Arquivos Brasília - Página 2 de 231 - Blog do Callado

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Ricardo Callado31/10/20183min

Habitantes de unidades pertencentes à companhia poderão comprar à vista ou em até 240 meses. Haverá desconto de acordo com a forma de pagamento

Pessoas que moram, há pelo menos 5 anos, em imóveis de interesse social pertencentes à Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) poderão comprar as unidades diretamente da companhia. As regras foram publicadas no Diário Oficial do DF desta terça-feira (30).

Segundo o documento, a Codhab fará uma convocação dos ocupantes para informá-los das condições para a compra da residência. O objetivo é captar recursos para aplicar em políticas habitacionais e atender beneficiários da lista da companhia.

A partir da convocação, o habitante terá até 30 dias para assinar o contrato da venda e registrá-lo em cartório de imóveis. Depois, o prazo é de mais cinco dias úteis para pagar o boleto de entrada ou fazer o pagamento à vista. Há a possibilidade de parcelar o valor em até 240 meses.

Caso opte pelo pagamento parcelado, o ocupante deve solicitar o boleto até o quinto dia útil de cada mês. Para venda dos imóveis, é cobrada entrada de 10%.

Em compra à vista, o desconto é de 15%. Se a entrada for superior a 50% do valor do imóvel, o comprador recebe descontos de acordo com a tabela abaixo:

Valor da entrada Desconto
95% 13,75%
90% 12,5%
85% 11,25%
80% 10%
75% 8,75%
70% 7,5%
65% 6,25%
60% 5%
55% 3,75%
50% 2,5%

Se houver algum impedimento legal para a compra direta por parte do atual ocupante, o imóvel será ofertado por meio de licitação. Nesse caso, o residente terá direito de preferência.


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Ricardo Callado29/10/20184min

Cadastros para mais de 3,2 mil vagas para jovens e adultos devem ser feitos pelo site da Secretaria de Educação

Por Vinícius Brandão 
Alunos do ensino médio do Distrito Federal podem concorrer a 3.239 vagas em cursos técnicos profissionalizantes gratuitos que serão oferecidos em 2019 em diversas escolas da cidade.

As inscrições deverão ser feitas desta segunda-feira (29) até 8 de novembro pelo site da Secretaria de Educação.

Unidade de ensino Curso Vagas
Centro de Educação Profissional – Escola Técnica de Brasília Eletrônica 252
Eletrotécnica 252
Informática 360
Telecomunicações 168
Centro de Educação Profissional – Escola Técnica de Ceilândia Administração 315
Administração integrado à educação de jovens e adultos (a distância)  100
Informática 315

 

Informática integrado à Educação de Jovens e Adultos (a distância) 100
Logística 140
Centro de Educação Profissional – Escola Técnica de Planaltina Análises clínicas 140
Enfermagem 95
Nutrição e dietética 95
Saúde bucal 145
Centro de Educação Profissional Articulado do Guará – Professora Teresa Ondina Maltese Computação Gráfica 216
Enfermagem 200
Centro Educacional 2 (CEd 2) do Cruzeiro Serviços públicos integrado à educação de jovens e adultos 70
Centro Educacional Irmã Maria Regina Velanes Regis Controle ambiental integrado à educação de jovens e adultos 46
Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) do Gama Informática integrado ao ensino médio 80
Cemi do Cruzeiro Informática para internet integrado ao ensino médio 150
Centro de Educação Stella dos Cherubins Guimarães Trois Informática para internet integrado ao ensino médio 140

No caso do Cemi do Gama, o candidato deverá ir à unidade de 29 de outubro a 13 de novembro para homologar e validar a inscrição presencialmente, depois de ter feito a etapa on-line.


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Ricardo Callado26/10/201822min

Falta pouco para a maior celebração do cooperativismo brasileiro. A entrega do Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano, promovido pelo Sistema OCB, ocorre na próxima terça-feira, 30 de outubro, em Brasília. Ao todo, 21 cooperativas foram selecionadas como finalistas. A classificação será conhecida durante a cerimônia, que também reunirá lideranças cooperativistas, autoridades políticas e outros parceiros do movimento.

A 11ª edição do Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano tem o objetivo de reconhecer as boas práticas das cooperativas voltadas aos seus cooperados e com amplos resultados socias nas comunidades onde estão inseridas. A seleção é dividida em sete categorias: Comunicação e Difusão do Cooperativismo, Cooperativa Cidadã, Cooperjovem, Desenvolvimento Sustentável, Fidelização, Inovação e Tecnologia e Intercooperação.

“O cooperativismo é movido pela união das pessoas que se juntam em torno de um mesmo objetivo. Esse é o diferencial do nosso modelo de negócio, que atua de forma consciente e sustentável para o desenvolvimento social. Todos os projetos que concorrem ao Prêmio SomosCoop trazem impactos positivos para a sociedade como um todo”, afirma o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Os jurados analisaram 437 projetos de 267 cooperativas de 20 estados brasileiros, o que representa um aumento de 25% do número de inscrições em relação à última edição. Dos 13 ramos que englobam o movimento cooperativista do país, destacam-se projetos ligados ao agropecuário, crédito, saúde e trabalho. Minas Gerais e Santa Catarina lideram a participação por estados.

Prêmio SomosCoop – Melhores do ano
Data: terça-feira, 30 de outubro de 2018

Horário: 19h
Local: AMBR – Associação Médica de Brasília.
Endereço: Setor de Clubes Esportivos, Trecho 3, Brasília/DF

CONFIRA AS FINALISTAS:

As cooperativas estão descritas por ordem alfabética em cada categoria:

 

COMUNICAÇÃO E DIFUSÃO DO COOPERATIVISMO

Ailos (SC): Mudança na estratégia de marca do Sistema Ailos.

