Arquivos Empreendedorismo - Blog do Callado

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Ricardo Callado06/11/20184min

Composto por nove módulos, curso, inédito na capital federal, abrange desde a análise de franqueabilidade do negócio à manutenção de um bom relacionamento com a rede

O franchising, setor resiliente, mostra-se como uma alternativa para quem quer ter o próprio negócio e, mesmo diante da instabilidade econômica, é um dos setores que mais cresce e gera empregos no País. Atuando em prol do desenvolvimento do sistema, a Associação Brasileira de Franchising (ABF), por meio da Regional Centro-Oeste, promove, pela primeira vez em Brasília, entre os dias 26 de novembro e 6 de dezembro, o Programa de Capacitação em Franchising (PCF). O curso é dirigido aos interessados em investir, obter um conhecimento profundo e se capacitar profissionalmente em franchising.

Composto por nove módulos com duração de 8 horas/dia, o PCF detalha como franquear uma marca, abordando desde a análise de franqueabilidade do negócio até as estratégias para manutenção do bom relacionamento com a rede. Durante a atividade, marcas associadas apresentam seus casos práticos a respeito dos temas tratados e no último módulo, os participantes irão realizar uma visita técnica a uma franqueadora de referência no mercado.

De acordo com diretora regional da ABF no Centro-Oeste, Claudia Vobeto, o objetivo do curso é capacitar os participantes a atuarem no sistema, que tem muitas especificidades. O programa é voltado tanto para potenciais franqueadores quanto para executivos que querem atuar em empresas franqueadoras, ou aumentar a sua qualificação ou empregabilidade. “O curso é dinâmico, uma grande oportunidade para se aprofundar e se integrar aos assuntos relacionados ao franchising. Os participantes recebem capacitação nos principais pontos estratégicos para o sucesso do negócio”, destaca.

Para mais informações e inscrições acesse:

https://abfeducacao.portaldofranchising.com.br/curso-pcf-brasilia-mod-1-analise-de-franqueabilidade-aspectos-mercadologicos ou entre em contato por e-mail: cursos@abf.com.br, ou pelo telefone (11) 3020-8801.

Serviço:

Programa de Capacitação em Franchising – Brasília

Período: De 26 de novembro a 6 de dezembro de 2018

Horário: 9h00 às 18h00

Local: SQN, QUADRA 515 BLOCO C LOTE 32 – Asa Norte, Brasília – DF

Inscrições: https://abfeducacao.portaldofranchising.com.br/curso-pcf-brasilia-mod-1-analise-de-franqueabilidade-aspectos-mercadologicos


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Ricardo Callado26/10/201822min

Falta pouco para a maior celebração do cooperativismo brasileiro. A entrega do Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano, promovido pelo Sistema OCB, ocorre na próxima terça-feira, 30 de outubro, em Brasília. Ao todo, 21 cooperativas foram selecionadas como finalistas. A classificação será conhecida durante a cerimônia, que também reunirá lideranças cooperativistas, autoridades políticas e outros parceiros do movimento.

A 11ª edição do Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano tem o objetivo de reconhecer as boas práticas das cooperativas voltadas aos seus cooperados e com amplos resultados socias nas comunidades onde estão inseridas. A seleção é dividida em sete categorias: Comunicação e Difusão do Cooperativismo, Cooperativa Cidadã, Cooperjovem, Desenvolvimento Sustentável, Fidelização, Inovação e Tecnologia e Intercooperação.

“O cooperativismo é movido pela união das pessoas que se juntam em torno de um mesmo objetivo. Esse é o diferencial do nosso modelo de negócio, que atua de forma consciente e sustentável para o desenvolvimento social. Todos os projetos que concorrem ao Prêmio SomosCoop trazem impactos positivos para a sociedade como um todo”, afirma o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Os jurados analisaram 437 projetos de 267 cooperativas de 20 estados brasileiros, o que representa um aumento de 25% do número de inscrições em relação à última edição. Dos 13 ramos que englobam o movimento cooperativista do país, destacam-se projetos ligados ao agropecuário, crédito, saúde e trabalho. Minas Gerais e Santa Catarina lideram a participação por estados.

Prêmio SomosCoop – Melhores do ano
Data: terça-feira, 30 de outubro de 2018

Horário: 19h
Local: AMBR – Associação Médica de Brasília.
Endereço: Setor de Clubes Esportivos, Trecho 3, Brasília/DF

CONFIRA AS FINALISTAS:

As cooperativas estão descritas por ordem alfabética em cada categoria:

 

COMUNICAÇÃO E DIFUSÃO DO COOPERATIVISMO

Ailos (SC): Mudança na estratégia de marca do Sistema Ailos.

Para ter uma marca forte, a cooperativa de crédito investiu em comunicação para facilitar o entendimento da atuação do Sistema Cecred. A mudança para Ailos atendeu ao propósito de transformar a vida das pessoas por meio da economia colaborativa. O nome original Ayllus se refere a um povoado Inca que tinha o hábito de compartilhar tudo entre si, desde ferramentas de trabalho até alimentos produzidos na agricultura.

 

Colégio CEM (SC): Vivenciando a cultura cooperativista na minicidade cooperativista.

O projeto nasceu da necessidade de promover o engajamento entre os associados com base nos valores e princípios do cooperativismo. Muitos sócios do colégio se demitiram e o negócio estava em declínio. Diante dessa crise, foi criado o Programa de Ensino Cooperativo, referência para vários educandários da região de Concórdia (SC) devido à metodologia pedagógica diferenciada e inovadora que incorporou os valores e os princípios do cooperativismo na prática de aprendizagem. Assim, a escola criou a Minicidade Cooperativista e agregou valor à cooperativa de trabalho Magna, responsável pelo Colégio CEM.

 

Coopeafa (PE): Promoção do cooperativismo na agricultura familiar.

A cooperativa optou por um projeto que valoriza a produção de orgânicos por meio da agricultura familiar, melhorando a qualificação dos profissionais e das técnicas sustentáveis. Os agricultores aperfeiçoaram a plantação e aprenderam a definir preços mais compatíveis de acordo com o processo de produção diferenciada.  Com isso, os cooperados passaram a comercializar seus produtos de forma mais justa e rentável. Todos os cooperados estão envolvidos no PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) e o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar).

