Arquivos Saúde - Blog do Callado

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Ricardo Callado21/03/20192min

Ibaneis disse ainda que tomou conhecimento de “uma espécie de embarreiramento no atendimento

Após a solenidade, Ibaneis conversou com a imprensa e falou sobre a decisão de exonerar o diretor do Hospital Regional na Asa Norte (Hran), Gustavo Bernardes, e o superintendente da Regional de Saúde Central, Adriano Ibiapina, após as denúncias de boicote na Saúde do DF.

“Eu fiquei muito decepcionado com informações que eu tive, de que estava existindo algum tipo de boicote. Como o cargo é um cargo de confiança, você só mantém quem você confia”, decretou o governador.

Ibaneis disse ainda que tomou conhecimento de “uma espécie de embarreiramento no atendimento, para que as pessoas ficassem do lado de fora para expor uma situação que não era real porque havia leitos dentro do hospital” e que esse procedimento será estendido a todos os servidores que não se atentarem que o momento no Distrito Federal é outro.

“Eu quero pessoas empenhadas, trabalhando e atendendo a comunidade. Eu estou dando as condições para que os hospitais funcionem, estou colocando medicamentos, levando pessoal, tratando todos com respeito. Mas quem destratar a população que me elegeu, e me elegeu porque quer mudança, vai ser exonerado do cargo”, finalizou.


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Ricardo Callado20/03/20195min

Novos modelos de família, as técnicas de reprodução assistida indicadas para cada caso e os direitos legais da família contemporânea.

Produção independente (monoparentalidade programada), uniões homoafetivas, maternidade depois dos 40 são resultado de transformações, conquistas e avanços socioculturais. A medicina reprodutiva tem um papel fundamental para os novos modelos de família. No próximo dia 13 de abril, a capital federal vai sediar o Fórum Reprodução Assistida e Novas Configurações Familiares, que acontece como parte da programação do 11° Simpósio de Reprodução Humana de Brasília, promovido pela Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH) e a Associação de Ginecologia e Obstetrícia de Brasília (SGOB).

O fórum acontece, das 10 às 12h, na Associação Médica de Brasília (AMBr). “Os avanços da ciência reprodutiva trouxeram inúmeras possibilidades para que as famílias contemporâneas possam exercer seu direito de procriar”, afirma o médico Vinicius Medina Lopes, especialista em reprodução assistida e um dos coordenadores do Fórum.

O fórum será aberto ao público e direcionado aos profissionais e estudantes da área de medicina, enfermagem, psicologia e direito, comunidade LGBT e a população geral do Distrito Federal. As inscrições são gratuitas dentro do limite das vagas e devem ser feitas antecipadamente pelo telefone (61) 3245-3681.

Na atual sociedade, a família tradicional nuclear patriarcal deixou de ser o único modelo possível e também não é mais o modelo predominante. No Distrito Federal, considerando-se apenas as famílias com filhos, de acordo com levantamento do IBGE, 31,6% dos arranjos familiares são compostos por mulheres sem cônjuge e com filhos. Esse índice está acima da média nacional e significa que uma a cada três famílias é constituída por mães-solo na capital federal.

Na ocasião, o médico Vinicius Medina Lopes, apresentará as técnicas de reprodução aplicadas a cada caso. O médico é diretor científico da SBRH e vice-presidente da Associação de Ginecologia e Obstetrícia de Brasília (SGOB). Na sequência, a advogada Cíntia Cecilio, presidente da comissão de diversidade sexual e de gênero da OAB/DF, apresentará os direitos e dará dicas referentes à parte legal dos processos reprodutivos.

O psicólogo Flávio Lobo Guimarães, do comitê nacional de psicologia da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH), falará sobre as novas formações familiares, como pais ou mães solteiras, casais homoafetivos e casais em que a mulher na menopausa utiliza óvulos doados.

O fórum será encerrado com um debate sobre os assuntos apresentados e o plenário poderá tirar suas dúvidas.


