Arquivos Saúde - Página 2 de 26 - Blog do Callado

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Ricardo Callado26/11/20188min

O levantamento inédito, realizado com apoio do governo brasileiro, concluiu que 2.075 óbitos por câncer de mama poderiam ter sido evitados no Brasil

O aumento da incidência do câncer tem sido relacionado à alterações nos hábitos de vida, como sedentarismo, obesidade, tabagismo e alimentares. A obesidade e o sedentarismo são fatores fundamentais no aumento da taxa de alguns tipos de canceres entre eles o câncer de mama, que se mostra mais frequente em mulheres com sobrepeso e pouco ativas.

De acordo com dados divulgados este ano no artigo científico Mortality and years of life lost due to breast cancer attributable to physical inactivity in the Brazilian female population (1990-2015), publicado pela revista online Nature, uma em cada dez mortes de mulheres por câncer de mama poderia ser evitada pela prática regular de atividade física. Seriam 2.075 mortes evitadas, apenas no ano de 2015, se as pacientes realizassem ao menos uma caminhada de 30 minutos por dia, cinco vezes por semana.

A pesquisa inédita divulgada no país pelo Ministério de Saúde, realizada com apoio do governo brasileiro, destaca que outros hábitos também influenciam no desenvolvimento da doença, como o uso abusivo de álcool e dietas com excesso de açúcar. O objetivo foi avaliar a evolução da mortalidade por câncer de mama e da morbidade por sedentarismo nos estados brasileiros ao longo de 25 anos de seguimento. O estudo vai conseguir auxiliar na execução de políticas públicas no Brasil que pode passar a intervir nos fatores de risco associado a doença. Além disso, reforça ainda mais a necessidade de atuar na prevenção do câncer de mama não somente pela mamografia, mas também através de um estilo de vida saudável.

Em Brasília, a médica oncologista Ludmila Thommen que está à frente de movimentos que impulsionam informações em prol do combate ao câncer de mama, destaca que atividade física ajuda a reduzir gordura corporal que por sua vez diminui o nível de estrogênio e de insulina, que são fatores de risco para o câncer de mama. “Se pensarmos no sedentarismo, o raciocínio seria o seguinte: sedentarismo = excesso de hormônios circulantes principalmente estrogênio, hiperinsulinemia e inflamação crônica que podem levar a formação de mutação e carcinogênese”, explica.

De acordo com a médica, no Brasil a mortalidade segue elevada, em 1990 ocorreu 7.264 mortes por câncer de mama e esse valor aumentou para 16.964 óbitos em 2015. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva – INCA, a estimativa é de que em 2018 serão 59.700 novos casos da doença no Brasil.

O sedentarismo foi responsável por 12% de todas mortes por câncer de mama no Brasil no período.  “Acho importante citar que essa mortalidade foi maior nos estados brasileiros com melhores condições socioeconômicas, como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.  A expectativa da população está aumentando e com isso tem maior exposição a fatores de risco. Maior consumo de gordura, melhores condições para fazer o diagnóstico. Menor taxa de gestação. Mais sedentarismo e obesidade”, ressalta a oncologista.

Perspectiva

No Brasil, desde 2011 o governo envia recursos para municípios do país instalarem academias públicas ao ar livre. De acordo com dados do Ministério da Saúde, até 2019 serão 3.500 unidades em funcionamento em todo o país.

O Ministério da Saúde afirma que já adotou metas internacionais contra o sedentarismo, incluindo deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019, reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta e ampliar em no mínimo 17,8% o porcentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente até o mesmo ano.

Mudando a rotina

Ludmila Thommem explica que muitas pacientes com tumores, quando submetidas ao processo de terapia, podem apresentar uma série de efeitos colaterais. Ela afirma que a prática de atividade física ajuda na fadiga oncológica, no controle da dor, nos transtornos de humor e distúrbios de sono.

“Acredito que as informações contidas no estudo devem servir de alerta para buscarmos fazer da atividade física um hábito diário em nossa vida. Lembrando que o benefício da atividade física não se limita apenas ao câncer e sim de uma série de doenças e está relacionado a melhora do sono, do humor e da qualidade de vida”, conta Ludmila.

Talvez, o estilo de vida moderno não favoreça à prática de atividade física de maneira regular para muitas pessoas que possuem uma rotina frenética. Dessa forma, o especialista em hábitos saudáveis, Daniel Novais, exemplifica algumas atividades e hábitos que podem ser adquiridos no dia a dia, ao longo da vida por aqueles com falta de tempo. “Além da alimentação que ajuda e muito na prevenção de doenças, existem medidas simples que podem ajudar, como descer no ponto de ônibus antes do que o de costume, subir escadas se você trabalha ou reside em prédio”, ressalta o nutricionista.


