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Ricardo Callado23/03/20192min

Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil  Rio de Janeiro

Os dados são do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O óleo diesel, comercializado em média a R$ 3,54 por litro, registrou nesta semana sua quinta alta consecutiva e acumulou, no período, aumento de preços de 2,8%.

O litro do etanol, que foi comercializado em média a R$ 2,969, também subiu pela quinta vez consecutiva, acumulando alta de 8,2% no período de cinco semanas. Já o preço do GNV (gás natural veicular) aumentou pela terceira semana, fechando em média a R$ 3,169 o metro cúbico, uma alta de 1% no período.


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Ricardo Callado22/03/201914min
Entrevista com a Comandante da PMDF, Coronel Sheyla Sampaio. Fotos: Acácio Pinheiro/Agência Brasília

Primeira mulher a ocupar o posto de Comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal festeja a redução das taxas criminais, aposta na valorização do profissional e defende a gestão compartilhada nas escolas

Por Ian Ferraz

Comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a Coronel Sheyla Sampaio não imaginava que ao entrar na corporação, em 1992, poderia alcançar o maior posto entre os militares. À época, a patente mais alta permitida a mulheres na carreira era a de capitã. Com a mudança de regimento, muito esforço, persistência e competência, ela passou por diversos segmentos da PMDF e foi nomeada pelo governador Ibaneis Rocha para comandar o que ela chama de “grande navio”.

Ex-aluna de Educação Física da Universidade de Brasília (UnB), Coronel Sheyla diversificou a carreira nos ramos de saúde, logística, pessoal, operacional e corregedoria.

E ela espera transformar em oportunidade para outras colegas a porta que acaba de abrir ao chegar ao Comando-Geral. O empoderamento, a saúde física e mental e a satisfação dos profissionais são algumas de suas metas para os próximos anos, como conta em entrevista a Agência Brasília.

Qual o balanço que você faz sobre os primeiros meses à frente da PMDF?

Tivemos cuidado para trazer algo novo para a sociedade, então lançamos, desde janeiro, a Operação Prioridade. É uma operação que ocorre a cada dois ou três dias nas regiões administrativas. Começamos nas áreas com mancha criminal maior para que fizéssemos o lançamento do trabalho, envolvendo vários batalhões, levando o policiamento montado, de trânsito, cães, radiopatrulhamento, apoio do policiamento aéreo. Levamos todo o aparato para proporcionar maior tranquilidade para a sociedade. A resposta está sendo positiva.

Reduzimos consideravelmente as taxas criminais. No Carnaval não tivemos nenhum homicídio e registro de condição contra a mulher, seja de abuso sexual ou assédio. Dentro das metas dos 100 dias de governo praticamente já conseguimos cumprir todas.

Como é ser a primeira mulher a comandar a PMDF?

Só posso me sentir honrada e grata de ter sido escolhida e pelo governador confiar esse papel a mim. É fácil? Não, mas a esperança e a confiança que têm sido depositadas em mim, inclusive da sociedade feminina, têm sido grandes e tomo cuidado para não cometer erros. Determinados erros podem ser confundidos não porque errei, por ser um ser humano, mas, sim, por ser mulher.

As mulheres têm a capacidade de serem fortes e dóceis.

As mulheres têm a capacidade de serem fortes e dóceis. Tenho conseguido conduzir meu lado familiar e só vou tocar esse navio, que é a corporação, desde que esteja bem para isso. Todas as mulheres conquistam o que querem, basta quererem. Eu digo: ‘Será que aqui dentro algum dia fui preterida por ser mulher?’ Algumas vezes fui preterida em promoções. Já poderia ter sido Coronel desde 2016. Venho concorrendo à condição de ser coronel desde agosto de 2016 e só fui promovida em abril de 2018.

E como colaborar para mudar esse cenário?

Fiz reuniões com oficiais e praças de todos os postos e graduações da corporação e disse: ”Não pensem que vocês vão chegar onde cheguei sendo apenas uma menininha bonitinha dentro de gabinete. A mulher tem que trabalhar e comandar como qualquer homem. Temos que quebrar a mística de que as mulheres não podem ir para a rua”.

