, alertou que a complexidade da investigação de crimes de violência contra a mulher se deve à construção social brasileira, o que resulta em uma subnotificação de 30 a 40% de casos.

“Infelizmente, o Brasil ainda naturaliza e tolera esse tipo de violência, o que faz com que a mulher, muitas vezes, não se veja como vítima”, explicou.

De acordo com ela, é fundamental que vítima denuncie e confie no trabalho das forças de segurança. “Nosso desafio é desenvolver um atendimento acolhedor, em que nenhuma mulher sofra discriminação, além de uma investigação meticulosa.”


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Ricardo Callado27/02/20183min

O presidente Michel Temer disse hoje (27) que a transferência do Departamento da Polícia Federal do Ministério da Justiça para o recém criado Ministério Extraordinário da Segurança Pública não vai interromper os trabalhos da Operação Lava Jato.

“Isso aí tem sido tranquilamente levado adiante. Não há um movimento sequer com vistas à interrupção [da Lava jato]. Aliás, vamos registrar o fato: segurança pública é combater a criminalidade. Que tipo de criminalidade? Aquela digamos mais evidenciada como tráfico de drogas, bandidagem em geral, e, evidentemente, a corrupção. Essa é a função do Ministério Extraordinário da Segurança Pública”, disse Temer, após a posse de Raul Jungmann como ministro da nova pasta.

Depois da intervenção do governo federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro, o presidente Michel Temer anunciou a criação de um ministério específico para cuidar especificamente de segurança. A medida provisória (MP) que cria o órgão foi publicada nesta terça-feira no Diário Oficial da União e precisa, agora, ser aprovado pelos parlamentares.

A estrutura do ministério será composta pelo Departamento de Polícia Federal; pelo Departamento de Polícia Rodoviária Federal, o Departamento Penitenciário Nacional, o Conselho Nacional de Segurança Pública, o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, e a Secretaria Nacional de Segurança Pública, órgão responsável pela Força Nacional de Segurança Pública.

Na cerimônia de posse de Jungmann, o presidente do Senado, Eunício Oliveira disse que vai dar celeridade à tramitação da MP. “Se ela [a MP] chegar hoje, já farei a leitura hoje [em plenário] e pedirei aos líderes a indicação para que eu possa instalar a comissão mista, que quem instala é o presidente do Congresso, pra debater e fechar o mais rapidamente essa matéria”, disse Eunício.


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Ricardo Callado26/02/20184min

O Palácio do Planalto decidiu remanejar o atual ministro da Defesa, Raul Jungmann, para o comando do novo Ministério Extraordinário da Segurança Pública, que será criado por medida provisória a ser assinada hoje (26) pelo presidente Michel Temer.

A informação foi confirmada à Agência Brasil pelo gabinete do Ministério da Defesa e, posteriormente, pelo porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola. No lugar de Jungmann, assumirá o atual secretário-geral do Ministério da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, que já foi chefe  do Estado-Maior do Exército.

Com a pasta da segurança pública, o governo passa a ter 29 ministérios.

Papel do ministério

A criação da nova pasta foi antecipada pelo próprio Temer, na última sexta-feira (23). Na ocasião, o presidente explicou que o ministério vai coordenar as ações de segurança pública em todo o país.

“Esse ministério vai fazer reuniões permanentes com governadores e secretários de segurança”, disse em entrevista ao vivo à Rádio Bandeirantes. E completou: “Esse ministério vai coordenar a área de inteligência, porque também não basta colocar policial na rua com fuzil, precisa desbaratar o crime organizado”, afirmou.

Ao falar sobre a questão financeira, Temer disse que a nova pasta pode implicar mais gastos para administração pública, mas isso se justifica pela importância do trabalho a ser feito na área da segurança.

Currículo

Jungmann está à frente do Ministério da Defesa desde maio de 2016, quando tomou posse prometendo dar prosseguimento aos projetos estratégicos das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica). Durante sua gestão, comandou a organização do emprego de efetivo militar na segurança dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro e o processo de retirada das tropas brasileiras do Haiti. Em setembro de 2016, cerca de 25 mil militares deram apoio logístico à realização das eleições municipais em 409 localidades de 14 estados, garantindo a segurança do pleito.

Jungmann também chefiou ações de reforço militar na segurança pública do Amazonas, Maranhão, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e nos prédios públicos da Esplanada dos Ministérios, durante protestos em maio de 2017, e as ações de varredura e inspeção em presídios estaduais.

Pernambucano, foi eleito deputado federal três vezes; vereador em Recife (PE), onde atuou nas áreas de mobilidade urbana, saúde pública, do meio ambiente e patrimônio histórico-cultural; ex-secretário estadual de Planejamento (1990-1991); ministro do Desenvolvimento Agrário do governo Fernando Henrique Cardozo, além de ter presidido o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.