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Ricardo Callado25/11/20181min

O Ministério da Saúde informou hoje (25) que 96,6% das vagas do programa Mais Médicos foram preenchidas. Segundo o órgão, o site está estável e as inscrições seguem até 7 de dezembro.

A apresentação dos profissionais aos municípios deve ocorrer imediatamente até 14 de dezembro.

Até as 17h deste domingo havia 29.780 inscritos com registro do Conselho Regional de Medicina (CRM) no Brasil, dos quais 20.767 foram efetivadas e 8.230 profissionais já estão alocados no município para atuação imediata.

Na apresentação ao município, o médico deve entregar todos os documentos exigidos no edital. Até o momento, 40 médicos já se apresentaram nas unidades básicas de saúde.


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Ricardo Callado22/11/20184min
Núbia Vieira, Carlos Fernando ou Adriano Ibiapina?
Entre os três postulantes ao cargo de secretário de Saúde do Distrito Federal, o governador eleito Ibaneis Rocha tem apenas um nome a escolher: o do médico Adriano Guimarães Ibiapina, um profissional com dez anos de carreira da Secretaria de Saúde e ex-gestor por quatro anos do (Hospital Regional da Asa Norte). Pelo menos essa é a avaliação confessada ao Radar nesta quarta-feira (21/11), por um assessor próximo ao governador eleito

Por Toni Duarte//RADAR-DF

Faltando 41 dias para tomar posse no comando do governo do Distrito Federal, o advogado Ibaneis Rocha encontra-se no meio de um dilema para definir quem será o seu secretário de saúde, decisão que deverá tomar até o fim desta semana, segundo informações obtidas pelo Radar.

Pelo menos três nomes estão postos a mesa do governador eleito. O primeiro deles, que em um dado momento figurou com certo para ocupar a pasta, foi o da superintendente do Instituto de Cardiologia do Distrito Federal, Núbia Welerson Vieira. Ela faz parte do governo de Transição.

No entanto, uma “corrente ibaneisista” avalia que a indicação será descartada por ser a cardiologista uma pessoa da extrema confiança do ex-secretário de Saúde de São Paulo, David Uip; que por sua vez é da extrema confiança do atual governador paulista Márcio França (PSB); que por sua vez é carne e unha com o governador Rodrigo Rollemberg que é do seu partido.

Já o sindicalista Carlos Fernando, vice-presidente do Sindicato dos Médicos do DF, pesa contra a indicação o perigo da politização sindical da pasta que carrega 36 mil servidores e com um orçamento de R$ 3,3 bilhões, previstos no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA).

Fernando tem o apoio do médico sindicalista Gutemberg Fialho (PR), que não conseguiu se eleger deputado distrital na eleição de outubro deste ano.

“Se botar um sindicalista no comando da Secretaria de Saúde, o governador eleito irá enfrentar dificuldades para conter reações contrárias que provavelmente surgirá no meio do caminho”, avalia um membro da transição.

Outro nome apontado é do cirurgião bariátrico Adriano Guimarães Ibiapina. Este fez parte da equipe de Jofran Frejat quando o prestigiado médico e político era candidato a governador do Distrito Federal, corrida que desistiu antes mesmo do inicio da campanha eleitoral.

Por ter contribuído com o programa de governo, voltado para a saúde de Frejat, o cirurgião foi perseguido por Rodrigo Rollemberg que o transferiu do HRAN para um hospital de Santa Maria. O Dr. Ibiapina teve que entrar na justiça para retornar a origem.

“Não que Jofran Frejat tenha feito qualquer pedido a Ibaneis para que Adriano Ipiabina seja o secretário de saúde. No entanto, há uma tendência do governador escolhê-lo como forma de prestigiar o conterrâneo e ex-secretário de saúde Jofran Frejat”, disse uma fonte.

Apesar das conversas e dos mistérios que surgem nos bastidores da transição do novo governo, a decisão errada ou acertada será de responsabilidade do governador eleito Ibaneis Rocha. A “fumaça branca” é esperada por todos.


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Ricardo Callado14/11/20184min

Por Dr. Paulo Pizão

Celebrado no dia 17 de novembro, o Dia Mundial do Combate ao Câncer de Próstata deu origem ao movimento, Novembro Azul, criado em 2003, na Austrália, com o intuito de conscientizar a respeito das doenças masculinas, e principalmente na prevenção e diagnóstico do câncer de próstata. De acordo com um levantamento realizado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), estima-se que para cada ano do biênio 2018/2019, sejam diagnosticados 68.220 novos casos de Câncer de próstata no Brasil, o que corresponde a um risco de 66 novos casos a cada 100 mil homens.