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Ricardo Callado19/03/20197min

O parto humanizado ou humanização do parto trata-se de um direito garantido por lei e é considerado um processo no qual todas as atenções são voltadas às necessidades da gestante. É ela quem tem o controle da situação e as suas decisões são respeitadas e levadas em consideração para tornar o momento do parto em uma experiência única, saudável, instintiva, entendendo esta ação como um ato fisiológico e natural do ser humano.

A preparação para o parto humanizado começa já na escolha do obstetra que irá assistir a grávida durante os nove meses de gestação. Este profissional fará o acompanhamento do pré-natal para garantir que a mãe e o bebê estejam com a saúde perfeita para a realização de um parto com o mínimo de intervenções.

Neste processo, a mulher participa, de forma ativa, de todo o movimento fisiológico do nascimento, desde a definição da acompanhante até a liberdade para caminhar, movimentar e sentar, além da escolha sobre a melhor posição e o local onde deseja ter seu bebê. O médico apenas observa e interfere tecnicamente, se necessário.

O parto humanizado oferece inúmeros benefícios como: apoio emocional, maior percepção do momento do parto, recuperação mais rápida, uma vez que não é necessário realizar cortes e nem aplicar anestesia. Além disso, a interação entre mãe e filho é imediata, haja vista que a amamentação ocorre no local onde o nascimento aconteceu.

As mulheres que querem optar por este tipo de parto, devem buscar orientações, conversar com quem já passou por este processo e saber se é realmente isso que ela deseja, afinal, como todo nascimento, também há desconfortos naturais do processo como dores, incômodos e medo.

Embora não seja muito divulgado pelos hospitais, o Parto Humanizado é um direito adquirido por lei e apregoado pela Organização Mundial de Saúde e pelo Ministério de Saúde. O médico ginecologista e obstetra, Dr. Alberto Guimarães, precursor do Programa “Parto Sem Medo”, esclarece alguns mitos e verdades que envolvem o procedimento:

1 – A recuperação do Parto Humanizado é melhor que os partos habituais? Verdade. A recuperação do parto humanizado é melhor do que o habitual. Em geral, não é realizada a episiotomia (técnica de corte na região do períneo para facilitar saída do bebê) e, portanto, a parturiente consegue sentar de maneira mais fácil, além de levantar e tomar banho. E ainda consegue amamentar mais rapidamente;

2 – O PH não é indicado para todas as gestantes? Mito. É indicado para todas as futuras mamães, desde que, durante o pré-natal e o acompanhamento da gestação, a mulher não tenha nenhum problema de saúde. Quando falamos em Parto Humanizado, a maioria das pessoas imagina que o método seja apenas um parto natural/normal.  Uma cesariana com indicação obstétrica também pode ser humanizada, isto é, algumas práticas podem ser incorporadas no sentido de se respeitar o contato da pele entre a mãe e o neném, além de procedimentos como o corte tardio do cordão, que podem fazer toda a diferença depois do nascimento.

3- É possível uma cesárea humanizada?Verdade. Muitos dizem que um Parto Humanizado é só aquele que se faz à moda antiga. Se trabalharmos o conceito de Parto Humanizado, a cesárea, desde que seja necessária, também pode ser realizada de forma humanizada. Deixar o marido acompanhar o procedimento e retirar aquele pano que separa a paciente do bebê, por exemplo, são medidas que podem ser tomadas em uma cesárea para deixá-la mais humana possível;

4- Existem tentativas para a proibição de doulas na hora do parto. Elas podem atrapalhar o evento? Mito.  Uma doula experiente torna-se “invisível” na sala de parto e garante que a mulher seja a protagonista absoluta do momento. A doula não tem nenhuma função clínica e sim, presta apoio emocional e físico à mulher;

Alberto Guimarães

Formado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis (RJ) e mestre pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), o médico atualmente encabeça a difusão do “Parto Sem Medo”, novo modelo de assistência à parturiente que realça o parto natural como um evento de máxima feminilidade, onde a mulher e o bebê devem ser os protagonistas. Atuou no cargo de gerente médico para humanização do parto e nascimento do Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim, CEJAM, em maternidades municipais de São Paulo e na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.


