Arquivos Saúde - Blog do Callado

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Ricardo Callado14/11/20184min

Por Dr. Paulo Pizão

Celebrado no dia 17 de novembro, o Dia Mundial do Combate ao Câncer de Próstata deu origem ao movimento, Novembro Azul, criado em 2003, na Austrália, com o intuito de conscientizar a respeito das doenças masculinas, e principalmente na prevenção e diagnóstico do câncer de próstata. De acordo com um levantamento realizado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), estima-se que para cada ano do biênio 2018/2019, sejam diagnosticados 68.220 novos casos de Câncer de próstata no Brasil, o que corresponde a um risco de 66 novos casos a cada 100 mil homens.

No Brasil, o câncer de próstata é a segunda maior causa de mortes de homens, ficando atrás apenas do câncer de pulmão. Quase da metade dos homens (47%) que têm a doença em estágio avançado, não sabem, o que pode interferir e dificultar o tratamento da doença. Porém, quando diagnosticado em fase inicial, as chances de cura são de 90%. Por isso, é importante estar atento se existe, por exemplo, uma demora em começar e terminar de urinar, vestígios de sangue na urina, diminuição do jato e necessidade de urinar mais vezes ao longo do dia ou à noite. Ao menor indício desses sinais, é preciso sim procurar um especialista para avaliar o caso.

Para a detecção da doença são realizados dois exames: o de toque retal, onde o médico avalia o tamanho, forma e textura da próstata, por meio do toque, e o PSA, um exame de sangue que mede a quantidade de Antígeno Prostático Específico, que se estiver com níveis altos podem significar câncer, mas também doenças benignas da próstata. Para confirmar é preciso sempre realizar uma biópsia e se necessário, outros exames complementares solicitados pelo médico.

Os principais fatores de risco para a doença são idade acima dos 50 anos, histórico familiar com casos de câncer de próstata, homens com sobrepeso ou obesos, que abusam de álcool e tabaco. Além disso, a doença é mais comum em homens negros.

A melhor maneira de prevenção é manter sempre o peso saudável, ter uma alimentação repleta de frutas e vegetais, de preferência que estejam presentes em todas as refeições diárias e praticar exercício físicos. Mas o principal deles é não deixar que o preconceito que se tem com os exames de detecção da doença, acabe falando mais alto do que cuidar sua saúde. Previna-se!

*Dr. Paulo Pizão, Oncologista do GPOI – Grupo Paulista de Oncologia Integrada| Hospital IGESP

 


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Ricardo Callado06/11/20187min

Profissionais de saúde realizam palestra para debater as falsas informações sobre curas alternativas no tratamento da doença

Hoje em dia é comum receber e compartilhar em aplicativos como WhatsApp ou redes sociais informações que falam sobre medicamentos, alimentos, e outras várias informações sobre tratamentos de doenças de fontes duvidosas. Entretanto, as chamadas fake news (notícias falsas) chamam atenção e causam preocupação nas entidades médicas. Quando informações equivocadas chegam até um paciente com câncer, o resultado pode ser até fatal.

De acordo com Ludmila Thommen, médica oncologista do Hospital HUB e da clínica Aliança, todos os dias chegam ao consultório vários pacientes com dúvidas baseadas em notícias que leram e ouviram. Um dos temas mais frequentes é a alimentação. Pensando em esclarecer esse assunto a médica, que é idealizadora do Movimento Vida em Brasília, vai realizar no HUB, no dia 08/11 às 10 horas, um bate papo sobre as “Nutrição na Oncologia e o impacto da Fake News na vida de pacientes com câncer. A ação aberta para pacientes em tratamento, conta com apresentação das nutricionistas Thais Muniz, Clarissa Hoffman e da profissional Isabela Porto, que irá debater os aspectos negativos das falsas notícias.

 “É preciso sempre desconfiar e, ao buscar por notícias na internet, checar a fonte. Informações adquiridas a partir de sites de hospitais de referência são sempre mais confiáveis. As falsas notícias causam pânico e um prejuízo ao bem-estar das pessoas atingidas, pelo fato de gerarem preocupações desnecessárias e ainda causar mais dúvidas sobre o tratamento”, alerta a médica.