Mulheres eram empregadas em locais específicos. Só poderiam trabalhar com crianças e idosos, em shoppings. Eram vistas como bibelôs. Isso foi evoluindo. Tem que quebrar esse paradigma de que as mulheres estão aptas apenas a essas condições. A policial militar pode e precisa trabalhar na rua. Demoramos 36 anos para mostrar que uma mulher é capaz de ocupar o mesmo lugar de um homem. Acredito que as demais que venham depois de mim irão demonstrar que são capazes.

Você enxerga a necessidade de aumentar o percentual de mulheres na corporação?

Não é questão de ampliar, e, sim, de convencimento, de mostrar que são capazes. Não é que vivemos em uma corporação machista. O mundo é machista. O machismo está incutido na cabeça dos homens e, também, das mulheres. A oportunidade existe e, enquanto gestora, tenho que mostrar que elas são capazes. Devo entregar responsabilidades nas mãos delas e dizer “Eu confio em você”.  Elas serão convidadas a fazer parte disso.

O projeto de gestão compartilhada das escolas tem sido positivo para a corporação?

A corporação apoia completamente o projeto das escolas.

A solicitação da sociedade para essas escolas têm sido gigantesca. A corporação apoia completamente o projeto das escolas. O que estamos tentando é não desconstruir o policiamento existente. Estamos buscando formas de emplacar mais escolas sem cair na produtividade da corporação. O policial tem essa condição de trazer segurança, e essa relação  é positiva para a PMDF e reconhecida pela sociedade.

Tem gerado bons resultados…

Tem e agora estamos buscando uma nova parceria. Queremos aproveitar as instalações da corporação para desenvolver atividades esportivas em vários quartéis para a comunidade.

Quais outros projetos têm sido pensados?

Com a defasagem de efetivo a gente tem que usar a tecnologia em nosso benefício. Já existe trabalho nosso, do Parque da Cidade, onde é feito policiamento inteligente por meio de câmeras. Temos vários comandos móveis com essa condição. Temos desenvolvido em comunidades de alto e baixo poder aquisitivo um projeto de uso do WhatsApp onde as pessoas comunicam de maneira rápida os fatos e, assim, temos envolvimento da comunidade.

A gente utiliza ferramentas como aplicativos, monitoramento com câmeras e contato direto com funcionários de empresas de transporte para transmitir casos de roubos a coletivos. Também temos um projeto em confecção para a compra de câmeras para o policial usar. Assim ele terá sempre a abordagem gravada. E, ainda, câmeras internas na viatura para ele se proteger e ter o trabalho protegido.

A saúde física e mental da tropa é sempre uma preocupação. O que tem sido feito nesse sentido?

Temos, hoje, mais de oito mil atendimentos médicos por mês na nossa rede, só de área eletiva. Quando abre pra emergência e urgência são quase 300 atendimentos por dia para todo o sistema de usuários da corporação. São 70 mil vidas atendidas pelo nosso sistema.

Estamos buscando saídas para colocar nosso centro médico e fazer o serviço de urgência e emergência no pronto-atendimento. Com a atual capacidade médica hoje não conseguimos esse serviço. Estamos tentando colocar por meio de uma fundação ou outra modalidade para ter atendimento pleno no centro médico. É proposta do comando.

E a saúde mental?

Temos um centro que trabalha na questão de qualidade de vida, com atendimento religioso. Temos capelães católicos e evangélicos, além de assistência social, para resgatar a dignidade do profissional, de se sentir útil para o trabalho. E ainda contamos com psiquiatra.

Tive uma reunião com o diretor do Centro de Capacitação Física para a gente desenvolver atividade física em todas as unidades operacionais. Para o policial extravasar a condição de estresse. É um programa voluntário e a gente espera que eles aproveitem. Há, também, um curso na corporação que trata de saúde financeira, que também é um problema.

Quais os maiores desafios que terá pela frente na corporação?

Resgatar a satisfação pessoal dos PMs de serem policiais, de serem bem atendidos, de se sentirem protegidos é um dos maiores desafios. Quando o policial perde a esperança é ruim. Ele tem que acreditar que é importante, que a PMDF apoia e entende a presença dele.

É preciso ter, ainda mais, a credibilidade da sociedade. Nenhuma instituição vai sobreviver sem a credibilidade do seu cliente.