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Ricardo Callado17/03/20193min

Ação é estratégica para que a unidade aumente parque tecnológico e possibilite outras melhorias 

O governador em exercício do Distrito Federal, Paco Britto, firmou o compromisso do GDF com a construção de uma nova subestação de energia elétrica no Hospital de Base do DF (HBDF) para ampliar o parque tecnológico de equipamentos e reforçar o sistema de ar-condicionado, entre outros avanços que dependem de uma melhor eficiência energética.

A determinação foi feita após visita à unidade, neste sábado (16), guiada pelo diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IGESDF), Francisco Araújo, que expôs a necessidade de agilizar a ação com o envolvimento articulado de diversas áreas do governo para consolidar o projeto, em processo de aprovação na Caixa Econômica Federal. “Vamos mobilizar todos os setores que podem contribuir para acelerar a construção da subestação. É prioridade zero do governo”, anunciou Paco Britto, após visitar diversas áreas do hospital como o pronto-socorro e o refeitório.

Para ele, o IGESDF é salutar. “É a nossa solução para o Distrito Federal”, destacou. “Por isso, estou fazendo essa visita in loco. Está comprovada a melhora do atendimento com abastecimento de insumos e medicamentos, o que vai acontecer nas Unidades de Pronto Atendimento e Hospital Regional de Santa Maria.”

Francisco Araújo avalia como de extrema importância o compromisso assumido pelo governador de reforçar a central elétrica, porque permitirá uma sequência de investimentos. “Conseguiremos ampliar o número de leitos, procedimentos e resolução”, explicou.

O IGESDF é um dos grandes projetos do governo para melhorar a saúde pública, sendo fundamentado em controle público, autonomia administrativa e financeira, com regime próprio de compras, contratações e admissão de pessoal, execução de recursos de ensino e pesquisa, além da transparência com monitoramento e controle obrigatório. O contrato de gestão é baseado em diretrizes, indicadores, metas e plano de ação, construídos a partir de um diagnóstico situacional.

Também participaram da visita a esposa do governador em exercício, Ana Paula Hoff;  o diretor clínico do HBDF, Julio Cesar Ferreira; e o superintendente de administração, general Manoel Pafiadache, entre outras autoridades.


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Ricardo Callado15/03/20194min

Doença silenciosa nos olhos pode levar à cegueira sem o diagnóstico correto

É comum pessoas com ceratocone, doença que provoca deformidade e afinamento na córnea, desconhecerem ter o distúrbio, pois seus sintomas se confundem com os da miopia e do astigmatismo. A suspeita do ceratocone começa quando o paciente apresenta queixa de baixa visão e aumento progressivo do astigmatismo. A evolução da miopia muito rapidamente também é um forte indício. A doença é classificada em estágios inicial, moderado ou avançado e, sem o diagnóstico correto, pode levar à cegueira. Nos casos mais avançados, a única solução é o transplante de córnea.

De acordo com o oftalmologista Hilton Medeiros, da Clínica de Olhos Dr. João Eugenio, o diagnóstico definitivo desta patologia é feito com base nas características clínicas e com exames objetivos como a topografia corneana e a paquimetria ultrassônica. Segundo ele, as consultas de rotina ao oftalmologista são muito importantes, pois através delas é possível obter um diagnóstico precoce. “Atualmente, existem aparelhos capazes de detectar até estágios subclínicos, quando o paciente ainda não apresenta sintomas importantes”, esclarece.

Com o diagnóstico precoce é possível retardar a velocidade de progressão do ceratocone ou estabilizá-lo com o uso de óculos ou lentes de contato. Às vezes, mesmo com o uso de óculos e lentes é preciso fazer o crosslinking, uma técnica que consiste na ligação de colágeno da córnea com a riboflavina. O resultado deste processo é a criação de mais ligações no estroma, o que aumenta a resistência mecânica da córnea. Com isso, há menor chance de progressão do ceratocone.