 

COOPERATIVA CIDADÃ

Sicoob Carlos Chagas (MG): Projeto Sicoob de olho no futuro.

O projeto atendeu 6.429 alunos, com até 10 anos, de 54 escolas da rede pública de ensino, em seis municípios, da zona rural e urbana, de Minas Gerais (Carlos Chagas, Pavão, Águas Formosas, Machacalis, Santa Helena de Minas e Bertópolis). O objetivo foi melhorar a saúde visual e, consequentemente, a condição de aprendizado escolar. Do total de crianças, 1.495 foram encaminhadas a especialistas que diagnosticaram em 302 delas a necessidade do uso dos óculos, adquiridos pela cooperativa. As secretarias municipais de saúde e de educação foram parceiras do projeto.

 

Sicredi Vale do São Francisco (PE): Camerata Sicredi Vale do São Francisco.

Promover a reintegração social de menores infratores da Funase Casa Petrolina (PE) por meio da música. Esse foi o objetivo do projeto que proporcionou uma visão mais integradora para os jovens em si a partir dos princípios do cooperativismo. A cooperativa comprou os instrumentos usados pelos jovens, tanto nas aulas quanto nas apresentações. Além do apelo emocional da música, a iniciativa aumentou a autoestima, a disciplina e as chances de um futuro mais promissor para os jovens.

 

Unimed Brusque (SC): Programa viver bem na escola.

O aumento de casos de gravidez entre adolescentes na escola Francisco de Araújo Brusque e os registros crescentes de HIV/Aids entre o público feminino no município foram decisivos para o lançamento do projeto de educação sexual. A iniciativa incluiu palestras, elaboração de apostilas, consultas médicas ginecológicas e eventos específicos sobre o tema. Com o resultado, houve interesse de aplicar a mesma metodologia com público masculino. Em dois anos, o número de adolescentes grávidas foi reduzido em 80%.

 

COOPERJOVEM

Sicoob Creditapiranga SC/RS (SC): Cooperjovem

O projeto envolve 1.480 alunos do Ensino Fundamental de nove escolas parceiras, em três municípios de Santa Catarina, na área de atuação da cooperativa, Itapiranga, São João do Oeste e Tunápolis. Havia um cenário de dificuldade de convivência, falta de tolerância e de respeito mútuo. Foi possível capacitar e motivar os professores para adoção de novas práticas pedagógicas que permitiram o aprimoramento de temas como a leitura e a escrita. Uma das medidas foi a criação de novos ambientes físicos, pois muitas escolas não tinham áreas onde as atividades pudessem ser desenvolvidas.

 

Sicoob Fluminense (RJ): Cooperjovem

Depois da implementação do programa, há dois anos, a comunidade escolar atendida passou a ter uma visão mais integrada de direitos voltados para ações coletivas que envolvem escola, família e comunidade. Os educadores têm vivência do trabalho coletivo e educacionais pautados pela cultura do cooperativismo, influenciando positivamente os jovens envolvidos. O projeto atendeu mais de 16 mil alunos e 167 professores.

 

Sicredi União MS/TO (MS): Cooperjovem

Drogas, violência e desemprego eram problemas frequentes no cotidiano da comunidade da escola municipal Prof. Fauze Scaff Gattass Filho. Por meio de práticas pedagógicas, baseadas nos princípios e valores do cooperativismo, foi possível desenvolver ações para melhorar as habilidades e atitudes dos jovens, fortalecendo vínculos com a comunidade. A escola tornou-se referência no município de Campo Grande a partir da transformação ocorrida por meio do programa Cooperjovem.

 

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Cocamar (PR): Fios sustentáveis e moda consciente

O projeto incentiva a produção de fios fabricados com material reciclável como PET, algodão com certificação BCI (Better Cotton Initiative*) e cortes de tecidos desfibrados. A cooperativa estabeleceu como meta a redução do impacto das embalagens PET colocadas no mercado com a venda do óleo de soja. Ao mesmo tempo em que impulsiona o consumo consciente a partir de uma prática sustentável, a proposta reduz os impactos sociais e econômicos, fortalecendo a economia circular. A iniciativa também estimula a participação feminina na atividade têxtil.

(*) A BCI é uma organização sem fins lucrativos, criada em 2005, com sede em Genebra, Suíça. O objetivo é melhorar a produção mundial do algodão tanto para aqueles que o produzem quanto para o meio em que é cultivado, baseado em uma cadeia produtiva sustentável. 

 

Coonap (PB): Dessalinizador solar de baixo custo

Centro e cinquenta pessoas de 37 famílias de agricultores, da região do semiárido da Paraíba, foram atendidas com o projeto para abastecimento de água potável por meio de dessalinização de água salobra. Além de melhorar a segurança hídrica, a iniciativa proporcionou vários benefícios socioeconômicos e ambientais. Do total de 300 litros de água produzidos por dia, cada dessalinizador alcançou a média diária de 10,7 litros de água potável, o suficiente para atender os requisitos da ONU, que estabelece a ingestão mínima e individual de dois litros de água potável diariamente. Com baixo custo de implantação e manutenção, a tecnologia é de fácil aprendizagem.

 

Coopatos (MG): Revitalização do córrego do limoeiro – estação ecológica coopatos e projeto recriar

O plantio de mudas nativas ao longo do córrego do Limoeiro e o reuso do efluente, tratado na estação de esgotamento sanitário, na irrigação promoveram a revitalização da mata ciliar tanto nas proximidades da nascente quanto ao longo do corpo hídrico da microbacia. Assim, o projeto atende a comunidade urbana e rural do município de Patos de Minas, situada na microbacia que pertence à bacia do Rio Paranaíba. Há quase uma década, a cooperativa promove o enriquecimento e manejo da flora com mudas nativas, totalizando mais de 2,3 mil mudas plantadas. As APP’s (áreas de preservação permanente) apresentam excelente adensamento e recuperação, com espécies em estágio médio a avançado de desenvolvimento.