Para ter uma marca forte, a cooperativa de crédito investiu em comunicação para facilitar o entendimento da atuação do Sistema Cecred. A mudança para Ailos atendeu ao propósito de transformar a vida das pessoas por meio da economia colaborativa. O nome original Ayllus se refere a um povoado Inca que tinha o hábito de compartilhar tudo entre si, desde ferramentas de trabalho até alimentos produzidos na agricultura.

 

Colégio CEM (SC): Vivenciando a cultura cooperativista na minicidade cooperativista.

O projeto nasceu da necessidade de promover o engajamento entre os associados com base nos valores e princípios do cooperativismo. Muitos sócios do colégio se demitiram e o negócio estava em declínio. Diante dessa crise, foi criado o Programa de Ensino Cooperativo, referência para vários educandários da região de Concórdia (SC) devido à metodologia pedagógica diferenciada e inovadora que incorporou os valores e os princípios do cooperativismo na prática de aprendizagem. Assim, a escola criou a Minicidade Cooperativista e agregou valor à cooperativa de trabalho Magna, responsável pelo Colégio CEM.

 

Coopeafa (PE): Promoção do cooperativismo na agricultura familiar.

A cooperativa optou por um projeto que valoriza a produção de orgânicos por meio da agricultura familiar, melhorando a qualificação dos profissionais e das técnicas sustentáveis. Os agricultores aperfeiçoaram a plantação e aprenderam a definir preços mais compatíveis de acordo com o processo de produção diferenciada.  Com isso, os cooperados passaram a comercializar seus produtos de forma mais justa e rentável. Todos os cooperados estão envolvidos no PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) e o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar).

 

COOPERATIVA CIDADÃ

Sicoob Carlos Chagas (MG): Projeto Sicoob de olho no futuro.

O projeto atendeu 6.429 alunos, com até 10 anos, de 54 escolas da rede pública de ensino, em seis municípios, da zona rural e urbana, de Minas Gerais (Carlos Chagas, Pavão, Águas Formosas, Machacalis, Santa Helena de Minas e Bertópolis). O objetivo foi melhorar a saúde visual e, consequentemente, a condição de aprendizado escolar. Do total de crianças, 1.495 foram encaminhadas a especialistas que diagnosticaram em 302 delas a necessidade do uso dos óculos, adquiridos pela cooperativa. As secretarias municipais de saúde e de educação foram parceiras do projeto.

 

Sicredi Vale do São Francisco (PE): Camerata Sicredi Vale do São Francisco.

Promover a reintegração social de menores infratores da Funase Casa Petrolina (PE) por meio da música. Esse foi o objetivo do projeto que proporcionou uma visão mais integradora para os jovens em si a partir dos princípios do cooperativismo. A cooperativa comprou os instrumentos usados pelos jovens, tanto nas aulas quanto nas apresentações. Além do apelo emocional da música, a iniciativa aumentou a autoestima, a disciplina e as chances de um futuro mais promissor para os jovens.

 

Unimed Brusque (SC): Programa viver bem na escola.

O aumento de casos de gravidez entre adolescentes na escola Francisco de Araújo Brusque e os registros crescentes de HIV/Aids entre o público feminino no município foram decisivos para o lançamento do projeto de educação sexual. A iniciativa incluiu palestras, elaboração de apostilas, consultas médicas ginecológicas e eventos específicos sobre o tema. Com o resultado, houve interesse de aplicar a mesma metodologia com público masculino. Em dois anos, o número de adolescentes grávidas foi reduzido em 80%.

 

COOPERJOVEM

Sicoob Creditapiranga SC/RS (SC): Cooperjovem

O projeto envolve 1.480 alunos do Ensino Fundamental de nove escolas parceiras, em três municípios de Santa Catarina, na área de atuação da cooperativa, Itapiranga, São João do Oeste e Tunápolis. Havia um cenário de dificuldade de convivência, falta de tolerância e de respeito mútuo. Foi possível capacitar e motivar os professores para adoção de novas práticas pedagógicas que permitiram o aprimoramento de temas como a leitura e a escrita. Uma das medidas foi a criação de novos ambientes físicos, pois muitas escolas não tinham áreas onde as atividades pudessem ser desenvolvidas.

 

Sicoob Fluminense (RJ): Cooperjovem

Depois da implementação do programa, há dois anos, a comunidade escolar atendida passou a ter uma visão mais integrada de direitos voltados para ações coletivas que envolvem escola, família e comunidade. Os educadores têm vivência do trabalho coletivo e educacionais pautados pela cultura do cooperativismo, influenciando positivamente os jovens envolvidos. O projeto atendeu mais de 16 mil alunos e 167 professores.

 

Sicredi União MS/TO (MS): Cooperjovem

Drogas, violência e desemprego eram problemas frequentes no cotidiano da comunidade da escola municipal Prof. Fauze Scaff Gattass Filho. Por meio de práticas pedagógicas, baseadas nos princípios e valores do cooperativismo, foi possível desenvolver ações para melhorar as habilidades e atitudes dos jovens, fortalecendo vínculos com a comunidade. A escola tornou-se referência no município de Campo Grande a partir da transformação ocorrida por meio do programa Cooperjovem.