No Brasil, o câncer de próstata é a segunda maior causa de mortes de homens, ficando atrás apenas do câncer de pulmão. Quase da metade dos homens (47%) que têm a doença em estágio avançado, não sabem, o que pode interferir e dificultar o tratamento da doença. Porém, quando diagnosticado em fase inicial, as chances de cura são de 90%. Por isso, é importante estar atento se existe, por exemplo, uma demora em começar e terminar de urinar, vestígios de sangue na urina, diminuição do jato e necessidade de urinar mais vezes ao longo do dia ou à noite. Ao menor indício desses sinais, é preciso sim procurar um especialista para avaliar o caso.

Para a detecção da doença são realizados dois exames: o de toque retal, onde o médico avalia o tamanho, forma e textura da próstata, por meio do toque, e o PSA, um exame de sangue que mede a quantidade de Antígeno Prostático Específico, que se estiver com níveis altos podem significar câncer, mas também doenças benignas da próstata. Para confirmar é preciso sempre realizar uma biópsia e se necessário, outros exames complementares solicitados pelo médico.

Os principais fatores de risco para a doença são idade acima dos 50 anos, histórico familiar com casos de câncer de próstata, homens com sobrepeso ou obesos, que abusam de álcool e tabaco. Além disso, a doença é mais comum em homens negros.

A melhor maneira de prevenção é manter sempre o peso saudável, ter uma alimentação repleta de frutas e vegetais, de preferência que estejam presentes em todas as refeições diárias e praticar exercício físicos. Mas o principal deles é não deixar que o preconceito que se tem com os exames de detecção da doença, acabe falando mais alto do que cuidar sua saúde. Previna-se!

*Dr. Paulo Pizão, Oncologista do GPOI – Grupo Paulista de Oncologia Integrada| Hospital IGESP

 


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Ricardo Callado06/11/20187min

Profissionais de saúde realizam palestra para debater as falsas informações sobre curas alternativas no tratamento da doença

Hoje em dia é comum receber e compartilhar em aplicativos como WhatsApp ou redes sociais informações que falam sobre medicamentos, alimentos, e outras várias informações sobre tratamentos de doenças de fontes duvidosas. Entretanto, as chamadas fake news (notícias falsas) chamam atenção e causam preocupação nas entidades médicas. Quando informações equivocadas chegam até um paciente com câncer, o resultado pode ser até fatal.

De acordo com Ludmila Thommen, médica oncologista do Hospital HUB e da clínica Aliança, todos os dias chegam ao consultório vários pacientes com dúvidas baseadas em notícias que leram e ouviram. Um dos temas mais frequentes é a alimentação. Pensando em esclarecer esse assunto a médica, que é idealizadora do Movimento Vida em Brasília, vai realizar no HUB, no dia 08/11 às 10 horas, um bate papo sobre as “Nutrição na Oncologia e o impacto da Fake News na vida de pacientes com câncer. A ação aberta para pacientes em tratamento, conta com apresentação das nutricionistas Thais Muniz, Clarissa Hoffman e da profissional Isabela Porto, que irá debater os aspectos negativos das falsas notícias.

 “É preciso sempre desconfiar e, ao buscar por notícias na internet, checar a fonte. Informações adquiridas a partir de sites de hospitais de referência são sempre mais confiáveis. As falsas notícias causam pânico e um prejuízo ao bem-estar das pessoas atingidas, pelo fato de gerarem preocupações desnecessárias e ainda causar mais dúvidas sobre o tratamento”, alerta a médica.

A médica explica que, ainda hoje, existe bastante desinformação sobre o câncer, e isso desperta medo e leva as pessoas a procurarem respostas de diferentes maneiras. Dessa forma, acabam caindo nas armadilhas da internet. “Nessa busca, paciente e familiares se deparam com notícias falsas e começam a confiar em assuntos sem embasamento cientifico, como receitas caseiras e medicamentos milagrosos”, diz Ludmila.

Ludmila ressalta que é importante ter em mente que o câncer não é uma doença única e sim um conjunto de mais de 100 doenças. Por isso existe tantas particularidades no tratamento e prognóstico. Cada pessoa reage de maneira diferente, por isso nem tudo que funciona para uma pessoa serve para todos. Por isso, é importante que a pessoa não deixe de lado o tratamento convencional especifico ao seu caso por conta de condutas sem evidencias cientificas e que podem aumentar os riscos para a saúde do paciente.