Quando o ceratocone se encontra em estágio avançado, somente técnicas cirúrgicas resolvem,  como o implante de segmentos de anel corneano (anel intra-estromal) ou o transplante de córnea. No caso do implante, o procedimento pode ser realizado no ambulatório com anestesia local e oferece o benefício de ser reversível e potencialmente substituível, uma vez que não envolve a remoção de tecido ocular. No caso do transplante, a cirurgia dura em média 40 minutos, e como a córnea é um tecido sem vasos sanguíneos não há sangramento. Em virtude disso, os problemas de rejeição são menores.

A causa exata do ceratocone ainda permanece desconhecida. Porém sabe-se que há propensão genética e que alguns fatores externos atuam acelerando a progressão da doença, como traumas repetitivos durante o hábito de coçar os olhos cronicamente. Acredita-se também que a infecção por alguns vírus possa desencadear reações imunológicas capazes de estimular o distúrbio.


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Ricardo Callado14/03/201912min
  1. Quais as principais causas da calvície masculina? Como cada uma das causas provoca a queda?

 Por questões hormonais. Os homens possuem uma quantidade maior de hormônios masculinos, principalmente a testosterona. A princípio os fios ficam com aspecto ralo, apresentando um afinamento progressivo e a posterior queda. Os folículos capilares masculinos têm mais avidez pelo hormônio DHT que provoca a queda dos fios, consequentemente a incidência de calvície é maior.

  1. Porque os homens têm mais pré-disposição a calvície?

 A principal causa de calvície masculina é a alopecia androgenética, que é uma predisposição genética associada a um componente hormonal.

  1. Há como evitar ou retardar a calvície?

 Quando detectada no início a calvície pode ser retardada ou mesmo interrompida com o uso de medicações como vasodilatadores e bloqueadores hormonais, onde já existe a calvície somente o transplante capilar pode resolver, porém nas áreas onde só existe um afinamento dos fios, o processo pode ser retardado ou revertido.

  1. Como detectar se meu cabelo está caindo mais do que deveria?

 Em homens os primeiros sinais surgem na área frontal ou superior da cabeça. É perceptível o formato M na parte frontal, conhecido como “entradas” mais acentuadas nessa região. Além dessas regiões afetadas é possível notar o afinamento dos fios. A queda em forma de coroa (na parte superior da cabeça) também pode surgir. Hoje o paciente consegue ver com evidência os sinais da calvície por meio das fotos (selfie) o que facilita na busca por tratamentos ou implantes em estado inicial da queda capilar.

  

  1. A técnica mais usada é o micro transplante de fio a fio?

A técnica mais usada hoje é a FUE (Follicular Unit Extraction), em português (Extração de Unidades Foliculares). O procedimento consiste na remoção fio a fio diretamente da área doadora. Entre as vantagens podemos citar é a ausência de incisão (corte), sendo assim, não possui cicatriz.

 

  1. Quem pode fazer?

O transplante capilar é indicado a todos que possuem calvície, seja homem ou mulher, desde que haja uma boa área doadora.

  

  1. Passo a passo (desde anestesia até a sutura)

O transplante capilar é realizado da seguinte forma: primeiramente o paciente é encaminhado ao centro cirúrgico já com a área doadora e a área receptora previamente marcada, com o desenho da linha frontal já realizado. O paciente vai ficar de barriga para baixo na maca, devidamente monitorado o tempo todo durante a cirurgia, e vai receber uma anestesia local nesta região doadora. No caso da Técnica FUT, vai ser retirada uma faixa de couro cabeludo que tem em média uma largura de 1 a 2 centímetros e o cumprimento é variável em relação a circunferência da cabeça do paciente, mas geralmente ela vai da região da orelha esquerda até a direita. Posteriormente é realizada uma sutura que difere um pouco das suturas convencionais, ela é feita de uma forma para que no meio da cicatriz nasçam fios de cabelo no futuro, diminuindo um pouco a percepção da cicatriz, e assim ela fica coberta pelos fios remanescentes na parte de cima e de baixo, além de ter fios no meio da cicatriz.

