Arquivos Economia - Blog do Callado

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Ricardo Callado08/09/20185min

Com uma abordagem simples e didática, a LHx Investimentos desembarca com tudo no mercado local, esperando um incremento de cinco vezes na sua carteira de investimentos até 2020

Os investidores brasilienses passarão a contar, a partir de setembro, com um dos maiores escritórios de assessoria de investimentos da Região Centro-Oeste: a LHx Investimentos, credenciada pela XP Investimentos, maior plataforma aberta de investimentos da América Latina.

Fundada em 2009 pelos irmãos Henrique e Leonardo Fernandes, a empresa é o maior escritório credenciado junto à XP no estado do Goiás. Hoje, soma uma carteira de mais de R$ 650 milhões em investimentos e a meta é quintuplicar esta cifra até 2020.

Oferecendo educação, assessoria e serviços financeiros para que seus clientes alcancem seus objetivos, a LHx tem apostado na prestação de serviços de forma transparente e descomplicada. “Juntamos os melhores e maiores investimentos do mercado em um só lugar e colocamos à disposição do cliente especialistas no assunto, tudo para que nossos investidores possam alcançar seus objetivos financeiros mais rápido”, explica Leonardo Fernandes.

Com conceito premium de atendimento, a LHx – que está instalada num dos endereços mais nobres da cidade, no Edifício Parque Cidade, no Setor Comercial Sul, ao lado do Pátio Brasil.

Além do desenvolvimento de ações que auxiliam o cliente, a empresa também oferece conhecimentos sobre aplicações, rendimentos e demais assuntos voltados às finanças. “O atendimento personalizado faz total diferença na hora de realizar um investimento e é fundamental para que o êxito seja integral no momento de trabalhar com o próprio dinheiro”, defende Henrique Fernandes, que atualmente cuida dos negócios da empresa no estado de Goiás.

Como qualquer investimento precisa ser pensado de maneira adequada, a LHx trabalha com soluções de investimentos completas para ações, fundos imobiliários, rendas fixas, fundos de investimento e futuras oportunidades no mercado de trabalho.

“Temos uma base de mais de dois mil clientes que têm hoje, sob nossa custódia, R$ 650 milhões”, comemora Leonardo, lembrando que o escritório busca crescer na região valendo-se da capilarização da XP, utilizando a mesma metodologia que os levou à excelência em Goiás.

Quando tudo começou? – Henrique Fernandes foi motivado pelo próprio tio a fazer um curso sobre como operar na Bolsa de Valores. Junto com o seu irmão, Leonardo, fundou a LHx Investimentos durante a crise Subprime, a maior crise moderna dos mercados.

Quando questionado sobre o trabalho em família, Henrique comenta: “É desafiador”. A junção dos irmãos, porém, possibilitou que o escritório se tornasse um dos maiores no ramo na região Centro-Oeste.“Trabalhamos com foco nas habilidades de cada um e colocamos as necessidades da empresa sempre em primeiro lugar, independente das vontades pessoais”, conta o empresário.

Atualmente, a empresa conta com 12 sócios – muitos dos quais não fazem parte da família. Com isso, a cultura da empresa tem valorizado cada vez mais as ascensões por meritocracia.

Sobre LHx Investimentos – Empresa com dez anos de atuação no mercado de investimentos, a LHx é hoje um dos principais escritórios do seu ramo na Região Centro-Oeste. Atua nas seguintes praças: Goiânia, Brasília, Anápolis, Jataí e Rio Verde. O diferencial competitivo do negócio é a confiança e credibilidade, além do atendimento personalizado e da chancela da XP Investimentos, líder nacional do segmento, com 15 anos de mercado.

 

SERVIÇO:

LHx Investimentos

End.: SCS, Quadra 09, Bloco C, Torre C, 1001 – Setor Comercial – Asa Sul, Brasília – DF.