A médica explica que, ainda hoje, existe bastante desinformação sobre o câncer, e isso desperta medo e leva as pessoas a procurarem respostas de diferentes maneiras. Dessa forma, acabam caindo nas armadilhas da internet. “Nessa busca, paciente e familiares se deparam com notícias falsas e começam a confiar em assuntos sem embasamento cientifico, como receitas caseiras e medicamentos milagrosos”, diz Ludmila.

Ludmila ressalta que é importante ter em mente que o câncer não é uma doença única e sim um conjunto de mais de 100 doenças. Por isso existe tantas particularidades no tratamento e prognóstico. Cada pessoa reage de maneira diferente, por isso nem tudo que funciona para uma pessoa serve para todos. Por isso, é importante que a pessoa não deixe de lado o tratamento convencional especifico ao seu caso por conta de condutas sem evidencias cientificas e que podem aumentar os riscos para a saúde do paciente.

“Uma coisa que tenho tentado fazer no momento do atendimento ao paciente é identificar seu comportamento alimentar e como ele costuma buscar informações. A partir dessas informações, posso ajudar o paciente orientando as melhores escolhas e como é importante ter equilíbrio nas suas decisões. Isso é questão não só de qualidade da assistência, mas de segurança do paciente” finaliza a oncologista.

Veja a resposta da profissional sobre algumas fake News que circulam na internet:

Ter silicone faz com que a mulher tenha mais chances de ter câncer de mama?

Não, pois o câncer se desenvolve a partir de uma mutação do DNA celular.

Apenas mulheres acima dos 50 anos podem ter câncer de mama?

Não é verdade. A incidência do câncer de mama é baixa antes dos 40 anos, apesar de termos pacientes bem jovens com o diagnóstico. Mas, começa a aumentar com o envelhecimento.

Se o resultado da mamografia der alterado a paciente está com câncer?

Não. Para termos certeza do real diagnostico é precisamos fazer uma biópsia.

Quais as principais fake News em torno da cura ou prevenção do câncer de mama?

  • Mamografia eleva orisco de câncer de tireoide;
  • Chá de graviola cura câncer;
  • Açúcar causa câncer;
  • Vitamina C cura câncer;
  • Suco de limão + bicarbonato de sódio curam o câncer;
  • Óleo de coco mata as células do câncer.

 

Serviço:

Local: Unacon – Hospital Universitário de Brasília

Entrada: Pacientes em tratamento na unidade de saúde

Data: 08 de Novembro

Hora: 10 horas


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Ricardo Callado01/11/20185min

Congelamento de sêmen preserva a fertilidade de homens que serão submetidos a tratamentos de câncer

De acordo com dados do INCA, o câncer de próstata é o segundo tipo de tumor que mais acomete homens no Brasil. Para 2018, a estimativa é de mais de 68 mil novos casos da doença no país. Quando diagnosticado precocemente, o câncer de próstata tem até 90% de chance de cura. Um dos efeitos colaterais do tratamento da doença é a infertilidade. “Embora o câncer de próstata não seja diretamente responsável pela infertilidade masculina, os tratamentos de quimioterapia e radioterapia podem comprometer a fertilidade do homem”, declara o médico Vinicius Medina Lopes, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum.  Ao ser diagnosticado com esse tumor, o homem que ainda deseja ter filhos deve ser orientado a preservar sua fertilidade antes de iniciar o tratamento  “Recomenda-se que o homem ao ser diagnosticado com a doença busque um serviço de reprodução assistida para congelar seu sêmen e preservar sua fertilidade, uma vez que a quantidade e a qualidade do sêmen podem ser afetados pelo tratamento”, explica Jean Pierrre Barguil Brasileiro, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum.

Nos casos em que há a indicação da prostatectomia radical, retirada cirúrgica da próstata e das vesículas seminais, o homem perde a capacidade de reproduzir pelas vias naturais, uma vez que a cirurgia corta a ligação entre os testículos, onde o esperma é produzido, e a uretra. “O esperma ainda é produzido, mas a ejaculação fica comprometida. Então, nesse caso, a Fertilização in Vitro (FIV) é a alternativa mais indicada para que o homem acometido por um câncer de próstata consiga ter filhos posteriormente. Na FIV, os espermatozoides são retirados diretamente do testículo através de punção testicular e injetados dentro dos óvulos”, esclarece Vinicius Medina Lopes.