Após isso o paciente é virado de barriga para cima, e recebe a anestesia local na área receptora, que é a área de calvície. Nós implantamos unidades foliculares uma a uma, seguindo um padrão de distribuição que é semelhante a de um couro cabeludo normal, sem calvície, ou seja, a linha frontal que será a nova frente do paciente irá receber unidades foliculares somente de um fio, distribuídas de uma forma irregular, mas um irregular já programado para que tenha sutileza e naturalidade no começo desta linha frontal. Posterior a esta linha, nós faremos uma área de alta densidade com unidades de dois fios, reconstruiremos o topete, que é a região central, com unidades de dois a três fios de cabelo e iremos distribuindo as unidades maiores, de três e quatro fios, conforme vamos percorrendo o escalpe em direção à coroa.

Uma vez terminado este processo, o transplante capilar está completo e o paciente irá receber um pequeno curativo, uma faixa pegando somente a região doadora, então os fios transplantados não receberão curativo nenhum e no outro dia o paciente retorna à clínica para a remoção deste curativo da área doadora e também para fazer a primeira lavagem deste couro cabeludo com a equipe, que vai demonstrar como ele deve realizar estas próximas lavagens, mesmo sendo um processo bem simples. O paciente será medicado para que não haja dor, porém, este é um procedimento extremamente tranquilo do ponto de vista da dor e geralmente no segundo dia do pós-operatório o paciente já está sem dor, mesmo na ausência do uso de medicações.

Nos próximos três meses vai haver a queda do fio de cabelo, ficando somente o bulbo capilar inserido ali no couro cabeludo. Após estes 90 dias é que se iniciará este crescimento dos fios, com a média de um centímetro ao mês, sendo que em seis meses nós vamos ter em média 40 a 50% dos fios já crescendo, e nos nove meses 80% das unidades foliculares já geraram um novo fio e existe uma diferença muito grande em relação à calvície. Com 12 meses já temos a totalidade das unidades com seus fios formados, preenchendo a área de calvície do paciente.

  1. Quantas sessões são indicadas e intervalo entre elas

O número de sessões vai depender do grau de calvície e da qualidade área doadora, em calvícies iniciais ou médias geralmente uma sessão é suficiente. Com as técnicas combinadas que utilizamos hoje em dia podemos fazer 2 cirurgias em dias consecutivos e com isso o paciente não necessita mais aguardar entre uma sessão e outra que anteriormente eram necessários 1 ano de intervalo entre uma e outra cirurgia.

  1. Qual o resultado e quando aparece?

Nos próximos três meses vai haver a queda do fio de cabelo, ficando somente o bulbo capilar inserido ali no couro cabeludo. Após estes 90 dias é que se iniciará este crescimento dos fios, com a média de um centímetro ao mês, sendo que em seis meses nós vamos ter em média 40 a 50% dos fios já crescendo, e nos nove meses 80% das unidades foliculares já geraram um novo fio e existe uma diferença muito grande em relação à calvície. Com 12 meses já temos a totalidade das unidades com seus fios formados, preenchendo a área de calvície do paciente.

  1. Como é a manutenção? É necessária?

Como trata-se de cabelo do próprio paciente, nenhuma manutenção é necessária além dos cuidados normais que temos com os cabelos.

 

  1. Quais cuidados devo ter com os fios no pós-cirúrgico?

Os principais cuidados que o paciente deve ter no pós-operatório são principalmente em relação à higiene do local, a lavagem. Nós solicitamos que o paciente não entre direto na ducha, pelo menos nos primeiros sete dias, que ele utilize uma duchinha ou recipiente plástico para jogar água na cabeça e fazer lavagens diárias do couro cabeludo. Após o sexto dia, nós indicamos ao paciente a utilização de um óleo, para que as crostinhas que são formadas comecem a se desprender. Pedimos ao paciente que fez a cirurgia com a técnica FUT, que é a técnica que retira a faixa do couro cabeludo e tem sutura, que ele evite musculação e esporte de contato por 30 dias. E no caso da técnica FUE (fio a fio), o paciente pode voltar a musculação em sete dias, em ambas as técnicas nós autorizamos a realização de atividades aeróbicas após o sétimo dia, mas sempre pedimos que o paciente evite exposições solares, piscina, praia, por no mínimo sete dias também.