Telefone: (61) 2196-7868


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Ricardo Callado30/08/20183min

Por Nielmar de Oliveira

São Paulo – Prédios (Agência Brasil/Arquivo)

A inflação, medida pelo Índice Geral de Preços- Mercado (IGP-M), que serve para o reajuste dos aluguéis, fechou agosto com alta de 0,19 ponto percentual, ao passar de 0,51% para 0,70% de julho para agosto.

Com o resultado, divulgado hoje (30), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibr –FGV), o IGP-M passou a acumular alta de 6,66% no ano e de 8,89% nos últimos 12 meses.

Em agosto do ano passado, o índice havia subido 0,10% e acumulava queda de 1,71% em 12 meses.

O resultado de agosto reflete alta de preços nos três subíndices que compõem o IGP-M, o dos preços ao produtor, que responde por 60% do IGP-M; o dos preços ao consumidor, 30% da composição da inflação; e o dos custos da construção, 10%.

A principal influência para a alta veio do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que passou de 0,50% em julho para 1,0% de julho para agosto.

Alta

O grupo que mais contribuiu para a alta do IPA em agosto foi o de Matérias-Primas Brutas, que foi de 0,70% em julho para 2,61% em agosto, uma alta de 1,91 ponto percentual.

Contribuíram para o avanço da taxa do grupo os seguintes itens: milho em grão, que passou de uma deflação (inflação negativa de 9,53% para uma inflação de 3,68%; minério de ferro (-1,50% para 3,35%) e soja (em grão) (-1,03% para 2,80%).

O item Bens Finais, que em julho havia fechado com deflação de 0,15%, encerrou agosto com inflação negativa de 0,12%.

No sentido contrário, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) contribuiu para que o IGP-M não fosse ainda maior, a ter seus preços reduzido de 0,44% para 0,05% em agosto.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,30% em agosto contra 0,72% em julho.


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Ricardo Callado09/08/20182min

Por Fernanda Cruz

O Banco do Brasil (BB) teve lucro líquido ajustado de R$ 3,2 bilhões no segundo trimestre, uma alta de 22,3% em relação ao segundo trimestre de 2017. Em relação ao primeiro trimestre, houve elevação de 7,1%. Os dados foram divulgados hoje (9) pela instituição bancária.No primeiro semestre do ano, o lucro foi de R$ 6,3 bilhões, um crescimento de 21,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. O BB avalia que o resultado foi influenciado pelo aumento das rendas de tarifas, controle das despesas administrativas e menores provisões de crédito.

As rendas de tarifas, influenciadas principalmente pela linha de conta corrente, tiveram aumento de 7,2% no primeiro semestre do ano. As tarifas relacionadas à administração de fundos representaram aumento de 13,2% nos primeiros seis meses do ano.

O índice de inadimplência teve queda pelo quarto trimestre consecutivo, atingindo 3,34% no segundo trimestre.


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Ricardo Callado06/07/20181min

Impulsionada pela variação dos preços dos alimentos, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o mês de junho com alta de 1,26%, a maior taxa para o mês desde os 2,26% de junho de 1995.

Os dados relativos ao IPCA, a inflação oficial do país, foram divulgados hoje (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os 1,26% relativos ao IPCA de julho significam uma variação de preços 0,86 ponto percentual acima do 0,40% registrado em maio e é, segundo o IBGE, a primeira vez desde os 1,27% de janeiro de 2016 que o índice fica acima de 1,0%.

Com o resultado de julho, o IPCA acumulado no ano passou a 2,60%, ficando acima dos 1,18% registrado em igual período do ano passado. Já a taxa acumulada nos últimos 12 meses subiu para 4,39%, contra os 2,86% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em junho do ano passado, a taxa fechou com deflação (inflação negativa) de 0,23%.


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Ricardo Callado02/07/20182min

No primeiro pregão do segundo semestre, o dólar fechou em alta hoje (02) de 0,87%, cotado a R$ 3,9111 para venda. A moeda norte-americana fechou o primeiro semestre valorizada em 16,99%.

