Arquivos Destaques - Blog do Callado

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Ricardo Callado18/09/20184min

Meu DigiSUS está em funcionamento há 3 anos

Por Leandro Melito

Aplicativo permite que a população acompanhe, via celular, suas consultas e visualize o histórico de solicitações – Arquivo/Agência Brasil

O aplicativo disponibilizado gratuitamente pelo Ministério da Saúde para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), Meu DigiSUS, está há três anos em funcionamento e já foi baixado por 1,2 milhão de pessoas que têm smartphones com sistemas IOS e Android.

O aplicativo permite que a população acompanhe, via celular, suas consultas, visualize o histórico de solicitações e a posição na fila do Sistema Nacional de Transplantes, entre outras funcionalidades relacionadas à saúde pública. O aplicativo também permite que os pacientes do SUS atuem como fiscais dos serviços prestados por meio da avaliação do atendimento realizado, assim como denunciar fraudes de qualquer local do país.

Pela plataforma móvel oficial do SUS, o cidadão consegue encontrar hospitais, unidades de saúde e outros estabelecimentos próximos de sua residência; identificar farmácias participantes do Aqui tem Farmácia Popular e acompanhar os medicamentos que o cidadão retirou, além de avaliar o atendimento desses serviços. Também é possível acessar uma linha do tempo de cada atendimento realizado pelo SUS, além do Cartão Nacional de Saúde e os dados pessoais, com informações sobre nutrição e alergias.

A plataforma é interligada às 19.788 Unidades Básicas em Saúde (UBS) já informatizadas em 3.780 municípios, totalizando 106.179.196 usuários. Ao todo, 11 sistemas estão integrados no aplicativo, entre eles o Cadastro Nacional de Usuário do SUS (CADSUS), Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), Farmácia Popular e os Sistemas Nacional de Transplantes (SNT), de Regulação (SISREG), de Atenção Básica (e-SUS AB) e o Hemovida.

Como baixar

Para realizar seu primeiro acesso, baixe o aplicativo Meu DigiSUS na loja compatível com o celular e insira algumas informações básicas como CPF, nome da mãe e e-mail. Após cumprir essa etapa, o sistema localizará o seu cartão e enviará ao correio eletrônico cadastrado uma mensagem para verificação de segurança. Em seguida aparece o número do seu Cartão Nacional de Saúde e que dará acesso as suas informações de saúde.

Se não conseguir entrar no aplicativo, o Ministério da Saúde recomenda que o usuário procure a unidade de saúde mais próxima da sua residência para que o seu cadastro possa ser realizado.

Para outras dúvidas, ligar na Ouvidoria do SUS, no 136.


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Ricardo Callado18/09/20182min

Por Fernanda Cruz

Servidores em greve do Instituto Nacional do Seguro Social (Valter Campanato/Agência Brasil)

Durante todo o ano passado foram registradas em todo o país 1.566 greves, uma queda de 26% em relação a 2016, segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgados hoje (18). Trabalhadores da esfera pública fizeram 814 paralisações e os do setor privado 746.

Nos três níveis administrativos do funcionalismo público, foram contabilizadas 58 mil horas paradas. Os servidores municipais responderam por 62% do total dessas horas paradas. No setor privado, foram 33 mil horas paradas. As greves ocorridas no setor de serviços corresponderam a 76% dessas mobilizações.

Em 2017, 54% das greves encerraram-se no mesmo dia em que foram deflagradas. As greves que se alongaram por mais de 10 dias representaram 16%. A maioria das greves (81%) teve como motivação itens de caráter defensivo na pauta de reivindicações, sendo que mais da metade (56%) reclamava de descumprimento de direitos.

A exigência de regularização de vencimentos em atraso (salários, férias, décimo terceiro salário ou vale salarial) esteve na pauta de 44% das greves e foi a principal reivindicação em 2017. A reivindicação por reajuste de salários e pisos vem a seguir, presente em 32% das paralisações.

Sobre o desfecho das paralisações, a pesquisa do Dieese apontou que 570 greves (36% do total) tiveram índice de 78% de êxito no atendimento às reivindicações.


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Ricardo Callado18/09/20185min

“Se necessário, abriremos uma segunda investigação”, afirma o ministro

Por Felipe Pontes

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, reafirmou hoje (18) que a Polícia Federal (PF) deve concluir ainda nesta semana um primeiro inquérito sobre a agressão ao candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro. Ele disse que, até o momento, nenhuma hipótese foi descartada sobre uma eventual coautoria do crime, por isso uma nova investigação poderá ser aberta.
Bolsonaro foi esfaqueado em 6 de setembro durante um ato de campanha na rua em Juiz de Fora (MG). O agressor, identificado como Adélio Bispo de Oliveira, foi preso e encontra-se numa penitenciária de Campo Grande (MS). Em depoimentos, ele diz ter agido sozinho.