 

FIDELIZAÇÃO

Coagru (PR): APP – Coagru “fidelização pela satisfação”

Um aplicativo para conectar os cooperados e criar um canal direto em tempo real com o objetivo de facilitar a interação entre os envolvidos no processo negocial. Com o projeto, os produtores começaram a utilizar o app como ferramenta para controlar as lavouras, granjas e também para o acompanhamento das colheitas e abastecimento de insumos. Também houve maior engajamento e participação dos cooperados em todos os eventos promovidos pela cooperativa, dentre eles, assembleias gerais e reuniões técnicas.

 

Languiru (RS): Inclusão social e produtiva no campo

O projeto tem o objetivo de oferecer suporte aos cooperados com pequena produção de leite, visando a sustentabilidade da propriedade e a fixação de jovens no campo, por meio do incremento de alternativas à pecuária leiteira. Assim, houve um redirecionamento para o desenvolvimento de novas frentes, como a produção de frutas, legumes, frangos e suínos em sistema integrado.

 

Unimed Federação Minas (MG): Programa de relacionamento com o cooperado

O projeto criou ações de relacionamento para aumentar a confiança, a admiração, a credibilidade e a proximidade com os cooperados. Houve uma percepção de que havia uma dedicação à operação do negócio que provocava distanciamento e falta de envolvimento. Esse cenário foi observado somente em unidades de grande porte, como Belo Horizonte e Juiz de Fora. O programa instituiu um calendário anual de atividades, incluindo campanhas publicitárias e outras ações de comunicação.

 

INOVAÇÃO E TECNOLOGIA

Coopeavi (ES): Condomínio avícola

Um novo modelo de negócio baseado na inovação e na tecnologia ofereceu aos cooperados a oportunidade de ampliar a produção de ovos de forma sustentável e de diversificar a atividade rural daqueles que atuam em outros segmentos como cafeicultura, hortaliças e bovinocultura de corte e de leite. Entre os resultados destacam-se o aumento do número de fornecedores no entreposto de ovos, redução de custos de classificação, aumento da comercialização e melhor relacionamento com o cliente final. Um código impresso diretamente no ovo possibilita ao consumidor checar a procedência do produto pelo site da cooperativa.

 

Sicoob Credigerais (MG): IFISI: incluindo vidas pela educação criativa.

O objetivo do projeto foi promover inclusão social no ensino de soluções de inovação e tecnologia para beneficiar crianças de baixa renda e em risco social, em fase de alfabetização, por meio da informática, impressão 3D e robótica de forma lúdica e de acordo com os princípios cooperativistas. Professores e outros profissionais voluntários atuam para a melhoria educacional com uma metodologia voltada para lógica de programação de maneira lúdica. Assim, os alunos aumentaram o rendimento escolar e passaram a compreender os valores do cooperativismo e conseguiram melhorar o relacionamento familiar.

 

Unimed Vitória (ES): Inovação nas condutas da atenção integral à saúde prestadas às gestantes

Os investimentos em tecnologia da informação e comunicação em saúde possibilitaram a implementação de um modelo de atenção à saúde de gestantes, por meio de uma central de teleatendimento. Com a iniciativa, 2.527 mulheres que participaram do Programa Viver Gestante em 2017 tiveram mais de 70% do cumprimento do cuidado perfeito preconizado pelo Ministério da Saúde, que inclui um conjunto de orientações médicas para a promoção da saúde da gestante, como exames laboratoriais e ultrassonografias.

 

INTERCOOPERAÇÃO

Coopatos (MG): Consórcio cooperativo

A ideia do projeto foi unir forças de sete consorciadas que atuam nos segmentos de café, leite e serviços. O empreendimento visa criar e manter vantagens competitivas por meio da otimização de custos, especialização profissional e sinergia com parceiros que possuem algum diferencial no mercado. Assim, nos últimos quatro anos, a Central de Compras do CCGC registrou um aumento de movimento de R$ 600 milhões para R$ 870 milhões. As compras para as associadas incluem diversos segmentos como transporte e logística, medicamentos, nutrição animal e ferragens.

 

Fecoagro (SC): Central de compras Fecoagro

Onze cooperativas se juntaram para comprar seus insumos de forma cooperada e, assim, otimizaram recursos, formando escalas e encadeamento. A iniciativa possibilitou negócios mais vantajosos, gerando economia para os cooperados. A evolução do projeto se deu com a implantação de um centro de distribuição, onde é possível adquirir produtos diretamente as indústrias, receber e distribuir para as cooperativas. Também foi iniciado o projeto Horta Santa, no qual os cooperados cultivam hortaliças e atendem parte das demandas das cooperativas.

 

Rede Alternativa (DF): Escritório de gestão e comercialização em rede: desenvolvimento das cooperativas de catadores do distrito federal e entorno

O projeto se constituiu pelo objetivo de estruturar e desenvolver o empreendimento de catadores filiados à cooperativa, oferecendo auxílio na gestão, logística e comercialização em rede de resíduos sólidos recicláveis para indústrias compradoras do país. A iniciativa aumentou a autoestima dos catadores e ampliou as oportunidades de negócio ao possibilitar a venda conjunta e direta para indústrias diante do volume acumulado entre os participantes. Além disso, a nova gestão permitiu o acompanhamento dos contratos e de ações das cooperativas, organizando-as junto ao poder público e inserindo-as em outros projetos com mais transparência.