Apesar de ter anunciado na última sexta-feira (29) que continuará atuando no mercado cambial, o Banco Central não realizou hoje nenhum leilão extraordinário de swap cambial (venda futura da moeda norte-americana) ou leilão de linha (venda com promessa de recompra). Os investidores seguem atentos ao comércio exterior, principalmente com guerra comercial anunciada entre Estados Unidos e China e os efeitos das eleições no Brasil em outubro.

O Ibovespa, índice da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), fechou hoje (02) em alta de 0,11%, com 72.839 pontos, invertendo uma tendência de queda na parte da manhã, quando registrava queda de 0,97% na abertura do mercado. Os papéis da Eletrobras e da Petrobras ajudaram no resultado positivo no primeiro pregão do segundo semestre, registrando alta de 1,40% (Petrobras) e 7,16% (Eletrobras).


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Ricardo Callado26/06/20181min

Por conta das incertezas relacionadas à economia brasileira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) optou por não sinalizar os seus próximos passos. Na última semana, o comitê decidiu manter a taxa básica de juros, a Selic, em 6,5% ao ano.

“Em termos de sinalização futura, todos concordaram que o maior nível de incerteza da atual conjuntura recomenda se abster de fornecer indicações sobre os próximos passos da política monetária”, diz a ata da reunião, divulgada hoje (26) pelo Banco Central, em Brasília.


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Ricardo Callado18/06/20183min
Brasília – Pessoas enfrentam filas no primeiro dia de saque do FGTS de contas inativas (Antonio Cruz/Agência Brasil)

A partir de hoje (18), os brasileiros com mais de 57 anos, que são titulares de contas inativas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), poderão sacar esses recursos.

Entre os dias 14 e 28 de setembro, a autorização será ampliada para todas as idades, diferentemente do que ocorria até então, quando o saque total só podia ser feito quando o trabalhador completasse 70 anos, se aposentasse, tivesse doença grave ou invalidez ou fosse herdeiro de titular da conta.

A mudança da regra ocorreu na última semana, quando o presidente Michel Temer assinou decreto que amplia as possibilidades de saque até o dia 28 de setembro. A estratégia do governo é impulsionar a economia, seguindo o modelo adotado na liberação de saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que representaram cerca de R$ 43 bilhões em movimentação.

Pelas contas do governo, 28,7 milhões de pessoas serão beneficiadas. Em cifras, são R$ 34,3 bilhões disponíveis para saque no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal. Isto porque 3,6 milhões de pessoas já resgataram R$ 5 bilhões em recursos dos dois programas.

Quem tem direito

Tem direito ao saque servidores públicos e pessoas que trabalharam com carteira assinada de 1971, quando o PIS/Pasep foi criado, até 1988. Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque.

Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Para saber se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sites www.caixa.gov.br/cotaspis e www.bb.com.br/pasep.


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Ricardo Callado12/06/20185min

O rotativo do cartão de crédito é mais utilizado por consumidores que recentemente perderam um emprego formal e por beneficiários de programas sociais. É o que conclui o Banco Central em uma pesquisa divulgada hoje (12), em Brasília, no Relatório de Economia Bancária.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras transferem a dívida para o crédito parcelado.

Até entrar em vigor uma nova regra, os clientes que não pagavam pelo menos o valor mínimo da fatura em dia caíam na modalidade de rotativo não regular, com taxa de juros mais cara que a cobrada dos clientes adimplentes (regulares).

Mas o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu que, a partir deste mês, a taxa de juros tem que ser igual para clientes regulares e não regulares. A pesquisa do BC foi feita com dados de dezembro de 2017, quando ainda podia ter diferenciação entre regulares e não regulares.

“Nas modalidades do cartão de crédito rotativo (regular e não regular), observa-se menor participação de indivíduos com alta escolaridade, assim como maior participação de indivíduos recentemente desligados do mercado de trabalho formal e de beneficiários de programas sociais”, diz o relatório. Além disso, acrescenta o Banco Central, a participação de consumidores com menos tempo de emprego e menor renda também é maior no cartão de crédito rotativo do que na modalidade à vista ou parcelado com lojista.

