Arquivos Saúde - Blog do Callado

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Ricardo Callado18/09/20184min

Meu DigiSUS está em funcionamento há 3 anos

Por Leandro Melito

Aplicativo permite que a população acompanhe, via celular, suas consultas e visualize o histórico de solicitações – Arquivo/Agência Brasil

O aplicativo disponibilizado gratuitamente pelo Ministério da Saúde para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), Meu DigiSUS, está há três anos em funcionamento e já foi baixado por 1,2 milhão de pessoas que têm smartphones com sistemas IOS e Android.

O aplicativo permite que a população acompanhe, via celular, suas consultas, visualize o histórico de solicitações e a posição na fila do Sistema Nacional de Transplantes, entre outras funcionalidades relacionadas à saúde pública. O aplicativo também permite que os pacientes do SUS atuem como fiscais dos serviços prestados por meio da avaliação do atendimento realizado, assim como denunciar fraudes de qualquer local do país.

Pela plataforma móvel oficial do SUS, o cidadão consegue encontrar hospitais, unidades de saúde e outros estabelecimentos próximos de sua residência; identificar farmácias participantes do Aqui tem Farmácia Popular e acompanhar os medicamentos que o cidadão retirou, além de avaliar o atendimento desses serviços. Também é possível acessar uma linha do tempo de cada atendimento realizado pelo SUS, além do Cartão Nacional de Saúde e os dados pessoais, com informações sobre nutrição e alergias.

A plataforma é interligada às 19.788 Unidades Básicas em Saúde (UBS) já informatizadas em 3.780 municípios, totalizando 106.179.196 usuários. Ao todo, 11 sistemas estão integrados no aplicativo, entre eles o Cadastro Nacional de Usuário do SUS (CADSUS), Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), Farmácia Popular e os Sistemas Nacional de Transplantes (SNT), de Regulação (SISREG), de Atenção Básica (e-SUS AB) e o Hemovida.

Como baixar

Para realizar seu primeiro acesso, baixe o aplicativo Meu DigiSUS na loja compatível com o celular e insira algumas informações básicas como CPF, nome da mãe e e-mail. Após cumprir essa etapa, o sistema localizará o seu cartão e enviará ao correio eletrônico cadastrado uma mensagem para verificação de segurança. Em seguida aparece o número do seu Cartão Nacional de Saúde e que dará acesso as suas informações de saúde.

Se não conseguir entrar no aplicativo, o Ministério da Saúde recomenda que o usuário procure a unidade de saúde mais próxima da sua residência para que o seu cadastro possa ser realizado.

Para outras dúvidas, ligar na Ouvidoria do SUS, no 136.


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Ricardo Callado17/09/20188min

O cigarro prejudica a fertilidade? A mulher é a principal responsável pela infertilidade conjugal? Homens que fizeram vasectomia não podem mais ter filhos? As mulheres são férteis até à menopausa? Para engravidar o casal deve ter relações todos os dias? O uso de anticoncepcional por tempo prolongado prejudica a fertilidade feminina? As Doenças Sexualmente Transmissíveis podem causar infertilidade? Mulheres que praticam esportes e atividades físicas intensas podem ter dificuldade para engravidar? Quem faz tratamentos para engravidar sempre tem gêmeos? As tratamentos quimioterápicos podem afetar a fertilidade?

Essas e muitas outras questões são dúvidas comuns de boa parte da população. A infertilidade atinge cerca de 15% da população brasileira em idade reprodutiva e afeta o sonho de ter filhos de muitos casais. A infertilidade conjugal é caracterizada como a situação em que um casal, após um ano de tentativa, tendo vida sexual ativa e sem usar medidas anticoncepcionais, não consegue obter uma gravidez. A vida reprodutiva é consequência natural da saúde sexual e quando não ocorre a gestação espontânea é importante buscar esclarecimento e ajuda especializada.

No passado a infertilidade era atribuída exclusivamente às mulheres, mas, atualmente, já é constatado que o homem divide, igualmente, com a mulher a responsabilidade. Apesar da infertilidade masculina ainda ser tratada como um tabu, os fatores masculinos são responsáveis por 40% dos casos de infertilidade conjugal. Outros 40% dos casos são atribuídos à mulher e em 20% dos casos o problema é resultado de uma combinação de fatores em ambos os parceiros ou de causas desconhecidas. “O casal com dificuldade para ter filhos deve buscar ajuda com um especialista, a investigação da infertilidade deve ser feita no homem e na mulher”, esclarece o médico Vinicius Medina Lopes, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum.

