Arquivos Economia - Blog do Callado

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Ricardo Callado16/11/20182min

Por Kelly Oliveira

Os atuais diretores do Banco Central (BC) colocaram-se à disposição do presidente indicado para a instituição, Roberto Campos Neto.
Em nota, o BC diz que, em particular, o diretor de Política Econômica, Carlos Viana de Carvalho, já chegou a entendimento com o presidente indicado do BC para permanecer no cargo “por tempo considerável”.

Ontem, a equipe de transição do presidente Jair Bolsonaro confirmou a indicação de Campos Neto para o comando do BC, a partir de janeiro.

Executivo do Banco Santander e neto do ex-ministro Roberto Campos, Campos Neto substituirá Ilan Goldfajn, que não aceitou o convite para permanecer no cargo. Formado em economia, com especialização em finanças, pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Campos Neto tem 49 anos.

Para assumir o cargo de presidente do BC, Campos Neto precisa ser sabatinado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado e ter seu nome aprovado. O plenário da Casa também precisa referendar a indicação. O cargo de presidente do Banco Central tem status de ministro.


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Ricardo Callado26/10/20185min

Por Andreia Verdélio

Cartões de crédito

Os consumidores que caíram no rotativo do cartão de crédito pagaram juros mais caros em setembro. A taxa média do rotativo subiu 4,7 pontos percentuais em relação a agosto, chegando a 278,7% ao ano. Os dados foram divulgados hoje (26) pelo Banco Central. A taxa média é formada com base nos dados de consumidores adimplentes e inadimplentes.

No caso do consumidor adimplente, que paga pelo menos o valor mínimo da fatura do cartão em dia, a taxa chegou a 259,9% ao ano em setembro, com aumento de 9,6 pontos percentual em relação a agosto. Já a taxa cobrada dos consumidores que não pagaram ou atrasaram o pagamento mínimo da fatura (rotativo não regular) subiu 0,9 pontos percentuais, indo para 292,2% ao ano.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras parcelam a dívida.

Em abril, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu que clientes inadimplentes no rotativo do cartão de crédito passem a pagar a mesma taxa de juros dos consumidores regulares. Essa regra entrou em vigor em junho deste ano. Mesmo assim, a taxa final cobrada de adimplentes e inadimplentes não será igual porque os bancos podem acrescentar à cobrança os juros pelo atraso e multa.

Cheque especial

Já a taxa de juros do cheque especial caiu 1,8% em setembro, comparada a agosto, e está em 301,4% ao ano. Assim continua a ser a menor taxa desde março de 2016, quando estava em 300,8% ao ano.

As regras do cheque especial mudaram em julho. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os clientes que utilizam mais de 15% do limite do cheque durante 30 dias consecutivos passaram a receber a oferta de um parcelamento, com taxa de juros menores que a do cheque especial definida pela instituição financeira.

As taxas do cheque especial e do rotativo do cartão são as mais caras entre as modalidades oferecidas pelos bancos. A do crédito pessoal, por exemplo, é mais baixa: 122,2% ao ano em setembro, mesmo com o aumento de 0,8 ponto percentuail em relação a agosto. A taxa do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) recuou 0,1 ponto percentual, indo para 24,4% ao ano em setembro.

A taxa média de juros para as famílias aumentou 0,4 ponto percentual em setembro para 52,2% ao ano. A taxa média das empresas se manteve em 20,4% ao ano.

Inadimplência

A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas, caiu 0,1 ponto percentual e ficou em 4,9% em setembro. No caso das pessoas jurídicas, também houve recuo, de 0,2 ponto percentual, ficando em 3,1%. Esses dados são do crédito livre, em que os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado.

No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) os juros para as pessoas físicas também caíram 0,2 ponto percentual, para 7,6% ao ano. A taxa cobrada das empresas caiu 0,7 ponto percentual, para 8,7% ao ano.