  1. Não ficará textura diferente? Posso tingi-los normalmente?

Por tratar-se dos cabelos do próprio indivíduo sendo transplantados, não haverá diferença entre os fios, e após 1 mês a tonalização já está liberada.


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Ricardo Callado13/03/20192min

Entre os dias 22 e 23 de março, acontece na capital federal, a Jornada Brasil Central de Mastologia.

O Congresso organizado pela Sociedade Brasileira de Mastologia, que acontece no Centro Internacional de Convenções do Brasil – CICB, reúne diversos especialistas renomados da área de saúde.

Entre eles, a médica oncologista Ludmila Thommen, que coordena umas das mesas redondas de debate no evento.

Junto à outros profissionais, a oncologista irá falar sobre o processo de imunoterapia aplicado ao câncer de mama.

Os temas do evento serão voltados especialmente para área de mastologia e oncologia.

A ideia é facilitar por meio de debates o entendimento dos profissionais quanto à importância das tecnologias e avanços do câncer em relação ao diagnóstico e, principalmente sobre a terapêutica, com o objetivo de personalizar e individualizar cada vez mais o tratamento do câncer de mama.

Saiba mais: http://www.sbmastologia.com.br/


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Ricardo Callado13/03/20192min

Evento gratuito faz parte da programação da Semana do Sono de 2019 e vai reunir especialistas na Praça central do shopping neste sábado (16).

O sono é um dos fatores essenciais para o envelhecimento saudável e pessoas que costumam dormir mal apresentam uma piora na qualidade geral de vida. Para chamar atenção sobre o assunto, o Pátio Brasil recebe neste sábado (16) um encontro com especialistas sobre o tema. Entre às 10h e 14h, na Praça Central, o público poderá participar de um bate papo, além de jogos interativos que explicam a importância da qualidade e da quantidade do sono para a saúde humana.

O evento é uma parceria com Associação Brasileira do Sono (ABS) como parte da programação da Semana do Sono deste ano, que acontece entre os dias 11 e 17 de março em todo o Brasil. O principal objetivo da campanha é sensibilizar ainda mais pessoas e contribuir para o envelhecimento saudável dos brasileiros.

Segundo a ABS, fatores como estresse, uso de medicamentos, consumo elevado de álcool ou cafeína e falta de atividade físicas podem contribuir para o desenvolvimento de potenciais distúrbios do sono. O transtorno mais comum entre os brasileiros é a insônia, que atinge mais de 30% da população.


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Ricardo Callado13/03/201910min

Doença renal crônica pode causar de desequilíbrio no metabolismo à paralisação total dos rins 

A doença renal crônica é uma patologia que afeta diretamente o funcionamento adequado dos rins, e seu avanço aponta para um cenário preocupante no Brasil. De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), o número de pacientes chegou à 122 mil no ano de 2017¹, e estima-se que este problema atinja 10% da população mundial².

A doença afeta o funcionamento correto dos rins, onde ocorre uma perda súbita da capacidade de filtrar resíduos, sais e líquidos do sangue. “A partir do momento que perdemos essa capacidade de filtragem, os resíduos podem chegar a níveis perigosos e afetar a composição química do sangue, gerando desequilíbrio no órgão”, explica o Dr. Paulo César Ayroza Galvão, nefrologista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, que esclarece também, as causas desse problema. “Esse tipo de doença acontece quando temos algum distúrbio ou condição que prejudica a função renal, entre elas, podemos citar: lesão ou traumas aos rins, uso de determinados medicamentos, e o diabetes tipo 1 e 2, que junto com a hipertensão, se mostram como as principais causas da doença renal crônica”, finaliza o especialista.