É preciso ter, ainda mais, a credibilidade da sociedade. Nenhuma instituição vai sobreviver sem a credibilidade do seu cliente.

E como alcançar isso?

Com reconhecimento do trabalho, entregando medalhas pelo trabalho feito, demonstrando que o que eles fazem traz representatividade para o comando. E, também, melhorando nosso sistema de saúde e o atendimento jurídico e não deixar de lado a especialização e habilitação dos policiais.

Qual recado gostaria de deixar para a categoria?

Toda vez que encaramos um desafio queremos deixar um legado. Um legado eu acho que já deixo por ser a primeira mulher a estar num cargo tão importante, de representatividade no cenário do governo, do Estado.

Espero deixar a característica que aqui está uma oficial que comanda, que é líder da instituição, que se preocupa com os interesses institucionais. Não pretendo fazer melhor ou pior, mas fazer o que todo líder deve fazer. Conseguindo mudar alguns desses fatores atingirei satisfação pessoal e de ter sido importante para a corporação.

E que, a partir de agora, outras pessoas vejam que as mulheres podem, sim, conquistar. A gente não precisa derrubar ninguém, nem tomar lugar do outro. Todos têm seu papel importante na corporação. Quero que os policiais pensem que no momento que estiverem na corporação que eles façam daquele tempo o seu maior comprometimento com o Estado, porque a sociedade espera proteção dele. Contem com um comando extremamente transparente, honesto e comprometido com a legalidade.


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Ricardo Callado21/03/20197min

Advogada esclarece decisão do Superior Tribunal de Justiça e salienta a importância de levar o caso para o Supremo Tribunal Federal

Em recente posicionamento, o Superior Tribunal de Justiça decidiu pela criminalização daqueles que deixam de recolher o ICMS próprio declarado. Para a 3ª Seção do STJ, o não recolhimento do imposto caracteriza-se como apropriação indébita tributária, descrito no art. 2º da Lei 8137/90 e com previsão de pena de detenção de seis meses a 2 anos cumulado com aplicação de multa.

A decisão, deliberada no âmbito de habeas corpus de empresários de Santa Catarina, foi levada a questionamento do Ministro Luís Roberto Barroso que entendeu pela relevância da matéria e direcionou a avaliação para a Corte do Plenário, concedendo uma liminar para que os empresários aguardassem a decisão em liberdade. Prezando pela explicação do caso tão controverso, foi realizada uma audiência pública no último dia 11 de março em que o Ministro ouviu os advogados de entidades, renomados juristas e a Subprocuradora Geral da República.

Segundo Nathália Boaventura, advogada tributarista do escritório Bruno Junqueira Consultoria Tributária e Empresarial, é imprescindível que a questão seja julgada pela Corte do STF para a proteção do princípio da segurança jurídica, evitando qualquer surpresa aos contribuintes em relação ao comportamento da administração pública. A especialista ainda destaca que o posicionamento do STJ não deve ser confirmado pelo Supremo.

A data do julgamento da matéria pelo Plenário ainda não foi definida. A advogada acredita que a decisão deve acontecer ainda nesse semestre visto a urgência de posicionamento tanto para empresários quanto para os governos.

Nathália Boaventura explica que criminalizar o não pagamento do ICMS declarado é medida extrema e inaplicável ao Direito Tributário Brasileiro. “De fato, quando o contribuinte deixa de repassar aos cofres públicos os valores da operação, comete tão somente inadimplência de sua obrigação tributária para com o Estado, o qual já dispõe de vários mecanismos para executar o débito. Como, por exemplo, a possibilidade de penhora de bens e a inscrição do devedor em cadastro de inadimplentes”, completa.

Dúvidas dos contribuintes – A decisão de criminalizar o não recolhimento do ICMS trouxe diversas dúvidas para os contribuintes e para a operadores de direito. Na visão da advogada, a decisão dos ministros do Supremo será consequência de uma análise criteriosa do tipo penal previsto pelo art 2º da Lei 8137/90.

Na especificação do ilícito de “apropriação indébita tributária”, no artigo citado, não é exigido uma produção de resultado, bastando a simples omissão de recolhimento, no prazo legal, de tributo descontando ou cobrado. O que significa que são necessárias pelo menos duas condutas para caracterizar o delito, sendo a ação de descontar ou cobrar o valor do tributo de um terceiro e a omissão de declarar e não recolher o tributo descontado ou cobrado.