Saldo devedor

Segundo a pesquisa, entre os analfabetos o saldo devedor do cartão de crédito é dividido em 38% na modalidade à vista ou parcelado com o lojista (sem incidência de juros), 32% no rotativo regular, 6% no não regular e 27% parcelado (com juros).

No caso do consumidor com ensino superior completo, a maior parte do saldo devedor é da modalidade à vista ou parcelado com o lojista (61%), seguido de rotativo regular (25%), parcelado (23%) e rotativo não regular (3%). Os percentuais somam mais de 100% porque um consumidor pode ter saldo em várias modalidades ao mesmo tempo.

Entre os pesquisados que usam apenas a modalidade à vista ou parcelada com o lojista, 71,4% têm emprego formal, 2,1% recebem seguro-desemprego, 12,9% não recebem seguro-desemprego ou Bolsa Família e 19,9% são beneficiários do programa Bolsa Família.

Já na modalidade rotativo regular, 63,5% dos indivíduos têm emprego formal, 2,6% recebem seguro desemprego, 13,5% são desempregados sem nenhum auxílio e 28,5% recebem Bolsa Família.

No caso do rotativo não regular esses percentuais são, respectivamente, 54,3% (empregados formalmente), 3,9% (recebem seguro-desemprego), 20,5% (desempregados sem auxílio) e 29,6% (recebem Bolsa Família). No relatório, o BC esclarece que as informações não são excludentes, ou seja, um indivíduo pode ter emprego formal e receber Bolsa Família, por exemplo.

Segundo o BC, as taxas de juros são mais baixas para os consumidores com idade mais elevada, renda mais alta, com alto nível de instrução e menos endividados porque apresentam um perfil de risco menor.

A pesquisa do BC envolveu 49,9 milhões de consumidores, com saldo total na carteira ativa de cartão de crédito de R$ 191 bilhões em dezembro de 2017.

Entre eles, 15,6 milhões possuíam saldo devedor em cartão de crédito rotativo regular e 2,6 milhões tinham saldo devedor em cartão de crédito rotativo não regular.

Além disso, 41,8% (20,9 milhões) estavam formalmente empregados; 1,6% (786 mil) recebiam seguro-desemprego; 16,1% (8,1 milhões) eram beneficiários de algum programa social (em sua maioria, do Bolsa Família); 8,9% (4,4 milhões) foram demitidos entre 2016 e 2017 e não recebiam seguro-desemprego ou Bolsa Família; e 36,3% (18,1 milhões) não foram mapeados pelas bases de dados utilizadas.


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Ricardo Callado08/06/20181min

A inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o mês de maio com alta de 0,4%, praticamente dobrando em relação ao apurado na alta de abril: 0,22%.

Apesar da alta, o resultado acumulado nos primeiros cinco meses do ano ficou em 1,33%, a menor inflação para o período desde a implantação do Plano Real.

Os dados foram divulgados hoje (8), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que a inflação acumulada nos últimos doze meses subiu para 2,86%, contra 2,76% dos doze meses imediatamente anteriores. Em maio do ano passado a alta havia sido de 0,31%.

O IPCA é a inflação oficial do país e serve de balizamento para o plano de metas fixado pelo Banco Central.


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Ricardo Callado07/06/20181min

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou inflação de 1,64% em maio, percentual superior aos apurados no mês anterior (0,93%) e em maio de 2017 (0,51%). Com este resultado, o índice já acumula alta de 3,91% no ano e 5,2% em 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (6) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

A alta da taxa de abril para maio foi puxada principalmente pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que subiram 2,35% em maio, ante uma inflação de 1,26% em abril.

O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, também teve alta na taxa, ao passar de 0,34% em abril para 0,41% em maio.

Por outro lado, o Índice Nacional de Custo da Construção teve uma queda na taxa, ao passar de 0,29% em abril para 0,23% em maio.



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