 

Sobre o Sistema OCB

Somos um Sistema composto por três instituições: OCB, Sescoop e CNCoop. Temos uma unidade em cada estado do Brasil e, também, no Distrito Federal. Nosso papel? Trabalhar pelo fortalecimento do cooperativismo brasileiro. A OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) cuida da representação institucional junto aos Três Poderes. O Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo) é responsável pelas ações de desenvolvimento das cooperativas, cooperados e empregados, com foco em formação profissional, promoção social e monitoramento. E a CNCoop (Confederação Nacional das Cooperativas) completa o tripé, com a representação sindical patronal do movimento. Focos distintos e complementares, que fazem a soma dessas forças resultarem na potencialização de um setor essencial para a economia e a sociedade brasileiras.

www.somoscooperativismo.coop.br


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Ricardo Callado04/10/20187min

Universitários fomentam o ecossistema empreendedor ao mesmo tempo em que impulsionam ideias inovadoras e integram a academia ao mercado de trabalho

O Movimento Empresa Júnior (MEJ) chegou ao Brasil há 30 anos, vindo da França, onde jovens universitários se reuniam em empresas juniores (EJs) com o objetivo de aplicar o conhecimento teórico na prática, dentro da universidade. Atualmente, o MEJ é presente mundialmente, formando uma rede de colaboração entre jovens acadêmicos e empreendedores que trocam suas experiências pessoais sobre o ecossistema empreendedor estudantil.

O empreendedorismo jovem no ambiente acadêmico nasce dentro dessas empresas, que são associações sem fins lucrativos, com seus espaços físicos dentro da universidade, formadas e geridas por alunos de cursos de graduação. Fomentando o aprendizado prático do aluno, as EJs integram o mercado profissional ao ambiente de ensino, oferecendo seus serviços, de acordo com o curso de graduação a qual pertencem. Dessa maneira, as empresas contratantes não têm despesas financeiras com os serviços e ainda obtém produtos inovadores, de dentro do ambiente de ensino, que está a todo momento se renovando e pensando em novos produtos.

O movimento no DF – Segundo o MEJ, o Brasil é o país que possui o maior número de empresas juniores do mundo, com 1.200 cadastradas. No DF, a Concentro – Federação de Empresas Juniores do Distrito Federal, representa o movimento, em busca de expansão, oferecendo suporte às empresas locais.

Luiz Filipe Guerra, diretor de Relacionamento da Concentro, aponta que, para uma EJ alcançar o sucesso, é preciso haver compreensão sobre o mercado em que ela está inserida, por meio de uma pesquisa de mercado, por exemplo, que irá mostrar se o produto desenvolvido pela empresa interessa a seu público alvo.

O time da EJ deve conter pessoas envolvidas de fato com o projeto, que sintam afeição e forte engajamento com a causa. “Por fim, mas não menos importante, não podemos esquecer da estruturação da empresa, o mapeamento de seus processos e sempre registrar tudo, permitindo que todos os envolvidos tenham acesso à situação da empresa”, afirma Guerra.

Preparação para a vida real – Para Eduardo Gay, gerente de projetos da Fundação Assis Chateaubriand, que tem o programa Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores, as empresas juniores têm papel importante no ecossistema empreendedor, pois ampliam a visão empreendedora dos jovens e os preparam para muitas situações que irão enfrentar, tanto como empreendedores de seus próprios negócios ou como empreendedores corporativos. “Esse período de preparação e contato com o mercado pode fazer com que o estudante consolide sua ideia já existente ou que ele desenvolva uma ideia inovadora, disruptiva e que gere impacto”, observa Eduardo.

Nessa junção dos ambientes estudantil e profissional, ressalta Eduardo, a Comunidade Ei – que oferece cursos, workshops e palestras para o ecossistema – se aproxima do movimento de empresas juniores, em parceria na área de comunicação com uma empresa da Universidade de Brasília e com a Concentro, apoiando ações inovadoras. Eduardo acredita que essas colaborações contribuem para o impulsionamento do empreendedorismo na capital federal. “Tudo isso demonstra que esse tipo de conexão está no DNA da nossa comunidade”, finaliza.

Desmistificando a ferramenta Canvas para a concepção de projetos empreendedores – Nesta sexta-feira (5/10) e sábado (6/10), a Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores realiza um curso de canvas, ferramenta que possibilita a concepção de projetos de maneira 100% visual, colaborativa e participativa.

Para ministrar o workshop, a Ei convidou o especialista em Project Management pela George Washington University/ESI, Wankes Leandro, que ensinará os participantes a elaborarem o Canvas de um projeto consistente, de forma simples e prática, descomplicando o processo. Ao final das duas aulas, os participantes receberão certificação como Experts em Canvas, pela Brasília School of Business.

Veja o conteúdo do curso:

  • Conceitos fundamentais de projetos;
  • Apresentação do Canvas de projeto;
  • Relação entre o Canvas de projeto e o Canvas de negócio;
  • Definição do objetivo, justificativa e benefícios dos projetos;
  • Identificação das partes interessadas e dos riscos de um projeto;
  • Delimitação do escopo, não escopo, premissas e restrições do projeto;
  • Definição das entregas, datas e orçamento do projeto;
  • Dicas para preenchimento do Canvas: encaixe estratégico, coerência e consistência do projeto (técnica MECE – Mutuamente Excludente, Coletivamente Exaustivo).

As inscrições para o curso são limitadas e podem ser feitas pelo site www.ei.org.br  no menu “Agenda”.


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Ricardo Callado17/09/20187min

O projeto tem o objetivo de capacitar mulheres e incentivar o empreendedorismo feminino. Serão realizados workshops, talk shows, palestras e oficinas com vivências e dinâmicas

Ser empreendedora é o sonho de muitas mulheres, mas as instabilidades, o preconceito, os medos e incertezas impedem muitas de transformarem o desejo em realidade. Pensando nisso, a BPW BRASÍLIA-DF (Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais) inicia, no próximo dia 20 de setembro, o projeto Academia Mulher Empreendedora, que vai contar a expertise de grandes profissionais, referências de empreendedorismo no país. A estreia da ação vai contar com a palestra “Você: onde e como deixar sua marca”, da diretora de Operações da Brasília School of Business, Cleoní Tomazella. O evento é gratuito e será realizado na Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), entre 19h e 22h.