O pico de fertilidade da mulher é entre os 20 e 25 anos de idade. Após os 30 anos e, principalmente, depois dos 35, a fertilidade feminina entra em declínio progressivo. A idade da mulher é um dos fatores naturais que afetam a sua capacidade reprodutiva. “Uma mulher com menos de 35 anos pode esperar até um ano para que aconteça a gravidez. Se atingiu 35 anos, o prazo de espera não deve ultrapassar seis meses. Após os 40 anos se a mulher deseja engravidar deve, de imediato, iniciar a investigação da sua capacidade fértil”, explica Jean Pierre Barguil Brasileiro, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum

Várias são as causas que podem levar à infertilidade na mulher, dentre elas as doenças sexualmente transmissíveis (DST’s), os distúrbios hormonais, obstrução nas trompas, problemas de malformação ou tumores no útero, endometriose e ovários policísticos. No homem, a varicocele (varizes na bolsa escrotal) é uma das causas mais comuns da infertilidade e consiste na dilatação anormal das veias que drenam o sangue na região dos testículos. A baixa produção de espermatozoides pelo testículo, causada por alterações hormonais, a mobilidade dos espermatozoides e a qualidade do sêmen são alguns dos fatores que influenciam na fertilidade masculina. Há também causas genéticas em pacientes que não têm espermatozoides (azoospermia) ou que apresentam uma concentração inferior a cinco milhões de espermatozoides por mililitro de sêmen (oligozoospermia severa).

Outros fatores também podem influenciar a saúde reprodutiva como o estresse, tabagismo, obesidade, poluição, consumo de álcool e de drogas e o uso de alguns medicamentos.

As DST’s podem causar danos no aparelho reprodutor nos dois sexos e levar à infertilidade. Nas mulheres, por exemplo, podem provocar obstrução das trompas, impedindo a gravidez pelo processo natural. Nos homens, a gonorreia e a clamídia são capazes de causar obstrução dos canais por onde transitam os espermatozoides – os condutos deferentes. “A melhor forma para prevenir essas doenças, que podem levar, dentre outras consequências, à infertilidade, é praticar o sexo seguro com uso do preservativo em todas as relações sexuais,” orienta o médico Vinicius Medina Lopes.

Não fumar, ter uma alimentação saudável e equilibrada, praticar atividade física regularmente, manter-se no peso adequado, evitar o consumo de álcool em excesso, não usar drogas, dormir bem, controlar o estresse e a ansiedade contribuem para diminuir os riscos de infertilidade.

“Para aumentar as chances de uma gravidez natural, os casais precisam ter vida sexual ativa, com boa frequência semanal de relações que não devem ser restritas à fase fértil”, conclui Jean Pierre Barguil Brasileiro

Sobre o Instituto Verhum

Referência nacional na área de Reprodução Assistida, o Instituto é dirigido pelos médicos Jean Pierre Barguil Brasileiro e Vinicius Medina Lopes. Para garantir atendimento integral aos casais inférteis, o serviço conta com uma equipe médica altamente qualificada nas especialidades de reprodução assistida, andrologia, ginecologia geral e obstetrícia, genética, ginecologia oncológica, psicologia, ultrassonografia e endoscopia ginecológica. Desde sua fundação, há 11 anos, o Instituto já tem registrado centenas de bebês nascidos através de procedimentos de reprodução assistida, como a inseminação e a fertilização in vitro.

Com sede localizada no Lago Sul, em Brasília, o Instituto Verhum tem unidades de atendimento também na Asa Norte e Asa Sul e aposta no atendimento humanizado através de um ambiente acolhedor e uma equipe multidisciplinar atenta a todos os detalhes, para transmitir confiança, segurança e discrição. O serviço investe no que existe de mais atual e seguro nos tratamentos de reprodução humana, com equipamentos de última geração, aliando os conceitos de modernidade e inovação.