Já o câncer de testículos, apesar de ser menos frequente, é o tipo de tumor que mais acomete homens mais jovens em idade produtiva, sendo comum entre 15 e 50 anos de idade. “O câncer de testículo e o tratamento podem comprometer a qualidade do sêmen e deixar o homem infértil”, diz Jean Pierre Barguil Brasileiro. “São pacientes jovens, que depois de tratados vão levar uma vida normal e é fundamental que eles sejam orientados pelo médico antes de iniciar o tratamento. O congelamento de sêmen é uma opção que deve ser considerada antes de o tratamento do câncer ser iniciado”, esclarece Vinicius Medina Lopes.

Sobre o Instituto Verhum

Referência nacional na área de Reprodução Assistida, o Instituto é dirigido pelos médicos Jean Pierre Barguil Brasileiro e Vinicius Medina Lopes. Para garantir atendimento integral aos casais inférteis, o serviço conta com uma equipe médica altamente qualificada nas especialidades de reprodução assistida, andrologia, ginecologia geral e obstetrícia, genética, ginecologia oncológica,  psicologia, ultrassonografia e endoscopia ginecológica. Desde sua fundação, há 11 anos, o Instituto já tem registrado centenas de bebês nascidos através de procedimentos de reprodução assistida, como a inseminação e a fertilização in vitro.

Com sede localizada no Lago Sul, em Brasília, o Instituto Verhum  tem unidades de atendimento também na Asa Norte e Asa Sul e aposta no atendimento humanizado através de um ambiente acolhedor e uma equipe multidisciplinar atenta a todos os detalhes, para transmitir confiança, segurança e discrição. O serviço investe no que existe de mais atual e seguro nos tratamentos de reprodução humana, com equipamentos de última geração, aliando os conceitos de modernidade e inovação.


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Ricardo Callado18/10/20188min

De acordo com especialistas, cada fase da vida exige cuidados específicos para a manutenção da pele do rosto

Não é novidade que os brasileiros têm procurado se cuidar cada vez mais cedo. Produtos e procedimentos com objetivo de prevenção e rejuvenescimento estão em alta até mesmo entre o público mais jovem. “As pessoas perceberam que o melhor a fazer é começar a investir na prevenção, para que, a longo prazo, a necessidade dos tratamentos seja menor”, explica a dermatologista Mayanna Maia. Além dos cuidados específicos, existe uma outra forma de evitar, ou pelo menos adiar, maiores problemas com a pele: se al imentando corretamente.

De acordo com o nutricionista Hugo Campos, diversos alimentos têm propriedades que agregam na saúde da pele. “Os antioxidantes encontrados nas frutas vermelhas ajudam no combate dos radicais livres e estimulam a produção de novas fibras. Já alimentos como mamão, cenoura e abóbora, são ricos em betacarotenos, que protegem a pele contra os raios solares e evitam o envelhecimento”, indica. Outra regra geral é beber bastante água. “A hidratação é importantíssima na manutenção de uma pel e saudável. Não só de fora para dentro, mas também de dentro para fora”, complementa.

Existem também alguns cuidados e tratamentos específicos para cada fase da vida que podem ajudar a ter uma pele sempre jovem, saudável e bonita. Segundo a cirurgiã plástica Wanessa Sigiane, o ideal é aliar de forma inteligente os métodos invasivos com os não invasivos. “Claro que cada caso é um caso e nem sempre a cirurgia plástica é necessária, mas quando os dois métodos são feitos em conjunto, os resultados são mais satisfatórios”, garante.

20 e poucos anos

Segundo Mayanna, esta é a fase da prevenção. “A não ser que o paciente tenha algum problema específico de pele, como acne, basta seguir os cuidados diários recomendados para a pele, lavar duas vezes ao dia com sabonete próprio para o rosto e abusar da proteção solar”, diz. Para quem quer investir um pouco mais, existem também as aplicações preventivas de toxina botulínica. “Pacientes com cerca de 25 anos já têm procurado o método como uma forma das linhas de expressão e ruga s nem terem chance de aparecer”, explica Wanessa.

30 e poucos anos

A partir dos 30 anos, o aparecimento de pequenas rugas, flacidez e algumas manchas passa a ser mais comum. Este é o momento de apostar em cremes ricos em colágeno, que estimulam a regeneração da pele. “Também podemos lançar mão de peelings faciais, que promovem renovação celular e resultam em uma pele lisinha”, explica a dermato. “Preenchedores também podem começar a ser usados aos 30 anos. Eles podem ser usados para dar sustentação na região malar e preencher as olheiras, dando um aspecto mais jovem”, completa.