A advogada explica que, em relação ao ICMS nas operações próprias, a responsabilidade pelo pagamento do tributo não é transferida para terceiro, já que a empresa é o contribuinte direto da obrigação tributária. Por este motivo não é possível alcançar qualquer hipótese de desconto ou cobrança prevista no tipo penal da apropriação indébita. “Para que se configure uma fraude tributária deve ser satisfeito o pressuposto de descumprimento de deveres jurídicos tributários e sem este requisito é impossível o punimento do contribuinte, sob pena de ferir princípios constitucionais e tratados internacionais que proíbem a prisão civil por dívida, salvo nos casos de inadimplemento da obrigação alimentar e depositário infiel, do quais o Brasil é signatário”, conclui.

Sobre o escritório Bruno Junqueira Consultoria Tributária e Empresarial – Bruno Junqueira Consultoria Tributária e Empresarial é um escritório que pratica a advocacia com visão de negócios e foco em resultados. Seus serviços englobam desde a assessoria jurídica, consultoria e auditoria interna, a palestras e cursos voltados para os mais diversos setores. O escritório é sediado em Brasília, com filiais em Goiânia, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo, além do apoio de uma rede de parceiros e relacionamentos valiosos, que permite a representação de clientes em todo Brasil.


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Ricardo Callado21/03/20193min

Em entrevista ao Radar, o presidente do BRB, Paulo Costa, confirmou a realização do concurso para o preenchimento de 113 vagas para as principais carreiras do banco com o objetivo de chegar a um cadastro reserva de mais de duas mil pessoas. 

Por Toni Duarte//Radar-DF

O novo presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, desde que assumiu o comando do BRB, a exatos 49 dias, tem se debruçado em três grandes tarefas: a de realizar um novo concurso público, cujo edital será divulgado em abril; expandir o crescimento do BRB, inclusive na região metropolitana e na região Centro-Oeste; e a  de aplicar mudanças significativas que visem o fortalecimento da imagem e da credibilidade da instituição financeira.

O último concurso feito pelo BRB aconteceu em 2013 quando ofertou vagas apenas para cargo de Analista de Tecnologia da Informação.

O presidente garantiu que os classificados no  concurso voltado para as principais carreiras do banco, a ser realizado no próximo mês, serão chamados ainda este ano.

Paulo Henrique Costa voltou a sustentar que a história da privatização, que tanto assombra os mais de 3 mil servidores do banco estatal, está completamente descartada.

“O compromisso feito pelo próprio governador Ibaneis é de que o BRB cresça,  se fortaleça e que seja o protagonista do desenvolvimento econômico, social e humano do DF. A minha missão, como presidente do banco, é trabalhar para isso. Então está descartada essa história de privatização”, pontuou.

Ele disse que a realização do concurso transformará o BRB em um banco mais ágil, moderno com o foco na melhoria do atendimento aos clientes.

Paulo Henrique Costa, que é formado em administração de empresas e que foi vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital da Caixa Econômica Federal – banco em que ele trabalhava desde 2001, ressaltou ainda que a intenção do concurso é selecionar mais profissionais com habilidades compatíveis aos novos desafios do mercado financeiro.


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Ricardo Callado21/03/20192min

Ibaneis disse ainda que tomou conhecimento de “uma espécie de embarreiramento no atendimento

Após a solenidade, Ibaneis conversou com a imprensa e falou sobre a decisão de exonerar o diretor do Hospital Regional na Asa Norte (Hran), Gustavo Bernardes, e o superintendente da Regional de Saúde Central, Adriano Ibiapina, após as denúncias de boicote na Saúde do DF.

“Eu fiquei muito decepcionado com informações que eu tive, de que estava existindo algum tipo de boicote. Como o cargo é um cargo de confiança, você só mantém quem você confia”, decretou o governador.

Ibaneis disse ainda que tomou conhecimento de “uma espécie de embarreiramento no atendimento, para que as pessoas ficassem do lado de fora para expor uma situação que não era real porque havia leitos dentro do hospital” e que esse procedimento será estendido a todos os servidores que não se atentarem que o momento no Distrito Federal é outro.