“Uma coisa que tenho tentado fazer no momento do atendimento ao paciente é identificar seu comportamento alimentar e como ele costuma buscar informações. A partir dessas informações, posso ajudar o paciente orientando as melhores escolhas e como é importante ter equilíbrio nas suas decisões. Isso é questão não só de qualidade da assistência, mas de segurança do paciente” finaliza a oncologista.

Veja a resposta da profissional sobre algumas fake News que circulam na internet:

Ter silicone faz com que a mulher tenha mais chances de ter câncer de mama?

Não, pois o câncer se desenvolve a partir de uma mutação do DNA celular.

Apenas mulheres acima dos 50 anos podem ter câncer de mama?

Não é verdade. A incidência do câncer de mama é baixa antes dos 40 anos, apesar de termos pacientes bem jovens com o diagnóstico. Mas, começa a aumentar com o envelhecimento.

Se o resultado da mamografia der alterado a paciente está com câncer?

Não. Para termos certeza do real diagnostico é precisamos fazer uma biópsia.

Quais as principais fake News em torno da cura ou prevenção do câncer de mama?

  • Mamografia eleva orisco de câncer de tireoide;
  • Chá de graviola cura câncer;
  • Açúcar causa câncer;
  • Vitamina C cura câncer;
  • Suco de limão + bicarbonato de sódio curam o câncer;
  • Óleo de coco mata as células do câncer.

 

Serviço:

Local: Unacon – Hospital Universitário de Brasília

Entrada: Pacientes em tratamento na unidade de saúde

Data: 08 de Novembro

Hora: 10 horas


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Ricardo Callado01/11/20185min

Congelamento de sêmen preserva a fertilidade de homens que serão submetidos a tratamentos de câncer

De acordo com dados do INCA, o câncer de próstata é o segundo tipo de tumor que mais acomete homens no Brasil. Para 2018, a estimativa é de mais de 68 mil novos casos da doença no país. Quando diagnosticado precocemente, o câncer de próstata tem até 90% de chance de cura. Um dos efeitos colaterais do tratamento da doença é a infertilidade. “Embora o câncer de próstata não seja diretamente responsável pela infertilidade masculina, os tratamentos de quimioterapia e radioterapia podem comprometer a fertilidade do homem”, declara o médico Vinicius Medina Lopes, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum.  Ao ser diagnosticado com esse tumor, o homem que ainda deseja ter filhos deve ser orientado a preservar sua fertilidade antes de iniciar o tratamento  “Recomenda-se que o homem ao ser diagnosticado com a doença busque um serviço de reprodução assistida para congelar seu sêmen e preservar sua fertilidade, uma vez que a quantidade e a qualidade do sêmen podem ser afetados pelo tratamento”, explica Jean Pierrre Barguil Brasileiro, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum.

Nos casos em que há a indicação da prostatectomia radical, retirada cirúrgica da próstata e das vesículas seminais, o homem perde a capacidade de reproduzir pelas vias naturais, uma vez que a cirurgia corta a ligação entre os testículos, onde o esperma é produzido, e a uretra. “O esperma ainda é produzido, mas a ejaculação fica comprometida. Então, nesse caso, a Fertilização in Vitro (FIV) é a alternativa mais indicada para que o homem acometido por um câncer de próstata consiga ter filhos posteriormente. Na FIV, os espermatozoides são retirados diretamente do testículo através de punção testicular e injetados dentro dos óvulos”, esclarece Vinicius Medina Lopes.

Já o câncer de testículos, apesar de ser menos frequente, é o tipo de tumor que mais acomete homens mais jovens em idade produtiva, sendo comum entre 15 e 50 anos de idade. “O câncer de testículo e o tratamento podem comprometer a qualidade do sêmen e deixar o homem infértil”, diz Jean Pierre Barguil Brasileiro. “São pacientes jovens, que depois de tratados vão levar uma vida normal e é fundamental que eles sejam orientados pelo médico antes de iniciar o tratamento. O congelamento de sêmen é uma opção que deve ser considerada antes de o tratamento do câncer ser iniciado”, esclarece Vinicius Medina Lopes.

Sobre o Instituto Verhum

Referência nacional na área de Reprodução Assistida, o Instituto é dirigido pelos médicos Jean Pierre Barguil Brasileiro e Vinicius Medina Lopes. Para garantir atendimento integral aos casais inférteis, o serviço conta com uma equipe médica altamente qualificada nas especialidades de reprodução assistida, andrologia, ginecologia geral e obstetrícia, genética, ginecologia oncológica,  psicologia, ultrassonografia e endoscopia ginecológica. Desde sua fundação, há 11 anos, o Instituto já tem registrado centenas de bebês nascidos através de procedimentos de reprodução assistida, como a inseminação e a fertilização in vitro.