Para a flacidez, uma ótima opção é a radiofrequência com infravermelho. “Este tratamento estimula a produção do colágeno, garantindo mais firmeza e elasticidade para a face”, detalha Dra. Wanessa.

40 e poucos anos

Nesta fase, ocorre uma queda na produção natural de hormônios no organismo feminino. Logo, é hora de investir ainda mais na saúde da pele. E vale lembrar que não é somente do rosto, já que a partir dos 40 anos a pele do pescoço e do colo também merecem atenção especial. Uma técnica muito procurada a partir desta idade é a aplicação de bioestimuladores de colágeno. “Com um efeito natural e prolongado, os bioestimuladores aumentam em até 433% a produção de colá geno no organismo”, indica Dra. Mayanna.

Como uma opção um pouco mais invasiva, Dra. Wanessa indica os fios de sustentação. “Os fios ajudam muito na flacidez, proporcionando o levantamento de tecidos e a produção de colágeno. Eles são feitos de ácido polilático, material que é absorvido pelo nosso organismo, evitando problemas com corpo estranho”, diz. Os resultados duram cerca de um ano e meio.

50 e poucos anos

A partir dos 50 anos, nem é preciso dizer que os cuidados com a pele deve ser redobrados. Não só pela estética, mas também pela saúde, já que o órgão fica mais fino e sensível. “É necessário o uso de hidratantes mais potentes e filtros solares com fator acima de 50. Além de usar produtos específicos para esta idade e que sejam ricos em colágeno”, recomenda a dermatologista.

Na área da cirurgia plástica, Wanessa indica o lifting facial, procedimento que proporciona um rejuvenescimento completo da face. “Lançamos mão de enxertos de gordura, e reposicionamento de tecidos para dar um ar mais jovial ao rosto do paciente. Isso tudo com muita naturalidade e respeitando a harmonia facial de cada um, claro”, explica.


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Ricardo Callado16/10/20188min

O evento, alusivo ao Outubro Rosa, visa integrar mulheres que estão em diferentes estágios do câncer e contará com palestras, oficinas e exposição

Nos dias 20 e 21 de outubro, Brasília sediará o I Congresso Centro-Oeste para Pacientes Oncológicos. O evento, a ser realizado no auditório do IMEB (516 Sul), por meio de iniciativa da ONG Vencedoras Unidas, visa fornecer informações e esclarecimentos acerca de temas relevantes para mulheres que vivem essa realidade. Para isso, contará com profissionais qualificados na área de nutrição, atividade física, oncologia e cirurgia plástica. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pela página https://vencedorasunidasdf.vpeventos.com/

Por meio de oficinas e palestras, o congresso visa integrar mulheres que estão em diferentes estágios do câncer: diagnóstico, em tratamento ou acompanhamento ou tratamento contínuo e permanente. “Ainda que tenham idades e histórias de vida tão diferentes, a luta pela qualidade vida e a manutenção dela as colocam no mesmo universo, muitas vezes permeado de incertezas, dúvidas, angústias que, ao serem divididas, podem ser amenizadas”, explica Raquel Araújo, da ONG Vencedoras Unidas.

Segundo ela, foca-se muito na prevenção durante o Outubro Rosa e a ideia do congresso é agregar a isso a importância da qualidade de vida a quem está ou esteve em tratamento, além de desmistificar o estigma de morte que ainda cerca o diagnóstico de câncer. “Afinal, câncer não precisa ser o fim, mas pode ser somente o começo de uma jornada repleta de novas descobertas”, destaca, com a propriedade de quem já enfrentou e venceu a doença.

O I Congresso Centro-Oeste para Pacientes Oncológicos conta com o apoio do IMEB (Imagens Médicas de Brasília), que durante essa semana – como parte da programação do evento – recebe a Exposição Outro Olhar, na unidade do Edifício Crispim, Setor Hospitalar Norte.

Segundo o médico nuclear e diretor da clínica, Renato Barra, o diagnóstico precoce do câncer é umas das prioridades do IMEB, que investe constantemente em tecnologias voltadas para isso. “Iniciativas como o Congresso para Pacientes Oncológicos são muito importantes para esclarecer a população sobre como enfrentar todas as etapas do câncer, cujas chances de cura aumentam quanto mais cedo se descobre. Felizmente, a tecnologia avançou muito nesse aspecto, por isso investimos tanto para oferecer os mais modernos exames para nossas pacientes”, ressalta.