 

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Cocamar (PR): Fios sustentáveis e moda consciente

O projeto incentiva a produção de fios fabricados com material reciclável como PET, algodão com certificação BCI (Better Cotton Initiative*) e cortes de tecidos desfibrados. A cooperativa estabeleceu como meta a redução do impacto das embalagens PET colocadas no mercado com a venda do óleo de soja. Ao mesmo tempo em que impulsiona o consumo consciente a partir de uma prática sustentável, a proposta reduz os impactos sociais e econômicos, fortalecendo a economia circular. A iniciativa também estimula a participação feminina na atividade têxtil.

(*) A BCI é uma organização sem fins lucrativos, criada em 2005, com sede em Genebra, Suíça. O objetivo é melhorar a produção mundial do algodão tanto para aqueles que o produzem quanto para o meio em que é cultivado, baseado em uma cadeia produtiva sustentável. 

 

Coonap (PB): Dessalinizador solar de baixo custo

Centro e cinquenta pessoas de 37 famílias de agricultores, da região do semiárido da Paraíba, foram atendidas com o projeto para abastecimento de água potável por meio de dessalinização de água salobra. Além de melhorar a segurança hídrica, a iniciativa proporcionou vários benefícios socioeconômicos e ambientais. Do total de 300 litros de água produzidos por dia, cada dessalinizador alcançou a média diária de 10,7 litros de água potável, o suficiente para atender os requisitos da ONU, que estabelece a ingestão mínima e individual de dois litros de água potável diariamente. Com baixo custo de implantação e manutenção, a tecnologia é de fácil aprendizagem.

 

Coopatos (MG): Revitalização do córrego do limoeiro – estação ecológica coopatos e projeto recriar

O plantio de mudas nativas ao longo do córrego do Limoeiro e o reuso do efluente, tratado na estação de esgotamento sanitário, na irrigação promoveram a revitalização da mata ciliar tanto nas proximidades da nascente quanto ao longo do corpo hídrico da microbacia. Assim, o projeto atende a comunidade urbana e rural do município de Patos de Minas, situada na microbacia que pertence à bacia do Rio Paranaíba. Há quase uma década, a cooperativa promove o enriquecimento e manejo da flora com mudas nativas, totalizando mais de 2,3 mil mudas plantadas. As APP’s (áreas de preservação permanente) apresentam excelente adensamento e recuperação, com espécies em estágio médio a avançado de desenvolvimento.

 

FIDELIZAÇÃO

Coagru (PR): APP – Coagru “fidelização pela satisfação”

Um aplicativo para conectar os cooperados e criar um canal direto em tempo real com o objetivo de facilitar a interação entre os envolvidos no processo negocial. Com o projeto, os produtores começaram a utilizar o app como ferramenta para controlar as lavouras, granjas e também para o acompanhamento das colheitas e abastecimento de insumos. Também houve maior engajamento e participação dos cooperados em todos os eventos promovidos pela cooperativa, dentre eles, assembleias gerais e reuniões técnicas.

 

Languiru (RS): Inclusão social e produtiva no campo

O projeto tem o objetivo de oferecer suporte aos cooperados com pequena produção de leite, visando a sustentabilidade da propriedade e a fixação de jovens no campo, por meio do incremento de alternativas à pecuária leiteira. Assim, houve um redirecionamento para o desenvolvimento de novas frentes, como a produção de frutas, legumes, frangos e suínos em sistema integrado.

 

Unimed Federação Minas (MG): Programa de relacionamento com o cooperado

O projeto criou ações de relacionamento para aumentar a confiança, a admiração, a credibilidade e a proximidade com os cooperados. Houve uma percepção de que havia uma dedicação à operação do negócio que provocava distanciamento e falta de envolvimento. Esse cenário foi observado somente em unidades de grande porte, como Belo Horizonte e Juiz de Fora. O programa instituiu um calendário anual de atividades, incluindo campanhas publicitárias e outras ações de comunicação.

 

INOVAÇÃO E TECNOLOGIA

Coopeavi (ES): Condomínio avícola

Um novo modelo de negócio baseado na inovação e na tecnologia ofereceu aos cooperados a oportunidade de ampliar a produção de ovos de forma sustentável e de diversificar a atividade rural daqueles que atuam em outros segmentos como cafeicultura, hortaliças e bovinocultura de corte e de leite. Entre os resultados destacam-se o aumento do número de fornecedores no entreposto de ovos, redução de custos de classificação, aumento da comercialização e melhor relacionamento com o cliente final. Um código impresso diretamente no ovo possibilita ao consumidor checar a procedência do produto pelo site da cooperativa.

 

Sicoob Credigerais (MG): IFISI: incluindo vidas pela educação criativa.

O objetivo do projeto foi promover inclusão social no ensino de soluções de inovação e tecnologia para beneficiar crianças de baixa renda e em risco social, em fase de alfabetização, por meio da informática, impressão 3D e robótica de forma lúdica e de acordo com os princípios cooperativistas. Professores e outros profissionais voluntários atuam para a melhoria educacional com uma metodologia voltada para lógica de programação de maneira lúdica. Assim, os alunos aumentaram o rendimento escolar e passaram a compreender os valores do cooperativismo e conseguiram melhorar o relacionamento familiar.

 

Unimed Vitória (ES): Inovação nas condutas da atenção integral à saúde prestadas às gestantes

Os investimentos em tecnologia da informação e comunicação em saúde possibilitaram a implementação de um modelo de atenção à saúde de gestantes, por meio de uma central de teleatendimento. Com a iniciativa, 2.527 mulheres que participaram do Programa Viver Gestante em 2017 tiveram mais de 70% do cumprimento do cuidado perfeito preconizado pelo Ministério da Saúde, que inclui um conjunto de orientações médicas para a promoção da saúde da gestante, como exames laboratoriais e ultrassonografias.