“Eu quero pessoas empenhadas, trabalhando e atendendo a comunidade. Eu estou dando as condições para que os hospitais funcionem, estou colocando medicamentos, levando pessoal, tratando todos com respeito. Mas quem destratar a população que me elegeu, e me elegeu porque quer mudança, vai ser exonerado do cargo”, finalizou.


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Ricardo Callado20/03/20193min

Mais de 53 mil candidatos se inscreveram para a seleção que destina vagas de níveis médio e superior

Quem se inscreveu no concurso para a Secretaria de Desenvolvimento Social do Governo do Distrito Federal, já pode consultar o local de prova. Para isso, basta que o candidato acesse o portal da banca organizadora e digite os dados solicitados. É importante que os inscritos verifiquem com antecedência e, em caso de dúvidas ou problemas, entrem em contato com a organização pelos meios informados na página do instituto na internet.

Nas últimas semanas, os gestores da pasta estiveram reunidos com a banca organizadora para verificar se as exigências do Tribunal de Contas do Distrito Federal e da Procuradoria-Geral do Distrito Federal foram cumpridas. “O instituto nos apresentou as garantias devidas e vamos aguardar a promoção desse concurso que é uma grande oportunidade para corrigir o deficit de servidores e melhorar o atendimento ao cidadão”, destaca o secretário de Desenvolvimento Social Eduardo Zaratz

A prova ocorre neste domingo (25) em nove locais entre universidades particulares e escolas públicas e privadas. Para as carreiras de nível médio foram 27.297 inscritos, enquanto as de nível superior, 26.451, totalizando 53.784 candidatos.

Vagas

De acordo com o edital, estão previstas 314 vagas para os cargos de Especialista em Assistência Social e Técnico em Assistência Social, e formação de cadastro reserva correspondentes a cinco vezes o número de vagas ofertadas para cada cargo da Carreira Pública de Assistência Social do Distrito Federal.

O total das 1.884 oportunidades são para as especialidades de Educador Social, Direito e Legislação, Pedagogia, Psicologia, Serviço Social, Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Economia, Estatística, Nutrição, Técnico Administrativo, Agente Social e Cuidador Social.

Ainda conforme rege o edital, os candidatos nomeados estão sujeitos ao Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis do Distrito Federal, instituído pela Lei Complementar nº 840, de 23 de dezembro de 2011, e às normas internas do órgão de lotação.

*com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social


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Ricardo Callado20/03/20192min

Medida para atuação imediata foi definida em reunião no Palácio do Buriti

Por Ian Ferraz 

O governador Ibaneis Rocha determinou o reforço no policiamento das escolas da rede pública do Distrito Federal. A atuação, imediata, será feita por 180 militares em diferentes unidades.

Os profissionais vão atuar em dupla e podem monitorar mais de uma escola, a depender da proximidade entre os colégios. As forças de segurança, por meio do serviço de inteligência, também estão trabalhando em conjunto para monitorar possíveis ameaças e outros problemas.

Participaram da reunião no Palácio do Buriti os secretários da Casa Civil, Eumar Novacki, de Segurança Pública, Anderson Torres, de Educação, Rafael Parente, e a comandante-geral da Polícia Militar, a Coronel Sheyla Sampaio.

“Estamos atentos à questão da segurança das escolas e vamos fazer o necessário para que todos na comunidade escolar se sintam seguros”, explicou o secretário de Educação, Rafael Parente.

Escolas de gestão compartilhada

A reunião também tratou sobre a ampliação do projeto das escolas de gestão compartilhada. No encontro foi falado sobre a intenção de ampliar o número de unidades de ensino de quatro para 40 até o final de 2019.

(Com Informações da Agência Brasília)


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Ricardo Callado20/03/20195min

Novos modelos de família, as técnicas de reprodução assistida indicadas para cada caso e os direitos legais da família contemporânea.

Produção independente (monoparentalidade programada), uniões homoafetivas, maternidade depois dos 40 são resultado de transformações, conquistas e avanços socioculturais. A medicina reprodutiva tem um papel fundamental para os novos modelos de família. No próximo dia 13 de abril, a capital federal vai sediar o Fórum Reprodução Assistida e Novas Configurações Familiares, que acontece como parte da programação do 11° Simpósio de Reprodução Humana de Brasília, promovido pela Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH) e a Associação de Ginecologia e Obstetrícia de Brasília (SGOB).