Durante o painel, Cleoní vai contar a trajetória dela que começou como empregada doméstica e enfrentou diversos desafios no mundo corporativo, por ser mulher, até se tornar uma grande executiva. Hoje ela é mestre em Gestão do Conhecimento e Tecnologia da Informação, professora de pós-graduação e palestrante. “Iniciar o Academia Mulher Empreendedora com a palestra da Cleoní é, sem dúvida, um privilégio”, destaca a presidente da BPW BRASÍLIA-DF, Cristina Melo. “Criamos o projeto com o objetivo de contar a história de mulheres que acreditam que sonhos podem ser realizados. Queremos descobrir o que existe de comum nas mulheres que se desenvolvem e alcançam o sucesso e que isso possa ser disseminado para mais e mais mulheres e que estas sigam o mesmo caminho formando uma rede de protagonistas de sucesso”, revela.

Além da história de vida, a palestrante vai explorar pontos primordiais para quem pretende empreender: planejamento, foco em resultado, persistência e resiliência. “De uma forma descontraída, mas direcionada, destaco a importância de ter metas e objetivos claros. Por ser uma história real, vivida por mim e que ainda está em processo de ascensão, ficará claro para quem estiver assistindo a palestra, que somos responsáveis e protagonistas da nossa própria história”, explica Cleoní Tomazella. Após a apresentação, os participantes poderão fazer perguntas à convidada, que responderá aos questionamentos.

A proposta do Academia Mulher Empreendedora é capacitar mulheres para o mercado e proporcionar o desenvolvimento de habilidades pessoais. Para isso, o objetivo é realizar palestras, talk shows, workshops e oficinas com vivências e dinâmicas, explorando temas como:  coaching, design thinking, criatividade, gestão financeira, liderança, empreendedorismo, ética, organização, mídias sociais, comunicação e marketing.  “Nosso país é riquíssimo de histórias de mulheres empreendedoras, que conseguiram desenvolver ações inovadoras e negócios ambiciosos. Temos o compromisso de tornar conhecidos esses projetos e, desta forma, motivar cada vez mais o empreendedorismo feminino”, ressalta a vice-presidente da BPW BRASÍLIA-DF, Marília Furlan.

O evento é gratuito e os interessados em participar podem se inscrever pelo link: https://www.sympla.com.br/academia-mulher-empreendedora__356647

Sobre a palestrante – Natural de Maringá/PR, Cleoní Tomazela é Formada em Administração de Empresas pela UNIPAR (Universidade Paranaense) e pós-graduada em Administração Financeira e Contábil; Marketing e Propaganda. MBA em Liderança e Coaching e formação clássica em PNL (Programação Neuro Linguística). Mestrado em Gestão do Conhecimento e Tecnologia da Informação, pela Universidade Católica de Brasília. Foi Executiva do Grupo Gerdau por mais de 15 anos. Hoje é Diretora da BSB (Brasilia School of Business) e professora nos cursos de pós-graduação da Unieuro (Centro Universitário Euroamericano), FGV (Fundação Getúlio Vargas), além de palestrante motivacional e em ferramentas de gestão.

 

Sobre a BPW – A Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais é uma Organização Não Governamental, apartidária, sem fins lucrativos. Da sigla em inglês, Business and Professional Women, a organização internacional conta com mais de 40 mil mulheres associadas em todo o mundo. Fundada na Suíça em 1930, pela Dra. Lena Madesin Philips, está presente em mais de 100 países, onde realiza projetos que fomentam o empreendedorismo, a capacitação de lideranças e implementam projetos de responsabilidade social para melhorar a qualidade de vida de mulheres e meninas em todo o mundo. A BPW tem representatividade em agências internacionais como a ONU, ECOSOC, CSW, OEA, OIT, participa de eventos públicos e privados, que discutem, apoiam e fiscalizam o desenvolvimento das políticas públicas para mulheres e cumprimento dos acordos internacionais.

Serviço

1ª edição Academia Mulher Empreendedora

Data e Horário: 20/09, entre 19h e 22h

Local: Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF): Setor Comercial Sul, Quadra 2

EVENTO GRATUITO

Inscrições: https://www.sympla.com.br/academia-mulher-empreendedora__356647

 


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Ricardo Callado03/09/20189min

Conheça o intraempreendedorismo, movimento que cresce entre funcionários públicos para levar inovação ao setor, com soluções criativas para a manutenção e desburocratização dos órgãos governamentais. E mais: saiba como se tornar um intraempreendedor

O atual cenário econômico tem contribuído para novas ideias empreendedoras entrarem em ebulição. Métodos criativos e inovadores tomam a vez inclusive no serviço público, onde funcionários passam a contribuir com soluções criativas para a manutenção e evolução dos órgãos governamentais.

Dessa maneira, o intraempreendedorismo cresce nesse setor, fazendo com que atitudes diferentes sejam aplicadas aos desafios do trabalho. Para Mariana Borges, uma das idealizadoras da Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores, da Fundação Assis Chateaubriand, esse movimento estimula a criatividade, a inovação e a colaboração, além de ser necessário para a renovação de organizações burocráticas.

“Os intraempreendedores são agentes de mudança e peças chaves na transformação da empresa ou órgão de dentro para fora. O maior desafio é mudar os paradigmas que os impedem de inovar e promover a disrupção em seus produtos e serviços”, acrescenta Mariana.

Compartilhando ideias intraempreendedoras – Sephora Lilian, servidora do Banco do Brasil há quase 20 anos, faz parte de um grupo chamado ETO. A sigla pode ser destrinchada como Estratégia Tática Operacional. Formado voluntariamente por vários funcionários com a mente voltada para pensar como conviver com o novo. O trabalho propõe inovação, integração e transformação cultural, debatendo o futuro do banco, com o objetivo de alcançar agilidade necessária tanto para os funcionários quanto para clientes.

Segundo Sephora, o grupo possui uma estrutura totalmente horizontal, sem nenhum tipo de hierarquia. A intenção é provocar reflexões e engajamento de funcionários para que mudem a realidade ao seu redor com pequenas atitudes. “Temos uma comunidade com mais de 1.600 pessoas, fazemos diversas palestras sobre inovação e futuro do trabalho, oficinas de Design Thinking e cursos online. Estimulamos o protagonismo e liderança circunstancial”, informa.

Sephora é também cofundadora do iGOV Brasília, movimento de funcionários públicos que promove o iGOVnights, encontros que contam com a troca de experiências de pessoas engajadas com o propósito de transformar o serviço público através da inovação.