“Não se descarta qualquer tipo, qualquer hipótese”, afirmou Jungmann ao ser questionado sobre a possibilidade de coautoria no crime. “Nós, se necessário, abriremos uma segunda investigação, um segundo inquérito, para apurar todo e qualquer indício. Se qualquer possibilidade de coautoria existir, evidentemente que vamos trazer a conhecimento de toda a sociedade”, disse em seguida.

O ministro, no entanto, não entrou em detalhes das investigações, afirmando apenas que “tudo isso tem que ser investigado, recursos, dinheiro na conta”. “Temos que dar uma resposta à opinião pública para que não paire nenhuma suspeita”, acrescentou.

Jungmann deu as declarações após reunião, nesta terça-feira, com a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, da qual também participou o diretor-geral da PF, Rogério Galloro.

No encontro, foi discutido o incremento na segurança dos candidatos à Presidência. No momento, mais de 20 policiais federais integram o aparato que acompanha cada presidenciável.

Foi montado também um centro de inteligência para acompanhar todos os presidenciáveis em tempo real, que deverá ser inaugurando em breve em Brasília e passará a funcionar 24 horas durante sete dias antes do primeiro turno das eleições, que ocorre em 7 de outubro.

“Bancada do crime”

Além do incremento na segurança dos candidatos à Presidência, foi discutido no encontro o combate a candidaturas que estejam ligadas ao crime organizado, num esforço para impedir que ser forme, nas palavras de Jungmann, uma “bancada do crime” no Poder Legislativo federal e estadual.

Segundo o ministro, a PF realiza um pente-fino na vida pregressa de todos os candidatos, para todos os cargos, nas eleições deste ano. O objetivo é entregar ao TSE um dossiê com qualquer indício do envolvimento do crime organizado com a eleição.

“Estamos fazendo uma triagem e levantamento prévio de todos os candidatos e estamos cruzando todos os dados, fazendo um banco de dados”, disse Jungmann. “Não podemos permitir a formação de uma bancada do crime, e se por acaso eles vierem a se eleger nós precisamos cassá-los e puni-los”, acrescentou o ministro. Ele frisou, no entanto, que a PF somente fornecerá dados de inteligência ao TSE, a quem caberá dar qualquer tipo de consequência às informações.


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Ricardo Callado18/09/20181min

Por Dayana Vítor

Trinta e uma mil e cinquenta e quatro pessoas foram convocadas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, TRE-DF para atuar como mesários nas eleições de 2018. Destes, vinte e cinco mil e novecentos e trinta e cinco são voluntários.

Para trabalhar no evento os convocados receberão treinamento até do dia vinte e nove de setembro.

A funcionária pública Adalgisa Martins, que trabalhará como presidente de mesa, destaca a importância de participar do processo eleitoral.

No último sábado noventa pessoas receberam capacitação no Auditório do Colégio La Salle.

Durante o curso foram explicadas as ações que deverão ser desenvolvidas pelos agentes eleitorais, identificação do eleitor, fiscalização, propaganda, sigilo de votação e auditoria.

Neste ano são oferecidos cursos presenciais para as pessoas que atuarão como presidentes de mesa, primeiros secretários, agentes de informação e supervisores de local.


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Ricardo Callado18/09/20182min

Por Renata Giraldi

Operação Registro Espúrio – José Cruz/Arquivo Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (18) a quarta fase da Operação Registro Espúrio, com o objetivo de apurar desvios de valores da Conta Especial Emprego e Salário (CEES).

Os agentes cumprem 16 mandados de busca e apreensão e nove mandados de prisão temporária em Brasília, Goiânia, Anápolis, São Paulo e Londrina. Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

As investigações indicam a atuação de uma organização criminosa em entidades interessadas em obter, de forma fraudulenta, restituições de contribuições sindicais recolhidas indevidamente da CEES.

Os pedidos de restituição eram manipulados pelo grupo com o intuito de adquirir direitos a créditos, conforme indicou também o Ministério da Transparência e a Controladoria-Geral da União.

Esquema

Os valores eram transferidos da CEES para as contas bancárias das entidades, com posterior repasse de um percentual para os servidores públicos e advogados integrantes do esquema.

Os investigados responderão pelos crimes de peculato, corrupção passiva, corrupção ativa, falsificação de documento público e lavagem de dinheiro.