O fórum acontece, das 10 às 12h, na Associação Médica de Brasília (AMBr). “Os avanços da ciência reprodutiva trouxeram inúmeras possibilidades para que as famílias contemporâneas possam exercer seu direito de procriar”, afirma o médico Vinicius Medina Lopes, especialista em reprodução assistida e um dos coordenadores do Fórum.

O fórum será aberto ao público e direcionado aos profissionais e estudantes da área de medicina, enfermagem, psicologia e direito, comunidade LGBT e a população geral do Distrito Federal. As inscrições são gratuitas dentro do limite das vagas e devem ser feitas antecipadamente pelo telefone (61) 3245-3681.

Na atual sociedade, a família tradicional nuclear patriarcal deixou de ser o único modelo possível e também não é mais o modelo predominante. No Distrito Federal, considerando-se apenas as famílias com filhos, de acordo com levantamento do IBGE, 31,6% dos arranjos familiares são compostos por mulheres sem cônjuge e com filhos. Esse índice está acima da média nacional e significa que uma a cada três famílias é constituída por mães-solo na capital federal.

Na ocasião, o médico Vinicius Medina Lopes, apresentará as técnicas de reprodução aplicadas a cada caso. O médico é diretor científico da SBRH e vice-presidente da Associação de Ginecologia e Obstetrícia de Brasília (SGOB). Na sequência, a advogada Cíntia Cecilio, presidente da comissão de diversidade sexual e de gênero da OAB/DF, apresentará os direitos e dará dicas referentes à parte legal dos processos reprodutivos.

O psicólogo Flávio Lobo Guimarães, do comitê nacional de psicologia da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH), falará sobre as novas formações familiares, como pais ou mães solteiras, casais homoafetivos e casais em que a mulher na menopausa utiliza óvulos doados.

O fórum será encerrado com um debate sobre os assuntos apresentados e o plenário poderá tirar suas dúvidas.


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Ricardo Callado19/03/20197min

O parto humanizado ou humanização do parto trata-se de um direito garantido por lei e é considerado um processo no qual todas as atenções são voltadas às necessidades da gestante. É ela quem tem o controle da situação e as suas decisões são respeitadas e levadas em consideração para tornar o momento do parto em uma experiência única, saudável, instintiva, entendendo esta ação como um ato fisiológico e natural do ser humano.

A preparação para o parto humanizado começa já na escolha do obstetra que irá assistir a grávida durante os nove meses de gestação. Este profissional fará o acompanhamento do pré-natal para garantir que a mãe e o bebê estejam com a saúde perfeita para a realização de um parto com o mínimo de intervenções.

Neste processo, a mulher participa, de forma ativa, de todo o movimento fisiológico do nascimento, desde a definição da acompanhante até a liberdade para caminhar, movimentar e sentar, além da escolha sobre a melhor posição e o local onde deseja ter seu bebê. O médico apenas observa e interfere tecnicamente, se necessário.

O parto humanizado oferece inúmeros benefícios como: apoio emocional, maior percepção do momento do parto, recuperação mais rápida, uma vez que não é necessário realizar cortes e nem aplicar anestesia. Além disso, a interação entre mãe e filho é imediata, haja vista que a amamentação ocorre no local onde o nascimento aconteceu.

As mulheres que querem optar por este tipo de parto, devem buscar orientações, conversar com quem já passou por este processo e saber se é realmente isso que ela deseja, afinal, como todo nascimento, também há desconfortos naturais do processo como dores, incômodos e medo.

Embora não seja muito divulgado pelos hospitais, o Parto Humanizado é um direito adquirido por lei e apregoado pela Organização Mundial de Saúde e pelo Ministério de Saúde. O médico ginecologista e obstetra, Dr. Alberto Guimarães, precursor do Programa “Parto Sem Medo”, esclarece alguns mitos e verdades que envolvem o procedimento:

1 – A recuperação do Parto Humanizado é melhor que os partos habituais? Verdade. A recuperação do parto humanizado é melhor do que o habitual. Em geral, não é realizada a episiotomia (técnica de corte na região do períneo para facilitar saída do bebê) e, portanto, a parturiente consegue sentar de maneira mais fácil, além de levantar e tomar banho. E ainda consegue amamentar mais rapidamente;