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Ricardo Callado12/09/20187min

ICTCor participa de campanha nacional com atividades gratuitas para ajudar a esclarecer principais dúvidas sobre o tema

Usar celular, viajar de avião, secar o cabelo, passar em portas com detector de metais e outras atividades comuns passaram a ser grandes dúvidas na vida de quem recebe um implante de marcapasso. Para falar dos mitos e verdades, qualidade de vida e diversas questões que envolvem o dia a dia dos portadores do dispositivo e de seus familiares, no dia 23 de setembro é comemorado o Dia do Portador de Marcapasso no Brasil.

A campanha, que é uma iniciativa da ABEC/DECA – Associação Brasileira de Arritmia, Eletrofisiologia e Estimulação Cardíaca Artificial/Departamento de Estimulação Cardíaca Artificial da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV), mobiliza cardiologistas em todo o país com objetivo de desmistificar o assunto. Participando desse movimento, o Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor) vai realizar, no dia 20 de setembro, um evento educativo com ciclo de palestras, distribuição de cartilhas, demonstração de como os dispositivos funcionam, contação de histórias, entre outras atividades gratuitas no auditório do Hospital Anchieta a partir das 9h. Para participar basta acessar https://ictcor.com.br/marca-passo/ e fazer a inscrição.

De acordo com Dr. Candido Gomes, especialista em cirurgia cardiovascular do ICTCor, a falta de informação ainda é um grande problema. “Muitas pessoas que necessitam de um marcapasso muitas vezes nem sabem, pois não reconhecem os sintomas, que podem ser confundidos com outras doenças. Alguns deles são tonturas com escurecimento visual, desmaios, cansaço fácil, pulso irregular, entre outros. Para as pessoas que já têm o implante e seus familiares, também é preciso ter conhecimento sobre os cuidados, a prática de atividades físicas, entre várias outras referências”, explica o cardiologista.

O que é o marcapasso?

É um pequeno dispositivo eletrônico que serve para controlar o ritmo cardíaco.  Ele possui um gerador, uma bateria interna e cabos eletrodos. Estes cabos são conectados ao coração e ligados ao marcapasso depois que o médico se certifica que estão posicionados corretamente. O aparelho é implantado em uma espécie de “bolsa” sob a pele durante uma cirurgia considerada simples, que é feita com sedativo e anestesia local. “É um procedimento tranquilo, que dura de uma a duas horas. Geralmente, o paciente pode ir para casa no dia seguinte e retomar as atividades habituais após 30 dias”, afirma Dr. Candido.

Imediatamente após a cirurgia, pode-se observar o desaparecimento de sintomas como tonturas e falta de ar, causados pelo problema de ritmo cardíaco que diagnosticou a necessidade do implante. “Pode acontecer do paciente sentir pequenas dores no local do implante logo após o procedimento, mas elas diminuem e em pouco tempo acabam desaparecendo por completo”, afirma o cardiologista.

Coloquei o marcapasso. E agora?

Os cuidados pós-operatórios específicos variam dependendo do caso e serão orientados pelo médico após a cirurgia, mas existem recomendações que devem ser seguidas. “É muito importante realizar acompanhamento cardiológico rotineiro com a frequência que seu médico indicar. Geralmente, as avaliações são marcadas após um, três e seis meses. Depois deste período, somente de seis em seis meses”, relata Dr. Ricardo Carranza, que também é cirurgião cardiovascular do corpo clínico ICTCor.

Além disso, é essencial ler com atenção o manual do marcapasso. Nele, terão todas as informações referentes à maioria das dúvidas que costumam afligir os pacientes. Confira algumas delas:

  • Telefones celulares podem ser usados, mas têm que ser mantidos a pelo menos 15 cm de distância do local do implante, sendo usado no ouvido que fica do lado contrário do marcapasso. Para evitar interferências, também é recomendado que o paciente mantenha uma distância de dois metros de eletrodomésticos que estejam em funcionamento.
  • Sistemas detectores de metais, como de aeroportos e portas giratórias de bancos, devem ser evitados. É importante andar sempre com o documento de identificação, que atesta ser portador marcapasso e que facilite a sua passagem. Nos sistemas antifurto de lojas, recomenda-se simplesmente passar, evitando ficar parado entre as placas.
  • É importante sempre consultar seu médico sobre ressonâncias magnéticas, pois a maior parte dos modelos de marcapasso têm restrições quanto ao exame, principalmente os mais antigos. O mesmo vale para procedimentos como radioterapia, litotripsia e eletroacupuntura, que devem seguir recomendações médicas específicas.
  • Atividades sexuais, exercícios físicos e condução de veículos são permitidos. O único porém é se o portador tiver outra patologia cardíaca limitante, pois o marcapasso por si só não o impede de nada disso. Na dúvida, é sempre bom consultar o médico.
  • Dentro do possível, é bom evitar dormir do lado do marcapasso implantado, principalmente durante os primeiros 10 dias.

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Ricardo Callado03/09/20182min

O Ministério da Saúde prorrogou até 14 de setembro a Campanha Nacional de Vacinação contra Pólio e Sarampo. Pelos dados preliminares, a média de vacinação está em 88%. Em apenas sete estados a meta de vacinar pelo menos 95% do público-alvo foi atingida.

Estados e municípios que não atingiram a meta devem manter a campanha por mais 15 dias. Devem ser vacinadas contra a poliomielite o sarampo crianças de 1 ano a 4 anos e 11 meses.

Até o momento, mais de 1,3 milhão de crianças não recebeu o reforço dessas vacinas. A recomendação é que estados e municípios façam busca ativa para garantir que o público-alvo da campanha seja vacinado.

Os estados que atingiram a meta de vacinação são Amapá, Santa Catarina, Pernambuco, Rondônia, Espírito Santo, Sergipe e Maranhão.

O Rio de Janeiro continua com o menor índice de vacinação, seguido por Roraima, Pará, Piauí, Distrito Federal, Acre, Bahia, Rio Grande do Sul, São Paulo, Alagoas, Rio Grande do Norte e Amazonas.

Em todo o país, foram aplicadas mais de 19,7 milhões de doses das vacinas (cerca de 9,8 milhões de cada).


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Ricardo Callado14/08/20185min
Um dos principais motivos da redução na fila é resultado de uma ação civil pública ajuizada, em outubro de 2017, pela Defensoria Pública da União (DPU)
Durante audiência judicial na 21ª Vara Federal, realizada na terça-feira (7), em Brasília, foi divulgada a redução em aproximadamente 70% do número de pacientes na fila de espera da radioterapia do sistema público de saúde do Distrito Federal, no período entre novembro de 2016 a agosto deste ano. Um dos principais motivos da redução na fila é resultado de uma ação civil pública ajuizada, em outubro de 2017, pela Defensoria Pública da União (DPU). O defensor público regional de Direitos Humanos substituto, Jovino Bento Júnior, participou da audiência.
“É uma atuação muito bem sucedida e significativa, pois o resultado, nesta proporção, num curto espaço de tempo, não é comum neste tipo de demanda judicial. Trata-se de algo essencial para garantir direitos fundamentais dos assistidos, dos cidadãos, principalmente das camadas menos favorecidas que usam o serviço público. Também é importante para trazer mais transparência e eficiência à administração pública”, destacou Jovino.
De acordo com informações apuradas pelo jornal Correio Braziliense, em novembro de 2016 a fila para radioterapia no sistema público de saúde do DF contabilizava 1,2 mil pessoas aguardando por tratamento. Hoje, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal calcula 350 pacientes à espera de radioterapia.
Segundo a Secretaria de Saúde do DF, foram adotadas medidas para aumentar a oferta e reduzir o tempo de espera. Ainda de acordo com a Secretaria, em junho foi assinado contrato de prestação de serviços de radioterapia com o Hospital Santa Lúcia, no valor de R$ 10,2 milhões/ano. O objetivo é que a entidade oferte à rede pública de saúde, ao longo de 12 meses, o tratamento para até 74 pacientes, por mês. Além do Hospital Santa Lúcia, também dão suporte à pasta na área de radioterapia, por meio de contrato de prestação de serviços, o Hospital Universitário de Brasília (HUB), o Instituto Hospital de Base (IHB), o Hospital Sírio-Libanês e o Instituto de Radioterapia de Taguatinga (IRT).
Os pacientes são encaminhados ao prestador de serviços pelo Complexo Regulador de Saúde do DF, que recebe a demanda das unidades públicas de saúde, regula conforme a prioridade clínica e encaminha para a unidade executar o procedimento.
Além da DPU, participaram da audiência representantes da DPDF, da Secretaria de Saúde, da União Federal, do Governo do Distrito Federal, do Ministério da Saúde, do Hospital de Base e do Conselho Federal de Medicina.
Pedido de suspensão do processo
O processo foi suspenso pela Justiça, a pedido da DPU, com objetivo de que continue havendo um instrumento de manutenção para encaminhamento da resolução dos problemas e para dar eficiência e qualidade ao serviço público, uma vez que a atuação na área de saúde é considerada de alta sensibilidade.
Outro motivo do pedido de suspensão levado em consideração pela DPU é que, em períodos eleitorais, como neste ano, tende a haver alteração de funcionamento na prestação dos serviços públicos em função das trocas de governo ou novos mandatos, o que levou ao entendimento de que a suspensão do processo seria uma forma de cautela e zelo, para realização de ajustes, caso necessário, ao andamento da ação após tal período.
De acordo com a ata da audiência, a Justiça determinou a retomada do processo para o início de fevereiro de 2019.