 

INTERCOOPERAÇÃO

Coopatos (MG): Consórcio cooperativo

A ideia do projeto foi unir forças de sete consorciadas que atuam nos segmentos de café, leite e serviços. O empreendimento visa criar e manter vantagens competitivas por meio da otimização de custos, especialização profissional e sinergia com parceiros que possuem algum diferencial no mercado. Assim, nos últimos quatro anos, a Central de Compras do CCGC registrou um aumento de movimento de R$ 600 milhões para R$ 870 milhões. As compras para as associadas incluem diversos segmentos como transporte e logística, medicamentos, nutrição animal e ferragens.

 

Fecoagro (SC): Central de compras Fecoagro

Onze cooperativas se juntaram para comprar seus insumos de forma cooperada e, assim, otimizaram recursos, formando escalas e encadeamento. A iniciativa possibilitou negócios mais vantajosos, gerando economia para os cooperados. A evolução do projeto se deu com a implantação de um centro de distribuição, onde é possível adquirir produtos diretamente as indústrias, receber e distribuir para as cooperativas. Também foi iniciado o projeto Horta Santa, no qual os cooperados cultivam hortaliças e atendem parte das demandas das cooperativas.

 

Rede Alternativa (DF): Escritório de gestão e comercialização em rede: desenvolvimento das cooperativas de catadores do distrito federal e entorno

O projeto se constituiu pelo objetivo de estruturar e desenvolver o empreendimento de catadores filiados à cooperativa, oferecendo auxílio na gestão, logística e comercialização em rede de resíduos sólidos recicláveis para indústrias compradoras do país. A iniciativa aumentou a autoestima dos catadores e ampliou as oportunidades de negócio ao possibilitar a venda conjunta e direta para indústrias diante do volume acumulado entre os participantes. Além disso, a nova gestão permitiu o acompanhamento dos contratos e de ações das cooperativas, organizando-as junto ao poder público e inserindo-as em outros projetos com mais transparência.

 

Sobre o Sistema OCB

Somos um Sistema composto por três instituições: OCB, Sescoop e CNCoop. Temos uma unidade em cada estado do Brasil e, também, no Distrito Federal. Nosso papel? Trabalhar pelo fortalecimento do cooperativismo brasileiro. A OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) cuida da representação institucional junto aos Três Poderes. O Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo) é responsável pelas ações de desenvolvimento das cooperativas, cooperados e empregados, com foco em formação profissional, promoção social e monitoramento. E a CNCoop (Confederação Nacional das Cooperativas) completa o tripé, com a representação sindical patronal do movimento. Focos distintos e complementares, que fazem a soma dessas forças resultarem na potencialização de um setor essencial para a economia e a sociedade brasileiras.

www.somoscooperativismo.coop.br


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Ricardo Callado25/10/20184min

Ao todo, doze projetos foram premiados na mostra que termina no próximo dia 30 e foi marcada como uma das melhores de Brasília, nos últimos cinco anos

 

Valéria Gontijo, Isabela Valença e Isabela Moura no Living Gourmet CasaPark – Foto Alan Santos

O projeto Living Gourmet CasaPark, assinado pelo Studio + Valéria Gontijo, recebeu ontem o “Prêmio Especial”, por sua representatividade e inovação, na segunda edição do Prêmio Correio Braziliense CasaCor, como um dos melhores ambientes da mostra de arquitetura e design deste ano, realizada na antiga Casa Manchete, um projeto de Oscar Niemeyer, em Brasília.

Ao todo, foram 12 propostas escolhidas por Júri popular e técnico. Os profissionais contemplados levaram para casa troféus criados exclusivamente por Francisco Galeano, artista plástico reconhecido nacional e internacionalmente.

“Estamos muito felizes com a conquista deste prêmio tão importante. A mostra deste ano foi muito especial, o público tem adorado. E para quem ainda não teve a oportunidade ainda restam alguns dias para conferir. Aproveitem”, convida a arquiteta Valéria Gontijo.

De acordo com Ivana Valença, diretora de Marketing do CasaPark, a mostra deste ano surpreendeu o público pela inovação e bom gosto. “É sempre um prazer para o CasaPark participar da CasaCor e sendo premiados, é melhor”, comemora.

O projeto – Com 130m² e localizado na área central da mostra, o Living Gourmet consiste em um ambiente multifuncional, cujo destaque é o piso em pedras — placas de ardósia. No mobiliário são priorizadas peças do design contemporâneo brasileiro.

Com a proposta de uma decoração descontruída, o Espaço CasaPark traz, ao mesmo tempo, aconchego e personalidade ao ambiente. A idealização do espelho d’água, revestido com o mesmo piso interno, juntamente com o uso de portas pivotantes muxarabi; além do cobre em determinadas peças, remetem à tendência da arquitetura na busca por referências marroquinas.

O conforto é estabelecido com peças do design brasileiro Jader Almeida, além de poltronas sênior em jacarandá. O projeto luminotécnico, por sua vez, agrega ao espaço uma sensação de bem-estar, com peças embutidas em cobre que proporcionam todo caráter intimista.

O CasaPark preparou uma programação especial para cada semana da mostra, cuja proposta é abordar assuntos de arte, arquitetura, design, paisagismo e moda, com renomados convidados.