7 passos para aplicar o intraempreendedorismo do setor público

Confira as dicas de Sephora Lilian para quem quer ser um intraempreendedor no serviço público.

Comece questionando:

  1. Você: meu comportamento ajuda outras pessoas a tentarem o novo ou a sugerirem novas ideias? Estou de fato atuando para inovar ou buscando o apoio dos outros para uma inovação? Como desenvolvo novas habilidades para melhorar o que estou fazendo? Qual a conexão com o que estou fazendo com a vida de alguém que está precisando desse serviço?
  1. Sistema: questione o sistema/processo. Será que esse processo faz sentido? Por que ele tem que ser feito dessa forma? Existe alguma forma mais rápida e eficiente de fazê-lo? Quem está sendo afetado/beneficiado por esse serviço?
  1. Experimentação: teste a mudança, comece com um processo simples, faça um protótipo e experimente, torne a ideia real e execute. Quando você materializa, é possível surgirem outros insights, e conhecer minimamente as consequências dessa nova ideia ou transformação, bem como as falhas que não foram identificadas. Lembre-se que as coisas darão errado. Haverá falhas durante o aprendizado em direção a uma inovação. Algumas ideias darão em nada. As pessoas tentarão coisas que não vão funcionar, então crie um ambiente para experimentar de forma segura, onde os erros serão discutidos e aprendidos, e não escondidos ou vistos como vergonhosos.
  1. Agregando valor: tente identificar por que isso tornará as coisas melhores. O que isso nos permitirá fazer? Como essa ideia irá contribuir para prioridades ou para o alcance de melhores resultados?
  1. Seja persistente: fazer mudanças não é fácil. Mudar o comportamento vai exigir que você saia da sua zona de conforto e possivelmente encontre resistência nos que estão ao seu redor, busque apoio de quem também está passando por isso.
  1. Ecossistema inovador: procure estar em ambientes de conexão, frequente eventos, palestras, conheça pessoas que estão inovando e amplie a sua rede. Aprenda com a expertise e com os erros dos outros. Seja curioso, pergunte, e compartilhe o que você descobriu e aprendeu.
  1. Seja proativo: diga sim ao invés de não. Dê o primeiro passo sem medo de errar e prefira pedir desculpas por ser proativo do que ficar aguardando alguém mandar você fazer alguma coisa. Tente colocar uma ideia em prática e se não der certo: tente de novo de uma nova maneira. Fazer > Dizer!

 

Sobre a Ei! – A Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores, da Fundação Assis Chateaubriand, é um ambiente de conexão, conhecimento e experiências inovadoras, que surgiu em agosto de 2017 para transformar empreendedores de dentro para fora. Nesta comunidade, acredita-se na força das conexões, no aprender fazendo, na criação coletiva, entre outros. Desde o ano passado, são realizados diversos eventos que reúnem pessoas que pensam diferente e acreditam no potencial inovador da cidade. A Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores está no Facebook, Instagram e Twitter, com o perfil @ComunidadeEi

 

Preparação completa para empreender – Além de compartilhar seu espaço com o ecossistema empreendedor de Brasília, a Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores oferece um curso de cinco meses que prepara o empreendedor para encarar o mercado de forma mais disruptiva e humana, por meio de técnicas, ferramentas e experiências para quem quer desenvolver uma ideia, abrir um negócio, transformar sua empresa, desenvolver uma startup ou inovar no mercado. Para mais informações, acesse www.ei.org.br ou mande um e-mail para comunidade@ei.org.br


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Ricardo Callado24/08/20181min

O presidente da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), Fernando Brites, formalizou com a Bazegio Consultoria parceria para criar oportunidades de capacitação para empresários e empreendedores do Distrito Federal.

O acordo ocorreu na sede da entidade, quando Brites recebeu os dirigentes da BAzeggio Consultoria, Evaldo Bazeggio e Lauri Martins, e a diretora da Engenho Comunicação, Kátia Cubel, que alinhavou a parceria.

A primeira ação conjunta ocorre ainda este mês. Nos dias 31 de agosto 1 de setembro, a Bazeggio irá realizar o treinamento Técnicas Aceleradas de Gestão – TAG, no auditório da ACDF, direcionado a empresários, empreendedores e profissionais liberais.

O curso é aberto ao público, mediante inscrição prévia e disponibilidade na turma. Nas matriculas, condições especiais de participação para os associados à ACDF.


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Ricardo Callado19/07/20185min

O empreendedorismo tem se adaptado aos novos tempos. A mudança do perfil empreendedor carrega um ideal de “faça você mesmo”, utilizando a criatividade para alcançar o sucesso do negócio próprio

O empreendedorismo tem se adaptado aos novos tempos, com suas novas regras e objetivos. A mudança do perfil empreendedor, de pessoa de negócios para um tipo mais flexível, que é capaz de se adaptar em momentos de crise, buscar parcerias e novas ideias, carrega muito, também, um ideal de “fazer você mesmo”, usar a criatividade, não terceirizar os serviços relacionados ao próprio empreendimento.

O “faça você mesmo”, ou DIY (do it yourself), se transformou em cultura maker com a chegada da internet e das tecnologias. Na cultura maker, pode-se utilizar não somente das próprias mãos ou criatividade, mas também de aparelhos como impressoras 3D, smartphones e cortadoras a laser para impulsionar uma ideia.

Segundo André Leal, sócio fundador da Brasília Fab Lab, uma rede mundial de laboratórios de fabricação digital, e facilitador da Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores, muitos aplicativos têm fortalecido esse movimento. “Os aplicativos para smartphones e plataformas online voltados para o movimento maker, por exemplo, têm auxiliado e acelerado o surgimento de negócios renovados para os dias atuais”, afirma o empresário da Fab Lab, criada pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), com o objetivo de facilitar a prototipagem de ideias, visando inovação e invenção.