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Ricardo Callado07/08/20185min

Nem todos os casos de infertilidade conjugal precisam de uma técnica mais complexa de reprodução assistida. Muitos casos podem ser resolvidos com medidas simples e medicamentos

 Nem todos os casais têm motivos para comemorar o Dia dos Pais. A infertilidade conjugal afeta entre 10 a 15% da população brasileira em idade reprodutiva. Em agosto, quando se comemora o mês dos pais, o Instituto Verhum vai oferecer consulta gratuita com especialista em Reprodução Humana para 50 casais com dificuldade para ter filhos. Além da consulta, o Instituto também oferecerá exames de espermograma para homens com dificuldade para ter filhos e com indicação médica para o exame. O espermograma avalia a capacidade reprodutiva do homem através da análise laboratorial do sêmen e é indispensável na investigação da infertilidade masculina. O atendimento vai acontecer nos próximos sábados, dia 11, 18 e 25 de agosto, das 8 às 12 horas, mediante agendamento prévio. Os casais interessados podem agendar a consulta através do telefone (61) 3365-4545.

A iniciativa tem como objetivo oferecer orientação a casais inférteis de baixa renda e aconselhamento médico para que eles aumentem suas chances de uma gravidez espontânea. O atendimento será feito na sede do Instituto, no Edifício Medical Plaza, Qi 3, Lago Sul, dentro do limite das vagas. Os pacientes inscritos devem levar seus exames mais atuais no dia da consulta agendada.

Segundo o médico Vinicius Medina Lopes, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum, há várias medidas que podem favorecer uma gravidez espontânea. Nem todos os casais que apresentam dificuldade em ter filhos vão precisar de um tratamento mais complexo de reprodução assistida. Muitos casos de infertilidade são resolvidos com medidas simples.”

“Praticar atividade física regularmente, ter uma alimentação equilibrada, evitar a obesidade, não fumar, evitar o consumo de álcool em excesso, não usar drogas, dormir bem, controlar o estresse e a ansiedade e ter duas a três relações sexuais por semana com o parceiro (a) contribuem para prevenir a infertilidade e aumentar as chances de uma gravidez de forma natural”, explica Jean Pierre Barguil Brasileiro, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum.

Segundo os especialistas, a investigação de infertilidade deve ser feita com o casal. O homem deve ter acompanhamento médico e participar junto com a sua parceira da investigação para diagnóstico das causas da infertilidade.

 

Infertilidade Masculina

Cerca de 10% dos homens apresentam alterações no sêmen. Apesar da infertilidade masculina ainda ser tratada como um tabu, os fatores masculinos são responsáveis por 40% dos casos de infertilidade conjugal. Cerca de 40% dos casos de infertilidade de um casal são atribuídos à mulher, 40 % aos homens e em 20% dos casos o problema é resultado de uma combinação de fatores em ambos os parceiros ou de causas desconhecidas.

Embora uma das causas mais comuns da infertilidade nos homens seja a varicocele, doença que acomete os vasos testiculares, os hábitos de vida e os fatores ambientais são também grandes responsáveis pela saúde reprodutiva. O tabagismo é um vilão apontado pelos especialistas.