SERVIÇO:

O que: CASACOR Brasília 2018

Quando: 12 de setembro a 30 de outubro

Onde: Antiga Casa Manchete – SIG QD. 1, nº 975

Ambiente: Living Gourmet – CasaPark

Escritório responsável: Studio + Valéria Gontijo


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Ricardo Callado25/10/201817min
Com ajuda de pequenos produtores, projeto quer recuperar a Bacia Hidrográfica do Pipiripau – José Cruz/Agência Brasil

Por Débora Brito

Conciliar a atividade agropecuária com boas práticas de preservação e produção de água é uma das estratégias que tem contribuído para fazer a água brotar de novo da terra, nutrir o solo e correr para o rio. A ação tem sido empreendida pelo programa Produtor de Água para recuperar a Bacia Hidrográfica do Pipiripau, que já foi considerada uma das bacias mais problemáticas do Distrito Federal.
Localizada a cerca de 50 quilômetros do centro de Brasília, a Bacia do Pipiripau sempre foi marcada pelo conflito por recursos hídricos. A área tem pequenas, médias e grandes propriedades rurais que demandam muita água para irrigação. Os córregos desta bacia abastecem a população das cidades-satélites de Planaltina e Sobradinho, que juntas tem cerca de 300 mil habitantes, e alimentam as bacias hidrográficas de São Bartolomeu e do Paraná, que abrangem outros seis estados do país, entre eles, São Paulo.

“A Bacia do Pipiripau foi muito desmatada. Têm assentamentos que chegaram lá e era tudo braquiária [capim], pasto de gramínea exótica e eles estão agora fazendo sistemas de plantios agroflorestais, agroecológicos e isso contribui pra que o sistema volte a ter maior capacidade de infiltração da água, contribuindo para a bacia ficar mais saudável”, disse Isabel Figueiredo, coordenadora do programa Cerrado e Caatinga do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), que integra a Rede Cerrado.

Segundo Devanir Santos, coordenador de Projetos Indutores da Agência Nacional de Águas (ANA), além do impacto da intensa atividade agropecuária, a mudança no fluxo de chuvas também reduziu a capacidade de infiltração do solo na região, o que levou à redução da vazão dos rios da bacia.

“Antigamente, tinha chuva de longa duração e pouca intensidade por 15, 20 dias. Hoje, têm pancadas num curto espaço de tempo e isso dificulta ainda mais a infiltração de água no solo. O resultado é que acaba que você não tem uma boa alimentação do lençol freático, que é fundamental para você ter água no período da seca”, explica Santos.

Pagamentos ambientais

Por meio da compensação financeira, o programa Produtor de Água financia os produtores que cedem suas terras para proteção de córregos, nascentes e matas ciliares e adotam práticas que melhoram a infiltração da água na terra. Entre as medidas adotadas, está a implantação das chamadas tecnologias mecânicas, como readequação das estradas rurais que dão acesso às propriedades, por meio da formação de desvios laterais ou bacias de contenção de água, como as pequenas barragens.

Nas propriedades também são feitos os terraços, que se parecem com lombadas para diminuir a velocidade das enxurradas e o impacto erosivo da água no solo em áreas de declive. “Além das obras mecânicas, temos plantio em área de preservação permanente, cercamento em área de nascente e rios e a conservação de área já plantada há muitos anos. Então, o produtor pode receber pela área já conservada, pela área que ele plantou agora ou pela área onde fez as práticas mecânicas”, explica Rossini Sena, especialista em recursos hídricos da ANA.

O valor pago a cada produtor varia de R$ 100 a R$ 300 por mês. A fórmula para calcular o pagamento ambiental ao produtor leva em consideração as medidas ambientais que ele implanta na propriedade.

“Quanto mais a atividade for benéfica para o meio ambiente, mais o produtor ganha”, completa Rossini.

Resultados

Devanir Santos relata que há sete anos a situação ficou insustentável na região, chegando ao ponto em que não era possível manter a irrigação e o abastecimento urbano ao mesmo tempo. Houve momentos em que foi necessário negociar com os produtores a redução da área plantada para garantir o abastecimento para consumo humano, que é protegido por lei.

“Foi quando nós começamos o projeto lá. De um lado, nós atuamos melhorando a capacidade de infiltração, incentivando os produtores a mudar a forma de ocupar o solo, reflorestando algumas áreas essenciais, principalmente as zonas de recarga, as margens de rio e implementando as práticas mecânicas de conservação do solo. Do outro lado, nós também buscamos formas de reduzir a utilização de água na irrigação”, explicou.

Santos lembra que a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) tinha autorização para tirar 400 litros por segundo da bacia para atender ao consumo humano, mas na crise não conseguia tirar nem 250 litros devido à queda de vazão nos rios e ao aumento da demanda por irrigação. Hoje, a companhia tira em torno de 300 a 350 litros, o que é considerado suficiente para o abastecimento de Sobradinho e Planaltina.

O coordenador relata ainda que foram criados reservatórios para captar água específica para irrigação. Há também a expectativa de reservar mais água com a implementação da última etapa do projeto, que consiste no revestimento do canal Santos Dumont, principal adutora da região.

Mesmo sem a finalização da adutora, Devanir destaca que as ações do programa têm surtido efeitos sobre a disponibilidade hídrica no Pipiripau. No período mais crítico de racionamento de água que atingiu o DF ano passado, a Bacia do Pipiripau não teve problemas de desabastecimento, ao contrário das bacias do Descoberto e de Santa Maria, que abastecem outras áreas do DF e viram o nível da água reduzir drasticamente levando ao racionamento do consumo por mais de um ano.

Hoje, a situação dos produtores está bem melhor, eles estão irrigando uma área quase que plena e a gente está conseguindo uma convivência boa entre os dois setores [irrigação e abastecimento urbano], mesmo sem fazer uma coisa essencial que é o revestimento do canal”, comenta.