Com sede localizada no Lago Sul, em Brasília, o Instituto Verhum  tem unidades de atendimento também na Asa Norte e Asa Sul e aposta no atendimento humanizado através de um ambiente acolhedor e uma equipe multidisciplinar atenta a todos os detalhes, para transmitir confiança, segurança e discrição. O serviço investe no que existe de mais atual e seguro nos tratamentos de reprodução humana, com equipamentos de última geração, aliando os conceitos de modernidade e inovação.


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Ricardo Callado18/10/20188min

De acordo com especialistas, cada fase da vida exige cuidados específicos para a manutenção da pele do rosto

Não é novidade que os brasileiros têm procurado se cuidar cada vez mais cedo. Produtos e procedimentos com objetivo de prevenção e rejuvenescimento estão em alta até mesmo entre o público mais jovem. “As pessoas perceberam que o melhor a fazer é começar a investir na prevenção, para que, a longo prazo, a necessidade dos tratamentos seja menor”, explica a dermatologista Mayanna Maia. Além dos cuidados específicos, existe uma outra forma de evitar, ou pelo menos adiar, maiores problemas com a pele: se al imentando corretamente.

De acordo com o nutricionista Hugo Campos, diversos alimentos têm propriedades que agregam na saúde da pele. “Os antioxidantes encontrados nas frutas vermelhas ajudam no combate dos radicais livres e estimulam a produção de novas fibras. Já alimentos como mamão, cenoura e abóbora, são ricos em betacarotenos, que protegem a pele contra os raios solares e evitam o envelhecimento”, indica. Outra regra geral é beber bastante água. “A hidratação é importantíssima na manutenção de uma pel e saudável. Não só de fora para dentro, mas também de dentro para fora”, complementa.

Existem também alguns cuidados e tratamentos específicos para cada fase da vida que podem ajudar a ter uma pele sempre jovem, saudável e bonita. Segundo a cirurgiã plástica Wanessa Sigiane, o ideal é aliar de forma inteligente os métodos invasivos com os não invasivos. “Claro que cada caso é um caso e nem sempre a cirurgia plástica é necessária, mas quando os dois métodos são feitos em conjunto, os resultados são mais satisfatórios”, garante.

20 e poucos anos

Segundo Mayanna, esta é a fase da prevenção. “A não ser que o paciente tenha algum problema específico de pele, como acne, basta seguir os cuidados diários recomendados para a pele, lavar duas vezes ao dia com sabonete próprio para o rosto e abusar da proteção solar”, diz. Para quem quer investir um pouco mais, existem também as aplicações preventivas de toxina botulínica. “Pacientes com cerca de 25 anos já têm procurado o método como uma forma das linhas de expressão e ruga s nem terem chance de aparecer”, explica Wanessa.

30 e poucos anos

A partir dos 30 anos, o aparecimento de pequenas rugas, flacidez e algumas manchas passa a ser mais comum. Este é o momento de apostar em cremes ricos em colágeno, que estimulam a regeneração da pele. “Também podemos lançar mão de peelings faciais, que promovem renovação celular e resultam em uma pele lisinha”, explica a dermato. “Preenchedores também podem começar a ser usados aos 30 anos. Eles podem ser usados para dar sustentação na região malar e preencher as olheiras, dando um aspecto mais jovem”, completa.

Para a flacidez, uma ótima opção é a radiofrequência com infravermelho. “Este tratamento estimula a produção do colágeno, garantindo mais firmeza e elasticidade para a face”, detalha Dra. Wanessa.

40 e poucos anos

Nesta fase, ocorre uma queda na produção natural de hormônios no organismo feminino. Logo, é hora de investir ainda mais na saúde da pele. E vale lembrar que não é somente do rosto, já que a partir dos 40 anos a pele do pescoço e do colo também merecem atenção especial. Uma técnica muito procurada a partir desta idade é a aplicação de bioestimuladores de colágeno. “Com um efeito natural e prolongado, os bioestimuladores aumentam em até 433% a produção de colá geno no organismo”, indica Dra. Mayanna.

Como uma opção um pouco mais invasiva, Dra. Wanessa indica os fios de sustentação. “Os fios ajudam muito na flacidez, proporcionando o levantamento de tecidos e a produção de colágeno. Eles são feitos de ácido polilático, material que é absorvido pelo nosso organismo, evitando problemas com corpo estranho”, diz. Os resultados duram cerca de um ano e meio.