O uso regular de álcool e drogas é um dos fatores que pode comprometer a fertilidade do homem. Consumidas cada vez mais precocemente, essas substâncias podem gerar alterações hormonais que afetam a qualidade e a quantidade dos espermatozoides.

Os anabolizantes também podem comprometer a fertilidade. Além de provocar a queda da testosterona com consequente diminuição da produção de sêmen, o uso frequente de anabolizantes por jovens que frequentam academias em busca de aumentar a massa muscular pode causar disfunção erétil e atrofia dos testículos.

As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) podem causar danos sérios no aparelho reprodutor e são causas frequentes de infertilidade. A exposição a fatores ambientais (poluição, agentes químicos, solventes, pesticidas e alguns metais pesados) também é prejudicial à fertilidade.

 


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Ricardo Callado07/08/20183min

Por Paula Laboissière

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou o primeiro caso de botulismo neste ano. A pasta não revelou mais detalhes sobre o caso – apenas esclareceu que a família do paciente foi orientada pela Vigilância Epidemiológica e que a Vigilância Sanitária, por sua vez, realizou fiscalização adequada nos locais onde o paciente se alimentou.

Ainda de acordo com a secretaria, outros dois casos de botulismo no Distrito Federal foram investigados ao longo de 2018 e, posteriormente, descartados.

A doença

O botulismo é uma doença neuroparalítica grave, não contagiosa, causada pela ação de uma potente toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum.

O botulismo pode ser contraído por meio de alimentos mal conservados ou mal lavados ou por ferimentos abertos que entrem em contato com a bactéria ou a toxina. Todas as formas da doença se caracterizam por manifestações neurológicas e/ou gastrointestinais.

A melhor prevenção, de acordo com o Ministério da Saúde, está nos cuidados com o consumo, a distribuição e a comercialização de alimentos.

As orientações incluem:

– evitar a ingestão de alimentos em conserva que estiverem em latas estufadas, vidros embaçados, embalagens danificadas ou com alterações no cheiro e no aspecto;

– produtos industrializados e conservas caseiras que não ofereçam segurança devem ser fervidos ou cozidos por 15 minutos, antes de serem consumidos;

– não conservar alimentos a uma temperatura acima de 15ºC.

Ainda segundo a secretaria, o êxito do tratamento depende do diagnóstico precoce da doença e das condições do local onde será realizado. Quanto antes a pessoa contaminada for levada a uma unidade de terapia intensiva (UTI), maiores as chances de recuperação.


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Ricardo Callado03/08/20185min

Uma das principais causas de doenças cardiovasculares, o colesterol alto não apresenta sintomas e a maioria das pessoas nem imagina que sofre da doença

No dia 8 de agosto, anualmente, é comemorado o Dia Nacional do Combate ao Colesterol. Em um momento em que a conscientização sobre vida saudável é cada vez maior, o cenário ainda não é o ideal. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 40% da população brasileira sofre com alterações nos níveis de mau colesterol. Mas, afinal, o que é colesterol?

De acordo com o Dr. Jairo Rocha, cardiologista do ICTCor (Instituto do Coração de Taguatinga), o colesterol é um tipo de gordura que é encontrada no organismo humano e fundamental para seu funcionamento. “Existem dois tipos de colesterol: o LDL, que é considerado o mau colesterol, e o HDL, tido como o colesterol bom. O HDL serve como um limpador, que retira o LDL das artérias e o transporta para o fígado, onde será excretado”, explica. Logo, se os níveis de mau colesterol forem maiores que o de bom, é importante ficar atento.

O colesterol alto não provoca sintomas. Por se tratar de uma doença silenciosa, muitas vezes as pessoas não percebem o problema, o que pode trazer consequências gravíssimas. Quando em altos níveis, a substância se acumula nas artérias, inclusive nas coronárias e carotídeas, formando espécies de placas que dificultam o fluxo sanguíneo que chega ao coração e ao cérebro. Isso aumenta consideravelmente o risco de acidente vascular cerebral (AVC) e infarto agudo do miocárdio. Vários estudos apontam o colesterol alto como uma das principais causas de doenças cardiovasculares, correspondendo a mais de 300 mil mortes no Brasil por ano de acordo com o Ministério da Saúde (uma morte a cada dois minutos).