A inadimplência das pessoas físicas caiu 0,2 ponto percentual e ficou em 1,7% e a das empresas subiu 0,4 ponto percentual, para 2%.

Saldo dos empréstimos

Em setembro, o estoque de todos os empréstimos concedidos pelos bancos ficou em R$ 3,168 trilhões, com aumento de 0,4% no mês e de 2,5% no ano. Em 12 meses, a expansão foi de 3,9%.

Esse estoque do crédito corresponde a 46,7% de tudo o que o país produz – o Produto Interno Bruto (PIB).


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Ricardo Callado24/10/20182min
Pesquisa mostra que o consumidor está esperançoso e otimista em relação aos próximos meses, mesmo sem ainda ter um resultado das urnas (Arquivo/Rovena Rosa/Agência Brasil)

Por Vitor Abdala

O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 4 pontos de setembro para outubro.
Com a alta, o indicador chegou a 86,1 pontos, em uma escala de zero a 200, um patamar ainda baixo em termos históricos.

A alta foi provocada pelo aumento da confiança em relação ao futuro, medida pelo Índice de Expectativas, que avançou 6,1 pontos e chegou a 99 (o patamar mais alto desde abril deste ano).

Já a confiança no momento presente teve queda. O Índice da Situação Atual recuou 0,4 ponto e chegou a 71,9 pontos.

Segundo a coordenadora da Sondagem do Consumidor da FGV, Viviane Seda, o resultado mostra que o consumidor está esperançoso e otimista em relação aos próximos meses, mesmo sem ainda ter um resultado das urnas.

“O fim do período eleitoral diminui a incerteza política e gera expectativa de mudanças na condução da política econômica para o início do novo governo”, disse a pesquisadora.


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Ricardo Callado23/10/20181min
(Foto Marcelo Casal – Arquivo Agência Brasil)

Por Vitor Abdala

O consumidor brasileiro acredita que a taxa de inflação ficará em 5,7% nos próximos 12 meses. O dado é de pesquisa de outubro feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cujo resultado é calculado com base na seguinte pergunta: “Na sua opinião, de quanto será a inflação brasileira nos próximos 12 meses?”.
Em setembro, a expectativa dos consumidores era de uma taxa de 5,6%. Em outubro do ano passado, a taxa era de 6,4%.Segundo o economista Pedro Costa Ferreira, da FGV, o resultado mostra que, apesar de uma elevação das expectativas do mercado para o próximo ano, o consumidor continua mantendo expectativa de inflação estável.


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Ricardo Callado08/09/20185min

Com uma abordagem simples e didática, a LHx Investimentos desembarca com tudo no mercado local, esperando um incremento de cinco vezes na sua carteira de investimentos até 2020

Os investidores brasilienses passarão a contar, a partir de setembro, com um dos maiores escritórios de assessoria de investimentos da Região Centro-Oeste: a LHx Investimentos, credenciada pela XP Investimentos, maior plataforma aberta de investimentos da América Latina.

Fundada em 2009 pelos irmãos Henrique e Leonardo Fernandes, a empresa é o maior escritório credenciado junto à XP no estado do Goiás. Hoje, soma uma carteira de mais de R$ 650 milhões em investimentos e a meta é quintuplicar esta cifra até 2020.

Oferecendo educação, assessoria e serviços financeiros para que seus clientes alcancem seus objetivos, a LHx tem apostado na prestação de serviços de forma transparente e descomplicada. “Juntamos os melhores e maiores investimentos do mercado em um só lugar e colocamos à disposição do cliente especialistas no assunto, tudo para que nossos investidores possam alcançar seus objetivos financeiros mais rápido”, explica Leonardo Fernandes.

Com conceito premium de atendimento, a LHx – que está instalada num dos endereços mais nobres da cidade, no Edifício Parque Cidade, no Setor Comercial Sul, ao lado do Pátio Brasil.