Os estudos para adequação do canal já foram feitos, mas o projeto aguarda aporte de recursos para implantação da obra. É necessário investimento da ordem de R$ 10 milhões para recuperar o canal, que pode reduzir em praticamente pela metade o desperdício de água na região.

“Para você ter uma ideia, a gente tira hoje 350 litros pra abastecer uma área que precisa só de 150. A gente perde 200 litros por segundo ao longo desse canal. Se a gente fizer uma adutora, eu já libero quase 200 litros por segundo para o abastecimento humano, sem prejuízo nenhum para os produtores que vão conseguir irrigar sua área toda”, afirma Santos.

Participação

A produtora Bernadete Brandão participa do projeto desde o início, em 2012, e recebe por ano pouco mais de R$ 2 mil pelos serviços ambientais que implantou em sua propriedade. Ela conta que quando entrou no programa um de seus objetivos era manter a tradição da família de preservar a água nas terras.

“A gente vem de uma criação em que meus pais ensinaram muito sobre a água. A gente tinha uma fazenda em Padre Bernardo que tinha água que corria. Eles venderam essa área e a pessoa que comprou desmatou tudo. Minha mãe ficou muito sentida, porque aquela água secou”, lembra.

Ana e Emater fazem parceria para recuperação de nascentes e reflorestamento com pequenos agricultores.
Produtores no Piripipau conseguiram retomar produção na região após projeto de recuperação da bacia local – José Cruz/Agência Brasil

 

A propriedade de Bernadete tem entre 5 e 6 hectares, dos quais 3,7 já foram recuperados. Na área, são plantadas hortaliças, frutas, tomate, pimentão, entre outros produtos. Ela também cria gado de corte e carneiros.

Para evitar desperdício da água, Bernadete usa o sistema de gotejamento direto na raiz das plantas para fazer a irrigação. Em dias muito quentes e secos, ela também usa vaporizador e umidificador e deixa a aspersão de água somente para situações específicas.

Logo na entrada de sua chácara, é possível ver os terraços feitos pelo projeto para conter a descida brusca da água da chuva. Sem as lombadas, a enxurrada desceria de uma vez para o rio, provocando danos no solo e assoreamento do afluente que corta sua propriedade.

“Já tem que fazer uma manutenção nessas curvas de nível. Mas, eu acho que melhorou muito, porque como ali em cima tem plantio de soja e milho, e a terra está muito nua, quando chove a terra vem vindo e assoreando, carregando tudo. Aí com a curva de nível a água diminui o fluxo”, diz.

Ao redor das fontes de água em sua propriedade, Bernadete colocou uma cerca para evitar a entrada do gado e plantou na área algumas mudas de árvores. No entanto, a produtora lamenta que algumas mudas ainda não tenham se desenvolvido por causa de outro problema recorrente no Pipiripau: os incêndios, geralmente provocados pela queima de roça e de lixo. “Bombeiro já até cansou de vir aqui”.

Bernadete relata também que as chuvas tem sido cada vez mais escassas e as nascentes que costumavam jorrar água mesmo nos períodos de seca agora estão apenas úmidas. “Eu percebo que a água tem sumido bastante, a cisterna que enchia com dez minutos, já não está enchendo tão rápido”, conta.

Expansão

Apesar dos desafios, o projeto tem conseguido a adesão de boa parte dos produtores da Bacia do Pipiripau. Atualmente, entre as 540 propriedades situadas na Bacia, o programa tem 170 contratos firmados com produtores, 130 deles já estão recebendo pelos serviços ambientais. Em cinco anos, foram plantadas cerca de 300 mil mudas de árvores em uma extensão aproximada de 1,5 mil hectares.

Além da Agência Nacional de Águas, o programa tem apoio de outras 18 instituições parceiras, como organizações da sociedade civil, órgãos ambientais, universidade, entre outros. “Estamos defendendo que se invista em projetos de recuperação e restauração dos mananciais. Plantar florestas é fundamental para estar se preparando para as crises que vão vir cada vez mais fortes, porque no contexto de cenários de mudanças climáticas, períodos secos vão ser mais secos, e quando tiver chuva, vai ter mais chuva”, alertou Ricardo Novaes, especialista em  Recursos Hídricos do WWF-Brasil, uma das organizações que coordenam o projeto.

O programa também atua em outros 60 pontos do país. A experiência mais antiga está na cidade de Extrema, no Sul de Minas, que em 10 anos promoveu o plantio de 1,3 milhão de mudas.

Um Acordo de Cooperação Técnica já foi firmado para instalar o programa na Bacia do Descoberto, que abastece a maior parte do Distrito Federal. A área da bacia foi devastada pela forte especulação fundiária e enfrenta o desafio de manter os reservatórios que abastecem a capital.


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Ricardo Callado24/10/20186min

Rentabilidade segue em tendência de alta na capital federal e fecha em 5,9% anual, índice superior ao medido em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba

Com alta de 3,3% nos últimos doze meses, o metro quadrado dos imóveis em Brasília chegou a R$ 8.030,00, em setembro de 2018. Os dados são do INDEX DF – levantamento mensal produzido pelo Wimoveis, maior portal imobiliário do Distrito Federal, que avaliou os preços do metro quadrado para venda e locação, além da rentabilidade, dos imóveis localizados na região.

No quesito valor para venda, a região mais valorizada da capital federal foi a Noroeste. Com o metro quadro mais caro da cidade, avaliado em R$ 10.137,00, os preços subiram 0,6% no mês e 4,3% nos últimos 12 meses.