Ao detectar, por meio de exames de sangue, que está com os níveis alterados, a pessoa deve procurar os tratamentos adequados. “Existem várias maneiras de tratar a doença, desde alimentação, atividade física, medicamentos até procedimentos cirúrgicos. Para os casos de entupimento de artérias, a angioplastia e o cateterismo são os mais recomendados. Mas cada caso precisa ser avaliado individualmente, a pessoa jamais pode se automedicar. A orientação especializada é essencial para o sucesso do tratamento”, diz Dr. Evandro Osterne, cardiologista do ICTCor.

Prevenção

Já que prevenir é melhor do que remediar, existem alguns hábitos que ajudam na hora de ajustar os níveis de colesterol. Não fumar, manter uma frequência de atividades físicas e se hidratar bem são exemplos a serem seguidos, principalmente se houver histórico familiar ou de diabetes. Além destes, uma boa alimentação é fundamental, já que 30% do colesterol total do ser humano é adquirido via alimentos, sendo os outros 70% produzidos pelo próprio organismo.

Alimentação Saudável

Segundo o nutricionista Daniel Novais, alimentos ricos em gorduras saturadas são os primeiros a ser evitados, ou até cortados. “Margarina, frituras, embutidos, chocolates e sorvetes são alguns dos vilões da alimentação quando se trata de colesterol ruim”, garante. Por sorte, existem também os alimentos “do bem”, que, associados a exercícios físicos e não consumidos com exagero, aumentam o colesterol bom e controlam o ruim. “Já neste grupo, temos os peixes, abacate, azeite de oliva, alho, cebola e manteiga de amendoim”, completa Daniel. Agora que você já sabe o que fazer (e o que não fazer), hora de se cuidar!


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Ricardo Callado20/07/20185min

Número de cirurgias bariátricas no Brasil aumenta 46,7%

Luiz Fernando Córdova

Um dos reflexos do crescimento da obesidade no Brasil é a busca – cada vez maior – por tratamentos para redução de peso. Neste cenário, o número de cirurgias bariátricas realizadas entre os anos de 2012 e 2017 aumentou 46,7%.

De acordo com a mais recente pesquisa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) foram realizados 105.642 mil cirurgias no ano de 2017 no país, ou seja,  5,6% a mais do que em 2016, quando 100 mil pessoas fizeram o procedimento no setor privado.

E os números são crescentes: em 2015 foram realizadas 93,5 mil cirurgias; em 2014, o número foi de 88 mil procedimentos; em 2013, 80 mil cirurgias e, em 2012, 72 mil cirurgias.

Para a pesquisa foram utilizados dados do Sistema de Informações Hospitalares e Datasus.

Pelo SUS o número de cirurgias bariátricas disparou. Entre os anos de 2008 e 2017, o número de cirurgias bariátricas cresceu 215%. O crescimento anual médio é de 13,5%.

População elegível no Brasil – A pesquisa realizada pela SBCBM também apontou que a população elegível a cirurgia bariátrica no Brasil é de 4,9 milhões de pessoas. Pessoas com diabetes mellitus Tipo 2 (DM2), com Índice de Massa Corporal entre 30 Kg/m2 a 35 Kg/m2, e ausência de resposta ao tratamento clínico podem ter indicação para a cirurgia bariátrica. Já os pacientes com IMC maior que 35, com doenças associadas a obesidade ou acima de 40, considerada obesidade mórbida – também são elegíveis a cirurgia bariátrica.

“Dados da SBCBM apontam que no Distrito Federal existem mais de 89 mil pessoas elegíveis para fazer  a cirurgia bariátrica”, conta o presidente do Capítulo da SBCBM em Brasília, cirurgião Luiz Fernando Córdova.  (confira a tabela do Brasil em anexo).

A cirurgia realizada imediatamente após sua indicação contribui para a cura ou remissão de diversas doenças associadas à obesidade como, por exemplo, a hipertensão, problemas nas articulações, coluna e diabetes tipo2.