Além do desenvolvimento de ações que auxiliam o cliente, a empresa também oferece conhecimentos sobre aplicações, rendimentos e demais assuntos voltados às finanças. “O atendimento personalizado faz total diferença na hora de realizar um investimento e é fundamental para que o êxito seja integral no momento de trabalhar com o próprio dinheiro”, defende Henrique Fernandes, que atualmente cuida dos negócios da empresa no estado de Goiás.

Como qualquer investimento precisa ser pensado de maneira adequada, a LHx trabalha com soluções de investimentos completas para ações, fundos imobiliários, rendas fixas, fundos de investimento e futuras oportunidades no mercado de trabalho.

“Temos uma base de mais de dois mil clientes que têm hoje, sob nossa custódia, R$ 650 milhões”, comemora Leonardo, lembrando que o escritório busca crescer na região valendo-se da capilarização da XP, utilizando a mesma metodologia que os levou à excelência em Goiás.

Quando tudo começou? – Henrique Fernandes foi motivado pelo próprio tio a fazer um curso sobre como operar na Bolsa de Valores. Junto com o seu irmão, Leonardo, fundou a LHx Investimentos durante a crise Subprime, a maior crise moderna dos mercados.

Quando questionado sobre o trabalho em família, Henrique comenta: “É desafiador”. A junção dos irmãos, porém, possibilitou que o escritório se tornasse um dos maiores no ramo na região Centro-Oeste.“Trabalhamos com foco nas habilidades de cada um e colocamos as necessidades da empresa sempre em primeiro lugar, independente das vontades pessoais”, conta o empresário.

Atualmente, a empresa conta com 12 sócios – muitos dos quais não fazem parte da família. Com isso, a cultura da empresa tem valorizado cada vez mais as ascensões por meritocracia.

Sobre LHx Investimentos – Empresa com dez anos de atuação no mercado de investimentos, a LHx é hoje um dos principais escritórios do seu ramo na Região Centro-Oeste. Atua nas seguintes praças: Goiânia, Brasília, Anápolis, Jataí e Rio Verde. O diferencial competitivo do negócio é a confiança e credibilidade, além do atendimento personalizado e da chancela da XP Investimentos, líder nacional do segmento, com 15 anos de mercado.

 

SERVIÇO:

LHx Investimentos

End.: SCS, Quadra 09, Bloco C, Torre C, 1001 – Setor Comercial – Asa Sul, Brasília – DF.

Telefone: (61) 2196-7868


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Ricardo Callado30/08/20183min

Por Nielmar de Oliveira

São Paulo – Prédios (Agência Brasil/Arquivo)

A inflação, medida pelo Índice Geral de Preços- Mercado (IGP-M), que serve para o reajuste dos aluguéis, fechou agosto com alta de 0,19 ponto percentual, ao passar de 0,51% para 0,70% de julho para agosto.

Com o resultado, divulgado hoje (30), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibr –FGV), o IGP-M passou a acumular alta de 6,66% no ano e de 8,89% nos últimos 12 meses.

Em agosto do ano passado, o índice havia subido 0,10% e acumulava queda de 1,71% em 12 meses.

O resultado de agosto reflete alta de preços nos três subíndices que compõem o IGP-M, o dos preços ao produtor, que responde por 60% do IGP-M; o dos preços ao consumidor, 30% da composição da inflação; e o dos custos da construção, 10%.

A principal influência para a alta veio do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que passou de 0,50% em julho para 1,0% de julho para agosto.

Alta

O grupo que mais contribuiu para a alta do IPA em agosto foi o de Matérias-Primas Brutas, que foi de 0,70% em julho para 2,61% em agosto, uma alta de 1,91 ponto percentual.

Contribuíram para o avanço da taxa do grupo os seguintes itens: milho em grão, que passou de uma deflação (inflação negativa de 9,53% para uma inflação de 3,68%; minério de ferro (-1,50% para 3,35%) e soja (em grão) (-1,03% para 2,80%).