Outro Olhar – Desmitificar o câncer de mama e mostrar que pode haver beleza e felicidade durante e após o tratamento. Este é o objetivo da exposição Outro Olhar, que reúne fotos e histórias de mulheres que enfrentaram e venceram a doença. A exposição faz parte da programação do congresso e é formada por 50 fotos, produzidas pelo fotógrafo Hay Torres, que trazem tais mulheres de duas formas: uma imagem destas vestidas e outra com as cicatrizes (da mastectomia) à mostra. O traço em comum entre elas é a alegria estampada em cada um dos rostos, provando que existe vida após o diagnóstico.

A mostra estará disponível para visitação de segunda-feira (15) a sexta-feira (19), no IMEB, unidade do Edifício Crispim, Setor Hospitalar Norte. Nos dias 20 e 21, a exposição poderá ser vista no local do congresso (Unidade 516 Sul) do IMEB.

PROGRAMAÇÃO

 

20 de outubro

 

08:00 – Credenciamento

09:00 – Palestra de abertura: “Desmistificando o câncer e aproximando o paciente das últimas inovações em tratamentos oncológicos”

Palestrante: Dra. Gabrielle Scattolin – Oncologista

10:00 – Coffee Break

10:30 – Palestra: “Alimentação na Prevenção e no Tratamento do Câncer de Mama”

Palestrante: Laís Gomes Fonseca – Nutricionista

12:00 – Intervalo

13:30 – Exercícios de relaxamento – Orientador: Gisele Garcia e Cristiane Tavares – Instituto Florescer

14:00 – Palestra: “Reconstrução Mamária”

Palestrante: Dr. Cristian e Dra. Raquel Camelo – Cirurgiões Plásticos

15:00 – Coffee Break

15:30 – Palestra: “Micropigmentação paramédica como técnica de reconstrução areolar”.

Palestrante: Aline e Andressa Martins – Especialistas na área

16:30 – Palestra: “Família, amor e cura”

Palestrante: Stefano Portuguez – Filho de paciente

 

21 de outubro

 

09:00 – Palestra: “A importância do acompanhamento psicológico durante o tratamento e o pós-tratamento”

Palestrante: Izaela Macário – Psicóloga

10:00 – Coffee-Break

10:30 – Palestra: “Atividade Física e o Sobrevivente de Câncer”

Palestrante: Ritieli de Oliveira – Pesquisadora e Mestre em Educação Física

12:00 – Intervalo

13:30 – Mesa redonda de paciente para paciente, com Telma Saraiva – “O cabelo cresce e a vida continua”

14:00 – Palestra: “Sexualidade do paciente oncológico”

Palestrante: Dr. Marco Fernandes – Fisioterapeuta

15:00 – Mensagem de encerramento: Dr. Marcos Trindade e Dr. Márcio Almeida – Oncologistas

Inscrições gratuitas: https://vencedorasunidasdf.vpeventos.com/

 

Sobre o IMEB – O Imagens Médicas de Brasília (IMEB) é uma das principais clínicas de Medicina Nuclear e Radiologia do Centro-Oeste e atua com excelência na área de diagnóstico por imagem. São dez unidades situadas em regiões estratégicas e de fácil acesso no Distrito Federal. Há 29 anos o Instituto é referência em qualidade no atendimento, certificado pela Norma ISO 9001:2008 e acreditado pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que visam satisfazer as necessidades dos clientes e oferecer segurança na realização de exames e procedimentos.

 


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Ricardo Callado15/10/20184min

Com 50 fotos, a mostra em homenagem ao Outubro Rosa ocupará o hall do IMEB, no Edifício Crispim, de 15 a 21 deste mês

Desmitificar o câncer de mama e mostrar que podem haver beleza e felicidade durante e após o tratamento. Este é o objetivo da exposição Outro Olhar, realizada em homenagem ao Outubro Rosa, que reúne fotos e histórias de mulheres que enfrentaram e venceram a doença. A mostra, promovida pela ONG Vencedoras Unidas, estará disponível para visitação a partir do dia 15 (segunda-feira), no IMEB (Imagens Médicas de Brasília), unidade do Edifício Crispim, Setor Hospitalar Norte.