Conheça agora as cidades mais caras e mais econômicas para compra de um imóvel no Distrito Federal:

Mais caras (metro quadrado)
Brasília R$ 8.030,00
Cruzeiro R$ 6.527,00
Guará R$ 5.285,00
Mais baratas (metro quadrado)
Vicente Pires R$ 2.945,00
Sobradinho R$ 2.843,00
Santa Maria R$ 2.791,00

Já o aluguel de um apartamento padrão, de 65 m², 2 dormitórios e 1 vaga de garagem em Brasília ficou, em média, em R$ 2.225,00 mensais, o dobro do valor registrado em municípios próximos, como Santa Maria (R$ 796,00) e Núcleo Bandeirante (R$ 844,00), aponta o estudo do Wimoveis. No entanto, os preços dos aluguéis no município caíram, em setembro de 2018, 0,2% e 2,6% nos últimos 12 meses.

Embora a região Noroeste também tenha assinalado o aluguel mais caro da capital, R$ 2.690,00, os preços estão caindo. Também nos últimos 12 meses, a desvalorização foi de 11,6%

Confira agora o ranking das cidades mais caras e mais baratas para locação no Distrito Federal:

Mais caros (preço mensal)
Brasília R$ 2.225,00
Águas Claras R$ 1.298,00
Guará R$ 1.208,00
Mais baratos (preço mensal)
Riacho Fundo R$ 920,00
Núcleo Bandeirante R$ 844,00
Santa Maria R$ 796,00

No Distrito Federal, Vicente Pires é a campeã em rentabilidade. Com 6,7% anual, a cidade foi a que apresentou a melhor capacidade de retorno imobiliário em setembro de 2018. Já Brasília, com 5,9%, é a quinta região mais rentável.

A seguir, o ranking das cidades mais e menos atrativas para investir no DF:

Mais rentáveis %
Vicente Pires 6,7%
Sobradinho 6,6%
Núcleo Bandeirante 6,1%
Menos rentáveis %
Guará 4,8%
Ceilândia 4,7%
Samambaia 4,5%

“Para aqueles que querem investir no mercado imobiliário, Brasília é a cidade que apresenta o maior retorno financeiro, se comparada a outras grandes capitais brasileiras, como São Paulo (5,6%), Curitiba (4,2%) e Rio de Janeiro (4%). A expectativa é que o setor de imóveis na capital federal continue em evidência nos próximos meses”, destaca o CEO do Wimoveis, Leonardo Paz.

 

 


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Ricardo Callado23/10/20182min

Por Pedro Peduzzi

Um símbolo da liberdade e da democracia pós- ditadura militar voltou a integrar a paisagem da Praça dos Três Poderes, em Brasília.
Após dois anos apagada, a Chama Eterna da Democracia, na Pira do Panteão da Pátria, foi reacesa na noite de ontem (22).

Inaugurada em 1986, a pira foi interditada em agosto de 2016 devido a um vazamento de gás. A reforma do sistema de armazenamento de gás, que passou a ser subterrâneo, custou R$ 149,7 mil.

A intervenção inclui, ainda, a troca tubulação para transporte de gás liquefeito de petróleo (GLP), a substituição de pedras quebradas e a limpeza do revestimento da base.

Para ser implementado, o projeto da reforma precisou ser aprovado pelos órgãos distrital e federal de preservação, pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

De acordo com a Secretaria de Cultura, esta é a primeira vez que a pira passa por um procedimento completo de reforma, desde a inauguração do Panteão da Pátria.

“Os reparos vão se traduzir em mais segurança e eficiência ao sistema de acendimento da chama, preservando a estética original do monumento tombado como símbolo da liberdade e da democracia brasileira”, informou, por meio de nota, a secretaria.


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Ricardo Callado23/10/20186min

“Ele te pega pela mão e te leva aonde você quer chegar”, afirma ex-aluno

Métodos diferenciados de ensino e que possuem eficácia são sempre um adianto na hora de iniciar os estudos, certo? E foi assim que o professor de Informática e especialista em concursos públicos, Deodato Neto, começou a fazer sucesso. Ele realiza aulões de madrugada, aulões com degustação de vinhos, aulões de véspera, aulões dentro de ônibus, em viagens para concursos que serão realizados em outros estados, aulões em bares, e muito mais.

Com quase 30 mil seguidores em seu Instagram, ele afirma que é um desafio diário manter os alunos interessados. “A informática tornou-se algo essencial para o trabalho, lazer, ou até para proporcionar a aproximação das pessoas. Essa é a realidade, afinal, é a principal ferramenta de comunicação nos dias de hoje. No entanto, na hora de responder uma questão dessa disciplina em um concurso público, muitas vezes o assunto parece ser algo desconhecido, nada familiar, e isso acaba prejudicando muitos estudantes. Por isso, é importante encontrar uma forma de manter os alunos interessados”, explica.

Segundo o internacionalista e ex-aluno, Vinícius Soares, Deodato tem uma didática totalmente diferente. “Para mim, Informática sempre foi uma matéria maçante, e ele faz com que fique leve, divertido e que a gente realmente aprenda. A aula flui e  a didática faz a gente se interessar, as horas voam, as brincadeiras que ele faz, relacionadas ao conteúdo, fixa a matéria na nossa cabeça para a hora da prova. Além disso, o Deodato é um parceirão, te pega pela mão e te leva aonde você quer chegar, basta a gente demonstrar interesse”.

As aulas têm diferenciais de horários, como o aulão da madrugada, que é online, gratuito e acontece sempre às quartas-feiras, a partir da meia-noite. Para participar, basta se inscrever pelo site do professor. Também tem aulões em locais inusitados, e turmas específicas para cada concurso.