O item Bens Finais, que em julho havia fechado com deflação de 0,15%, encerrou agosto com inflação negativa de 0,12%.

No sentido contrário, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) contribuiu para que o IGP-M não fosse ainda maior, a ter seus preços reduzido de 0,44% para 0,05% em agosto.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,30% em agosto contra 0,72% em julho.


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Ricardo Callado09/08/20182min

Por Fernanda Cruz

O Banco do Brasil (BB) teve lucro líquido ajustado de R$ 3,2 bilhões no segundo trimestre, uma alta de 22,3% em relação ao segundo trimestre de 2017. Em relação ao primeiro trimestre, houve elevação de 7,1%. Os dados foram divulgados hoje (9) pela instituição bancária.No primeiro semestre do ano, o lucro foi de R$ 6,3 bilhões, um crescimento de 21,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. O BB avalia que o resultado foi influenciado pelo aumento das rendas de tarifas, controle das despesas administrativas e menores provisões de crédito.

As rendas de tarifas, influenciadas principalmente pela linha de conta corrente, tiveram aumento de 7,2% no primeiro semestre do ano. As tarifas relacionadas à administração de fundos representaram aumento de 13,2% nos primeiros seis meses do ano.

O índice de inadimplência teve queda pelo quarto trimestre consecutivo, atingindo 3,34% no segundo trimestre.


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Ricardo Callado06/07/20181min

Impulsionada pela variação dos preços dos alimentos, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o mês de junho com alta de 1,26%, a maior taxa para o mês desde os 2,26% de junho de 1995.

Os dados relativos ao IPCA, a inflação oficial do país, foram divulgados hoje (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os 1,26% relativos ao IPCA de julho significam uma variação de preços 0,86 ponto percentual acima do 0,40% registrado em maio e é, segundo o IBGE, a primeira vez desde os 1,27% de janeiro de 2016 que o índice fica acima de 1,0%.

Com o resultado de julho, o IPCA acumulado no ano passou a 2,60%, ficando acima dos 1,18% registrado em igual período do ano passado. Já a taxa acumulada nos últimos 12 meses subiu para 4,39%, contra os 2,86% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em junho do ano passado, a taxa fechou com deflação (inflação negativa) de 0,23%.


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Ricardo Callado02/07/20182min

No primeiro pregão do segundo semestre, o dólar fechou em alta hoje (02) de 0,87%, cotado a R$ 3,9111 para venda. A moeda norte-americana fechou o primeiro semestre valorizada em 16,99%.

Apesar de ter anunciado na última sexta-feira (29) que continuará atuando no mercado cambial, o Banco Central não realizou hoje nenhum leilão extraordinário de swap cambial (venda futura da moeda norte-americana) ou leilão de linha (venda com promessa de recompra). Os investidores seguem atentos ao comércio exterior, principalmente com guerra comercial anunciada entre Estados Unidos e China e os efeitos das eleições no Brasil em outubro.

O Ibovespa, índice da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), fechou hoje (02) em alta de 0,11%, com 72.839 pontos, invertendo uma tendência de queda na parte da manhã, quando registrava queda de 0,97% na abertura do mercado. Os papéis da Eletrobras e da Petrobras ajudaram no resultado positivo no primeiro pregão do segundo semestre, registrando alta de 1,40% (Petrobras) e 7,16% (Eletrobras).


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Ricardo Callado26/06/20181min

Por conta das incertezas relacionadas à economia brasileira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) optou por não sinalizar os seus próximos passos. Na última semana, o comitê decidiu manter a taxa básica de juros, a Selic, em 6,5% ao ano.

“Em termos de sinalização futura, todos concordaram que o maior nível de incerteza da atual conjuntura recomenda se abster de fornecer indicações sobre os próximos passos da política monetária”, diz a ata da reunião, divulgada hoje (26) pelo Banco Central, em Brasília.



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