A exposição é formada por 50 fotos, produzidas pelo fotógrafo Hay Torres, que mostraram tais mulheres de duas formas: uma imagem destas vestidas e outra com as cicatrizes (da mastectomia) à mostra. O traço em comum entre elas é a alegria estampada em cada um dos rostos, provando que existe vida após o diagnóstico.

“Esse outro olhar dado para o câncer de mama, por meio da exposição, mostra que por trás de uma mulher linda e feliz pode estar uma mulher que teve marcas na vida. Marcas que representam que ela ainda está ou já enfrentou uma grande luta”, explica Raquel Araújo, da ONG Vencedoras Unidas.

Segundo o diretor do IMEB e médico nuclear Renato Barra, a exposição é uma iniciativa de grande importância para conscientizar as pessoas sobre o câncer de mama, que tem vitimado milhares de mulheres no mundo todo. “Como trabalhamos com exames que proporcionam o diagnóstico da doença, sabemos que a prevenção é fundamental para que se descubra precocemente. Além disso, com o avanço da tecnologia, os tratamentos têm cada vez mais sucesso e possibilitam a retomada de qualidade de vida da paciente”, ressalta.

A exposição Outro Olhar marca ainda parte das atividades do I Congresso Centro-Oeste para Pacientes Oncológicas, que ocorrerá nos dias 20 e 21 de outubro, no auditório do IMEB (516 Sul). O evento visa fornecer informação de qualidade para a paciente oncológica acerca de temas relevantes para o seu universo, para isso contará com profissionais qualificados na área de nutrição, atividade física, oncologia, cirurgia plástica, além de oficinas e exposições. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pela página https://vencedorasunidasdf.vpeventos.com/

Sobre o IMEB – O Imagens Médicas de Brasília (IMEB) é uma das principais clínicas de Medicina Nuclear e Radiologia do Centro-Oeste e atua com excelência na área de diagnóstico por imagem. São dez unidades situadas em regiões estratégicas e de fácil acesso no Distrito Federal. Há 29 anos o Instituto é referência em qualidade no atendimento, certificado pela Norma ISO 9001:2008 e acreditado pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que visam satisfazer as necessidades dos clientes e oferecer segurança na realização de exames e procedimentos.


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Ricardo Callado09/10/20186min

O projeto aberto ao público durante o mês de outubro traz imagens de pacientes em tratamento no Hospital Universitário de Brasília – HuB

Outubro Rosa chega mais uma vez para conscientizar a população sobre a luta mundial contra o câncer de mama. É durante esse período que inúmeros países criam ações para promover a detecção precoce e o tratamento da doença. Em Brasília, a Médica Oncologista Ludmila Thommen e a Médica Residente em Mastologia do Hospital Universitário de Brasília (HuB), Thereza Racquel Moura Baptista idealizaram uma exposição composta por onze fotos tiradas por Barbara Paiva e Guilherme Tonelli de pacientes em tratamento na unidade de saúde com o intuito de retratar a doença sob uma perspectiva mais humana e sensível.

O projeto que tem início no dia 05 e permanece até o dia 26 de Outubro, estará aberto ao público no serviço de oncologia do Hospital Universitário de Brasília – HuB (604/605 L2 Norte). Após o período da exposição as imagens serão boadas para as mulheres que fizeram parte da ação. “O objetivo é que cada foto expresse a personalidade e conte uma breve história de cada paciente com seus receios e sua força de superação e busca pela vitória”, conta Ludmila.

A exposição acontece com o apoio do serviço de Oncologia na unidade de saúde, e da Psicóloga Juciléia Souza, de segunda a sexta-feira, durante todo o mês de outubro, das 9:00 às 17:00.

Além dos remédios

A oncologista, também, desenvolveu alguns projetos com as pacientes para ajudá-las a falar e a entender um pouco mais sobre o momento que estão passando.

O projeto Movimento Vida surgiu após 11 anos de trabalho na área de saúde e por meio de uma avaliação da vida dos pacientes com câncer de mama em tratamento em Brasília. A ação iniciada em julho de 2018 tem como objetivo estabelecer conexões entre médicos e pacientes, proporcionando o esclarecimento sobre a doença e sobre o tratamento.