Espaço maker

Nesse sentido, a Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores, da Fundação Assis Chateaubriand, acredita e estimula a cultura maker. A comunidade conta com um espaço maker, aberto aos empreendedores da Ei! e visitantes. O público poderá usufruir de vários equipamentos, como impressora 3D, cortadora laser, fresadora CNC e termoformadora e conhecer várias possibilidades de negócio com o mundo maker. O ambiente foca na criatividade e no uso de novas tecnologias, e visa disseminar o conhecimento por meio de bate-papos, palestras, workshops.

 Sobre a Ei! – A Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores é um ambiente de conexão, conhecimento e experiências inovadoras, que surgiu em agosto de 2017 para transformar empreendedores de dentro para fora. Nesta comunidade, acredita-se na força das conexões, no aprender fazendo, na criação coletiva, entre outros. Desde o ano passado, também são realizados diversos eventos que reúnem pessoas que pensam diferente e acreditam no potencial inovador da cidade. A Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores está no Facebook, Instagram e Twitter, com o perfil @ComunidadeEi

Preparação completa para empreender – Além de compartilhar seu espaço com o ecossistema empreendedor de Brasília, a Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores oferece um curso de cinco meses que prepara o empreendedor para encarar o mercado de forma mais disruptiva e humana, por meio de técnicas, ferramentas e experiências para quem quer desenvolver uma ideia, abrir um negócio, transformar sua empresa, desenvolver uma startup ou inovar no mercado.


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Ricardo Callado19/07/20183min

O Shopping CasaPark é, mais uma vez, o anfitrião do Archathon Brasília 2018, a maior competição de Arch&Design das Américas, cuja finalidade é revelar novos talentos nas áreas da arquitetura e do design de interiores. Idealizado pela Muuving, o workshop, realizado nos dias 19 e 20 de julho, fomenta a conexão entre jovens profissionais e grandes marcas.

Dessa vez, o evento contará com a participação da ONG Estruturando, que define o briefing do desafio. Os autores do melhor projeto serão premiados com uma viagem para Miami durante a “Miami Art Basel”, uma das maiores feiras de arte do mundo, em dezembro de 2018.

Nesta quinta-feira (19), os grupos terão cerca de 12 horas para concluir a missão que envolve elaborar um projeto de interiores com produtos dos parceiros do evento. Durante o workshop, os participantes também recebem a ajuda de mentores e profissionais renomados do mercado. A equipe de mentores dessa edição será composta pelos profissionais Walléria Teixeira, Roberto Carril, Fabrício Cardoso, Ângela Castilho, Karla Amaral e Rodrigo Biavatti.

Já na sexta-feira (20), os participantes farão uma apresentação de cinco minutos para a banca de jurados, formada por representantes de marcas, jornalistas e outros profissionais da área. Em seguida, os jurados se reunirão no auditório da Livraria Cultura para analisar os trabalhos e escolher os 12 finalistas.

SERVIÇO:

O que: CASACOR Archathon Brasília 2017

Quando: De 19 a 20 de julho de 2018

Onde: CasaPark (SGCV Sul lote 22)

Informações: contato@archathon.com.br / (11) 97282-5454

PROGRAMAÇÃO:

 19.7 | 8h às 20h | Workshop  

20.7 | 10h às 14h | Apresentações e Julgamento


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Ricardo Callado23/05/20187min

Inscrições abertas para evento promovido pela Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores da Fundação Assis Chateaubriand. Entre as convidadas para compartilhar experiências estão Cristina Roberto, Juliana Guimarães e Paula Andrade

Promover a troca de experiências e conexões entre pessoas do ecossistema de empreendedorismo de Brasília. Esta é a proposta do Ei! Explore, bate-papo promovido pela Fundação Assis Chateaubriand, que chega a sua 9ª edição. O encontro será nesta quinta-feira (24/5), das 19h30 às 21h30, no espaço da Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores, que fica no SIG Quadra 2 Lote 340. O tema desta vez é Mães empreendedoras, que será trazido pelas convidadas Cristina Roberto (Bom Demais Bistrô), Juliana Guimarães (55lab.co) e Paula Andrade (Startup Escola de Infância). Elas vão compartilhar os desafios de conciliar maternidade com os negócios. Para participar, é preciso se inscrever pelo link https://goo.gl/j9E2d9 . Os ingressos são colaborativos: os participantes definem o valor.

Com um chamado ao empreendedorismo e à inovação, a Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores, programa de educação empreendedora da Fundação Assis Chateaubriand, chega para preencher uma lacuna importante no mercado em Brasília. A proposta é ser um ponto de encontro do ecossistema brasiliense e transformar empreendedores de dentro para fora, com uma jornada de seis meses, que proporciona uma aceleração de pessoas e uma pré-aceleração de ideias e negócios, preparando-as para encarar o mercado de forma mais humana e disruptiva, com conexões e experiências necessárias para quem quer desenvolver uma ideia, uma startup, um negócio ou mesmo inovar no trabalho. As inscrições para os primeiros grupos, com início em 4 de junho e 3 de julho, devem ser feitas pelo site www.ei.org.br . Informações no site ou pelo e-mail ei@facbrasil.org.br

As convidadas do 9º Ei! Explore – Dona de um consagrado buffet na cidade, Cristina Roberto transformou o Jardim Botânico em um point dos brasilienses com seu Bistrô Bom Demais, que também faz sucesso no CCBB. Mãe de quatro filhos e avó de cinco netos, ela é empresária, produtora cultural e apaixonada por Brasília. Acompanha o crescimento da cidade, participou da evolução gastronômica local e virou referência.

Ju Guimarães é mãe do Pipo, do João e da Maria Beatriz, esposa do Fernando, empreendedora, consultora de negócios e dona de casa nas horas vagas. Especialista em Produtos, Marcas e Serviços e em Gestão de Negócios com foco em Sustentabilidade, é bacharel em Comunicação Social e, como co-founder, movimenta o cenário brasiliense de coworkings, com três espaços: 55Lab.Co, Nework e Kickoffee.