50 e poucos anos

A partir dos 50 anos, nem é preciso dizer que os cuidados com a pele deve ser redobrados. Não só pela estética, mas também pela saúde, já que o órgão fica mais fino e sensível. “É necessário o uso de hidratantes mais potentes e filtros solares com fator acima de 50. Além de usar produtos específicos para esta idade e que sejam ricos em colágeno”, recomenda a dermatologista.

Na área da cirurgia plástica, Wanessa indica o lifting facial, procedimento que proporciona um rejuvenescimento completo da face. “Lançamos mão de enxertos de gordura, e reposicionamento de tecidos para dar um ar mais jovial ao rosto do paciente. Isso tudo com muita naturalidade e respeitando a harmonia facial de cada um, claro”, explica.


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Ricardo Callado16/10/20188min

O evento, alusivo ao Outubro Rosa, visa integrar mulheres que estão em diferentes estágios do câncer e contará com palestras, oficinas e exposição

Nos dias 20 e 21 de outubro, Brasília sediará o I Congresso Centro-Oeste para Pacientes Oncológicos. O evento, a ser realizado no auditório do IMEB (516 Sul), por meio de iniciativa da ONG Vencedoras Unidas, visa fornecer informações e esclarecimentos acerca de temas relevantes para mulheres que vivem essa realidade. Para isso, contará com profissionais qualificados na área de nutrição, atividade física, oncologia e cirurgia plástica. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pela página https://vencedorasunidasdf.vpeventos.com/

Por meio de oficinas e palestras, o congresso visa integrar mulheres que estão em diferentes estágios do câncer: diagnóstico, em tratamento ou acompanhamento ou tratamento contínuo e permanente. “Ainda que tenham idades e histórias de vida tão diferentes, a luta pela qualidade vida e a manutenção dela as colocam no mesmo universo, muitas vezes permeado de incertezas, dúvidas, angústias que, ao serem divididas, podem ser amenizadas”, explica Raquel Araújo, da ONG Vencedoras Unidas.

Segundo ela, foca-se muito na prevenção durante o Outubro Rosa e a ideia do congresso é agregar a isso a importância da qualidade de vida a quem está ou esteve em tratamento, além de desmistificar o estigma de morte que ainda cerca o diagnóstico de câncer. “Afinal, câncer não precisa ser o fim, mas pode ser somente o começo de uma jornada repleta de novas descobertas”, destaca, com a propriedade de quem já enfrentou e venceu a doença.

O I Congresso Centro-Oeste para Pacientes Oncológicos conta com o apoio do IMEB (Imagens Médicas de Brasília), que durante essa semana – como parte da programação do evento – recebe a Exposição Outro Olhar, na unidade do Edifício Crispim, Setor Hospitalar Norte.

Segundo o médico nuclear e diretor da clínica, Renato Barra, o diagnóstico precoce do câncer é umas das prioridades do IMEB, que investe constantemente em tecnologias voltadas para isso. “Iniciativas como o Congresso para Pacientes Oncológicos são muito importantes para esclarecer a população sobre como enfrentar todas as etapas do câncer, cujas chances de cura aumentam quanto mais cedo se descobre. Felizmente, a tecnologia avançou muito nesse aspecto, por isso investimos tanto para oferecer os mais modernos exames para nossas pacientes”, ressalta.

Outro Olhar – Desmitificar o câncer de mama e mostrar que pode haver beleza e felicidade durante e após o tratamento. Este é o objetivo da exposição Outro Olhar, que reúne fotos e histórias de mulheres que enfrentaram e venceram a doença. A exposição faz parte da programação do congresso e é formada por 50 fotos, produzidas pelo fotógrafo Hay Torres, que trazem tais mulheres de duas formas: uma imagem destas vestidas e outra com as cicatrizes (da mastectomia) à mostra. O traço em comum entre elas é a alegria estampada em cada um dos rostos, provando que existe vida após o diagnóstico.

A mostra estará disponível para visitação de segunda-feira (15) a sexta-feira (19), no IMEB, unidade do Edifício Crispim, Setor Hospitalar Norte. Nos dias 20 e 21, a exposição poderá ser vista no local do congresso (Unidade 516 Sul) do IMEB.