Registro Espúrio

A Operação Registro Espúrio foi desencadeada com o objetivo de desarticular organização criminosa que atua na concessão fraudulenta de registros sindicais no Ministério do Trabalho.


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Ricardo Callado18/09/20182min

Por Vitor Abdala

São Paulo – Prédios (Agência Brasil/Arquivo)

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou uma inflação de 1,34% na segunda prévia de setembro deste ano.

A taxa é superior ao 0,67% da segunda prévia de agosto.
De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com a segunda prévia de setembro, o IGP-M acumula taxas de 8,09% no ano e 9,83% em 12 meses.

O crescimento da taxa de agosto para setembro foi provocado pelos preços no atacado e no varejo.

A inflação do atacado, medida pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, subiu de 0,95% na prévia de agosto para 1,95% na prévia de setembro.

A inflação do varejo, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor, subiu de 0,05% em agosto para 0,16% em setembro.

Por outro lado, a inflação da construção, medida pelo Índice Nacional de Custo da Construção, caiu de 0,36% para 0,19% no período.


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Ricardo Callado18/09/20182min

Candidata do Pros oscila dentro da margem de erro e tem 22% das intenções de voto ao Palácio do Buriti. Em segundo aparece Fraga e Rollemberg empatados, com 14% e 11%

Encomendada pela TV Globo, o instituto Ibope divulgou nesta segunda-feira (17) novo levantamento de intenções de votos para o governo do Distrito Federal. A pesquisa consolida a liderança da candidata Eliana Pedrosa (Pros) no primeiro turno e mostra vitória em todos os cenários de segundo turno.

Em um eventual cenário de segundo turno entre Eliana Pedrosa e o atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB), ele teria 23% dos votos, enquanto a ex-parlamentar teria 45%. Contra o deputado federal Alberto Fraga (DEM), a candidata do Pros sairia vitoriosa, com 39% dos votos. Fraga teria 29%.

Confira os cenários de segundo turno:

Eliana 39% x 29% Fraga (brancos/nulos: 27%; não sabem: 5%)
Fraga 41% x 24% Rollemberg (brancos/nulos: 30%; não sabem: 5%)
Eliana 45% x 23% Rollemberg (brancos/nulos: 22%; não sabem: 8%)

No primeiro turno, todos os candidatos oscilaram dentro da margem de erro. A candidata do Pros figura com 22% da preferência do eleitorado, diferença de oito pontos percentuais em relação ao segundo colocado, Alberto Fraga (DEM), que tem 14%. Na sequência, Rodrigo Rollemberg (PSB) figura com 11%. Ele é seguido de perto por Rogério Rosso (10%).

Confira a posição de cada um:

Eliana Pedrosa (Pros): 22%
Alberto Fraga (DEM): 14%
Rodrigo Rollemberg (PSB): 11%
Rogério Rosso (PSD): 10%
Ibaneis (MDB): 9%
General Paulo Chagas (PRP): 5%
Miragaya (PT): 3%
Alexandre Guerra (Novo): 3%
Fátima Sousa (PSol): 1%
Renan Rosa (PCO): 1%
Guillen (PSTU): 0%
Brancos/nulos: 13%
Não sabem: 8%

 

 


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Ricardo Callado17/09/20182min

Do O Antagonista – O Globo conta que dois cientistas políticos da UnB (Universidade de Brasília), Antônio Flávio Testa e Paulo Kramer, integram um grupo que ajuda a traçar estratégias para a chapa de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão.

O grupo, que surgiu por iniciativa dos generais Augusto Heleno e Oswaldo Ferreira, reúne-se periodicamente para discutir desde questões territoriais e indígenas à modulação do discurso sobre o golpe militar –segundo eles, um “contragolpe” à ofensiva comunista em 1964.

“É um grupo de voluntários, que colabora com Bolsonaro. (…) Não há ideologia, mas envolvimento com quem tem projeto de Brasil. Eu não sou de esquerda nem de direita. E não considero Bolsonaro de direita nem Lula de esquerda. São dois pragmáticos”, disse Testa ao jornal carioca.

Kramer, por sua vez, afirma que dá “pitacos” para melhorar a mensagem do presidenciável do PSL.

“Qual a vantagem que [Bolsonaro] tem? Não é apenas estar em conformidade com o espírito da época; ele está em campanha desde novembro de 2014. Ele é a prova do sucesso de uma campanha permanente.”