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Ricardo Callado24/02/20182min

Decisão foi adotada em liminar concedida pela desembargadora Leila Arlanch, do TJDFT. Descumprimento da medida vale multa de R$ 100 mil por dia ao sindicato da categoria

A Justiça do Distrito Federal declarou, neste sábado (24), a ilegalidade da greve dos policiais civis de Brasília, decretada na terça-feira (20), e determinou o imediato retorno da categoria ao trabalho.

Em decisão liminar, a desembargadora Leila Cristina Garbin Arlanch, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Território (TJDFT), fixou em R$ 100 mil ao dia a multa imposta ao Sindicato dos Policiais Civis a cada dia de descumprimento da medida.

A paralisação, de três dias, foi decretada na terça-feira (20), com indicativo de greve geral por tempo indeterminado à assembleia convocada para segunda-feira (26). A liminar foi expedida na quinta–feira (22) e mandada hoje à publicação no Diário de Justiça.

No despacho, a desembargadora cita a tese adotada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), para fins de repercussão geral, que proíbe greves em serviços públicos essenciais, como a área de segurança pública.

Segundo a magistrada, em decisão do Pleno no julgamento de recurso extraordinário, em abri de 2017, o STF entendeu que “o direito de greve, sob qualquer forma ou modalidade, é vedado a policiais civis e a todos os servidores públicos que atuam diretamente na área de segurança pública”.

A decisão da desembargadora atende ação declaratória de ilegalidade da paralisação movida pelo governo de Brasília. Na petição, o Executivo alega que, além de ilegal, a greve traz prejuízos à segurança pública e pode acarretar distúrbios indevidos à sociedade.


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Ricardo Callado24/02/20184min
O aumento da criminalidade e a escalada da violência no Distrito Federal, a cada dia, tornam-se mais evidentes, apesar dos esforços do governo em mostrar um quadro diferente. Para expor, então, essa realidade de forma clara, o Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF), lançou nesta sexta, 23, o jornal “Brasília Capital do Crime – Um jornal que demonstra o descaso do Governo Rollemberg com a Segurança Pública”.
A publicação, que terá periodicidade quinzenal, faz um apanhado dos principais crimes no período. Além de levantamentos próprios e conteúdo inédito, o jornal traz, sobretudo, matérias que foram divulgadas pelos principais veículos de comunicação do Distrito Federal. Quando publicadas juntas, essas notícias e fotos chocantes não deixam dúvida de que é a população brasiliense que tem pagado o preço pelo descuido do GDF no combate à criminalidade.
O propósito do jornal é contrapor o discurso oficial do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) de que a Segurança Pública da capital do país está muito bem, obrigado. Na verdade, ao longo dos últimos anos, tem sido promovida uma verdadeira precarização da pasta, sobretudo da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e, como consequência, a insegurança deixa suas marcas na ruas brasilienses.
Em oito páginas, a primeira edição do periódico mostra toda a barbárie registrada no DF, apenas nos primeiros 36 dias do ano. Foram dezenas de homicídios, estupros e sequestros-relâmpago e milhares de roubos, dos mais diversos tipos – de veículo, de celular, a comércio, a transeunte ou em transporte coletivo.
Além da versão digital, disponível aqui (imagens fortes) [https://goo.gl/zPnVUL], 50 mil exemplares do jornal Brasília Capital do Crime também serão distribuídos, nos próximos dias, em locais de grande circulação. Enquanto isso, já está em finalização a segunda edição do periódico que, por sua vez, trará os crimes ocorridos no período de Carnaval.
“Enquanto vários estados tem lutado por verbas federais para a Segurança Pública, o DF conta com um repasse bilionário da União destinado prioritariamente à manutenção da área”, lembra o presidente do Sinpol-DF, Rodrigo Franco “Gaúcho”.
“Em 2018, GDF receberá R$ 13,7 bilhões do Fundo Constitucional e, ainda assim, a população brasiliense lida com uma sensação de insegurança como nunca houve na cidade”, afirma Gaúcho. Ele ressalta ainda que “isso ocorre porque o desvio dos recursos para outras áreas se tornou comum e o sucateamento da Polícia Civil, responsável pelas investigações, inclusive contra crimes de corrupção e colarinho branco, parece ser um dos grandes objetivos do atual governo”.

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Ricardo Callado16/02/20184min

Cerimônia de passagem do cargo, na noite desta quinta (15), contou com a presença do governador de Brasília

O novo comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), coronel Luiz Cláudio Barbosa e Castro, assumiu oficialmente o cargo na noite desta quinta-feira (15).