Além de entendermos o que é a doença renal e suas causas, é fundamental termos noção dos sintomas que se apresentam como indicativos da doença, sendo eles: diminuição da produção de urina, retenção de líquido, sonolência, falta de apetite, falta de ar, fadiga, confusão, náusea e vômitos, convulsões ou coma, em casos graves, dor ou pressão no peito³.

Você sabe o que é hiperpotassemia? 

Entre tantas complicações, uma que merece a nossa atenção é a hiperpotassemia, que é o acúmulo de potássio no sangue, capaz de causar problemas graves no funcionamento do organismo e apresentar sintomas como náuseas, fraqueza muscular e alterações no ritmo do coração. Existem dois fatores que podem levar ao aumento de potássio no sangue: a diminuição do trabalho renal, que leva ao acúmulo de potássio, e a eliminação irregular de nutrientes presentes dentro das células4, além do uso de algumas medicações.

Em geral, a hiperpotassemia está relacionada a situações como: redução da eliminação da urina, suplementos de potássio, lesões ou traumas físicos, doenças renais e uso de alguma medicações. O especialista explica a importância de entender a hiperpotassemia como uma doença crônica. “A doença se apresenta em três diferentes graus: leve, moderado e grave. Eles podem ser avaliados a partir de exames de sangue. O grau leve é o mais fácil de ser tratado, porém, quando falamos do grau moderado e grave, o quadro é mais delicado e exige um monitoramento do coração para evitar possíveis paradas cardíacas causadas pelo excesso de potássio” destaca o Dr. Paulo Ayroza.

Diabetes: um fator de risco

De acordo com o Dr. Paulo Ayroza, a doença renal pode se apresentar como umas das complicações do diabetes mal controlado. “Os pacientes que têm diabetes devem, além dos cuidados com a doença, estar atentos ao sinais e sintomas de algum tipo de disfunção renal, que pode ocorrer em pacientes com dificuldade em controlar o nível glicêmico e seguir corretamente o tratamento”, explica o especialista. Outro ponto reforçado pelo especialista trata sobre a relação médico-paciente. “A partir do diagnóstico do DM2, os pacientes devem buscar um contato próximo ao médico, tirar todas as dúvidas e encaixar o tratamento dentro da sua rotina. Por parte do médico, investigar e acompanhar a função renal, com a medição dos níveis de de creatinina e albuminúria, é essencial para evitar complicações mais graves. Em alguns casos os pacientes podem até mesmo sofrer com a nefropatia diabética. Por isso, não devemos negligenciar essa doença”, destaca o especialista.

A nefropatia diabética é uma alteração nos vasos sanguíneos dos rins, levando à perda de proteína por meio da urina. Essa é uma complicação que causa uma redução lenta na função de filtragem das substâncias pelos rins, e pode levar à paralisação total dos órgãos5.

 

Um problema urgente

 A conscientização por meio da informação é um caminho importante para a melhora do panorama das doenças renais no Brasil. “Enfrentamos um cenário desafiador, e acreditamos que a busca pela conscientização e gravidade da doença renal e complicações associadas, como a hiperpotassemia, é essencial para que o paciente, seja ele portador de doença renal, diabetes, ou até mesmo doenças cardiovasculares, assuma o protagonismo do seu tratamento” afirma Maria Augusta Bernardini, Diretora Médica da AstraZeneca.