Nesse projeto, as pacientes escolhem o tema das reuniões que, acontecem uma vez por mês, com duração de 1 hora, no Hospital Universitário de Brasília – HuB. Para os debates, mastologistas, fisioterapeutas, psicólogos e pacientes que estão em tratamento ou já passaram pelo tratamento abordam de maneira positiva no intuito de motivar e ajudar os pacientes que estão atravessando o momento de tratamento.

“A vida humana é constituída de um somatório de ações, reações, encontros, desencontros e expressões contínuas para escrever e rescrever a própria história. Tudo acontece durante este espaço de tempo entre o nascer e o morrer. E fazer a diferença neste intervalo é que faz nossa vida valer a pena”, explica a especialista.

Já o Clube da Mama, Ludmila desenvolveu em parceria com a Oncologista Mariane Cunha, que trata de uma reunião cientifica junto à equipe multidisciplinar uma vez por mês no Hospital Regional de Taguatinga – TRT.

O objetivo do programa é aproximar toda equipe envolvida no atendimento das pacientes com câncer de mama e criar protocolos de conduta baseados na realidade do Sistema único de Saúde – SUS. “Vivemos em uma era de novas tecnologias e medicamentos, porém sabemos que a realidade do serviço público não anda nessa mesma velocidade, tornando fundamental criar um TIME FORTE voltado para esse perfil de pacientes. É sempre bom poder discutir, ainda que não sejam todos, mas a maioria dos casos e, assim, conseguir definir a melhor conduta baseada na realidade do serviço. Nossos pacientes merecem o melhor sempre. Orgulho deste projeto”, diz Ludmila.

Serviço

Fotografia: Barbara Paiva e Guilherme Tonelli (Luz Fotografia)

Endereço: Hospital Universitário de Brasília – HuB (604/605 L2 Norte)

Horário: Seg a sex das 9:00 às 17:00

Contato: (61) 2028 5000

Saiba mais sobre o projeto: http://luzfoto.com.br/exposicao/


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Ricardo Callado25/09/20183min

Por Carolina Gonçalves

Os conselhos regionais de medicina (CRMs) já começaram a disponibilizar em seus sites todas as informações sobre médicos inscritos no sistema.
A resolução estabelecendo que dados – como o nome completo do profissional, número de registro, endereço, telefones comerciais e as especialidades registradas – estejam abertos para consulta eletrônica por qualquer paciente foi publicada no último dia 19 no Diário Oficial da União.

A norma, que tem validade imediata, também prevê a divulgação pública de qualquer restrição ética.

A medida foi criada para garantir maior segurança ao paciente que poderá consultar qualquer informação sobre o profissional que o atender.

De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), essa era uma demanda antiga da sociedade que acabou se intensificando com casos recentes como o do médico Denis Cesar Barros Furtado, de 45 anos, conhecido como Dr. Bumbum.

Ele é acusado de homicídio qualificado pela morte da bancária Lilian Calixto, de 46 anos, que acabou morrendo horas depois de uma cirurgia de preenchimento de glúteos.

Irregularidades

O médico era alvo de um processo ético-profissional devido a outras irregularidades que estavam sendo investigadas pelo Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal desde março de 2016, quando ele foi alvo de interdição cautelar para o exercício da profissão.

Mesmo antes de a medida se tornar obrigatória, alguns CRMs já tinham as informações e as fotos dos profissionais em seus sites. Com a regra, apenas quando o médico pedir que não seja divulgada sua foto, o caso poderá ser analisado pelos conselhos.

As informações também estarão disponíveis por meio de um aplicativo de celular, lançado recentemente – “Busca de Médicos CFM” – e disponível para uso em aparelhos com o sistema Android e IOS.

Basta digitar o nome do médico, mesmo incompleto, para ter acesso a dados como número do CRM e informações sobre a regularidade de sua inscrição e da sua especialidade.


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Ricardo Callado24/09/20183min

Gerir o bem-estar do paciente através do uso de tecnologias passará a ser o foco do setor nos próximos anos

Brasília será palco de debates sobre o futuro da saúde no Brasil e o uso da tecnologia não só para a cura de doenças, mas sim no controle do bem-estar dos pacientes. Acontece no dia 27 de setembro o Seminário “Revolução Tecnológica na Saúde e uma Nova Era De Possibilidades”, promovido pela Amcham-DF, com o patrocínio da ROIT Consultoria e Contabilidade.