O governador Rollemberg participou da cerimônia de troca de chefia do CBMDF, com a passagem de comando do coronel Hamilton Esteves Júnior para o novo comandante-geral da corporação, o coronel Luiz Cláudio Barbosa e Castro.
O governador Rollemberg participou da cerimônia de troca de chefia do CBMDF, com a passagem de comando do coronel Hamilton Esteves Júnior para o novo comandante-geral da corporação, o coronel Luiz Cláudio Barbosa e Castro. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

A cerimônia de passagem do comando-geral ocorreu na Academia do CBMDF, no Setor Policial Sul, e contou com a presença do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

“Ser bombeiro é uma profissão muito nobre. Esses homens e mulheres protegem vidas e o patrimônio alheios”, resume o coronel Luiz Cláudio, ex-subcomandante da corporação.

Ele substitui o coronel Hamilton Esteves Júnior, que esteve à frente do Corpo de Bombeiros por três anos e meio. “É o orgulho da minha vida ter comandado heróis e heroínas da nossa corporação, que colocam as seguranças em perigo para oferecer o melhor atendimento à população.”

Em carta de elogio do governador lida na solenidade, Rollemberg destacou ações desenvolvidas pelo coronel Hamilton nos Jogos Olímpicos de 2016 e no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus.

“O oficial demonstrou elevado grau de profissionalismo, competência e, principalmente, lealdade, umas das maiores virtudes militares”, diz o documento.

Quem é o novo comandante-geral dos bombeiros

Carioca, nascido em 31 de outubro de 1966, o coronel Luiz Cláudio é pós-graduado em gestão estratégica corporativa e tem MBA em gerência de Saúde pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Ele concluiu os cursos de formação de oficiais e de perícia de incêndio nos bombeiros do DF, de segurança de autoridades do Exército Brasileiro — força armada na qual fez estágio de comunicações — e de técnico em emergências médicas dos bombeiros de Pernambuco. Depois seguiu carreira em Brasília.


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Ricardo Callado15/02/20184min

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), negou que as conversas de criação do Ministério da Segurança Pública tenham o objetivo de enfraquecer o trabalho da Polícia Federal (PF). Segundo ele, caso a pasta seja criada, abarcaria as ações de investigação feitas pela PF, atualmente sob o comando do Ministério da Justiça.

Brasília - O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), fala sobre acordo entre os presidentes da Câmara e do Senado para votar reforma da Previdência em fevereiro de 2018, após o fim do recesso parlamenta“Na hora que se criar o ministério, os órgãos que dizem respeito à segurança deverão estar engajados neste ministério. As questões de Justiça continuariam a ser tratadas pelo Ministério da Justiça. Nós estamos falando de ações de repressão, investigação e informação no tocante à segurança pública. Portanto, a PF tem dois papéis, o de polícia judiciária e de segurança pública, para intervenção direta pró-segurança. Esses papeis são distintos e teriam áreas distintas de atuação”, disse o senador, em entrevista na tarde de hoje (15) no Congresso Nacional.

Na semana passada, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso decidiu intimar o diretor-geral da PF, Fernando Segóvia, após fazer comentários a respeito de um inquérito em andamento que investiga o presidente Michel Temer. Segundo Jucá, a discussão sobre segurança pública não diz respeito às declarações relacionadas ao inquérito da Justiça.

De acordo com o líder, ainda não há uma definição do presidente Michel Temer sobre a criação do ministério. O parlamentar ressaltou, porém, que o governo está analisando com “muita atenção e foco” a situação da segurança no Brasil, considerada por ele um “drama emergencial” das cidades brasileiras.

“O presidente Temer quer enfrentar esse drama. Como? Com secretarias, ministério, ações concretas, atuação de fundos não contingenciáveis como se fez agora tanto com o [sistema] penitenciário como o de segurança”, disse, referindo-se a projetos que devem ser votados nas próximas semanas pelo Congresso.

Segundo o senador Romero Jucá, o debate sobre o tema não é uma tentativa do governo de criar uma imagem positiva e uma nova agenda além da reforma da Previdência. Assim como têm sinalizado outros ministros, Romero Jucá ressaltou que a decisão final sobre a votação da proposta que muda regras para a aposentadoria é da presidência da Câmara.

“A reforma da Previdência terá que ser votada porque é uma emergência fiscal brasileira. Se vai ser agora, depois das eleições ou no próximo governo, tem que ser enfrentada. Se não se puder votar agora, que se mude a pauta, se votem outras questões importantes e deixe para o momento propício onde houver maioria, para se aprovar esse tema. Mas num determinado momento, isso terá que ser votado. O país não pode fugir desse enfrentamento”.



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