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Ricardo Callado17/09/20182min

Por Gilberto Costa

A quarta edição da The Street Store recebeu doações de seis mil itens como peças de roupa, sapatos, cobertores e brinquedos para redistribuição a moradores de rua do Distrito Federal e pessoas em situação de vulnerabilidade.
De acordo com Marcela Nóbrega, do coletivo Dente de Leão, responsável pelo evento em Brasília desde 2015, as doações atenderam de 460 a 500 moradores de rua. O evento ocorreu próximo à Rodoviária do Plano Piloto, no centro da capital federal.

The Street Store é chamada pelos organizadores como “uma loja de rua sem fins lucrativos” e ocorre em diferentes países, com mais de 700 lojas pelo mundo, de acordo com o site da campanha.

“Qualquer pessoa pode fazer uma loja”, recomenda Marcela Nóbrega ao lembrar que a mobilização “combate a invisibilidade” e “ajuda a recuperar a dignidade das pessoas”, que podem se vestir com roupas doadas ainda em bom estado.

De acordo com Marcela, mais da metade das vestimentas doadas hoje foram peças de modelo e tamanho femininos. Ela estima, no entanto, que 70% dos 3 mil moradores de rua no DF são homens.

Desde 2015, a campanha arrecadou em Brasília mais de 13,5 toneladas em doações. Para fazer a distribuição e montar as lojas temporárias, a campanha conta com a ajuda de mais de 370 voluntários e apoio de mais de 50 parceiros privados.


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Ricardo Callado17/09/20184min

POR MAHILA AMES DE LARA, do Poder 360

O candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, cresceu 3 pontos percentuais na comparação com a semana passada e alcançou 33% das intenções de voto segundo levantamento feito pela FSB Pesquisa (íntegra), contratada pelo banco de investimentos BTG Pactual.

Mas o maior salto da semana foi de Fernando Haddad (PT), que passou de 8% para 16% e empata, dentro da margem de erro, com Ciro Gomes (PDT) na 2ª colocação.

Geraldo Alckmin (PSDB) e a candidata da Rede, Marina Silva, apresentaram tendência de queda nos levantamentos. O tucano caiu de 8% para 6% e Marina, de 8% para 5%. Os 2 estão empatados com João Amoêdo (Novo), que tem 4% das intenções de voto e ficam mais distantes na disputa por 1 lugar no 2º turno.

Não souberam responder 5% dos entrevistados e 11% não escolheram ninguém ou votariam em branco.

As entrevistas foram realizadas nos dias 15 e 16 de setembro de 2018. O Instituto entrevistou 2.000 eleitores nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 p.p. e o intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE(Tribunal Superior Eleitoral) é BR-06478/2018.

2º TURNO

A pesquisa também trouxe novidades nas expectativas para o 2º turno, que acontecerá em 28 de outubro. Bolsonaro, que tinha dificuldades de emplacar bons resultados nesta etapa, aparece à frente de Fernando Haddad, Geraldo Alckmin e Marina Silva.

O único candidato que apresentaria algum risco ao militar seria Ciro Gomes, que empata com ele dentro da margem de erro. Eis os cenários:

Jair Bolsonaro (PSL) – 42%
Ciro Gomes (PDT) – 42%
nenhum/brancos – 13%
não sabe – 3%

Jair Bolsonaro (PSL) – 46%
Fernando Haddad (PT) – 38%
nenhum/brancos – 13%
não sabe – 3%

Jair Bolsonaro (PSL) – 43%
Geraldo Alckmin (PSDB) – 36%
nenhum/brancos – 17%
não sabe – 4%

Jair Bolsonaro (PSL) – 48%
Marina Silva (Rede) – 33%
nenhum/brancos – 17%
não sabe – 3%

POTENCIAL DE VOTO, REJEIÇÃO E DESCONHECIMENTO

A pesquisa também mediu o potencial de voto, a rejeição e o desconhecimento dos candidatos. Segundo o levantamento, Jair Bolsonaro tem o maior potencial de voto, 48%, seguido pelo pedetista Ciro Gomes, que apresenta 45% e pelo tucano Geraldo Alckmin, que tem 39%.

A candidata da Rede, Marina Silva, é a que tem a maior rejeição. Entre os eleitores, 58% disseram não votar na candidata de jeito nenhum. Logo em seguida, aparece Geraldo Alckmin com 53% e Henrique Meirelles, com 48%.

A candidata Vera Lúcia, do PSTU, é a que apresenta menor resultado. A candidata também é a menos conhecida: 56% dos entrevistados não conhecem seu nome. O petista Fernando Haddad ainda é desconhecido de 15% do eleitorado.



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