PROGRAMAÇÃO

 

20 de outubro

 

08:00 – Credenciamento

09:00 – Palestra de abertura: “Desmistificando o câncer e aproximando o paciente das últimas inovações em tratamentos oncológicos”

Palestrante: Dra. Gabrielle Scattolin – Oncologista

10:00 – Coffee Break

10:30 – Palestra: “Alimentação na Prevenção e no Tratamento do Câncer de Mama”

Palestrante: Laís Gomes Fonseca – Nutricionista

12:00 – Intervalo

13:30 – Exercícios de relaxamento – Orientador: Gisele Garcia e Cristiane Tavares – Instituto Florescer

14:00 – Palestra: “Reconstrução Mamária”

Palestrante: Dr. Cristian e Dra. Raquel Camelo – Cirurgiões Plásticos

15:00 – Coffee Break

15:30 – Palestra: “Micropigmentação paramédica como técnica de reconstrução areolar”.

Palestrante: Aline e Andressa Martins – Especialistas na área

16:30 – Palestra: “Família, amor e cura”

Palestrante: Stefano Portuguez – Filho de paciente

 

21 de outubro

 

09:00 – Palestra: “A importância do acompanhamento psicológico durante o tratamento e o pós-tratamento”

Palestrante: Izaela Macário – Psicóloga

10:00 – Coffee-Break

10:30 – Palestra: “Atividade Física e o Sobrevivente de Câncer”

Palestrante: Ritieli de Oliveira – Pesquisadora e Mestre em Educação Física

12:00 – Intervalo

13:30 – Mesa redonda de paciente para paciente, com Telma Saraiva – “O cabelo cresce e a vida continua”

14:00 – Palestra: “Sexualidade do paciente oncológico”

Palestrante: Dr. Marco Fernandes – Fisioterapeuta

15:00 – Mensagem de encerramento: Dr. Marcos Trindade e Dr. Márcio Almeida – Oncologistas

Inscrições gratuitas: https://vencedorasunidasdf.vpeventos.com/

 

Sobre o IMEB – O Imagens Médicas de Brasília (IMEB) é uma das principais clínicas de Medicina Nuclear e Radiologia do Centro-Oeste e atua com excelência na área de diagnóstico por imagem. São dez unidades situadas em regiões estratégicas e de fácil acesso no Distrito Federal. Há 29 anos o Instituto é referência em qualidade no atendimento, certificado pela Norma ISO 9001:2008 e acreditado pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que visam satisfazer as necessidades dos clientes e oferecer segurança na realização de exames e procedimentos.

 


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Ricardo Callado15/10/20184min

Com 50 fotos, a mostra em homenagem ao Outubro Rosa ocupará o hall do IMEB, no Edifício Crispim, de 15 a 21 deste mês

Desmitificar o câncer de mama e mostrar que podem haver beleza e felicidade durante e após o tratamento. Este é o objetivo da exposição Outro Olhar, realizada em homenagem ao Outubro Rosa, que reúne fotos e histórias de mulheres que enfrentaram e venceram a doença. A mostra, promovida pela ONG Vencedoras Unidas, estará disponível para visitação a partir do dia 15 (segunda-feira), no IMEB (Imagens Médicas de Brasília), unidade do Edifício Crispim, Setor Hospitalar Norte.

A exposição é formada por 50 fotos, produzidas pelo fotógrafo Hay Torres, que mostraram tais mulheres de duas formas: uma imagem destas vestidas e outra com as cicatrizes (da mastectomia) à mostra. O traço em comum entre elas é a alegria estampada em cada um dos rostos, provando que existe vida após o diagnóstico.

“Esse outro olhar dado para o câncer de mama, por meio da exposição, mostra que por trás de uma mulher linda e feliz pode estar uma mulher que teve marcas na vida. Marcas que representam que ela ainda está ou já enfrentou uma grande luta”, explica Raquel Araújo, da ONG Vencedoras Unidas.

Segundo o diretor do IMEB e médico nuclear Renato Barra, a exposição é uma iniciativa de grande importância para conscientizar as pessoas sobre o câncer de mama, que tem vitimado milhares de mulheres no mundo todo. “Como trabalhamos com exames que proporcionam o diagnóstico da doença, sabemos que a prevenção é fundamental para que se descubra precocemente. Além disso, com o avanço da tecnologia, os tratamentos têm cada vez mais sucesso e possibilitam a retomada de qualidade de vida da paciente”, ressalta.