2 – O PH não é indicado para todas as gestantes? Mito. É indicado para todas as futuras mamães, desde que, durante o pré-natal e o acompanhamento da gestação, a mulher não tenha nenhum problema de saúde. Quando falamos em Parto Humanizado, a maioria das pessoas imagina que o método seja apenas um parto natural/normal.  Uma cesariana com indicação obstétrica também pode ser humanizada, isto é, algumas práticas podem ser incorporadas no sentido de se respeitar o contato da pele entre a mãe e o neném, além de procedimentos como o corte tardio do cordão, que podem fazer toda a diferença depois do nascimento.

3- É possível uma cesárea humanizada?Verdade. Muitos dizem que um Parto Humanizado é só aquele que se faz à moda antiga. Se trabalharmos o conceito de Parto Humanizado, a cesárea, desde que seja necessária, também pode ser realizada de forma humanizada. Deixar o marido acompanhar o procedimento e retirar aquele pano que separa a paciente do bebê, por exemplo, são medidas que podem ser tomadas em uma cesárea para deixá-la mais humana possível;

4- Existem tentativas para a proibição de doulas na hora do parto. Elas podem atrapalhar o evento? Mito.  Uma doula experiente torna-se “invisível” na sala de parto e garante que a mulher seja a protagonista absoluta do momento. A doula não tem nenhuma função clínica e sim, presta apoio emocional e físico à mulher;

Alberto Guimarães

Formado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis (RJ) e mestre pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), o médico atualmente encabeça a difusão do “Parto Sem Medo”, novo modelo de assistência à parturiente que realça o parto natural como um evento de máxima feminilidade, onde a mulher e o bebê devem ser os protagonistas. Atuou no cargo de gerente médico para humanização do parto e nascimento do Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim, CEJAM, em maternidades municipais de São Paulo e na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.


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Ricardo Callado18/03/20194min

Com mudança de parte do Executivo para o Centrad, anexo do Buriti passará por obras de recuperação

Por Hédio Ferreira Júnior e Emaneulle Coelho

O Governo do Distrito Federal (GDF) mantém o plano de se transferir para o Centro Administrativo (Centrad) de Taguatinga. A mudança de secretarias de estado lotadas no Palácio do Buriti e no anexo, além dos gabinetes do governador Ibaneis Rocha e do vice Paco Britto, está prevista para ocorrer a partir de abril. De acordo com o Secretário de Fazenda, Planejamento, Orçamento e Gestão, André Clemente, o Executivo aguarda apenas a assinatura do termo de remoção de danos com a administradora do complexo para a iniciar a transferência.

Fechada a minuta, serão acionados os órgãos de controle, como o Tribunal de Contas do Distrito Federal e Territórios e, então, planejada a mudança. “Vamos fazer uma ocupação negociada [com o consórcio que administra do Contrad]. A partir daí, passamos a conversar com os bancos para negociar as dívidas [pendentes do GDF com a administração do consórcio]”, explicou Clemente.

Inicialmente, irão para o Centrad, além da governadoria e da vice-governadoria, as secretarias de Fazenda, Planejamento, Orçamento e Gestão, a Casa Civil e a Casa Militar. À medida que as secretarias que atualmente estão no anexo do Palácio do Buriti forem sendo transferiras para Taguatinga, o prédio passará por reformas. As obras vão começar pela rede elétrica e pelo sistema de prevenção a incêndio.

Sem risco
A Defesa Civil do Distrito Federal divulgou, em fevereiro de 2019, um laudo técnico sobre as condições do edifício. Conforme o documento, há algumas falhas na edificação, porém, o prédio não corre riscos de queda ou desmoronamento. De acordo com a inspeção, o prédio também não precisa ser interditado. A reforma irá acontecer para garantir a segurança dos 2.282 servidores que trabalham no local.

Os serviços da reforma estão orçados em R$ 13 milhões e os recursos são da Secretaria de Fazenda, já previstos no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA). O processo de restauração do Anexo Palácio do Buriti está em análise na Novacap, mas o GDF ainda irá decidir qual órgão será responsável pela obra para que seja aberto o processo de licitação.

(Com informações da Agência Brasília)



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