Um dos projetos que Deodato considera essencial, e que tem dado um retorno bastante positivo, é o aulão de véspera, realizado um dia antes da prova. “É essa aula que realmente pega a memória recente, que ajuda o aluno a absorver o conteúdo que não pegou durante o curso, e mesmo quando pegou, pode esquecer na hora da prova. Considero muito importante e faz toda a diferença”, afirma. Outro diferencial é o acompanhamento em tempo real com os alunos, pelo whatsapp, ou pelo site, sempre tirando as dúvidas.

Outra ideia bastante inusitada e que faz muito sucesso, é o aulão com degustação de vinhos. Em um ambiente aconchegante, para poucos alunos, um grupo participa da resolução de questões de concursos enquanto degustam vinhos e queijos especiais. Quem já participou garante que a ideia é um sucesso. “Foi um momento diferente do que estamos acostumados nessa vida intensa de concursos. Durante a aula, conseguimos resolver mais de 150 questões de informática de uma forma muito mais descontraída”, declara a aluna Larissa Tehodoroviz Barreto.

Deodato afirma que a motivação para essa rotina tão intensa é ver o sucesso dos alunos: “A gente trabalha com sonhos, temos depoimentos de quem passou em um concurso desejado e mudou a vida, mas depende de cada um, de tempo de estudo, de estrutura familiar, e a gente tenta moldar isso na cabeça do aluno”, afirma.

E qual o segredo para um bom preparo? Segundo o especialista, basta estudar com foco, de forma direcionada, sem perder tempo com leituras que podem agregar conhecimento, mas que não serão cobradas no seu concurso: “Deixe para estudar o tema que quiser, aleatoriamente, depois que você passar! O melhor exemplo do que pode ser cobrado na sua prova é uma questão que já esteve presente em concursos anteriores”.

E para os interessados em conhecer um pouco mais sobre o assunto, o especialista tem um site, onde reúne muito conteúdo em um só lugar. A página tem notícias sobre concursos, que ajudam a deixar os alunos mais antenados, disponibiliza videoaulas, materiais em PDF, e tem muito conteúdo gratuito. Por lá, os alunos também podem interagir com o professor e tirar qualquer dúvida, basta acessar: www.professordeodatoneto.com.br.


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Ricardo Callado22/10/20182min

A Ferragens Pinheiro, em parceria com a Change Generation, realiza uma campanha de arrecadação de brinquedos. Para participar, basta ir até alguma loja da Pinheiro (SIA e Taguatinga) e doar um brinquedo novo ou usado, desde que esteja em bom estado.

O objetivo dessa campanha é arrecadar os itens para serem doados ainda em outubro, em creche da Estrutural.

“Estamos fazendo nossas próprias doações e contamos com o apoio dos nossos clientes, e parceiros, para encoparmos a quantidade de brinquedos”, conta Natália Brito, gerente de Marketing da Ferragens Pinheiro.

Ainda segundo Natália, a Ferragens Pinheiro está engajada em várias campanhas de cunho social. “Nós acreditamos que a união e a conscientização das empresas seja fundamental para a efetividade de gestos de solidariedade em nossa cidade”, finaliza.

As doações serão destinadas a uma creche na Cidade Estrutural, que deve ser escolhida nos próximos dias.

Pontos de coleta:

  • Ferragens Pinheiro SIA – SIA Trecho 2/3 Lote 1545/1595 (em frente ao Sebrae)
  • Ferragens Pinheiro Taguatinga – QI 11 Lotes 02/20 Taguatinga Norte

Sobre a Ferragens Pinheiro – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.


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Ricardo Callado21/10/20182min

O Ministério da Educação liberou, na última quarta-feira, dia 17, R$ 17,30 milhões em limite de empenho para as universidades federais, instituições da rede federal de educação profissional, científica e tecnológica e hospitais de ensino vinculados à pasta no Distrito Federal. No total, em todo o País, o valor foi de R$ 729,1 milhões.

Com essa verba, o MEC assegura às instituições federais de ensino 100% de execução das despesas de custeio e investimento em fontes do Tesouro. Até o momento, foram liberados limites de empenho no valor de R$ 8,20 bilhões para as despesas discricionárias, sendo R$ 7,5 bilhões em custeio e R$ 702,1 milhões em investimento.

Os recursos das despesas discricionárias são geridos pelas próprias universidades, no âmbito de sua autonomia administrativa. É com o limite de despesas discricionárias que as entidades de ensino superior efetuam os gastos com o seu funcionamento, com as suas obras, contratam seus serviços de terceirização de mão de obra e executam as despesas com assistência estudantil. 

De 2016 até hoje, o MEC tem garantido 100% da dotação orçamentária das despesas de custeio, algo que não ocorreu em 2015.

Em 2015, as universidades federais não receberam sequer a totalidade da verba de custeio e atingiram somente 40% da verba de investimento disponível para o ano. Em 2016, o MEC retomou a liberação de 100% do que estava previsto no orçamento de custeio para todas as universidades do país. Em 2017, o percentual liberado das despesas com investimento foi de 70%.  Cabe lembrar que em 2016 e em 2017, o Ministério da Educação também assegurou 100% do orçamento de custeio para todas as universidades e institutos federais.



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Aos 14 anos, o Blog do Callado é um veículo consolidado, admirado por seus leitores e em sintonia com o público alvo: a população brasiliense. O blog é um site de opiniões e notícias com atualização diária, sem cunho ideológico. Dedica-se a oferecer aprimoramento da informação, com uma audiência qualificada.


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