Faz pouco mais de 3 anos que a jornalista econômica Paula Andrade teve seu primeiro filho, Otávio. De lá pra cá, publicou 4 livros, usados em mais de 60 escolas do país, e está lançando este ano a primeira startup de curadoria de conteúdo técnico materno-infantil, a Escola da Infância. A ideia é ajudar famílias a estreitarem laços resolvendo problemas do cotidiano com apoio de profissionais especializados que acreditam na criação com afeto.

SERVIÇO:

O que: Ei Explore – Mães Empreendedoras, com a empresária e produtora cultural Cristina Roberto, a empreendedora e consultora de negócios Juliana Guimarães, e a jornalista, escritora e dona de startup Paula Andrade

Onde: No espaço da Comunidade Ei, que fica no SIG Quadra 2 Lote 340

Quando: Nesta quinta-feira (24/5), das 19h30 às 21h30

Como participar: É preciso se inscrever pelo link: https://goo.gl/j9E2d9 A proposta de ingressos é colaborativa: os participantes definem o valor e contribuem para a realização de mais eventos. Vagas limitadas.

Informações: ei@facbrasil.org.br


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Ricardo Callado03/05/20187min

Quando tudo pode dar errado, mas dá certo: cuidar do negócio, licença maternidade e a difícil tarefa para quem leva carreira a solo
*Por Talita Scotto

Empreender é um caminho muito solitário. É solitário para você se “auto motivar” diariamente, para a superação dessa jornada e principalmente para as decisões que terão de ser tomadas. Eu acreditava, mas pensava que em algum momento poderia dar errado. Não deu, mas sempre acho que pode dar. Achei que poderia dar errado quando chegasse o primeiro filho. Não deu. Empreendedores têm uma essência mais inquieta e esse ponto forte é, sem dúvida, um motor capaz de fazer a engrenagem funcionar – mesmo com um bebê no colo.

Vi meu projeto de TCC virar meu projeto de vida aos 22 anos de idade. E a maternidade acompanhou todo o processo sem precisar ser adiada. Essa história eu gosto de contar para você que, assim como eu, empreende solitária. Não tenha medo, pois é realmente possível unir as duas coisas. Casei aos 25 anos e engravidei a primeira vez aos 27. Perdi dois bebês e descobri a trombofilia, que me trouxe uma outra jornada: engravidar e continuar mantendo o foco. Depois de 333 injeções dei à luz uma menina – que chegou para completar a família e, claro, ensinar ainda mais a colocar as prioridades no lugar.

Fiz home-office desde que cheguei em casa com ela. Embora tivesse me estruturado internamente, há assuntos que só o dono é capaz de responder pelo seu negócio. E quem empreende sabe que se desconectar do negócio é difícil. Às vezes, aquele projeto que você tanto queria chega na hora mais conturbada da sua vida. E comigo não foi diferente. Vi novos clientes e projetos irrecusáveis chegarem quando ela tinha 45 dias de vida e aquela pessoa que você apostou para te cobrir sair da empresa. Me vi ali, aceitando o crescimento da empresa no momento em que deveria estar assistindo Discovery Kids e acertando a pega da amamentação.

Tive vontade de jogar tudo para o alto, mas já tinha percorrido 8 anos de trabalho e isso me dava um orgulho imenso – sei que ela vai se orgulhar no futuro também. Nunca esqueço que montei um berço do lado da minha mesa, com trocador e mamadeiras, e fiz um processo seletivo amamentando. Por escolha minha, tomei decisões com a realidade que tinha naquele momento. Mais uma vez, tinha a certeza que não daria certo. Deu e não só deu, como foram as melhores profissionais que poderiam estar do meu lado naquela fase. Por isso, cerque-se de bons profissionais para lhe auxiliar nessa etapa. Por mais que você se estruture, imprevistos sempre podem acontecer.

Depois de três meses em home-office com contatos diários por telefone e por vídeo com a equipe, voltei ao escritório alguns dias da semana e fui aumentando gradativamente minhas idas. Mudei a empresa de bairro para estar ao lado do meu maior suporte familiar: os avós. Trabalhava, amamentava, voltava para trabalhar, e vez ou outra levava trabalho para casa quando o prazo apertava.

A rotina é puxada? Sim. Conciliar é difícil? Sim. Dá vontade de surtar? Sim. É perfeitamente compreensível que a tarefa de cuidar de um bebê e de uma empresa é desgastante mas, a decisão do que será melhor só você pode tomar. Eu escolhi dançar conforme a música. Não perdi o prazo dos clientes e nem o prazo da amamentação, dos horários com o pediatra, dos remédios, trocas de fraldas, das brincadeiras, os primeiros passos. Empreender ainda te dá a liberdade de, com o passar dos meses, estabelecer uma nova rotina de horários e de trabalho

Aquele ser que parece tão frágil vai ser o que vai te fazer mais forte no final. Aquele que lhe dará mais força para lutar diariamente pelo seu negócio. Nessa rotina de equilibrar pratos, consegui manter ela comigo até 1 ano e 3 meses, depois a escola entrou para deixar tudo mais regrado, e ela deixou saudades no escritório.

Hoje, ao olhar para trás, me pergunto como consegui e vejo que, a jornada está ainda melhor. Aprendi que as horas extras são na minha casa, com minha filha. Que o horário comercial é comercial mesmo. Que casos especiais são casos especiais – mesmo. Que é perfeitamente possível resolver as coisas das 9h as 18h e que tem o dia seguinte para continuar. As prioridades me ajudaram a ser mais produtiva e não ter distrações, porque produtividade virou sinônimo de resultados e mais tempo com ela. Afinal, eu tenho um compromisso muito importante me esperando em casa: minha família.

Hoje ela está com quase 2 anos. Sua chegada me ajudou a reestruturar a empresa, a equipe, a marca, o nosso posicionamento e os nossos resultados. Mudei de endereço novamente e escolhi outra cidade, que me permite ter qualidade de vida no trabalho e na vida pessoal. E quando, no auge das emoções, alguém te disser “Calma, essa fase vai passar”, acredite. Ela passa.

Talita Scotto é jornalista e diretora da Agência Contatto, especializada em assessoria de imprensa e conteúdo, empreendedora desde os 22 anos e mãe da pequena Theodora.

 



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