A exposição Outro Olhar marca ainda parte das atividades do I Congresso Centro-Oeste para Pacientes Oncológicas, que ocorrerá nos dias 20 e 21 de outubro, no auditório do IMEB (516 Sul). O evento visa fornecer informação de qualidade para a paciente oncológica acerca de temas relevantes para o seu universo, para isso contará com profissionais qualificados na área de nutrição, atividade física, oncologia, cirurgia plástica, além de oficinas e exposições. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pela página https://vencedorasunidasdf.vpeventos.com/

Sobre o IMEB – O Imagens Médicas de Brasília (IMEB) é uma das principais clínicas de Medicina Nuclear e Radiologia do Centro-Oeste e atua com excelência na área de diagnóstico por imagem. São dez unidades situadas em regiões estratégicas e de fácil acesso no Distrito Federal. Há 29 anos o Instituto é referência em qualidade no atendimento, certificado pela Norma ISO 9001:2008 e acreditado pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que visam satisfazer as necessidades dos clientes e oferecer segurança na realização de exames e procedimentos.


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Ricardo Callado09/10/20186min

O projeto aberto ao público durante o mês de outubro traz imagens de pacientes em tratamento no Hospital Universitário de Brasília – HuB

Outubro Rosa chega mais uma vez para conscientizar a população sobre a luta mundial contra o câncer de mama. É durante esse período que inúmeros países criam ações para promover a detecção precoce e o tratamento da doença. Em Brasília, a Médica Oncologista Ludmila Thommen e a Médica Residente em Mastologia do Hospital Universitário de Brasília (HuB), Thereza Racquel Moura Baptista idealizaram uma exposição composta por onze fotos tiradas por Barbara Paiva e Guilherme Tonelli de pacientes em tratamento na unidade de saúde com o intuito de retratar a doença sob uma perspectiva mais humana e sensível.

O projeto que tem início no dia 05 e permanece até o dia 26 de Outubro, estará aberto ao público no serviço de oncologia do Hospital Universitário de Brasília – HuB (604/605 L2 Norte). Após o período da exposição as imagens serão boadas para as mulheres que fizeram parte da ação. “O objetivo é que cada foto expresse a personalidade e conte uma breve história de cada paciente com seus receios e sua força de superação e busca pela vitória”, conta Ludmila.

A exposição acontece com o apoio do serviço de Oncologia na unidade de saúde, e da Psicóloga Juciléia Souza, de segunda a sexta-feira, durante todo o mês de outubro, das 9:00 às 17:00.

Além dos remédios

A oncologista, também, desenvolveu alguns projetos com as pacientes para ajudá-las a falar e a entender um pouco mais sobre o momento que estão passando.

O projeto Movimento Vida surgiu após 11 anos de trabalho na área de saúde e por meio de uma avaliação da vida dos pacientes com câncer de mama em tratamento em Brasília. A ação iniciada em julho de 2018 tem como objetivo estabelecer conexões entre médicos e pacientes, proporcionando o esclarecimento sobre a doença e sobre o tratamento.

Nesse projeto, as pacientes escolhem o tema das reuniões que, acontecem uma vez por mês, com duração de 1 hora, no Hospital Universitário de Brasília – HuB. Para os debates, mastologistas, fisioterapeutas, psicólogos e pacientes que estão em tratamento ou já passaram pelo tratamento abordam de maneira positiva no intuito de motivar e ajudar os pacientes que estão atravessando o momento de tratamento.

“A vida humana é constituída de um somatório de ações, reações, encontros, desencontros e expressões contínuas para escrever e rescrever a própria história. Tudo acontece durante este espaço de tempo entre o nascer e o morrer. E fazer a diferença neste intervalo é que faz nossa vida valer a pena”, explica a especialista.

Já o Clube da Mama, Ludmila desenvolveu em parceria com a Oncologista Mariane Cunha, que trata de uma reunião cientifica junto à equipe multidisciplinar uma vez por mês no Hospital Regional de Taguatinga – TRT.

O objetivo do programa é aproximar toda equipe envolvida no atendimento das pacientes com câncer de mama e criar protocolos de conduta baseados na realidade do Sistema único de Saúde – SUS. “Vivemos em uma era de novas tecnologias e medicamentos, porém sabemos que a realidade do serviço público não anda nessa mesma velocidade, tornando fundamental criar um TIME FORTE voltado para esse perfil de pacientes. É sempre bom poder discutir, ainda que não sejam todos, mas a maioria dos casos e, assim, conseguir definir a melhor conduta baseada na realidade do serviço. Nossos pacientes merecem o melhor sempre. Orgulho deste projeto”, diz Ludmila.

Serviço

Fotografia: Barbara Paiva e Guilherme Tonelli (Luz Fotografia)

Endereço: Hospital Universitário de Brasília – HuB (604/605 L2 Norte)

Horário: Seg a sex das 9:00 às 17:00

Contato: (61) 2028 5000

Saiba mais sobre o projeto: http://luzfoto.com.br/exposicao/



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