Referências

  1. http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-06/pacientes-com-doenca-renal-cronica-triplicam-em-16-anos-no-brasil
  2. http://www.brasil.gov.br/noticias/saude/2015/03/doenca-renal-cronica-atinge-10-da-populacao-mundial
  3. https://sbn.org.br/publico/doencas-comuns/insuficiencia-renal-aguda/
  4. https://minutosaudavel.com.br/hipercalemia/#fatores
  5. https://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-nefropatia-diabetica/

Sobre a AstraZeneca

A AstraZeneca é uma empresa biofarmacêutica global, voltada para inovação, com foco principal na descoberta, desenvolvimento e na comercialização de medicamentos de prescrição, principalmente para o tratamento de doenças em três principais linhas terapêuticas – Oncologia, Doenças Cardiovasculares, Renais & Metabólicas e Respiratória. A companhia também atua nas áreas autoimunidade e neurociência. A AstraZeneca opera em mais de 100 países e seus medicamentos inovadores são usados por milhões de pacientes em todo o mundo. Para mais informações acesse: www.astrazeneca.com.br


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Ricardo Callado07/03/20194min

Além de prevenir o problema, consumo da bebida traz diversos benefícios para as mulheres

De acordo com estudo publicado pela Universidade de Poznan, na Polônia, em 2018, a substância resveratrol, encontrada no vinho tinto, possui potencial para auxiliar no equilíbrio hormonal de mulheres com Síndrome do Ovário Policístico (SOP). Este composto encontrado também em cascas de uvas e nozes é conhecido por possuir propriedades anti-inflamatórias importantes para o organismo.

Hoje em dia, as mulheres estão ganhando mais força dentro do mercado dos vinhos. Entre os pontos positivos gerados pelo seu consumo moderado, a SOP se destaca por ser tratada de forma natural, indo além dos receituários do ginecologista. A bebida também melhora a saúde do coração, diminui o risco de diabetes, previne a doença de Alzheimer, reduz sintomas da depressão e também retarda o crescimento das células de alguns tumores, como o de mama.

Com a expansão do público feminino dentro desta área, o Brasil – e também o restante do mundo – está cada vez mais propenso a acolher a voz das mulheres dentro de degustações, palestras e estudos acerca do tema.

“Cada vez mais, elas querem ter a autonomia de entender e escolher o próprio vinho. Percebemos que o ‘clichê’ de que as mulheres tomam apenas roses ou vinhos mais leves acabou. Hoje, elas são as que mais procuram vinhos potentes, como um Malbec”, conta Vitor Lago, sommelier da GB Vinhos, importadora brasiliense.

A revista Food Quality and Preference apontou, ainda, no ano passado, que as mulheres possuem um paladar mais aguçado para distinguir sabores, algo que, normalmente, os homens não conseguem facilmente.

No Distrito Federal, o especialista da GB Vinhos pontua que o público de 28 a 35 anos, atualmente, está se interessando mais pelo consumo de vinhos e pela enologia em si. Entre os mais frequentes, as mulheres ganham destaque neste quesito.

Dia Internacional da Mulher – Comemorada nesta sexta-feira (8), a ocasião é perfeita para fortalecer a presença da mulher dentro do mercado de vinhos. Com diversas opções para escolher como presente, alguns rótulos já entraram para a lista dos “queridinhos”.

“Os vinhos Lagares de Penalva e Kauzo são rótulos bastante procurados por elas. São fáceis de tomar e, para os iniciantes, são uma ótima forma de entrar no mundo dos vinhos. É interessante observar que as mulheres, no geral, tendem a procurar vinhos com personalidade e fogem da ideia de que tomam vinhos leves ou roses”, acrescenta o sommelier.

Sobre o GB Vinhos – Brasília é, hoje, um dos principais mercados de vinho do Brasil. O início da GB Vinhos se deu juntamente com os primeiros passos da capital neste mercado. A empresa foi responsável por criar grandes eventos, como a Wine ’n Music, WineSet e a organização de uma das maiores feiras de vinhos nacionais, a Vinum Brasilis. O projeto é uma parceria dos empresários Guto Jabour, Luiza Melo e Maria Eduarda Mendes.



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Aos 14 anos, o Blog do Callado é um veículo consolidado, admirado por seus leitores e em sintonia com o público alvo: a população brasiliense. O blog é um site de opiniões e notícias com atualização diária, sem cunho ideológico. Dedica-se a oferecer aprimoramento da informação, com uma audiência qualificada.


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