Apenas no Brasil são gastos anualmente cerca de R$500 milhões pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para tratar pacientes diagnosticados com Diabetes tipo 2 e doenças associadas, conforme estudo da Universidade de Brasília (UNB) e Ministério da Saúde.

Obesidade no Brasil dispara – De acordo com  Luiz Fernando Córdova, a obesidade é uma realidade para 18,9% dos brasileiros.

“Já o sobrepeso atinge mais da metade da população (54%). Entre os jovens, a obesidade aumentou 110% entre 2007 e 2017. Esse índice foi quase o dobro da média nas demais faixas etárias (60%)”, destaca Luiz Fernando.

No mesmo período, o sobrepeso foi ampliado em 26,8%. Esse movimento foi maior também entre os mais jovens (56%), seguidos pelas faixas de 25 a 34 anos (33%), 35 a 44 anos (25%) e 65 anos ou mais (14%).

Os dados foram divulgados no último dia 18 de junho e integram a mais recente Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde.

Marchesini lembra que a o excesso de peso tornou-se a doença adquirida que mais preocupa os pesquisadores no mundo, se tornando uma questão de saúde pública.

“O Brasil é considerado o segundo país do mundo em número de cirurgias bariátricas realizadas e as mulheres representam 76% dos pacientes”, reforça Córdova.

 

TABELA população elegível no Brasil


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Ricardo Callado19/07/20184min

A vontade de ter uma aparência mais jovem faz com que a busca por procedimentos estéticos cresça cada vez mais. Os preenchedores injetáveis são, sem dúvidas, os mais populares. Seja na face, pescoço, colo ou mãos, os tratamentos trazem ótimos resultados e são considerados minimamente invasivos, com poucos efeitos colaterais.

E tem novidade nessa área, esse ano a Agencia de Vigilância Sanitária aprovou o Ellansé uma nova categoria de preenchedor facial que ainda oferece um efeito bioestimulador que estimula a produção do colágeno. Composto por um gel à base de água (carboximetilcelulose, já usada em muitos produtos para pele) com microesferas de policaprolactona, um polímero bioabsorvivel que pode ser usado em suturas e implantes no corpo humano.

“Similar ao preenchimento tradicional, ele apresenta um efeito imediato do preenchedor de rugas e sulcos profundos e da redefinição de contornos. Alguns meses depois essas microesferas de policaprolactona vão agindo e realizando o efeito bioestimulador de produção do Colágeno”, explica a dermatologista Mayanna Maia.

Como qualquer outro tratamento, não existe uma idade mínima para aplicação, isso depende da avaliação médica.  A cirurgiã-plástica Wanessa Sigiane explica que a pessoa precisa ter indicação e que o composto pode ser aplicado com objetivos diferentes, dependendo da necessidade de cada pessoa.

“O tratamento pode ser feito no sulco nasolabial (popularmente chamado de bigode chinês), nas dobras e linhas do queixo, lifting do arco da sobrancelha, aumento e reposição do volume perdido das bochechas e queixo e até na reparação do volume e melhora na aparência das mãos. Não é utilizado para aumento de lábios, rugas entre as sobrancelhas e flacidez de pálpebras. E ainda pode ser associado com outras técnicas”, explica ela.

A aplicação é simples, por se tratar de um procedimento minimamente invasivo, aplica-se um anestésico local. Logo depois, o paciente pode voltar a quase todas as suas atividades normais, evitando apenas banhos quentes, exercícios por 24 horas e usar bastante protetor solar, além de não se expor ao sol por um período de 7 dias. A dermatologista, Mayanna Maia faz um alerta para aqueles que devem evitar o tratamento: pessoas com alergias graves, diabéticas, com doenças autoimunes, grávidas e em período de aleitamento, não podem se submeter ao tratamento”.

Uma das grandes vantagens do produto é o tempo de duração do seu efeito. Encontrado em versões, que podem durar até quatro anos, são elas: Ellansé -S (1 ano), Ellansé-M (2 anos), Ellansé L (3 anos) e Ellansé- E (4 anos). “Normalmente os preenchimentos duram entre 1 e 2 anos, como é o caso do mais utilizado normalmente, o ácido hialurônico. A possibilidade de uma duração maior é uma ótima opção para quem quer resultados mais longos”, explica a dermatologista.



Sobre o Blog

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