O evento tratará sobre como as novas oportunidades trazidas pela tecnologia mantém seu foco, atualmente, na melhora do controle do bem-estar do paciente e a intensificação de sua relação com a área.

“A inteligência artificial já é uma realidade em diversos segmentos, inclusive na área de saúde. Hospitais e médicos já se beneficiam da tecnologia para acelerar diagnósticos, realizar procedimentos e garantir maior qualidade e segurança aos pacientes”, explica o diretor da ROIT, Lucas Ribeiro.

“A tendência é de que a saúde torne-se mais unificada e controlada”, avalia a coordenadora regional da Amcham Patrícia Amorim.

Direcionado a médicos e demais profissionais da saúde do Distrito Federal, o seminário contará com duas palestras, sendo elas: “As oportunidades da medicina do futuro”, com Bruno Sobral – Consultor Econômico da Confederação Nacional de Saúde, e “A tecnologia mudando a forma como se atende o cliente”, com Dr. Leonardo Aguiar – CEO da Laduo Cocriação em Saúde.

O evento acontece das 8h30 às 11 horas na sede da ASBRACO.

SERVIÇO:

Evento: Seminário “A Revolução Tecnológica na Saúde e Uma Nova Era de Possibilidades”.

Data: 27 de setembro de 2018

Horário: 08:30 às 11:00

Local: ION Escritórios Eficientes | SGAN 601, entrada pela L2 Norte

Investimento: gratuito para sócio | R$ 120,00 não sócio


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Ricardo Callado18/09/20184min

Meu DigiSUS está em funcionamento há 3 anos

Por Leandro Melito

Aplicativo permite que a população acompanhe, via celular, suas consultas e visualize o histórico de solicitações – Arquivo/Agência Brasil

O aplicativo disponibilizado gratuitamente pelo Ministério da Saúde para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), Meu DigiSUS, está há três anos em funcionamento e já foi baixado por 1,2 milhão de pessoas que têm smartphones com sistemas IOS e Android.

O aplicativo permite que a população acompanhe, via celular, suas consultas, visualize o histórico de solicitações e a posição na fila do Sistema Nacional de Transplantes, entre outras funcionalidades relacionadas à saúde pública. O aplicativo também permite que os pacientes do SUS atuem como fiscais dos serviços prestados por meio da avaliação do atendimento realizado, assim como denunciar fraudes de qualquer local do país.

Pela plataforma móvel oficial do SUS, o cidadão consegue encontrar hospitais, unidades de saúde e outros estabelecimentos próximos de sua residência; identificar farmácias participantes do Aqui tem Farmácia Popular e acompanhar os medicamentos que o cidadão retirou, além de avaliar o atendimento desses serviços. Também é possível acessar uma linha do tempo de cada atendimento realizado pelo SUS, além do Cartão Nacional de Saúde e os dados pessoais, com informações sobre nutrição e alergias.

A plataforma é interligada às 19.788 Unidades Básicas em Saúde (UBS) já informatizadas em 3.780 municípios, totalizando 106.179.196 usuários. Ao todo, 11 sistemas estão integrados no aplicativo, entre eles o Cadastro Nacional de Usuário do SUS (CADSUS), Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), Farmácia Popular e os Sistemas Nacional de Transplantes (SNT), de Regulação (SISREG), de Atenção Básica (e-SUS AB) e o Hemovida.

Como baixar

Para realizar seu primeiro acesso, baixe o aplicativo Meu DigiSUS na loja compatível com o celular e insira algumas informações básicas como CPF, nome da mãe e e-mail. Após cumprir essa etapa, o sistema localizará o seu cartão e enviará ao correio eletrônico cadastrado uma mensagem para verificação de segurança. Em seguida aparece o número do seu Cartão Nacional de Saúde e que dará acesso as suas informações de saúde.

Se não conseguir entrar no aplicativo, o Ministério da Saúde recomenda que o usuário procure a unidade de saúde mais próxima da sua residência para que o seu cadastro possa ser realizado.

Para outras dúvidas, ligar na Ouvidoria do SUS, no 136.



Sobre o Blog

Aos 14 anos, o Blog do Callado é um veículo consolidado, admirado por seus leitores e em sintonia com o público alvo: a população brasiliense. O blog é um site de opiniões e notícias com atualização diária, sem cunho ideológico. Dedica-se a oferecer aprimoramento da informação, com uma audiência qualificada.


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